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sexta-feira, 8 de julho de 2011

Parar o mau hálito e odor corporal com clorofila

 A clorofila é mais do que o fitoquímico natural que dá às plantas sua cor verde viva: é também um excelente remédio natural para o mau hálito e odor corporal. A clorofila tem propriedades antibacterianas e anti-inflamatório que podem parar o mau hálito e odor corporal. Em vez de investir em produtos químicos carregadas de desodorantes, perfumes, bochechos com hortelã, tente aproveitar o poder de clorofila para resolver o problema, naturalmente, de dentro para fora.




Clorofila é um poderoso Deodorizante


Já em 1950, mesmo  profissionais médicos convencionais  tomaram conhecimento da capacidade da clorofila para acabar com o odor de corpo e mau hálito.o Dr. Franklin Howard Westcott de Nova York, observou na época que os banhos de clorofila e tomar clorofila internamente  foram notavelmente bem sucedidos na resolução de problemas de odor corporal.


Desde aquela época, a clorofila ganhou imensa popularidade no mundo de curas de saúde alternativa. É conhecido como um desintoxicante potente que purifica o corpo de toxinas que podem causar mau hálito ou odor corporal. Muitos promoveram a clorofila pela sua habilidade para acelerar a cicatrização de feridas, limpar o cólon, combater os radicais livres e melhorar a circulação de oxigênio pelo corpo. É talvez todos estes benefícios combinados que dão à clorofila propriedades de combate  natural ao mau odor.


Como aproveitar o poder da clorofila


A maioria dos especialistas recomendam uma dosagem de 100 a 300 miligramas de clorofila por dia para combater o mau hálito e odor corporal. Embora possa adquirir suplementos para obter essas quantidades de clorofila, usando a clorofila a partir de fontes de alimentos é altamente recomendado.


Todos os vegetais verdes contêm clorofila, especialmente folhas verdes, como alface, couve, salsa e nabo. Espinafre em particular contém uma concentração muito elevada de clorofila: cerca de 300 a 600 miligramas por onça. Uma pequena porção de espinafre cru todos os dias seria mais do que suficiente para cobrir a dosagem necessária para resolver o problema  do odor do corpo e mau hálito.


Dica: misturar sua folhas verdes num batido refrescante. Isso vai quebrar as fibras e fazer com que os nutrientes dos verdes sejam mais digeríveis.


Alguns poderão ter benefícios dramáticos  imediatamente, enquanto outros podem necessitar de persistir com o tratamento por várias semanas antes de ver resultados tão pronunciados.


Fonte: NaturalNews





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O Poder Verde da CLOROFILA














Na Wikipedia



Clorofila é a designação de um grupo de pigmentos fotossintéticos presente nos cloroplastos das plantas (em sentido geral, incluindo também as algas, cianofíceas e diversos protistas anteriormente considerados "algas" ou "plantas", como as algas vermelhas ou castanhas).
A intensa cor verde da clorofila se deve a suas fortes absorções das regiões azuis e vermelhas do espectro eletromagnético, e por causa destas absorções a luz que ela reflete e transmite parece verde. Ela é capaz de canalizar a energia da luz solar em energia química através do processo de fotossíntese. Neste processo a energia absorvida pela clorofila transforma dióxido de carbono e água em carboidratos e oxigênio.

Função


As moléculas de clorofila encontram denominados fotossistemas, que se encontram integrados nos tilacóides de cloroplastos. A maioria das moléculas de clorofila absorve luz e transmite a energia luminosa através de um fenómeno designado por "transferência de energia por ressonância" a um par de moléculas de clorofila específico que se encontra no centro reaccional dos fotossistemas. Os fotossistemas I e II possuem centros reaccionais distintos, denominados P680 e P700 de acordo com o comprimento de onda (em nanómetros) correspondente ao seu pico máximo de absorção.
A energia transferida para as moléculas de clorofila pertencentes ao centro reaccional é usada no processo de separação de carga, que consiste na transferência de um electrão da clorofila para uma cadeia de transporte electrónico. A clorofila do centro reaccional P680, oxidada à forma P680+, é reduzida com um electrão proveniente da oxidação da água (H2O) a dioxigénio (O2) e hidrogénio molecular (H2). O fotossistema I trabalha em conjunto com o fotossistema II; o centro oxidado a P700+ é eventualmente reduzido com electrões provenientes do fotossistema II. Em determinadas condições, a fonte de electrões para redução do P700+ pode variar.


Estrutura química

A clorofila é um pigmento clorínico com quatro anéis pirrolo ligados por metinas, e um quinto anel ausente em outras porfirinas, grupo de compostos ao qual pertence e que inclui compostos como o grupo heme. No centro do anel há um íon de magnésio (Mg2+) coordenado por quatro átomos de azoto. O composto é denominado feofitina quando não se encontra magnésio (ou outro íon metálico) no seu centro. As cadeias laterais variam em certo nível entre as diferentes formas de clorofila encontradas em diferentes organismos, mas todas possuem uma cadeia fitol (um terpeno) ligada por uma ligação éster a um carboxilo do anel IV. A clorofila a encontra-se sempre presente, mas também ocorrem clorofilas b e c em outros grupos.

O fluxo de electrões produzido pelos pigmentos de clorofila é usado para transportar iões H+ através das membranas dos tilacóides, causando um potencial quimiosmótico usado principalmente na produção de ATP. Os electrões são eventualmente usados na redução de NADP+ .


Formas da clorofila

A clorofila em plantas verdes consiste em duas formas, clorofila a e b. As clorofilas c e d são encontradas especialmente em algas e cianobactérias.
A clorofila a difere da clorofila b por apresentar na posição 3 do grupo tetrapirrólico o radical -CH3 (metila) no lugar do -CHO (aldeído). A clorofila está presente nas folhas das plantas, sendo crucial para a fabricação de glicose através da fotossíntese. A clorofila é produzida pela planta através dos cloroplastos. É a clorofila a a principal responsável pela coloração verde das plantas e pela realização da fotossíntese.





Clorofila aClorofila bClorofila c1Clorofila c2Clorofila d
Fórmula molecularC55H72O5N4MgC55H70O6N4MgC35H30O5N4MgC35H28O5N4MgC54H70O6N4Mg
grupo C3-CH=CH2-CH=CH2-CH=CH2-CH=CH2-CHO
grupo C7-CH3-CHO-CH3-CH3-CH3
grupo C8-CH2CH3-CH2CH3-CH2CH3-CH=CH2-CH2CH3
grupo C17-CH2CH2COO-fitilo-CH2CH2COO-fitilo-CH=CHCOOH-CH=CHCOOH-CH2CH2COO-fitilo
ligação C17-C18simplessimplesdupladuplasimples
OcorrênciaUniversal, única clorofila em muitas CianobactériasPlantas, Euglenídios e ProclorófitasStramenopilosDinoflageladosRodófitas (Plantas)e Cianobactérias







Propriedades físico-químicas

As clorofilas dão a cor verde às plantas devido à baixa absorção de luz na região do espectro electromagnético correspondente a esta cor. A clorofila a apresenta picos máximos de absorção aos 665 e 465 nm, com uma absortividade molar superior a 105 M−1 cm−1, uma das mais altas em compostos orgânicos. A clorofila a em solução apresenta fluoresce aos 673 nm, mas a sua fluorescência é muito reduzida em folhas intactas. Estas características devem-se à presença de diversas ligações conjugadas (ligações químicas simples e duplas alternadas) no sistema de anéis pirrólicos que rodeiam o magnésio central.

A clorofila não é solúvel em água e é mais instável em pH ácido.

A identidade, função e propriedades espectrais dos diferentes tipos de clorofila em cada fotossistema são distintas e determinadas tanto pelo tipo de fotossistema como pela estrutura das proteínas que as rodeiam. As clorofilas podem ser extraídas das proteínas usando um solvente orgânico como a acetona ou o metanol, e separadas através de cromatografia em papel. A separação é possível dada a diferença no número de grupos polares entre as clorofilas a e b:




Chromatography of chlorophyll - Step 1.jpgChromatography of chlorophyll - Step 2.jpgChromatography of chlorophyll - Step 3.jpgChromatography of chlorophyll - Step 4.jpgChromatography of chlorophyll - Step 5.jpgChromatography of chlorophyll - Step 6.jpgChromatography of chlorophyll - Step 7.jpg


Separação da clorofila em cromatografia em papel.

Evidência da clorofila

A fotossíntese é um processo que consiste na conversão de gás carbônico e água em carboidratos, como a sacarose ou o amido.
Pode-se demonstrar que a clorofila é vital para a fotossíntese através de folhas desamiladas de uma planta variegada e expondo-as à luz por várias horas. Folhas de plantas variegadas apresentam áreas verdes contendo clorofila e áreas brancas com ausência deste pigmento. Quando, depois, testado em uma solução de iodo, uma mudança de cor, que ocorre onde o amido está presente apenas em regiões anteriormente verdes, portanto contendo clorofila. Isto ocorre porque os cloroplastos são convertidos a amiloplastos (plastídeos de armazenamento de amido) por perda do sistema de membranas tilacoidais (e portanto da clorofila). Isso mostra que a fotossíntese não ocorre em áreas onde a clorofila está ausente, e portanto apoia a teoria de que a presença de clorofila é um requisito para a ocorrência do processo fotossintético. A energia luminosa absorvida pela fotossíntese é armazenada na forma de energia potencial química nos açúcares formados.

Referências
SPEER, Brian R. (1997). "Photosynthetic Pigments" (em inglês)
PDF review-Chlorophyll d: the puzzle resolved (em inglês)
Light Absorption by Chlorophyll (em inglês)
NELSON, David L.; COX, Michael M., Lehninger Principles of Biochemistry, 4th ed., W.H.Freeman, 2004, ISBN 978-0716743392







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