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quarta-feira, 14 de novembro de 2007

Germinando Sementes

Nutricionista propõe que obesos paguem mais para voar


mulher obesa
Na Austrália, 47% das mulheres e 63% dos homens estão acima do peso
Um dos principais médicos nutricionistas da Austrália defendeu a criação de uma taxa para pessoas obesas que viajam de avião.

John Tickell, conhecido médico e autor de vários livros sobre dietas e alimentação no país, quer que passageiros obesos "paguem mais para cobrir os quilos extras que levam dentro das aeronaves".

Tickell, não explicou, no entanto, detalhes sobre como seriam definidas as taxas de obesidade entre os passageiros, cunhadas de "taxa de obesidade".

O governo australiano ainda não se pronunciou sobre a proposta de Tickell, que lidera um grupo de especialistas. A proposta, no entanto, teve grande repercussão na Austrália e causou indignação de grupos como a Sociedade Australiana de Obesos.

Para Tim Gill, diretor da instituição, a proposta é injusta com aqueles que têm problemas de peso. Ele propôs que as companhias aéreas ofereçam assentos mais largos para este tipo de passageiro - iniciativa que chegou a ser adotada por empresas locais como a companhia aérea Jetstar, que incluiu na frota bancos mais largos.

A autoridade de aviação civil na Austrália proíbe que passageiros obesos se sentem próximo a saídas de emergência para facilitar a evacuação dos outros em caso de acidentes.

De acordo com estudos recentes, 47% das mulheres e 63% dos homens australianos são considerados acima do peso ou obesos.

Fonte: BBC Brasil

Obesidade aumenta risco de câncer em mulheres, diz estudo

Excesso de peso traria mais riscos em alguns tipos de câncer
Um estudo da Universidade de Oxford concluiu que, a cada ano, cerca de 6 mil mulheres de meia-idade ou idosas da Grã-Bretanha desenvolvem câncer por causa do excesso de peso.

A pesquisa, publicada online pela Associação Médica Britânica e financiada pelo Cancer Research UK, descobriu ainda que a obesidade responde por 50% dos casos de câncer do útero e de um tipo de câncer do esôfago.

Os cientistas examinaram a incidência do câncer em 1,2 milhões de mulhere com idades entre 50 e 64 anos, durante sete anos. Mais de 45 mil casos de câncer e 17 mil mortes decorrentes da doença ocorreram neste período.

"Estimamos que o excesso de peso ou a obesidade respondem por cerca de 6 mil dos 120 mil novos casos de câncer que surgem anualmente em mulheres dessa faixa etária na Grã-Bretanha", disse Gillian Reeves, chefe da equipe responsável pela pesquisa.

Mama e útero

Tipos de câncer ligados à obesidade
Útero
Esôfago
Intestino
Rim
Leucemia
Mama
Mieloma múltiplo (medula óssea)
Pâncreas
Linfoma Não-Hodgkin
Ovário

Segundo ela, o estudo mostra que o sobrepeso tem um impacto maior no risco para alguns tipos de câncer.

"Cerca de 60% desses 6 mil novos casos de câncer a cada ano por causa da obesidade atingem a mama ou o útero", afirmou Reeves.

A pesquisa também descobriu que a ligação entre o peso e o risco de câncer também depende do estágio da vida da mulher.

O risco de câncer de mama por causa da obesidade aumenta apenas depois da menopausa. Já o risco para o câncer de intestino é maior antes deste período.

Estilo de vida

Na semana passada, um estudo do Fundo Mundial para Pesquisa do Câncer alertou para o fato de o excesso de peso aumentar significativamente o risco de todos os indivíduos desenvolverem a doença, não apenas as mulheres.

"A maioria das pessoas associam facilmente a obesidade a um risco geral para a saúde, mas muitas não sabem desta ligação específica com o câncer", afirmou Sara Hiom, do Cancer Research UK.

Segundo Ian Campbell, diretor médico da organização Weight Concern, está evidente que o estilo de vida "traz um grande impacto no risco de uma pessoa desenvolver o câncer".

"A mensagem é clara: investir em um estilo de vida mais saudável hoje é colher benefícios para uma vida mais longa no futuro", disse.

Fonte: BBC Brasil

Metade da população mundial 'está obesa ou acima do peso'

obeso
Obesidade está relacionada a doenças como diabetes
Mais de metade da população mundial está obesa ou acima do peso, apontou uma pesquisa global publicada nesta terça-feira na revista científica americana Circulation Journal.

O estudo, que analisou dados de 182.970 pessoas de 63 países nos cinco continentes, mostrou que 50% das mulheres e 60% dos homens analisados estão acima do peso ou obesos.

Ao considerar apenas os dados sobre obesidade, o levantamento revelou que um quase um quarto dos homens (24%) e 27% das mulheres estão obesos.

Os cientistas, liderados pelo médico Berverley Balkau, do Instituto Nacional de Saúde e Pesquisas Médicas da França, utilizaram o Índice de Massa Corporal (IMC) para avaliar o grau de obesidade dos voluntários.

O IMC é um padrão internacional e é calculado dividindo-se o peso pela altura ao quadrado. Pessoas com IMC entre 18 e 24 estão dentro do peso, as que se enquadram entre 25 e 30 estão acima, e as que ultrapassaram o índice de 30 são consideradas obesas.

Doenças associadas

O país com maior número de obesos - entre os analisados - foi o Canadá (36%) e as regiões com os menores índices de obesidade foram o leste e o sul asiático (7%). Os Estados Unidos não foram analisados na pesquisa.

A África do Sul (33%) e os países do Oriente Médio (36%) também apresentaram grandes índices de obesidade.

Na América Latina, os pesquisadores identificaram que 29% dos pesquisados estavam obesos.

“Os resultados da pesquisa mostram que o excesso de peso está virando uma pandemia, com mais da metade da população acima do peso ou obesa”, disse Berverley Balkau.

O levantamento ainda pesquisou como a obesidade está afetando a saúde das pessoas e revelou que entre os entrevistados, 16% dos homens 13% das mulheres apresentavam doenças cardiovasculares e que a diabetes atingia 13% dos homens e 11% das mulheres em todas as regiões pesquisadas.

“A obesidade está associada diretamente ao aumento do risco de doenças cardiovasculares e diabetes e se tornou um grande problema de saúde pública que ameaça boa parte da população e sobrecarrega os serviços públicos de saúde”, concluíram os pesquisadores.



Fonte: BBC Brasil

Obesidade 'reduz expectativa de vida em até 13 anos'

Estudo estima que 60% dos homens britânicos serão obesos em 2050
Um relatório divulgado na Grã-Bretanha nesta quarta-feira apontou que pessoas que sofrem de obesidade podem ter a expectativa de vida reduzida em até 13 anos.

O relatório, que foi endossado pelo governo britânico e compilado por 250 especialistas do Foresight Programme (ligado ao departamento governamental para Ciências), está sendo considerado o maior estudo já feito no país sobre obesidade.

O estudo Combatendo a obesidade: escolhas futuras aponta que a Grã-Bretanha está imersa numa crise que pode levar até 30 anos para ser revertida.

Um estudo paralelo do British Medical Journal indica que fumantes podem viver 10 anos menos do que o desejado, uma expectativa que indica que o problema da obesidade pode ser ainda mais grave.

Impactos

Se o número de obesos continuar crescendo, estima-se que 60% dos homens, 50% das mulheres e 25% das crianças britânicas serão obesas em 2050. Atualmente, um quarto da população adulta sofre de obesidade.

O impacto sobre o sistema público de saúde também será drástico, aponta o levantamento.

De acordo com cálculos feitos pelos pesquisadores, serão necessários 46 bilhões de libras adicionais para cobrir gastos com tratamentos de doenças como diabetes, infartos e outras doenças ligadas à obesidade.

“A obesidade está aumentando a cada ano e há o risco de que não nos reste muito tempo para agir”, avalia David King, conselheiro-chefe do governo britânico para assuntos científicos e líder da pesquisa.

O relatório conclui que os indivíduos não são os culpados por desenvolverem obesidade, mas sim “uma sociedade que prioriza o consumo de comidas baratas, ricas em açúcar e gordura, o uso de transportes motorizados e trabalhos sedentários”.

“Temos de lutar contra a noção de que a epidemia atual de obesidade surge da indulgência e da preguiça dos indivíduos. Nós vivemos numa sociedade de consumo que nos encoraja a comer e ter uma vida sedentária. É um ambiente em que só de nos comportamos de forma normal, podemos engordar”.

Os estudiosos cobram maior envolvimento do governo na questão e apontaram algumas políticas que poderiam ser aplicadas, como planejar cidades para que acomodem mais locais para a prática de exercícios físicos e fazer maior pressão sobre as mães para amamentarem seus bebês - o que poderia diminuir o ganho de peso durante a infância.

A secretária de Saúde Pública britânica, Dawn Primarolo, disse que o governo esta analisando como proceder diante das informações divulgadas pelo relatório.

Fonte: BBC Brasil

Disputas marcam debate de texto final da ONU sobre clima


Membros do Greenpeace colocam faixa em Valência
Grupos como Greenpeace acompanham encontro em Valência
Representantes de 130 países estão se esforçando nesta semana para ter sua visão sobre aquecimento global expressa na versão final do relatório do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), da ONU, que será lançado no próximo sábado, dia 17.

Segundo observadores que estão acompanhando os debates iniciados na segunda-feira, em Valência, na Espanha, não existe dúvida sobre as linhas gerais do relatório: ninguém discute a base científica de que as emissões de gases estufa causados pela ação humana são os maiores culpados pelo aquecimento da temperatura do planeta.

Apesar desse consenso, os diplomatas e representantes dos governos estão debatendo linha por linha do documento de pouco mais de 20 páginas, chamado de síntese executiva, que será o grande resumo do ano sobre o assunto e deverá ser usado como base para as futuras discussões políticas em torno da questão.

Um exemplo das disputas na Espanha, dizem observadores, é a diferente abordagem entre os representantes americanos e chineses.

De acordo com essas fontes, os americanos estão tentando dar mais ênfase ao volume de emissões de gás carbônico no final do século, especialmente a partir de 2000.

Por trás dessa opção, estaria a intenção americana de evidenciar a contribuição de países em desenvolvimento para o fenômeno e colocar todos os países em patamares semelhantes de responsabilidade.

Os representantes da China, por sua vez, estariam trabalhando pelo foco em um período mais longo de tempo, desde meados do século 20, o que colocaria mais peso na contribuição histórica dos países desenvolvidos.

Importância

Na percepção de especialistas, o documento final do IPCC neste ano ganhou ainda maior importância porque será apresentado menos de um mês antes de uma reunião global em Bali para debater o futuro do combate ao aquecimento.

A síntese executiva do IPCC será um documento importante nas discussões políticas que acontecerão na pequena ilha da Indonésia.

"Há muita pressão política (agora, no IPCC) por conta da reunião de Bali, que se realiza dentro de apenas três semanas para discutir um acordo que substituirá o Protocolo de Kyoto. Por isso, os governos têm de tirar daqui de Valência o melhor que puderem", disse um observador.

Organizações que acompanham as negociações dizem, entretanto, que independentemente das mudanças de última hora, a mensagem dada pelo IPCC já é "forte e clara" e não deverá mudar em substância.

O ponto mais importante possivelmente é a ênfase dada à ação humana no aquecimento global.

Outros pontos importantes são a ênfase no perigo do aumento do nível dos oceanos e – o painel afirmou que o nível do mar pode subir entre 18 cm e 58 cm ate 2100 – e a afirmação que a concentração de CO2 – o principal gás que causa o efeito estufa e relacionado à ação humana – na atmosfera é a maior dos últimos 650 mil anos.

Pontos como esses estarão refletidos no relatório final e servirão como de base dos debates políticos.

Ao longo do ano, o painel da ONU publicou três relatórios - que agora estão sendo resumidos em um relatório final – nos quais atribui a maior parte da mudança climática dos últimos 50 anos "muito provavelmente" (ou seja, com mais de 90% de certeza) à emissão de gases de efeito estufa causados pela ação humana.



Fonte: BBC Brasil

Médicos dizem que obesas não devem receber fertilização

Pessoa obesa
Especialistas dizem que obesas têm mais chance de sofrer complicações
Mulheres obesas devem ser impedidas de fazer tratamento para infertilidade até que percam peso, dizem especialistas em medicina reprodutiva.

Segundo as novas recomendações da British Fertility Society (BFI) - sociedade britânica que representa profissionais ligados à medicina reprodutiva -, o tratamento de fertilização in vitro deve ser oferecido apenas a mulheres com Índice de Massa Corporal inferior a 30, seja nos hospitais públicos ou nos privados.

O Índice de Massa Corporal (IMC) é reconhecido internacionalmente como o padrão para avaliar o grau de obesidade. Ele é calculado dividindo-se o peso (em quilos) pela altura ao quadrado (em metros).

Alguns especialistas em obesidade reagiram às recomendações dizendo que as medidas são discriminatórias, mas a British Fertility Society disse que as novas diretrizes são baseadas no que é melhor para a mãe e para o bebê.

"A obesidade reduz as chances de que uma mulher conceba naturalmente e diminui a possibilidade de que o tratamento para infertilidade seja bem-sucedido", disse Tony Rutherford, presidente do comitê que determina as políticas da BFS.

Categorias de IMC
Abaixo do Peso: Menos de 18,5
Peso Normal: 18,5 a 24,9
Acima do Peso: 25 a 29,9
Obeso: 30 ou mais

"(O peso) também aumenta o risco de complicações durante o tratamento para infertilidade e na gravidez e coloca em perigo a saúde e o bem estar da mãe e da criança", acrescentou Rutherford.

Entre as "complicações" citadas estão a dificuldade em oferecer anestesia segura para as mulheres obesas durante os procedimentos, assim como problemas para ver os ovários em exames de ultra-som.

Especialistas acreditam também que a obesidade aumenta os riscos de aborto após o tratamento de fertilização.

As recomendações da BFS não têm efeito legal na Grã-Bretanha, mas são seguidas por muitos profissionais da área.

O presidente do National Obesity Forum, o Fórum Nacional de Obesidade na Grã-Bretanha, Colin Waine, disse que acha as recomendações "preocupantes".

"Perder peso pode melhorar o sucesso do tratamento, e as mulheres deveriam ser conscientizadas disso, mas negar o tratamento é discriminação", disse.

"Estamos seguindo por um caminho cada vez mais incerto, de racionar (o tratamento) com base no peso, mesmo quando mulheres obesas poderiam se beneficiar imensamente do tratamento", acrescentou Waine.

Cerca de 25% das mulheres britânicas são obesas, possuindo um IMC igual ou superior a 30.



Fonte: BBC Brasil

Dieta rica em ômega-3 'reduz risco de Alzheimer'

Imagem de cérebro com alzheimer
A doença degenerativa atinge principalmente idosos
Uma dieta rica em ômega 3 pode reduzir o risco de Alzheimer e outras formas de demência em 60%, de acordo com um estudo publicado pela revista da Academia Americana de Neurologia, Neurology.

Os pesquisadores estudaram os hábitos alimentares de mais de 8 mil homens e mulheres com mais de 65 anos nas cidades francesas de Montpellier, Dijon e Bordeaux ao longo de 4 anos.

No início do estudo, nenhum dos entrevistados apresentava sinais de problemas neurológicos, mas no fim da pesquisa 183 participantes desenvolveram Mal de Alzheimer e 98 tinham outros tipos de demência.

Os acadêmicos concluíram que as pessoas que consumiam regularmente óleos ricos em ômega 3, como óleo de canola, óleo de linhaça e óleo de nozes, tinham o risco de contrair Alzheimer reduzido em 60% em comparação com as que não ingeriam esses óleos.

Frutas, vegetais e peixes

Os participantes que tinham uma dieta rica em frutas e vegetais também reduziram o risco de apresentar demência em 30% em relação àqueles com uma dieta menos saudável.

O consumo de peixe ao menos uma vez por semana também foi apresentado como um fator importante, diminuindo o risco de demência em 40% e de Alzheimer em 35%, mas apenas em participantes que não tinham uma predisposição genética às doenças.

"Levando em consideração que a maioria das pessoas não têm o gene ApoE4 (que aumenta o risco de Alzheimer), esses resultados têm importância considerável em termos de saúde pública", disse um dos autores do estudo Pascale Barberger-Gateau.

"No entanto, é necessário aprofundar essa pesquisa para que se identifique a quantidade e a combinação ideais de nutrientes antes de implementar recomendações nutricionais", explicou ele.

Fonte: BBC Brasil - 13 de novembro, 2007

NOTA: O ômega 3 pode ser obtido da linhaça em vez do peixe.

Obesidade infantil preocupa no Brasil

obesidade-infantil.jpg

As importantes mudanças que ocorreram no comportamento alimentar infantil nos últimos anos têm aumentado a incidência de fatores de risco cardiovascular em crianças. Dentre os principais fatores de risco, atualmente, a obesidade e o sobrepeso na infância aparecem em proporções epidêmicas. Para a nutricionista, professora doutora de endocrinologia, Ana Maria Lottemberg, do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, o padrão alimentar praticado na infância causa efeitos em longo prazo sobre a saúde, já que podem ser desenvolvidos nos jovens, determinando o aparecimento de complicações maiores na vida adulta.

“Atualmente, a maior parte das crianças não se alimenta adequadamente e algumas estratégicas e recomendações alimentares precisam ser estabelecidas”, alerta a especialista. Inicialmente, conforme a nutricionista, é importante que os pequenos entendam a importância de modificar seus hábitos alimentares. Além disso, a noção da importância de hábitos saudáveis só ocorrerá se forem criados meios práticos para isso, que dependem da atitude dos pais, como, por exemplo, não cederem às vontades dos filhos, estimularem o bom hábito alimentar e estarem igualmente conscientes sobre os riscos e a necessidade de mudar.

Sedentarismo

Cerca de 20% das crianças brasileiras sofrem de obesidade. O mal atinge as crianças de todas as classes sociais, segundo dados da Sociedade Brasileira de Pediatria. Além das possíveis complicações com a auto-estima, que o apelo estético de um padrão sempre magro impõe, a doença traz inúmeras conseqüências clínicas. A obesidade deve ser prevenida tão logo a criança nasça, evitando assim o surgimento de obesos no futuro, com sérios riscos de doenças como a hipertensão, diabetes, doenças respiratórias, transtornos coronarianos e problemas ortopédicos.

Para a endocrinologista Margaret Boguszewski, é muito importante os pais terem em mente que a maioria das crianças gordinhas não apresentam nenhum distúrbio hormonal. “Apesar de o fator genético trazer uma importância significativa, em geral a maior causa da obesidade infantil ainda é o erro alimentar, o crescente hábito da ingestão excessiva de alimentos nocivos à saúde, como sanduíches, frituras e doces”, alerta.

Outro fator que contribui para a proliferação da doença é a falta de atividade física. Pesquisas revelam que cerca de 30% das crianças, entre 8 e 16 anos, passam 4 ou mais horas em frente à televisão diariamente. Com isso, deixam de correr nas praças, andar de bicicleta e participar de outras brincadeiras de boa atividade física. Esses estudos procuram relacionar o hábito de ver TV, jogar videogame e navegar na internet com a obesidade infantil.

Cardápio específico

De acordo com a médica, crianças em idade pré-escolar (até 6 anos) que apresentam apetite exagerado ou uma preocupação acentuada com alimentos merecem atenção especial. “Nesta idade, normalmente, as crianças não dão muita importância à comida”, observa Margaret. Para elas, a médica sugere uma educação nutricional, nunca uma dieta. Detectado o problema, deve ser recomendado um tratamento completo para a obesidade, que inclui um cardápio específico, atividades físicas e, também, um eventual tratamento emocional, recomendam os especialistas.

Atualmente, poucas famílias conseguem preservar o hábito de realizar as refeições em casa, junto à família. Crianças que ainda têm essa oportunidade apresentam alimentação de melhor qualidade, “pois ingerem maior quantidade de frutas, vegetais, fibras, cálcio, ferro e vitaminas do complexo B e E”, atesta Ana Maria Lottemberg. Outras alterações do comportamento alimentar em crianças foram observadas na freqüência e na composição das refeições e lanches. Poucos jovens tomam café da manhã, abusando cada vez mais dos lanches. “Aproximadamente 98% dos pequenos se alimentam de três ou mais lanches por dia, e destes, mais da metade o faz por cinco ou mais vezes”, completa a nutricionista.

Inimigo em casa

Além de transferir genes aos filhos, os pais transferem também o seu próprio estilo de vida. As crianças observam atentamente e repetem as ações dos pais. Muitas se negam a absorver um comportamento diferente do que o que foi ensinado pela família. Não há como fazê-las mais ativas, se os pais são sedentários. Não há como obrigá-las a tomar café da manhã, se os familiares saem em jejum para trabalhar.

“As crianças não fazem compra no supermercado”, lembra a endocrinologista Ellen Paiva, lembrando que elas comem o que os pais compram. São os pais os responsáveis pelo cardápio da família e é tarefa deles oferecer opções saborosas e saudáveis de alimentos às crianças. Quando não há organização por parte dos pais, as crianças ficam à mercê da propaganda de alimentos, comem guloseimas e beliscam fora de hora.

A especialista comenta que, quando se investiga o preparo dos alimentos nas residências das crianças obesas, estas questões tornam-se bem claras. Em muitos casos, os erros não estão na forma de preparo dos alimentos, mas na escolha deles. Na maioria das vezes, segundo Ellen, a família consome alimentos industrializados em excesso. São “sopões”, macarrão instantâneo, lanches monótonos e pouco nutritivos. A principal alegação dos pais é de que não têm tempo para cozinhar ou não sabem preparar uma refeição. “Certamente, esta criança não terá hábitos saudáveis, pois, quando bebê, não se acostumou aos alimentos mais nutritivos”, reconhece a endocrinologista.

Mudança no comportamento alimentar

* Deve existir um equilíbrio na ingestão energética

* A prática de atividades físicas e de jogos esportivos deve ser diária

* Limitar o sedentarismo, deixando a criança não mais do que duas horas por dia em frente à TV, videogame e / ou computador

* Acostumar a oferecer legumes, frutas e verduras durantes as refeições

* Leite e derivados devem ser consumidos diariamente

* Crianças e adolescentes que apresentam hábitos alimentares inadequados devem contar com a intervenção da família

* Os pais precisam controlar o que os seus filhos comem e quais são os momentos adequados para o consumo de cada tipo de alimento

* É fundamental que os pais adotem o modelo “coma o que eu como” e não “coma o que eu mando”

Fonte: Paraná Online


Cientistas identificam oito fatores da obesidade infantil

Cientistas das Universidades de Glasgow e Bristol, na Grã-Bretanha, afirmam ter identificado as oito principais causas da obesidade infantil. Entre elas estão ver televisão em excesso, dormir pouco e ter pais obesos. O estudo envolveu 9 mil crianças e foi publicado no British Medical Journal. Segundo os pesquisadores, as crianças de três anos que vêem mais de oito horas de TV por dia têm alto risco de se tornarem obesas.
Segundo os cientistas, a pesquisa reforça a teoria de que o ambiente nos primeiros anos de vida pode determinar a obesidade.

Os oito principais fatores identificados pelos pesquisadores foram:

• Peso ao nascer
• Obesidade dos pais
• Ver televisão por mais de 8 horas aos três anos
• Dormir pouco – menos de 10,5 horas por noite aos três anos.
• Tamanho no início da vida – medido entre oito e 18 meses
• Ganho rápido de peso no primeiro ano de vida
• Crescimento rápido até os dois anos de vida
• Desenvolvimento de gordura corporal nos anos do período pré-escolar – antes da idade em que isso deve acontecer.

Segundo os cientistas, a forma pela qual esses fatores aumentam o risco é complexa. A obesidade dos pais, por exemplo, pode significar um risco genético ou um risco porque a criança compartilha a experiência familiar de comer muito. Ver TV aos três anos – embora o risco possa atingir outras idades no início da vida – pode ter efeito sobre a obesidade, porque a criança não faz exercícios ou porque come mais. No caso do sono, crianças que dormem mais têm mais probabilidade de ser fisicamente mais ativas.

fonte: Centro de Cirurgia da Obesidade

Indios acima do peso


04/10/2007 - Fonte: Agência Fapesp

Por Thiago Romero

Agência FAPESP – Um trabalho realizado na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), que descreveu o perfil metabólico e antropométrico de índios residentes no Alto Xingu, no Mato Grosso, indica alta prevalência de indivíduos com excesso de peso e pressão alta.

O estudo, publicado na edição de agosto da revista Cadernos de Saúde Pública da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), analisou 201 indígenas de ambos os sexos, maiores de 20 anos, que foram submetidos a exames físicos e de laboratório, coordenados pelo professor Roberto Baruzzi, do Departamento de Medicina Preventiva da Unifesp.

Os indígenas estudados são os que falam a língua Aruák, representados pelos povos Mehináku, Waurá e Yawalapití, cuja população é de 800 indivíduos. Dos cem índios adultos do sexo masculino, 51,8% apresentaram sobrepeso, 15% obesidade e 37,7% níveis de pressão elevados. Entre as mulheres, 52,1% tinham obesidade abdominal.

Comparado aos valores obtidos em pesquisas anteriores, a conclusão é que as condições de saúde desses índios pioraram e eles estão cada vez mais vulneráveis a doenças crônicas não-transmissíveis.

“A convite do indigenista Orlando Villas Boas, desde 1965 equipes da nossa universidade vão periodicamente ao Parque Indígena do Xingu coletar dados sobre as condições de saúde de seus habitantes. Por meio de fichas médicas, acompanhamos a evolução clínica e o padrão demográfico dos índios”, disse Baruzzi, que integra o grupo de pesquisas do Projeto Xingu da Unifesp, à Agência FAPESP.

Segundo ele, no início do trabalho foram registrados muitos casos de morte por malária na região, doença infecciosa que já está controlada. “Em compensação, hoje apareceram as chamadas doenças do mundo ocidental, como a obesidade, o diabetes e outros problemas relacionados ao excesso de peso”, explica.

Uma das justificativas é que a alimentação das tribos está passando por mudanças: peixe, mandioca, milho, cana, mel e frutas ainda fazem parte das refeições. Mas outros ingredientes têm sido adicionados, como o sal comum – e não mais o vegetal, como era comum –, açúcar e óleo de cozinha.

Isso faz com que a dieta dos índios seja mais rica em carboidratos e gorduras e, associadas a outras alterações no estilo de vida, diz Baruzzi, essas mudanças alimentares têm como conseqüência o maior risco de desenvolvimento de problemas cardiovasculares.

“Há uma mudança cultural. Antigamente os índios andavam a pé ou remavam o dia inteiro para atravessar grandes rios em busca de alimentos. Hoje, os caminhões, tratores e barcos a motor modificaram esses hábitos, reduzindo a freqüência de atividades físicas e aumentando as taxas de sedentarismo nessa população”, conta.

Para ler o artigo Perfil metabólico e antropométrico de índios Aruák: Mehináku, Waurá e Yawalapití, Alto Xingu, Brasil Central, disponível na biblioteca eletrônica SciELO (FAPESP/Bireme),

Leite - a verdade de uma indústria cruel e desonesta

Um químico industrial admite que é procedimento normal da indústria adiconar Soda e Água Oxigenada ao leite, e tenta minimizar a situação com a desculpa que nos casos divulgados se "exagerou" na dosagem. Ou seja, uma dose bem pequena de veneno pode... não mata na hora...

Se você ainda bebe leite pare agora enquanto é tempo!

Somos os a única espécie de mamíferos que bebe leite depois de adultos e ainda por cima de uma outra espécie. Leite não é necessário e tudo indica que ainda por cima é prejudicial, principalmente os muito industrializados!

Cálcio pode ser conseguido facilmente de fontes vegetais!

Verdades sobre o leite de caixinha

Antonio Germano Gomes Pinto (*)

Temos visto na mídia, nestes últimos dias, um estardalhaço sobre o leite de caixinha ou leite longa vida como se fosse uma fraude, um crime hediondo o fato de haver sido encontrada água oxigenada e soda cáustica naquele tipo de leite.

Saibam os senhores consumidores e "fiscais" de plantão que não existe leite longa vida sem um componente altamente esterilizante dissolvido no leite pelo fato de que o leite é um dos meios de cultura mais potentes, ricos e eficientes que existe.

Logo que é produzido, após a ordenha, seja ela manual ou mecânica, ainda na fazenda, recomenda-se que o leite seja resfriado para prevenir, evitar, o desenvolvimento dos microorganismos presentes no próprio leite, porque ele já sai do ubre da vaca contendo esses microorganismos que precisam ser imediatamente inibidos em seu desenvolvimento, utilizando-se para isso o resfriamento, se possível em torno de quatro graus Celsius.

Ao chegar à cooperativa, o leite, após os testes de qualidade e separação de algumas matérias primas, passa pelo processo de pasteurização que consiste na elevação de sua temperatura a quase fervura, em torno de oitenta graus Celsius e a seguir é resfriado bruscamente sofrendo assim choque térmico, eliminando a possível patogenia do leite.

Após essa operação, o leite é embalado em sacos plásticos ou vidro e remetido ao consumidor. O leite assim beneficiado tem uma validade para consumo de no máximo vinte e quatro horas.

Os procedimentos para o leite em caixinha são idênticos aos descritos acima com os seguintes "acréscimos" tecnológicos.

A embalagem é especial, a caixinha, é constituída por camadas super postas, tendo dentre elas uma lamina de alumínio cuja função é inibir a passagem da luz, uma camada de plástico para evitar o contato do leite com o alumínio e camadas de papel e papelão.

O leite é introduzido na caixinha num ambiente totalmente estéril. Mas, apesar de todos esses cuidados, alguns microorganismos resistem ao processo e irão se multiplicar, provocando a decomposição do leite em tempo bem inferior ao que preconiza a embalagem se não receber aditivos esterilizantes. Irá se estragar, o que comumente chamamos de azedar!

Esse fenômeno só irá ser evitado com a adição de água oxigenada e soda cáustica. Não se iludam, não existe leite de caixinha ou longa vida sem a adição destas drogas em maior ou menor quantidade, dependendo da "segurança" da tecnologia de tratamento durante o beneficiamento do leite.

A água oxigenada, também conhecida como peróxido de hidrogênio é a mais inofensiva porque logo se decompõe em água e oxigênio. Provocará só uma "queima" ou oxidação mais acelerada dos alimentos.

A soda cáustica poderá provocar problemas mais sérios ao organismo, principalmente entre crianças e idosos, caso não seja utilizada dentro das mais rigorosas técnicas de segurança na dosagem da mesma quando de sua adição ao leite.

O leite contendo a soda cáustica em excesso, ao chegar ao estômago, irá reduzir a acidez natural do líquido digestivo contido naquele órgão, obrigando uma compensação do organismo com a geração de maior quantidade de ácidos estomacais que são indispensáveis à digestão dos alimentos. A freqüente ocorrência deste fato poderá redundar em gastrites e úlceras estomacais.
Sendo a soda cáustica adicionada com parcimônia, obedecendo a cálculos estequiométricos rigorosos, será logo neutralizada tão logo chegue ao estômago, transformando- se em sal e água. A própria acidez natural do leite age como antídoto neutralizando a soda cáustica se não adicionada em excesso.

Não haveria motivo para tanto estardalhaço se a fiscalização fosse uma rotina, uma atividade normal e freqüente de nossas autoridades e não uma exceção, uma "novidade" e se fosse dado menos espaço na imprensa para sensacionalismos deste tipo.


*Antonio Germano Gomes Pinto - É bacharel e licenciado em Química, químico industrial, engenheiro químico, especialista em Recursos Naturais com ênfase em Geologia, especialista em Tecnologia e Gestão Ambiental, professor universitário e autor de duas patentes registradas no INPI e em grande número de países.
E-mails: aggpinto@hotmail. com ou ag.pinto@uol. com.br

Fonte: Guia Vegano

Mulheres curvilíneas são aposta mais inteligente


Mulheres com figuras curvilíneas têm maior probabilidade de serem mais inteligentes que as suas colegas magricelas e podem ser capazes também de produzir descendência mais inteligente, sugere um estudo americano.

Investigadores estudaram 16 mil mulheres e raparigas e descobriram que as mais voluptuosas se safavam melhor em testes cognitivos, bem como os seus filhos: quanto maior a diferença entre a cintura e as ancas de uma mulher, melhor.

Esta situação, especulam os investigadores, pode ter a ver com os ácidos gordos que se encontram nas ancas. Nesta zona, a gordura tem tendência a conter grande quantidade de Omega-3, que pode aumentar a capacidade mental da própria mulher bem como as de um filho seu durante a gravidez.

Os homens respondem com agrada tanto a uma parceiro inteligente como a um filho inteligente, referem os investigadores das Universidades de Pittsburgh e da Califórnia, mas os peritos não estão convencidos.

"É muito difícil desligar a inteligência de outros factores e associá-la apenas aos ácidos gordos", diz Martin Tovee, da Universidade de Newcastle. "E por muito que logicamente aceitemos a ideia de que os homens se interessam pela razão cintura/anca, facto é que esta surge bastante abaixo na lista de aspectos físicos para os quais os homens actuais olham na escolha de uma parceira potencial."

Saber mais:

Atracção determinada pelo modo de andar

Silhueta de ampulheta no topo das preferências


Fonte: Simbiotica

terça-feira, 13 de novembro de 2007

Convenção desencoraja 'fertilização' do oceano

Os participantes na Convenção de Londres, um tratado internacional que governa a poluição oceânica, concordaram que a 'fertilização' do oceano em larga escala ainda não se justifica, dadas as lacunas no conhecimento científico.

A convenção, que regula actividades como a despejar de lixo no mar, ainda não tinha tomado posição sobre a questão de despejar nutrientes no oceano com o objectivo de promover o crescimento do plâncton.

Esse tipo de projecto tem sido proposto para ajudar a aumentar a produtividade dos oceanos e assim aumentar a absorção de dióxido de carbono da atmosfera, combatendo as alterações climáticas. Mas os críticos alertam que pouco se sabe acerca dos efeitos ecológicos do despejar de grandes quantidades de nutrientes no mar.

No seu encontro em Londres na semana passada, a convenção apoiou as preocupações veiculadas em Junho pelo seu grupo de aconselhamento científico acerca dos possíveis efeitos das actividades de fertilização em larga escala.

Representantes de 35 países concordaram que todas as formas de fertilização oceânica devem estar sob a fiscalização da convenção. Concordaram em estudar o assunto mais a fundo e criar regras que governem esse tipo de procedimento, de preferência até ao próximo ano. As regras serão vinculativas para os países que assinaram o tratado mas até lá, urgem as autoridades marítimas nacionais a usar "a máxima cautela" na consideração de propostas para operações de fertilização dos oceanos em larga escala.

Os grupos ambientalistas aplaudiram a decisão. “Ficámos muito satisfeitos com a decisão", diz David Santillo, da unidade científica da Greenpeace em Exeter, Reino Unido. “Esta intenção de regular a fertilização dos oceanos tem muito peso político, e a ideia de que esse tipo de operação não deve prosseguir neste momento é a mensagem clara que esperávamos obter."

No passado, experiências científicas já criaram florescimentos de algas ao despejar ferro ou outros nutrientes em zonas do oceano mas as descobertas acerca da captura de carbono e dos efeitos sobre os ecossistemas marinhos foram ambíguas. Os métodos ainda não foram aplicados em larga escala ou a nível comercial.

Várias companhias privadas, incluindo a Planktos com sede em Foster City, Califórnia, planeiam fertilizar zonas do oceano com ferro, tendo em vista gerar créditos de carbono verificáveis que possam ser vendidos nos mercados em vias de desenvolvimento de emissões de gases de efeito de estufa.

A companhia australiana Ocean Nourishment Corporation em New South Wales também planeia testar a ideia, nesse caso usando ureia como fertilizante à base de azoto. A companhia pretende despejar 500 toneladas de ureia dissolvida no mar Sulu entre o Bornéu e as Filipinas.

“Não temos uma data precisa para a realização da experiência", diz John Ridley, director de gestão da corporação. “É parte do nosso programa para demonstrar a exequibilidade da fertilização do oceano." A companhia ainda não apresentou uma candidatura formal ao Departamento de Pescas e Recursos Aquáticos das Filipinas, com vista à obtenção de permissão para a realização do teste.

A declaração da Convenção de Londres não irá, por si própria, interferir com as experiências planeadas pela Planktos e pela Ocean Nourishment Corporation, que actualmente são apenas reguladas pelos países que supervisionam as águas em questão.

Mas os ambientalistas continuam as conversações em busca de uma moratória voluntária nação a nação sobre todas as operações de fertilização até que a regulamentação internacional esteja implementada.

Muitos também estão a apelar às organizações internacionais que estabeleçam regras para outro tipo de actos que interfiram em larga escala com a 'propriedade global comum' que é o ar e a água. “Apelamos aos governos que estão sob a égide da Convenção sobre as Alterações Climáticas das Nações Unidas em Bali no próximo mês para seguirem o caminho da Convenção de Londres e coloquem todas as tecnologias de geoengenharia sob fiscalização internacional", diz Jim Thomas, do ETC de Ottawa, Canadá.

Saber mais:

Só a 'mãe natureza' é que sabe fertilizar o oceano

Este boletim é mantido por simbiotica.org, a Rede Simbiótica de Biologia e Conservação da Natureza

OS PERIGOS DO SAL REFINADO E AS VANTAGENS DO SAL MARINHO NATURAL

Sabe-se que o ser humano não pode viver sem o sal. Biologistas afirmam freqüentemente a importância do cloreto de sódio para a manutenção do metabolismo e do equilíbrio do sistema imunológico, ou de defesa.

Na Natureza os seres vivos adquirem o sódio dos alimentos, sem precisar adicionar alguma coisa, como no caso do sal extra usado pelo homem. Na verdade, se vivêssemos em ambiente bem natural, usando apenas alimentos retirados do meio ambiente puro, não precisaríamos de sal. Porém vivemos hoje uma situação mais artificial, sendo grande o nosso desgaste físico e a conseqüente perda de minerais importantes, seja pelo "stress" moderno, excesso de trabalho, perturbações emocionais (ver, por exemplo, o problema da perda de Zinco nas neuroses e psicoses) seja pelos antinutrientes da dieta comum (açúcar branco, farinhas refinadas etc.) e pela ma alimentação.

Existe muita confusão, no entanto, quanto ao uso do sal marinho puro e do sal refinado, sendo que o primeiro e que contém elementos importantes e o segundo é prejudicial.

O sal marinho contém cerca de 84 elementos que são, não obstante, eliminados ou extraídos para a comercialização durante o processo industrial para a produção do sal refinado. Perde-se então enxofre, bromo, magnésio, cálcio e outros menos importantes, que, no entanto, representam excelente fonte de lucros. Uma industria que esteja lucrando com a extração desses elementos do sal bruto é geralmente poderosa e possui a sua forma de controle sobre as autoridades. É claro que será então dada muita ênfase a importância do sal refinado empobrecido e pouca ao sal puro, integral, abominado.

Durante a "fabricação" na lavagem do sal marinho são perdidas as algas microscópicas que fixam o iodo natural, sendo necessário depois acrescentar iodo, que é então colocado sob a forma de iodeto de potássio, um conhecido medicamento usado como expectorante em xaropes. Ocorre que o iodeto não é de origem natural. É utilizado para prevenir o bócio como exigência das autoridades de "controle".
No entanto é geralmente usado numa quantidade 20% superior à quantidade normal de iodo do sal natural, o que predispõe o organismo a doenças da tireóide diferentes do bócio, como nódulos (que hoje em dia as pessoas estão tendo em freqüência maior) de natureza diversa, tumores, câncer, hipoplasia etc.
O sal marinho, não lavado, contém iodo de fácil assimilação e em quantidades ideais. O problema que fez com que se exigisse a iodatação artificial do sal é que industrias poderosas têm interesse na extração de produtos do sal bruto e na venda do sal refinado. Na trama montada, há também o interesse na venda do iodeto de potássio que gera lucros absurdos para multinacionais. Imagine-se quanto iodeto não é vendido uma vez mantido este processo.

Jacques de Langre chama esse mecanismo de "Big Oceano Multinacional Busines Organization", capaz de controlar governos (principalmente o nosso...) e mobilizar profissionais cegos e manipulados da área de saúde a defenderem o sal refinado até mesmo na imprensa, como aconteceu recentemente no Brasil.

Existem problemas também não observados quanto à adição de iodo artificial. Os aditivos iodados oxidam rapidamente quando expostos à luz. Assim, a dextrose é adicionada como estabilizante, porém, combinada com o iodeto de potássio, produz no sal de mesa uma inconveniente cor roxa, o que exige então a adição de alvejantes como o carbonato de sódio, grande provocador de cálculos renais e biliares, conforme vários estudos científicos. Este produto existe em quantidades descontroladas no sal refinado, pois é impossível a sua distribuição uniforme. Produz cálculos em animais de laboratório, quando usado diariamente em quantidades um pouco inferiores as encontradas habitualmente no sal de cozinha.

Também no processo de lavagem são eliminados componentes como o plâncton (nutriente), o krill (pequeno camarão invisível) e esqueletos de animais marinhos invisíveis.
De certa forma, em pequenas quantidades, estes fatores fornecem importantes oligoelementos como zinco, cobre, molibdênio etc., além de cálcio natural. O krill é o alimento único e básico das baleias.

Na industrialização do sal, freqüentemente é feita, então, uma lavagem a quente para melhor "clarear" o produto, perdendo-se aí a maior parte dos seus macro e micro elementos essenciais, a maior parte deles úteis na ativação e figuração
de enzimas e coenzimas. A utilização do vácuo durante o processo auxilia também a perda de elementos.

Depois de empobrecido, o sal industrial é "enriquecido" com aditivos químicos, contendo então perto de 2% de produtos perigosos. Para evitar liquefazer-se e formar pedras (senão gruda nos saleiros e perde a concorrência para os sais mais "saltinhos"), recebe oxido de cálcio (cal de parede) que favorece também o aparecimento de pedras nos rins e na vesícula biliar devido à sua origem não-natural. Depois outros aditivos são usados, como: ferrocianato e prussiato amarelo de sódio, fosfato tricálcico de alumínio, silicato aluminado de sódio e agentes antiumectantes diversos, entre eles o óxido de cálcio e o carbonato de cálcio. Obtém-se assim o sal refinado que agrada a dona-de-casa: branco, brilhante, soltinho, rico em antiumectantes, alvejantes, estabilizantes e conservantes, mas sem cerca de 2,5% de seus elementos básicos, que não são exigidos por lei...

Entre uma das perdas irreparáveis no sal refinado está o importante íon magnésio, presente no sal marinho sob a forma de cloreto, bromato, sulfato etc., de origem natural.

Sabe-se que a escassez de magnésio no sal refinado favorece também a formação de cálculos e arteriosclerose, além de arteriosclerose em diversas regiões do organismo quando o cálcio de origem não natural está presente, como é caso do sal industrializado.

Sabemos que o magnésio enquanto abundante no adulto é escasso em pessoas idosas, que está relacionado à sensibilidade precoce e impotência. O organismo adulto precisa de cerca de 1g de magnésio por dia. A desmineralização pela lixiviação do solo produz uma diminuição da quantidade de magnésio em vegetais e sementes. O magnésio também está diminuído nos cereais decorticados e farinhas brancas e sempre em quantidades suficientes nos produtos integrais. O sal refinado comum de mesa processado à vácuo ou fervido, possui quantidade de 0,07 % de magnésio. O magnésio promove a atividade das vitaminas e estimula numerosas funções metabólicas e enzimas como a fosfatase alcalina. Participa de modo importante no metabolismo glicídico e na manutenção de equilíbrio fosfato/cálcio.

Testes de laboratório revelam que cobaias desprovidas de magnésio param de crescer e morrem em 30 dias. Os benefícios do sal rico em magnésio são devidos ao espetacular estímulo ao crescimento normal de células.

O sal marinho não é a única fonte de magnésio. Ele está presente normalmente nas folhas verdes (como núcleo da molécula de clorofila) e em muitos alimentos do reino vegetal. Com a alimentação a base de produtos refinados, como sal, açúcar, cereais etc., as pessoas estão expostas a muitos problemas, sem que as autoridades sanitárias atentem para a situação.

Não é necessário usar uma grande quantidade de sal marinho na dieta, como pode parecer. Bastam pequenas quantidades. Sabe-se também que o teor de sódio deste sal é menor que no refinado, que possui elevadas concentrações de sódio sob
a forma de cloreto. Isto pode ser verificado provando-se os dois. O sal refinado produz uma sensação desagradável devido a sua concentração, ao passo que uma pedrinha de sal marinho é até agradável ao paladar. Devido ao seu elevado teor de sódio, o sal refinado favorece a pressão alta e a retenção de líquidos, o que não ocorre com o marinho.
O hipertenso pode até usar sal marinho no alimento, dependendo da sua condição clínica, pois os teores de sódio são menores.

O consumo de sal refinado é hoje muito exagerado.
A quantidade usada é estimada em 30 g por dia por pessoa, sendo maior se existe o costume de usar alimentos mais salgados do que o habitual. Um prato de comida contém de 8 a 10 g de sal, não estando com sabor muito salgado.
Mensalmente uma pessoa consome cerca de 1 quilo de sal, o que é já um grande excesso.

Sabemos que quando um médico atende um paciente que sofre de pressão alta ele diminui ou suspende o sal, pois a sua capacidade hipertensiva já é conhecida, mas nada se faz para prevenir mais casos de pressão alta informando a população sobre os efeitos do sal. Ao contrario, levianamente, médicos e autoridades permitem que se use quanto se queira do mesmo. É freqüente que, quando alguém mais consciente recomenda ou usa o sal marinho, a "autoridade" reprove o uso preocupada com um fator menos importante que ela apenas “acha” que ocorre que é a "falta" de iodo do sal dos "naturalistas".
O mais curioso é que os médicos, sem saberem, também estão correndo o risco de sofrerem de hipertensão, problemas renais etc., pois usam o sal refinado.

Nos Estados Unidos e em vários países da Europa já existe sal "colorido". Podemos ter em casa um sal azul, vermelho, roxo, verde e qualquer outra cor que se queira, como mais um resultado da capacidade tecnológica da nossa civilização.
Como mais um exemplo de fator antivida determinado por interesses em lucros fantásticos.


Resumo dos Efeitos do Sal Refinado e Doenças Correlatas:

Hipertensão arterial
Edemas
Eclampsia e pré-eclampsia
Arteriosclerose cerebral
Aterosclerose
Cálculos renais
Cálculos vesicais
Cálculos biliares
Hipoplasia da tireóide
Nódulos da tireóide
Disfunções das paratireóides

Resumo dos Aditivos Químicos do Sal Refinado:

Iodeto de potássio
Óxido de cálcio
Carbonato de cálcio
Ferrocianeto de sódio
Prussiato amarelo de sódio
Fosfato tricálcico de alumínio
Silicato aluminado de sódio
Dextrose
Talco mineral


Observação Importante:

O sal bruto, retirado das salinas não deve ser usado e sim o sal marinho moído fino (é o mesmo sal grosso próprio para churrascos). O sal bruto que provém dos compartimentos mecanicamente escavados das salinas possui até 20% de agentes poluentes quando oriundo de baías poluídas pelas industrias. No Brasil temos a sorte de não termos um sal bruto assim pois a maior parte dele provém de Cabo Frio (RJ) e Mossoró (RN).
Nos Estados Unidos o problema é mais grave, pois o sal contém de 7 a 20 % de agentes poluentes industriais e sujeira. Lá é necessário que ele seja bem lavado e refinado. O uso do sal bruto, mesmo que não muito poluído, está relacionado com o surgimento de calcificações e enrijecimento das juntas, pois estes problemas surgem quando há ingestão prolongada de água pura do mar.
Aconselha-se o uso em pequenas quantidades do sal marinho, evitando-se retirá-lo diretamente das salinas.
Ele deve passar antes pela primeira fase de lavagem leve, que não retira do sal elementos presos entre os cristais, como ocorre quando o sal é totalmente dissolvido nos tanques de hidratação e ionização.

O sal de rocha só deve ser usado em última circunstância pois não contém todos os elementos presentes no sal marinho. Origina-se da sedimentação de lagos ou águas paradas e é retirado de minas, também conhecido como "sal gema". Grande parte dos microorganismos e minerais são perdidos com o tempo.


Fonte: Viver Natural - www.vivernatural.com.br

segunda-feira, 12 de novembro de 2007

Grãos germinados na alimentação humana


Nos grãos germinados todo o imenso potencial nutritivo está desenvolvido ao máximo, havendo liberação de energia, bem como de uma série de enzimas e de catalisadores que facilitam a absorção dos principais nutrientes do grão pelo organismo.
Existem relatos de que a germinação de grãos na alimentação humana já era usada pelos Chineses, na época da construção da Grande Muralha da China, aproximadamente três séculos antes de Cristo, em que o Imperador Shang Nung indicou o uso de grãos germinados como meio de preservar a saúde. Posteriormente vários povos começaram a usar esse alimento, entre eles os Sumérios há 6.000 anos.

Podem ser germinados cereais integrais, como trigo, centeio, aveia e cevada; leguminosas, como soja, lentilha, tremoço, feijão mungo, alfafa e ervilha; além de agrião, rabanete, abóbora, girassol, linho e gergelim, sendo também os mais apreciados pela textura e sabor de seus brotos.

Os brotos de grãos podem ser obtidos por processo caseiro ou em germinadores (maior escala e pode-se escolher entre processo com luz ou no escuro). Para a germinação sempre devem ser usados grãos inteiros (não partidos, não socados) e de boa qualidade (se este item não for observado os grãos apodrecem antes de germinar), a água usada também precisa ser de boa qualidade.

Quando um grão tem água, oxigênio e calor necessários, germina para formar um novo ser vivo, uma planta que por sua vez produzirá novas sementes. Uma maneira caseira de obter grãos germinados é, depois de catar e lavar bem os grãos, colocá-los numa vasilha e cobrir com água (colocar aproximadamente o mesmo tanto de água que de grãos).

Deixar de molho durante um dia e, em seguida, lavar os grãos novamente, deixando-os úmidos por mais um dia, mas sem nova adição de água. No dia seguinte aparecerão pontos brancos nos grãos, o que indica o início do processo de germinação e que estão com sua potência máxima (o tempo de germinação pode variar de acordo com o grão, a temperatura ambiente, etc), estando prontos para ser consumidos. Podem ser conservados na geladeira para a germinação não se realize muito rapidamente.

Nos grãos germinados todo o imenso potencial nutritivo está desenvolvido ao máximo, havendo liberação de energia, bem como de uma série de enzimas e de catalisadores que facilitam a absorção dos principais nutrientes do grão pelo organismo. No caso dos grãos de cereais germinados, os teores de alguns aminoácidos aumentam (entre eles a lisina que é um aminoácido essencial e é encontrado em baixos teores nos cereais sem germinar); também aumentam os teores de algumas vitaminas (antioxidantes, como a vitamina C e beta-carotenos) e minerais (aqueles na forma de fitatos, indisponíveis, são liberados enzima fitase para absorção); o amido é hidrolisado, aumentando o teor de açúcares; e as proteínas insolúveis são solubilizadas, melhorando sua digestibilidade.

O valor nutricional de grãos germinados assemelha-se ao de frutas e de verduras por seu conteúdo de água, vitaminas, minerais e enzimas. Como os grãos germinados estão pré-digeridos e são assimilados muito facilmente pelo nosso organismo, estimulam os processos digestivos e regeneram a flora intestinal. Aportam poucas calorias, por isso são usados para dietas de controle de peso (por exemplo, brotos de alfafa aportam 29 calorias para cada 100 gramas; brotos de soja, 30; brotos de feijão, 44; e brotos de trigo, 110). Seu consumo é indicado para pessoas com estômago sensível (há as que não toleram os grãos cozidos, mas aceitam bem os grãos germinados). Além disso, são simples de preparar, podem ser ingeridos logo em seguida de estarem germinados, sejam puros; seja na forma crú em saladas, com frutas, mel, sal marinho, leite; sejam grelhados, em tortilhas ou formando parte de diversos pratos cozidos, neste caso sugere-se adicioná-los ao final para que não percam suas propriedades.

Martha Z. de Miranda
Pesquisadora da Embrapa Trigo – Qualidade e Tecnologia de Grãos.

O risco dos contraceptivos


Dois estudos surgiram esta semana alertando para consequências na saúde a longo prazo da pílula contraceptiva mas significa isso que a pílula é perigosa?

Os investigadores descobriram que a acumulação de placas nas artérias é maior em mulheres que usam a pílula do que naquela que nunca a usaram. As placas são formadas por gordura endurecida e colesterol que pode obstruir as artérias e conduzir a a doenças cardiovasculares.

Investigadores da Universidade de Ghent na Bélgica estudaram mais de mil mulheres que tomaram contraceptivos orais durante algum tempo e depois pararam. Descobriram um aumento de 20-30% na quantidade de placas por cada década que as mulheres tomavam a pílula. Os resultados foram apresentados esta semana no encontro da American Heart Association em Orlando, Florida, mas ainda não foram publicados.

Entretanto, outro estudo publicado esta semana na revista The Lancet confirma descobertas anteriores acerca de o risco de cancro cervical ser superior em mulheres que tomam a pílula. O risco volta ao normal no espaço de 10 anos após deixar a pílula, descobriram eles.

Estudos mostraram que a pílula pode aumentar o risco de enfarte, cancro cervical, doenças cardiovasculares e cancro da mama mas outros estudos também mostraram que protege contra os cancros dos ovários, endométrio, da mama e acne.

Fonte: Simbiotica

Califórnia processa Estados Unidos da América

A Califórnia está a processar o governo federal americano por não ter apoiado as fortes novas medidas legais do estado contra a poluição e a regulação da emissão de gases de efeito de estufa.

Há dois anos, a Califórnia aprovou legislação a exigir aos fabricantes de automóveis que reduzissem as emissões dos veículos em 30% até 2016 mas para que a medida tenha algum impacto, a Agência de protecção Ambiental americana (EPA) tem que dar o seu aval.

O governador do estado Arnold Schwarzenegger considera que não há base legal para que a EPA impeça a medida californiana.

Uma porta-voz da EPA anunciou que a agência tenciona dar a conhecer a sua decisão sobre a legislação californiana até ao final de Dezembro deste ano.

Se a acção legal tiver sucesso, outros 11 estados já anunciaram tencionar seguir a Califórnia em relação aos níveis de emissões e cinco outros estão actualmente a analisar essa possibilidade.

A Califórnia precisa da decisão da EPA porque a legislação do estado tenciona implementar padrões mais exigentes do que os impostos pela lei federal. Falando em conferência de imprensa, o governador Schwarzenegger acusou o governo federal de "ignorar dezenas de milhões de pessoas" ao não aprovar a legislação. "O nosso futuro depende de sermos capazes de agir contra o aquecimento global desde já."

O processo de 16 páginas apresentado pelo gabinete do procurador estatal alerta para a subida, mais rápida do que qualquer outra fonte de emissões, das emissões de gases de efeito de estufa com origem nos veículos motorizados. "Quanto mais tempo adiarmos a redução destas emissões, mais dispendioso e danoso será o seu impacto sobre a Califórnia", refere o documento.

Por outro lado, também os fabricantes de automóveis americanos estão em tribunal, para combater a legislação sobre os cortes nas emissões da Califórnia. Os grupos industriais consideram que os critérios propostos iriam aumentar o custo dos veículos e podiam conduzir as marcas americanas, já em dificuldades, a grandes problemas económicos.

Em Abril, o supremo tribunal americano decidiu que a EPA, que tinha contestado a lei californiana, estava errada ao considerar que não tinha poder para regular os gases dos escapes dos novos carros e camiões.

Numa situação não relacionada, o governador Schwarzenegger já tinha assinado, no ano passado, uma lei que tornou a Califórnia o primeiro estado americano a impor limites às emissões de gases de efeito de estufa, estabelecendo como objectivo global uma redução de 25% até 2020.


Saber mais:

EPA

Níveis de gases de efeito de estufa estão a acelerar

Oceano Antárctico está a absorver menos CO2

"Agora ou nunca" para acção contra alterações climáticas


Este boletim é mantido por simbiotica.org, a Rede Simbiótica de Biologia e Conservação da Natureza