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domingo, 30 de março de 2008

O PLASMA DE QUINTON


(Texto de Euro Oscar, baseado em pesquisa e estudo
de texto de Xavier Bouillot e outras fontes da INTERNET)

O estudo da concentração desses sais minerais no meio vital de espécies diferentes permitiu a Quinton estabelecer uma lei de constância salina (ou osmótica): as espécies recentes têm um meio vital com o teor de salinidade dos oceanos primitivos (7 a 8/1000). As mais antigas, permeáveis ao meio externo, acompanharam a transformação da concentração salina dos oceanos (35/1000).


A partir dessa lei, Quinton inferiu que a água do mar isotônica (ou seja, com o teor de salinidade apropriado para a espécie) pode substituir o meio vital de um organismo. Essa hipótese extraordinária foi confirmada de maneira espetacular por Quinton, que substituiu publicamente o sangue de um cachorro pela solução apropriada de água do mar. No dia seguinte, o cachorro já andava e, oito dias depois, estava completamente regenerado pela solução injetada. Esse cachorro só morreu cinco anos mais tarde, em um acidente.


A medicina convencional estimulou o prodigioso desenvolvimento do mercado mundial de sangue para transfusões, enquanto o plasma de Quinton constituía uma alternativa mais sadia e eticamente mais aceitável e se constitui de água do mar esterilizada e diluída a 1/5 com água puríssima de fonte. Essa proporção é a preconizada para a espécie humana. Tal método foi empregado com sucesso de 1905 a 1925, até que com um fabuloso poder econômico e influência política os grandes laboratórios farmacêuticos impingiram ao mundo as suas drogas farmacoquímicas.




Criança antes e depois de tratada
com o plasma de Quinton



Aquilo que era uma convicção religiosa das Testemunhas de Jeová está se tornando uma preferência dos médicos de ponta. O instituto de pesquisas de Englemond, EUA, está liderando 50 hospitais americanos onde os cirurgiões não recorrem mais a transfusão. Esses estabelecimentos propõe um leque de técnicas que reduzem as perdas sangüíneas. No caso da perda de sangue de 90% é, segundo eles, ainda possível evitar a transfusão, por meio da suplementação de ferro e vitaminas em doses elevadas, assim como a eritropoietina de síntese, que estimula a fabricação de glóbulos vermelhos na medula óssea.


É pena que não se fala das transfusões de substituição pelo soro de Quinton. Em novembro de 2001 o Dr. Edwin Deitch, diretor do Hospital Universitário de Nova Iorque, EUA, declarou: "As técnicas sem transfusão usadas para as Testemunhas de Jeová mostraram como estes se recuperaram melhor das operações do que aqueles que receberam transfusão".


Quinton reproduziu todas as experiências que realizou com o plasma de Quinton com outros produtos, especialmente o soro fisiológico. Todos os resultados confirmaram a nítida superioridade do plasma marinho.


Mesmo uma solução de água do mar, obtida evaporando metade de seu volume e depois acrescentando água destilada, não produz os mesmos resultados como o plasma feito com água do mar selecionada e água de fonte.


Muitos criticaram a cura marinha de Quinton por ignorância ou quando o método foi mal usado ou mal dosado, quando a água do mar foi impropriamente tratada ou mesmo substituída por simples soro fisiológico cuja composição está longe de ser a do plasma marinho.


A água do mar isotônica não trata apenas crianças, embora se tenha dado prioridade a essas aplicações. Ela produziu resultados notáveis em casos de anemia, doença de pele, tifo, desidratação, distúrbios do sistema nervoso, doenças hereditárias, abortos, problemas intestinais, raquitismo, anorexia, toxemia e, também, como diluente para antibióticos.


Essa polivalência do plasma se deve ao tratamento do terreno que é regenerado, não importando qual a doença ou vírus em questão. A pluralidade de efeitos é mal vista pela indústria farmacêutica, que produz centenas de medicamentos para cada moléstia, cada qual com diversos efeitos colaterais (às vezes graves ou às dezenas).


Os laboratórios julgaram ditatorialmente sofrer a “concorrência” de um produto que, embora não seja uma panacéia, é natural, “policurativo” e custa pouquíssimo e não surte efeitos indesejados. Muitos dos melhores e mais conscientes médicos consideram que as doenças chamadas da “civilização” são doenças de carência, resultantes de um meio vital enfraquecido, desequilibrado, incapaz de suprir as necessidades vitais das células que deve alimentar.


Isso se deve principalmente ao consumo de produtos refinados, processados, excesso de carnes, em detrimento dos alimentos vegetais orgânicos e frescos, repletos da vitalidade da Natureza.


Superioridade da água do mar. A água do mar isotônica (plasma de Quinton) e hipertônica (Quinton via oral) são produtos insubstituíveis. Por sua própria natureza, estão em osmose com o organismo e fornecem a totalidade dos oligoelementos necessários, na dosagem e proporção adequadas à saúde do indivíduo. Ocorre uma sinergia entre os sais da água do mar e o organismo beneficiado com a sua metódica introdução.


René Quinton fez pesquisas e mais pesquisas antes de determinar exatamente como a água do mar deveria ser captada, esterilizada a frio e diluída para obter um produto 100% de acordo com suas exigências. Compete aos médicos de hoje apreciar seu espírito de síntese e trabalhar para a unidade da medicina a serviço da saúde.


O ponto fundamental da Lei de Constância Salina de Quinton é que a vida animal (e, portanto, a vida humana) surgiu na água do mar, como uma célula única, e conservou em todos os organismos, tanto de água salgada quanto de água doce ou de terra, um meio marinho para as células, através de toda a evolução zoológica das espécies, de maneira que as células continuam a viver num ambiente semelhante ao dos oceanos, como peixes na água do mar. Aliás, os mamíferos durante a sua fase de gestação vivem em um ambiente líquido, no líquido amniótico do útero da mãe.


Uma longa série de experimentos com várias espécies confirma essa hipótese e estabelece a Lei da Constância Marinha. Esta Lei, foi formulada graças à Lei da Constância Térmica, logo depois a Lei da Constância Osmótica e a Lei da Constância Luminosa (nos anos 80 os trabalhos de Fritz Albert Popp - Kaiserlaurten Universität - nos mostram a estrutura luminosa dos campos de biofótons). Hoje, as conhecemos como Leis das Constâncias.


Esta Lei, foi formulada graças à Lei da Constância Térmica, logo depois vieram a Lei da Constância Osmótica e a Lei da Constância Luminosa a qual foi corroborada nos anos 1980 com os trabalhos de Fritz Albert Popp, na Kaiserlaurten Universität, os quais nos mostram a estrutura luminosa dos campos de biofótons. Hoje, as conhecemos como Leis das Constâncias.


René Quinton deve ser sempre admirado pelas notáveis inovações em biologia e da medicina. Ele criou um método terapêutico revolucionário e acessível a todos, muito avançado para o seu tempo, o qual originou uma verdadeira revolução na maneira de compreender a origem da vida e as teorias da evolução, com a utilização terapêutica da água do mar. O outrora famoso e hoje injustamente esquecido "plasma de Quinton", salvou milhares de pacientes, de uma forma natural, indolor, simples, de diferentes afecções.


O preparado de Quinton utiliza água marinha profunda, conseguida em regiões privilegiadas, a qual é tratada a frio, para preservar todos os microorganismos e elementos vivos do ecossistema marinho e posta em uma solução com água pura de fonte, em proporção variável para cada espécie viva, humana ou animal.

TERRENO BIOLÓGICO E MEIO VITAL REVITALIZADOS

Adaptado por Euro Oscar de texto de Xavier Bouillot
e outras fontes da INTERNET.

Devido a essa identidade entre o meio interno (meio vital) e a água do mar isotônica, é possível estimular as forças vitais de qualquer organismo regenerando seu meio vital enfraquecido — do qual se nutrem as células — através de água do mar pura, de composição equilibrada e completa.


Assim que o meio vital recupera sua vitalidade original, as células podem novamente retirar dele os elementos necessários para seu bom funcionamento e vencer as doenças (desequilíbrios do organismo).


É agora conhecimento comum de que a vida na Terra surgiu de um ambiente marinho. Este sábio foi a primeira pessoa a entender este processo e demonstrou a identidade entre água de mar, o plasma sangüineo e a linfa, nos mamíferos. Nossos fluidos vitais são ocêanicos.


René Quinton salvou milhares de crianças na Europa e no Egito, no começo do século passado, usando um soro marinho que chamou de "aqua marina". A população deu-lhe o nome de "Plasma de Quinton", como ficou conhecido por quase 80 anos.


Os resultados que ele obteve foram surpreendentes e inesperados, recuperando de uma forma eficiente o vigor de pessoas que debilitadas ou enfermas. Trabalhou e aperfeiçoou seu método, ajustando dosagens e definindo protocolos.


Centros para a aplicação de seu método foram estabelecidos na França, Bélgica e Egito. Diversos trabalhos científicos pelo mundo, desenvolveram-se a partir de Quinton.


O meio vital é parte importante do terreno do indivíduo. Talvez seja, simplesmente, “o” terreno. Regenerando o meio vital pela água do mar isotônica, o doente tem reconstruído o seu terreno biológico de uma só vez. É possível trabalhar ao mesmo tempo em dois planos: estimular as defesas do organismo — reforçando ou renovando o terreno, isto é, o meio vital.


Tal ação muitas vezes já se faz suficiente e bastante; se ainda necessário, pode-se lutar muito mais seguramente contra vírus e micróbios, para ajudar um organismo enfraquecido a vencer o “inimigo”.



DISPENSÁRIOS MARINHOS

São ambulatórios beneficentes, com tratamentos e medicamentos gratuitos


Diante da mortalidade infantil muito elevada (cólera, tifo, diarréia, etc.), René Quinton criou dispensários marinhos para tratar de lactentes e crianças pequenas. O plasma de Quinton (água do mar isotônica) em injeções era o único tratamento, porém acompanhado de uma dieta natural.


Os resultados eram imediatos e espetaculares: crianças à beira da morte, recusando qualquer alimentação, comiam em pouco tempo após a primeira injeção do plasma de Quinton, e começavam a ganhar peso.


O “Quinton” ficou famoso imediatamente. Surgiram dispensários em todas as cidades da França e também no exterior. Quinton foi aclamado mundialmente como benfeitor da humanidade. Erradicou com sucesso várias epidemias de cólera infantil, especialmente na Itália e no Egito.


O Dr. Jean Jarricot, que abriu o célebre dispensário marinho de Lyon, sintetizou suas rigorosas pesquisas com milhares de crianças no livro “Le dispensaire marin, un organisme nouveau de puériculture” (O ambulatório marinho, um novo órgão de puericultura).


Esse livro continua sendo uma formidável fonte de informações práticas sobre as aplicações terapêuticas do plasma de Quinton, adaptadas a cada doença.


A utilização da "aqua-marina" Quinton, como suplemento. A "aqua-marina" é captada em uma localização particular, situada entre 10 metros do fundo e 30 metros da superfície. É chamada de zona de penetração solar, já conhecida por sua pureza excepcional.



São utilizados veículos isotérmicos especiais para transportar a água do mar até o laboratório. Da coleta ao laboratório são gastos no máximo 72 horas, sob condições de absoluta esterilidade e ausência de qualquer contato metálico ou elevação da temperatura, conforme os protocolos originais de Quinton.


Em conformidade com os modernos padrões farmacológicos, foi desenvolvido e patenteado pelo grupo Quinton International um sistema de purificação e micro filtragem a frio, o que garante (mesmo frente às exigentes regras sanitárias européias e americanas) a total qualidade para ingestão do produto.


A "forma" da ampola com duas pontas, desenhada por Quinton para manter seu bio-dinamismo característico e o equilíbrio molecular de um meio vivo até o consumidor final, teve sua comprovação pela analítica moderna, em 1997 (Prêmio Nobel de Física). A ampola com duas pontas mantém o eixo da substância nela contida.



O que são as especialidades Quinton? Desde 1897 os LABORATÓRIOS QUINTON, apresentam suas especialidades. Os Produtos Quinton são nutrientes essenciais, em sua forma natural, total e integral (o "Totum" Ionomineral marinho), que é o resultado da regulação da Biocenosis marinha.


São produtos biológicos, não irradiados ou aquecidos, garantia de que mantêm suas propriedades vitais.


Freqüentemente, se confunde o sódio contido na água do mar com o cloreto de sódio resultado da sua precipitação por evaporação: na água do mar encontram-se cátions de sódio (Na+) e ânions de cloro (Cl-), nada similar ao Cloreto de Sódio (NaCl), o sal de cozinha refinado tão prejudicial à saúde.


Ainda assim convém informar que Quinton hipertônico contém somente 0,102 gramas de NA+ por ampola. Para os pacientes com histórico de hipertensão, é indicado o uso do Quinton isotônico.

SEGUIDORES DO TRABALHO DE QUINTON

A grande descoberta de Quinton foi perceber que a constituição da água do mar, onde a vida começou, é a mesma que a do nosso meio interior. Seus trabalhos foram a base de avanços científicos em diversas áreas, com importantes mestres e pesquisadores do século XX: Alexis Carrel (Nobel Prize em Neurophysiology - 1917), Jean Jarricot (Método Marinho 1926), Walter Cannon (lei de homeostasis - 1931), Alfred Pischinger (Sistema de Regulação de Base - 1994). Mediante diversas metodologias, chegaram a conclusões semelhantes: a importância de nosso meio interno, que é um ambiente marinho.


A diferença consiste na concentração no total de sais, que na água do mar se aproxima de 33 g/l enquanto que no nosso sangue e meio interior é de 9 g/l, que corresponde ao "mar original", existente há milhões de anos, onde surgiu a vida biológica no nosso planeta. (Fontes Dde pesquisa: texto de Xavier Bouillot e outras fontes da INTERNET, como p. ex., http://www.chez.com/12lois/coeur/vsp.html, trechos da revista “Le Lien”, de 1990 e livro "O SEGREDO DAS NOSSAS ORIGENS", de André Mahé, /Quinton Brasil, Rio de Janeiro,2002, 170 p.)

TALASSOTERAPIA

(Autor: M.Matheus de Souza DC)

As pessoas de nossa época imaginam ter descoberto, a partir do momento em que tomam conhecimento, o que outros utilizavam muito antes delas...O progresso cientifico, no entanto, é feito de ressurreições constantes...e também de modificações constantes.


O Ministério da Saúde da França, em circular de junho/61 definiu a talassoterapia nos seguintes termos: " Uma aplicação, com fins terapêuticos, das virtudes curativas combinadas da água do mar, ar e clima marítimo."


O ser humano de uma certa forma tem uma necessidade atávica de voltar às origens e procura sob os mais variados pretextos a volta ao mar. Isto pode ser observado no período de ferias quando corre a ele para encontrar alívio, cura...ou simplesmente bem estar e descanso.


O mar possui tesouros terapêuticos apenas imaginados.


No entanto não devemos pensar que a talassoterapia nasceu com os males do mundo moderno. Os nossos antepassados conheciam os maravilhosos benefícios da água do mar, do litoral e dos climas marinhos.



EURÍPEDES, PLATÃO, GREGOS, ROMANOS E EGÍPCIOS

Euripides, há 25 séculos escrevia: "O mar cura as doenças dos homens", indicando que nesta época já haviam penetrado alguns dos seus segredos, ainda que, é claro, isto fosse apenas um dado empírico.


Hipócrates (350 AC.), prescrevia o seu uso externo e interno e, Platão teria sido tratado com sucesso pelos sacerdotes egípcios por meio de banhos quentes de água do mar. Tanto os Gregos como os Romanos conheciam o uso e as virtudes dos banhos com água do mar e iam ao ponto de preconizá-lo para curar varias afecções.


Depois da decadência romana, o olhar que os homens lançaram sobre estas extensões de água salgada, foi durante muito tempo imprimido de desconfiança, desinteresse e mesmo hostilidade.


É apenas no século XVII que um londrino chamado Floyer publica uma tese (1697) intitulada "Digressão sobre o bom uso dos banhos de mar quentes e frios em Inglaterra" e será preciso esperar ainda uns cinqüenta anos para a primeira obra médica exclusivamente reservada ao mar apareça. Richard Russel, seu autor, faz um estudo sobre os benefícios da água do mar e preconiza o uso tanto externo (sob forma de banhos) como interno (em bebidas) para lutar, por exemplo, contra as perturbações digestivas ou articulares.



HOSPITAL MARINHO, EM 1791, NA INGLATERRA

A Inglaterra decididamente teve a liderança da matéria por muito tempo e funda em 1791, o seu primeiro "hospital marinho" sob o impulso do doutor John Lathan. Ai são tratadas toda a espécie de afeções, entre outras, reumatismo, anemia e certas doenças infecciosas.


Os alemães, por sua vez, abrem vários estabelecimentos marinhos no principio do século XIX e, desde então, esta terapia particular não parou de se desenvolver neste pais que chegou a ser o mais bem equipado, tanto sobre as margens do mar do Norte como do Báltico.


Em 1778 surge o primeiro instituto de talassoterapia francês em Dieppe, seguido de Bolonha, Le Croisie, Berck e por fim Roscoff (1899) fundado por Louis Bagot.


O século XIX, apesar de dificuldades técnicas muito importantes, foi o período mais florescente da talassoterapia.



A IDÉIA CIENTÍFICA

O termo talassoterapia (do grego thalassa = o mar) é um neologismo usado pela primeira vez em 1867 por um médico originário de Arcachon, o doutor Bonnardiere.


Paralelamente a este trabalho, o biologista René Quinton estabelece as bases cientificas das virtudes marinhas e publica em 1904 o seu livro fundamental "A água do mar, meio orgânico."


Estabelece por um lado, a origem marinha das primeiras células animais: por outro a presença deste meio marinho original em toda a linha zoológica. Ele afirma que cada uma das células de um ser vivente, por mais elaboradas que sejam, se banham num meio fisiológico idêntico ao meio marinho.


Assim o plasma sangüíneo dos mamíferos é absolutamente assimilável a água do mar. Comparar o organismo animal a um aquário marinho é uma teoria no mínimo audaciosa que lhe será necessário demonstrar.



(Fontes: http://www.chez.com/12lois/coeur/vsp.html, trechos da revista “Le Lien”, de 1990 e livro "O SEGREDO DAS NOSSAS ORIGENS", de André Mahé, /Quinton Brasil, Rio de Janeiro,2002, 170 p.)



DEMONSTRAÇÕES DE QUINTON

Ele consegue realizar três importantes demonstrações:


1-Injetar água do mar num organismo sem provocar nenhum acidente.


2-Subtrair a um organismo uma parte importante do seu meio interior para o substituir por uma quantidade equivalente de água de mar, não provocando, também ai, nenhum acidente.


3-Conseguir fazer viver normalmente na água do mar células orgânicas habituadas a evoluir no meio interior.

EXPERIÊNCIAS DE QUINTON

Quinton entrega-se a toda uma série de experiências. Por exemplo, administra a um cão, por via intravenosa e durante oito horas consecutivas, água do mar, até a concorrência de 66% do seu peso. Ele renova a operação com outro cão e vai, desta vez, ate 104% do peso do animal.



SUBSTITUIÇÃO DE TODO O SANGUE

A água do mar foi minuciosamente diluída em água de fonte, isotonicamente. A atividade renal destes animais permanece perfeitamente normal. Decide então esvaziar totalmente um cão do seu sangue e substituí-lo por uma quantidade igual de água do mar. Todos os componentes do seu sangue (dos quais glóbulos vermelhos e brancos) desapareceram. Depois de algumas horas de enfraquecimento, o animal reage maravilhosamente e retoma uma vitalidade espantosa nos dias que se seguem.


Rene Quinton demonstrou que o nosso corpo é constituído por 7/10 desta água salgada que cobre os 7/10 do globo. E também que os glóbulos brancos humanos continuam a viver na água do mar enquanto morrem em qualquer outro meio artificial.


Concluiu definitivamente: "Entre a água do mar e o meio vital do vertebrado, isto é, a organização mais elevada do reino animal e dotada do mais alto poder vital, há identidade fisiológica."



LOUIS BAGOT E JEAN JARRICOT

Estas descobertas apaixonam o bretão Louis Bagot que, depois de ter estudado profundamente as qualidades especificas do clima costeiro e as praticas hidrológicas, acaba por fundar o primeiro instituto marinho na França. Apaixonam também a Jean Jarricot - médico homeopata- que irá introduzir vários medicamentos homeopáticos produzidos a partir não só da água do mar como também de lamas, areias, conchas, moluscos, algas e fungos marinhos.



GUERRAS NA EUROPA TOLHEM O MÉTODO DE QUINTON

No entanto, a Europa mergulha na primeira metade do século XX em guerras, disputas territoriais, econômicas, raciais, etc. e uma vez que estes conflitos tem como palco a própria Europa, a destruição provocada por invasões, bombardeios, sítios e bloqueios dificultam o desenvolvimento desta técnica. Do ódio e invejas raciais pouca coisa escapa e a Europa mergulha assim numa pequena idade de trevas.


Os EUA tomam a liderança científica do mundo e assim varias técnicas naturais e ou tradicionais própria da cultura européia caem em desuso.



RESSURGIMENTO DA TALASSOTERAPIA NA DÉCADA DE 1950

Seria preciso atingir os anos cinqüenta para que as terapias a base de cura marinha saíssem do esquecimento.


O estabelecimento de centros de talassoterapia nos últimos anos tem sido animador, atualmente temos:


10 centros na Mancha ( Le Touquet - Dieppe - Trouville - Deauville - Luc-Sur-Mer - Siouville - Granville - Perros-Guirec e Roscoff)


10 centros no Atlântico (Douarnenez - Benodet - Carnac - Quiberon - La Turballe - La Baule - Pornichet - Saint Jean De Monts - Sainte Marie De Re e Biarritz.


6 centros no Mediterrâneo (Port Barcares - Cap D'Agde - La Giotat - Saint Raphael - Villeneuve Loubet e Corse Porticcio).


2 centros na Bélgica ( Knocke Le Zoute e Oostende).


1 centro na Espanha (Mijas) e 1 em Portugal (Espinho)


Nos centros de talassoterapia hoje existentes na Europa, são agregadas varias técnicas complementares como:


Hidroterapias (banhos e duches, pedilúvios, manilúvios) -Termoterapia (saunas) - Quiroterapias (massagens e quiropraxia) - Algoterapias (aplicação de algas) - Lodoterapias (aplicação de lamas) - Climaterapia (ionização) - Aeroterapia (ar, ventos) - Helioterapia (sol) - Dietética (alimentação) - Cinesioterapia (Exercícios e trabalho muscular).


Para tratamentos de: Artroses, algias em geral da coluna vertebral, ciática, reumatismos inflamatórios, afeções metabólicas ou pós traumáticas (osteoporose), traumatismos (reeducação funcional), problemas vasculares (arterite), adiposidade e celulite, envelhecimento precoce, algumas afecções psíquicas (depressões), perturbações do sono, esgotamento nervoso, perturbações respiratórias e algumas doenças de pele.



ALGUMAS CONTRA-INDICAÇÕES À TALASSOTERAPIA

Existem algumas contra-indicações, tais como:


Problemas cardiovasculares: As grandes perturbações do ritmo cardíaco, a insuficiência coronária evidente e não estabilizada, as grandes hipertensões.


Dermatológicas: Em caso de dermatose inflamatória resultante ou infectada por exemplo, os tecidos não devem ser postos na água do mar quente porque esta água iria corroer as feridas e impediria a cicatrização.


As psicoses, uma vez que as pessoas que sofrem desta perturbações apresentam dificuldades de adaptação.


Não acontece o mesmo para os estados nevríticos, sendo estes muito numerosos (angústia, depressão, etc.) que pelo contrário encontram uma excelente indicação na talassoterapia.



NO BRASIL, HÁ CENTROS DE TALASSOTERAPIA?

No Brasil não conhecemos nenhum centro de talassoterapia, os benefícios da água do mar, são obtidos de uma maneira espontânea e inconsciente quando nos dirigimos ao litoral, principalmente nos períodos de férias. Assim são obtidos benefícios relativos à absorção, através da pele, dos micronutrientes contidos na água do mar, aproveitamos o ar ionizado das brisas e a radiação solar da orla marítima.


No entanto, um pesquisador de primeira linha, passando pelas mais diferentes agruras e limitações comuns num pais que não valoriza nem estimula a pesquisa, o Prof. Francisco Antunes, Engenheiro Químico, fundador do Instituto Augusta de Pesquisa, há mais de trinta anos, caminhando por trilhas diferentes de Quinton e outros ilustres da ciência européia, chegou a conclusões semelhantes. Afirma que na carência mineralógica reside a causa de um cem números de doenças e propõe o uso da água do mar como um meio adequado de restituir toda gama de micronutrientes aos organismos debilitados e mesmo como um meio válido para prevenção de várias doenças.


Desenvolveu um preparado que leva o nome comercial de "SKRILL"(concentrado mineral natural) - que nada mais é do que a própria água do mar que, colhida e submetida a um processo especial, onde lhe são retirados os elementos incompatíveis com a vida (como o cloreto de sódio por exemplo), permanece com mais de 50 elementos químicos em seus sais solúveis em água, e por esse motivo facilmente assimilados pelo organismo.


Esta afinal é a grande contribuição do Brasil à talassoterapia. O desenvolvimento de um produto para uso interno complementando os outros procedimentos descritos em nosso artigo e comuns nos centros europeus especializados.


Em ultima análise, a talassoterapia é uma terapia holística (não perde a visão total do indivíduo), que não só é curativa mas preventiva por excelência, de baixo custo, a sua divulgação pode ser uma alternativa viável aos procedimentos que regem a política de saúde publica.


Num país, cuja vocação para o turismo está sendo evidenciada nos últimos anos, convocamos empresários e terapeutas especializados a desenvolver centros de aplicação da talassoterapia.


O dividendo maior seria uma melhora substancial na média de saúde da nossa população.


Autor: M. Matheus de Souza DC. São Paulo/fevereiro/1998.


(Digitação desse autor revisada para este sítio, por iniciativa de Euro Oscar)


Bibliografia citada por M. Matheus de Souza DC:


PAULE OBEL - LA SANTÉ PAR LA THALASSOTHÉRAPIE 1ª-edição -1984 - M. A Editions - Paris FRANCISCO ANTUNES- CARÊNCIAS MINERALÓGICAS DA FLORA E DA FAUNA - 10ª-edição - 1982-do autor - São Paulo - SP.


(Outras fontes: http://www.chez.com/12lois/coeur/vsp.html, trechos da revista “Le Lien”, de 1990 e livro "O SEGREDO DAS NOSSAS ORIGENS", de André Mahé, /Quinton Brasil, Rio de Janeiro,2002, 170 p.)

1 comentários:

suzana guerra disse...

Excelente texto, muito esclarecedor! Obrigada