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sábado, 14 de abril de 2007

Estudo esclarece como dieta rica em gorduras causa Diabetes tipo 2

2007-04-11


Um estudo publicado na revista científica “Cell” esclarece as razões pelas quais uma dieta rica em gorduras pode aumentar o risco de desenvolver Diabete tipo 2.

Uma equipa da University of California, em San Diego, EUA, descobriu que ter uma alimentação rica em gorduras acaba por conduzir a um bloqueio na produção de uma enzima essencial para a produção da hormona insulina.

Os cientistas perceberam que a produção de insulina pode ser interrompida com a anulação de um único gene, que controla a produção de uma enzima denominada GnT-4a. Provaram então que uma dieta rica em gorduras inibe a actividade do mesmo gene.

O estudo sugere que as pessoas com predisposição hereditária para Diabetes tipo 2 possam ter alterações no gene responsável pela enzima GnT-4a.

O estudo demonstrou em ratinhos que quando uma célula beta não tem níveis suficientes de GnT-4a, é incapaz de absorver correctamente a glicose através da sua membrana externa.

Desta forma, perde a sensibilidade para o aumento dos níveis de açúcar e não consegue emitir insulina como resposta. "Se conseguirmos estimular a produção desta enzima de alguma forma, talvez seremos capazes de tornar animais, e talvez humanos, resistentes à Diabetes estimulada por dietas ricas em gordura", afirmou Jamey Marth, um dos investigadores da equipa.





In Saúde na Internet

As gorduras

As gorduras (ou lipídeos) da sua dieta são geralmente divididos em dois tipos: visível e invisível. Gorduras visíveis são aquelas que são óbvias, como manteiga, margarina, óleos de cozinha e a gordura das carnes. As gorduras invisíveis (escondidas) são aquelas incorporados durante o cozimento (por exemplo, em bolos e biscoitos) ou durante a preparação do alimento como em lingüiças). Emulsões de gordura são utilizados extensamente em produtos como maionese. Alguns alimentos, como os ovos, também são ricos em gordura.
Gorduras visíveis
As gorduras podem ser agrupadas em "gorduras visíveis", como o azeite de oliva e a manteiga, e "gorduras invisíveis", que são incorporadas durante o preparo e processamento.

Por que você precisa das gorduras?

Fala-se muito sobre os efeitos prejudiciais da gordura. Contudo, ela é parte essencial de sua dieta por três razões.

* Paladar. A gordura melhora o gosto do alimento. De nada serve um alimento nutritivo que as pessoas não apreciam e não comam.
* Energia. As gorduras são fontes concentradas de energia, fornecendo 9 kcal por grama.
* Nutrientes Essenciais. A gordura de sua dieta fornece vitaminas solúveis em gordura (para mais detalhes, ver "Vitaminas e sais minerais") e ácidos graxos essenciais.

O que são as gorduras?

Os tijolos básicos da gordura são os ácidos graxos e o glicerol. Um ácido graxo é feito de uma cadeia de átomos de carbono com um grupo ácido em uma ponta e um grupo metil na outra. Um grupo metil consiste de um átomo de carbono e dois de hidrogênio. Três ácidos graxos diferentes se combinam com o glicerol para formar um triglicerídio. A gordura em seu alimento é feita de uma mistura de triglicerídeos.

Ácidos graxos saturados e não-saturados
Se cada átomo de carbono na cadeia que forma um ácido graxo estiver ligado a dois átomos de hidrogênio, o ácido graxo é considerado saturado. Se alguns átomos de hidrogênio estiverem faltando, e portanto haja dupla ligação entre os carbonos, é considerada insaturada.

Cadeia Saturada Manteiga

Cadeia Monoinsaturada Azeite de oliva

Cadeia Poliinsaturada Óleo de girassol

Legenda
= átomo de hidrogênio = átomo de carbono

A quantidade e o tipo de ácidos graxos que você come determina a maneira pela qual o seu corpo lida com eles e, portanto, o seu papel em males como a doença coronariana. Cada átomo de carbono em um ácido graxo é ligado a um ou dois átomos de hidrogênio. Se o ácido graxo contiver todos os átomos de hidrogênio possíveis, ele é considerado saturado.

Se, contudo, alguns átomos de hidrogênio estiverem ausentes, o ácido graxo é considerado não-saturado. Nas gorduras não-saturadas, os átomos de hidrogênio ausentes são substituídos por uma ligação dupla entre átomos de carbono.

Todas as gorduras contêm ácidos graxos saturados e não-saturados, mas são as proporções entre eles que caracterizam o tipo de gordura (por exemplo óleo ou sólido). O nível de saturação da gordura também é conhecido como hidrogenação. É possível alterar este nível de saturação (ou hidrogenação) na fabricação de gorduras e óleos.

As gorduras saturadas

Geralmente, as gorduras derivadas de fontes animais, como a manteiga, têm alto nível de saturação. As gorduras saturadas são mais sólidas em temperatura ambiente do que as não-saturadas.

As gorduras não-saturadas

As gorduras não-saturadas são derivadas de fontes vegetais. As gorduras monoinsaturadas não têm dois átomos de hidrogênio do complexo de ácidos graxos e, portanto, apresentam uma ligação dupla. Os ácidos graxos poliinsaturados não têm vários átomos de hidrogênio e, portanto, apresentam mais de uma ligação dupla.

Quanto menos saturada a molécula, mais líquida ela será. Existem exceções, como o óleo de coco, que é saturado, mas líquido. Os fabricantes de alimentos desenvolveram maneiras de produzir gorduras não-saturadas sólidas utilizando estabilizadores emulsificadores. Quando a margarina foi desenvolvida inicialmente em 1869, na França, ela era feita de gorduras animais e era, portanto, uma gordura saturada, mas hoje ela é feita de óleos vegetais e é quimicamente endurecida.

Os ácidos graxos essenciais

A maioria dos ácidos graxos pode ser fabricado pelo seu corpo. Contudo, o ácido linoléico e ácido linolênico precisam ser fornecidos por sua dieta. Estes ácidos são conhecidos como ácidos graxos essenciais (AGEs). Alguns outros ácidos graxos podem ser produzidos, até certo ponto, a partir destes dois ácidos graxos essenciais.

Os ácidos graxos essenciais (AGEs) mantêm as paredes das células em boa condição e trabalhando corretamente. Eles também são importantes para o transporte, processamento e eliminação do colesterol. São utilizados para fabricar outras substancias, como as prostaglandinas. A maioria dos óleos vegetais e peixes oleosos são boas fontes de AGEs

As gorduras conhecidas como gorduras trans

As gorduras trans são produzidas industrialmente através da modificação da estrutura do ácido graxo para serem uma imagem espelhada da forma natural deste. O ácido graxo trans pode ser encontrado em margarinas. Existe evidência nãoconclusiva ligando estes ácidos graxos ao risco aumentado de arteriosclerose e alguns tipos de câncer e, por isso, atualmente têm sido incluídos em quantidades menores nas margarinas de hoje.

Como você utiliza as gorduras?

As gorduras são insolúveis em água. Consequentemente, elas precisam ser emulsificadas em sais biliares para serem acessíveis às enzimas digestivas. Este processo ocorre parcialmente no estômago, mas termina no intestino delgado. A presença de gordura não-digerida no estômago, faz com que ele se esvazie mais lentamente, o que dá à gordura um "alto valor de saciedade" e faz com que você se sinta satisfeito.

A gordura é transformada em compostos menores como o colesterol, ácidos graxos e glicerol. Estes compostos formam partículas pequenas chamadas micelas, que são pequenas o suficiente para serem absorvidas pela parede do seu intestino. Na parede intestinal, as micelas são remontadas em compostos maiores e transportadas para o fígado. O fígado então produz lipoproteínas, como a lipoproteína de alta densidade (HDL) e a lipoproteína de baixa densidade. A quantidade de colesterol em sua dieta influencia o grau de produção destas lipoproteínas.

Quanto você precisa?

As diretrizes do governo para uma dieta balanceada dizem que as gorduras devem ser responsáveis por, no máximo, 30% das calorias consumidas. A gordura saturada, por sua vez, deve ser responsável por, no máximo, 10% do total de energia consumida.

O consumo recomendado de AGEs para adultos é de 1 a 2% (2 a 5 gramas por dia) do total de calorias consumidas e um 1% para crianças e bebês. Contudo, a média de consumo diário para adultos é de 8 a 15 gramas de AGEs por dia. Deficiência de AGEs pode ocorrer em crianças e em pacientes necessitando de alimentação intravenosa, mas é rara em indivíduos saudáveis.

O colesterol

O colesterol é usado em seu corpo para produzir hormônios esteróides e sais biliares e para manter a estrutura das membranas celulares. Contudo, um alto nível de colesterol no sangue está associado à doença coronariana porque o colesterol pode ser depositado nas artérias, estreitando-as - uma condição conhecida como arte-rioesclerose. Um ou mais vasos sangüíneos podem vir a ficar completamente bloqueados, impedindo que o sangue chegue aos tecidos servidos por este vaso. Se o suprimento de sangue for interrompido, o tecido morre e se o vaso bloqueado for uma artéria coronária, o resultado é um infarto. A probabilidade de você desenvolver arteriosclerose está associada a diversos fatores incluindo a quantidade de gordura em sua dieta.

A dieta e os níveis de colesterol

Apesar de alguns alimentos serem ricos em colesterol, a maior parte dele (95%) é produzido pelo próprio corpo. O organismo produz colesterol a partir de gorduras saturadas. Quanto mais gordura saturada em sua dieta, mais alto o nível de colesterol no sangue.

Fatores de risco para doenças cardíacas
Conhece-se vários fatores que influenciam o risco individual de desenvolver uma doença cardíaca. Alguns riscos são evitáveis, outros não.
Evitáveis Inevitáveis
Dieta
Fumo
Obesidade
Stress
Falta de exercício Disposição genética
Sexo
Idade

As gorduras poliinsaturadas ajudam a baixar o colesterol no sangue. Elas fazem o fígado produzir um fosfolipídeo chamado HDL, que reduz o risco de doenças cardíacas. Alimentos ricos em fibras, especialmente fibras solúveis, também ajudam a reduzir os seus níveis de colesterol. As fibras solúveis unem-se com o colesterol na bile impedindo a sua reabsorção pelo organismo e aumentando a sua eliminação.

Atualmente, há um grande interesse na dieta Mediterrânea, que é a dieta dos habitantes do sul da Europa e norte da África, que apresentam menor freqüência de doença coronariana do que em países como EUA e Inglaterra. Esta dieta é rica em gorduras monoinsaturadas. Os estudos sugerem que estas gorduras têm pouca influência no colesterol do sangue. Os benefícios da dieta Mediterrânea parecem derivar do fato de que ela contém poucas gorduras saturadas e é rica em frutas, vegetais e vinho.

Níveis baixos de colesterol têm sido associados a um maior risco de câncer. Na realidade, a freqüência de câncer não é maior em uma população com baixo nível de colesterol do que em populações com altos níveis de colesterol. As desvantagens da dieta com pouco colesterol são relevadas pelo beneficio que ela traz ao reduzir o risco de doença coronariana.

História caso: Risco de doença coronária

George, 50 anos, mudou-se de casa por causa do trabalho. O centro de saúde local onde se registrou pediu que ele fizesse um exame médico. Este mostrou que George apresentava vários fatores de risco para doença coronariana incluindo: história de doença coronariana na família, sua idade e sexo, seu estilo de vida e trabalho estressantes, o fato de ele ser fumante, estar acima do peso, ter pressão alta e alto nível de lipídios no sangue. O nutricionista do centro de saúde sugeriu maneiras pelas quais George poderia modificar seu estilo de vida e reduzir sua propensão à doença coronariana. A primeira prioridade foi reduzir o peso de George, o que ele fez seguindo uma dieta baixa em gorduras, rica em fibras, de não mais do que 1.500 kcal por dia. Esta dieta foi projetada para ajudá-lo a manter um peso mais saudável e reduzir os lipídios no sangue. A enfermeira também encorajou George a fazer exercícios apropriados e aconselhou-o sobre modos de reduzir o nível de stress e parar de fumar.

Estar gordo
O peso excessivo de George contribuía para sua pressão alta e aumentava o seu risco de desenvolver uma doença cardíaca.

Seis meses depois, George tinha diminuído seu peso em 12,6 quilos e sua pressão sangüínea estava normal. As mudanças em sua dieta e estilo de vida resultaram de em uma redução nos lipídios do sangue. As mudanças que George fez durante estes seis meses reduziram consideravelmente os fatores de risco para doença coronária e ele estava se sentindo em forma e com mais energia.

Pontos centrais

* As gorduras são uma parte essencial da sua dieta.
* É melhor diminuir o consumo total de gordura, especialmente de gordura saturada do que tentar substituir um tipo de gordura por outro.
* As gorduras devem fornecer um máximo de 30% da suas calorias diárias totais.

Fonte: Guia da Saúde Familiar - revista ISTOÉ - Volume 16 - 03/2002

Dieta mediterrânica previne alergias respiratórias em crianças

2007-04-12


Um estudo científico conduzido em 700 crianças de Creta concluiu que a adopção de uma dieta mediterrânica protege as crianças de alergias respiratórias, incluindo rinite alérgica e asma, doenças estas que são raras nesta ilha.

De acordo com o Agrodigital, foram inquiridos os pais das crianças para determinar os seus hábitos alimentares e eventuais alergias, tendo-se encontrado uma correlação alta entre a baixa incidência de alergias e a dieta mediterrânica, isto é, um elevado consumo de frutas e hortícolas, cereais integrais, frutos secos, peixe e azeite e um baixo consumo de produtos de origem animal.






In Agrodigital e Confragi

Chocolate com Leite de Coco

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Chocolate com Leite de Coco

David Wolfe Intention & Goals

David Wolfe discusses intention and goals as they apply to diet and life.

David Wolfe 3 Keys to Good Health

David Wolfe discusses food, communication, and relationships as they apply to improving ourselves and the world.

David Wolfe -- Mission & Values

David Wolfe explains how your personal mission and values will help guide you to success in diet, health, and life.

Dieta não ajuda a emagrecer a longo prazo, diz estudo

10/04/2007 - 11h01


Uma pesquisa realizada na Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA) concluiu que quem faz dieta tem poucas chances de reduzir seu peso a longo prazo.

Os cientistas descobriram que entre 30% e 60% de pessoas que fizeram regime ganharam mais quilos em um espaço de quatro ou cinco anos do que tinham perdido nos primeiros meses.

"Você pode perder de 5% a 10% de seu peso em seis meses, com vários tipos de dieta. Mas depois os quilos voltam", disse Traci Mann, professora de psicologia da UCLA e uma das autoras da pesquisa, publicada na revista da Associação Americana de Psicologia.

"As dietas não são eficientes no tratamento da obesidade, e seus benefícios são muito pequenos se comparados com os prejuízos", afirmou.

'Prognóstico'
Mann e seus colegas analisaram rigorosamente 31 estudos já realizados sobre dietas, em vez de avaliar os regimes em si.

"A perda de peso sustentada só foi registrada em uma pequena minoria dos participantes, enquanto a maioria demonstrou ter recuperado tudo o que haviam perdido", explicou Mann.

Segundo ela, alguns fatores comprometeram o resultado dos estudos já existentes, às vezes para fazê-los parecer mais eficientes do que realmente eram.

Em um deles, muitos dos participantes eram requisitados a reportar seu peso por telefone ou por carta, em vez de terem suas medidas tiradas por especialistas.

Outros estudos falhavam em acompanhar os participantes a longo prazo.
"Muitas pesquisas indicam que uma dieta é, na realidade, um prognóstico do peso que uma pessoa vai ganhar no futuro", disse Janet Tomiyama, co-autora do estudo da UCLA.

Segundo ela, uma investigação analisada pela equipe mostrou que homens e mulheres que seguiram um programa de emagrecimento acabaram ganhando mais peso no espaço de dois anos do que aqueles que não seguiram.

Exercícios
Para Traci Mann, a maioria das pessoas teria uma saúde melhor se nunca tivesse tentado fazer dieta, pois seus organismos não teriam sofrido com as conseqüências de perder quilos e depois recuperá-los - o chamado efeito-sanfona.

Outros estudos já mostraram que o problema está ligado à incidência de doenças cardiovasculares, derrames, diabetes e alterações imunológicas.

"Comer em moderação é uma recomendação positiva para todo mundo", disse Mann. "Mas fazer exercícios regularmente pode ser ainda melhor, já que esta pode ser a chave para um emagrecimento sustentado."

"Város estudos já mostraram que as pessoas que praticavam exercícios eram as que mais perdiam peso."

Fonte BBC Brasil

Plantas extraterrestres podem ser de todas as cores menos azuis

Um piquenique num planeta distante que orbite uma estrela anã vermelha pode ser feito estendendo o cobertor sobre relva preta ou comendo vegetais cor-de-rosa, revela um novo modelo agora conhecido.

Atendendo a que ainda não descobrimos bactérias, o que fará pequenos homenzinhos verdes ou palmeiras roxas, noutros planetas, pode parecer ridículo gastar tempo a pensar como devem ser as plantas noutros locais do universo mas os cientistas dizem que pensam que a experiência pode ser útil para nos ajudar a procurar paisagens luxuriantes noutros sistemas solares.

Nancy Kiang, biometeorologista do Goddard Institute for Space Studies da NASA em Nova Iorque, realizou um modelo das condições atmosféricas e solares de outros planetas para verificar quais os que poderiam ser adequados à vida fotossintética e que aspecto essas formas de vida teriam.

As estrelas anãs vermelhas, por exemplo, apenas emitem uma fracção da luz visível produzida pelo nosso Sol, o que significa que as plantas em planetas que orbitam essas estrelas absorveriam toda a luz visível que pudessem, em vez de reflectirem alguns comprimentos de onda, especula Kiang. Isso significa que seriam pretas.

E haverá uma cor que uma planta não pode ter? Kiang pensa que é pouco provável que as plantas sejam azuis, independentemente do ambiente planetário.

Kiang não é a primeira a pensar nesta questão. H.G. Wells, sem as restrições dos modelos atmosféricos, deu a Marte um vívido reino de vegetais cor de sangue na sua novela "A guerra dos mundos" de 1898.

Kiang fez uma abordagem mais académica ao analisar sistemas fotossintéticos conhecidos da Terra para ter uma ideia das limitações que poderiam restringir a fotossíntese noutros planetas. A Terra já fornece uma grande variedade de cores e pigmentos, desde os verdes das plantas terrestres aos roxos e púrpuras de algumas bactérias fotossintéticas e aos vermelhos de algumas algas.

A cor reflectida por cada um destes organismos é composta por comprimentos de onda que a fotossíntese não aproveitou, tipicamente aqueles que são pouco úteis. A cor de um planta, portanto, depende da qualidade de luz que recebe e essa depende, por sua vez, das propriedades da estrela local e dos filtros atmosféricos que atravessa.

A luz que atinge a Terra, por exemplo, é rica em verde mas as plantas terrestres desprezam frequentemente esta aparentemente rica fonte de energia. Alguns investigadores assumiram que a reflexão da luz verde não foi mais do que uma argolada evolutiva, um dos casos em que o acaso não produziu a solução mais eficiente.



Mas a luz verde não é tão rica em fotões como a luz vermelha, nem tão energética como a luz azul, logo apesar das plantas parecerem desperdiçar energia por não recolherem o verde abundante, Kiang pensa que elas apenas focaram esforços na recolha dos mais nutritivos vermelhos e azuis.

A equipa pensa que todas as plantas estarão ansiosas em captar a luz azul rica em energia, o que exclui o surgimento de folhas azuis. "De modo geral, as plantas vão querer usar toda a luz azul que puderem", diz Victoria Meadows, astrónoma do Institute of Technology de Pasadena, Califórnia, e colaboradora no estudo.

Os resultados de Kiang indicam que uma vasta gama de sistemas solares, desde os com as quentes estrelas de classe F aos relativamente pálidos com anãs vermelhas de classe M, devem ser capazes de apresentar vida vegetal com cores variadas. "Estes planetas podem ter uma produtividade à escala global comparável à da Terra", diz Kiang "O que significa que se quisermos detectá-los através de telescópios, pode haver o suficiente para se ver."

Os telescópios ainda não conseguem ver as cores dos planetas rochosos distantes mas a equipa espera que o seu trabalho possa ser usado para a construção de instrumentos que detectem as assinaturas espectrais características da vida fotossintética. O modelo ajuda a mostrar quais os comprimentos de onda que as plantas em diversos planetas absorveriam com maior probabilidade, criando uma assinatura de vida para diferentes situações planetárias.

Os modelos de Kiang são úteis porque podem ajudar os astrónomos a construir os seus telescópios espaciais com a ideia da busca por vida fotossintética, diz o astrónomo Eric Ford, do Harvard-Smithsonian Center for Astrophysics de Cambridge, Massachusetts. Assumir que os organismos fotossintéticos de outros planetas seguirão as mesmas regras que os da Terra é um pouco forçado mas quando a tarefa é prever que tipo de vida existirá noutros planetas não há muitas opções. "A razão porque procuramos é precisamente porque não sabemos", diz Ford.




Saber mais:

NASA Astrobiology Institute

NASA Goddard Institute for Space Studies

Arizona State University - Fotossíntese

Filme: TheSecret - O Segredo - em português



Filme "O Segredo" com legendas em português



"O Segredo para Riqueza" é como uma ferramenta, p/ você, sua família e amigos.
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AÇÚCAR - ASSASSINO VESTIDO DE BRANCO

Até cerca de 300 anos atrás a humanidade não usava aditivos doces na sua dieta ordinária. Os povos antigos, civilizações passadas, brilhantes exércitos não conheciam o famoso aditivo doce.
O mel era usado eventualmente, mais como remédio.
Este processo histórico prova que o açúcar branco é desnecessário como alimento. Foi só a partir dos dois últimos séculos que o açúcar começou a ser produzido e consumido de forma cada vez mais intensa. Com a sofisticação da técnica, purificou-se mais ainda o açúcar de cana retirando-se dele apenas a sacarose branca. Hoje somos uma civilização, consumidora de milhares de toneladas diárias de açúcar.

O açúcar branco é o resultado de um processamento químico que retira da garapa a sacarose branca e adiciona produtos químicos – desconhecidos em sua maioria –, sendo que aditivos como clarificantes, antiumectantes, precipitadores e conservantes pertencem a grupos químicos sintéticos muitas vezes cancerígenos e sempre danosos à saúde. Devemos considera-lo como um produto quimicamente ativo, pois, sendo o resultado de uma síntese química e um produto concentrado. Quando são retiradas da garapa e do mascavo suas fibras, proteínas, sais minerais, vitaminas etc., resta apenas o carboidrato, pobre, isolado, razão pela qual devemos considerar o açúcar como um produto químico e não um alimento.

O corpo humano não necessita de açúcar branco.
O que é realmente necessário é a glicose, ou seja, a menor partícula glicídica dos carboidratos. A glicose, por sua vez, é importante para o metabolismo, pois produz energia ao ser “queimada”. Embora se diga que “açúcar é energia”, sabemos bem que a citação é apenas modesta, pois, na verdade, deveríamos dizer que “açúcar é superabundância de energia química concentrada” e eis aí o problema: açúcar é sempre excesso de energia, além das necessidades reais, e este excesso tende a depositar-se, a exigir trabalho orgânico extra, a diminuir o tempo de vida, pois a célula só usa o que necessita, todo o resto passa a “estorvo” metabólico.
Outro fato importante é que, ao consumir um produto extremamente concentrado, isolado, exigiremos do organismo uma complementação química. Por exemplo, vai exigir muito cálcio e magnésio do metabolismo e das reservas; ele “rouba” os nossos depósitos de um modo diretamente proporcional a quantidade ingerida. Podemos dizer então que o açúcar é descalcificante, desmineralizante, desvitaminizante e empobrecedor metabólico. Açúcar não é “alimento”, mas um poderoso “antinutriente”, um grande ladrão.
Razão pela qual Willian Dufty, em seu mais que consagrado livro sobre o açúcar, o “Sugar Blues”, considera-o como uma “droga doce e viciante que dissolve os dentes e os ossos de toda uma civilização”. Seus efeitos nunca são imediatos, mas lentos, acumulativos, insidiosos, drenando a saúde aos poucos.

O consumo da droga doce vem aumentando nos últimos anos. Se levarmos em conta que não necessitamos de açúcar, tudo o que se consome é excessivo, supérfluo, além do que o corpo precisa. Lembramos que 100 por cento dos carboidratos (farinhas, cereais, açúcar das frutas, etc.) transformam-se em glicose, 60 por cento das carnes ingeridas e até mesmo 15 por cento das gorduras e óleos também se convertem em glicose; é assim que normalmente mantemos as necessidades bioquímicas do corpo. Isso explica por que povos antigos não necessitavam de açúcar extra. Se julgarmos que açúcar é essencial, então devemos ter como certo que cada viking, mongol, huno, árabe, grego ou romano deveria consumir cerca de 300gr por dia de um açúcar que naquelas épocas absolutamente não existia.

Os conhecimentos e conceitos científicos, principalmente em nutrição, têm sido manipulados, truncados e adulterados. Devemos entender que a alimentação comum, sem aditivos doces, contém quantidades suficientes de glicose que são armazenadas no fígado sob a forma de glicogênio; em situações de necessidade essas reservas de energia são mobilizadas e entram na circulação sanguínea.

Hoje, ingerimos mais “energia” do que precisamos. Paradoxalmente, quem come muito açúcar fica dependente organicamente do mesmo e tende a ter menos força. Grandes consumidores de açúcar geralmente são fracos, astênicos, que não podem fazer quase nada sem usar um pouco de doce.

Aqui, num dos maiores produtores de açúcar do mundo, (Brasil) consomem-se cerca de 200 g por dia – por pessoa, o que é pouco comparado aos EUA: 400 g em média, por dia. É claro que somos obrigados a falar em termos de média de consumo, pois existem aqueles que não usam nada, até grandes viciados que usam perto de 1000 g diárias e até mais.

Mas um povo como o nosso, usando 200 g diárias per capita consome cerca de seis quilos por mês, o que admite 72 quilos por ano, e tudo isso além das necessidades metabólicas, geralmente ingeridos por puro “prazer”, ou seja: docinhos, chocolates, sorvetes, tortas, pudins, sucos ultra-açúcarados etc. Isso nos leva a consumir quase uma tonelada do pó branco em cada dez anos de vida. Então um homem de 35 anos geralmente fez passar pelo seu sangue, até hoje, cerca de três toneladas de açúcar. Perguntamos se, sinceramente, as autoridades e os profissionais ligados à saúde acham que tal abuso não causa dano algum.


Açúcar Branco Como Causa de Câncer e Doenças Modernas

Sabemos bem que o açúcar é o principal representante da alimentação industrializada moderna. Temos consciência de que 85 por cento das doenças modernas são provocadas pela poluição alimentar e por uma nutrição desequilibrada. Por ser considerado então como um produto antibiológico, ou antivida”, ele está diretamente ligado à causa ou à colaboração para o surgimento de várias doenças, como a arteriosclerose, o câncer, a leucemias, o diabetes, as varizes, as enxaquecas, as distonias neuro-vegetativas, insônia, asma, bronquite, distúrbios menstruais, infecções, pressão alta, prisão de ventre, diarréias crônicas, perturbações e doenças visuais, problemas de pele, distúrbios glandulares, anomalias digestivas variadas, cáries dentárias, problemas de crescimento, osteoporose, ossos fracos, doenças do colágeno, doenças de auto-agressão etc.

Podemos considerar também o açúcar como cancerizante, pois é imunodepressor, quer dizer, faz diminuir a capacidade do organismo quanto às suas defesas e principalmente por eliminar o importante íon magnésio, devido à forma excessiva como é consumido hoje.

A incidência do câncer de mama pode variar consideravelmente de um país para outro. Muito rara no Japão, por exemplo, a doença torna-se comum entre as japonesas que imigram para os Estados Unidos. Depois de estudar diversos fatores que explicassem o fenômeno, os cientistas Stephen Seely, da Universidade de Manchester, na Inglaterra, e D. F. Horrobin, do Instituto e Pesquisa Efamol, de Kentville, no Canadá, concentram suas atenções num deles, a alimentação – e, em artigo publicado na última edição da revista inglesa New Scientist, levantaram a hipótese de que uma das causas do câncer de mama possa ser o açúcar.

Seely e Horrobin compararam os índices de consumo per capita de açúcar e as taxas de mortalidade por câncer de mama em vinte dos países mais ricos do mundo. Revelou-se que as nações que mais comem açúcar são exatamente as que apresentam mais óbitos – por ordem decrescente, a Grã-Bretanha, a Holanda, a Irlanda, a Dinamarca e o Canadá.

Os cientistas avançam uma explicação para as propriedades cancerígenas das sobremesas. Uma parte da glicose contida no açúcar – cerca de 30 por cento – vai direto para a corrente sanguínea.
Para fazer face e esse súbito aumento da taxa de glicose no sangue, o pâncreas produz mais insulina, o hormônio encarregado de queimar açúcar. O tecido mamário depende desse hormônio para crescer. O mesmo acontece com as células do câncer de mama. Seely e Horrobin supõem que a inundação do seio pela insulina, em seguida à ingestão de açúcar, criaria assim as condições ideais para o surgimento do tumor.


Açúcar Como Fator Principal da Hipoglicemia e Diabetes

Um dos efeitos mais diretos dos excessos de consumo do açúcar é a hipoglicemia, ou seja, falta de açúcar no sangue. Hipoglicemia é um distúrbio que se manifesta sob variadas formas, determinando mais comumente langor, fraqueza, sensação de desmaio iminente, vertigens, tonturas, prostração, angústia, depressão, palpitação cardíaca, sudorese, sensação de irrealidade etc. A depressão provocada é variável, dependendo do indivíduo, podendo ser ausente ou fraca ou até mesmo extremamente forte, incapacitante.
Sabemos que muitas pessoas são tratadas pela psiquiatria e até internadas por depressão, cuja única origem é hipoglicemia, ou falta de açúcar em demasia, e se pesquisarmos, grande parte desses pacientes usa muito açúcar. O mecanismo é muito simples: ao consumirmos açúcar em demasia, o organismo, através das células beta das ilhotas de Langherhans do pâncreas, produz muita insulina, que é o hormônio responsável pela “queima” da glicose do sangue. Ora, quanto mais açúcar é consumido, mais insulina é produzida.
Com o tempo, e com o consumo continuado, o pâncreas produz mais insulina do que o necessário, pois a sua liberação depende da avaliação da intensidade de estímulos gástricos e da dosagem de glicose proveniente do sistema porta e hepático. Um pouco mais de insulina determina queima a mais de glicose, gerando falta.

O nosso organismo dispõe de um sistema de regulagem que mantém entre 70 e 110 mg de glicose em cada 100 ml de sangue. Mais insulina do que o normal vai produzir uma queda destes níveis, determinando hipoglicemia. O cérebro é o órgão mais diretamente afetado com isso, daí os mais freqüentes sintomas de depressão, tremores, agitação. O tratamento em caso de hipoglicemia é o primeiro uma boa avaliação e depois diminuição lenta do consumo de açúcar, paralelo a uma dieta bem apropriada. Quase é necessário acompanhamento médico abalizado.

A evolução natural da hipoglicemia, embora muito variável, é o diabetes. Dependendo de uma série de fatores o pâncreas pode entrar em “cansaço” após anos de produção excessiva de insulina; ele começa a produzir menos do que o necessário e como resultado começam a aumentar no sangue os níveis de açúcar, determinando uma hiperglicemia. Nesta situação os sintomas já são completamente diferentes da hipoglicemia. Aqui o paciente não sente nada, a não ser muita sede, muita vontade de urinar e talvez muita fome. O açúcar circulante começa a ser depositado e os problemas do diabetes vão surgindo.

Parece-nos importante que antes de pesquisar um vírus como causa do diabetes, que se compreenda a importância do excesso de consumo de açúcar como gênese mais direta da doença, talvez devido ao enfraquecimento biológico-imunológico que permita a penetração de um vírus. A verdade é que as estatísticas e os estudos de médicos integralistas apontam que diabéticos comuns consumiram muito doce e que diabéticos insulino-dependentes tiveram parentes que o faziam ou eram já diabéticos. Dados oficiais já apontam hoje que perto de 30 por cento da população do 1° mundo é pré-diabética e hoje cresce o número de diabéticos no mundo.


O Açúcar Branco é Apontado Como Principal Causa da Diminuição da Resistência às Infecções, Subnutrição e Morte no Terceiro Mundo

Existe muita preocupação na diminuição da mortalidade infantil no Terceiro Mundo, onde impera a desnutrição, a diarréia, e as doenças carenciais. Porém não se tem prestado atenção à presença do açúcar como fator desmineralizante e desvitaminizante, usado em abundância na dieta das crianças nos países subdesenvolvidos. Vários estudos têm mostrado que a quantidade de proteínas na dieta desses povos é freqüentemente próxima daquela apontada pela FAQ como básica para o desenvolvimento e crescimento (0,635 g por quilo de peso por dia além dos dois anos de idade). Então acredita-se que a causa dos problemas relacionados com essas crianças seria devido à má higiene, a agentes vetoriais de doenças, verminose, falta de saneamento básico, leite materno fraco etc. Estes são estudos mais modernos, pois até agora coloca-se que a falta de proteínas na alimentação é causa determinante.

Califórnia, cientistas da Escola de Odontologia da Universidade de Loma Linda provaram que o poder bactericida dos leucócitos (capacidade das células de defesa destruírem bactérias) diminui muito quanto mais alta a taxa de açúcar no organismo.
A célula de defesa de uma pessoa que não usa açúcar é capaz de destruir cerca de 14 bactérias invasoras, ao passo que se essa mesma pessoa ingerir 24 colherinhas rasas de açúcar branco o seu leucócito é capaz de destruir apenas uma bactéria.

Existem muitos livros hoje publicados que apontam a ação negativa do açúcar. Num interessante trabalho dos Drs. Wilder e Kay, denominado “Handbook of Nutrition” encontramos a seguinte citação: “O açúcar não supre coisa alguma à nutrição, apenas calorias. As vitaminas oriundas de ouros alimentos são erosadas pelo açúcar para poder liberar calorias”.

Apesar das inúmeras provas contra o açúcar como as apresentadas aqui, verificamos a continuidade de uma intensa propaganda aconselhando seu uso e, o que é pior, médicos mal-informados permitindo e incentivando o consumo do mesmo. Temos o exemplo do Dr. L. Rosenvold que, na pág. 22 do seu livro “Nutrition for life”, afirma o seguinte: O açúcar branco é um alimento quase ideal, barato, limpo, branco, portátil, imperecível, inadulterável, livre de germes, altamente nutritivo, completamente solúvel, totalmente digerível, não requer cozimento e não deixa resíduos. Seu único defeito é a sua perfeição. É tão puro que o homem não pode viver dele.”

Hoje existem toneladas de livros escritos sobre nutrição; qualquer um julga-se capaz de publicar algo no gênero.
O Dr. Rosenvold apontou apenas duas verdades na frase acima, que o açúcar é branco e portátil... O maior absurdo da sua citação é que o açúcar é altamente nutritivo”... Curioso é que o açúcar só tem glicose, sendo pobre em tudo o mais...


O Que Usar? Não Precisamos de Açúcar?

É necessário reaprender a sentir o sabor natural dos alimentos, sem acrescentar nada. Eventualmente poderemos usar mel ou açúcar natural de cana, o mascavo, em pequenas quantidades.
Percebemos que assim teremos até mais energia do que o normal, apenas por ter evitado desgastes excessivos com ingestão de superabundância de energia química. Apenas os cereais integrais, as frutas, o legumes etc. têm a capacidade de fornecer aquilo de que necessitamos. No caso de desportistas e pessoas que produzem desgaste físico, uma certa quantidade de mel pode ser usada sem problemas.

No caso de diabéticos e hipoglicêmicos, aconselhamos o acompanhamento médico para evitar problemas mais sérios, evitando inclusive orientadores naturistas e macrobióticos que não tenham conhecimentos e experiência em termos de bioquímica e fisiologia, fisiopatologia e clínica médica.

Para pessoas que não têm grandes problemas mas querem parar de consumir açúcar, sugerimos uma eliminação lenta, gradativa, porém consciente, de doces, refrigerantes, sorvetes etc., até adotar uma dieta mais natural e equilibrada. Aproveitamos para alertar que muitos alimentos industrializados e manipulados possuem açúcar, muitos dos quais nem imaginaríamos, como: pão branco comum, pão integral de supermercados, macarrão em pacotes, enlatados, carnes condicionadas, biscoito e bolachas salgadas etc.

Para aqueles que usam adoçantes artificiais, sacarina e ciclamatos, aconselhamos abolir o hábito imediatamente, pois representam produtos muito perigosos. Apesar da comprovação de que são substâncias cancerígenas, verbas astronômicas são gastas por laboratórios interessados em pesquisa do tipo: “Ainda não conseguimos provar que adoçantes sintéticos não produzem câncer”.

Em termos de história, relativamente recente, o homem aprendeu a obter açúcar bruto (mascavo e amarelo), e somente nas últimas décadas os países desenvolvidos começaram a produzir enormes quantidades (dez mil toneladas) de açúcar branco refinado, contendo 99,75 por cento de sacarose, tornando-o um reagente químico. Lado a lado com esta depuração houve um aumento no consumo de açúcar branco atingindo, nos países altamente desenvolvidos, 100/140 g diárias por pessoa.

Tornou-se tão letal, que o nutricionista britânico Dr. A. Yudtkrin batizou seu livro sobre o problema de açúcar “Puro, Branco e Mortal” enquanto o Dr. Hall, cientista canadense, intitulou seu capítulo sobre açúcar, “O Vilão – Açúcar Refinado”.

Fonte: Viver Natural


Comunidade ZERO AÇÚCAR

Ao contrário do que pensam nossas mães, os médicos, os nutricionistas e até os químicos AÇÚCAR NÃO É ALIMENTO!
É apenas uma SUBSTÂNCIA QUÍMICA AGRESSORA DO ORGANISMO.Além de ser responsável único pelas cáries - isso mesmo, se o açúcar fosse varrido da mesa as cáries desapareceriam - o açúcar agride diuturnamente o metabolismo e vários "sistemas" do corpo: o endócrino, o imunológico, o nervoso, o vascular etc.
A DIETA AÇUCARADA MODERNA empurrou a humanidade para a ERA DAS DOENÇAS CRÔNICAS, METABÓLICAS E DEGENERATIVAS. Se quisermos nos livrar das vergonhosas epidemias de cárie dentária, obesidade, diabetes, doenças cardiovasculares, etc teremos que em primeiro lugar deter o avanço da DITADURA DE PACOTE TECNOLÓGICO DO AÇÚCAR e expulsar da mesa esse corpo estranho doce e nocivo.
Esta comunidade tem como ponto de apoio O LIVRO NEGRO DO AÇÚCAR de Fernando Carvalho, uma obra que atualiza o clássico "Sugar Blues" de William Dufty. Solicite cópia agora mesmo

Kefir






A palavra Kefir significa “bendição” em Turco, também podendo ser derivada da palavra “Kefy: ou”Kef”, que significa sabor agradável. Dizem que é usado pelos Armênios, curdos e outros povos do Cáucaso há mais de 4.000 anos, entretanto a história de sua origem perdeu-se ao longo do tempo. Entre as lendas mais modernas há quem diga que Madre Teresa de Caucutá teria sido responsável por difundir o kefir entre os povos do Ocidente.Foi descoberto há séculos atrás. Era considerado um presente de Alá pelos muçulmanos e seu poder terapêutico passou a ser respeitado no início do século XVIII.

Mas afinal, o que é Kefir?

Os grãos são uma estrutura mucopolisacarídica (kefiran) e protéica na qual convivem em simbiose, diversos tipos de bactérias (Lactobacilus brevis, Lactobacilus desidiosus, acidóphilus y estreptococos lácticos) e leveduras (Cândida kephir, Sachamomyces delbruckii). Tem a forma de uma massa gelatinosa, irregular, de cor branca ou ligeiramente amarelada, de consistência elástica e aspecto similar ao das flores de couve-flor. Seu tamanho pode variar entre poucos milímetros até alguns centímetros de diâmetro.

A bebida kefir pode ser preparada, adicionando-se aos grãos de kefir ao leite e armazenando-o adequadamente. Esse líquido fermenta por mais ou menos 24 horas em temperatura ambiente, ao abrigo da luz. Depois deste período de fermentação, este leite é coado para separar os grãos de kefir e adiciona-los em outro leite e assim sucessivamente, por tempo indeterminado. O gosto do kefir é levemente ácido e tem consistência de iogurte líquido, no entanto tem maior valor nutricional e terapêutico.v

Kefir é o produto obtido através da fermentação do leite por organismos benéficos. Seu aspecto é muito semelhante ao do iogurte, no entanto, tem maior valor nutricional e terapêutico.

Há quem prepare o kefir usando água e o açúcar, sucos de frutas ou chás e açúcar, entretanto a maioria dos estudos dizem a respeito á bebida kefir oriunda da fermentação do leite. Durante este processo de fermentação, de 20 a 50% da lactose é convertida em ácido láctico, um conservante natural, que ajuda a a fazer o kefir um produto biologicamente seguro, alem de melhorar a sua aceitação em indivíduos com intolerância á lactose.

A ação fermentadora das bactérias e leveduras do kefir também faz com que seja incrementado o valor biológico do leite, pela síntese de vitaminas do complexo B e vitamina K. A ingestão adequada destas vitaminas promovem a regulação do funcionamento renal e hepático, aceleram os processos de cicatrização e proporcionam aumento da função imunológica (aumento da resistência). O uso regular do kefir pode aliviar desordens intestinais, reduzir a flatulência (exceso de gases), proporcionando um funcionamento intestinal mais saudável. Somadas a essas qualidades o kefir ainda pode ser classificados como um alimento probiótico, pois contém microorganismos vivos que contribuem para o estabelecer um balanço adequado da microbita intestinal. Além das bactérias benéficas e leveduras, o kefir contém minerais e aminoácidos essenciais importantes para a manutenção das funções vitais do organismo. Seu abundante teor do aminoácido essencial triptofano, de cálcio e de magnésio promovem um efeito relaxante no sistema nervoso. O kefir também fornece fósforo, um mineral que participa no processo da absorção de carboidratos, gorduras e proteínas.

Estes nutrientes, por sua vez, são responsáveis pela manutenção e crescimento celular.

A sua acidez e enzimas estimulam a digestão de proteínas e o apetite e reduz o teor de colesterol no sangue, de acordo com a pesquisa. Também acredita-se que estimula a produção de micrófagos, melhorando a imunidade.

Vários estudos estão sendo realizados a fim de comprovar cientificamente estes efeitos do kefir, estabelecer as dosagens necessárias para obtê-las e averiguar a possibilidade de outras ações desta bebida no organismo que podem incluir, quem sabe, até uma provável ação anticancerígena.

Mas como obter os grãos de kefir?

O kefir não é vendido comercialmente a única maneira de adquirir é apartir de doação de alguém que já os cultive. Uma colher de chá é mais do que suficiente para iniciar a produção da bebida. Vários sites ajudam a encontrar pessoas dispostas a doar os grãos. Normalmente acontece o crescimento do kefir, o que faz com que a fermentação ocorra de maneira cada vez mais rápida, e tornando a bebida um pouco mais ácida. Nestes casos, deve-se aumentar a quantidade de leite usado na fermentação, ou diminuir o tempo de fermentação, ou diminuir o tempo de fermentação ou, ainda, doar um pouco dos grãos de kefir.


Dentre os benefícios advindos do consumo de kefir podemos citar:
- Aumento do valor biológico do leite;
- Síntese de ácido láctico, favorecendo a digestibilidade do leite mesmo em pessoas com intolerância á lactose;
- Síntese de vitaminas do complexo B;
- Restabelecimento e equilíbrio da microbiota intestinal, podendo ser usado tanto em casos de obstipação quanto diarréia;
- Provável ação diminuindo a fração do LDL colesterol ruim.


O consumo de Kefir ajuda a reduzir a resposta alérgica à albumina do ovo (clara) em ratos e pode oferecer novas perspectivas na prevenção de alergias alimentares, sugeriu um novo estudo da Universidade Nacional de Taiwan. "O consumo de kefir de leite e de bebida à base de soja suprimiu a resposta (imune) e alterou a microflora intestinal no nosso grupo suplementado", escreveu o autor da pesquisa, Je-Ruei Liu.

"O kefir de leite e de bebida à base de soja pode ser considerado entre os componentes alimentares mais promissores em termos da prevenção de alergias alimentares, melhorando a resistência da mucosa a infecções de patógenos gastrointestinais", referiu o autor, de acordo com a notícia publicada no site Dairy Reporter e adaptada pelo serviço MilkPoint.

O estudo foi publicado no Journal of Science of Food and Agriculture e mostrou que, após três semanas de suplementação, houve uma queda nas imunoglobulinas associadas à resposta alérgica nos grupos que receberam o kefir. As populações de bactérias intestinais também foram afectadas pelos suplementos de kefir, com as populações das bactérias consideradas benéficas - Bifidobacterium spp. e Lactobacillus spp. - a aumentarem significantemente, enquanto os níveis das bactérias patogénicas - Clostridium spp. - caíram.

São microrganismos que se multiplicam e produzem uma bebida através da fermentação, quando preparado com leite assemelha-se ao iogurte natural quanto ao sabor, aroma e consistência, sendo um alimento muito rico é indicado para crianças e idosos. Se preparado com açúcar assemelha-se a um chá.

Os benefícios de consumir kefir regularmente são inúmeros. É facilmente digerido, elimina dos intestinos as bactérias e leveduras prejudiciais e aumenta as bactérias benéficas e protetoras. Dado a seu equilíbrio e valor nutritivo, contribui para um sistema imune saudável. O seu efeito tranqüilizador no sistema nervoso beneficia muitas pessoas que sofrem de depressão, distúrbios do sono, entre outros problemas.
Como grande fonte de vitaminas do complexo B, que participa da composição de enzimas que digerem os nutrientes, o quefir também produz vitaminas que auxiliam no processo digestivo, de onde se destacam a vitamina B12, B1 e biotina, e em vitamina K A abundância em cálcio, fósforo e magnésio é outra característica sua. Seu valor terapêutico esta relacionado à aceleração da digestão dos alimentos, diminuindo o nível de colesterol sérico e beneficiando ainda os sistemas vascular e respiratório.
Ele pode ser preparado de várias maneiras, dependendo do tempo de fermentação e ação esperada:
Intestino Preso (constipação intestinal): kefir fermentado de 12 horas, age como laxante e deve ser tomado durante duas semanas seguidas até normalizar.
Intestino Normal: kefir fermentado de 24 horas, atua como normalizador.
Intestino Solto (diarréia): kefir fermentado de 48 horas – tomar até normalizar o intestino – depois passar para fermentação de 24 horas para recompor a flora intestinal.
O Kefir preparado com leite pode ser feito a partir de qualquer tipo de leite (vaca, cabra ou ovelha, soja, coco ou arroz). Ele acelera a cicatrização e a reconstituição da pele, na Rússia o quefir fermentado, em leite, é utilizado há anos no tratamento de queimados. A bebida é preparada com a colocação de grãos de quefir no leite. Após a fermentação, os grãos são retirados e reaproveitados para a produção de mais fermentados. O leite fermentado tem sabor ácido suave é espumoso e de baixo teor alcoólico, o sabor é parecido ao de coalhada. Quando conservado corretamente em geladeira não estraga facilmente.
Para quem gosta do sabor um tanto ácido, embora levemente adocicado, ele pode ser usado simples, ao natural. É também muito saboroso misturado com suco de frutas. Pode ser aproveitado nas mais diversas formas: substituindo a maionese, no preparo de molhos para saladas, em vitaminas, mousses, cremes, etc.

A diferença entre kefir e iogurte é que ele tem mais microrganismos, enquanto o iogurte é composto, normalmente, de dois lactobacilos, o kefir é composto de mais 16 tipos de lactobacilos. O kefir difere do iogurte por conter colônias de bactérias benéficas (probióticos) que colonizam o trato intestinal, onde controlam e destroem as bactérias patogênicas.

O kefir à base de água e açúcar mascavo é indicado para inúmeras doenças, deve ser usado um litro ao dia, evitando assim depósito de toxinas no intestino e prolongando a vida. Não prejudica a digestão porque é absorvido rapidamente. Um tratamento sério com o kefir deve ser de, no mínimo 6 meses. Pode ser usado por toda a sua vida, prevenindo doenças e melhorando a qualidade de vida, com baixo custo de tratamento.


Outra característica muito importante do kefir é que suas bactérias e leveduras consomem a maior parte da lactose (açúcar do leite) durante o processo de fermentação, tornando-o um alimento indicado nos casos de diarréia e uma ótima fonte protéica para pacientes com intolerância à lactose.

Caracteristicas


Tem consistência cremosa e um leve gosto ácido e um aroma moderadamente de levedura fresca e pode conter de 0,08 a 2 % de álcool em sua composição.

Tem aparência de uma massa branca e gelatinosa composta de proteínas, lipídios e mucopolissacarídeo solúvel ( kefiran ).

Grãos fixados em formaldeído e vistos ao microscópio revelam uma estrutura complexa formada por :

* 4,4% de lipídios
* 12,1% de cinzas
* 45,7% de mucopolissacarídeo
* 34,3% de proteínas totais ( 27 % insolúvel , 1,6% solúvel e 5,6% aminoácidos livres )
* vitaminas do complexo B
* vitamina K
* triptofano
* cálcio, fósforo e magnésio

Dentre as bactérias encontradas no kefir, podemos citar :

* Lactococcus lactis subsp. Lactis
* Llactococcus lactis subsp. Cremoris
* Lactococcus lactis subsp. Diacetylactis
* Leuconostoc mesenteroides subsp. Cremoris
* Lactobacillus kefir

E dentre as leveduras , temos :

* Cândida kefir
* Saccharomyces unisporus

Estudos realizados em ratos no Japão revelam ação anti- carcinogênica do kefir ; o kefir foi administrado via oral e os resultados indicam diminuição do tamanho do tumor, induzindo a uma resposta auto imune nos ratos.



A dose diária recomendada é de 1 litro por dia.


Fontes:

Magali Rogge Mugnaini Abrão - Nutricionista

Juliana Barancelli Pansardi - Nutricionista Clínica

Fernanda Di Cunto Coca

Revista Nutrição e Notícias, Ano I – número 1; Editora Camel Ltda. Itaim Bibi
São Paulo S.P; www.nutricaoenoticias.com.br. Páginas 28,29.

Hospital de Clinicas UFPR
www.hc.ufpr.br/hosp/nutricao/curiosidades2_nut.htm

IMeN - Instituto Metabolismo e Nutrição
http://www.nutricaoclinica.com.br/alimentos-funcionais/probioticos/kefir.htm


sexta-feira, 13 de abril de 2007

Substituição de Alimentos Crus por Cozidos

Experiências Significativas -- O efeito da substituição de alimentos crus ou frescos por alimentos cozidos foi muito discutido e levou a grandes grandes divergências e a normas de nutrição bastante extremadas e estritas. Especialmente, causaram notável impressão os ensaios sobre comida cozida de McCarrison e de 0. Stiner, dando lugar a numerosas comprovações.

MacCarrinson alimentou macacos com a sua comida habitual, mas cozida numa panela a vapor. A conseqüência foi uma redução na atividade das glândulas de secreção interna, o aparecimento de úlcera do estômago ou intestino, a inflamação do intestino grosso e, finalmente, a caquexia e a morte. 0. Stiner (do Ministério da Saúde da Suíça) alimentou coelhos nas mesmas condições que o anterior. A conseqüência foi que os animais adoeceram de cárie, inflamação das glândulas salivares, bócio, anemia, escorbuto e alguns deles de câncer do pulmão. Se a estes alimentos cozidos se acrescentassem, para cada animal, dez centímetros cúbicos de leite pasteurizado,
também adoeciam de artrite deformante. Estas e muitas outras experiências parece que vêm demonstrar o efeito tão prejudicial da arte culinária sobre a saúde.

A substituição do consumo de alimentos crus pelo de alimentos cozidos, levou, não obstante e de modo inegável, a uma série de conseqüências prejudiciais. A aplicação do calor destrói, na realidade, não só certas vitaminas, como também os fermentos e
as substâncias aromáticas convenientes para a digestão. E trata-se de componentes da
alimentação dos quais não podemos prescindir para a conservação da saúde.

Fonte: A Cura e a Saúde Pelos Alimentos -- Capítulo 1

Dr. Norman W. Walker

About Dr. Walker

You don't need to relate your health to your age! For more than 100 years, Norman W. Walker, Ph.D., proved through research that well-being and long life can go hand-in-hand. Modern day nutritionists and medical researchers are just now discovering the truths which Dr. Walker has known and, expounded throughout the twentieth century. Dr. Walker himself was living proof that a longer, healthier life may be achieved through proper diet, mental soundness, and intelligent body care. Every year we read about a new fad diet, a "cure-all" drug, a food supplement, or a revolutionary exercise program that will save our lives. The Dr. Walker program is unique in that it doesn't use the promotional words, "miracle, fad, or revolutionary" ....it doesn't need them!

Dr. Walker's contributions to our living longer, healthier lives began before the turn of the century in London, where as a young man he became seriously ill from over-work. Unable to accept the idea of ill health or a sick body, Dr. Walker cured himself. Since that time, he spent the balance of his life searching man's ability to extend life and achieve freedom from disease.

In 1910, Dr. Walker established the Norwalk Laboratory of Nutritional Chemistry and Scientific Research in New York, and thus began his important contributions to a longer, more active form of living. Among his great contributions, was the discovery of the therapeutic, value of fresh vegetable juices, and in 1930 the development of the Triturator Juicer.

We believe Dr. Walker was one of the world's leading nutritionist; his unique contribution are all available to you through his books.


DR. WALKER'S PROGRAM
TO A HEALTHIER MORE VIBRANT LIFE


Raw
vegetable and fruit juices offer all the live enzymes and detoxicating qualities needed to keep our bodies strong, healthy and able to combat the many enemies of contamination and pollution in the world today. Our immune systems are kept at their peak when we consume "raw" vegetable and fruit juices on a daily basis. Vegetable juices are the "builders" of the body, while fruit juices are the "cleansers". Every cell, gland and organ benefits from pure, natural form of nutrition. It is comforting to realize that by drinking raw vegetable and fruit juices every day, our diet is complete in all the vitamins and minerals it needs to remain younger, stronger and healthier.

"Fresh Vegetable and Fruit Juices" by Dr. N. W. Walker was written to better explain and emphasize the procedures and specific benefits of juicing. Raw carrot juice for instance is rich in Vitamins A, B, B, C, D, E, and K. Properly prepared raw carrot juice aids digestion and is valuable in the maintenance of the bone structure that supports our entire body, including the teeth. Even intestinal and liver diseases are sometimes due to the lack of certain vitamins and minerals found in raw carrot juice. Endive juice contains elements essential to the optic systems while the cucumber juice offers the best of diuretic qualities. The list goes on.

It is well worth one's time to study the benefits derived from "fresh raw" juices. Actually, it's worth far more than your time... after all, this is your health and your life. Take control, feel better, look younger, and enjoy your life more completely. You are worth it!

Keep the colon clean. The health of your colon can be an indicator of your health. Laxatives are not healthy and certainly not the proper answer to constipation. Raw vegetable salads, fresh fruits, legumes and unprocessed grains along with plenty of distilled water will keep your colon regular and healthy. "Colonic Irrigations" once or twice a year, along with enemas done at home, offer an optimum way in which to insure a clean and active, healthy intestinal track. Being "regular" is having a bowel movement at least once a day, though often times two or three movements a day is ideal. The elimination of red meat and all processed foods from the diet is equally important. A well cleansed colon in perfect working order is absolutely essential for a long, productive and active life. It is important to note that when the colon is healthy, and not blocked, you are avoiding innumerable ailments. Because the colon is a natural breeding ground for pathogenic bacteria, it is essential that we prevent a toxic condition from developing in the colon. By maintaining a proper and clean environment for the "good bacteria" we avoid the "bad bacteria" which is dangerous and disease producing.

Drink PURE water. The body is dependent on fresh, clean water. The minerals, bacteria, and commercial additives in inorganic water (i.e. tap, spring, well water, etc.) are inorganic and cannot be utilized by the body. The vitamins and minerals within vegetables and fruits and their juices are organic and therefore beneficial to your health. Distilled water is in reality steam that has condensed back into water. Bacteria, parasites (including Cryptosporidium parvum that is so devastating to those in ill health) is destroyed by the distillation process. Some authorities believe that distilled water acts like a "sponge" and assits the body in eliminating toxins, etc. through the body's normal elimination processes. Drink plenty of vegetable and fruit juices and distilled water.

Regular exercise. It keeps our hearts healthy, our blood pressure intact, our respiratory systems strong, and our metabolism balanced. Walking is the best exercise you can do. It can burn calories and tone muscles. In addition to weight control, exercise strengthens the immune system, relieves stress, and because of the release of endorphins, lifts your spirits. Recent medical research has found that during exercise the body releases several different chemicals, some of which have been found to deter cancer. A 30-minute walk every day is truly beneficial to your health. Also, bear in mind that the body needs sufficient rest and sleep to function at its' best.

Control your weight. Weight control is a very real and all to common problem among Americans today. Carrying an excess amount of weight dramatically affects the state of ones overall health. High blood pressure, clogged arteries and fatigue are only a few reasons why maintaining a healthy weight is so imperative. A long and healthy life cannot be achieved when the body is forced to deal with such a myriad of dilemmas. Weight control need not even be an issue if we simply restrict our food consumption to salads composed of raw vegetables and fruits, drink their juices and distilled water. You will feel much healthier and your vitality will increase, when all red meats, fats, commercial sugars and starches are eliminated from the diet.

The elimination of unhealthy products. Some of the most harmful food products consumed today include processed sugars, harmful fats, cow's milk and soft drinks. Because the human body does not tolerate, and in many cases, is damaged from the consumption of such products, one would be wise to consider not ingesting them. This elimination may very well in and of itself, better insure a longer and healthier life. The pancreas, for instance, is both overworked and subject to disturbing reactions when we consume sugar. When the body processes meat it produces a great deal of uric acid. The muscles absorb much of what should be expelled through the eliminative system and what sometimes occurs is the manifestation of various conditions such as rheumatism, neuritis and sciatic. it is self-preserving not to tempt bad health with bad food choices.

Alcohol and tobacco products are carcinogenic, organ damaging and life threatening to all who imbibe. Though these habits remain widespread throughout our world today, few would argue of their obvious dangers to our health and to the negative effect on the very length of life itself. To live longer, healthier and with vitality, we should eliminate all detrimental products from our lives.

Other vital nutrients that play important defense roles in your health include plentiful amounts of Vitamin C, raw onions and garlic. They offer strong immune boosting qualities, act as an excellent cleansing agents, are readily available, and should be taken advantage of on a regular basis. Ideally we would all grow our own food in our own healthy soil. But this of course, is not an option for the majority of our population. What is possible is selecting the best of all foods that you can possibly find.

Last, but not least, is our spiritual and emotional health. Stress, anger, resentment, the need to "get even" are all negative emotions and can play havoc with our physical health. Heart attacks, strokes and nervous disorders are only a few of the conditions associated with such a negative life-style. The opposite of negativism is optimism. Laughter, spiritual strength, the ability to forgive and forget, to deal with our every day problems with an attitude of solving them is essential to keep the glands in our body working together. Our physical health is dependent upon a calm, serene mental attitude.

Self-preservation utilizes wisdom. The knowledge and application of defensive procedures can do much to protect and lengthen our lives. For instance, it is as wise to always wear a seatbelt as it is to avoid preservatives and pollutants whenever possible. Adopting and exchanging unhealthy habits to healthy habits is as easy as eating smaller meals, eating them more frequently, and chewing ones' food for a longer period of time are changes your entire digestive system will thank you for. Utilize your wisdom, it will benefit you greatly in your quest to live a long and vibrant life.







BOOKS

Fresh Vegetables and Fruit Juices
by Dr. Norman W. Walker



In FRESH VEGETABLES AND FRUIT JUICES, R. D. Pope, M.D., writes — "Dr. Walker has, for the first time in history, written a complete guide of the Therapeutic uses of our more common, everyday vegetables when taken in the form of fresh, raw juices. It will be of considerable help to those who wish to derive the utmost benefit from the natural foods which God created for the nourishment of Man." Dr. Walker categorically lists vegetable juices, explains their elements, and in cooperation with Doctor Pope, provides suggestions for effective treatment of special ailments.


Colon Health Key to Vibrant Life
by Dr. Norman W. Walker


In COLON HEALTH Dr. Walker will take this forgotten part of your body and focus your full attention on it — and you'll never again take it for granted! This books shows how every organ, gland and cell in the body is affected by the condition of the large intestine — the colon. COLON HEALTH answers such questions as: Are cathartics and laxatives dangerous? Can colon care prevent heart attack? — Is your eyesight affected by the condition of your colon? — What are the ghastly results of a colostomy?




Water Can Undermine Your Health
by Dr. Norman W. Walker


Dr. Walker sees water pollution as a cause of arthritis, varicose veins, cancer, and even heart attacks — a major problem in virtually every community in the country. His treatment of water pollution is revealing, comprehensive, and scientific. His findings, and his recommendations for corrective action, offer new hope.




Pure and Simple Natural Weight Control
by Dr. Norman W. Walker


In NATURAL WEIGHT CONTROL, Dr. Walker offers "A Diet Like No Other" — based on the body's need for vital, life-giving enzymes found only in nature's pure foods. On enzymes he writes"Enzymes are not things or substances! They are the life-principle in the atoms and molecules of every living cell.

The enzymes in the cells of the human body are exactly like those in vegetation, and the atoms in the human body each have a corresponding affinity for like atoms in vegetation."

Easy Weight Control with NEW FOOD COMBINING PLAN


The Vegetarian Guide to Diet and Salad
by Dr. Norman W. Walker


The pitfalls of overindulgence in certain food elements, especially oil and sugar, have been well documented. Dr. Walker offers in his book DIET & SALAD both a cook book and a nutritional guide that belongs in every homemaker's kitchen. In it he supports current medical research about the harmful effects of milk — "It is generally assumed that cows milk is one of our most perfect foods... Milk is the most mucus forming food in the human dietary, and it is the most insidious cause of colds, flu, bronchial troubles, asthma, hay fever, pneumonia, and sinus trouble... cows milk was never intended for a human infant."




Become Younger
by Dr. Norman W. Walker



BECOME YOUNGER might be called the "cornerstone" of the famous Walker Program. What place has nutrition in the scheme of good health? How can the body and mind be so tuned that "old age" might be defeated? Dr. Walker suggests "When we embark on this program which may change our eating, drinking and living habits, we must have the courage of our convictions based on the knowledge which we can acquire through the principles involved in this program... To "become younger" means to have attained a state of sublime self-reliance and self-sufficiency which no one can take away from us."



The Natural Way To Vibrant Health
by Dr. Norman W. Walker



PROPER NUTRITION IS TANTAMOUNT TO GOOD HEALTH. One man today is walking proof of all this. Dr. Norman W. Walker, a living example of VIBRANT HEALTH, has had the answer since 1910. His information is timeless. The originator of "juice therapy," he made this statement in the preface to one of his books: "The lack or deficiency of certain elements, such as vital organic minerals and salts, and consequently of vitamins, from our customary diet is the primary cause of nearly every sickness and disease." For three quarters of a century MEDICAL EVIDENCE HAS NOT REFUTED HIM.

A Cura e a Saúde Pelos Alimentos - excerto

Nunca poderei esquecer a impressão que me produziu uma experiência maciça realizada num
campo de concentração de prisioneiros de guerra, na Rússia. Quase todos os internados
sofriam de diarréias disentéricas, que se prolongavam, durante dias e noites, deixando-os
inteiramente inúteis para o trabalho. O comandante do campo resolveu, então, transportar em
caminhões todos os prisioneiros para um «koljoz» frutícolo. Os mais enfermos foram deixados
nas matas de arbustos de groselhas negras, ao passo que os que se podiam manter de pé
receberam ordem de colher as primeiras maçãs, que foram comidas abundantemente por todos
os prisioneiros. No fim de alguns dias, todos os doentes estavam curados.

Fonte: A Cura e a Saúde Pelos Alimentos -- Capítulo da autoria do Dr. ERNST SCHNEIDER
quinta-feira, 12 de abril de 2007

Arrefecimento da Terra associado à destruição total das florestas



Mas ele não pensa que o seu trabalho forneça justificação para o abate de árvores. "Uma das principais razões para temer o aquecimento global é a necessidade de proteger os ecossistemas", diz ele. "Destruir as florestas iria confundir o objectivo específico de combater as alterações climáticas com o objectivo mais geral de proteger o ambiente."

Para continuar o seu trabalho, ele e a sua equipa pretendem realizar simulações mais detalhadas. O tipo de floresta tem influência, por exemplo, pois as agulhas escuras dos pinheiros podem ter um impacto maior no aquecimento que as folhas claras dos abetos. Ele também pretende fazer simulações que sigam a desflorestação tropical projectada nos cenários utilizados pelo Painel Intergovernamental sobre Alterações Climáticas.

Wolfgang Cramer, autor de modelos no Potsdam Institute for Climate Impact Research na Alemanha, acrescenta que é necessário mais trabalho de fundo para que se possa compreender de que forma a biosfera interage com o clima. Essa informação pode depois ser inserida nos modelos e talvez produza resultados mais úteis para os governantes e políticos.

Cacau pode proteger contra câncer e derrame, diz estudo


Cacau
O cacau começou a ser consumido pela civilização maia
Um nutriente chamado epicatequina e que está presente no cacau parece reduzir o risco de desenvolvimento de várias doenças que costumam matar, sugerem pesquisadores nos Estados Unidos.

Entre o povo Kuna, do Panamá, que pode beber até 40 copos de suco de cacau por semana, a incidência de derrame, doenças cardíacas, câncer e diabete é inferior a 10%.

Os Kuna parecem ainda ter uma vida mais longa do que outros habitantes do Panamá, e não desenvolvem demência, disse relatório dos cientistas americanos na publicação Chemistry and Industry.

Mas os especialistas destacam que a herança genética e outros fatores ligados ao estilo de vida também desempenham um papel na saúde das pessoas.

O pesquisador Norman Hollenberg, de Harvard, disse que o composto presente no cacau beneficiaria outras populações também, inclusive nos países industrializados, embora admita que podem haver diferenças étnicas.

Ele admite que seus estudos são baseados em observações, então não podem fornecer provas irrefutáveis.

Kuna

Hollenberg investigou os efeitos da epicatequina em centenas de idosos de culturas diferentes, assim como centenas de membros do povo Kuna, nos últimos 15 anos.

"Meu interesse começou com o fato de o povo Kuna não desenvolver pressão alta", explicou.

Há cerca de 70 mil Kunas, metade vive no continente e outra, nas Ilhas San Blas, do Panamá.

"Eu estava procurando os genes protetores mas a causa acabou sendo o meio ambiente, quando eles migraram para o continente com todos os benefícios da vida urbana ocidental, sua pressão sangüínea aumentou com a idade e a hipertensão se tornou muito comum."

E a incidência de morte por doenças cardíacas, derrame, diabete e câncer ocorreu em seguida, de acordo com estudo publicado por Hollenberg no International Journal of Medical Sciences.

Kuna
Os Kunas bebem várias xícaras de cacau por dia

Ele acredita que a bebida local dos Kuna é a chave para isso, e que sua descoberta é tão significativa que a epicatequina deveria ser considerada essencial em uma dieta alimentar e, portanto, classificada como uma vitamina.

"Vitamina essencial"

No momento, a ciência não vê a epicatequina como um composto com papel essencial, mas há muitas evidências que sugerem que ela pode ter um efeito de proteção do organismo.

A epicatequina pertence ao grupo dos flavonóides, e pode ser encontrada também em chás, vinho, chocolate e algumas frutas e legumes.

Um de seus efeitos, acredita-se, seria a elevação dos níveis de óxido nítrico no sangue, que ajuda a relaxar os vasos sangüíneos e melhora a circulação.

E suas propriedades antioxidantes podem explicar como ele pode impedir o câncer.

O nutricionista Daniel Fabricant, vice-presidente de questões científicas da Associação de Produtos Naturais, disse que a ligação entre alto consumo de epicatequina e a redução do risco de doenças letais deve ser mais investigada.

"Pode ser que essas doenças sejam resultado de uma deficiência de epicatequina", sugeriu.

Cacau

A planta do cacau foi cultivada pela primeira vez no período 250-900 da era Cristã, pela civilização maia no que são hoje o México e países vizinhos na América Central.

Os maias ofereciam as sementes para os seus deuses, usavam-nas como moeda e com fins medicinais, para combater a fadiga e problemas no aparelho digestivo.

Flavonóides como a epicatequina são removidos do cacau comercial porque tendem a apresentar um gosto amargo.

Especialistas também questionam se seria recomendável a uma pessoa consumir quantidades suficientemente abundantes de alimentos que contém epicatequina, como vinho e chocolate.

Hollenberg, que é consultor científico de vários laboratórios farmacêuticos e recebeu apoio financeiro para a sua pesquisa da companhia que produz barras de chocolate e doces M&M/Mars, acredita que há possibilidade de empresas da área de nutrição desenvolverem suplementos de epicatequina, na forma de barras de chocolate.

Ellen Mason, da Fundação do Coração da Grã-Bretanha disse que acha esta "uma observação interessante de uma cultura única", mas disse que a organização "não recomenda que as pessoas na Grã-Bretanha comecem a beber chocolate líquido em grandes quantidades para proteger o coração".

Fonte: BBC Brasil



Diabete ameaça vida de índios, alertam cientistas

Barriga
Índios tendem a armazenar mais gordura do que 'brancos'
A diabete ameaça a sobrevivência de povos indígenas ao redor do mundo se continuar aumentando no ritmo atual, alertaram especialistas do Instituto Internacional do Diabetes que participam de uma conferência sobre a doença em Melbourne, na Austrália.

"Sem uma ação urgente, existe certamente um risco real de um grande extermínio de comunidades indígenas, se não a total extinção, neste século", afirmou o professor Paul Zimmet, do Instituto Internacional do Diabetes.

Segundo os cientistas, hábitos ocidentais como o sedentarismo e dietas cheias de açúcar e gordura tem provocado um aumento da obesidade e da diabete do tipo 2 entre populações indígenas da Ásia, na região do Pacífico e nas Américas.

Os especialistas reunidos na Austrália pretendem elaborar um conjunto de medidas a ser apresentado à Organização das Nações Unidas (ONU), como parte dos esforços para controlar a epidemia, que Zimmet define como "a maior da história mundial".

Com 8 milhões de casos registrados a cada ano, a previsão é de que o número de diabéticos chegue a 250 milhões até 2050.

A diabete tipo 2, que geralmente se desenvolve em adultos, pode causar derrames, doenças do rim e aumentar o risco de problemas cardíacos.

Brasil

A diabete também começa a preocupar entidades ligadas à saúde indígena no Brasil. O coordenador do projeto Xingu da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), Douglas Rodrigues, fez recentemente um trabalho em que destacava justamente o aumento da incidência de doenças "modernas" entre os índios do Xingu.

Em entrevista ao site da ONG Instituto Socio Ambiental (ISA), Rodrigues disse que o problema, que atinge os índios dos Estados Unidos desde a década de 1960, é atualmente uma "ameaça importante" nas aldeias do Xingu.

No entanto, Rodrigues destaca na entrevista que, no caso do Brasil, a obesidade e a diabete convivem com a desnutrição, especialmente infantil. Entre as doenças "modernas", ele também destaca a hipertensão e as doenças sexualmente transmissíveis.

Em Nauru, ilha do Pacífico com 10 mil pessoas, a diabete tipo 2 já afeta metade da população adulta.

O avanço da doença entre os grupos aborígenes do Pacífico é considerado rápido, especialmente levando-se em consideração que até a Segunda Guerra Mundial a doença era desconhecida no Pacífico.

"A rápida transição cultural ao longo de uma a duas gerações de muitas comunidades indígenas para uma dieta ocidental e estilo de vida sedentário levou a diabete a substituir doenças infecciosas como a ameaça número 1 à sua sobrevivência", disse o especialista em diabete Stewart Harris.

A incidência de diabete também é alta ente os índios dos Estados Unidos. Entre os Sioux e Prima, a taxa é de 45%. Na Austrália, a incidência no grupo Torres Strait Islanders, que vive no norte do país, é de 30%.

O professor Martin Silink, diretor da Fundação Internacional de Diabete, disse que povos indígenas são mais suscetíveis ao desenvolvimento do tipo 2 de diabete por causa da sua constituição genética.

Segundo os especialistas, populações que não têm acesso constante a alimentos tendem a armazenar mais gordura para períodos de escassez.

Fonte BBC Brasil



Brasil precisará de 'décadas' para se adaptar a aquecimento, diz secretário


Amazônia ao anoitecer
Segundo o texto original, 25% da Amazônia pode sumir até 2080
O secretário interino de Qualidade Ambiental do Ministério do Meio Ambiente, Ruy de Góes, diz que a adaptação do Brasil aos efeitos do aquecimento global vai levar décadas de trabalho e terá que ser incorporada ao planejamento de todas instâncias de governo daqui para a frente.

"Temos que ter um enorme sentido de urgência, atuar com a maior rapidez possível nas medidas de mitigação, mas ao mesmo tempo a adaptação é uma tarefa para esta e para as próximas gerações. É isso o que tem que mudar na cabeça dos governantes em geral", afirmou em entrevista à BBC Brasil.

Na linguagem do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês), que divulgou na sexta-feira passada seu segundo relatório sobre os efeitos da mudança climática, adaptação são as medidas que a sociedade terá que tomar para que os seres humanos consigam conviver com as mudanças.

E mitigação são as medidas que serão tomadas nos próximos anos para reduzir a emissão de gases que causam o aquecimento global.

Góes diz que os dados sobre o risco de desaparecimento da Amazônia já eram conhecidos do governo brasileiro, que tem uma proposta em estudo pelos outros países para ser compensado para combater o desmatamento.

Leia abaixo a entrevista com o secretário:

BBC Brasil - Uma das conclusões dos estudos é que de 10% a 25% da Amazônia pode desaparecer até 2080. Foi uma surpresa ou já era esperado?

Ruy de Góes - Não chegou a ser uma surpresa. Nós já estamos acompanhando os estudos e temos também nossos próprios estudos, que já apontavam dados bastante preocupantes sobre a Amazônia, a fragilidade dos ecossistemas brasileiros devido às mudanças climáticas. Mas é claro que as previsões vão se refinando ao longo do tempo. O relatório brasileiro não quantificava, mas já mostrava os riscos de "savanização" de parte da floresta. E é preciso ressaltar que quando se fala que a Amazônia vai virar cerrado é uma interpretração errônea, porque o cerrado é um ecossistema muito rico e o que haverá é uma savanização com uma vegetação empobrecida.

BBC Brasil - Houve muitas críticas ao resumo político do relatório divulgado na semana passada, que teria sido suavizado, inclusive na parte referente à destruição da Amazônia. Qual é a avaliação do Ministério do Meio Ambiente?

Góes - Este relatório é sujeito a consenso. E qualquer discussão que envolva consenso acaba sendo suavizada. Mas isso não diminui a gravidade do problema. Os dados são públicos, os relatórios estão disponíveis na internet, a imprensa divulgou os dados. Não me preocupa tanto o fato de ter sido suavizado. Estes dados estão colocados na mesa.

BBC Brasil - Isso não pode ser usado como desculpa pelos países que não estão tão interessados em agir, alegando que a conclusão "não é assim tão grave, não diz que a Amazônia vai acabar"?

Góes - Alguns países são excessivamente cautelosos em relação ao fenômeno. Como os Estados Unidos, que se recusam a assinar o Protocolo de Kyoto. E o que é mais preocupante é que ações os países vão tomar a partir de agora. O relatório aponta para a extrema urgência e necessidade de tomar medidas muito mais radicais do que as preconizadas no Protoloco de Kyoto. O que saiu mostra a gravidade do problema suficientemente. O relatório é bom.

BBC Brasil - Algumas regiões do planeta vão ficar mais férteis com o aquecimento. O Brasil perde mais ou ganha mais com a elevação da temperatura?

Góes - Perde mais. Porque, nas regiões mais úmidas (região Sudeste), as precipitações tendem a aumentar. No semi-árido, a tendência é desertificação. Aumentam as disparidades regionais. Pode aumentar a produtividade da soja em algumas regiões. Mas o mundo como um todo perde. O efeito nos países pobres é maior do que nos países ricos.

BBC Brasil - A ministra Marina Silva fez na reunião de Nairóbi, em novembro, uma proposta de compensação pela preservação da Amazônia. Como está esta proposta?

Góes - A proposta foi bem recebida. Houve uma reunião em março na Austrália para discutir as propostas. Estamos bem otimistas em relação aos resultados. A proposta prevê que os países que evitarem o desmatamento serão compensados por isso, já que os custos de evitar o desmatamento são muito altos.

BBC Brasil - Neste relatório, não houve análises sobre os riscos para a saúde das pessoas no Brasil decorrentes das mudanças climáticas, por causa da falta de dados. Isso não dificulta a elaboração de políticas para reduzir esses efeitos?

Góes - Dificulta. E isso não é só o Brasil. Os países mais pobres têm uma enorme carência de dados. Temos que identificar as lacunas de informação para cruzar com as vulnerabilidades e, a partir de agora, construir uma base de dados para olhar nas próximas décadas. É um banco de dados que só tem sentido em um horizonte de tempo de décadas. É este horizonte que a gente tem que se acostumar a trabalhar.

Temos que ter um enorme sentido de urgência, atuar com a maior rapidez possível nas medidas de mitigação, mas ao mesmo tempo a adaptação é uma tarefa para esta e para as próximas gerações. É isso o que tem que mudar na cabeça dos governantes em geral. Do Brasil e dos outros países, Estados e municípios. Vamos ter que passar a incorporar isso nos mecanismos de planejamento.

BBC Brasil - E no caso do Brasil, onde os governantes têm dificuldade em planejar além do próprio governo, isso é difícil, não?

Góes - Para todos nós é difícil. Para nós, enquanto pessoas, é difícil pensar em um mundo que está em mutação. A gente está acostumado a ter planejamento para quatro anos. E isso não é só o Brasil. Os governos de um modo geral têm a prática de olhar os próximos quatro anos e enfatizar pouco o planejamento de longo prazo.

BBC Brasil - E o governo brasileiro está preparado para isso?

Góes - Acho que este ano é o ano da virada. É o ano em que as mudanças climáticas podem ocupar um lugar na agenda que não ocupavam antes. O ano em que se muda o grau de prioridade que se dá a isso. Até mesmo no Ministério do Meio Ambiente a partir deste ano houve um grau de prioridade para mudanças climáticas que não tinha antes. O grau de prioridade aumentou.


Fonte BBC Brasil

Raposas do Árctico foram deixadas para trás pelo aquecimento global

Ao contrário da opinião popular, nem todos os animais que apreciam o frio podem simplesmente recuar para norte em resposta ao aquecimento global. Um novo estudo, agora dado a conhecer, revela que para as ameaçadas populações de raposas do Árctico não há uma escapatória assim tão fácil.

Os cientistas que investigam o destino das raposas do Árctico do norte europeu durante a última idade do gelo dizem que estes animais devem ter morrido por se encontrarem isolados pela rápida subida da temperatura.

Dado que as raposas do Árctico são animais altamente móveis, as descobertas não parecem indicar nada de bom para outros organismos mais lentos e mais sensíveis ao aquecimento global, alertam os investigadores suecos. "O que os nossos resultados mostram é que as espécies árcticas não recuam para perto dos pólos, apenas desaparecem", explica o zoólogo Love Dalén, da Universidade de Estocolmo.

Uma equipa liderada por Dalén e por Anders Götherström da Universidade de Uppsala comparou o DNA de raposas do Árctico da zona da Escandinávia com amostras genéticas de animais que viveram a sul, há cerca de 20 mil anos, no final da última idade do gelo.

Se as raposas pré-históricas se tivessem retirado para norte com a subida das temperaturas, o seu DNA devia estar presente nas populações actuais do norte da Escandinávia, refere a equipa, mas a análise genética dos ossos fósseis recolhidos na Alemanha, Bélgica e Rússia ocidental não indica nenhuma ligação ancestral com os animais actuais.

Os investigadores descobriram, pelo contrário, que as populações suecas e norueguesas descendem de raposas que se deslocaram milhares de quilómetros para oeste desde o leste da Sibéria, enquanto o gelo derretia.

"As raposas do Árctico das latitudes médias europeias extinguiram-se", conclui a equipa na mais recente edição da revista Proceedings of the National Academy of Sciences. "Os seus genes não contribuíram nada para as populações actuais."

Pistas para o desaparecimento destes animais podem vir da forma como as raposas do Árctico escandinavas estão a responder à actual alteração climática, diz Dalén. "O que observamos é que as populações estão a diminuir mas não se estão a deslocar para lado nenhum."

As deslocações são geralmente conduzidas por densidades populacionais elevadas para o território mas actualmente o efectivo populacional está na realidade a diminuir devido aos impactos do clima. "Numa população a diminuir, o que deve ter sido o caso no final da idade do gelo, deveria haver abundância de territórios."

Assim, em vez de se deslocar para latitudes mais a norte, as raposas do Árctico ganharam altitude, sugere Dalén, deslocando-se para zonas mais elevadas como os Alpes. Mas o golpe de misericórdia pode ter sido a chegada das raposas vermelhas, com as condições climáticas mais amenas.

"As raposas vermelhas, que têm o dobro do tamanho, podiam, de repente, sobreviver nestas zonas e venceram as do Árctico", explica Dalén. "As raposas vermelhas devem ter chegado e tomado conta das zonas mais baixas, logo as raposas do Árctico ficaram encalhadas."

A história pode estar agora a repetir-se. A deslocação para norte, em direcção às regiões polares, das raposas vermelhas, tanto na Europa como na América do norte, está a ser associada ao desaparecimento de espécies árcticas em algumas regiões.

Os conservacionistas dizem que a raposa do Árctico escandinava, da qual restam menos de 200 indivíduos, enfrenta agora uma séria ameaça de extinção, pelo que o abate de raposas vermelhas já começou em certas zonas do seu território.

A equipa responsável pelo estudo considera as suas descobertas com implicações importantes na compreensão da forma como as espécies reagem e adaptam às alterações climáticas, sugerindo que muitos animais podem ser mais vulneráveis ao aquecimento global do que antes se pensava.

"As espécies árcticas podem ser incapazes de acompanhar a alteração dos habitats com a subida da temperatura", escrevem eles, "o que pode resultar em perdas de variabilidade genética com o desaparecimento de populações locais."

Dalén considera que estudos semelhantes são urgentes, pois a capacidade das espécies em acompanhar as alterações devidas ao clima nos habitats não é considerada quando se faz uma previsão da forma como o organismo pode responder ao aquecimento futuro. "Pessoalmente, suspeito que a maioria das espécies árcticas se comportará como a raposa do Árctico, ficaria muito surpreso se, por exemplo, os ursos polares se comportassem de forma diferente."

Saber mais:

Proceedings of the National Academy of Sciences

Department of Evolutionary Biology, Stockholm University