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domingo, 22 de abril de 2007

Antinutrientes, estudos e não só...

Quando nos referimos a estudos devemos analisar os mesmos - não basta usar as conclusões de um estudo para que isso se torne verdade. A ciência está sempre a contradizer-se e é incrível como continuamos a basear-nos em estudos com ratos para justificar o que será adequado para os humanos.

O interessante destes estudos é que se usam doses maciças do mesmo alimento para provar a sua toxicidade quando na realidade sabemos que qualquer coisa em excesso pode fazer mal.

Eu acredito que se tivermos uma alimentação diversificada sem excessos não vamos ter problemas com antinutrientes (fitatos, etc) e não estou a ver ninguém a comer espinafres todos os dias da semana.

A mesma pergunta surgiu no outro dia em relação aos cogumelos - fui ver o estudo e os ratinhos tinham comido praticamente só cogumelos durante quase 2 anos - ora isso dá direito a doença, sem duvida.

Eu gosto de funcionar no meio termo que é ler sobre os estudos científicos mas também ver a realidade de pessoas que se alimentam de uma forma que considero mais saudável. No fundo tudo isto tem a ver com a velha questão - os médicos alopatas recomendam, por exemplo o leite de vaca, a carne, etc, mas todos sabemos que o leite e a carne são aquilo que são e nos países onde se consomem mais esses alimentos é onde há mais doenças crónicas.

Na realidade quase todos os vegetais ou frutas tem um ou outro antinutriente - o importante é comermos esses alimentos sem ser em excesso.

Outra questão referida que gostaria de realçar é a questão de a maioria dos antinutrientes e também agrotóxicos se encontrarem nas fibras - fibras essas que não conseguimos absorver quando os alimentos são crus. Se os cozermos vamos então soltar esses elementos e absorvê-los.


Entendo todo o processo psicológico associado à alimentação como complexo. Basta olharmos para o primeiro contacto que temos quando nascemos - esse contacto instintivo que nos leva a procurar o seio materno para nos alimentarmos.
Esse instinto primário é das coisas mais interessantes que existe e acredito que se deixássemos os nossos filhos escolher os seus próprios alimentos ficariam bem surpresos(as) com a sua escolha.
Mas o problema vem do medo da má nutrição e depois cá vamos nós engordar as crianças com receio que não tenham o suficiente.

Por favor não vejam nas minhas palavras qualquer tipo de critica ous acusação - acredito que cada mãe ou pai faz o que está ao seu alcance e o melhor para os seus filhos. Só que a pressão da sociedade e os dogmas existentes fazem com que nem sempre façamos as escolhas mais naturais.

Uma sociedade artificial não nos pode ensinar nada sobre a natureza da vida mas sim sobre a artificialidade da mesma - temos a escolha de um caminho ou do outro mas também podemos criar o nosso caminho mesmo sem entrar em extremos.

Felizmente a consciência da humanidade está crescendo e cada vez mais temas como alimentação saudável e ecologia são incorporados no ensino, cada vez mais se fala em agricultura orgânica/biológica e em permacultura. Cada vez mais médicos e outro pessoal de saúde se interessam pela alimentação natural e viva.

Estamos fartos de sofrer por falta de saúde e essa falta de saúde vem dos alimentos "mortos" que comemos.

Se entendêssemos mais um pouco a física quântica poderíamos ver que na realidade tudo é energia e aquilo que chamamos de nutrientes não passam de vibrações que se realizam e que de certa forma parecem manifestações físicas quando na realidade não o são.

O caso do espinafre - se medirmos a sua energia quando cru poderemos ver fótons de luz a sair das suas folhas. Se em seguida o cozermos veremos que essa energia diminui - isto não é nada de esotérico pois pode-se medir esses níveis de energia.

Na realidade alimenta-mo-nos dessa energia muito mais do que dos nutrientes de que tanto falamos.

Os alimentos mais densos como as proteínas completas da carne, por exemplo, estão numa vibração que se distancia da vibração primária que dá vida a tudo aquilo que existe.

Se olharmos para a clorofila talvez possamos entender melhor a nossa essência e o nosso nível de vibração e por conseguinte os alimentos mais adequados. A clorofila é atomicamente idêntica à nossa hemoglobina e tem vindo a ser usada como tratamento das mais variadas doenças crónicas.

A clorofila existe nas verduras (como o espinafre, etc) e também nas algas - com o suco de certas ervas (ex. capim de trigo) poderemos encontrar quase todos os nutrientes necessários para sobrevivermos.

Dai a importância de simplificarmos a nossa vida e nos aproximarmos mais da fonte mais pura de vida.

Independentemente de crenças e religiões, somos seres energéticos com vibrações características - a física quântica começa agora a explicar isso. Devemos então estar atentos e abrir-mo-nos a outras possibilidades e buscarmos a energia mais correcta aquela que tem a ver connosco.

Dai a importância da atenção ao que comemos.

Segundo Tony Samara:

"O nosso corpo possui uma inteligência inerente que pode nos ajudar
a compreender o que é benéfico para o nosso bem estar. No entanto, raramente damos ouvidos a essa inteligência e, na maior parte das vezes são as nossas mentes e factores externos que ditam o que havemos de comer.
Comer não é apenas um acto físico, é um processo completo de enriquecimento e prática espiritual".

Na realidade o nosso corpo é um templo que precisa de ser mantido limpo e nutrido com o que há de melhor e isso só pode vir da natureza no seu estado mais puro.

Os alimentos crus estão carregados de energia do sol, são cheios de energia vital e de todos os nutrientes que necessitamos para vibrarmos também na melhor energia.

As nossas células também se abrem a essa energia pois elas sabem reconhecer imediatamente o que é puro e que serve para o seu crescimento.

Na realidade a "máquina perfeita" que é o nosso organismo sabe destingir imediatamente o que é saudável ou não através dos sentidos - começamos a salivar quase sempre que cheiramos determinado tipo de alimentos. Se fosse feita uma análise nesse momento à saliva poderíamos verificar que o corpo se está a preparar para o que vem a seguir. Logo em seguida, e no caso de serem alimentos cozinhados, veremos como o sistema imunológico dispara preparando-se para um invasão - chama-se a isso leucocitose e é nem mais nem menos que a preparação do exército do organismo (glóbulos brancos) para se defender de um ataque exterior.

Nada disso acontece quando comemos alimentos crus orgânicos/biológicos pois o corpo recebe-os como "amigos" e não como ameaça.

Uma das reacções do corpo é também a tentativa de baixar a acidez provocada pela ingestão desses alimentos.

Na realidade a maior parte dos casos de esofagite de refluxo (hérnia do hiato) se poderiam evitar se nos alimentássemos com alimentos crus (eu tenho mais de 20 anos de experiência e sofrimento que só resolvi com esta alimentação).

O engraçado é que o meu corpo reaje imediatamente quando consumo as chamadas proteínas completas, aumentando o ácido clorídrico no estômago e ai surge a azia - não preciso de um laboratório para fazer as minhas experiências - tenho um portátil e bastante eficiente...rsrsrs

1 comentários:

Andrea disse...

Achei muito enriquecedor todo seu texto, (luis),
concordo totalmente que, por sermos feitos e mantidos por uma "matéria viva", que é o nosso organismo, realmente devemos dar preferência à esses alimentos cuja energia e essência correspondem diretamente a nossa força vital, agregando cada vez mais fontes naturais a nossa dieta.

andreaprock@hotmail.com