Qr Code do blog

Qr Code do blog
Qr Code do blog

Rss

Contacto

Search/ Busca

Carregando...

Blog Archive

Followers

Follow by Email

Add me on Facebook

NutriViva Tv



Total de visualizações de página

sexta-feira, 22 de agosto de 2008

Alimentação rica frutas e verduras pode prevenir artrite no joelho

Pessoas que têm uma dieta com diversos alimentos que contêm antioxidantes, como a vitamina C, podem se proteger de mudanças ósseas associadas à artrite no joelho, segundo um estudo da Universidade Monash, na Austrália.

Foram pesquisados 293 homens de meia-idade, saudáveis e livres do problema, que responderam questionários sobre sua alimentação. Após dez anos, os pesquisadores examinaram o tecido do joelho através de ressonância magnética, e observaram que um alto consumo de frutas ricas em vitamina C estava relacionada com um menor risco de certas mudanças ósseas que contribuem para a artrite.

Além disso, certos carotenóides, como luteína e zeaxantina, encontrados em vegetais verdes como o brócolis, estavam ligados a menor risco de defeitos na cartilagem do joelho.

Dieta com baixa carga glicêmica melhora os sintomas da acne

Um estudo da Universidade RMIT, na Austrália, sugere que uma alimentação que contém baixa carga glicêmica pode ser benéfica, não apenas melhorando a sensibilidade à insulina, mas também “limpando” a acne.

Alimentos como pão e batata produzem alta carga glicêmica, ou altos níveis de glicose no sangue, que, segundo estudos anteriores, estão envolvidos na patogenia da acne. Ao contrário, cereais com muita fibra e feijões criam mudanças mais graduais, sendo considerado como tendo um baixo índice glicêmico.

A pesquisa australiana analisou 43 homens entre 15 e 25 anos que, em 12 semanas, passaram pela dieta de baixa carga glicêmica ou normal. E a dieta com baixa carga foi associada a uma redução significativa da acne total, além de reduções no peso corporal e um maior aumento na sensibilidade à insulina.

Estudo comprova que, mesmo tardia, a mudança de hábitos traz muitos benefícios à saúde para quem já

Estudo comprova que, mesmo tardia, a mudança de hábitos traz muitos benefícios à saúde

Se você tem mais de 60 anos, é sedentário, fumou a vida toda e sempre se alimentou mal, pode achar que não adianta mais se render aos constantes apelos para adotar um estilo de vida saudável. Pois reveja seus conceitos: especialistas ouvidos pela Folha garantem que vale a pena, sim, fazer mudanças no estilo de vida, mesmo para quem já está na maturidade.

Sempre quis aprender música ou falar outro idioma, mas acha que é tarde demais? Mais mitos a serem derrubados. Com interesse e motivação, é possível aprender em qualquer idade, afirmam os professores entrevistados.
"As pessoas trabalham a vida toda e muitas vezes deixam os sonhos de lado. A maturidade pode ser um bom momento para começar. Construir hábitos saudáveis nos faz envelhecer com mais autonomia, e aprender coisas novas protege a plasticidade do cérebro", diz o geriatra Francisco de Brito, coordenador do Centro de Envelhecimento Saudável do Hospital Alemão Oswaldo Cruz e pesquisador do Centro de Estudos do Envelhecimento da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo).
Um estudo publicado no "American Journal of Medicine" comprova que, de fato, a mudança de hábitos traz muitos benefícios à saúde mesmo para quem não está no auge da juventude. Os pesquisadores, da Universidade da Carolina do Sul (EUA), acompanharam por quatro anos 15.792 pessoas entre 45 e 64 anos.
O objetivo era descobrir se os benefícios de ter um estilo de vida saudável valiam também para pessoas que começam a adotá-lo tardiamente. O resultado foi animador: mesmo para quem fez mudanças recentes, consumir cinco porções diárias de frutas e vegetais, exercitar-se por pelo menos duas horas e meia por semana, manter um peso adequado e não fumar podem diminuir o risco de problemas cardíacos em 35% e o risco de morte em 40% em comparação com pessoas com estilos de vida menos saudáveis. Chamado pelos estudiosos de efeito "turning back the clock" (algo como "revertendo o relógio"), o benefício ocorreu mesmo com alterações modestas, mas foi proporcional à quantidade de hábitos saudáveis adotados.
Para incorporar de fato esses hábitos ao estilo de vida, os especialistas são unânimes: é preciso fazer algo de que se gosta. De nada adianta se matricular nas aulas de inglês ou piano se elas se tornam um sofrimento. "A vontade é condição indispensável. Não adianta prescrever coisas benéficas se a pessoa não gosta. Quem não é fã de atividades físicas programadas pode se tornar mais ativo nas tarefas da vida diária, como passar roupa ou subir escadas. Para um envelhecimento bem-sucedido, preservar a saúde mental e as relações é tão importante quanto cuidar da saúde física", afirma Brit

Consumo de frutas e verduras reduz em 30% risco de morte por câncer

O consumo elevado e diário de frutas e verduras reduz em 30% o risco de morte por câncer, doenças cardiovasculares e obesidade, segundo um estudo do Instituto Catalão de Oncologia (ICO).

A pesquisa, publicada na revista "The American Journal of Clinical Nutrition", foi realizada entre mais de 41 mil pessoas (15.610 homens e 25.748 mulheres), em diferentes cidades da Espanha, ao longo de dez anos.

Durante uma década, os pesquisadores observaram os hábitos de consumo dos participantes do estudo, com idades entre 30 e 69 anos e residentes nas cidades espanholas de Astúrias, Guipúzcoa, Navarra, Granada e Murcia.

Os resultados do estudo determinam que há uma relação direta entre o maior consumo de vegetais e frutas e a menor mortalidade. As pessoas que consomem mais frutas e verduras têm menos risco de morrer de câncer, patologias cardiovasculares, complicações respiratórias e diabetes.

Metade dos participantes ingeria uma média de 224,2 gramas de verdura (um prato de verdura ou de salada) e 275,8 gramas de fruta (duas ou três) por dia. Durante a pesquisa, 25% duplicavam estes números e os outros 25% não chegavam à metade da média.

Após cruzar os resultados em função da idade, do sexo, dos estilos de vida e da alimentação, os pesquisadores encontraram uma relação direta entre o maior consumo de vegetais e uma menor mortalidade.

Antonio Agudo, o médico responsável do estudo, afirma que "consumir mais de uma fruta diariamente, e mais de um prato de verdura, reduz a mortalidade em 30%".

Segundo o estudo, as hortaliças que proporcionam mais benefícios são as que têm sementes, como o tomate, o pepino ou o pimentão.

Agudo reconhece que "estes efeitos já eram mais ou menos conhecidos". Segundo ele, "neste caso trata-se de um estudo com muita gente e que leva em conta os diferentes grupos de verduras e frutas".

Com o estudo, pode-se concluir que nas regiões do sul da Espanha são consumidas mais frutas e verduras do que no norte. O mesmo pode ser concluído quando os idosos são comparados com os jovens.

"Por outro lado a média espanhola de consumo destes alimentos supera a de países do norte da Europa", declarou.

Para ele, caso uma pessoa ache difícil consumir um mínimo de 500 gramas diários, é recomendável ingerir pelo menos um prato com vegetais e uma fruta por dia.

"Isso é fundamental", diz o médico, acrescentando que isso pode ser conseguido mesmo se alimentando fora de casa.

Outro pesquisador que participou do estudo, Carlos González, pediu a realização de "campanhas para incentivar uma dieta saudável, num momento em que vem se reduzindo o consumo da dieta mediterrânea tradicional".

"É preciso conscientizar a população sobre a necessidade de comer bem, fazer exercício e reduzir a obesidade, que é um fator de risco para o câncer, da mesma maneira que foi feito com o tabaco", disse González.

"Uma pessoa pode comer cinco porções de frutas e de verduras, mas se ela continua consumindo meio pacote de cigarros por dia, a dieta não adiantará nada", afirmou Antonio Agudo.

Segundo ele, um fumante deve primeiro largar o tabaco e depois preocupar-se em mudar os hábitos alimentares.

A equipe de Carlos González no ICO apresentou outro trabalho, publicado no "International Journal of Cancer". Segundo o estudo, a fibra encontrada em cereais previne o câncer gástrico.

Essa pesquisa durou quase sete anos, e analisou a associação entre essa dieta e o câncer, contando com a participação de 435 mil pessoas, provenientes de dez países europeus, com idades entre 25 e 70 anos.

Os pesquisadores detectaram que quem consome uma elevada quantidade de fibras dos cereais tem 30% menos riscos que o resto da população de desenvolver este tipo de câncer.

Sinais na pele podem indicar envelhecimento mais lento, diz estudo

O número de sinais e pintas na pele pode oferecer uma indicação da velocidade com que o corpo envelhece, segundo uma pesquisa britânica.

Cientistas do King's College de Londres compararam o DNA com o número de sinais na pele em um estudo com 1,8 mil gêmeos.

Os pesquisadores descobriram que quanto maior o número de pintas ou sinais na pele de uma pessoa, maior a probabilidade do DNA daquela pessoa ter propriedades para lutar contra o envelhecimento.

O estudo, publicado na revista especializada Cancer Epidemiology Biomarkers and Prevention, contrasta com a ligação entre o grande número de sinais e o alto risco de câncer de pele.

Sinais na pele aparecem durante a infância e desaparecem a partir da meia idade.

Média

Quando presentes em grande números, os sinais podem aumentar o risco de melanoma, um tipo de câncer de pele.

Os sinais e pintas na pele variam muito em número e tamanho entre as pessoas.

O número médio de sinais nas pessoas com pele branca é de 30, mas algumas pessoas podem ter até 400.

A razão para tais diferenças entre as pessoas é desconhecida, assim como a função dos sinais.

Como os sinais desaparecem com a idade, cientistas examinaram a relação entre o número de sinais e o comprimento dos telômeros das células, que é um bom indicador da taxa de envelhecimento em órgãos como coração, músculos, ossos e artérias.

Telômeros, que ficam mais curtos à medida que envelhecemos, são pacotes de DNA encontrados no fim do cromossomo em todas as células e cuidam da proteção, replicação e estabilização das pontas dos cromossomos.

Eles foram comparados às pontas de plástico em cordões de sapatos, pois evitam que as pontas dos cromossomos desfiem ou grudem umas nas outras.

Quantidade

No estudo, os pesquisadores descobriram que aqueles que tinham mais de 100 sinais na pele tinham telômeros mais longos do que aqueles com menos de 25.

A diferença entre os dois grupos foi equivalente a seis ou sete anos de envelhecimento.

"Os resultados deste estudo são muito animadores, pois mostram, pela primeira vez, que pessoas com muitos sinais na pele, que têm um risco um pouco maior de melanoma, podem, por outro lado, ter o benefício de uma taxa baixa de envelhecimento", disse Veronique Bataille, chefe da pesquisa.

"Isto pode implicar na suscetibilidade a menos doenças relacionadas ao envelhecimento, como problemas do coração ou osteoporose, por exemplo. Mas mais estudos são necessários para confirmar estas descobertas", afirmou Bataille.

"Esta é uma descoberta intrigante e merece mais investigações, mas também é importante que as pessoas saibam que ter um grande número de sinais na pele pode aumentar o risco de câncer de pele", disse Kat Arney, médica da organização de caridade britânica Cancer Research UK.

Prática da ioga eleva níveis de neurotransmissor que controla ansiedade

Todo praticante de ioga conhece muito bem os efeitos tranqüilizantes dessa prática milenar. Agora é a vez de a ciência reconhecer que, de fato, a técnica indiana promove os mesmos efeitos que a drogas usadas no tratamento dos distúrbios de ansiedade.

Pesquisadores da Faculdade de Medicina da Universidade de Boston e do Hospital McLean descobriram que a ioga é capaz de aumentar os níveis do ácido gama-aminobutírico, mais conhecido como GABA, um neurotransmissor inibitório abundante no cérebro. Publicados no Journal of Alternative and Complementary Medicine, os resultados do estudo sugerem que a prática da ioga deve ser mais estudada como um possível tratamento para os distúrbios da ansiedade e outras condições associadas a baixos níveis de GABA, como a depressão.

Usando ressonância magnética funcional, os pesquisadores compararam oito voluntários que praticaram uma hora de ioga com 11 pessoas que leram durante o mesmo período. Os resultados mostraram aumento de 27% nos níveis de GABA depois da sessão de ioga e nenhuma alteração nos indivíduos do grupo de leitura. “Esse estudo contribui para a compreensão de como o sistema gabaérgico é afetado por uma intervenção comportamental e nos ajudará a desenvolver tratamentos para condições associadas a baixos níveis desse neurotransmissor”, diz o psiquiatra Domenic Ciraulo, um dos autores do artigo. Segundo ele, uma das principais vantagens seria a ausência de efeitos adversos geralmente associados aos medicamentos ansiolíticos, entre eles a dependência.

Pimenta tem ação bactericida e ainda ajuda a reduzir o apetite

Bactericida, anti-oxidante, expectorante, descongestionante, ajuda no combate de reumatismos articulares e ainda age no sistema nervoso ao liberar noradrenalina e adrenalina, que diminuem o apetite para as refeições seguintes. Você sabia que a pimenta é capaz de tudo isso? (a pimenta é um dos alimentos termogênicos, saiba como eles afetam sua dieta).

Pois usada com moderação, ela é um ótimo tempero tanto para quem quer perder peso quanto para atletas e interessados em aumentar sua qualidade de vida. Mas atenção: As mais picantes são prejudiciais para quem tem úlceras, gastrites ou hemorróidas. A capsaicina contida na pimenta também estimula as terminações nervosas da boca. A estimulação em excesso pode destruir esses sensores, afetando o paladar. Essa é uma das causas do aumento da tolerância à ardência em pessoas que passam a comer pimentas cada vez mais fortes. , avisa a consultora nutricional Patrícia Bertolucci.

Mas se o seu estômago está em ordem, experimente acrescentar um ardidinho em seus pratos.

Pimenta-do-Reino Branca mais indicada para molho branco. Benefícios: dissolve o muco dos pulmões, expectorante e descongestionante. (previna-se contra os males respiratórios típicos do inverno)

Pimenta-do-Reino Preta. Benefícios: dissolve o muco dos pulmões, expectorante e descongestionante.

Pimenta Caiena extremamente picante. Benefícios: regula o fluxo sanguíneo e normaliza a pressão. (obesidade é uma das causas da hipertensão, entenda os motivos)

Pimenta Calabresa também muito picante, e ótima para molhos vermelhos. Benefícios: alivia os sintomas da enxaqueca e tem ação bactericida.

Pimenta Malagueta provavelmente a mais famosa do Brasil e Portugal. Benefícios: alivia dores de cabeça, dores musculares e melhora a digestão. (acabe com os problemas da sua digestão mudando os seus hábitos)

Pimenta-da-Jamaica. Benefícios: ação antioxidante e rejuvenescedora da pele.

Pimenta Síria. Benefícios: melhora a digestão, estimulando as secreções do estômago e ainda possui efeito anti-flatulência.

Pimenta-Dedo-de-Moça De aroma suave, pode ser consumida fresca. Benefícios: alivia dores de cabeça, dores musculares e melhora a digestão.

Pimenta Cumari. Benefícios: alivia dores de cabeça, dores musculares e melhora a digestão.

Pimenta-De-Cheiro de aroma delicioso. Benefícios: tem ação antioxidante.

Dar antibióticos a bebês aumenta o risco de asma na infância

Crianças que recebem antibióticos quando bebês têm um maior risco de desenvolver asma com sete anos de idade, segundo cientistas canadenses.

Pesquisadores da Universidade de Manitoba e da Universidade Mc Gill avaliaram o uso de antibióticos em mais de 13 mil crianças de sete anos. E, aquelas que recebiam antibióticos antes de um ano de idade tinham o dobro do risco de desenvolver o problema respiratório.

Além disso, os pesquisadores observaram que aquelas que não tinham um cachorro no primeiro ano de vida também tinham alto risco de desenvolver a doença. Isso porque a presença de um cão aumenta a exposição a germes, podendo ajudar a ativar mais cedo o sistema imunológico dos bebês.




Loja Alimentação Viva
Em Inglês

As vantagens do vegetarianismo, mas com supervisão

Especialistas admitem as vantagens do vegetarianismo, mas com supervisão. As suspeitas em relação à dieta dão lugar às análises de seus benefícios. A Associação Americana de Dietética afirma que é uma opção benéfica para a prevenção de certas enfermidades.

Dezenas de bois pendurados pelas pernas traseiras, prontos para a comercialização. "Muitos se transformariam em vegetarianos se tivessem de matar os animais que comem, ou simplesmente visitassem um matadouro." A frase é comum em certos círculos, aqueles que optam por excluir de sua dieta os produtos animais. Nem carne, nem peixe, nem aves. Os mais estritos nem mesmo ovos, laticínios ou mel. Suas teses foram geralmente vistas com suspeita. Aos poucos, porém, dieteticistas e nutricionistas admitem as vantagens desse tipo de alimentação, tanto em suas correntes mais brandas como nas mais estritas.

"Não existe nenhum argumento para ser contra o vegetarianismo", afirma o grupo de revisão e posicionamento da Associação Espanhola de Dieteticistas-Nutricionistas (AED-N). E, com mais ou menos matizes e senões, essa é a posição de consenso entre os especialistas consultados. "São dietas perfeitamente compatíveis com uma nutrição correta", acrescenta Xavier Formiguera, endocrinologista chefe da unidade de obesidade mórbida do Hospital Trias i Pujol de Barcelona.

A doutora Lucrecia Suárez insiste nessa mudança de postura progressiva, na qual se passou das suspeitas à aproximação cautelosa do fenômeno. Pediatra do hospital Ramón Yves Cajal de Madri e especialista em gastroenterologia pediátrica, Suárez afirma que foi demonstrado que as dietas vegetarianas são benéficas à saúde. Desde que sejam bem planejadas, acrescenta. A própria União Vegetariana Espanhola (UVE) salienta isso. "Recomendamos a todas as pessoas interessadas nesse assunto que se informem bem para poder adotar uma dieta vegetariana equilibrada, com o fim de evitar possíveis carências ou desequilíbrios", explica David Román, seu presidente.

De fato, esse é o segundo ponto de consenso entre uns e outros: é imprescindível consultar um especialista. O controle e a revisão personalizada, acrescenta o dieteticista-nutricionista Jordi Sarola, são imprescindíveis antes de adotar uma dieta vegetariana. Seja qual for, embora no caso das "vegans", as mais estritas, isso seja especialmente importante.

As necessidades nutricionais de uma pessoa de 65 anos não são as mesmas que as de uma de 20, explicam. Nem as das grávidas ou as de uma criança. Inclusive pessoas da mesma idade podem necessitar de aportes diferentes de ferro, por exemplo. O problema, continuam, é que não há consciência disso na Espanha. "Aqui as pessoas se tornam vegetarianas por sua própria conta", resume Suárez.

Nesse aspecto os EUA estão claramente na frente. Com cerca de 2,5% da população vegetariana, segundo os últimos dados, já estão conscientes de que é preciso ter supervisão médica, dizem os especialistas. Além disso, o posicionamento feito em 2003 pela Associação Dietética Americana (ADA) a favor do vegetarianismo se transformou quase na bíblia desse movimento também na Espanha. "As dietas vegetarianas adequadamente planejadas são saudáveis, nutricionalmente adequadas e proporcionam benefícios para a saúde na prevenção e tratamento de determinadas doenças."

Os estudos com vegetarianos mostram, segundo a ADA, que estes têm valores inferiores de índice de massa corporal, assim como menores taxas de mortalidade por doença cardiovascular. Sem esquecer os níveis inferiores de colesterol, de pressão sanguínea e a menor incidência de hipertensão, diabetes tipo 2, câncer de próstata e de cólon.

Claro que a moeda também tem outra face, pois, como lembra Suárez, a descoberta dos prós da dieta vegetariana não significa que não haja contras. "Se uma alimentação vegetariana não for planejada adequadamente, podem aparecer certos transtornos ou doenças", adverte o grupo de revisão e posicionamento da AED-N. Distúrbios ou doenças, é claro, normalmente devidos a deficiências na alimentação.

A grande diferença, acrescentam, talvez seja a velocidade com que aparecem os distúrbios e a percepção de risco que daí se tira. Os sintomas ou doenças por excesso, próprios da dieta onívora, costumam aparecer em longo prazo, segundo a AED-N, enquanto os provocados por deficiência, caso dos vegetarianos, costumam se manifestar em prazo mais curto. A população, no seu entender, teme mais a "deficiência alimentar que o excesso", seguramente pelo fato de a primeira se manifestar de forma mais visível.

A conclusão desse grupo é esclarecedora: "Podemos dizer que o aumento do vegetarianismo entre a população espanhola reduziria as doenças crônicas relacionadas à alimentação onívora, mas também podemos chegar a supor que se poderiam acrescentar novos sintomas e doenças à lista relacionada às deficiências".

Três dietas, três filosofias

OVO/LACTO-VEGETARIANA
Atrás desse nome complicado se esconde a dieta vegetariana mais freqüente na Espanha e no resto da Europa, além de ser a mais branda. Como os demais vegetarianos, baseiam suas refeições no consumo de cereais, verduras, hortaliças, frutas, legumes, sementes e frutas secas. O que diferencia a ovo-lacto das outras correntes é que sua alimentação inclui tanto os produtos lácteos como os ovos, algo totalmente renegado pelo vegetarianismo mais estrito. Sua brandura também a transforma na dieta que exige menos suplementos, segundo especialistas.

LACTO/OVO-VEGETARIANA
Primos-irmãos dos anteriores, os lacto-vegetarianos consomem leite e derivados, mas excluem os ovos, enquanto os ovo-vegetarianos se inclinam justamente pelo contrário: não aos produtos lácteos, sim aos ovos. A exclusão do leite e seus derivados da dieta é um dos pontos mais polêmicos desse tipo de alimentação, já que tradicionalmente se considera que sua contribuição de cálcio é imprescindível para o organismo. Também é polêmica a rejeição aos ovos, pois estes contêm aminoácidos e, sobretudo, a necessária vitamina B12.

VEGAN
A mais estrita. Os "vegans", conhecidos como vegetarianos totais, recusam os produtos lácteos e os ovos, e por isso são mais suscetíveis de precisar de suplementos, especialmente de vitamina B12. Também é nesse tipo de alimentação que pesam mais as motivações éticas, já que recusam tudo o que consideram exploração animal (mel, pele, couro, touradas, experiências...). "Ela contribui para diminuir a fome mundial, para a proteção do meio ambiente e para melhorar a qualidade de vida de todo o planeta", afirmam.

Tradução: Luiz Roberto Mendes Gonçalves

Fonte:Ornasa

Equinácea pode reduzir em 58% o risco de pegar resfriados (constipações em Portugal)

A planta conhecida como equinácea poderia reduzir em 58% a probabilidade de se contrair um resfriado, segundo uma análise publicada na edição de julho da revista médica "The Lancet Infectious Diseases".

A equinácea também poderia reduzir em 1,4 dia a média de duração de um resfriado, indica o estudo, elaborado por uma equipe dirigida por Craig Coleman, da Faculdade de Farmácia do Hospital Hartford, de Connecticut (EUA).

Para o estudo, os especialistas realizaram uma meta-análise - trabalho que combina os resultados de testes prévios -, neste caso de 14 centrados nas propriedades curativas da planta.

Os autores chegaram à conclusão que, ingerida para prevenir um resfriado comum, a equinácea é capaz de reduzir sua incidência em 65%.

No entanto, se os pacientes forem inoculados diretamente com o rinovírus (causa mais comum dos resfriados), a planta reduz em apenas 35% a incidência da doença.

"Dado que há 200 vírus capazes de causar o resfriado comum, a equinácea poderia ter um efeito bem mais limitado contra o rinovírus, mas muito maior contra outros vírus", afirmam os cientistas.

A equinácea é um grupo de nove espécies de plantas interrelacionadas da América do Norte, das quais as três mais conhecidas por suas qualidades terapêuticas são a Echinacea angustifolia, a Echinacea pallida e a Echinacea purpurea.

Os especialistas descobriram que, atualmente, estão disponíveis mais de 800 produtos que contêm a equinácea, e que diversas partes da planta - flor, caule ou raiz - são utilizadas na elaboração deles.

Essas três espécies de equinácea contêm os mesmos componentes, mas em diferentes concentrações.

Acredita-se que três desses componentes - alcamidas, ácido chicórico e polissacárides - podem induzir um processo de imunoestimulação, mas não seja claro como funciona esse mecanismo.

Tomar ecstasy uma vez pode prejudicar memória, diz estudo

Tomar ecstasy uma única vez pode causar perdas significativas de memórias recentes e de longo prazo, afirmou um estudo britânico.

Pesquisadores da Universidade de Hertfordshire não descobriram uma ligação entre o consumo contínuo de ecstasy e a deterioração da memória, sugerindo que o uso em apenas uma oportunidade poderia ser suficiente para causar danos para a vida inteira.

Segundo eles, 75 por cento dos usuários têm uma memória significativamente deteriorada em comparação às pessoas que nunca usaram a droga.

"Essencialmente é a mesma coisa se você tomar apenas alguns ou uma quantidade extremamente grande de comprimidos", disse à Reuters um dos autores do estudo, Keith Laws.

A equipe de Laws descobriu que a memória verbal, e não visual, é afetada pela ingestão de ecstasy. A pesquisa analisou 26 estudos que envolveram 600 usuários.

O usuário médio no estudo tomou 327 comprimidos em sua vida, com uma variação de 16 a 902.

Patê de foie gras pode potencializar doença rara e incurável

Uma pesquisa realizada por cientistas norte-americanos e suecos mostra que o consumo de foie gras, iguaria feita a partir do fígado de gansos ou patos superalimentados, pode potencializar uma condição chamada amiloidose. A doença, rara e incurável, é causada pelo acúmulo da proteína amilóide ao redor dos vasos sangüíneos e em diversos tecidos.

O grupo fez uma análise histoquímica de várias amostras de foie gras de pato e ganso comercializado nos Estados Unidos e na França e constatou a presença de amilóide. Aplicando porções da proteína extraída do alimento em camundongos geneticamente modificados e suscetíveis à amiloidose, a equipe constatou que o soro presente na iguaria age como um potente fator de potencialização.

A amiloidose é uma doença rara, que afeta oito em cada 1 milhão de pessoas. Progressiva, a patologia se apresenta em diversas formas. Na amiloidose primária, que tem causa desconhecida, a doença está associada a alterações das células plasmáticas, como o mieloma múltiplo.

Já amiloidose secundária está associada a outras doenças, como tuberculose, infecções dos ossos ou artrite reumatóide, por exemplo. Há ainda a amiloidose associada ao envelhecimento normal, que afeta particularmente o coração. Os cientistas ainda não conhecem a causa do acúmulo excessivo de amilóide.

O acúmulo de grandes quantidades de amilóide pode compromenter o funcionamento normal de vários órgãos e os sintomas dependem do local onde a proteína se concentra. Muitos indivíduos apresentam poucos sintomas, enquanto outros apresentam uma doença grave e potencialmente letal.

*Com informações da Agência Fapesp

Fonte: Proceedings of the National Academy of Sciences (Pnas).

Maracujá (o bloqueador natural de gordura)

A casca da fruta, transformada em farinha, diminui a taxa de açúcar no sangue e impede que o organismo absorva a gordura dos alimentos, fazendo você perder peso. E não tem contra-indicação!

Ela chegou no mercado com a fama de ter o poder de baixar as taxas de açúcar no sangue, o que é ótimo para quem tem diabetes. Mas, aos poucos, a farinha feita com a casca do maracujá também se revelou um excelente bloqueador de gordura. Ou seja, impede que o organismo absorva parte desse nutriente presente nos alimentos. Daí faz você perder peso. A substância responsável pelo poder emagrecedor é a pectina, encontrada em grande quantidade na parte branca da casca da fruta. A farinha não fica atrás: tem 20% dessa fibra, segundo estudo feito pelo químico e pesquisador Armando Sabaa Srur, da Faculdade de Nutrição da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). “No estômago, a pectina se transforma numa espécie de gel não digerível, provocando sensação de saciedade”, explica a médica e nutróloga Daniela Hueb. Com isso, você se sente bem alimentada com uma porção menor de comida. A pectina também reduz a velocidade com que o açúcar entra no sangue – quanto mais lento esse processo, mais a fome demora para voltar a dar sinal.

Gordura na mira

Quando chega ao intestino, a pectina bloqueia a absorção da gordura dos alimentos. A ação é bem mais suave que a do Xenical, medicamento da Roche que tem o boqueador de gordura orlistat como princípio ativo. Mas o efeito emagrecedor da farinha, assim como sua capacidade de proteger o coração, foi comprovado num estudo feito na Universidade Federal da Paraíba com 17 mulheres com colesterol alto. “Depois de 70 dias consumindo a farinha, elas não só tiveram as taxas de LDL, o colesterol ruim, reduzidas como perderam peso (algumas eliminaram 8 quilos!)”, comemora a farmacêutica Alessandra Ramos, que acompanhou o grupo por um período de um ano sem registrar reações adversas. De qualquer modo, observe como seu organismo responde ao produto.

Menos toxinas

Outra boa notícia: a fibra presente na farinha de maracujá promove uma faxina no organismo. Ela ajuda a eliminar as toxinas, que, acumuladas, prejudicam o funcionamento dos órgãos e, com isso, desequilibram o metabolismo – o que faz sua dieta emperrar. Só que para facilitar a ação desintoxicante da pectina, é importante beber mais água, no mínimo 2 litros por dia.

Modo de usar

O consumo da farinha tem de ser diário: uma vez ou outra não é suficiente para surtir efeito. Por isso, varie o modo de acrescentá-la no cardápio. Pode ser no suco, no iogurte, na salada, na sopa. O ideal, porém, é consumir uma colher de sopa (10 gramas, 47 calorias) antes das três principais refeições. Mas a nutricionista Anita Sacks, da Universidade Federal de São Paulo, avisa: “Não adianta usar a farinha de maracujá e abusar da gordura e do açúcar”. Portanto, aproveite para cortar alguns excessos à mesa e faça algum tipo de atividade física (vale até uma caminhada de 30 minutos pelo bairro dia sim, dia não). Vai experimentar? Conte para a gente o resultado!

Faça em casa

Existem várias opções de farinha da casca do maracujá feitas por laboratórios farmacêuticos, à venda em farmácias e lojas de produtos naturais. Não compre o produto em saquinhos sem identificação, barracas de rua ou feiras livres. Se preferir, pode preparar a farinha em casa. Use, de preferência, maracujá orgânico – sem agrotóxico. Veja como fazer.

• Lave e mergulhe seis maracujás por 20 minutos numa mistura de água com bicarbonato de sódio (1 colher de sopa por litro) ou vinagre. Volte a passá-los em água corrente.

• Corte-os ao meio, retire a polpa e guarde para fazer suco.

• Corte a casca em tirinhas, desidrate ao sol ou em desidratador até que fiquem sequinhas. Espere esfriar.(adaptação de Luis Guerreiro)

• Bata no liquidificador (ou passe no processador) até obter uma farinha.

• Passe pela peneira e guarde num recipiente limpo e tampado.

Nutrientes extras

A farinha de maracujá é fonte de várias vitaminas e minerais.

• Niacina (vitamina B3): atua na produção de hormônios, melhora a ansiedade, ajuda no crescimento das crianças e protege as paredes do estômago.

• Ferro: previne anemia e aumenta o pique.

• Cálcio: favorece a contração muscular, fortalece ossos e dentes.

• Fósforo: também deixa os ossos fortes, além de melhorar a memória, a oxigenação das células e a circulação.

Fonte: ORNASA

Entenda o papel da Insulina no Organismo

A insulina é um hormônio sintetizado no pâncreas, que promove a entrada de glicose nas células e também desempenha papel importante no metabolismo de lipídeos e proteínas.

Existem algumas patologias relacionadas à função da insulina no corpo, como: diabetes, resistência à insulina e hiperinsulinemia. Conheça agora um pouco mais sobre a importância deste hormônio para nossa saúde.

Atuação no organismo

Os carboidratos que ingerimos através dos alimentos (pão, massas, açúcares, cereais) são mais rapidamente convertidos em glicose quando precisamos de energia. Entre as refeições, o fígado libera a glicose estocada para a corrente sanguínea e dessa forma mantém os níveis normais de glicose no sangue.

Para a glicose penetrar em cada célula do corpo é necessário que haja insulina circulante, que faz com que o hormônio chegue aos receptores de insulina nas células.

Quando a glicemia (taxa de glicose no sangue) aumenta após uma refeição, a quantidade de insulina também aumenta para que o excesso de glicose possa ser rapidamente absorvido pelas células.

Alguns estudos verificaram que a insulina tem uma função essencial no sistema nervoso central para incitar a saciedade, aumentar o gasto energético e regular a ação da leptina, que é um hormônio também relacionado à saciedade (Schwartz, 2000).


Os níveis de insulina aumentam proporcionalmente com o grau de obesidade. Com isso, muitas pessoas obesas demonstram resistência à insulina, diabetes e outras doenças associadas. Estas seqüelas podem usualmente ser corrigidas com a redução de peso.

Veja a seguir como age a insulina em algumas patologias:

Diabetes tipo I

As células do pâncreas são incapazes de produzir insulina e se não há insulina circulante a absorção de glicose fica prejudicada e ocorre o aumento de glicose no sangue. Neste caso é necessário injetar insulina subcutânea para que possa ser absorvida pelo sangue.

Diabetes tipo II

As células musculares e adiposas são incapazes de utilizar toda a insulina secretada pelo pâncreas. Assim, a glicose no sangue é pouco aproveitada por essas células.

Hiperinsulinemia

Algumas das causas da hiperinsulinemia são: obesidade, sedentarismo e consumo elevado de carboidratos refinados, que provoca aumento de glicose no sangue e conseqüentemente aumento na produção de insulina.

Resistência à insulina

Ocorre dificuldade de penetração da glicose nas células e dessa forma é produzido mais insulina, já que este é o seu papel, levar glicose à célula, só que devido a essa dificuldade este hormônio não atua de forma ideal, não desempenha sua função por completo. Esse excesso de insulina pode gerar um estado de pré-diabetes ou diabetes mesmo.

O que podemos fazer?

Ter uma alimentação saudável, consumir alimentos de grupos variados, na quantidade adequada de acordo com a necessidade calórica de cada um, praticar exercícios físicos regularmente, pode contribuir e muito para que a insulina desempenhe seu papel de forma correta no organismo.

Referências

SCHWARTZ M.V.- Staying slim with insulin in mind. Science 289: 2066-7, 2000.

Dietas ricas em carne aumentam o risco de câncer de pele

Um estudo australiano sugere que uma dieta rica em carnes e gordura aumenta o risco de câncer de pele.

De acordo com os autores do trabalho, publicado na edição de maio do Journal of Clinical Nutrition, pessoas com histórico de câncer de pele, principalmente, devem preferir uma alimentação à base de frutas e vegetais.

Na pesquisa, foram analisadas as dietas de 1360 pessoas envolvidas em um estudo sobre a doença. E, usando 38 grupos de alimentos, os especialistas dividiram as dietas em dois tipos: carne e gordura, contra frutas e vegetais. A primeira foi responsável pelo aumento do risco do “carcinoma de células escamosas”, uma das formas mais comuns de câncer de pele.

Os especialistas recomendam que, além da alimentação adequada, as pessoas evitem exposição exagerada ao sol e uso de filtro solar para se proteger contra a doença.

Pesticidas podem causar mal de Parkinson, diz pesquisa

Um estudo divulgado por pesquisadores da Universidade de Aberdeen, na Escócia, revelou que a exposição a pesticidas aumenta as chances de se desenvolver o mal de Parkinson.

Os cientistas constataram que pessoas que têm muito contato com as substâncias tóxicas têm 39% mais chances de contrair a doença degenerativa, enquanto que nas que sofreram baixa exposição o risco é de 9%.

A pesquisa, publicada na revista científica Occupational and Environmental Medicine, investigou 959 casos de parkinsonismo, um termo genérico que define uma série de doenças que têm em comum a presença dos sintomas de Parkinson - como desequilíbrio, tremores nos braços e nas mãos, além de dificuldades ao falar e se movimentar.

Os voluntários responderam a questionários sobre estilo de vida e se são expostas freqüentemente a produtos químicos, como solventes, pesticidas, ferro, cobre e manganês. O estudo também incluiu questões sobre histórico familiar e consumo de tabaco.

Fator genético

As respostas foram comparadas com as de outros entrevistados da mesma idade e sexo, mas que não sofriam da doença. Os resultados revelaram que - mesmo levando em conta que o fator genético ainda é a principal causa do problema neurológico - a exposição a pesticidas agrava a incidência da doença.

Para o líder da pesquisa, Finlay Dick, "o estudo mostrou que quanto maior a exposição a pesticidas, maior a chance de se contrair Parkinson".

"Isso não prova que os pesticidas necessariamente causem a doença, mas deixa clara a evidência da ligação entre uma coisa e outra", acrescenta o pesquisador.

Outros estudos já haviam sugerido que o contato com as substâncias tóxicas aumenta a incidência do mal de Parkinson depois que agricultores manifestaram a doença.

Os estudiosos da Universidade de Aberdeen ainda constataram que lutadores de boxe têm 35% mais chances de contrair Parkinson devido aos traumas cranianos repetitivos.


Fonte: ORNASA

BOLETIM DA SAMARA FOUNDATION -- Agosto de 2008


"Trabalho espiritual profundo significa não ir atrás dos desejos ou do que a mente está aparentemente a lhe dizer que é a verdade, mas em vez disso honrar a profundidade de quem você é.

Você é, muito simplesmente, um ser incrível e isto pode ser experienciado directamente através da mente, do corpo e dos sentimentos quando estão totalmente claros e em contacto com o seu coração. A maior parte das pessoas usa a mente apenas para pensar e, sem a ligação com os aspectos mais profundos delas próprias, pensam que sabem tudo sem saberem nada. Não que esta experiência seja sem razão, pois talvez precisem desta experiência para encontrar a sua própria verdade eliminando conscientemente todos os círculos viciosos que os afastam do seu ser e essência.

É sempre melhor confiar não no que sabe bem ou parece correcto mas no que é.

Na maior parte das vezes as nossas crenças sobre o que constitui a nossa essência parte de um espaço de carência em vez de um espaço de apreciação pela plenitude do nosso ser. Buscamos o preenchimento deste espaço de carência com coisas exteriores que pensamos que completarão este espaço. Claro que isto não nos trás plenitude. A maior parte das pessoas age e pensa desta forma contraditória - mais dinheiro, mais conforto, mais coisas, mais, mais, mais significa felicidade e infelizmente a maioria das pessoas demora muito tempo para experienciar a decepção de que isto não é verdade.

Eu podia no final dizer-lhe o que fazer mas o círculo vicioso apenas pára quando desaparece o que cria a dinâmica do círculo. Eu não estou a dizer que os confortos básicos não são importantes mas eles não vão preencher a sua alegria interior. É o abraçar e a experiência da sua alegria interior que o(a) irá permitir parar o círculo.

Neste ponto da evolução da humanidade é um momento óptimo para transcender estes ciclos utilizando algumas sabedorias simples.

Uma coisa boa para se fazer é escrever num diário as especificações do que o(a) faz sentir da maneira como se sente sobre qualquer que seja a sua situação, e encontrar um atributo positivo que o(a) faça sentir melhor acerca dessa situação.

Este exercício simples e contudo profundo, o(a) ajudará a descarregar respostas condicionadas e tornar-se menos reactivo(a) a comportamentos viciantes, stresses e outras tensões com as quais a mente se gosta de ocupar.

Em segundo lugar, o que é importante é gerar energia, clareza e paz como resposta à sua experiência para com a vida. Chega-se a esse resultado re-focalizando simplesmente os seus pensamentos ou sentimentos para longe dos seus comportamentos circulares e para a respiração da vida. Focalizando-se na respiração da vida ajuda-o(a) a equilibrar o que cria distracções dentro de si mesmo e o(a) torna capaz de se mover para um novo nível de consciência.

Esta respiração ajuda-o(a) a integrar as suas experiências em vez de continuar os círculos que criam o seu sentido de separação. Esta respiração pode fazê-lo(a) sentir-se muito mais centrado(a) dando-lhe uma sensação natural de alegria e integração com quaisquer experiências que esteja a enfrentar. Esta alegria e integração significam que você não está a ser puxado em diferentes direcções mas simplesmente a experienciar o momento como ele é. Esta forma mais consciente de experienciar ajuda-o(a) a funcionar desde um espaço onde a mente parece transcender o mundano e é então capaz de parar de esvoaçar de uma coisa para a outra.

Com uma prática regular desta forma de respiração, a sua mente torna-se ainda mais tranquila e mais capaz de se focalizar na respiração ajudando a elevar o corpo físico para uma sensação de pureza que, depois, inclui naturalmente a mente e as emoções.

Este exercício de meditação pode ser praticado em qualquer lugar. Para iniciar este exercício de respirar a respiração da vida é necessário lembrar-se de respirar através do nariz. Depois deixe que a respiração seja focalizada no corpo trazendo a sua atenção para o ponto místico que se encontra aproximadamente a 3 dedos abaixo do umbigo. Quando respira com a atenção neste ponto, você consegue expandir o diafragma, relaxando numa respiração profunda de modo a que os pulmões se encham com a respiração desde a base até ao topo. À medida que exala, a barriga e o diafragma relaxam totalmente permitindo uma exalação completa e total.

O que estará a fazer é ter uma respiração pura, profunda e total. Sem emoções. Sem pensamentos. É simplesmente uma respiração que tem uma ligação com este ponto do seu corpo que depois permite em qualquer momento e em cada respiração que você deleitadamente sinta a profundidade da respiração e do seu ser. É uma sensação quase como as ondas na praia, a virem e a irem, sem nenhuma ligação com o que quer que seja, a não ser com o maravilhoso espectáculo do movimento em si.

Fazendo isto torna-o(a) capaz de mergulhar num poço de rejuvenescimento e tranquilidade onde tudo é visto de uma perspectiva mais clara, permitindo que desperte para um sentimento de plenitude e para uma experiência de unidade e ligação com o fascinante jogo da vida.

Esta orientação pode não fazer com que os aspectos circulares do seu ser desapareçam facilmente, mas certamente o(a) ajudarão a abraçá-los da maneira mais positiva possível. Abraçando a profundidade que quem você é, traz uma nova vitalidade e leveza ao seu incrível ser."

Tony Samara - Agosto de 2008


Caros Amigos

Até mesmo durante os nossos dias mais ocupados é importante, durante estas alturas fortemente transformadoras, de usar 10 a 15 minutos todos os dias alinhando o corpo com o seu estado mais natural, incluindo a meditação descrita acima na sua rotina diária. Isto pode ser feito sentado no comboio, nos momentos antes de adormecer ou ao acordar, e mesmo quando lava a loiça. Quando esta meditação se tornar um hábito, tornar-se-á uma estimada parte da sua vida.


* * *


Gostaríamos ainda de recordar que é sempre possível estar com o Tony e receber dele discursos pessoais nos muitos retiros e programas organizados para ele por todo o mundo. Em baixo encontrará mencionados dois retiros de limpeza que irão acontecer em breve mas por favor visite a nossa página de internet http://www.tonysamara.org para as actualizações mais recentes dos quais há muitos novos programas desde o nosso último boletim informativo.

6 de Setembro de 2008 - A Magia do Coração, Países Baixos
20-21 de Setembro de 2008 - A Magia do Coração -- uma experiência profunda, Lubliana, Eslovênia
2-5 Outubro 2008 - Retiro de purificação e de desintoxicação, Algarve, Portugal
19 Outubro 2008 - Dia de purificação, Zagreb, Croácia
24 - 26 Outubro 2008 - Retiro de purificação e de desintoxicação, Rogaska Spa, Eslovênia

Se não puder assistir a estes programas, lembre-se que pode usufruir dos conhecimentos, da sabedoria e das meditações de Tony Samara consultando o site: http://www.tonysamara.org/, na página relativa aos produtos, para fazer o download de um dos CD's ou do livro em formato electrónico.


Agradecemos o seu apoio e o seu amor enquanto continuamos a expandir este lindíssimo trabalho no mundo em que vivemos.

Com Amor,

A Samara Foundation
quinta-feira, 21 de agosto de 2008

Novo estudo reforça ideia de que o excesso de peso pode ser contagioso

Adriano Miranda/PÚBLICO (arq.)
Uma pessoa não se importa de ter peso a mais se as pessoas à sua volta também tiveram

"Obesidade imitativa"

18.08.2008 -
00h54 Reuters, PUBLICO.PT

A obesidade pode ser contagiosa porque muitas pessoas sentem-se bem consigo próprias se tiverem tanto excesso de peso como as pessoas à sua volta, segundo revela um estudo realizado por uma equipa internacional de economistas. A imagem normal com a qual a maioria dos indivíduos se compara tem-se tornado mais e mais pesada, alimentando um ciclo de “obesidade imitativa”, que pode explicar o rápido aumento da prevalência mundial deste problema, dizem os investigadores.

“O que temos vindo a descobrir é que os seres humanos são provavelmente levados de forma tremenda pela comparação. A não ser que entendamos estas comparações, não iremos entender os níveis de obesidade”, disse Andrew J. Oswald, da Universidade de Warwick, à Reuters, vincando que “entender a sociologia da obesidade é muito mais importante que entender a biologia”.

Este não é o primeiro trabalho que a equipa de Oswald – constituída ainda por Nicholas Christakis, de Harvard, e James Fowler, da Universidade da Califórnia – realiza sobre sociologia da obesidade. No ano passado, os três investigadores divulgaram um estudo sobre as maiores probabilidades de uma pessoa ter excesso de peso se os seus familiares e amigos também tiverem (ver link em baixo).

O mais recente estudo desta equipa foi apresentado durante uma conferência do National Bureau of Economic Research (Agência Nacional de Investigação Económica), realizada em Cambridge, no Estado norte-americano do Massachusetts. O evento escolhido para a apresentação está relacionado com o método usado pelos investigadores: recorrendo a um modelo económico, analisaram várias fontes de informação, de 29 países da Europa, com dados sobre índices de massa muscular (IMC) e a percepção das pessoas relativamente ao seu próprio peso.

A examinação dos dados permitiu concluir que mais de um terço dos europeus considera ter excesso de peso e que esta percepção é mais incisiva entre as pessoas com níveis educacionais mais elevados. Mas os investigadores também descobriram que nas mulheres o nível de satisfação relativamente ao seu peso depende da média do IMC das mulheres da mesma idade que vivem no mesmo país. E em relação aos homens, os que têm excesso de peso tendem a estar mais satisfeito se os seus pares mais próximos também tiverem IMC mais elevados.

Segundo Oswald, estas relações entre pares são inconscientes. “As pessoas podem não ter consciência disso. Os nossos computadores podem detectar estes padrões sem que as pessoas tenham necessariamente conhecimento deles”, afirmou o investigador, explicando que um indivíduo não se importa de ter peso a mais se as pessoas à sua volta também tiveram.

Comportamento que não se repete de forma tão vincada entre indivíduos de estatuto social mais elevado, para quem ser magro se tem vindo a tornar mais e mais importante. Para Oswald, talvez isto explique o aumento do número de modelos e actrizes extremamente magras, assim como a prevalência da anorexia entre raparigas e rapazes de classes sociais mais altas.

Pesquisa comprova o efeito antiinflamatório dos ômega-3 em atletas


Associadas ao colesterol e conseqüentemente a doenças cardiovasculares, as gorduras sempre foram consideradas vilãs por aqueles que buscam uma alimentação saudável. Mas, como em toda regra, há exceções.

As gorduras podem ser divididas basicamente em dois tipos: as saturadas, responsáveis pelo aumento do mau colesterol, e as insaturadas (classificadas como monoinsaturadas e poliinsaturadas), que trazem benefícios à saúde, alguns deles de grande valia para os atletas. É o caso dos ácidos graxos poliinsaturados ômega-3, conhecidos por combater o mau colesterol, e que, segundo pesquisas, também seriam um antiinflamatório natural e um possível coadjuvante para aumento de força e massa muscular.

A tese de doutorado iniciada em 2001 na Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) pelo professor Leandro Lopez Haidamus, docente de bioquímica da Universidade do Oeste Paulista e mestre em ciência de alimentos pela Universidade Estadual de Londrina (“O Efeito da Suplementação com Ômega-3 na Produção de Mediadores Químicos da Inflamação”) tem por objetivo comprovar o efeito antiinflamatório dos ômega-3 em atletas.

Os resultados do estudo apontaram que a suplementação diária de ômega-3 diminui a resposta inflamatória nas lesões musculares, além de acelerar o processo de recuperação.

Segundo o professor Haidamus, essa ação se deve ao fato de os ácidos graxos ômega-3, atuarem como inibidores de substâncias químicas produzidas naturalmente pelo organismo humano durante um processo inflamatório. “Eles inibem a produção de algumas substâncias que provocam dor e edema e são responsáveis por ativar o processo de inflamação”, explica.

Haidamus diz que com uma suplementação de 3 g diárias de ômega-3, ministrada sem interrupção por um período mínimo de três semanas, há uma diminuição da resposta inflamatória nas microlesões que o atleta sofre durante o esforço físico. “Isso amenizará a dor após os treinos e competições, o que melhorará a recuperação do atleta e, conseqüentemente, sua performance”, comenta, acrescentando que assim pode-se evitar o uso de medicamentos antiinflamatórios e seus efeitos indesejáveis.


Além de prevenir lesões, a ação antiinflamatória dos ômega-3 pode trazer outro benefício ao atleta. Ela também favorece o ganho de força e massa muscular, conforme explica Carlos Alexandre Fatt, professor de graduação e pós-graduação da Faculdade de Educação Física da Universidade Federal do Mato Grosso. “O aumento de massa muscular depende de um treinamento intenso que causa inflamação na musculatura. Esse tipo de atividade física provoca pequenas lesões nos músculos, que são recuperadas mais rapidamente com a ação antiinflamatória do ômega-3. É durante essa recuperação que ocorre o aumento de massa muscular, portanto, esse processo contribui para maiores ganhos”, justifica.

Em 2001, Carlos defendeu uma tese de mestrado (Suplementação de Ácidos Graxos Ômega-3 ou Triglicerídios de Cadeia Média para Indivíduos em Treinamento de Força) na Universidade Estadual Paulista de Rio Claro, cujos testes realizados acusaram aumento de força e massa muscular em atletas que combinaram treino de musculação para hipertrofia com suplementação de ômega-3. Mas a ação antiinflamatória seria apenas um dos fatores responsáveis por induzir esse crescimento em virtude desses ácidos graxos.

“Estudos sugerem que os ômega-3 têm efeito vasodilatador, o que facilita a perfusão de oxigênio e nutrientes do sangue para os tecidos, fornecendo mais energia para o músculo. Esse efeito também está associado ao aumento do GH (Growth Hormone ou Hormônio do Crescimento), que tem a propriedade de estimular o crescimento muscular e redução de gordura”, afirma Fatt, que é doutor em clínica médica pela Universidade de São Paulo de Ribeirão Preto. Ele lembra ainda que a vasodilatação promove melhora no trabalho cardiovascular e o conseqüente aumento do VO2 máximo, fazendo com que o atleta ganhe mais resistência.


AS FONTES
Embora essenciais para a saúde, os ácidos graxos ômega-3 não são produzidos pelo organismo humano, mas podem ser encontrados em alguns alimentos, principalmente peixes de águas frias e profundas, como salmão, atum, bacalhau, arenque, cavalinha, sardinha e truta.

Mestre em nutrição pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, Priscila Andrade diz que a recomendação diária para consumo de ômega-3 é de 1 g a 1,8 g. “

Segundo outro estudo publicado no Journal of Physiology.

Na pesquisa, uma equipe de cientistas acrescentou o óleo de peixe com ômega 3, ou óleo de oliva à alimentação do gado.

Após cinco semanas, os animais que tomaram o ômega 3 mostraram maior sensibilidade à insulina, melhorando o metabolismo das proteínas. Segundo os especialistas, o composto pareceu repor outros ácidos graxos nas células musculares, melhorando sua função.

Os especialistas afirmam que os efeitos do ômega 3 também podem ser benéficos para prevenir a perda de massa muscular em idosos e para os atletas que querem ganhar músculos.



Nota Luis Guerreiro: Tal como referido noutros artigos sobre ômega 3 aqui no blog - a linhaça pode proporcionar as quantidades diárias necessárias dessa gordura essencial (para aqueles que não consomem peixe), sendo recomendado por alguns médicos e nutricionistas a ingestão de 2 colheres de sopa diariamente. Na nossa opinião a obtenção destes óleos a partir do peixe não parece viável já que os mesmos são sugeitos a processos de cocção ou processados de variadas maneiras o que destrói os óleos essenciais.

Membros do Instituto Científico do Canadá e dos Estados Unidos afirmam que, além do ômega 3, a linhaça contém ainda outros dois tipos de gordura (ômega 6 e ômega 9) que, quando consumidas regularmente, não só afastam o risco de desenvolver enfermidades degenerativas, como potencializam seu tratamento. Já os cientistas da Universidade de Toronto, no Canadá, anunciaram recentemente que a semente é capaz de bloquear a metástase em pacientes com câncer de mama. Os benefícios milagrosos se estendem a outros tipos de tumores malignos, como o de cólon e o de próstata.

Ossos mais fortes
Cientistas da Universidade de Oklahoma (EUA) descobriram que a semente é benéfica para a estrutura óssea de mulheres pós-menopausa, devido ao seu poder antioxidante. Eles afirmam que os radicais livres gerados nessa estrutura debilitam os ossos.

TPM tranqüila
Os sintomas da Tensão Pré-Menstrual muitas vezes têm origem no desequilíbrio entre os hormônios estrogênio e progesterona. Por esse motivo, a mulher precisa de boas fontes de ácidos graxos, presentes na linhaça, que são essenciais para o equilíbrio do sistema hormonal.

Menopausa sob controle
O estrógeno fica com suas taxas em baixa durante o climatério, provocando aqueles sintomas típicos dessa fase, como ondas de calor, alteração do humor e ressecamento da pele. As ligninas, substâncias da linhaça que imitam a ação do estrógeno, funcionam como um agente natural na reposição de hormônios.

Pulmões e bexiga em ordem
Por causa dos efeitos antiinflamatório e emoliente sobre as mucosas, a linhaça alivia os sintomas de bronquite e cistite. Seu consumo diário auxilia em todos os casos de inflamação dos rins e da bexiga, nos espasmos da bílis e nas doenças respiratórias, como a asma.

Além da saúde, a linhaça também atua em prol da beleza, fortificando os cabelos, as unhas e a pele

Circulação perfeita
Veias e artérias com depósito de gordura dificultam a circulação, provocando derrame cerebral e infarto. Os ômega 3 e 6 da semente evitam o acúmulo de lipídios.

Obesidade, não!
Como a linhaça elimina rapidamente o colesterol, ajuda a controlar a obesidade. A grande quantidade de fibras (cinco vezes maior do que na aveia), diminui o apetite.

Digestão mais fácil
A ação antiinflamatória e emoliente do grão regenera a mucosa digestiva danificada. No tratamento deve-se consumir a semente deixada de molho à noite e triturada pela manhã, todo dia.

Rins em equilíbrio
Para curar cálculos renais ou biliares, o ideal é usar o óleo de linhaça prensado a frio (natural ou em cápsulas). O grão moído reduz quadros de inflamação.

A semente de linhaça contém 27 componentes anti-cancerígenos , um deles é a LIGNINA.
A semente de linhaça contém 100 vezes mais Lignina que os melhores grãos integrais.
Nenhum outro vegetal conhecido até agora iguala essas propriedades.
Protege e evita a formação de tumores.


* É muito fácil inserir esse alimento no seu dia-a-dia. Basta acrescentá-lo aos sucos de frutas, iogurtes, saladas, vitaminas, molhos, pão feito ao sol, etc.


molho para salada
rendimento: 12 colheres (sopa)

2 colheres (sopa) de sementes de linhaça (previamente deixada de molho 8 horas e lavada)
2 dentes de alho amassados
suco de 1 limão
1 tomate sem pele e sem sementes
½ xícara (chá) de água
sal a gosto

modo de preparo
Bata os ingredientes em um processador e use como tempero de salada verde.

Adaptação de Luis Guerreiro


Fontes:
Mundo Aqua
ORNASA
Revista Estilo Natural

Aboria
quarta-feira, 20 de agosto de 2008

Cientista diz que há mais riscos de câncer em café que em pesticidas

O risco de câncer dos restos de pesticidas em alimentos, como frutas e verduras, "está sendo exagerado, pois há mais elementos cancerígenos em uma xícara de café", diz um estudo apresentado hoje pelo pesquisador Bruce Ames.
Ames, da Universidade americana de Berkeley, na Califórnia, apresentou os resultados das experiências em ratos que indicam que os fatores que influem no câncer estão em pequena parte relacionados a riscos ambientais (onde estão os restos de pesticidas) e em grande proporção a uma alimentação ruim.
Ele afirmou que apesar de ser necessário regular o limite máximo de restos de fitossanitários nos alimentos, sua ingestão traz menos elementos cancerígenos que o consumo de álcool, e, além disso, "é pior deixar de comer verdura, pois isto sim atinge o sistema imunológico e provoca a doença".

Ames disse, em entrevista coletiva, que segundo o estudo a origem do câncer estaria em fatores ambientais - entre os quais aparecem os pesticidas - em 1% dos casos, enquanto em 30% são provenientes do tabaco e em 35% de dietas pobres em frutas e verduras, com um consumo excessivo de calorias.

Além disso, ele citou informações preocupantes dos EUA, segundo as quais entre as dez principais "fontes energéticas" dos consumidores aparecem a pizza, o arroz, a batata frita, os bolos e o hambúrguer, tudo em detrimento dos vegetais.

Com relação aos índices de pesticidas em alimentos, Ames disse que em três xícaras de café "há mais resíduos cancerígenos que nos restos de fitossanitários" que um consumidor pode ingerir em um ano.

Como exemplos, declarou que há um risco 15 vezes superior de encontrar substâncias tóxicas em uma taça de vinho que em 125 gramas de alface.

Segundo Ames, é "um falso mito" a idéia de que os pesticidas químicos são tão danosos, e acrescentou que nas plantas muitas vezes há elementos tóxicos e cancerígenos naturais, não só sintéticos, o que "não torna mais seguro comer alimentos ecológicos", o levando a defender o consumo geral de frutas e verduras.

Nota Luis Guerreiro: Os alimentos orgânicos ou biológicos são mais nutritivos (comprovado por outros estudos). Se consumidos crus, as frutas e verduras libertarão menos os pesticidas que estão concentrados na fibra (não absorvível). Quando cozemos os alimentos as fibras abrem-se libertando assim mais facilmente esses tóxicos.

Frutas e vegetais podem reduzir risco de câncer de cabeça e pescoço

Uma pesquisa realizada nos Estados Unidos fortalece a evidência de que a ordem das mães para comer as verduras pode ser um dos melhores conselhos de saúde, pois elas podem ajudar a prevenir o câncer de cabeça e pescoço.

O estudo analisou a dieta de 500 mil aposentados e os acompanhou por cinco anos. E os pesquisadores descobriram que comer seis porções de frutas ou vegetais por dia a cada mil calorias consumidas pode reduzir o risco de desenvolver câncer de pescoço e de cabeça em 29%, comparado com quem come meia ou uma porção.

Segundo os especialistas, mesmo uma única porção extra pode ajudar a prevenir esse tipo de câncer, que afeta boca, nariz e garganta


Fonte: ORNASA

Selênio pode combater o câncer de próstata, diz estudo

O selênio, mineral presente em nozes, castanhas e peixes, pode ajudar no tratamento contra o câncer de próstata, segundo pesquisa do Roswell Park Cancer Institute, nos Estados Unidos.

Os cientistas anunciaram, que o mineral pode ser um efetivo agente de prevenção por ter mostrado, em pesquisa, que pode regular a interleucina-6, uma citocina que induz a progressão e expansão das células com câncer de próstata.

Segundo os pesquisadores, a nova terapia é estratégica, pois maioria dos pacientes respondeu à terapia convencional, mas cedeu ao crescimento do tumor causado pela citocina. Mais pesquisas devem ser feitas para confirmação.

Gordura anula efeito da vitamina C, diz estudo

A presença de gordura no estômago pode cortar os efeitos anticancerígenos da vitamina C, segundo um estudo da Universidade de Glasgow.


Fazendo experiências em laboratório, uma equipe de cientistas simulou o que acontece no estômago humano, e descobriu que a vitamina C (ácido ascórbico) neutraliza compostos com potencial cancerígeno que são formados quando a saliva e o alimento se misturam com o ácido no estômago.
Mas quando eles acrescentaram gordura à mistura, o ácido ascórbico não foi capaz de transformar os componentes nocivos em substâncias inofensivas.

A pesquisa foi apresentada em uma conferência da Society of Experimental Biology.

Câncer

Os cientistas dizem que as descobertas mostram como a dieta pode estar associada a alguns tipos de câncer do estômago.

Acredita-se que os nitratos, presentes na saliva e também em alimentos, são capazes de provocar o câncer do sistema gástrico.

Quando o nitrato é engolido e cai no ambiente ácido do estômago, ele forma substâncias que têm a capacidade de converter uma gama de outras substâncias presentes no estômago em agentes com potencial para causar o câncer - os compostos N-nitrosos.

Antioxidantes como o ácido ascórbico evitam a formação dessas substâncias ao converter os nitratos em óxido nítrico.

Os cientistas descobriram, no entanto, que quando a gordura está presente, ela reage com o óxido nítrico para formar novamente os nitratos.

"Estes resultados mostram que a presença de lipídios pode alterar os efeitos protetores dos antioxidantes e que uma dieta rica em gordura pode infuenciar diretamente a bioqúimica gástrica", disse a coordenadora do estudo, Emilie Combet.

Comentando o estudo, a especialista da British Nutrition Foundation Bridget Aisbitt disse: "Câncer é uma doença complexa que se desenvolve durante muitos anos por causa de vários fatores genéticos e ambientais, então é muito importante que não se sugira que apenas um fator pode causar o câncer."

Ela acrescentou que antioxidantes compatíveis com a gordura, como o betacaroteno, podem também neutralizar os compostos nitrosos.

"Esta é mais uma razão para que se enfatize a importância de uma dieta balanceada onde refeições ricas em gordura não sejam freqüentes e cinco porções de frutas e legumes - nossa fonte principal de vitamina C - sejam consumidas por dia."

Leite materno sozinho reduz transmissão do HIV para o bebê

As mulheres infectadas pelo HIV, que amamentam exclusivamente seus filhos - e não parcialmente - podem reduzir de maneira significativa o risco de transmitir o vírus da Aids para as crianças, revela um estudo que será publicado na revista científica The Lancet.

Embora a promoção da amamentação seja um grande dilema para os envolvidos na prevenção da Aids, os dados do primeiro teste focado na relação entre a alimentação infantil e a transmissão mãe-filho do HIV, realizada por dois cientistas sul-africanos, foram tão irrefutáveis que levaram a uma revisão das diretrizes da Organização Mundial de Saúde (OMS) sobre a prevenção da Aids em recém-nascidos.

Em geral, a amamentação é recomendada universalmente, pois o leite materno contém nutrientes vitais que não podem ser encontrados na comida.

Além disso, em países pobres onde as reservas de água podem estar poluídas, uma criança pode ser exposta à diarréia potencialmente fatal na ingestão da fórmula infantil, ou à desnutrição, se o alimento substitutivo do leite materno for pobre em vitaminas e proteínas.

No caso de mães infectadas pelo HIV, a amamentação também pode servir, porém, de vetor de transmissão do vírus para a criança.

Até agora, este risco de transmissão pós-natal era considerado muito alto: entre 10% e 20%. Segundo a agência OnuAids, a cada ano, mais de 300.000 crianças são infectadas com o vírus da imunodeficiência humana depois do nascimento.

O artigo diz, entretanto, que estas estimativas de risco não distinguiam entre a amamentação exclusiva e a alimentação mista, na qual a criança é parcialmente amamentada e parcialmente alimentada com comida sólida ou fórmula infantil.

Eles recrutaram grávidas atendidas em clínicas pré-natais em KwaZulu-Natal, a província sul-africana mais afetada pela Aids. A maioria das mulheres foi incluída em um grupo que apenas amamentou seus filhos e receberam aconselhamento para fazê-lo.

As outras foram incluídas em dois outros grupos: o primeiro, de alimentação mista, e o segundo, que adotou exclusivamente comida ou fórmula infantil para alimentar os filhos. Elas também receberam aconselhamento.

Depois de três meses, a taxa de infecção por HIV entre o grupo que amamentou exclusivamente foi de 4,04%. Entre o grupo que fez uso da alimentação mista, os bebês que receberam a fórmula láctea junto com leite materno se mostraram duas vezes mais propensos à infecção por HIV. E aqueles que se alimentaram com comida sólida - normalmente mingau de cereais - se revelaram 11 vezes mais propensos à infecção do que o grupo exclusivamente lactente.

Além disso, a taxa de mortalidade aos três meses entre os bebês alimentados somente com leite materno foi de 6,1%, enquanto a dos que receberam alimentação substitutiva, de 15,1%.

Um dos principais autores do estudo, Nigel Rollins, da Universidade de KwaZulu-Natal, disse que os motivos de a alimentação mista representar um risco maior de infecção ainda precisam ser investigados.

Uma das causas levantadas é que as proteínas encontradas na fórmula láctea aumentam a vulnerabilidade do organismo da criança ao HIV, afirmou.

Ao todo, 1.372 crianças foram acompanhadas no estudo, 83% das quais pertenciam ao grupo alimentado exclusivamente com leite materno.

O artigo é um dos três grandes estudos examinados por um painel de especialistas da OMS, que sugeriu mudanças nas diretrizes de amamentação da organização, estabelecidas em 2000.

Estas diretrizes recomendam às mulheres infectadas com HIV que amamentem exclusivamente seus bebês nos primeiros seis meses de vida, a menos que haja disponibilidade de comida substitutiva de boa qualidade, segura e acessível.

Quando este alimento substitutivo estiver disponível, a mãe deve adotá-lo por completo e parar de amamentar a fim de impedir o risco de infecção.

Incluir amêndoa na dieta ajuda a emagrecer


Está provado que incluir amêndoa na dieta acentua a redução de peso. E tem mais: ela é rica em proteína, fibra, cálcio, ferro e gordura do bem, que protege o coração. Delicie-se sem culpa!

Se as amêndoas, castanhas e nozes passam longe do seu cardápio por conta das calorias, você não sabe o que está perdendo. Essas delícias fazem parte do seleto grupo das frutas oleaginosas, que, além de carregarem muitos nutrientes, podem ser excelentes parceiras na hora de emagrecer. Estudos indicam que, quando aliadas a uma dieta, essas castanhas auxiliam na perda de peso, pois são ricas em gorduras monoinsaturadas, responsáveis por manter o nível de açúcar no sangue estável e ativar o metabolismo da queima de gorduras. Um estudo publicado na revista norte-americana International Journal of Obesity, comparou os efeitos de uma dieta para emagrecer enriquecida com amêndoa a uma mais tradicional, suplementada com carboidratos complexos. O grupo que comeu amêndoa não só obteve mais sucesso na redução do peso e do total de gordura corporal como também teve mais facilidade em manter a perda de peso durante o tempo estudado.

Nova arma da dieta

Lançar mão das gorduras do bem para emagrecer é um recurso cada vez mais defendido por especialistas no mundo todo. O treinador físico Jorge Cruise, autor do best seller norte-americano Boa Forma em 8 Minutos pela Manhã (editora Frente), defende que, por equilibrar o nível de insulina liberada pelo pâncreas, essas gorduras ajudam a converter os estoques de gordura corporal em energia. Além disso, os especialistas são unânimes ao classificá-las como ótimas moderadoras de apetite. “Ao comer cinco ou seis nozes antes da refeição, você se sente saciado mais rápido e por mais tempo”, escreve o médico norte-americano Michael Roizen, autor dos best sellers Idade Verdadeira e A Dieta da Idade Verdadeira (Editora Campus).

Supersaudável

E não é só isso. A família das castanhas é muito rica em nutrientes. Na lista de seus componentes benéficos entram fibras, proteína, cálcio, ferro, potássio, zinco, selênio, vitamina E, ácido fólico, entre outros. A castanha-do-pará, por exemplo, já ficou famosa por seu alto teor de selênio, mineral que atua no equilíbrio da tiróide (evitando oscilações de peso), previne tumores, fortalece o sistema imunológico e protege contra a ação dos radicais livres. “Uma castanha-do-pará por dia supre todas as necessidades de selênio do organismo”, garante Vanessa Coutinho, coordenadora da pós-graduação em nutrição esportiva e clínica da Universidade Gama Filho, no Rio de Janeiro (RJ).

Já amendoim, amêndoa e pistache são boas fontes de proteína e não devem faltar na alimentação de quem não come carne. O zinco, presente especialmente na castanha-do-pará e de caju, tem papel fundamental na produção de glóbulos brancos; magnésio, encontrado na maioria dessas castanhas, ajuda a controlar a pressão e a reduzir sintomas da tensão pré-menstrual; sem falar no potássio, que dá uma mãozinha ao desenvolvimento dos músculos. As gorduras monoinsaturadas presentes nesses alimentos também são uma vantagem e tanto. Elas reduzem o nível de colesterol ruim e aumentam o HDL, o colesterol do bem, responsável por limpar as artérias. Por isso, elas são armas poderosas para afastar as doenças cardíacas. Uma pesquisa norte-americana revelou que duas colheres de sopa de nozes por dia é capaz de reduzir em 13% o nível total de colesterol. “Cada 1% do colesterol reduzido significa 2% a menos de risco de doenças cardiovasculares”, diz Liliana Bricarelo, nutricionista da Universidade Federal de São Paulo. Mas não se esqueça de que, mesmo sendo do bem, essas gorduras carregam muitas calorias. Um pacotinho de 100 gramas de amendoim ou castanha de caju, por exemplo, vale o mesmo que um Big Mac. Nem é preciso dizer que, consumidas em exagero, acabam como estoque de gordura. Por isso, o recomendado é comer as castanhas no lugar de outro alimento, não apenas adicioná-las à dieta.

Para quem quer usufruir dos benefícios das oleaginosas e ainda perder peso, a amêndoa é mesmo a melhor opção. Além de ser rica em nutrientes, 12 unidades têm menos de 100 calorias. O ideal é consumir essa porção ao longo do dia (quatro unidades no lanche da manhã, quatro no lanche da tarde e quatro antes de dormir, por exemplo). Já a macadâmia é a menos indicada: uma dúzia tem 200 calorias. E cuidado com o amendoim: mal armazenado, pode conter uma toxina cancerígena. Qualquer que seja a sua escolha, o melhor é consumir as oleaginosas cruas. Se não gostar, uma boa alternativa é torrá-las em casa, pois o calor do forno não é suficiente para tirar os benefícios dos nutrientes nelas contidos. Para preservá-las, conserve em lugar seco e afastadas da luz. Se forem industrializadas, confira no rótulo se contêm gordura vegetal hidrogenada e evite os grãos muito salgados, que favorecem a retenção de líquidos. Bom apetite!


Nota Luis Guerreiro: Todas as sementes são mais facilmente assimiladas se forem deixadas de molho de um dia para o outro. Além dessa vantagem potenciam-se os nutrientes existentes nas mesmas e evitam-se alguns antinutrientes como os fitatos.

Bebês muito gordinhos podem setornar hipertensos

A pressão alta (hipertensão arterial) é uma doença crônica, silenciosa, que evolui ao longo dos anos com o desgaste de vários órgãos do corpo, sobretudo os rins, o coração, os olhos (retina) e o cérebro. Quando não detectada precocemente e adequadamente tratada, a pressão alta pode culminar em eventos graves e potencialmente fatais, como o infarto do coração, a insuficiência renal, cegueira e o derrame cerebral.

Sabe-se que os indivíduos obesos estão sob maior risco de desenvolver pressão alta, bem como de cursar com algumas complicações da doença. Porém, será que existe relação entre o peso de nascimento e uma maior chance de desenvolver pressão alta?

Com o objetivo de esclarecer esta questão um grupo de pesquisadores americanos desenvolveu um estudo publicado na revista American Journal of Epidemiology, em 2007. A pesquisa baseou-se na verificação dos valores de pressão de 4.452 crianças, aos 11 anos de idade, com posterior correlação dos valores encontrados com o peso ao nascimento.

Os resultados divulgados demonstraram que quanto maior foi o peso de nascimento, maiores foram os valores de pressão arterial medidos. Porém, o tempo total de gravidez, o perímetro cefálico (medida da circunferência da cabeça) e o peso atual não demonstraram correlação com os valores de pressão arterial.

As crianças que nasceram com baixo peso foram justamente as que possuíam menores valores de pressão arterial aos 11 anos de idade. O tamanho verificado ao nascimento apresentou correlação positiva com os valores de pressão, ou seja, quanto maior a estatura ao nascimento, maior era a pressão arterial aos 11 anos de idade.

Embora o estudo indique que o peso ao nascimento possa estar correlacionado a hipertensão arterial no futuro, mais estudos devem ser realizados, para concretizar esta confirmação.

Fonte: American Journal of Epidemiology 2007; 165 (6): 611 – 616

Ácidos graxos desenvolvem cérebro de crianças em pesquisa

Crianças que tomaram suplemento de ácidos graxos durante um experimento do Imperial College, de Londres, tiveram um desenvolvimento cerebral de três anos em apenas três meses. Três meninos e uma menina acima do peso ideal e entre oito e treze anos de idade participaram da pesquisa recebendo dois comprimidos diários de um suplemento contendo ácido graxo ômega 3. Em análise três meses depois, os pesquisadores descobriram que eles tiveram significativo desenvolvimento na habilidade de leitura, na caligrafia e na concentração em sala de aula. Segundo os cientistas, o mapeamento do cérebro mostrou um aumento da substância N-acetilaspartato, ligada ou desenvolvimento do órgão.

Os ácidos graxos ômega 3 podem ser encontrados em sementes como a de linhaça, abóbora e nozes.

Cacau pode proteger contra câncer e derrame

Um nutriente do cacau chamado epicatequina pode estar relacionado com a redução do risco de desenvolver várias doenças, como derrame, câncer, diabete e doenças cardíacas, como sugerem pesquisadores nos Estados Unidos. O pesquisador Norman Hollenberg, de Havard, observou os efeitos da substância em centenas de idosos de culturas diferentes nos últimos 15 anos.

O povo Kuna, do Panamá, por exemplo, que pode beber até 40 copos de suco de cacau por semana, tem incidência inferior a 10% das doenças citadas acima. Segundo especialistas, isso acontece porque a epicatequina é um flavonóide que ajuda a relaxar os vasos sangüíneos e melhora a circulação, além de ter propriedades antioxidantes. A substância, que pode ser encontrada também em chás, vinho, chocolate e algumas frutas e legumes, deve ser mais pesquisada para comprovação.

Aroma de rosas durante o sono pode ativar a memória

Pessoas que querem aprender melhor e ter boa memória devem parar para sentir o aroma das rosas, segundo anunciaram pesquisadores alemães na última quinta-feira. O estudo da Universidade de Lubeck descobriu que o uso de odores durante o sono pode reativar novas memórias no cérebro. A pesquisa contou com 74 voluntários que participaram de um “jogo da memória” como o tradicional de virar cartas. Depois, todos dormiram em um tubo de ressonância magnética, alguns inalando a essência em vários estágios do sono. No dia seguinte, aqueles que tiveram a essência de rosas durante o sono lembraram de 97,2% dos pares de cartas aprendidas no dia anterior. Os outros lembraram de apenas 86%. A ressonância mostrou que o hipocampo, área do cérebro ligada à memória, é ativada apenas quando a essência é inalada no período do sono de ondas lentas.

Perfeccionistas sofrem mais de Intestino Irritável

Pessoas perfeccionistas têm mais probabilidade de desenvolver a Síndrome do Intestino Irritável (SII) após uma infecção intestinal, de acordo com um estudo britânico.

Os pesquisadores da Universidade de Southampton estudaram 620 pacientes com gastroenterite e avaliaram a relação dos níveis de estresse e a doença.

O objetivo do estudo, publicado na revista Gut, era descobrir porque apenas algumas pessoas desenvolvem a SII depois de problemas intestinais.

Na Grã-Bretanha, um em cada dez pacientes apresenta sintomas da síndrome depois de infecções como a gastroenterite.

Os pacientes responderam a questionários três e seis meses após o surto inicial de gastroenterite para descobrir se também sofriam de Síndrome do Intestino Irritável, que causa sintomas como diarréia, dor e inchaço abdominal.

Perfeccionismo

Ao todo, 49 pessoas apresentavam a SII nas duas entrevistas. As mulheres apresentaram o dobro da probabilidade de desenvolver a síndrome.

As pessoas sofrem da síndrome são as que relatam os maiores níveis de estresse e de sintomas psicossomáticos.

Esses pacientes eram também os mais perfeccionistas e os que continuaram a trabalhar mesmo doentes.

“Essas são pessoas que têm grande expectativa de sempre fazer a coisa certa, e faltar ao trabalho vai contra as crenças delas. São pessoas ‘tudo ou nada’ com altas expectativas de si mesmas”, disse Rona Moss-Morris, que coordenou a pesquisa.

“Elas não são hipocondríacas. Mas têm uma atitude negativa diante dos seus sintomas”, disse.

Segundo Moss-Morris, os médicos poderiam investigar possíveis traços de personalidade, como a ansiedade e o perfeccionismo, em pessoas que apresentam problemas durante a recuperação da gastroenterite.

Ela afirmou que terapias cognitivas poderiam ser usadas no tratamento da síndrome.

Mas, segundo a médica, o estudo não indica que a síndrome do intestino irritável seja totalmente de ordem psicológica.

Para o professor Robin Spiller, especialista na síndrome e editor da revista Gut, existem duas explicações possíveis para a relação entre o perfeccionismo e a SII.

“Pode ser que o estresse e a ansiedade afetem o sistema imunológico. Mas pode ser também que, se você não descansar, piore”, disse.

Entenda a relação entre a mente, as emoções e o fígado

Como a mente funciona?

Nossos órgãos sensoriais captam informações e levam para o cérebro que as processa, esse fenômeno é chamado de percepção e pode ser agradável ou não. Daí, vem as sensações de prazer, neutra ou de desprazer.

Através dessas sensações formam-se as imagens mentais, que vão despertar as emoções e, por conseguinte, o pensamento, que se transforma em ação, ou seja, decisão.

Em tese o processo acontece na seguinte ordem:

Órgãos sensoriais - percepção - sensação - pensamento - ação = decisão.

Como vamos da percepção à ação (decisão)?

Através do pensamento surge o diálogo interior e a resposta biológica acontece com base nesse diálogo. Ou seja, se você está aquecido dentro de casa e está frio lá fora, e você vai sair, o organismo se prepara (decisão/ação) para uma situação que está por vir - o frio - e o metabolismo do corpo é alterado para enfrentar essa situação.

As emoções estão amarradas com a imagem mental e são fundamentais para tomada de decisões em nossa vida. São essas imagens mentais que provocam as sensações de nojo, culpa, raiva, desejo, etc...

O fígado e as emoções

Cada cérebro reage de maneira única, o fígado impulsiona a imagem mental, é o responsável pela informação de imagem mental. Ou seja, a expansão da energia do fígado forma a imagem mental.


Fonte: ORNASA

Amar é tão necessário quanto ter fome e sede, diz estudo

Os efeitos do amor no cérebro são parecidos com os da cocaína, de acordo com um estudo realizado nos Estados Unidos.

O estudo, publicado na revista Monitor on Psychology, indicou ainda que o amor romântico pode ser uma necessidade tão fundamental quanto a fome e a sede.
A pesquisa foi realizada em conjunto pelo psicólogo social Arthur Aron, da Universidade Estadual de Nova York, a neurocientista Lucy Brown, da Faculdade de Medicina Albert Einstein e pela antropóloga Helen Fisher, da Universidade Estadual de Nova Jersey.

A equipe estudou tomografias do cérebro de pessoas apaixonadas, realizadas enquanto elas pensavam em seus amantes, e percebeu que todos apresentavam atividade em regiões do cérebro ricas em dopaminas, neurotransmissores que estimulam o sistema nervoso central.

Essas regiões, conhecidas como o sistema de "motivação e recompensa" do cérebro, são ativadas quando uma pessoa obtém algo que realmente deseja como comida, água, drogas ou, segundo os cientistas, a pessoa amada.

"Todas as necessidades básicas são associadas com o sistema de dopamina, e o amor romântico também é", disse Fisher.

Motivação e recompensa

"Os vícios são muito poderosos e todos os vícios são associados à dopamina de uma forma ou de outra", afirmou Fisher.

Segundo ela, o aumento da energia em pessoas apaixonadas também pode ser atribuído a um excesso de dopamina.

Um outro estudo ainda não publicado, realizado pela mesma equipe, mostrou que sistemas similares do cérebro são ativados em pessoas felizes no amor e entre aqueles que foram rejeitados recentemente.

A equipe realizou tomografias em 15 estudantes que estão sofrendo por amor enquanto eles olhavam fotos de ex-namorados.

Assim como os que estão felizes, os estudantes rejeitados apresentaram atividade na região de motivação e recompensa do cérebro ao pensarem nos ex-amantes.

Mas os sofredores também tiveram atividade em outra região do cérebro, ligada ao processo de correr grandes riscos.

Segundo Fisher, considerar o amor como uma necessidade, ao invés de uma emoção, pode ajudar os médicos a entender melhor o sofrimento de uma separação e prever como alguém vai lidar com a rejeição.

"Muitos casos de homicídios, suicídios ou obsessão são associados ao amor romântico, e quanto mais pudermos entender os processos básicos do cérebro, mais poderemos compreender por que as pessoas cometem esses crimes."

Beber suco de frutas pode ajudar a reduzir o risco de desenvolver o mal de Alzheimer

Beber bastante suco de frutas pode ajudar a reduzir o risco de desenvolver o mal de Alzheimer e outras doenças crônicas, segundo estudo da Universidade de Glasgow, na Grã-Bretanha.

Os pesquisadores analisaram diferentes sucos, a quantidade de antioxidantes que cada um continha e os outros compostos presentes nos sucos. Os resultados revelaram que os sucos de uva, maçã e amora contêm grandes quantidades de benefícios químicos, incluindo compostos antioxidantes. Estes reduzem o dano das células causados pelos radicais livres, que são causa importante de doenças e envelhecimento. Estudo publicado na revista Journal of Agriculture and Food Chemistry.

Fonte: Boa Saúde - UOL

Yoga no escritório

Hoje em dia a Yoga não é tão popular como uma filosofia e sim como um sistema de disciplina prática. Esta prática é realmente benéfica para a saúde do corpo e da mente, diminuindo o estresse do dia-a-dia e curando até algumas doenças.

A Yoga está sendo utilizada em implicações pessoais, sociais e também educacionais como um todo. Com a prática da Yoga buscamos a harmonia, a saúde, o equilíbrio ou Samatva, que é a integração da personalidade.

A Yoga envolve muitos aspectos filosóficos e práticos que trazem muitos benefícios ao seu praticante. Para você que trabalha muito tempo sentado ou mesmo que tem um trabalho muito exaustivo, algumas práticas desta milenar filosofia, poderão ajudar a ter um corpo mais saudável e uma mente mais equilibrada.

A prática de Asanas tornou-se sinônimo de Yoga, embora a Yoga seja muito mais ampla do que a técnica de Asana, envolvendo muitas outras técnicas, como Pranayamas, Kryas, Bandhas e Mudras, Meditação e Prática de treinamento de atitudes.

Pensando em bem-estar no trabalho, montamos para você um programa fácil de alguns Asanas enfatizando um trabalho de alongamento, para que você possa relaxar a sua musculatura. Fazendo estes Asanas você irá eliminar o estresse do dia-a-dia e sentir um enorme bem-estar.

Você poderá fazer algumas destas posturas de alongamentos durante o dia, após uma reunião estressante, depois de ficar muito tempo sentado, etc. Procure parar de vez em quando para mudar o foco e relaxar. Para isso, desligue-se por 1 minuto do computador, feche os olhos e pense em coisas boas, num lugar que goste e alongue-se.

De manhã ao acordar agradeça a Deus por tudo que é e por tudo o que tem. Queira sempre se melhorar como pessoa intelectualmente e moralmente. Pense nos vícios e defeitos que precisa eliminar e nas virtudes a alcançar. Alongue-se na cama. Isto tudo fará muito bem a você.

Dieta 'reduz risco de câncer de mama em 50%'

Mulheres que ainda não passaram pela menopausa e que comem grande quantidade de fibras podem ter o risco de câncer de mama reduzido pela metade, sugeriu estudo da Universidade de Leeds, na Grã-Bretanha.

O estudo, com 35 mil mulheres, constatou que as mulheres que ingeriam 30 gramas de fibra por dia tinham a metade do risco daquelas que ingeriam menos de 20 gramas.

Os pesquisadores recomendam às mulheres que aumentem sua ingestão diária de fibras.

Especialistas disseram que o estudo divulgado no International Journal of Epidemiology traz mais evidências dos benefícios de uma dieta saudável.

Os britânicos ingerem em média 12 gramas de fibra por dia.

Para consumir, 30 gramas de fibra, uma pessoa precisa comer um cereal de alta concentração de fibras no café da manhã; trocar o pão branco ou de centeio por pão integral e certificar-se de que está ingerindo cinco porções de frutas, verduras e legumes por dia.

Dietas diversas

Uma equipe do Centro de Epidemiologia e Bioestatística da Universidade de Leeds monitorou os hábitos alimentares e a saúde de mais de 35 mil mulheres por sete anos.

Elas tinham idades de 35 a 69 anos no início do estudo. Sua dieta foi avaliada através de um questionário que incluía 217 tipos de alimento.

Ao contrário de outros estudos sobre a ingestão de fibra e o risco de câncer de mama, as mulheres participantes tinham toda uma gama de dietas, inclusive grupos que eram totalmente vegetarianos ou que não comiam carne vermelha.

Pouco menos de 16 mil mulheres não haviam passado pela menopausa ao participarem do estudo.

Um total de 257 mulheres que não haviam passado pela menopausa desenvolveu câncer de mama durante o estudo, que foi financiado, inicialmente, pelo Fundo Mundial de Pesquisa do Câncer.

Eram mulheres que tinham uma maior porcentagem de sua energia proveniente de proteínas e menor ingestão de fibras e vitamina C, em comparação às mulheres que não desenvolveram câncer.

Mas o impacto não foi constatado no grupo de mulheres que já haviam passado pela menopausa, em que 350 tiveram câncer.

Os pesquisadores dizem que isso pode ocorrer porque fibras afetam a forma como o organismo processa e regula o hormônio feminino estrógeno.

Os níveis deste hormônio são mais elevados em mulheres que ainda não chegaram à menopausa.

Janet Cade, líder da pesquisa, disse: "Nosso estudo não encontrou um efeito protetor no grupo mais velho, mas evidências significativas de uma ligação em mulheres antes da menopausa."

A pesquisadora acrescentou ainda que mulheres com peso acima da média e que passaram pela menopausa têm um risco maior de câncer de mama. "O seu peso pode ser preponderante em relação a outros efeitos como os benefícios das fibras."

Ed Yong, da Pesquisa do Câncer da Grã-Bretanha, disse: "Nós já recomendamos a adoção de uma dieta rica em fibras para reduzir o risco de câncer no intestino. "Este estudo sugere que ela pode ajudar a proteger contra câncer de mama nas mulheres mais jovens também."

"Até agora, as evidências de que fibra pode reduzir o risco de câncer de mama eram inconsistentes", acrescentou.


Fonte: International Journal of Epidemiology