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sexta-feira, 21 de março de 2008

Além de melhorar o condicionamento, apenas 72 minutos de atividade física, divididos em pelo menos 3 dias da semana, podem ajudar na redução de medida

Além de melhorar o condicionamento, apenas 72 minutos de atividade física, divididos em pelo menos 3 dias da semana, podem ajudar na redução de medidas da cintura em mulheres na pós-menopausa com sobrepeso ou obesas
Pesquisadores americanos relataram, no Journal of the American Medical Association (JAMA) de 16 de maio de 2007, que mulheres obesas ou com sobrepeso podem se beneficiar com pequenas quantidades de exercícios físicos semanais, obtendo redução na medida da circunferência da cintura e melhorias em seu preparo físico.

O mau condicionamento físico está associado ao risco elevado de mortalidade. Melhorias na aptidão física, por sua vez, estão associadas ao risco reduzido de mortalidade. Entretanto, permanece mal compreendida a relação entre a quantidade de atividade física exercida e o preparo cardiorespiratório.

O U.S. Centers for Disease Control and Prevention (CDC) e o National Institutes of Health (NIH) recomendam pelo menos meia hora de exercícios físicos moderados realizados durante a maior parte da semana, preferencialmente todos os dias, para reduzir o risco de doenças cardíacas, derrame e câncer.

O objetivo do estudo foi examinar os efeitos de 50%, 100% e 150% da atividade física recomendada pelo CDC e NIH no preparo físico de mulheres na pós-menopausa.

Church e colaboradores estudaram 427 mulheres na pós-menopausa, com sobrepeso ou obesas (Índice de Massa Corporal - IMC - variando de 25 a 43 kg/m²) e pressão sangüínea sistólica variando entre 120 a 160 mmHg, com idade média de 57 anos.

As voluntárias, que participaram do estudo prospectivo e randomizado, foram divididas em 4 grupos: um não realizava atividades físicas, os outros faziam exercícios físicos durante 72 minutos por semana (4 kcal/kg por semana de queima calórica), 135 minutos por semana (8 kcal/kg por semana) ou 190 minutos por semana (12 kcal/kg por semana). O que representa - nesses últimos 3 grupos - metade do que é recomendado, o que é recomendado e 50% a mais do que é recomendado pelo NIH e pelo CDC, respectivamente.


As mulheres fizeram os exercícios em esteiras ou bicicletas ergométricas, mas qualquer atividade física moderada poderia causar efeitos semelhantes; incluindo atividades de jardinagem, natação, brincadeiras em parques com crianças ou outras atividades de gasto energético semelhante a uma caminhada em ritmo ligeiro.

Depois de 6 meses, as mulheres não tinham perdido peso e não haviam mudado a porcentagem de gordura no organismo, o que era esperado, já que as mulheres eram encorajadas a manter seus hábitos alimentares de costume. A pressão arterial também não sofreu alterações. Também não houve mudanças substanciais nos fatores de risco cardiovasculares. Mas todas que fizeram exercícios estavam com melhor condição física, medida pelo consumo de oxigênio durante a realização dos exercícios, e suas cinturas estavam mais finas, independente da quantidade de exercícios realizada por semana.


A redução da circunferência da cintura tem uma importância clínica particular, já que há um risco aumentado de resistência insulínica, diabetes, síndrome metabólica e mortalidade associado ao excesso de gordura abdominal.


A conclusão do estudo é que existe uma forte relação de dependência entre a quantidade de exercício físico realizada e as mudanças no preparo físico. E que mesmo uma atividade física de cerca de 72 minutos por semana em mulheres na pós-menopausa e previamente sedentárias, ou a queima de 4kcal/kg por semana, está associado à melhora significativa do preparo físico comparado com mulheres do grupo que não faziam exercícios.


O grupo que se exercitava com 150% das recomendações do NIH (12 kcal/kg por semana) apresentou uma proporção maior de melhoria no preparo físico quando comparado ao grupo de queima de 8 kcal/kg por semana.


Fonte: Journal of the American Medical Association
22 de maio de 2007

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