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segunda-feira, 1 de março de 2010

ENZIMAS E ALIMENTOS CRUS



As enzimas existem apenas nos alimentos crus e não nos alimentos cozinhados e são mais importantes para a nossa saúde do que vitaminas, minerais e aminoácidos. São também essenciais para manter a limpeza interna do corpo. Os enzimas são os catalistas de todas as reacções químicas do organismo.
Sem eles, não há divisão celular, funcionamento do sistema imunitário, produção de energia nem actividade cerebral.
Existem duas variedades de enzimas no nosso organismo, enzimas metabólicos e enzimas digestivos. Produzimos mais de 100 000 enzimas diferentes, cada qual com a sua tarefa.
Os alimentos crus tem exactamente a perfeita mistura de enzimas digestivos para serem absorvidos completamente. estes são chamados de enzimas alimentícios. A natureza na sua interminável perfeição faz com que todos os alimentos quer carne, fruta ou vegetal, se decomponham e voltem para a terra de onde vieram. Mas cozinhar a nossa comida acima dos 45ºC destroi os enzimas, deixando ao organismo o trabalho de os produzir para ajudar a digestão.


Há muitos problemas derivados desta destruição de enzimas. Primeiro, o organismo não consegue produzir enzimas na proporção para metabolizar a comida tão completamente como os enzimas naturais dos alimentos crus. isto resulta na criação de gorduras parcialmente digeridas, proteínas e amidos que entopem os intestinos e artérias.

Os esquimós são um verdadeiro exemplo do que foi dito. Esquimó significa, "quem come cru". Vivendo durante séculos com uma dieta de óleo de baleia e foca, os esquimós não tem esclerose arterial. Não tiveram quase nenhuma doença de coração ou ataques, ou tensão arterial alta. A doutrina nutricional instituída prediria uma alta incidência destas doenças, mas até óleo de baleia cru pode ser digerida completamente se não for cozida e por conseguinte os seus enzimas destruídos. Mas uma vez aquecido, o óleo mais fino, a temperaturas superiores a 45%, não poderá ser digerido completamente. Vai entupi-lo.
Mais importante, está demonstrado que o organismo produz uma quantidade de enzimas de forma finita ao longo da vida. Cada refeição cozinhada vai obrigar a mais produção de enzimas o que esvazia a nossa reserva finita. Uma refeição viva não causa este esgotamento.
Isto pode explicar porque uma pessoa de 85 anos tem só um terço da produção de enzimas que outra de 18. Envelhecer não é mais do que ficar sem enzimas. As células param de multiplicar-se, o sistema imunitário falha e não consegue vencer os desafios como quando se era jovem. A nossa reserva de enzimas é empobrecida durante uma vida com comida cozinhada.
Em 1930 o Dr. Paul Kouchakoff descobriu que quando comemos comida cozida o organismo ataca-a com leucócitos, glóbulos brancos que são a pedra angular do sistema imunitário. Estas células trazem enzimas á comida cozinhada na tentativa de a decomporem e livrarem-se dela. O organismo na realidade trata os cozinhados como um invasor estranho. Não há produção de leucócitos quando se come comida viva. É um tremendo fardo para o organismo para o nosso organismo produzir leucócitos e enzimas. O pâncreas dos seres humanos e respectivos animais domésticos é em média o dobro em peso, dos mamíferos na natureza. Este é o resultado directo do trabalho excessivo que criamos para produzirmos enzimas. Não é de admirar que nos sentimos tão cansados depois de uma refeição cozinhada.
Na realidade queimamos cerca de metade das calorias que ingerimos só para as digerir!
Na natureza os mamíferos vivem entre oito e dez vezes o seu tempo de maturação. Os seres humanos, animais domésticos e criados em cativeiro que comem comida cozinhada só vivem quatro vezes o tempo de maturação. No famoso estudo "Pottinger" sobre gatos, foi demonstrado que comida cozinhada resulta em vidas mais curtas, anormalidades congénitas e eventualmente, perda da capacidade reprodutiva. Experiências em laboratório comprovaram que ratos alimentados a cru viveram 50% mais tempo do que outros alimentados a cozinhados.
É incrível como os animais na natureza conservam a sua reserva de enzimas. se dermos a um esquilo uma noz crua, ele não a come imediatamente mas guarda-a, enterrando-a. Só a comerá quando a noz germinar. Encontraram-se sensores nos narizes dos esquilos que conseguem identificar uma noz germinada. Crua e não germinada a noz tem inibidores de enzimas que impedem que esta seja digerida. Só quando germina os inibidores são desactivados.

2 comentários:

Miguel disse...

olá!mto bom o blog;mta informação interessante! gostava de ser esclarecido acerca dos inibidores de enzimas: hidratar sementes é suficiente para desactivar esses inibidores? e para germinar amêndoas ou nozes, não se pode descascá-las?obrigado.Miguel

Luis Guerreiro disse...

Olá Miguel

Ao deixar de molho as oleaginosas libertam-se os inibidores de enzimas.

Não costumo germinar as nozes e as amêndoas mas é possível fazê-lo se bem que leva algum tempo. Penso que é preferível deixar só de molho retirando a casca dura.