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sexta-feira, 17 de junho de 2011

O que é a Dieta Alcalina ?




A dieta alcalina é um estilo de vida e uma abordagem à Saúde muito, muito simples.
Baseia-se em extensas investigações efectuadas pelo cientista e microscopista nutricional Dr. Robert Young.
Antes de fazer uma explicação simples do que consiste a dieta alcalina, gostaria de tentar abordar este tema em termos mais científicos.
O nosso organismo foi desenhado para ser alcalino. O pH da maioria das nossas células e fluidos como, por exemplo, o sangue tem um valor muito específico de 7.365, ligeiramente alcalino.
Tal como o nosso corpo faz tudo o que for necessário para regular a temperatura, de forma a que se mantenha num valor específico, o nosso organismo faz o mesmo para tentar manter este valor de alcalinidade do sangue (7,365). Por outro lado, o nosso organismo cria ácidos naturalmente através das suas funções corporais, o que o obriga a ter um sistema de reservas alcalinas para compensar essa acidez interna.
O nosso corpo TEM OBRIGATORIAMENTE de manter o pH do sangue e de outras células e fluidos nos 7,365 e irá FAZER TUDO de forma a manter este equilíbrio do PH. Para o fazer, o nosso organismo “recruta” as suas reservas alcalinas, de forma a poder utilizá-las para neutralizar os ácidos que ingerimos ou que são libertados pelas funções corporais. Estas reservas de minerais alcalinos são facilmente depletadas devido ao nosso estilo de vida ocidental, ou seja, a maioria de nós ingere alimentos e bebidas que contém ácidos fortíssimos.
Neste contexto; a escala do pH é logarítimica – isto é, um pH de 6 é 10x mais acídico que um pH de 7, o que significa que um pH de 5 é 100x mais acídico que um pH de 7, um pH de 4 é 1000x mais acídico que um pH de 7. Por exemplo, a Coca-Cola tem um pH entre os 2 e os 3. Por isso, consegue imaginar os efeitos de uma dieta constituída por carne, produtos lácteos, bebidas gaseificadas, alcool, etc.
Este tipo de alimentação irá provocar uma rápida utilização das nossas reservas alcalinas.
O que é que acontece quando eliminamos estas reservas de minerais alcalinos e continuamos a ingerir mais ácidos ?
O nosso organismo é forçado é utilizar as suas reservas alcalinas, situação que provoca o caos interno – por exemplo, se o organismo está constantemente a utilizar cálcio para eliminar os ácidos que consumimos, então surgem os sintomas da osteoporose (os últimos estudos científicos comprovam e associam o consumo de bebidas gaseificadas à ocorrência da osteoporose).
No último século, à medida que fomos “evoluíndo” e mudando o nosso estilo de vida, aumentámos dramaticamente a ingestão de ácidos. A dieta, o stress, as emoções e a falta de exercício contribuiram para aumentar essa acidez interna.
Se nos focarmos na dieta, verificamos sem surpresa que os alimentos mais ácidos são:
·       Açucar
·       Gorduras “trans-fat”
·       Fermentos
·       Produtos lácteos
·       Hidratos de carbono
·       Alcool
·       Alimentos processados e refinados
Estes ácidos manifestam-se na nossa dieta através das colas e das bebidas gaseificadas, pizza, batatas fritas, bolos, biscoitos, refeições feitas no microondas, pão, cafeína, queijo, alimentos com gordura, gelados, tabaco, cerveja, vinho, bebidas lácteas, natas, etc.., alimentos que os cientistas e todas as investigações independentes confirmam não serem benéficos para a nossa saúde.
Tenho a certeza que já adivinhou que os alimentos que são alcalinos para o organismo são, por exemplo, os vegetais frescos, as saladas, os óleos Omega, amêndoas, sementes, cereais integrais, etc.
Estes alimentos são frescos, crus, integrais, sendo alimentos com um elevado valor nutricional e elevado conteúdo de água.
Estes factos tornam esta dieta fácil de entender e de seguir.
Mas o que é que define um alimento ácido ou alcalino? Existem vários factores, mas os mais importantes são os seguintes:
1.    Se um alimento for rico em minerais alcalinos, incluindo o magnésio, potássio, cálcio e sódio, terá um efeito alcalino no nosso organismo;
2.   MAS, se apesar do seu conteúdo alcalino, contiver algum dos seguintes elementos, ele provocará acidez:
a.        Açucar
b.        Fermento
c.         Se for fermentado (por exemplo, o molho de soja)
d.        Se contiver fungos (por exemplo, os cogumelos)
e.        Se for refinado/processado/cozinhado no microondas
Esta situação explica todas estas anomalias.
A maioria das frutas, por exemplo, provocam infelizmente acidez devido ao seu elevado teor de açucar.
As bananas, que têm um elevado conteúdo em potássio, têm cerca de 25% de açucar.
As únicas excepções são o tomate, abacate, limão e as limas(excelentes para utilizar em temperos), toranja e a melancia (em doses limitadas), que são alcalinos devido ao seu baixo conteúdo de açucar.
O açucar é um “veneno” porque causa desvios no pH do sangue, provocando graves distúrbios em todo o organismo.
Lembre-se que o nosso organismo tem de manter o pH de 7,365, e sacrifica tudo para manter este equilíbrio.
Porquê?
Porque num estado de acidez interna, os nossos glóbulos vermelhos não conseguem fazer a sua função, sofrendo transformações biológicas, transformando-se em bactérias e candida albicans (denominando-se pleomorfismo), provovando a “poluição” do nosso ambiente interno.
Adicionalmente, os ácidos que consumimos e criamos, devido ao estilo de vida actual, também fermentam o sangue, criando toxinas, alcool e produtos extremamente perigosos que ajudam a destruir o nosso equilíbrio interno.
Quanto mais ácidos existirem, mais toxinas serão criadas, o pH diminuirá, as bactérias e a candida aumentarão, transformar-se-ão em bolor, criando um ciclo vicioso.
Em resumo:
·       Consumo de ácidos – transformam os glóbulos vermelhos em bactérias e candida albicans– criação de bolor – o bolor alimenta-se dos nossos “bons” nutrientes – excretam resíduos ácidos (micotoxinas) – transformam rapidamente os glóbulos vermelhos em bactérias e candida – criação de mais bolor – etc etc
O stress, as emoções e a falta de exercício também dão o seu contributo.
O Dr Young, nas suas análise de microscopia nutricional, observou que as emoções têm um efeito acídico semelhante aos alimentos.
O exercício é obviamente essencial porque bombeia o sangue e a linfa no corpo, removendo as toxinas e o “lixo” interno, ajudando igualmente a transportar o oxigénio para as células, para que elas funcionem em condições.
RESUMO
O nosso corpo foi desenhado para se manter alcalino e faz tudo para se manter nesse estado. Quando consumimos alimentos e bebidas acídicas, não praticamos exercício e sofremos continuamente de stress, o nosso organismo é “inundado” pelos ácidos, que provocam graves problemas.
Existem alimentos extremamente prejudiciais para a nossa saúde (bebidas gaseificadas, batatas fritas e chips, doces, hamburgers e “fast food”, produtos lácteos, alcool, etc.) e existem alimentos que são extremamente benéficos para  a nossa saúde (vegetais frescas e cruas, sementes, etc)
Para alterar o equilíbrio interno (mais alcalino) é necessário focarmo-nos em ingerir cerca de 70-80% de alimentos alcalinos e limitar a ingestão de alimentos ácidos.
Adicionalmente, é muito importante ingerir cerca de 3 a 4 litros diários de água de boa qualidade e  filtrada, de forma a sentir-se de novo saudável e com energia.
Por isso, não se esqueça do conselho da sua mãe e coma a sopa!!!   J



A minha fotografia
Cascais, Portugal


http://adietaalcalina.blogspot.com/2011/06/o-que-e-dieta-alcalina.html
quinta-feira, 16 de junho de 2011

Permacultura: André Soares fala sobre a "merda"

Simplesmente doce e cru


  • 2 bananas
  • 3 colheres de sopa de leite de coco em creme (colocar no frio para solidificar) - à venda em lojas especializadas - aqui na Dinamarca vende-se nos supermercados (biológico/orgânico)
  • Pasta de tâmaras - à venda em lojas especializadas ou supermercados turcos/árabes
  • 1 colher de mel (opcional)

E. Coli - Evidências Forenses em Genética Mostram que a Super-Bactéria Foi Criada em Laboratório

E. Coli na Europa:


(NaturalNews EUA) Enquanto jogam a culpa de um lado para o outro na Europa, onde uma cepa super resistente da bactéria Escherichia Coli (e. coli) está deixando pessoas doentes e lotando os hospitais na Alemanha, quase ninguém fala sobre como a E. coli poderia magicamente ter se tornado resistente a oito diferentes classes de antibióticos e de repente começado a aparecer no fornecimento de alimentos.

Esta variação particular de E.coli é parte da cepa O104 e esta cepa quase nunca é resistente a antibióticos. Para que elas possam adquirir esta resistência, elas devem ser repetidamente expostas a antibióticos a fim de exercer  uma "pressão de mutação", que as leva direção à imunidade completa contra os antibióticos.

Então, se está curioso em saber as origens de tal cepa, você poderia basicamente fazer uma engenharia reversa do código genético da E. coli e determinar, com bastante precisão, a que antibióticos foi exposta durante o seu desenvolvimento. Este trabalho já foi feito pelo Instituto Robert Koch, da Alemanha (leia mais abaixo), e quando se analisa a descodificação genética desta linhagem O104 que agora ameaça os consumidores de alimentos em toda a Europa, um fato importante emerge de como ela pode ter sido criada.



O Código Genético Revela a História

Quando os cientistas no Instituto Robert Koch da Alemanha decodificaram a composição genética da linhagem O104, eles descobriram que ela é resistente a todas as seguintes classes e combinações de antibióticos:

o Penicilinas

o Tetraciclina

o Ácido Nalidíxico

o Cotrimoxazol

o Cefalosporina

o Amoxicilina / Ácido Clavulânico

o Piperacilina-Sulbactam sódico

o Piperacilina-Tazobactam



Além disso, esta linhagem O104 possui uma capacidade de produzir enzimas especiais que lhe dão o que poderia ser chamado de "super poderes bacterianos", conhecida tecnicamente como ESBLs:

"Beta-lactamases de Espectro Estendido (ESBLs) são enzimas que podem ser produzidas por bactérias tornando-as resistentes às cefalosporinas, como por exemplo: cefuroxima , cefotaxima e ceftazidima - que são os antibióticos mais utilizados em muitos hospitais", explica a Agência de Proteção à Saúde do Reino Unido.

Ainda além disso, esta linhagem O104 possui dois genes, - TEM-1 e o CTX-M-15 - que "têm feito os médicos tremerem desde a década de 1990",  relatou o jornal londrino The Guardian.

E por que é que elas fazem os médicos estremecerem? É porque elas são tão mortais que muitas das pessoas infectadas com estas bactérias são vítimas de falência múltipla de órgãos críticos e simplesmente morrem.



Criando uma Super-bactéria Mortal

Então, como é exatamente que uma bactéria aparece do nada, resistente a mais de uma dúzia de antibióticos em oito diferentes classes de medicamentos e ainda apresenta duas mutações de genes letais, além de capacidades da enzima ESBL?

Há realmente apenas uma maneira de isso acontecer: você precisa expor essa cepa de E. coli a todas as oito classes de antibióticos. Normalmente, isso não é feito ao mesmo tempo, é claro: primeiro precisa expô-la à penicilina e encontrar as colónias de sobreviventes que são resistentes à penicilina. Então pega nessas colónias sobreviventes e as expôe à tetraciclina. As colónias sobreviventes são resistentes à penicilina e tetraciclina. Em seguida, as expõe a um medicamento à base de sulfa e recolhe as colónias sobreviventes, e assim por diante. É um processo de seleção genética feita em laboratório, com um resultado desejado bem específico. Trata-se essencialmente como algumas armas biológicas são projetadas pelo Exército dos EUA no seu laboratório em Ft. Detrick, Maryland.

Embora o processo seja mais complicado do que isto, a conclusão é que a criação de uma cepa de E. coli que seja resistente a oito tipos de antibióticos requer repetidas e consistentes exposições a esses antibióticos. É praticamente impossível imaginar como isso poderia acontecer de forma espontânea no mundo natural. Por exemplo, se esta bactéria teve origem nos alimentos (como nos disseram), então onde é que ela adquiriu toda esta resistência aos antibióticos dado o fato que os antibióticos não são utilizados em vegetais?

Ao considerar a evidência genética que agora nos confronta, é difícil imaginar como isso poderia acontecer naturalmente. Embora a resistência a um antibiótico seja comum, a criação de uma cepa da E. coli que seja resistente a oito diferentes classes de antibióticos em conjunto simplesmente desafia as leis de permutação e combinação genética na natureza. Simplificando, esta cepa de super-bactéria E. coli não poderia ter sido criada na natureza. O que nos deixa com apenas uma explicação de onde ela realmente veio: de um laboratório.



Tríade Hegeliana: Problema, Reação, Solução

As evidências apontam agora que esta cepa mortal da E.coli foi projetada em laboratório, e em seguida, foi libertada no abastecimento de alimentos ou de alguma forma escapou de um laboratório e entrou na cadeia alimentar inadvertidamente.

Se você não concordar com essa conclusão, então você é forçado a concluir que esta super-bactéria octobiótica (imune a oito classes de antibióticos) se desenvolveu de forma aleatória por si só. E esta conclusão é muito mais assustadora do que a explicação da "bio-engenharia" porque significa que super-bactérias octobióticas podem simplesmente aparecer em qualquer lugar a qualquer momento, sem justa causa. E esta seria com certeza uma teoria mirabolante.

Uma conclusão realmente faz mais sentido: Esta cepa de E. coli foi quase certamente criada em laboratório, e em seguida libertada no fornecimento de alimentos com uma finalidade específica. E qual seria o seu propósito?

É a velha tríade novamente sendo utilizada aqui: problema, reação e solução, conhecida também como "dialética hegeliana": Primeiro causam um problema (a cepa mortal da bactéria E. coli no fornecimento de alimentos). Então, aguardam a reação do público (enorme clamor pois a população está aterrorizada pela E.coli). Em resposta a isso, decretam a sua solução desejada (o controle total sobre o abastecimento global de alimentos e interdição de brotos crus, leite cru e vegetais crus).

É disso que se trata, é claro.

A FDA baseou-se no mesmo fenómeno nos EUA, ao empurrar para o seu recente "Ato de Modernização da Segurança Alimentar", que basicamente criminaliza as pequenas fazendas orgânicas familiares ao menos que elas lambam as botas dos reguladores da FDA. A FDA foi capaz de esmagar a liberdade de agricultura nos EUA, utilizando-se do medo generalizado que seguiu os surtos de E.coli no abastecimento de alimentos dos EUA. Quando as pessoas têm medo, lembre-se, não é difícil fazê-las concordar com quase qualquer tipo de tirania regulamentar. E fazer as pessoas ficarem com medo de sua comida é uma questão simples... basta o governo enviar algumas notas pelo seu gabinete de imprensa por e-mail à mídia corporativa afiliada.



Primeiro Proíbem a Medicina Natural e Depois Atacam o Abastecimento de Alimentos

Agora, lembre-se: tudo isso está acontecendo na esteira da proibição de ervas medicinais e suplementos nutricionais na União Europeia  - a proibição que descaradamente criminaliza terapias nutricionais que ajudam a manter as pessoas saudáveis e livres de doenças.

Agora que todas estas ervas e suplementos estão proibidos, o próximo passo é fazer com que as pessoas fiquem também com medo de vegetais frescos. Isso porque os vegetais frescos são medicinais, e enquanto o público tiver direito a comprar vegetais frescos, poderão sempre evitar doenças.

Mas se você pode fazer as pessoas terem medo de vegetais frescos, ou até mesmo proibi-los totalmente, então você pode forçar a população inteira a uma dieta de alimentos mortos e  processados, que promovem doenças degenerativas e impulsionam os lucros das poderosas companhias farmacêuticas.

Verá que é tudo parte da mesma agenda: manter as pessoas doentes, negar-lhes acesso às ervas medicinais e suplementos, e em seguida, lucrar em cima do seu sofrimento nas mãos dos cartéis de drogas globais.

TRANSGÊNICOS E MONSANTO

É claro que os transgénicos também desempenham um papel semelhante nesta história inteira: Eles são projetados para contaminar o abastecimento de alimentos com o código genético que causa infertilidade generalizada entre os seres humanos. E aqueles que são de alguma forma capazes de se reproduzir após a exposição aos transgénicos continuam a sofrer de doenças degenerativas que enriquece as empresas farmacêuticas durante os "tratamentos".

Qual foi o país alvo da E.coli? A Espanha.

Por que a Espanha? Você deve se lembrar que material vazado do Wikileaks revelou que a Espanha resistiu à introdução de transgénicos no seu sistema agrícola, mesmo quando o governo dos EUA veladamente ameaçou com retaliação política por sua resistência. Esta falsa culpa da Espanha pelas mortes causadas pelo E.coli é provavelmente a retaliação pela falta de vontade da Espanha de entrar no "comboio" dos transgénicos.

Essa é a verdadeira história por trás da devastação económica dos agricultores de vegetais da Espanha. É um dos sub-roteiros que estão sendo seguidos paralelamente a este esquema da super-bactéria "escherichia coli".



Alimentos como Armas de Guerra - Criados pela Indústria Farmacêutica?

Aliás, os culpados mais prováveis de terem criado esta cepa de E. coli são os grandes laboratórios farmacêuticos. Quem mais tem acesso a todos os antibióticos e os equipamentos necessários para gerir as mutações provocadas potencialmente a milhares de colónias de E.coli? As companhias farmacêuticas estão numa posição única para tanto executar esta tarefa quanto também lucrar com isso. Em outras palavras, eles têm os meios e as motivações para executar tais ações.

Além das empresas de remédios, talvez apenas os reguladores de doenças infecciosas têm este tipo de capacidade laboratorial. O CDC, por exemplo, provavelmente conseguiria fazer isto se eles realmente quisessem.

A prova de que alguém criou esta cepa de E. coli através de bio-engenharia está escrita no DNA da bactéria. Isto é evidência forense, e o que isto revela não pode ser negado. Esta cepa foi submetida a repetida e prolongada exposição a oito diferentes classes de antibióticos, e depois de alguma forma conseguiram fazer com que ela aparecesse no abastecimento de alimentos.

Como você consegue fazer isto se não for através de um planejamento bem feito realizado por cientistas vinculados a empresas? Não existe tal coisa como "mutação espontânea" para uma cepa que é resistente às 8 mais potentes classes de antibióticos que são vendidos pela indústria farmacêutica nos dias de hoje. Tais mutações são deliberadas.

E se acreditarmos que isto não foi feito deliberadamente, ou que aconteceu acidentalmente é ainda mais assustador. Porque isso significa que a contaminação por antibióticos do nosso mundo agora está em um nível tão extremo de exagero que uma cepa de E. coli na natureza pode ser saturada com oito diferentes classes de antibióticos ao ponto em que se transforma naturalmente em uma super-bactéria mortal.

Se as pessoas acreditam nisto, então isso é uma teoria mais assustadora do que a explicação da bio-engenharia.



Uma Nova Era Começou: Armas Biológicas na sua Comida

Mas em ambos os casos, não importa o que acredita, a verdade simples é que o mundo está enfrentando uma nova era global de novas estirpes de bactérias que não podem ser tratadas com qualquer farmacêutico conhecido. Elas podem, é claro, ser facilmente mortas com prata coloidal, que é exatamente a razão da FDA e os reguladores de saúde terem atacado violentamente as empresas de prata coloidal por todos estes anos: eles não podem deixar o público ter em suas mãos antibióticos naturais que realmente funcionam. Isso colocaria por terra todo o propósito de fazer todo mundo doente em primeiro lugar.

Na verdade, essas cepas de super-bactérias E. coli podem ser muito facilmente tratadas com uma combinação de antibióticos naturais de plantas como o alho, gengibre, cebola e ervas medicinais. Além disto, probióticos podem ajudar a equilibrar a flora do trato digestivo e "expulsar" qualquer bactéria mortal que aparecer. Um sistema imunitário saudável e o bom funcionamento do trato digestivo podem combater uma infecção pela super-bactéria E. coli. Não podemos esquecer também da importância da Vitamina D em manter o sistema imunitário funcional. Quase todas as mortes agora atribuídas a este surto de E.coli poderiam ter sido evitadas rápida e facilmente. Estas são as mortes da ignorância. Mas também são as mortes de uma nova era de armas biológicas baseadas em alimentos desencadeadas por um grupo de cientistas, ou por alguma uma instituição seguindo uma agenda específica que declarou guerra contra a população humana.



Atualizações Sobre este Surto de E.Coli

o 22 mortes até agora já foram relatadas, sendo que  2.153 pessoas já adoeceram e possivelmente estão enfrentando falência renal.

o O Ministério da Agricultura da Alemanha anunciou que mesmo sabendo que a origem do surto é uma fazenda alemã de alimentos orgânicos, eles ainda não retiraram as advertências para que as pessoas evitem comer tomate e alface. Em outras palavras, mantem o povo com medo! Isto sem falar que agora ficou claro que o alvo desta armação são as fazendas de alimentos orgánicos. Veremos muito em breve a Monsanto anunciar que criou sementes de vegetais imunes à esta bactéria;)

o "A variante alemã da E. coli, conhecida como O104, é uma híbrida das cepas que podem causar diarreia sanguinolenta e danos nos rins chamada síndrome hemolítico-urêmica", relatou o Jornal The Independent.

o Um total de dez nações europeias registou surtos da cepa de E. coli, principalmente por pessoas que haviam visitado o norte da Alemanha.

o Um jornal médico alemão sugere que o surto de E. coli pode ter sido um ataque terrorista. 

Fontes:
- Natural News: Forensic evidence emerges that European e.coli superbug was bioengineered to produce human fatalities

- Agência de Proteção de Saúde do Reino Unido: Extended-Spectrum Beta-Lactamases (ESBLs)

- The Guardian: The reason why this deadly E coli makes doctors shudder

- G1: Superbactéria pode ter saído de fazenda de alimentos na Alemanha

- The Independent: German beansprouts to blame as E coli death toll reaches 22

- Aerzte Zeitung: EHEC und das RKI - Behörde in der Kritik

- Wikileaks Brasil: EUA força França e Espanha a aceitar transgênicos



Fonte: http://www.naturalnews.com - Em português http://www.doutoralberto.com/

Posted: 07 Jun 2011 02:11 AM PDT

Mini-Curso de Culinária Viva



Mini-Curso de Culinária Viva
Um encontro com a Culinária que valoriza a vitalidade nos alimentos e que dispensa cozimento, refinados, derivados e processados. Baseada em sementes germinadas e brotos de cultivo caseiro de brotos, combinados com vegetais crus. E que além de ser linda e saborosa, também promove bem-estar e saúde!
Atividades:
  • Apresentação da Culinária Viva
  • Orientação na germinação de sementes e no cultivo caseiro de brotos
  • Demonstração de extração de clorofila de folhas comestíveis e degustação
  • Prática de preparo de pratos salgados em grupo
  • Almoço/degustação
Orientadora:
Juliana A. Malhardes
Educadora em Culinária Viva
  • Bacharel em Direito, com ênfase em Direito Ambiental.
  • Pós-Graduada em Nível de Especialização em Gestão Ambiental – MBA pela FGV, com tcc. sobre Terrapia/Ensp/Fiocruz.
  • Educadora em Alimentação Viva formada pela Terrapia – Alimentação Viva na Promoção da Saúde e Ambiente/Ensp/Fiocruz
Data: 02 de julho de 2011 – sábado
Horário: 9hs às 14hs.
Local: Semearterapias
Rua Major Pardal Junior, 51 – Fonseca – Niterói/RJ
Sugestão de contribuição: R$90,00.
Inclui apostila de Receitas do Curso com sugestões de variação e degustação.
Inscrições:
Tel.: (21) 2626 0843  - e-mail: semearterapias@gmail.com
Mais informações:
juliana@culinariaviva.com