NutriViva no Facebook é a nossa página no Facebook onde há uma constante actividade com pratos e ideias sobre Alimentação Viva.
O blog também está acessivel em ALIMENTACAOVIVA.COM e ALIMENTACAOVIVA.INFO
Visitem o meu blog em inglês (com traduçao automática)
Raw in Copenhagen
Ao deixar um comentário referente a um artigo, por favor colar o link desse artigo.

Badge Raw Food

Qr Code do blog

Qr Code do blog
Qr Code do blog

Rss

Contacto

Search/ Busca

Carregando...

Blog Archive

Followers

Follow by Email

Add me on Facebook

NutriViva Tv



Ocorreu um erro neste gadget

Total de visualizações de página

sábado, 8 de maio de 2010

Algas



As algas marinhas ajudam a restabelecer as reservas de ferro e são óptimas fontes dos principais minerais. São vários os tipos de algas: ágar-ágar, arame, bodelha, clorela, dulse, hiziki, irish moss, kombu, nori, spirulina, e wakame.As algas marinhas fazem parte da alimentação de muitos povos, como os chineses e os japoneses. Entre os ocidentais, são consumidas principalmente pelos vegetarianos e macrobióticos.
As algas são uma excelente fonte de iodo, mineral essencial ao correcto funcionamento da tiróide. Outros minerais que normalmente se encontram nas algas são o ferro, o potássio, o cálcio, o cobre, o magnésio e o zinco.
A maioria das algas contém ainda betacaroteno (provitamina A) e algumas das vitaminas do complexo B. A maioria dos tipos de algas apresentam um elevado conteúdo proteíco, sendo ricas nos aminoácidos essenciais.
São os únicos alimentos de origem vegetal que contêm vitamina B12. No entanto, a vitamina B12 existente nas algas encontra-se numa forma biologicamente inactiva, isto é, o organismo não consegue utilizá-la convenientemente. Deste modo, as algas não são uma fonte credível de vitamina B12.
O consumo regular de algas pode ajudar a combater a anemia, uma vez que ajudam a manter e restabelecer as reservas de ferro.
As algas aumentam o volume das refeições, sendo contudo pobres em gordura e calorias. Tem uma composição gelatinosa e um elevado teor de fibras.
Como são muito ricas em carotenos, podem ter um efeito protector contra a mutação de certas células cancerígenas.
Além dos benefícios nutricionais e terapêuticos, de alguns tipos de algas são também extraídas substâncias utilizadas na indústria alimentar e de cosmética. Por exemplo, em alguns produtos alimentares utiliza-se o agar-agar (E-406), o carragenano (E-407) e os alginatos (E-400), substâncias que funcionam como aditivos naturais com, respectivamente, as funções de gelificantes, espessantes e estabilizantes.
Por outro lado, na cosmética as algas são muito usadas em produtos para ajudar a rejuvenescer a pele, prevenir problemas circulatórios e reumáticos e a combater a celulite.


Algumas zonas dos mares estão poluídas com metais pesados. Por isso, há toda a conveniência em adquir as algas em lojas de produtos naturais que assegurem que os produtos provêm de regiões não poluídas.
As algas compradas secas e embaladas, conservam-se quase indefinidamente enquanto fechadas; uma vez abertas as embalagens, conservam-se cerca de 4 meses num recipiente fechado.


Tipos de algas:
AGAR-AGAR - usada principalmente para engrossar os alimentos. É vendida em fios ou em flocos e não tem sabor, pelo que misturada com frutas é geralmente utilizada como gelatina (substitui as gelatinas de origem animal).
Devem demolhar-se poucos minutos e cozinhar-se até que a alga se dissolva; depois deve deixar-se solidificar até se obter uma excelente gelatina.
É um óptimo alimento em casos de obstipação e de excesso de peso.


ARAMÉ - alga escura, muito fina e de sabor suave que se cozinha com os vegetais. Pode ser cozinhada em vapor, salteada ou comida como salada. Rica em cálcio, ferro, iodo e outros minerais. Deve demolhar-se cerca de 15 minutos e cozinhar durante mais ou menos meia hora. O seu sabor suave mistura-se bem com outros sabores pelo constitui um bom começo para a apreciação de vegetais marinhos.
Auxilia na digestão e é excelente para problemas nos órgãos reprodutores femininos (especialmente) e masculinos.


BODELHA - também conhecida por sargaço, é uma alga castanha, rica em iodo que pode ser útil no tratamento do hipotiroidismo. Absorve ainda o suco gástrico e diminui a acidez. É uma alga fresca que pode ser usada em decocção ou infusão.


CLORELA - é uma microalga verde, de água doce, cujo nome se deve à riqueza em clorofila. Rica em nutrientes e ácidos nucleicos (DNA e RNA), apresenta propriedades desintoxicantes e estimulantes do sistema imunitário, sobretudo ao nível da actividade anti-viral. A clorela contribui ainda para controlar o colesterol, para além de ser também uma boa fonte de proteínas. É útil no crescimento das crianças, sobretudo quando há necessidade de enriquecimento nutricional e na nutrição de grávidas e durante a amamentação.


DULSE - alga vermelha (púrpura), macia, com sabor característico, usada em sopas e condimentos. Rica em minerais como o ferro, potássio, magnésio, iodo e fósforo.


HIZIKI - alga escura e comprida com textura semelhante à aramé, mas mais espessa e com um sabor a mar muito mais forte. Tem uma quantidade enorme de cálcio e também de potássio e ferro. Deve colocar-se de molho cerca de 10 minutos antes de usar, pois aumenta cinco vezes de volume quando hidratada.
O seu consumo proporciona brilho e elasticidade aos cabelos e às unhas.


IRISH MOSS - também chamada de musgo da Irlanda, é utilizada na indústria alimentar como fonte de carraginas gelatinosas para solidificar os alimentos. Apresenta uma cor entre o roxo-avermelhado e o verde-avermelhado.


KOMBU - de cor escura é mais larga e mais espessa que as outras algas. É usada para cozinhar com feijões (torna as leguminosas mais macias e digeríveis) ou com vegetais, realçando o seu sabor e ajudando na digestão das fibras. É também excelente para fazer caldos de legumes e sopas. Deve demolhar-se e demora cerca de 30 minutos a cozinhar. É bastante rica em cálcio e contém ácido glutámico, que amolece os legumes e realça o seu sabor.
Evita a formação de gases intestinais, fortalece e limpa os intestinos, aumenta a vitalidade sexual e estimula o sistema linfático. É importante no tratamento de doenças como a gota, a artrite, o reumático, a anemia, o hipotiroidismo, a digestão difícil, as colites e as dificuldades circulatórias e respiratórias.


NORI - de cor entre o verde vivo e o roxo e de folhas finas. As suas tiras secas são utilizadas como invólucro do famoso prato japonês, o sushi. Prepara-se tostando-a rapidamente na chama do fogão. Pode comer-se directamente ou parti-la em pedaços e salpicar sobre a sopa, vegetais ou feijões. É particularmente rica em ferro, potássio, iodo e proteínas. Contem também vitamina A, cálcio, ferro, vitaminas B1, B2 e C.
Elimina toxinas, favorece a digestão e activa a circulação sanguínea.


SPIRULINA - é uma microalga azul-esverdeada, que apresenta cerca de 70% de proteínas contendo 8 aminoácidos essenciais. É 58 vezes mais rica em ferro que o espinafre, e oferece ainda vitaminas do complexo B. É por isso um bom complemento alimentar para vegetarianos e desportistas. A sua riqueza em clorofila faz com que seja usada em preparados para eliminar o mau hálito. Ajuda a combater o cansaço tanto físico como intelectual e reforça o sistema imunitário.


WAKAME - de folhas verdes escuras e encaracoladas tem um sabor suave e adocicado. É principalmente usada na confecção de sopas (sopa de misso) ou em conjunto com os vegetais. Rica em iodo, proteínas, cálcio, ferro e magnésio.
Deve demolhar-se durante cerca de 20 minutos. Pode ser fervida em lume brando durante 10 a 15 minutos, ou cortada em bocadinhos para ser servida como salada. O seu veio central é rijo e deve ser retirado depois de amolecido em água fria, pois não amolece nem mesmo com a cozedura.
Neutraliza as toxinas do sangue e estimula as secreções enzimáticas. Auxilia em problemas pulmonares como por exemplo a asma ou a bronquite.


Referências:
http://www.graointegral.com.br/culinaria.japonesa.html
http://www.centrovegetariano.org/index.php?article_id=80 (sobre spirulina)


Copyright Centro Vegetariano. Reprodução permitida desde que indicando o endereço: http://www.centrovegetariano.org/Article-20-Algas.html

O fluoreto tóxico das cinzas vulcânica contamina a Islândia e está matando animais

flúor, a Islândia, o vulcãoAnimais na Islândia do sul estão em risco de intoxicação por flúor, se inalarem ou ingerirem as cinzas da erupção vulcânica recente. A intoxicação por flúor pode levar à hemorragia interna, danos nos ossos a longo prazo e perda dos dentes.


Segundo a BBC News:"O flúor nas cinzas cria ácido no estômago dos animais, corroendo o intestino e causando hemorragias. Também se liga com o cálcio na corrente sanguínea e após a exposição pesada ao longo de um período de dias deixa os ossos frágeis, causando até a perca dos dentes "

BBC News April 19, 2010 


Muitos podem ver esta história e nunca mais ligar à questão do envenenamento trágico destes animais devido a um evento natural, e o envenenamento intencional de seres humanos através da exposição excessiva de flúor em cada dia.
Esta história é um outro indício de que só porque alguma coisa existe na natureza não significa necessariamente que é bom para nós. E este é certamente o caso da utilização seriamente equivocada de flúor para prevenir cáries dentárias.
A prática da adição de flúor à água da torneira começou em 1945. Em paises como os EUA 60 por cento da água é fluoretada -no Brasil a prática também é comum.
O mais provável, seu dentista - juntamente com o governo e inúmeras autoridades de saúde pública -tem elogiado e promovido o uso do flúor, tanto na pasta de dentes e água potável, como um dos esquemas para promover os dentes fortes e saudáveis.
Infelizmente, todos eles enganam o público que participou involuntariamente numa das maiores fraudes da saúde pública e cover-ups de tóxicos na história.




Fonte: Dr. Mercola

As cinzas chegaram ontem ao centro e ao sul de Portugal - Google

9ª "EXPERIÊNCIA DE PERMACULTURA" N'O FOJO, dias 8 e 9 de Maio de 2010


Horário: 8 maio 2010 às 10:00 a 9 maio 2010 às 18:00
Local: Fojo
Site ou Mapa: http://www.o-fojo.blogspot.com
Tipo de evento: experiênciadepermacultura
Organizado por: Filipa d'O FOJO
Última atividade: 1 dia atrás

Descrição do evento

E eis que voltamos à acção depois de um curto período de assentamento de ideias, de reflexão e de crescente vontade de voltarmos a reunir a família n'O FOJO!


É já neste próximo fim-de-semana que vamos poder observar o crescimento do nosso Food Forest!
Pois é, neste fim-de-semana fazem exactamente dois meses desde o plantio de muitas árvores de fruto, arbustos de bagas, videiras, leguminosas e muitas flores e ervas de cheiro. Vamos poder presenciar o avanço que a Natureza nos proporciona, já que com os dias de Sol que temos vivido, muita folhinha verde nasce a cada manhã que passa!


Iremos preparar o terreno para a Celebração do Sagrado Feminino que se irá realizar no fim-de-semana de 29 e 30 de Maio, as deusas por lá vão passar e queremos melhorar e continuar a construir os acessos a todas as zonas do terreno.


Com o esquentador a funcionar há que recolher alguma lenha para nos aquecer os banhos!


Vamos ainda preparar uma zona para o cultivo hortícola e semear algumas das especialidades da zona. Teremos ainda oportunidade para transplantar germinados que já nasceram na cidade, mas que estão desejosos de pôr as raízes na terra!


O que é preciso levar?
- boa disposição e saudinha;
- as crianças são bem-vindas! O Lucas irá ficar muito contente de ter companheiros à sua altura!;
- material de acampamento (tenda, saco-cama QUENTE, colchão e MANTAS! e lanterna);
- agasalhos, vai estar frio à noite!;
- luvas de trabalho;
- comida preparada para partilhar - Almoço de Sábado;
- comida para partilhar;
- ferramentas: Braços fortes e espírito de equipa!
- instrumento musical;
- pedimos também que tragam uma caneca, prato e talheres pois não temos para toda a gente!


CONTACTOS (Antena nova! Um pauzinho de rede...)
Maurício: 939 143 142
Filipa: 912 443 597
info.fojo@gmail.com


Mapa
http://permaculturaportugal.ning.com/


Como chegar vindo de:
Alvaiázere:
Tomar a estrada nacional em direcção a Ansião e, depois de passar a serra e passar pela entrada de Almoster, virar à esquerda em direcção à Santa Cruz, daí é só seguir por esta estrada e, ao passar por uma fonte, andar mais cerca de 500 metros e virar à esquerda junto a uma casa amarela e caixas de correio. Seguir por esta estrada (ainda asfaltada) e virar à esquerda num caminho de terra. Cá estás!


Pombal:
Tomar a estrada nacional em direcção a Ansião. Ao chegar a rotunda de Ansião, virar à direita junto aos bombeiros, passar pelo Intermarché, seguir em frente até chegar a outra rotunda e então virar à direita em direccção a Alvaiázere, pela estrada nacional. Seguir por estra estrada e passar por São João de Brito, seguir mais uns quilómetros e virar à direita em direcção à Santa Cruz, daí é só seguir por esta estrada e, ao passar por uma fonte, andar mais cerca de 500 metros e virar à esquerda junto a uma casa amarela e caixas de correio. Seguir por esta estrada (ainda asfaltada) e virar à esquerda num caminho de terra. Cá estás!


GPS do Fojo
39°51'22.69"N
8°27'37.02"W


Não se esqueçam de organizar as boleias e ajudar os amigos English Speakers!
sexta-feira, 7 de maio de 2010

- LIVRO "Algas do Atlântico, Alimento e Saúde – As Verduras do Oceano"

Temos o prazer de ter o apoio da Algamar na Oficina de Algas a realizar no próximo mês de Junho em Galamares, Sintra - à venda vai estar o livro "Algas do Atlântico, Alimento e Saúde – As Verduras do Oceano"   versão em português - para quem não puder estar presente poderá desde já encomendar o mesmo através do email guerreiro.info(@)gmail.com (retirar ( ) do @). O preço é de 18 euros + portes de envio.



- LIVRO "Algas do Atlântico, Alimento e Saúde – As Verduras do Oceano" - Propriedades, Receitas e Descrição
Editado por Algamar, primeira edição Abril 2002, primeira edição em língua portuguesa Junho 2003. 
Neste momento vai na terceira edição, com 272 páginas, descrição uma a uma das algas galegas comestíveis, como se recolhem, o seu valor nutritivo detalhado, dados científicos, propriedades medicinais, fotografias e mais de 10 receitas.

Coordenado por Clemente Fernandes Sáa, co-fundador de Algamar, é um livro de referência em Espanha e em Portugal sobre as algas da Galiza. Sem dúvida a publicação mais completa dirigida ao grande público até hoje em castelhano. Baseado nos mais prestigiados estudos, tem uma orientação claramente prática e de divulgação da excepcional riqueza da nossa “horta submarina atlântica”.
Dispõe de tabelas de nutrientes, tabelas de menus classificados por tipo de alga, tempos de remolho e cozedura e as diferentes formas de serem consumidas, com as receitas numeradas: primeiros pratos, segundos pratos, sobremesas, molhos e patês.
Dedica também um breve capítulo às Algas como ração e fertilizante


A família da ilha Paraíso



Não está rodeada de água nem a vedação é intransponível.
Chamam-lhe Ilha porque na quinta, dois hectares no concelho de Marvão, hà muito que o tempo parou numa fuga constante à civilização tóxica e prejudicial.
A familia Schwekert, a viver em Portugal vai para 19 anos, tem oito filhos. Os dois mais velhos, já adultos, nasceram ainda na Alemanha. Os seis mais novos, entre os dois e os 11 anos, só conhecem o nosso país; aliás, dificilmente saem da propriedade a que os pais chamam de Ilha Paraiso. Não vão à escola, nunca tomaram vacinas ou medicamentos, não sabem o que é um médico, dormem sempre na rua e ingerem todos os alimentos crus.

Além da família, esta comunidade crua recebe quotidianamente visitas de todo o mundo. O conceito é divulgado na internet e há muito quem queira aderir ou simplesmente experimentar um estilo de vida diferente.

Por 200 euros por semana não faltam alemães, holandeses, franceses, espanhóis e mesmo portugueses a querer uma dose radical de ecologia.
Uma vez no espaço, as diferenças para a civilização, logo ali, a menos de um quilómetro, são impressionantes.

O cheiro é activo. As pessoas, as coisas, tudo é lavado, quando é, apenas com água. O leite de cabra não é pasteurizado, as uvas, moídas à mão, dão um vinho gasoso e com grau desconhecido.

O fogo só serve para aquecer e em casos especiais. O lume mata a comida e, por isso, legumes, leguminosas, leite e ovos são ingeridos sem ser cozinhados.

O sistema não gasta dinheiro e é autosuficiente. Todos trabalham, inclusive as crianças.

Reinhold é o patriarca e mentor do grupo. Na reportagem especial desta semana guia-nos pelo paraíso fora da lei onde só se obedece às regras de Deus e da Natureza

Xingu - A luta dos Povos pelo Rio





A trajetória de luta dos índios do Rio Xingu contra a construção da usina de Belo Monte e de outras, planejadas para o Rio Xingu, é o tema do vídeo produzido pelo ISA. O documentário reúne cenas históricas desse processo, iniciado em Altamira (PA), em 1989, e resgata os principais acontecimentos, até os dias de hoje, de uma batalha que se arrasta há mais de 20 anos. Direção: André Villas-Bôas e Beto Ricardo
quinta-feira, 6 de maio de 2010

We are all one - Somos todos UM [legendas port-br]



Narracao:
1- Profecia de nativos norte-americanos:
0:00 - 1:22 Red Crow Westerman.
1:33 - 9:53 Oren Lyons
2. (Planet Earth) Documentário premiado da BBC, narrado por David Attenborough
e produzido por Alastair Fothergill
3. Trilha sonora: do filme Patch Adams. Contém musica de vários artistas, Marc Shaiman


Editado e sincronizado por Anders Fredblad, 4/12/2008 Suécia


Legendas em Inglês e Português: YASHAMILL

Robert Happé - Somos todos um / We're all only one





Robert Happé nasceu em Amsterdão, Holanda. Estudou religiões e filosofias na Europa e dedicou-se desde então a descobrir o significado da vida. Estudou também Vedanta, Budismo e Taoísmo no Oriente durante 14 anos, tendo vivido e trabalhado com nativos de diferentes culturas de cada região onde esteve - Índia, Tibete, Cambodja e Taiwan.


Em seu retorno à Europa, sentiu necessidade de compartilhar o conhecimento adquirido e suas experiências de consciência. A partir daí, trabalhou em várias universidades, e tem trabalhado continuamente com grupos de pessoas interessadas em autoconhecimento e desenvolvimento de seus próprios potenciais como seres criadores.


Desde 1987 vem compartilhando informações em forma de seminários e workshops em países da Europa, na África do Sul, nos EUA, na Austrália, e no Brasil.


Seu trabalho é independente, estando desvinculado, sob todo e qualquer aspecto, de organizações religiosas, seitas, cultos e outros grupos.


++++++


Robert Happé was born in Amsterdam, Holland. He dedicated himself to discover the meaning of life and studied religions and philosophies in Europe. He also studied Buddhism, Vedanta and Taoism in the Far East for a period of 14 years, while living and working with people of different cultures, such as the Indian, Nepalese, Tibetan, Cambodian and Taiwanese.


On his return to Europe he felt the need to share his experiences in consciousness and did so at various universities, where he learned to work and share information with groups of people who were interested in self-development and discovering their true potential as creative beings.


Since 1987, he has been sharing information in the form of seminars in many European countries, as well as South Africa, Australia, USA, Argentina and Brazil.


He works independently and is in no way associated with any religious organizations, cult or group.


++++++


Author's website: http://www.roberthappe.net

Maré negra pode vir a afectar peixe português

Noticia ontem (05/05) do site do Diário de Noticias...


As espécies de peixes afectadas pela maré negra no Golfo do México podem vir parar à mesa do consumidor português, mesmo que a captura não seja feita directamente no local, alertou ontem a presidente da Quercus. "As espécies que existem nos oceanos podem ser afectadas pelas marés negras de duas formas: podem morrer ou ser contaminadas", sendo que, no segundo caso, não está excluída a hipótese de "virem parar ao nosso prato", assinalou Susana Fonseca. Segundo a responsável, se a área atingida for de captura de pescado para Portugal, "a poluição pode chegar até nós mais directamente", mas, mesmo que não o seja, o risco não está excluído.

Fonte: http://dn.sapo.pt/inicio/ciencia/interior.aspx?content_id=1561035&seccao=Biosfera

Maré negra pode chegar ao nosso prato

Desastre ecológico no Golfo do México pode ter consequências para os portugueses

Redacção / CLC

As espécies de peixe afectadas pela maré negra no Golfo do México podem vir parar à mesa do consumidor português, mesmo que a captura não seja feita directamente no local, alertou a presidente da Quercus à agência Lusa.
«As espécies que existem nos oceanos podem ser afectadas pelas marés negras de duas formas: podem morrer ou ser contaminadas», sendo que, no segundo caso, não está excluída a hipótese de «virem parar ao nosso prato», assinalou Susana Fonseca.
Segundo a responsável, se a área atingida for uma zona de captura de pescado para Portugal «a poluição pode chegar até nós mais directamente», mas, mesmo que não o seja, o risco não está excluído.
«O mar é aberto e a poluição num lado chega rapidamente ao outro extremo do globo através das correntes. Nós podemos estar a capturar longe e essa zona ser afectada», exemplificou a ambientalista.
Um dos riscos das marés negras é «a poluição mais difusa que fica no ambiente», esclareceu a presidente da associação nacional de conservação da natureza, recordando que o petróleo é «um poluente cujos constituintes bioacumulam».
«Assim, à medida que formos subindo na cadeia alimentar, vai haver uma maior concentração desses poluentes e, como estamos no topo da cadeia - comendo peixe que já consumiu outro peixe, que, por sua vez, já se alimentou de plâncton, zooplâncton ou fitoplâncton -, somos das espécies mais susceptíveis de contaminação», explicou.
A propósito dos riscos inerentes às marés negras, Susana Fonseca comentou ainda o facto de a companhia petrolífera britânica BP, responsável pela plataforma que explodiu no Golfo do México a 20 de Abril, não ter conseguido manter as garantias dadas quando solicitou o licenciamento da estrutura.
«Quando pediram o licenciamento da plataforma, afirmaram que, em caso de acidente, tinham capacidade para tratar muito mais do que aquilo que está a ser libertado neste momento e vê-se que isso não é verdade», criticou.
«Este tipo de acidentes deve fazer-nos reflectir sobre a adequação da exploração de petróleo em determinadas zonas muito sensíveis do planeta», sublinha a presidente da Quercus.
A plataforma Deepwater Horizon afundou-se no Golfo do México a 22 de Abril, a cerca de 70 quilómetros da costa norte-americana, fazendo 11 desaparecidos, e o seu poço liberta, desde então, até 800 mil litros de petróleo por dia.


Fonte: http://aeiou.expresso.pt/grafico-animado-como-travar-mare-negra-no-golfo-do-mexico=f580426



Alabama e Mississipi decretam estado de emergência




Os Estados do Alabama e do Mississipi, nos Estados Unidos, decretaram o estado de emergência, face à ameaça iminente da maré negra, que pode chegar às suas costas, devido ao petróleo derramado pela plataforma que naufragou no golfo do México, escreve a Lusa.




Estado de emergência na Florida por causa de maré negra


O Louisiana, onde a maré negra já começou a sujar a costa na quinta-feira à noite, bem como a Florida, onde a mancha de petróleo é esperada segunda feira, já tinham decretado o estado de emergência, situação que lhes permite receber a ajuda do governo federal a fim de fazer frente a uma eventual catástrofe natural.
«Esta fuga de petróleo representa uma grave ameaça para o nosso ambiente e para a nossa economia», declarou o governador do Alabama, Bob Riley, num comunicado, acrescentando: «os nossos recursos naturais, as nossas empresas e as nossas populações costeiras estão perigo».


Fonte: http://diario.iol.pt/ambiente/eua-alabama-mississipi-mare-negra-mexico-tvi24/1159368-4070.html

Tupinambo

O tupinambo ou batarata, ou girassol batateiro, (Heflanthus tuberosus), ainda pode chamar-se marquesinhas, e pertence à família das Compostas. Esta planta, originária das Américas, ficou muito tempo no esquecimento, mas hoje volta a pensar-se nela e fomenta-se a sua cultura.




O tupinambo desenvolve-se bem onde se dá a batata. Inclusive em solos pedregosos e de escasso valor, e até em terrenos arenosos. É de fácil cultivo, suportando temperaturas altas e baixas.

Composição -- No tubérculo encontra-se, segundo Wienhaus, aglutinina, que ele denominou fasina. Há também 1,87 % de proteína, 0,2 % de gordura, 16,4 % de hidrocarbonatos, 79,1 % de água. O conteúdo em minerais corresponde ao da batata. Os tupinambos possuem, portanto, um excesso em componentes básicos (de ação alcalina). Registra-se a presença de vitaminas, em especial vitamina C, e existem hidrocarbonatos em forma de glicose e inulina.

Emprego Medicinal-- Reveste-se de importância cada vez maior no regime de diabéticos. Segundo o professor von Noorden, correspondem 80 g de tupinambo a uma unidade de pão branco (pequeno pão de 20 g = 12 g de hidrocarbonatos).

Usos Alimentícios -- 0 tupinambo apresenta uma variedade cujo tubérculo é fusiforme, de pele lisa, rosada. Constitui, um excelente alimento humano, infelizmente pouco conhecido. Tem um sabor quase igual ao da alcachofra, ou seja, um pouco adocicado. Pode ser preparado de muitas maneiras.

Saboroso crú na salada ou cozinhado.

Em geral, cozem-se até abrandar-se em água com sal e depois prensam-se para se tomarem como purê. E muito vantajoso o não ter que conservar os tubérculos em sótãos durante o inverno, podendo deixar-se na terra, visto resistirem ao frio. Além disso, no sótão só resistem uma semana. Da terra podem colher-se nos dias frios, mesmo na primavera.


Adaptação: Luis Guerreiro

Fonte: "Guia da Saúde na Alimentação"

Na wikipedia






Helianthus tuberosus , conhecida popularmente como tupinambo ou girassol batateiro, é uma espécie do gênero botânico Helianthus, da família das Asteraceae. É uma planta nativa da América cultivada por seu tubérculo comestível.

Flores de tupinambo.

tubérculos de tupinambos.
Crescem até uma altura de 4 m. As folhas são simples, ovadas, serrilhadas ,e ásperas ao tato. As flores são de um amarelo-ouro que se agrupam em rácimos. Os frutos são aquênios muito parecidos com as sementes do girassol.
Diferentes da maioria dos tubérculos, porém em comum com os outros membros da família Asteraceae ( incluindo a alcachofra ), os tubérculos armazenam, em vez de amido, a inulinacarbohidrato que por meio da cocção se decompõem em moléculas de frutose. Por esta razão é uma fonte importante de frutose para a indústria.
Os tupinambos foram cultivados pelos povos ameríndios muito antes da chegada dos europeus. O explorador francês Samuel de Champlainencontrou esta planta semeada em Cap Cod, costa nordeste dos Estados Unidos em 1605 . O nome tupinambo é provenientes dos Tupinambás, antigas tribos indigenas do Brasil que falavam a língua tupi-guarani. Alguns destes indígenas foram levados a Paris em 1613 na mesma época em que se difundiu o cultivo desta planta na França e logo ao resto da Europa.
A planta é rustica e de fácil cultivo, mesmo em solos não muito férteis. É resistente a doenças e predadores. A multiplicação é feita através da plantação dos tubérculos em linha


http://pt.wikipedia.org/wiki/Helianthus_tuberosus


Em inglês Jerusalem artichoke



http://www.nutritiondata.com/facts/vegetables-and-vegetable-products/2456/2

Portugal não aproveita «riqueza» das algas para desenvolver indústrias locais

Universidade de Coimbra lembra que Portugal não aproveita «riqueza» das algas para desenvolver indústrias locais

14 MAR 10 às 20:17

Um especialista e docente da Universidade de Coimbra criou o portal português das  macroalgas (MACOI), para divulgar junto de autarquias e associações o potencial da riqueza natural das algas, no desenvolvimento da indústria e gastronomia portuguesas.
Portugal não está a aproveitar uma importante riqueza que são as algas, capaz de desenvolver indústrias locais, num país sem paralelo pela sua biodiversidade, onde se encontram espécies características do Norte da Europa, mediterrânicas e tropicais, diz o especialista e docente da Universidade de Coimbra, Leonel Pereira.
Apesar da sua extensa região costeira, da rica biodiversidade, e das múltiplas aplicações das macroalgas, como produto alimentar, na investigação biomédica, e nas indústrias alimentar, de cosmética e farmacêutica, Portugal praticamente não dispõe de actividades económicas associadas.
Leonel Pereira criou, por isso, o portal português das macroalgas - o “MACOI - Portuguese Seaweeds Website” - e tem-se empenhado em divulgar junto de autarquias e associações o potencial desta riqueza natural, para a indústria e a gastronomia.
«Não há mais nenhum país europeu com estas características. Potencialmente deveríamos ter esta área muito desenvolvida em Portugal, porque temos condições óptimas e deveria haver muita gente a trabalhar neste sector, na investigação e utilização industrial e comercial», referiu o investigador, em declarações à agência Lusa.
Contudo, recorda que, em meados do século passado, Portugal chegou a ser um dos maiores produtores mundiais de “agarófitas”, do “agar” (substância extraída das algas marinhas), um componente com elevado valor económico, utilizado na indústria alimentar e na investigação científica, em culturas de tecidos e microbiológicas.
Segundo o docente, até então era o Japão que fornecia os mercados internacionais, mas a sua entrada na II Guerra Mundial ajudou a que a «muitas populações ribeirinhas», de pescadores, tirassem partido dessa actividade, sobretudo no Sudoeste alentejano e no Oeste.
Das várias empresas que na altura operavam com “agar” - frisou - agora só é conhecida uma, a multinacional Iberagar, instalada na Península de Setúbal, e trabalha exclusivamente com algas importadas.
Leonel Pereira realça que as características da costa portuguesa, muito exposta, e com grande ondulação, não favorece o desenvolvimento da maricultura, mas pode ser feita nos estuários dos rios, nas antigas salinas e nas rias, de Aveiro e Formosa, que, acredita, com a implementação da Directiva Quadro da Água ficarão suficientemente despoluídas.
Como Portugal não conseguirá produzir em larga escala como acontece nos países asiáticos, pelas condições adversas da costa, poderá apostar em nichos de mercado, e «tirar partido de qualquer coisa especial que os outros não conseguem», adiantou.
Na sua tese de doutoramento Leonel Pereira comparou as algas vermelhas de Portugal com as de outras partes do mundo e concluiu que as portuguesas «são das mais ricas na quantidade e na qualidade das “carragenanas”», que têm um elevado uso na gastronomia e como aditivos da indústria alimentar.
Portugal poderá também tirar partido de uma preocupação da indústria transformadora das macroalgas, que a é de encontrar alternativas de fornecimento a médio prazo por receio de que as alterações climáticas inviabilizem as culturas em regiões actualmente produtoras. Como o país dispõe de microalgas características de águas frias e águas quentes, o impacto das alterações climáticas poderá ser menor nestas culturas.

Fonte:http://tsf.sapo.pt/PaginaInicial/Vida/Interior.aspx?content_id=1519122