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sexta-feira, 7 de maio de 2010
- LIVRO "Algas do Atlântico, Alimento e Saúde – As Verduras do Oceano"
Temos o prazer de ter o apoio da Algamar na Oficina de Algas a realizar no próximo mês de Junho em Galamares, Sintra - à venda vai estar o livro "Algas do Atlântico, Alimento e Saúde – As Verduras do Oceano" versão em português - para quem não puder estar presente poderá desde já encomendar o mesmo através do email guerreiro.info(@)gmail.com (retirar ( ) do @). O preço é de 18 euros + portes de envio.
| ||
Neste momento vai na terceira edição, com 272 páginas, descrição uma a uma das algas galegas comestíveis, como se recolhem, o seu valor nutritivo detalhado, dados científicos, propriedades medicinais, fotografias e mais de 10 receitas. Coordenado por Clemente Fernandes Sáa, co-fundador de Algamar, é um livro de referência em Espanha e em Portugal sobre as algas da Galiza. Sem dúvida a publicação mais completa dirigida ao grande público até hoje em castelhano. Baseado nos mais prestigiados estudos, tem uma orientação claramente prática e de divulgação da excepcional riqueza da nossa “horta submarina atlântica”. Dispõe de tabelas de nutrientes, tabelas de menus classificados por tipo de alga, tempos de remolho e cozedura e as diferentes formas de serem consumidas, com as receitas numeradas: primeiros pratos, segundos pratos, sobremesas, molhos e patês. Dedica também um breve capítulo às Algas como ração e fertilizante |
A família da ilha Paraíso
Não está rodeada de água nem a vedação é intransponível.
Chamam-lhe Ilha porque na quinta, dois hectares no concelho de Marvão, hà muito que o tempo parou numa fuga constante à civilização tóxica e prejudicial.
A familia Schwekert, a viver em Portugal vai para 19 anos, tem oito filhos. Os dois mais velhos, já adultos, nasceram ainda na Alemanha. Os seis mais novos, entre os dois e os 11 anos, só conhecem o nosso país; aliás, dificilmente saem da propriedade a que os pais chamam de Ilha Paraiso. Não vão à escola, nunca tomaram vacinas ou medicamentos, não sabem o que é um médico, dormem sempre na rua e ingerem todos os alimentos crus.
Além da família, esta comunidade crua recebe quotidianamente visitas de todo o mundo. O conceito é divulgado na internet e há muito quem queira aderir ou simplesmente experimentar um estilo de vida diferente.
Por 200 euros por semana não faltam alemães, holandeses, franceses, espanhóis e mesmo portugueses a querer uma dose radical de ecologia.
Uma vez no espaço, as diferenças para a civilização, logo ali, a menos de um quilómetro, são impressionantes.
O cheiro é activo. As pessoas, as coisas, tudo é lavado, quando é, apenas com água. O leite de cabra não é pasteurizado, as uvas, moídas à mão, dão um vinho gasoso e com grau desconhecido.
O fogo só serve para aquecer e em casos especiais. O lume mata a comida e, por isso, legumes, leguminosas, leite e ovos são ingeridos sem ser cozinhados.
O sistema não gasta dinheiro e é autosuficiente. Todos trabalham, inclusive as crianças.
Reinhold é o patriarca e mentor do grupo. Na reportagem especial desta semana guia-nos pelo paraíso fora da lei onde só se obedece às regras de Deus e da Natureza
Xingu - A luta dos Povos pelo Rio
A trajetória de luta dos índios do Rio Xingu contra a construção da usina de Belo Monte e de outras, planejadas para o Rio Xingu, é o tema do vídeo produzido pelo ISA. O documentário reúne cenas históricas desse processo, iniciado em Altamira (PA), em 1989, e resgata os principais acontecimentos, até os dias de hoje, de uma batalha que se arrasta há mais de 20 anos. Direção: André Villas-Bôas e Beto Ricardo
quinta-feira, 6 de maio de 2010
We are all one - Somos todos UM [legendas port-br]
Narracao:
1- Profecia de nativos norte-americanos:
0:00 - 1:22 Red Crow Westerman.
1:33 - 9:53 Oren Lyons
2. (Planet Earth) Documentário premiado da BBC, narrado por David Attenborough
e produzido por Alastair Fothergill
3. Trilha sonora: do filme Patch Adams. Contém musica de vários artistas, Marc Shaiman
Editado e sincronizado por Anders Fredblad, 4/12/2008 Suécia
Legendas em Inglês e Português: YASHAMILL
Robert Happé - Somos todos um / We're all only one
Robert Happé nasceu em Amsterdão, Holanda. Estudou religiões e filosofias na Europa e dedicou-se desde então a descobrir o significado da vida. Estudou também Vedanta, Budismo e Taoísmo no Oriente durante 14 anos, tendo vivido e trabalhado com nativos de diferentes culturas de cada região onde esteve - Índia, Tibete, Cambodja e Taiwan.
Em seu retorno à Europa, sentiu necessidade de compartilhar o conhecimento adquirido e suas experiências de consciência. A partir daí, trabalhou em várias universidades, e tem trabalhado continuamente com grupos de pessoas interessadas em autoconhecimento e desenvolvimento de seus próprios potenciais como seres criadores.
Desde 1987 vem compartilhando informações em forma de seminários e workshops em países da Europa, na África do Sul, nos EUA, na Austrália, e no Brasil.
Seu trabalho é independente, estando desvinculado, sob todo e qualquer aspecto, de organizações religiosas, seitas, cultos e outros grupos.
++++++
Robert Happé was born in Amsterdam, Holland. He dedicated himself to discover the meaning of life and studied religions and philosophies in Europe. He also studied Buddhism, Vedanta and Taoism in the Far East for a period of 14 years, while living and working with people of different cultures, such as the Indian, Nepalese, Tibetan, Cambodian and Taiwanese.
On his return to Europe he felt the need to share his experiences in consciousness and did so at various universities, where he learned to work and share information with groups of people who were interested in self-development and discovering their true potential as creative beings.
Since 1987, he has been sharing information in the form of seminars in many European countries, as well as South Africa, Australia, USA, Argentina and Brazil.
He works independently and is in no way associated with any religious organizations, cult or group.
++++++
Author's website: http://www.roberthappe.net
Maré negra pode vir a afectar peixe português
Noticia ontem (05/05) do site do Diário de Noticias...
As espécies de peixes afectadas pela maré negra no Golfo do México podem vir parar à mesa do consumidor português, mesmo que a captura não seja feita directamente no local, alertou ontem a presidente da Quercus. "As espécies que existem nos oceanos podem ser afectadas pelas marés negras de duas formas: podem morrer ou ser contaminadas", sendo que, no segundo caso, não está excluída a hipótese de "virem parar ao nosso prato", assinalou Susana Fonseca. Segundo a responsável, se a área atingida for de captura de pescado para Portugal, "a poluição pode chegar até nós mais directamente", mas, mesmo que não o seja, o risco não está excluído.
As espécies de peixes afectadas pela maré negra no Golfo do México podem vir parar à mesa do consumidor português, mesmo que a captura não seja feita directamente no local, alertou ontem a presidente da Quercus. "As espécies que existem nos oceanos podem ser afectadas pelas marés negras de duas formas: podem morrer ou ser contaminadas", sendo que, no segundo caso, não está excluída a hipótese de "virem parar ao nosso prato", assinalou Susana Fonseca. Segundo a responsável, se a área atingida for de captura de pescado para Portugal, "a poluição pode chegar até nós mais directamente", mas, mesmo que não o seja, o risco não está excluído.
Fonte: http://dn.sapo.pt/inicio/ciencia/interior.aspx?content_id=1561035&seccao=Biosfera
Maré negra pode chegar ao nosso prato
Desastre ecológico no Golfo do México pode ter consequências para os portugueses
Redacção / CLC
As espécies de peixe afectadas pela maré negra no Golfo do México podem vir parar à mesa do consumidor português, mesmo que a captura não seja feita directamente no local, alertou a presidente da Quercus à agência Lusa.
«As espécies que existem nos oceanos podem ser afectadas pelas marés negras de duas formas: podem morrer ou ser contaminadas», sendo que, no segundo caso, não está excluída a hipótese de «virem parar ao nosso prato», assinalou Susana Fonseca.
Segundo a responsável, se a área atingida for uma zona de captura de pescado para Portugal «a poluição pode chegar até nós mais directamente», mas, mesmo que não o seja, o risco não está excluído.
«O mar é aberto e a poluição num lado chega rapidamente ao outro extremo do globo através das correntes. Nós podemos estar a capturar longe e essa zona ser afectada», exemplificou a ambientalista.
Um dos riscos das marés negras é «a poluição mais difusa que fica no ambiente», esclareceu a presidente da associação nacional de conservação da natureza, recordando que o petróleo é «um poluente cujos constituintes bioacumulam».
«Assim, à medida que formos subindo na cadeia alimentar, vai haver uma maior concentração desses poluentes e, como estamos no topo da cadeia - comendo peixe que já consumiu outro peixe, que, por sua vez, já se alimentou de plâncton, zooplâncton ou fitoplâncton -, somos das espécies mais susceptíveis de contaminação», explicou.
A propósito dos riscos inerentes às marés negras, Susana Fonseca comentou ainda o facto de a companhia petrolífera britânica BP, responsável pela plataforma que explodiu no Golfo do México a 20 de Abril, não ter conseguido manter as garantias dadas quando solicitou o licenciamento da estrutura.
«Quando pediram o licenciamento da plataforma, afirmaram que, em caso de acidente, tinham capacidade para tratar muito mais do que aquilo que está a ser libertado neste momento e vê-se que isso não é verdade», criticou.
«Este tipo de acidentes deve fazer-nos reflectir sobre a adequação da exploração de petróleo em determinadas zonas muito sensíveis do planeta», sublinha a presidente da Quercus.
A plataforma Deepwater Horizon afundou-se no Golfo do México a 22 de Abril, a cerca de 70 quilómetros da costa norte-americana, fazendo 11 desaparecidos, e o seu poço liberta, desde então, até 800 mil litros de petróleo por dia.
Fonte: http://aeiou.expresso.pt/grafico-animado-como-travar-mare-negra-no-golfo-do-mexico=f580426
Os Estados do Alabama e do Mississipi, nos Estados Unidos, decretaram o estado de emergência, face à ameaça iminente da maré negra, que pode chegar às suas costas, devido ao petróleo derramado pela plataforma que naufragou no golfo do México, escreve a Lusa.
Estado de emergência na Florida por causa de maré negra
O Louisiana, onde a maré negra já começou a sujar a costa na quinta-feira à noite, bem como a Florida, onde a mancha de petróleo é esperada segunda feira, já tinham decretado o estado de emergência, situação que lhes permite receber a ajuda do governo federal a fim de fazer frente a uma eventual catástrofe natural.
«Esta fuga de petróleo representa uma grave ameaça para o nosso ambiente e para a nossa economia», declarou o governador do Alabama, Bob Riley, num comunicado, acrescentando: «os nossos recursos naturais, as nossas empresas e as nossas populações costeiras estão perigo».
Fonte: http://diario.iol.pt/ambiente/eua-alabama-mississipi-mare-negra-mexico-tvi24/1159368-4070.html
«As espécies que existem nos oceanos podem ser afectadas pelas marés negras de duas formas: podem morrer ou ser contaminadas», sendo que, no segundo caso, não está excluída a hipótese de «virem parar ao nosso prato», assinalou Susana Fonseca.
Segundo a responsável, se a área atingida for uma zona de captura de pescado para Portugal «a poluição pode chegar até nós mais directamente», mas, mesmo que não o seja, o risco não está excluído.
«O mar é aberto e a poluição num lado chega rapidamente ao outro extremo do globo através das correntes. Nós podemos estar a capturar longe e essa zona ser afectada», exemplificou a ambientalista.
Um dos riscos das marés negras é «a poluição mais difusa que fica no ambiente», esclareceu a presidente da associação nacional de conservação da natureza, recordando que o petróleo é «um poluente cujos constituintes bioacumulam».
«Assim, à medida que formos subindo na cadeia alimentar, vai haver uma maior concentração desses poluentes e, como estamos no topo da cadeia - comendo peixe que já consumiu outro peixe, que, por sua vez, já se alimentou de plâncton, zooplâncton ou fitoplâncton -, somos das espécies mais susceptíveis de contaminação», explicou.
A propósito dos riscos inerentes às marés negras, Susana Fonseca comentou ainda o facto de a companhia petrolífera britânica BP, responsável pela plataforma que explodiu no Golfo do México a 20 de Abril, não ter conseguido manter as garantias dadas quando solicitou o licenciamento da estrutura.
«Quando pediram o licenciamento da plataforma, afirmaram que, em caso de acidente, tinham capacidade para tratar muito mais do que aquilo que está a ser libertado neste momento e vê-se que isso não é verdade», criticou.
«Este tipo de acidentes deve fazer-nos reflectir sobre a adequação da exploração de petróleo em determinadas zonas muito sensíveis do planeta», sublinha a presidente da Quercus.
A plataforma Deepwater Horizon afundou-se no Golfo do México a 22 de Abril, a cerca de 70 quilómetros da costa norte-americana, fazendo 11 desaparecidos, e o seu poço liberta, desde então, até 800 mil litros de petróleo por dia.
Fonte: http://aeiou.expresso.pt/grafico-animado-como-travar-mare-negra-no-golfo-do-mexico=f580426
Alabama e Mississipi decretam estado de emergência
Os Estados do Alabama e do Mississipi, nos Estados Unidos, decretaram o estado de emergência, face à ameaça iminente da maré negra, que pode chegar às suas costas, devido ao petróleo derramado pela plataforma que naufragou no golfo do México, escreve a Lusa.
Estado de emergência na Florida por causa de maré negra
O Louisiana, onde a maré negra já começou a sujar a costa na quinta-feira à noite, bem como a Florida, onde a mancha de petróleo é esperada segunda feira, já tinham decretado o estado de emergência, situação que lhes permite receber a ajuda do governo federal a fim de fazer frente a uma eventual catástrofe natural.
«Esta fuga de petróleo representa uma grave ameaça para o nosso ambiente e para a nossa economia», declarou o governador do Alabama, Bob Riley, num comunicado, acrescentando: «os nossos recursos naturais, as nossas empresas e as nossas populações costeiras estão perigo».
Fonte: http://diario.iol.pt/ambiente/eua-alabama-mississipi-mare-negra-mexico-tvi24/1159368-4070.html
Tupinambo
O tupinambo ou batarata, ou girassol batateiro, (Heflanthus tuberosus), ainda pode chamar-se marquesinhas, e pertence à família das Compostas. Esta planta, originária das Américas, ficou muito tempo no esquecimento, mas hoje volta a pensar-se nela e fomenta-se a sua cultura.O tupinambo desenvolve-se bem onde se dá a batata. Inclusive em solos pedregosos e de escasso valor, e até em terrenos arenosos. É de fácil cultivo, suportando temperaturas altas e baixas.
Composição -- No tubérculo encontra-se, segundo Wienhaus, aglutinina, que ele denominou fasina. Há também 1,87 % de proteína, 0,2 % de gordura, 16,4 % de hidrocarbonatos, 79,1 % de água. O conteúdo em minerais corresponde ao da batata. Os tupinambos possuem, portanto, um excesso em componentes básicos (de ação alcalina). Registra-se a presença de vitaminas, em especial vitamina C, e existem hidrocarbonatos em forma de glicose e inulina.
Emprego Medicinal-- Reveste-se de importância cada vez maior no regime de diabéticos. Segundo o professor von Noorden, correspondem 80 g de tupinambo a uma unidade de pão branco (pequeno pão de 20 g = 12 g de hidrocarbonatos).
Usos Alimentícios -- 0 tupinambo apresenta uma variedade cujo tubérculo é fusiforme, de pele lisa, rosada. Constitui, um excelente alimento humano, infelizmente pouco conhecido. Tem um sabor quase igual ao da alcachofra, ou seja, um pouco adocicado. Pode ser preparado de muitas maneiras.
Saboroso crú na salada ou cozinhado.
Em geral, cozem-se até abrandar-se em água com sal e depois prensam-se para se tomarem como purê. E muito vantajoso o não ter que conservar os tubérculos em sótãos durante o inverno, podendo deixar-se na terra, visto resistirem ao frio. Além disso, no sótão só resistem uma semana. Da terra podem colher-se nos dias frios, mesmo na primavera.
Adaptação: Luis Guerreiro
Fonte: "Guia da Saúde na Alimentação"
Na wikipedia
Helianthus tuberosus , conhecida popularmente como tupinambo ou girassol batateiro, é uma espécie do gênero botânico Helianthus, da família das Asteraceae. É uma planta nativa da América cultivada por seu tubérculo comestível.
Crescem até uma altura de 4 m. As folhas são simples, ovadas, serrilhadas ,e ásperas ao tato. As flores são de um amarelo-ouro que se agrupam em rácimos. Os frutos são aquênios muito parecidos com as sementes do girassol.
Diferentes da maioria dos tubérculos, porém em comum com os outros membros da família Asteraceae ( incluindo a alcachofra ), os tubérculos armazenam, em vez de amido, a inulina, carbohidrato que por meio da cocção se decompõem em moléculas de frutose. Por esta razão é uma fonte importante de frutose para a indústria.
Os tupinambos foram cultivados pelos povos ameríndios muito antes da chegada dos europeus. O explorador francês Samuel de Champlainencontrou esta planta semeada em Cap Cod, costa nordeste dos Estados Unidos em 1605 . O nome tupinambo é provenientes dos Tupinambás, antigas tribos indigenas do Brasil que falavam a língua tupi-guarani. Alguns destes indígenas foram levados a Paris em 1613 na mesma época em que se difundiu o cultivo desta planta na França e logo ao resto da Europa.
A planta é rustica e de fácil cultivo, mesmo em solos não muito férteis. É resistente a doenças e predadores. A multiplicação é feita através da plantação dos tubérculos em linha
http://pt.wikipedia.org/wiki/Helianthus_tuberosus
Em inglês Jerusalem artichoke
Em inglês Jerusalem artichoke
http://www.nutritiondata.com/facts/vegetables-and-vegetable-products/2456/2
Portugal não aproveita «riqueza» das algas para desenvolver indústrias locais
Universidade de Coimbra lembra que Portugal não aproveita «riqueza» das algas para desenvolver indústrias locais
14 MAR 10 às 20:17
Um especialista e docente da Universidade de Coimbra criou o portal português das macroalgas (MACOI), para divulgar junto de autarquias e associações o potencial da riqueza natural das algas, no desenvolvimento da indústria e gastronomia portuguesas.
Portugal não está a aproveitar uma importante riqueza que são as algas, capaz de desenvolver indústrias locais, num país sem paralelo pela sua biodiversidade, onde se encontram espécies características do Norte da Europa, mediterrânicas e tropicais, diz o especialista e docente da Universidade de Coimbra, Leonel Pereira.
Apesar da sua extensa região costeira, da rica biodiversidade, e das múltiplas aplicações das macroalgas, como produto alimentar, na investigação biomédica, e nas indústrias alimentar, de cosmética e farmacêutica, Portugal praticamente não dispõe de actividades económicas associadas.
Leonel Pereira criou, por isso, o portal português das macroalgas - o “MACOI - Portuguese Seaweeds Website” - e tem-se empenhado em divulgar junto de autarquias e associações o potencial desta riqueza natural, para a indústria e a gastronomia.
«Não há mais nenhum país europeu com estas características. Potencialmente deveríamos ter esta área muito desenvolvida em Portugal, porque temos condições óptimas e deveria haver muita gente a trabalhar neste sector, na investigação e utilização industrial e comercial», referiu o investigador, em declarações à agência Lusa.
Contudo, recorda que, em meados do século passado, Portugal chegou a ser um dos maiores produtores mundiais de “agarófitas”, do “agar” (substância extraída das algas marinhas), um componente com elevado valor económico, utilizado na indústria alimentar e na investigação científica, em culturas de tecidos e microbiológicas.
Segundo o docente, até então era o Japão que fornecia os mercados internacionais, mas a sua entrada na II Guerra Mundial ajudou a que a «muitas populações ribeirinhas», de pescadores, tirassem partido dessa actividade, sobretudo no Sudoeste alentejano e no Oeste.
Das várias empresas que na altura operavam com “agar” - frisou - agora só é conhecida uma, a multinacional Iberagar, instalada na Península de Setúbal, e trabalha exclusivamente com algas importadas.
Leonel Pereira realça que as características da costa portuguesa, muito exposta, e com grande ondulação, não favorece o desenvolvimento da maricultura, mas pode ser feita nos estuários dos rios, nas antigas salinas e nas rias, de Aveiro e Formosa, que, acredita, com a implementação da Directiva Quadro da Água ficarão suficientemente despoluídas.
Como Portugal não conseguirá produzir em larga escala como acontece nos países asiáticos, pelas condições adversas da costa, poderá apostar em nichos de mercado, e «tirar partido de qualquer coisa especial que os outros não conseguem», adiantou.
Na sua tese de doutoramento Leonel Pereira comparou as algas vermelhas de Portugal com as de outras partes do mundo e concluiu que as portuguesas «são das mais ricas na quantidade e na qualidade das “carragenanas”», que têm um elevado uso na gastronomia e como aditivos da indústria alimentar.
Portugal poderá também tirar partido de uma preocupação da indústria transformadora das macroalgas, que a é de encontrar alternativas de fornecimento a médio prazo por receio de que as alterações climáticas inviabilizem as culturas em regiões actualmente produtoras. Como o país dispõe de microalgas características de águas frias e águas quentes, o impacto das alterações climáticas poderá ser menor nestas culturas.
Fonte:http://tsf.sapo.pt/PaginaInicial/Vida/Interior.aspx?content_id=1519122
terça-feira, 4 de maio de 2010
Linhaça todos os dias pode não ser tão boa ideia
Durante muito tempo fui um utilizador da linhaça quase diariamente. Recomendei a muita gente o seu uso. No entanto recentemente tenho sido confrontado com vários artigos que falam do efeito estrogénico da mesma. Em certos casos esse efeito diminui o risco de certos cancros, miomas e outros. Apesar desses efeitos poderem ser benéficos a curto prazo acredito que o uso prolongado e em quantidade de qualquer alimento, erva ou principio activo extraído dos mesmos, pode se tornar também prejudicial.
No caso da linhaça fala-se da efemenização e desregulação do balanço hormonal que pode provocar nos homens. A soja neste sentido pode ser ainda mais prejudicial.
Autores como o Dr.Mercola, Daniel Vitalis, Dr. Theresa Dale, entre outros referem estas questões.
Quando usamos estrogénios provenientes de plantas poderemos tornar o corpo preguiçoso para criar as suas próprias hormonas e assim ficaremos dependentes dessas sementes no futuro.
Para o corpo criar as suas próprias hormonas outra vez podemos demorar de 6 a 9 meses.
Em conclusão a nossa dieta deve ser variada e não devemos exagerar no uso deste ou daquele alimento diariamente, mesmo que ele seja bom para isto, ou para aquilo, ou tenho efeitos que nos possam ajudar a curar esta ou aquela doença.
Por isso cuidado com os exageros e tenham coragem de mudar, mesmo que seja de opinião.
No caso da linhaça fala-se da efemenização e desregulação do balanço hormonal que pode provocar nos homens. A soja neste sentido pode ser ainda mais prejudicial.
Autores como o Dr.Mercola, Daniel Vitalis, Dr. Theresa Dale, entre outros referem estas questões.
Quando usamos estrogénios provenientes de plantas poderemos tornar o corpo preguiçoso para criar as suas próprias hormonas e assim ficaremos dependentes dessas sementes no futuro.
Para o corpo criar as suas próprias hormonas outra vez podemos demorar de 6 a 9 meses.
Em conclusão a nossa dieta deve ser variada e não devemos exagerar no uso deste ou daquele alimento diariamente, mesmo que ele seja bom para isto, ou para aquilo, ou tenho efeitos que nos possam ajudar a curar esta ou aquela doença.
Por isso cuidado com os exageros e tenham coragem de mudar, mesmo que seja de opinião.
domingo, 2 de maio de 2010
Oficina de Algas - 6 de Junho - Sintra, Galamares
É com muito prazer que vou fazer uma oficina de algas no próximo dia 6 de Junho(primeiro fim de semana do mês). Vou apresentar várias possibilidades de utilização de algas em cru, baseando-me em pratos regionais e internacionais. A maioria das algas utilizadas serão atlânticas e existentes na nossa costa. Durante o evento será também apresentado o livro "Algas do Atlântico, Alimento e Saúde – As Verduras do Oceano" versão em português. Será ainda divulgado parte do trabalho realizado pelo Prof. Leonel Pereira do IMAR-CMA da Universidade de Coimbra, que já facultou documentação para o evento. O local é lindíssimo, com vista para Serra de Sintra e para o Palácio de Monserrate. Será um dia bem passado para todos os amantes de comida saudável, vegetariana e desta vez com um toque especial do uso de alimentos crus.
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