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quinta-feira, 6 de maio de 2010

Maré negra pode vir a afectar peixe português

Noticia ontem (05/05) do site do Diário de Noticias...


As espécies de peixes afectadas pela maré negra no Golfo do México podem vir parar à mesa do consumidor português, mesmo que a captura não seja feita directamente no local, alertou ontem a presidente da Quercus. "As espécies que existem nos oceanos podem ser afectadas pelas marés negras de duas formas: podem morrer ou ser contaminadas", sendo que, no segundo caso, não está excluída a hipótese de "virem parar ao nosso prato", assinalou Susana Fonseca. Segundo a responsável, se a área atingida for de captura de pescado para Portugal, "a poluição pode chegar até nós mais directamente", mas, mesmo que não o seja, o risco não está excluído.

Fonte: http://dn.sapo.pt/inicio/ciencia/interior.aspx?content_id=1561035&seccao=Biosfera

Maré negra pode chegar ao nosso prato

Desastre ecológico no Golfo do México pode ter consequências para os portugueses

Redacção / CLC

As espécies de peixe afectadas pela maré negra no Golfo do México podem vir parar à mesa do consumidor português, mesmo que a captura não seja feita directamente no local, alertou a presidente da Quercus à agência Lusa.
«As espécies que existem nos oceanos podem ser afectadas pelas marés negras de duas formas: podem morrer ou ser contaminadas», sendo que, no segundo caso, não está excluída a hipótese de «virem parar ao nosso prato», assinalou Susana Fonseca.
Segundo a responsável, se a área atingida for uma zona de captura de pescado para Portugal «a poluição pode chegar até nós mais directamente», mas, mesmo que não o seja, o risco não está excluído.
«O mar é aberto e a poluição num lado chega rapidamente ao outro extremo do globo através das correntes. Nós podemos estar a capturar longe e essa zona ser afectada», exemplificou a ambientalista.
Um dos riscos das marés negras é «a poluição mais difusa que fica no ambiente», esclareceu a presidente da associação nacional de conservação da natureza, recordando que o petróleo é «um poluente cujos constituintes bioacumulam».
«Assim, à medida que formos subindo na cadeia alimentar, vai haver uma maior concentração desses poluentes e, como estamos no topo da cadeia - comendo peixe que já consumiu outro peixe, que, por sua vez, já se alimentou de plâncton, zooplâncton ou fitoplâncton -, somos das espécies mais susceptíveis de contaminação», explicou.
A propósito dos riscos inerentes às marés negras, Susana Fonseca comentou ainda o facto de a companhia petrolífera britânica BP, responsável pela plataforma que explodiu no Golfo do México a 20 de Abril, não ter conseguido manter as garantias dadas quando solicitou o licenciamento da estrutura.
«Quando pediram o licenciamento da plataforma, afirmaram que, em caso de acidente, tinham capacidade para tratar muito mais do que aquilo que está a ser libertado neste momento e vê-se que isso não é verdade», criticou.
«Este tipo de acidentes deve fazer-nos reflectir sobre a adequação da exploração de petróleo em determinadas zonas muito sensíveis do planeta», sublinha a presidente da Quercus.
A plataforma Deepwater Horizon afundou-se no Golfo do México a 22 de Abril, a cerca de 70 quilómetros da costa norte-americana, fazendo 11 desaparecidos, e o seu poço liberta, desde então, até 800 mil litros de petróleo por dia.


Fonte: http://aeiou.expresso.pt/grafico-animado-como-travar-mare-negra-no-golfo-do-mexico=f580426



Alabama e Mississipi decretam estado de emergência




Os Estados do Alabama e do Mississipi, nos Estados Unidos, decretaram o estado de emergência, face à ameaça iminente da maré negra, que pode chegar às suas costas, devido ao petróleo derramado pela plataforma que naufragou no golfo do México, escreve a Lusa.




Estado de emergência na Florida por causa de maré negra


O Louisiana, onde a maré negra já começou a sujar a costa na quinta-feira à noite, bem como a Florida, onde a mancha de petróleo é esperada segunda feira, já tinham decretado o estado de emergência, situação que lhes permite receber a ajuda do governo federal a fim de fazer frente a uma eventual catástrofe natural.
«Esta fuga de petróleo representa uma grave ameaça para o nosso ambiente e para a nossa economia», declarou o governador do Alabama, Bob Riley, num comunicado, acrescentando: «os nossos recursos naturais, as nossas empresas e as nossas populações costeiras estão perigo».


Fonte: http://diario.iol.pt/ambiente/eua-alabama-mississipi-mare-negra-mexico-tvi24/1159368-4070.html

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