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sábado, 22 de novembro de 2008

Workshop Alimento para vida com Gabriela Alves - chef spa Maria Bonita

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

É tempo de Natal...



É tempo de Natal... menos para os animais que vão ser consumidos nesta quadra.

LECTINAS - você sabe o que é isso?


Desde época muito distante a espécie humana aprendeu que muitos tubérculos, grãos de cereais e leguminosas não podiam ser comidos, pois causavam danos no organismo. Eram simplesmente tóxicos.

Hoje sabemos que os grãos de cereais e alguns tubérculos têm na sua superfície lectinas, substâncias químicas que servem para defender esses grãos do ataque de microrganismos - bactérias, vírus, fungos e parasitas - e que são tóxicas para o nosso organismo, embora possam diminuir a sua toxicidade quando os alimentos são submetidos a cozedura.

As lectinas são, pois, substâncias bioquimicamente muito ativas, e conseguem manter a sua atividade mesmo depois dos alimentos serem cozinhados.

As lectinas ingeridas com os cereais, as leguminosas e alguns tubérculos estão, recentemente, a ser associadas ao desencadear e manutenção, no organismo humano, de alergias, inflamação e hiperpermeabilidade intestinal bem como a algumas doenças autoimunes.

As lectinas tóxicas causam reações no sistema digestivo com inflamação da mucosa intestinal semelhante à encontrada nas alergias alimentares. Por exemplo, a farinha de trigo pode causar uma irritação importante na mucosa intestinal. O sistema nervoso também é muito sensível aos efeitos das lectinas. Isto explica porque a alimentação sem os produtos nocivos pode auxiliar no tratamento de doenças do sistema nervoso como por exemplo: depressão, síndrome do pânico, distúrbio obsessivo compulsivo, doença bipolar e em particular da hiperatividade.

Lectinas existem em todos os alimentos, mais em uns que em outros. Os grupos de alimentos que contém lectinas tóxicas em maior quantidade são:

GRÃOS - especialmente o trigo e o germe de trigo, mas também a quinoa, o arroz, o trigo sarraceno, aveia, centeio, cevada, painço e milho; nenhum desses alimentos deve ser consumido sem antes ter sido deixado de molho, brotado ou fermentado.

FEIJÕES - todos os feijões, inclusive a soja e o amendoim; os velhos hábitos de deixar feijões de molho antes do consumo reduzem dramaticamente as quantidades de lectinas tóxicas; nenhum desses alimentos deve ser consumido sem antes ter sido deixado de molho, brotado ou fermentado.

LATICÍNIOS - leite e derivados, especialmente os advindos de animais alimentados com grãos e fora do pasto; a ação das lectinas fica ainda mais tóxica após a pasteurização do leite.

SOLINÁCEAS - são os vegetais que crescem à noite, como a batata, o tomate, a beringela e o pimentão; para evitar a alta toxicidade das lectinas, esses vegetais só devem ser consumidos quando bem maduros.

Cada um desses grupos tem uma história relacionada às alergias; é bom se notar que todos os derivados desses alimentos contém as mesmas lectinas, seja na forma de farinhas, óleos, vinagres, pastas, doces, cereais matinais...

Vale a pena saber mais!
Do Lectins cause Disease?
Leptin and Lectins 1
Leptin and Lectins 2
Leptin and Lectins 3

Fonte: http://enzimato.blogspot.com/2008/09/lectinas-causam-doenas.html

WHEATGRASS, a grama do trigo



É difícil imaginar a quantidade de nutrientes que uma simples graminha contém. Em apenas uma dose de 30 ml de suco de grama de trigo, é possível repor vitaminas, aminoácidos, minerais e muito oxigênio! Além disso, dizem, a mesma dose equivale a 3 Kg de hortaliças. UAU!

A grama do trigo vem da mesma planta que serve de base para tantos alimentos usados na alimentação moderna: o trigo. Entretanto, a grama do trigo refere-se às folhas jovens da planta do trigo, que é depois espremido em suco fresco. Neste estágio inicial da vida da planta, ele é considerado um vegetal e não um grão, portanto é seguro para as pessoas sensíveis ao glúten

A grama do trigo não deve ser ingerida em outra forma que não seja na forma de suco!

O suco da grama do trigo é, para muitos, um alimento milagroso. Limpa, nutre e reconstitui o sangue como nenhum outro. E porquê? Por ser uma extraordinária fonte de clorofila, o "sangue verde": a forma natural da clorofila encontrada no suco fresco da grama de trigo tem ação direta na produção das hemácias. Além disso, a clorofila tem ação desintoxicante, protege o fígado contra substâncias poluentes, fortalece o sistema circulatório e regulariza a função intestinal. Quer mais? Bem, a clorofila também confere uma proteção anti-cancerígena, age como anti-séptico oral e digestivo, ajuda a combater parasitoses, problemas de gengivas e auxilia na cicatrização de tecidos.

A ingestão de suco ajuda na produção de hemoglobina, que transporta o oxigênio para cada célula. Ao aumentar a oxigenação do corpo é possível contrabalançar o efeito nocivo da poluição e aumentar a resistência do indivíduo ao praticar exercícios físicos. Descobriu-se que a grama do trigo dissolve cicatrizes formadas nos pulmões, ajuda a expelir drogas depositadas no corpo, purifica o sangue e os órgãos e ainda neutraliza os ácidos e toxinas do organismo. Não bastando tudo isso, ele axilia no aumento do nível de enzimas das células, contribuindo para o rejuvenescimento do corpo e para o metabolismo dos nutrientes.

Vitaminas? Essa graminha tem de sobra: vitamina A, vitaminas do Complexo B, vitamina C, vitamina E, vitamina K... o alfabeto inteiro!

Minerais? A grama do trigo contém quase todos os minerais conhecidos, sendo uma boa fonte de magnésio, ferro, potássio e cálcio - e NÃO contém muito do que não é lá grande coisa: sódio.

Aminoácidos? Pode acreditar, a graminha contém 17 aminoácidos diferentes!

Oxigênio, energia e um sabor adocicado - é ou não é imperdível?

Mas... onde encontrar a grama do trigo, ou o suco?

No Brasil encontramos o suco congelado, vendido em "gelinhos" em algumas lojas de produtos naturais, mas o ideal mesmo é consumir o suco FRESCO, para ser tomado NA HORA - e para isso só cultivando a grama do trigo, o que, aliás, é facílimo!

Como produzir sua própria grama de trigo:

- Ponha um punhado de grãos de trigo de molho em água, por uma noite em qualquer vasilhame.

- No dia seguinte, retire a água e deixe descansar; lave umas 3 vezes ao dia, não os deixe secar.

- Ao fim de 1 ou dois dias, os grãos terão brotado; nota-se uma pequeno "rabinho" surgindo em cada grão.

- Coloque os grãos brotados sobre a terra numa bandeja, de forma que os grãos se toquem. Se desejar, borrife uma camada de terra sobre os grãos de trigo. Cubra a bandeja com jornal para prover a escuridão que ajuda a brotar. Guarde a bandeja na sacada, parapeito da janela ou varanda.

- No dia seguinte, descubra a bandeja e borrife água, de novo cobrindo-o com jornal. Repita diariamente até que possam ser vistas as folhas verdes dos brotos. Pare de cobrir a bandeja, assim que as folinhas verdes chegarem a uns 2 cm de altura - isso leva uns dois ou três dias.

- Todos os dias regue a sua plantação, levemente, dependendo da estação e do recipiente usado. Observe que belas lâminas verdes irão crescendo em altura, a cada dia!

- Tão logo a grama alcance aproximadamente 15 centímetros, ou quando aparecer uma "duplicação" da lâmina (o que acontece entre o 7º e 9º dia) "colha" a grama, cortando a cerca de 1 1/2 centímetro da superfície do solo.

- A grama colhida está pronta para ser transformada em suco. Tim-tim!


Vale a pena saber mais!
Informações sobre a Grama do Trigo
Clorofila, a energia do sol
The benefits of Wheatgrass
How to grow Wheatgrass - com fotos!
* TRADUÇÃO para o Português

Fonte:http://enzimato.blogspot.com/2008/09/wheatgrass-grama-do-trigo.html

O paradoxo do CÁLCIO


Vai ser difícil pular e brincar nos próximos anos, tendo-se ossos que viraram serragem. Dizem que essa é a sorte que aguarda os que deixarem de ingerir a crescente quantidade de cálcio que as autoridades da área de saúde pública recomendam – atualmente ao redor de um litro de leite por dia, ou seu equivalente.

Entretanto... se você já tem osteoporose, talvez o culpado seja todo aquele leite que você andou tomando!

E agora?...

O consumo de cálcio pode estar na origem dos nossos problemas ósseos - mas não é que nós não obtenhamos cálcio suficiente, mas sim que recebamos cálcio em demasia! Os pacientes com osteoporose normalmente são consumidores habituais de LEITE e laticínios. Por outro lado, esses mesmos pacientes normalmente apresentam algum tipo de microcalcificação no organismo, como conseqüência da má utilização do cálcio.

Os minerais interagem extensivamente, sendo que dosagens elevadas de uns reduzem a absorção e o aproveitamento dos outros.

Para a formação adequada da massa óssea, além do cálcio, são necessários mais 24 nutrientes (vitaminas, minerais, aminoácidos, carboidratos). A carência de 1 ou mais nutrientes necessários à formação da massa óssea prejudica a "utilização" efetiva do cálcio, possibilitando ainda que o mesmo se instale em tecidos moles, cause um endurecimento nas artérias, favoreça aumento da pressão arterial, contribua para a formação de cálculos de oxalato de cálcio e o desenvolvimento da artrite, bursite, entre outros - além de desequilibrar as funções do cálcio em geral.

O leite de vaca é riquíssimo em cálcio, mas pobre nos demais nutrientes necessários à utilização do mesmo - e vários fatores do metabolismo do leite promovem a eliminação do cálcio do organismo, inclusive promovendo sua retirada dos ossos! Portanto, a prevenção da osteoporose é muito mais abrangente do que simplesmente aumentar a ingestão de leite.

O problema é o seguinte: em geral, os padrões dietéticos mundiais demonstram que aqueles países onde o povo consome grandes quantidades de cálcio são também países onde as pessoas ingerem exageradas quantidades de proteína animal, lugares como os Estados Unidos e norte da Europa. Esses países também apresentam as maiores taxas de fraturas do mundo devido à osteoporose, doença caracterizada por ossos frágeis e porosos.

A ingestão de proteína animal, que é rica em aminoácidos contendo enxofre, exige uma ação de amortecimento dos efeitos desses aminoácidos por parte do nosso organismo. Isso é conseguido pela liberação de cálcio dos ossos, com eliminação desses aminoácidos pela urina. Mas essa drenagem de cálcio será compensada, se o equilíbrio entre cálcio e proteína na dieta estiver dentro de limites razoáveis.

O mais importante determinante da taxa de ganho ósseo em mulheres jovens não é a quantidade de cálcio ingerido, mas sim a relação entre cálcio e proteína. Porém, esse é um equilíbrio difícil de ser atingido onde a ingestão de proteína é o dobro do necessário, sendo, nos países ocidentais, 70% de origem animal.

Fatores que comprovadamente aumentam a retirada do cálcio do osso e promovem sua excreção:

alto consumo de proteínas de origem animal
alto consumo de leite e derivados
alto consumo de soja e derivados
café, refrigerantes, chá preto e chocolate
açúcar e carboidratos refinados
cloreto de sódio - sal
gordura saturada e trans
pouco contato contato com o sol - vitamina D
falta de exercícios físicos

A substituição de cereais e farinhas refinadas pelos integrais, o uso de legumes, verduras verdes escuras, peixes, frutas, sementes e nozes fornece quantidades suficientes e equilibradas destes nutrientes e diminui o risco de osteoporose.

O fato é que a maioria dos povos deste mundo, que raramente ou nunca tomam leite, passam pela vida com muito menos fraturas de bacia que os povos bebedores de leite e comedores de queijo...

Vale a pena saber mais!
O paradoxo do cálcio
Você tem osteoporose?
Palestra sobre o cálcio - Denise Carreiro - VIDEO online
The Protein and Calcium Paradox in Osteoporosis
* TRADUÇÃO para o Português

Fonte: http://enzimato.blogspot.com/2008/10/o-paradoxo-do-clcio.html

Going RAW - como fazer a transição para a alimentação VIVA


Quando se entra em contato com a alimentação crua / viva, o fascínio inicial pode nos levar a mudar de um dia para o outro de forma radical. Nem todo mundo se sai bem numa passagem assim brusca... e Mark Ament tem umas dicas bem legais para se fazer isso sem traumas.

Na alimentação crua / viva, os alimentos são consumidos crus, ou aquecidos a temperaturas que não podem ultrapassar os 47 graus centígrados - nada pode ser cozido, frito ou assado, pois isso destruiria as enzimas e os alimentos deixariam de ser vivos. Alimentos processados ou artificiais também não entram aqui!

Esse tipo de alimentação inclui vegetais, legumes, frutas, sementes germinadas e nozes e frutos secos hidratados - tudo o que a natureza nos dá. Todos esses alimentos são ricos en enzimas, porém as sementes e as nozes precisam ser hidratadas e germinadas antes de serem consumidas, pois só assim as suas enzimas "acordam".

Mark sugere alguns passos muito fáceis de serem seguidos para se chegar a comer de 80% a 100% comida crua / viva, nível que ele considera como o que traz os maiores benefícios - o importante é começar devagar e incluir no início os alimentos que você mais gosta.

(1) Escolha um superalimento verde: suco de broto de trigo (wheatgrass) ou suco de broto de cevada (barleygrass) - esse pode ser um bom começo.

(2) Comece por fazer sucos de vegetais, como o suco de luz, por exemplo. Inclua aipo, pepino, couve, repolho, maçã... comece o dia com um desses!

(3) Também pode começar a incluir uns "smoothies", que são uns cremes de frutas e vegetais, onde não se coam as fibras - inclua gordura e um dos superalimentos. Junte um pouco d'água ou outro suco, se quiser mudar a consistência.

(4) Moramos num país tropical: coma a "laminha" e beba a água de pelo menos 1 côco por dia! Nem é preciso dizer que água de côco em caixinha ou leite de côco de garrafinha estão FORA disso, pois além de processados e pasteurizados (isso inclui calor suficiente para matar as nossas amigas enzimas), estão cheios de conservantes.

(5) Faça saladas - mas saladas criativas, que incluam verdes, sementes germinadas, gorduras, nozes hidratadas, algas marinhas e frutas. O abacate, por exemplo, é um alimento indispensável na mesa de quem come cru. Invente molhos, misture, crie sabores e cores!

Comece a mudança comendo cerca de 50% de comida crua. Quando estiver se sentindo confortável, aumente esse percentual para 60%, e permaneça nele por cerca de 4 semanas. Neste ponto você pode passar para 80% de alimentos crus, e tentar permanecer nesse patamar por umas 6 semanas. Pronto - você já pode se considerar "vivo"!

Se puder chegar a 100%, ótimo, mas, entre 80% e 100% de alimentação crua, você obtém os benefícios deste estilo de vida. Receitas existem muitas para variar os sabores - você se surpreenderá!

Vale a pena saber mais!
Transitioning into live food - Mark Ament - VIDEO online
12 passos para o crudivorismo
Benefits of eating raw foods
* TRADUÇÃO para o Português

Fonte: http://enzimato.blogspot.com/2008/10/going-raw-como-fazer-transio-para.html

LEUCOCITOSE digestiva



Que palavrão, não? Pois é... mas é mais simples do que parece - vejamos...

Em todos os processos inflamatórios, especialmente nas enfermidades infecciosas, ocorre um aumento de glóbulos brancos no sangue - leucocitose - considerando-se esse fenômeno em tais casos como uma reação defensiva do corpo aos "invasores".

Quando se prepara uma refeição comum, composta, por exemplo, de arroz, feijão, carne, batatas e legumes cozidos, ou também um café da manhã constituído por uma xícara de café com leite ou de chocolate, pão com manteiga ou geléia, aumenta o número de leucócitos (glóbulos brancos) no sangue, passando, num prazo de dez minutos dos 6000-8000 normais por milímetro cúbico para 10000, e num prazo de 30 minutos para 30000, voltando no fim de 90 minutos ao normal. Este fenômeno é conhecido desde há quase um século e qualifica-se como leucocitose digestiva.

Entretanto, o pesquisador Kuschakoff observou, em 1930, que a ingestão de vegetais e frutos crus não levava a um aumento dos glóbulos brancos no sangue, isto é, não se apresentava a reação inflamatória antigamente considerada normal, se os alimentos fossem consumidos crus.

Kuschakoff comprovou ainda que esta reação também não se produz, quando a comida cozida se segue à crua. Ele observou que se pelo menos uns dez por cento dos alimentos forem consumidos crus e imediatamente ANTES dos cozidos, evita-se esta reação inflamatória.

Kuschakoff também observou que os alimentos que tenham sofrido qualquer tipo de processamento, provocam o mesmo tipo de reação inflamatória. Isso significa que leite pasteurizado, embutidos, açúcar e farinha branca, só para citar alguns poucos exemplos, deveriam ficar bem longe de sua mesa!

As enzimas são os catalisadores de todas as reações químicas do organismo. Sem elas, não há divisão celular, funcionamento do sistema imunológico, produção de energia nem atividade cerebral. Cozinhar a nossa comida destrói as suas enzimas, deixando ao organismo todo o trabalho de as produzir.

É um tremendo fardo para o nosso organismo produzir leucócitos e enzimas. Não é de admirar que nos sentimos tão cansados e sonolentos depois de uma refeição cozida. Na realidade queimamos cerca de metade das calorias que ingerimos só para as digerir.

Há um famoso estudo com gatos, onde foi demonstrado que comida cozida resulta em vidas mais curtas, anormalidades congênitas e eventualmente, perda da capacidade reprodutiva. Experiências em laboratório também comprovaram que ratos alimentados a crus viveram 50% mais tempo do que outros alimentados com alimentos cozidos.

O cozimento destrói não apenas as preciosas enzimas, mas também algumas vitaminas e alguns minerais dos alimentos. Além disso, nossos dentes e gengivas tornam-se preguiçosos e inoperantes quando só recebem alimentos cozidos e "pré-mastigados" nas refeições, levado a problemas periodontais.

Habituar-se a substituir alimentos cozidos por crus e começar as refeições com uma grande salada ou mesmo um suco de vegetais, irá poupar enormemente o seu processo digestivo e o seu sistema imunológico!

Vale a pena saber mais!
O saudável come cru
Cooking changes food
Cooked food: your body wants a salad!
* TRADUÇÃO para o Português

Fonte:http://enzimato.blogspot.com/2008/10/leucocitose-digestiva.html

Segredos do SUPERMERCADO


Os supermercados são mais do que um lugar onde você vai fazer as suas compras - o que comemos mudou radicalmente nas últimas décadas com o advento das grandes redes de comercialização de alimentos. Mas, a comida que a gente compra lá, pode não ter sido produzida da forma como nós pensamos...

Este documentário do Channel4, do Reino Unido, fez uma investigação sobre o que acontece nos "bastidores" da produção da comida que chega às prateleiras das maiores redes de supermercados britânicos, para saber se o que se encontra alí exposto é tão bom quanto as aparências sugerem.

O que a reportagem encontrou é bastante assustador, embora não necessariamente novidade, tanto na produção de comida vegetal quanto na de comida animal produzidas para e pelos supermercados. A pressão do consumo e do barateamento do produto final vem levando a aberrações inimagináveis!

O programa se concentra na realidade britânica, mas... alguém duvida que aqui ou em outras partes do mundo a coisa seja muito diferente?...

Vale a pena saber mais!
Supermarket Secrets (part 1) - VIDEO online
Supermarket Secrets (part 2) - VIDEO online

Fonte:http://enzimato.blogspot.com/2008/10/segredos-do-supermercado.html

CODEX Alimentarius: os últimos dias de liberdade na saúde?

A partir de 01 de Janeiro de 2010 entra em vigor o polêmico Codex Alimentarius. Mas você não sabe exatamente o que é isso, pois não?... Pois é exatamente o que eles querem!

O Codex Alimentarius é um Programa Conjunto da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação - FAO e da Organização Mundial da Saúde - OMS. Trata-se de um fórum internacional de normalização sobre alimentos - sejam estes processados, semiprocessados ou crus - criado em 1962, e suas normas têm como finalidade "proteger a saúde da população", assegurando práticas equitativas no comércio e manuseio regional e internacional de alimentos. Sua influência se estende a todos os continentes e seu impacto na saúde dos consumidores e nas práticas do comércio de alimentos em todo o planeta será incalculável.

As normas Codex abrangem ainda aspectos de higiene e propriedades nutricionais dos alimentos, código de prática e normas de aditivos alimentares, pesticidas e resíduos de medicamentos veterinários, substâncias contaminantes, rotulagem, classificação, métodos de amostragem e análise de riscos.

Olhado assim, na versão oficial (exceto as aspas), parece uma coisa boa, certo? Bem, não exatamente... e, na verdade o Codex é olhado com total "desconfiança" (para usar uma palavra elegante) por todos os que denunciam que essa regulação tão "abrangente" virá a ser uma fonte poderosa de controle sobre as grandes populações e de apreciável lucro para as grandes corporações, especialmente as dos ramos químico e farmacêutico.

Quem controla a comida, controla o mundo!

Traduzido em miúdos, o Codex vai trazer severas restrições à nossa já precária LIBERDADE de escolha em termos de alimentação e prevenção/tratamento de doenças. Sem falar que considerações mais complexas podem ser feitas sobre o impacto dessas medidas no controle populational do planeta e na concentração de riquezas...

Os opositores do Codex fizeram uma síntese do que representará essa complexa rede de regulamentações, que, quando implementadas, serão MANDATÓRIAS para todos os países membros, cerca de 170 - o que inclui o Brasil:

- Suplementos nutricionais, como vitaminas, por exemplo, não poderão mais ser vendidos para uso profilático ou curativo de doenças; potências de qualquer suplemento liberado, estarão limitadas a dosagens extremamente baixas, sub-dosagens, na verdade, e somente as empresas farmacêuticas terão autorização para produzir e vender esses produtos (preferencialmente na sua forma sintética) em potências mais altas - no caso da vitamina C, por exemplo, qualquer coisa acima de 200mg será considerada "alta", e será necessária uma receita médica para se poder comprá-la.

- Alimentos comuns, como o alho ou o hortelã, por exemplo, poderão ser classificados como drogas, que somente as empresas farmacêuticas poderão regulamentar e vender. Qualquer alimento ou bebida com qualquer possível efeito terapêutico poderá ser considerado uma droga.

- Alimentos geneticamente modificados não precisarão ser identificados como tal, e não saberemos a origem do que estamos comendo; a criação de animais geneticamente modificados também já consta dessa mesma pauta, ou seja, vai ser difícil saber que bicho se está comendo.

- Aditivos alimentares, a maioria sintéticos, como o aspartame, por exemplo, serão aprovados para consumo sem que se tenha conhecimento dos efeitos a longo prazo de cada um nem das interações entre eles a curto e longo prazos.

- Todos os animais destinados ao consumo humano, deverão receber hormônios e antibióticos como medida profilática; sabe aquele "gado orgânico", criado solto em pastagens e tratado só com homeopatia?... nunca mais!

- Todos os alimentos de origem vegetal deverão ser irradiados antes de serem liberados para consumo: frutas, verduras, legumes, nozes... nada mais chegará à nossa mesa como a natureza fez - tem gente brincando de Deus, mas desta vez não para criar, e sim para DEScriar.

- Os produtos "orgânicos" estarão completamente descaracterizados, pois terão seu padrão de pureza reduzido a níveis passíveis de atender às necessidades de produção em grande escala; alguns aditivos químicos e várias formas de processamento serão permitidos; tampouco haverá obrigatoriedade por parte do produtor de informar que produtos usou e em que quantidades - rótulos não serão obrigatórios na era pós-Codex.

- Para a agricultura convencional, os níveis residuais aceitáveis de pesticidas e herbicidas estarão liberados em níveis que ultrapassam em muito os atuais limites de segurança! Em outras palavras, estarão envenenando nossa comida.

Em síntese: os objetivos do Codex incluem (1) globalização das normas, (2) abolição da agricultura/criação orgânica, (3) introdução de alimentos geneticamente modificados, (4) remoção da necessidade de rótulos explicativos de qualquer espécie, (5) restrição de todos os remédios naturais, que serão classificados como drogas.

O Codex, na verdade, já começou a "acontecer" por aqui - alguém já reparou que não se consegue comprar nada numa farmácia de manipulação sem ter uma receita médica? Nem uma inocente vitamina C... Em compensação pode-se comprar praticamente qualquer coisa SEM receita médica numa farmácia regular, que vende produtos industrializados, mesmo se forem antibióticos, anti-inflamatórios... - e até aquela mesma vitamina C que nos negaram há pouco na outra farmácia...

Indicar aquele chazinho para um amigo? Ou quem sabe informar ao vizinho que farelo de aveia ajuda a reduzir o colesterol? Sugerir que mamão solta e banana prende?... Nem pensar! Poderá ser considerado "prática ilegal da medicina"! Não se poderá dizer que produtos naturais curam doenças porque não são medicamentos e, na era pós-Codex, só medicamentos APROVADOS pelas novas regras poderão ser referidos para tratar doenças... e assim mesmo, só por um médico!

Exagero? Quem sabe? - já teve gente presa na França por vender 500mg de vitamina C... é que lá essa potência já é considerada "remédio", e não pode ser vendida sem receita médica.

Medicina alernativa, tibetana, ayurveda, homeopatia, essencias florais... só se a turma do Codex disser que pode. Se esse "programa" entrar em vigor (daqui a pouco mais de 1 ano) da forma como vem sendo "curtido" há mais de 45 anos, e alertado mundo afora, teremos perdido nossa liberdade de optar por uma medicina e nutrição naturais, poderemos vir a precisar de receita médica até para ir à feira...

Se isso acontecer, não vai ter graça nenhuma.

Vale a pena saber mais!
We become silent - VIDEO online
Lento sterminio di massa
Global control of our food
Criminalizing Food - Rima Laibow - VIDEO online
Food lies - Brian Clement - VIDEO online
In-depth information on Codex
Codex Alimentarius do Brasil
* TRADUÇÃO para o Português

Fonte:http://enzimato.blogspot.com/2008/10/codex-alimentarius-os-ltimos-dias-de.html