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quarta-feira, 21 de maio de 2008

Obesidade contribui para aquecimento global, diz estudo

Não bastassem os riscos que trazem para a própria pessoa, a obesidade agora é vista como uma vilã do planeta. Segundo um estudo da Escola de Higiene e Medicina Tropical de Londres, o excesso de peso contribui para o aquecimento global.

A equipe dos pesquisadores Phil Edwards e Ian Roberts afirmou na sexta-feira (16) no jornal "The Lancet" que pessoas acima do peso gastam mais combustível para o transporte delas próprias e de sua comida (em quantidade maior), gerando conseqüências como a escassez de alimentos e o encarecimento dos combustíveis e outras fontes de energia.

"Todos estamos nos tornando mais pesados. É uma responsabilidade mundial", afirma Edwards.

A equipe considerou que uma pessoa obesa necessita de 1.680 calorias diárias para manter seus níveis normais de energia e outras 1.280 calorias para as atividades diárias. Os números são 18% superiores ao de uma pessoa com IMC (Índice de Massa Corporal) ideal.

Estima-se que 400 milhões de adultos são obesos no mundo. A OMS (Organização Mundial da Saúde) prevê que, em 2015, serão 700 milhões de adultos nessa situação.

Fonte: Folha Online
terça-feira, 20 de maio de 2008

Segundo ONU, doenças custarão US$ 50 bi ao Brasil em 10 anos

Doenças como diabete, obesidade, câncer e problemas cardíacos custarão ao Brasil quase US$ 50 bilhões nos próximos dez anos. Nesta segunda-feira (19) ministros de 191 países abriram a Assembléia Mundial da Saúde em Genebra para traçar estratégias sobre como garantir que esses prejuízos, principalmente para os países emergentes, sejam reduzidos. Os dados da Organização das Nações Unidas (ONU) mostram que, pela primeira vez, doenças não-transmissíveis passaram a afetar mais pessoas no mundo e matar um número maior que as doenças como Aids, tuberculose ou malária.

"Normalmente associamos países em desenvolvimento com doenças infecciosas. Mas cada vez mais cresce o número de mortes por doenças não-transmissíveis", alerta Ties Boerma, diretor do departamento de Estatística da Organização Mundial da Saúde (OMS). Segundo os dados, a falta de atendimento público em muitos países obriga as pessoas a buscar alternativas privadas. Para pagar por tratamento, cerca de 100 milhões de pessoas são colocadas na pobreza.

Segundo dados da OMS, doenças crônicas são hoje responsáveis por 60% de todas as mortes no mundo e problemas como obesidade e diabete não são apenas doenças de países ricos. Nos próximos 25 anos, essas doenças vão matar 47 milhões de pessoas por ano, com altos custos para as economias. O cálculo da OMS é feito a partir da redução na capacidade produtiva das populações, além dos custos médicos para os sistemas de saúde que a explosão dessas doenças pode representar. No Brasil, o cálculo fica em torno de US$ 50 bi em dez anos. Na China, o custo poderá chegar a US$ 558 bilhões, contra US$ 237 bilhões na Índia.

Além de mais pobres, os países emergentes terão um custo bem superior ao dos países ricos para tratar desses problemas. Na Inglaterra, por exemplo, os prejuízos não devem passar de US$ 33 bilhões. Para tentar reverter a tendência, uma das estratégias da OMS é a de convencer o setor privado a também se envolver e estimular padrões de vida mais saudáveis. A idéia é que empresas, principalmente as multinacionais, adotem práticas para garantir boa saúde entre seus funcionário.

Fonte: Estadão Online
segunda-feira, 19 de maio de 2008

Folato pode reduzir o risco de AVC em homens fumadores

O melhor conselho de saúde para fumadores é a cessação tabágica, contudo, um estudo recente publicado no American Journal of Epidemiology sugere que uma ingestão aumentada de folato pode reduzir em 20% o risco de acidente vascular cerebral (AVC) em homens fumadores.

Os investigadores do Karolinska Institutet (Stockholm), do Finnish National Public Health Institute (Helsinki) e do National Cancer Institute, US National Institutes of Health (NIH) utilizaram dados do estudo “Alpha-Tocopherol, Beta-Carotene Cancer Prevention Study”, que envolveu 26.556 homens fumadores com idades entre os 50 e os 69 anos.

A ingestão dietética foi avaliada através de um questionário de frequência alimentar validado e foi calculada a ingestão de folato, vitaminas B6 e B12 e metionina da dieta.

Durante 13,6 anos de acompanhamento, os investigadores documentaram 3.281 casos de AVC, incluindo enfartes cerebrais, hemorragias intracerebrais e hemorragias subaracnóides.

Depois de ajustados para a idade e outros factores de risco cardiovascular, os resultados demonstraram que os indivíduos com ingestão média de folato mais elevada (410 µg/dia) apresentaram uma probabilidade 20% menor de sofrer enfarte cerebral em comparação com os indivíduos com ingestão mais reduzida (262 µg/dia).

Uma associação inversa entre a ingestão de folato e o risco de AVC é biologicamente plausível uma vez que a suplementação com ácido fólico diminui a homocisteína sanguínea, que em elevadas concentrações pode lever a danos vasculares (disfunção endotelial, aumento da espessura arterial e da rigidez arterial) e a uma actividade pró-coagulante aumentada”, explicaram os investigadores.

No entanto, a ingestão de vitamina B6 e B12 e metionina não revelaram qualquer associação com nenhum tipo de AVC.

Embora estes dados observacionais não provem uma relação causal, indicam que o consume elevado de alimentos ricos em folato (p.ex. cereais integrais, legumes de folhas verdes, laranjas e leguminosas) podem desempenhar um papel importante na prevenção de AVC”, concluíram.

Fonte: American Journal of Epidemiology. Published online ahead of print 12 February 2008, doi: 10.1093/aje/kwm395

Antocianinas revelam potencial anti-obesidade

As antocianinas, pigmentos antioxidantes presentes em frutos e legumes, influenciam directamente os adipócitos e podem ser usadas na prevenção do aumento de peso, sugere um novo estudo Japonês.

Experiências in vitro e in vivo demonstraram que os antioxidantes influenciam a função dos adipócitos, podendo assim desempenhar um papel importante na prevenção da obesidade e do síndrome metabólico.

O síndrome metabólico é uma condição caracterizada pela presença de obesidade central, hipertensão arterial e distúrbios no metabolismo da glicose e insulina. Tem sido associado ao risco elevado de diabetes tipo 2 e doenças cardiovasculares. Estima-se que cerca de 15% dos adultos Europeus são afectados pelo síndrome metabólico, enquanto que a estatística Norte Americana é estimada em 32%. A obesidade é estabelecida como o principal factor de risco para o síndrome metabólico.

O novo estudo focou os efeitos da antocianina cianidina-3-glucósido (C3G) em ratos com uma dieta hiperlipídica e em adipócitos humanos incubados com o composto.

Os resultados revelaram que os ratos com uma dieta hiperlipídica suplementada com C3G (0,2%) durante 12 semanas apresentaram pesos corporais significativamente mais baixos do que os animais alimentados apenas com a dieta hiperlipídica (30% de banha). Para além disso, a suplementação com C3G suprimiu o aumento nos depósitos tecidulares induzido pela dieta hiperlipídica.

O estudo in vitro utilizou pré-adipócitos humanos (células que podem ser estimuladas para se desenvolverem em adipócitos maduros) e incubou-os com antocianinas durante 24 horas. Foi observada uma contra-regulação do inibidor do activador do plasminogénio tipo 1 (PAI-1), geralmente associada à obesidade e diabetes tipo 2, após a incubação, sugerindo que a regulação da expressão do PAI-1 é um dos importantes alvos terapêuticos para o síndrome metabólico.

Estes estudos indicam que as antocianinas têm uma vantagem terapêutica única, responsável pela regulação da função dos adipócitos (...) Os resultados fornecem uma base bioquímica para o uso de antocianinas, que pode também ter implicações importantes na prevenção do síndrome metabólico”, explicaram os investigadores.

Fonte: Journal of Agricultural and Food Chemistry 2008, 56 (3): 642-646.

Consumo de vegetais crucíferos crus associado a menor risco de cancro da bexiga

Estudo recente revela que o consumo aumentado de vegetais crucíferos (brócolos, couve-flor) crus pode diminuir o risco de cancro da bexiga em 36%. Os efeitos benéficos foram limitados a vegetais crus e não foram observados quaisquer benefícios resultantes do consumo de frutos e outros vegetais.
Este é o primeiro estudo epidemiológico a considerar o consumo cru vs confeccionado na avaliação da relação entre a ingestão de vegetais crucíferos e o risco de cancro da bexiga (...) Verificámos que apenas a ingestão de vegetais crucíferos crus, mas não confeccionados, frutos e outros vegetais, revelou uma associação inversa forte e estatisticamente significativa com o risco de cancro da bexiga”, explicaram os investigadores.

Estudos epidemiológicos e animais têm demonstrado que dietas ricas em vegetais crucíferos resultam numa baixa incidência de certos tipos de cancro, especialmente do pulmão, cólon, mama e ovário.

De acordo com a European School of Oncology, o cancro da bexiga é diagnosticado em cerca de 336.000 pessoas a cada ano por todo o mundo e é três vezes mais frequente em homens do que em mulheres.

Os investigadores do Roswell Park recolheram dados dietéticos de 275 pacientes internados por cancro da bexiga e 825 controlos saudáveis, e verificaram que aqueles que apresentavam maior consumo de vegetais crucíferos crus apresentavam 36% menor risco de desenvolver a doença. Para além disso, foram observados fortes efeitos protectores entre fumadores com uma ingestão de 3 ou mais porções de vegetais crucíferos crus por mês, com uma redução de 40-54% do risco. Por outro lado, não foram verificados quaisquer benefícios quando os investigadores consideraram a ingestão combinada de vegetais crucíferos crus e confeccionados.

A confecção pode reduzir substancialmente ou mesmo destruir os isotiocianatos presentes nestes vegetais, contribuindo para inconsistências do estudo”, afirmaram.

As propriedades anti-cancerígenas dos vegetais crucíferos, como os brócolos e couve-flor, não são novas e estudos anteriores relacionaram estes benefícios aos elevados níveis de químicos activos das plantas, os glucosinolatos. Estes compostos são metabolisados pelo organismo em isotiocianatos e as evidências sugerem que estes são agentes anti-cancerígenos potentes.

Fonte: Cancer Epidemiology Biomarkers & Prevention, 2008, 17: 938-944.

Vegetarianismo - descrição do Glossário Esotérico, de Trigueirinho

'Vegetarianismo. Sistema alimentar baseado em vegetais e isento de carnes.

Há alguns vegetarianos que fazem uso de alguns produtos derivados de animais, como ovos e laticínios.
Os benefícios do vegetarianismo são amplos e eram conhecidos desde tempos remotos. Esse sistema era utilizado, por exemplo, entre os essênios como meio de purificação e como estímulo para o aperfeiçoamento das faculdades da alma e do corpo.

Conjugado com a abstenção do álcool, de fumo e de drogas, o vegetarianismo traz alívio ao corpo e reforça na consciência a capacidade de superar obstáculos decorrentes de tendências equivocadas absorvidas no decorrer das encarnações.

Todavia, sem que se depure o caráter e se almeje o serviço altruísta, essa prática torna-se mera dieta, que tanto pode ser saudável como redundar em carências.

A alimentação vegetariana possibilita clareza mental, desanuvia o cérebro e os corpos sutis de violência e de paixões. Principalmente quando o indivíduo se propõe controlar suas forças emotivas e instintivas, é-lhe indicado abster-se de carnes.

Pelo magnetismo, o alimento animal introduz no organismo humano certa classe de inclinações psíquicas, entre as quais o medo, inclinações que devem ser superadas e não reforçadas.
As recomendações para deixar de ingerir carne levam em conta não só a ampliação da consciência humana, mas a evolução de toda vida planetária.
Do ponto de vista ético e espiritual, a alimentação vegetariana colabora no reequilíbrio do carma humano, sobrecarregado pelo morticínio constante de animais.

De modo geral, o tipo de alimentação de uma pessoa depende do nível em que sua consciência está polarizada e do seu carma. Porém, quando ela assume colaborar na evolução, sua alimentação passa a ser determinada sobretudo pelo nível para o qual sua consciência deve trasladar-se. No futuro,após a purificação planetária, será inconcebível que o ser humana ingira cadáveres de animais, prática agora tão comum'.

Fonte:
Glossário Esotérico, de Trigueirinho