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sábado, 29 de março de 2008

GLOSSÁRIO SOBRE VERDURAS E LEGUMES - ENGLISH - PORTUGUESE -- PORTUGUÊS - INGLÊS

ENGLISH - PORTUGUESE


alfafa sprouts (Medicago sativa) - alfafa
arrowroot (Maranta arundinacea) - araruta
artichoke (Cynara scolymus L.) - alcachofra
arugula, rucola (Eruca sativa L.) - rúcula
asparagus (Asparagus officinalis L.) - aspargo
aubergine (eggplant in the US) (Solanum melongena) - beringela
barley (Hordeum vulgare L.) - cevada
basil (Ocimum basilicum L.) - manjericão
bean sprouts (Vigna radiata L.) ou (Phaseolus aureus Roxb.) - broto de feijão
beet, beetroot (Beta vulgaris L.) - beterraba
bell pepper, sweet pepper (Capsicum annuum L. var. annuum) - pimentão amarelo, pimentão vermelho
black beans (Phaseolus vulgaris L.) - feijão-preto
broad beans, fava beans (Vicia faba L.) - favas
broadleaf wild leek, wild leek, leek, elephant garlic (Allium ampeloprasum L.) - alho-porró, alho-poró, alho-porro
broccoli (Brassica oleracea L. var. italica Plenck ) - brócolis
brussels sprouts (Brassica oleracea L. var. gemmifera Zenk) - couve-de-bruxelas
cabbage (Brassica oleracea L. var. capitata) - repolho
cabbage lettuce, crisphead lettuce (Lactuca sativa capitata) - alface repolhuda, alface americana
capers (Capparis spinosa L.) - alcaparras
caraway (Carum carvi L.) - alcaravia
carrot (Daucus carota L.) - cenoura
cassava, manioc, tapioca (Manihot esculenta) - mandioca, aipim
cauliflower (Brassica oleracea L. var. botrytis) - couve-flor
celeriac (Apium graveolens L. var. rapaceum) - salsão
celery (Apium graveolens L. var. dulce) - aipo
chard, Swiss chard (Beta vulgaris L. var. cicla) - acelga
chayote, choko, mirliton (Sechium edule Sw.) - chuchu
chickpea (Cicer arietinum L.) - grão-de-bico
chicory (Cichorium intybus L.) - chicória, almeirão
chilli pepper (Capsicum annuum var. annuum) - pimenta-cereja
Chinese cabbage (Brassica pekinensis Lour.) (Brassica chinensis L.) - couve-chinesa, couve-da-china, repolho-chinês
chives, wild chives (Allium schoenoprasum L.) - cebolinha, cebolinha verde
cilantro (Coriandrum sativum L.) - coentro (folhas)
common bean (Phaseolus vulgaris L.) - feijão
coriander (Coriandrum sativum L.) - coentro
corn (Zea mays L.) - milho
cos lettuce (Lactuca sativa var. longifolia) - alface romana
cucumber (Cucumis sativus L.) - pepino
cumin, cummin (Cuminum cyminum L.) - cominho
dill (Anethum graveolens L.) - endro
early winter cress, early yellowrocket, winter cress, land cress, upland cress (Barbarea verna) - agrião-dos-jardins, agrião-da-terra
eggplant (aubergine in UK) (Solanum melongena) - beringela
elephant garlic (Allium ampeloprasum L. var. ampeloprasum) - alho-porró, alho-poró, alho-porro
endive (Cichorium endivia L.) - endívia, almeirão
escarole (Cichorium endivia) - escarola
fava beans, broad beans (Vicia faba L.) - favas
garden lettuce, lettuce (Lactuca sativa L.) - alface
garlic (Allium sativum L.) - alho
ginger (Zingiber officinale Roscoe) - gengibre
green bunching onions (Allium fistulosum L.) - cebolinha, cebolinha comum
green pepper (Capsicum annuum L.) - pimentão, pimentão verde
heart of palm (Euterpe edulis) - palmito
horseradish (Armoracia rusticana) - raiz-forte
hubbard squash (Cucurbita maxima Duch) - abóbora-menina, abóbora-grande
kale, curly kale, green kale (Brassica oleracea L. var. acephala DC.) - couve, couve-galega
kohlrabi (Brassica oleracea L. var. gongylodes) - couve-rábano
land cress, early winter cress, winter cress, upland cress (Barbarea verna) - agrião-dos-jardins, agrião-da-terra
leek, broadleaf wild leek, wild leek (Allium ampeloprasum L. var. porrum) - alho-porró, alho-poró, alho-porro
lentil (Lens culinaris Medik.) - lentilha
lettuce, garden lettuce (Lactuca sativa L.) - alface
lima bean (Phaseolus lunatus L.) - feijão-de-lima, feijão-fava, fava-belém, feijão-favona
manioc, cassava, tapioca (Manihot esculenta) - mandioca, aipim
marjoram, sweet marjoram (Origanum majorana L.) - manjerona
marrow (Cucurbita pepo L.) - uma variedade de abóbora de forma ovóide, polpa branca e casca verde fina
mint (Mentha longifolia) - hortelã
mung bean sprouts (Vigna radiata L.) ou (Phaseolus aureus Roxb.) - broto de feijão
oats (Avena sativa L.) - aveia
okra (Abelmoschus esculentus) - quiabo
old cocoyam, taro (Colocasia esculenta L.) - inhame
olive (Olea europaea) - azeitona, oliva
onion (Allium cepa L.) - cebola
oregano (Origanum vulgare L.) - orégano
parsley (Petroselinum crispum (Mill.) Nym) - salsa
parsnip (Pastinaca sativa) - pastinaca, chirivia
peas (Pisum sativum) - ervilhas
pepper (Piper nigrum) - pimenta-do-reino
popcorn (Zea mays everta) - milho-pipoca
potato (Solanum tuberosum) - batata
pumpkin (Cucurbita pepo L.) - abóbora. Os termos pumpkin e squash não possuem um significado botânico exato. Principalmente na Inglaterra, pumpkin é freqüentemente usado como sinônimo de squash. Para alguns, o termo squash inclui 3 tipos principais: summer squash, winter squash e pumpkin. Todos pertencem ao gênero Cucurbita, podendo se referir a qualquer uma de suas 4 principais espécies: pepo, mixta, moschata, e maxima, correspondendo em português a: abóbora, abóbora-menina, abóbora-moranga, abóbora-porqueira, etc.
radish (Raphanus sativus) - rabanete
red cabbage (Brassica oleracea L. var.capitata Alef. var. rubra DC.) - repolho-roxo
red pepper, bell pepper, sweet pepper (Capsicum annuum L. var. annuum) - pimentão vermelho
rhubarb (Rheum rhaponticum) - ruibarbo
rice (Oryza sativa L.) - arroz
rosemary (Rosmarinus officinalis) - alecrim
rucola, arugula (Eruca sativa L.) - rúcula
runner beans (Phaseolus coccineus L.) - feijão-da-espanha, feijão-trepador, feijão-flor
rutabaga, swede, Swedish turnip (Brassica napus L. napobrassica) - couve-nabo-da-suécia
rye (Secale cereale L.) - centeio
saffron (Crocus sativus) - açafrão
savoy cabbage (Brassica oleracea L. convar.capitata (L.) Alef. var. sabauda L.) - couve-lombarda
scarlet eggplant (Solanum gilo) - jiló
shallot (Allium cepa var. ascalonicum) - chalota
soybean, soya (Glycine max L.) - soja
spinach (Spinacea oleracea L.) - espinafre
squash (Cucurbita spp.) - Os termos squash e pumpkin não possuem um significado botânico exato. Principalmente na Inglaterra, pumpkin é freqüentemente usado como sinônimo de squash. Para alguns, o termo squash inclui 3 tipos principais: summer squash, winter squash e pumpkin. Todos pertencem ao gênero Cucurbita, podendo se referir a qualquer uma de suas 4 principais espécies: pepo, mixta, moschata, e maxima, correspondendo em português a: abóbora, abóbora-menina, abóbora-moranga, abóbora-porqueira, etc.
string beans, French beans (Phaseolus vulgaris L.) - feijão-vagem, vagem
sugarcane (Saccharum officinarum L.) - cana-de-açúcar
summer squash (Cucurbita pepo L.) - abóbora-moranga, abobrinha, abóbora-porqueira
sweet pepper, bell pepper (Capsicum annuum L. var. annuum) - pimentão amarelo, pimentão vermelho
sweet potato (Ipomoea batatas) - batata-doce
Swiss chard, chard (Beta vulgaris L. var. cicla) - acelga
tabasco (Capsicum frutescens L.) - pimenta-malagueta
taro, old cocoyam (Colocasia esculenta L.) - inhame
thyme (Thymus vulgaris) - tomilho
tomato (Lycopersicon esculentum) - tomate
turnip (Brassica rapa L.) - nabo
watercress (Nasturtium officinale) - agrião
water yam, Winged yam (Dioscorea alata L.) - cará-inhame
Welsh onion (Allium fistulosum L) - cebolinha, cebolinha comum
wheat (Triticum) - trigo
winged yam, water yam (Dioscorea alata L.) - cará-inhame
white carrot (Arracacia xanthorrhiza Banc.) - mandioquinha
winter cress, land cress, upland cress (Barbarea verna) - agrião-dos-jardins, agrião-da-terra
winter squash (Cucurbita maxima Duch.) - abóbora-menina, abóbora-grande
yellow pepper, bell pepper, sweet pepper (Capsicum annuum L. var. annuum) - pimentão amarelo
zucchini (courgette in UK) (Cucurbita pepo var. melopepo) - abobrinha

PORTUGUÊS - INGLÊS

abóbora (Cucurbita spp.) - pumpkin, squash. The term abóbora, like squash and pumpkin in English, has no precise botanical meaning. It can refer to any fruit of the Cucurbita genus.
abóbora-cheirosa (Cucurbita moschata Duch.) - cashew squash
abóbora-menina, abóbora-grande (Cucurbita maxima Duch.) - hubbard squash, winter squash
abóbora-moranga (Cucurbita pepo L.) - pumpkin, summer squash
abobrinha (courgette in UK) (Cucurbita pepo var. melopepo) - zucchini
açafrão (Crocus sativus) - saffron
acelga (Beta vulgaris L. var. cicla) - chard, Swiss chard
agrião (Nasturtium officinale) - watercress
agrião-dos-jardins, agrião-da-terra (Barbarea verna) - early winter cress, early yellowrocket, winter cress, land cress, upland cress
aipim, mandioca (Manihot esculenta) - cassava, manioc, tapioca
aipo (Apium graveolens L. var. dulce) - celery
alcachofra (Cynara scolymus L.) - artichoke
alcaparras (Capparis spinosa L.) - capers
alcaravia (Carum carvi L.) - caraway
alecrim (Rosmarinus officinalis) - rosemary
alface (Lactuca sativa L.) - lettuce, garden lettuce
alface repolhuda, alface americana (Lactuca sativa capitata) - cabbage lettuce, crisphead lettuce
alface romana (Lactuca sativa var. longifolia) - cos lettuce
alfafa (Medicago sativa) - alfafa sprouts
alho (Allium sativum L.) - garlic
alho-porró, alho-poró, alho-porro (Allium ampeloprasum L.) - elephant garlic, broadleaf wild leek, wild leek, leek
almeirão, chicória (Cichorium intybus L.) - chicory
almeirão, endívia (Cichorium endivia L.) - endive
araruta (Maranta arundinacea) - arrowroot
arroz (Oryza sativa L.) - rice
arroz integral - brown rice
aspargo (Asparagus officinalis L.) - asparagus
aveia (Avena sativa L.) - oats
azeitona, oliva (Olea europaea) - olive
batata (Solanum tuberosum) - potato
batata-doce (Ipomoea batatas) - sweet potato
beringela (Solanum melongena) - eggplant (US), aubergine (UK)
beterraba (Beta vulgaris L.) - beet, beetroot
brócolis (Brassica oleracea L. var. italica Plenck ) - broccoli
broto de feijão (Vigna radiata L.) ou (Phaseolus aureus Roxb.) - bean sprouts, mung bean sprouts
cana-de-açúcar (Saccharum officinarum L.) - sugarcane, sugar cane
cará-inhame (Dioscorea alata L.) - water yam, winged yam
cebola (Allium cepa L.) - onion
cebolinha, cebolinha comum (Allium fistulosum L.) - Welsh onion, green bunching onions, scallions
cebolinha verde, cebolinha (Allium schoenoprasum L.) - chives, wild chives
cenoura (Daucus carota L.) - carrot
centeio (Secale cereale L) - rye
cevada (Hordeum vulgare L.) - barley
chalota (Allium cepa var. ascalonicum) - shallot
chicória, almeirão (Cichorium intybus L.) - chicory
chirivia, pastinaca (Pastinaca sativa) - parsnip
chuchu (Sechium edule Sw.) - chayote, choko, mirliton
coentro (Coriandrum sativum L.) - coriander (seed), cilantro (leaf)
cominho (Cuminum cyminum L.) - cumin, cummin
couve, couve-galega (Brassica oleracea L. var. acephala DC.) - kale, curly kale, green kale, collard greens
couve-chinesa, couve-da-china, repolho-chinês (Brassica pekinensis Lour.) ou (Brassica chinensis L.) - Chinese cabbage
couve-de-bruxelas (Brassica oleracea L. var. gemmifera Zenk) - brussels sprouts
couve-flor (Brassica oleracea L. var. botrytis) - cauliflower
couve-lombarda (Brassica oleracea L. convar. capitata (L.) Alef. var.sabauda L.) - savoy cabbage
couve-nabo-da-suécia (Brassica napus L. napobrassica) - rutabaga, swede, Swedish turnip
couve-rábano (Brassica oleracea L. var. gongylodes) - kohlrabi
endívia, almeirão (Cichorium endivia L.) - endive
endro (Anethum graveolens L.) - dill
ervilhas (Pisum sativum) - peas
escarola (Cichorium endivia) - escarole
espinafre (Spinacea oleracea L.) - spinach
favas (Vicia faba L.) - broad beans, fava beans
feijão-da-espanha, feijão-trepador, feijão-flor (Phaseolus coccineus L.) - runner beans
feijão-de-lima, feijão-fava, fava-belém, feijão-favona (Phaseolus lunatus L.) - lima beans
feijão-preto (Phaseolus vulgaris L.) - common beans, black beans
gengibre (Zingiber officinale Roscoe) - ginger
grão-de-bico (Cicer arietinum L.) - chickpea
hortelã (Mentha longifolia ) - mint
inhame (Colocasia esculenta L.) - old cocoyam, taro
jiló (Solanum gilo) - scarlet eggplant
lentilha (Lens culinaris Medik.) - lentil
mandioca, aipim (Manihot esculenta) - cassava, manioc, tapioca
mandioquinha (Arracacia xanthorrhiza Banc.) - white carrot
manjericão (Ocimum basilicum L.) - basil
manjerona (Origanum majorana L.) - marjoram, sweet marjoram
maxixe (Cucumis anguria L.) - West Indian gherkin, Jamaica cucumber
milho (Zea mays L.) - corn
milho-pipoca (Zea mays everta) - popcorn
nabo (Brassica rapa L.) - turnip
oliva, azeitona (Olea europaea) - olive
orégano (Origanum vulgare L.) - oregano
palmito (Euterpe edulis) - heart of palm
pastinaca, chirivia (Pastinaca sativa) - parsnip
pepino (Cucumis sativus L.) - cucumber
pimenta-cereja (Capsicum annuum var. annuum) - chilli pepper
pimenta-do-reino (Piper nigrum) - pepper
pimenta-malagueta (Capsicum frutescens L.) - tabasco
pimentão, pimentão verde (Capsicum annuum L.) - green pepper
pimentão vermelho, pimentão amarelo (Capsicum annuum L. var. annuum) - bell pepper, sweet pepper, red pepper, yellow pepper
quiabo (Abelmoschus esculentus) - okra
rabanete (Raphanus sativus) - radish
raiz-forte (Armoracia rusticana) - horseradish
repolho (Brassica oleracea L. var. capitata) - cabbage
repolho-chinês, couve-chinesa, couve-da-china (Brassica pekinensis Lour.) ou (Brassica chinensis L.) - Chinese cabbage
repolho-roxo (Brassica oleracea L. var. capitata Alef. var.rubra DC.) - red cabbage
rúcula (Eruca sativa L.) - rucola, arugula
ruibarbo (Rheum rhaponticum) - rhubarb
salsa (Petroselinum crispum (Mill.) Nym) - parsley
soja (Glycine max L.) - soybean, soya
salsão (Apium graveolens L. var. rapaceum) - celeriac
tomate (Lycopersicon esculentum) - tomato
tomilho (Thymus vulgaris) - thyme
trigo (Triticum) - wheat
vagem, feijão-vagem (Phaseolus vulgaris L.) - string beans, French beans

REFERENCES:
USDA, NRCS. 2002. The PLANTS Database, Version 3.5 .
National Plant Data Center, Baton Rouge, LA 70874-4490 USA. .
Atlas of Florida Vascular Plants, Institute for Systematic Botany, University of South Florida .
Embrapa Hortaliça .
Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa - Editora Objetiva 2001.
The New Oxford Dictionary of English - Oxford University Press 1998.
Fonte: http://www.sk.com.br/sk-veget.html

Brócolis (brócolos) estimulam o sistemas imunitário evitando o envelhecimento

Tradução e adapação de Luís Guerreiro

Os
brócolis(português brasileiro) ou brócolos(português europeu) (do italiano broccolo, no plural broccoli) são um vegetal da família Brassicaceae (crucíferas), uma das formas cultivadas de couve, Brassica oleracea, tal como a couve-flor, o repolho, couve de bruxelas, couve-nabo entre outros.

As folhas, as flores e os pedúnculos florais são comestíveis.
Fonte :Wikipedia

Brócolis estimulam o sistemas imunitário evitando o envelhecimento

Certos químicos em brócolos e outros legumes cruciferos podem ajudar a restaurar o sistema imunológico à medida que envelhecemos. Pesquisadores da UCLA descobriram que a substância química, sulforofano, serve de imterruptor num conjunto de genes e enzimas antioxidantes em células imunes específicas, que combate os efeitos nocivos dos radicais livres.

Os radicais livres são uma forma de oxigênio supercarregado que pode causar danos oxidativos nos tecidos - por exemplo, eles podem acionar o processo inflamatório que provoca artérias obstruídas.
O Dano oxidativo é pensado ser uma das principais causas do envelhecimento.
Segundo os investigadores, o tratamento de ratinhos mais velhos com sulforofano aumentou a sua resposta imune ao nível dos ratinhos mais jovens.
A capacidade de sulforofano para revigorar o sistema imunológico entre os tecidos envelhecidos pode desempenhar um papel importante na reversão do impacto negativo dos radicais livres.

Fontes:

* Science Daily March 10, 2008

* The Journal of Allergy and Clinical Immunology March 6, 2008


BROTOS DE BRÓCOLIS
Os cientistas descobriram que os brotos de brócolis contém níveis de 30 a 50 vezes mais ativos e absorvíveis de propriedades especificamente imunológicas do que o brócolis adulto.
Os brotos de brócolis são ricos em sulforofano, um potente antioxidante. Aprimorando um apoio imunológico de longo prazo. É recomendado a ingestão destes brotos duas vezes por semana.
Fonte: Cereais e Sinergia
Imagem:
www.virginiahellierconsulting.com.au


Dr. MercolaComentários do Dr. Mercola :

Os legumes cruciferos como brócolos, couve-flor e couve, estão cheios de compostos poderosos, de combate a doenças, um dos quais é o sulforofano. Este é um composto que parece ser bastante bom trabalhador em manter o seu corpo condições excelentes.


Por exemplo, sulforofano foi verificado que:

* Fortifica enzimas das células que protegem contra produtos químicos cancerígenos.

* Aumento da capacidade de seu fígado para desintoxicar compostos cancerígenos e radicais livres. Este, por sua vez, protege contra a mutaçõe das células, câncer e outros efeitos nocivos.


* Mobiliza, ou induz, a protecção natural do corpo contra o câncer e ajudar a reduzir o risco de malignidade.

* Dispara a produção de enzimas de fase II, que estão entre os mais potentes compostos anti-câncer conhecidos.


E agora neste estudo mais recente, parece que o sulforofano também desempenha um papel importante na prevenção do estresse oxidativo. Enquanto algum nível de estresse oxidativo é uma consequência normal de processos do corpo, muitos outros fatores, da poluição até à obesidade e estresse mental, podem provocar um excesso de radicais livres no organismo - e isto está associado a várias doenças crónicas e envelhecimento .

O sulforofano, no entanto, parece estimular uma grande variedade de recursos de defesa antioxidante no corpo que pode efectivamente combater o estresse oxidativo e abrandar o declínio do sistema imunitário, o que acontece com a idade, pelo menos neste estudo em ratinhos.

Em teoria, isso significa que quem come legumes que contêm sulforofano poderia literalmente abrandar o processo de envelhecimento.

Claro que, eu sei que a pergunta na mente de todo o mundo é.

Qual a quantidade de Broccolis (brócolos em Portugal) que Precisamos Comer?


A quantidade de nutrientes em qualquer vegetal raramente são fixados em peso. A qualidade do solo, como eles são cultivados (biológicamente (orgânicamente) ou convencionalmente), se eles são frescos, e como eles são cozidos todos tem um papel a desempenhar.

Mas, de modo geral, você está querendo saber a quantidade de brócolos que você precisa comer para obter alguns dos benefícios de saúde mencionados acima?


Bom, uma equipe de pesquisadores da Universidade Johns Hopkins tentou calcular quantos brócolos você teria que comer, a fim de produzir um significativo grau de protecção contra o cancro (câncer no Brasil).
Eles descobriram que você teria que comer uma média de cerca de dois quilos de brócolos por semana, a fim de reduzir, por exemplo, o risco de cancro do cólon por cerca de 50 por cento.
Contudo também tiveram problemas com esta estimativa, dependendo dos factores I listados acima, alguns brócolos revelaram-se "altos-indutores" de certas enzimas que fornecem benefícios de proteção, enquanto outros foram "baixos-indutores."
E quando o Investigadores analisaram 22 variedades de brócolos frescos, e sete marcas de congelados, a habilidade dos seus indutores de enzimas variou significativamente.


Então, o que é uma pessoa consciente da saúde pode fazer?


Comer alguns rebentos (brotos) de brócolos


Se você estiver procurando a variedade de brócolos com maior valor nutritivo, rebentos (brotos) de brócolos são o melhor que conseguirá encontrar. Porque os rebentos estão apenas começando o seu processo de crescimento, estão carregados com elevadas concentrações de vitaminas, minerais, aminoácidos e outros.
Os nutrientes nos rebentos (brotos) são tão concentrados que estão entre a forma mais saudável de consumir produtos hortícolas, e brócolos não são excepção.

De acordo com os pesquisadores da Johns Hopkins, apenas 5 gramas (0,17 onças) de rebentos (brotos) de brócolos contem concentrações dos compostos glucorafanina (um precursor do sulforafano) igual à encontrada em 150 gramas (5,2 oz) de brócolos maturos.
Então, você precisa comer 30 vezes a quantidade de brócolos maduros para obter os mesmos benefícios nutricionais queuma porção de rebentos (brotos) de brócolos.

Brócolos NÃO são Bons para Todos


Como o velho ditado, o lixo de uma pessoa é o tesouro de outra pessoa e isso pode ser definitivamente aplicado aos alimentos.
Brócolos podem ser ótimos para você, ou pode colocar a sua bioquímica fora de equilíbrio.

Como saber se é bom para você?

Ao descobrir o seu tipo de alimentação.

O tipo de nutrição baseia-se na sua genética, bioquímica maquilhagem, história familiar, bem como a sua própria interação com seu ambiente, e é o único sistema que personaliza a nutrição baseado no modo como o corpo reage aos alimentos.
E, como sempre, devemos ouvir o corpo quando se trata de brócolos.
Se você não quer comer brócolos, não se preocupe. Existem muitos rebentos (brotos) de outras hortaliças e legumes por ai, que oferecem um reforço nutricional como brócolos.
Assim, procure as variedades que gosta, e que corresponde ao seu tipo de nutrição, e coma esses livremente.


Fonte: Dr. Mercola

VEGETAIS BRÁSSICAS



Os vegetais Brássicas, particularmente o repolho, brócolis, couve-flor e couve-de-bruxelas, têm um elevado valor nutricional, principalmente pela presença de glicosinolatos, com reconhecidas propriedades anticancerígenas.

Os glicosinolatos são um grupo de glicosídeos que permanecem armazenados dentro dos vacúolos celulares de todos os vegetais brássicas.


Quando a estrutura celular da planta é rompida, por exemplo ao cortarem-se as brássicas, a enzima mirosinase, presente nas células vegetais, promove a hidrólise dos glicosinolatos originando D-glicose e uma série de compostos diferentes como os isotiocianatos, tiocianatos, nitrilos e índoles, dependendo de diversas condições, como o pH, a temperatura e a estrutura do substrato.

Vários estudos epidemiológicos relataram a associação entre o consumo dos vegetais brássicas com a diminuição do risco de câncer em função do alto conteúdo de glicosinolatos presentes.

O principal mecanismo anticarcinogênico atribuído aos vegetais brássicas relaciona-se à ação dos glicosinolatos e seus produtos de hidrólise, principalmente os isotiocianatos e os indoles, que inibem as enzimas de fase I e, concomitantemente ativam as enzimas de fase II.

As enzimas de fase I são responsáveis pela bioativação de carcinógenos que, ao se tornarem metabólitos eletrofílicos altamente reativos, são capazes de causar danos ao DNA. Já as enzimas de fase II, incluindo a glutationa-S-transferase, convertem esses metabólitos reativos em produtos menos tóxicos e facilmente excretáveis.




Tem sido dada grande atenção a um isotiocianato em particular isolado do brócolis, conhecido como sulforafano. O isotiocianato sulforafano é o indutor mais potente da enzima quinona redutase, de fase II.

Além disso, os isotiocianatos apresentam propriedades cardioprotetoras por inibir a agregação plaquetária.

É importante considerar também as condições em que os vegetais serão consumidos. Alguns estudos relatam que os brócolis encontrados nas prateleiras do supermercado apresentam uma perda significativa dos seus nutrientes, inclusive dos glicosinolatos, quando comparados ao produto fresco.

Além disso, foi demonstrado que a enzima mirosinase é inativada quando os brócolis são cozidos em água fervente por mais de três minutos, o que poderia alterar a hidrólise dos glicosinolatos.

Fonte: Nutconsult

Mais em Inglês: http://www.brassica.com/sci/sci.htm

Mais em Português: Couve-brócolo - potenciais efeitos anticancerígenos

sexta-feira, 28 de março de 2008

Estudo aponta riscos da tomografia

Cientistas norte-americanos concluem que dose de radiação absorvida pelo organismo em único exame é comparável à recebida por alguns sobreviventes da bomba atômica no Japão

Fazer tomografias de corpo inteiro, sem necessidade, aumenta os riscos de uma pessoa desenvolver câncer, advertiu ontem estudo que questiona a crescente popularização desse tipo de exames, especialmente entre a "população saudável". Um único exame no tomógrafo libera uma dose de radiação comparável à recebida por alguns sobreviventes da bomba atômica no Japão.

Quantidade de radiação liberada durante a tomografia computadorizada é quase 100 vezes maior do que a emitida no exame de mamografia

De acordo com o estudo, a dose de radiação liberada durante uma tomografia computadorizada corresponde a cerca de 100 vezes a de uma mamografia. A pesquisa, publicada no Jornal de Radiologia da Universidade de Columbia, em Nova York (EUA), também indica que repetição anual do procedimento aumenta significativamente os riscos de desenvolver câncer, em alguma fase da vida.

Para calcular os riscos associados ao exame, Brenner e sua equipe compararam dados sobre a taxa de mortalidade por câncer, em função da bomba atômica, com cálculos da dose de radiação de um tomógrafo. Os especialistas concluíram que a dose de uma única tomografia é sutilmente menor que a média experimentada por grupos de cidadãos japoneses de Hiroshima e Nagasaki, que sobreviveram aos ataques com a bomba A, em 1945.

"Nossa pesquisa reuniu evidências definitivas de que o risco da radiação está associada a exames de tomografia computadorizada", disse David Brenner, que chefiou o estudo. A avaliação foi motivada, em parte, pela preocupação médica diante do aumento do número de pessoas saudáveis ou assintomáticas, que procuram esse tipo de exame para diagnosticar doenças, como o câncer de cólon e patologias coronarianas.

Ainda de acordo com os pesquisadores, entre pessoas saudáveis, de 45 anos, a realização da tomografia pode levar ao desenvolvimento de uma forma fatal de câncer em pelo menos um, para cada grupo de 1,2 mil examinados. Entre pacientes da mesma idade, que fazem tomografias completas durante 30 anos, a taxa de mortalidade estimada seria de um em 50.

"Além dos riscos com a radiação demonstrados nesse estudo, a tomografia computadorizada opcional pode fornecer pistas falsamente positivas, quando não existe doença", disse Brenner, que é professor de radiação para oncologia e saúde pública no Centro Médico da Universidade de Columbia.

Fonte: Estado de Minas – 01/09/2004

Dengue


O que é a dengue

A dengue é uma das mais importantes viroses (doenças causadas por vírus). Nos países de clima tropical, as condições do meio-ambiente favorecem o desenvolvimento e a proliferação do mosquito Aedes Aegypti, seu principal transmissor.

Causador e transmissor

O causador da dengue é um vírus, mas seus transmissores - chamados tecnicamente de vetores - são mosquitos do gênero aedes, popularmente conhecidos como pernilongo da dengue. Este inseto tem algumas características que podem facilitar seu reconhecimento:
- É escuro e rajado de branco;
- É menor que um pernilongo comum;
- Pica durante o dia;
- Desenvolve-se em água parada e limpa;

Transmissão

A transmissão da doença ocorre a partir da picada da fêmea do mosquito. De 8 a 12 dias após ter sugado sangue de pessoa contaminada, o mosquito está apto a transmitir a doença. Não há transmissão por contato direto de um doente ou de suas secreções para uma pessoa sadia, nem através da água ou alimento.

Em 45 dias de vida, um único mosquito pode contaminar até 300 pessoas.

Período de incubação

Varia de 3 a 15 dias após a picada pelo mosquito, sendo, em média, de 5 a 6 dias.

Sintomas

Os sintomas da dengue são:
- Dor de cabeça e nos olhos;
- Febre alta (muitas vezes passando de 40 graus);
- Dor nos músculos e nas juntas;
- Manchas avermelhadas por todo o corpo;
- Falta de apetite;
- Fraqueza;
- Em alguns casos, sangramento de gengiva e nariz.

Tratamento

A pessoa com dengue deve ficar em repouso, beber muito líquido e só usar medicamento para aliviar as dores e a febre, sempre com indicação do médico.

Para quem já teve dengue uma vez, o cuidado deve ser redobrado. Em uma segunda contaminação, as chances são maiores de a doença evoluir para a forma hemorrágica, que pode ser mortal.

A pessoa com dengue não pode tomar remédios à base de ácido acetil salicílico, como por exemplo, aspirina, AAS, Melhoral, Doril, Sonrisal, Alka-Seltzer, Engov, Cibalena, Doloxene e Buferin. Eles podem facilitar o sangramento.

Como a doença causa muita dor no corpo, em geral, as pessoas procuram analgésicos. É importante para o doente evitar antiinflamatórios, pois facilitam o sangramento.

Como evitar a doença

A única maneira de evitar a dengue é não deixar o mosquito nascer. Para isso, é necessário acabar com os "criadouros" (lugares de nascimento e desenvolvimento do mosquito). Portanto, não deixe a água, mesmo limpa, ficar parada em qualquer tipo de recipiente como:
- Garrafas;
- Pneus;
- Pratos de vasos de plantas e xaxim;
- Bacias;
- Copinhos descartáveis.
Também não se esqueça de tapar:
- Caixas d`água;
- Cisternas;
- Tambores;
- Poços;
- Outros depósitos de água.

Dicas

- Misture uma colher de chá de água sanitária com um litro de água e borrife nas plantas de sua casa. A mistura não faz mal às plantas e mata o mosquito da dengue;

- Lave bem os pratos de plantas e xaxins, passando um pano ou bucha para eliminar completamente ovos de mosquitos. Uma boa solução é trocar a água por areia molhada nos pratinhos;

- Limpe calhas e lajes das casas;

- Lave bebedouros de aves e animais com escova ou bucha e troque a água pelo menos uma vez por semana;

- Guarde as garrafas vazias de cabeça para baixo, em local abrigado;

- Fure latas e pneus;

- Jogue no lixo copos descartáveis, tampinhas de garrafas e tudo o que acumula água. O lixo deve ficar o tempo todo fechado.

É pessoal, a melhor maneira de combater a dengue é a prevenção, mas ela já está aí, batendo em nossas portas!

Vamos identificar e eliminar esse mosquito, pois somente a união do povo brasileiro é que pode solucionar esses problemas.

Tirando suas dúvidas sobre a dengue



1) É possível distinguir a picada do Aedes aegypti da de um mosquito comum?



Não. As sensações de incômodo ou dor são semelhantes às causadas pela picada de qualquer outro mosquito.



2) Como age o vírus da dengue no corpo humano, após a picada do Aedes?



O vírus invade alguma célula (pode ser do fígado ou um glóbulo branco, por exemplo) e dá início a um processo de multiplicação, até que esta se rompa. A partir daí, outras células são invadidas, até que o sistema imunológico identifique a ação e crie anticorpos. Esse processo se dá, geralmente, no quinto ou sexto dia de doença. A morte por dengue acontece quando a pessoa sofre uma lesão muito grave no fígado, desidrata ou tem grande queda de pressão arterial ou do número de plaquetas.



3) A pessoa pode estar com a doença e apresentar apenas alguns dos sintomas – não ter enjôos e vômito, por exemplo?



Sim. A intensidade dos sintomas varia muito de pessoa para pessoa. A febre e as dores no corpo, entretanto, são comuns a todos. Deve-se procurar um médico a partir da primeira desconfiança.



4) A pessoa pode confundir a dengue com uma virose ou gripe forte? Como saber a diferença?



Sim. Manchas avermelhadas pelo corpo podem ser um diferencial, mas elas não aparecem em todos os infectados. Para ter certeza, é preciso procurar atendimento médico e fazer exames.



5) Piscinas podem ser uma ameaça?



Se estiverem recebendo tratamento adequado com aplicação correta de cloro, não. Caso contrário, serão grandes criadouros de mosquitos.



6) Quais são os inimigos naturais do Aedes aegypti?



São os mesmos de qualquer mosquito: aranhas, pássaros, libélulas, lagartixas, morcegos, sapos e pererecas.



Fonte: Jornal O DIA



Em São Paulo:

Disque-dengue:




Tel: 0800-7720988 para dúvidas e denúncias de possíveis focos criadores do mosquito



Métodos naturais de proteção :

1) No ambiente

- Velas de citronela

- Velas de andiroba

- Incenso de citronela

2) Pessoal

- Repelente de citronela

- Uso oral de complexo B

- Uso oral de levedo de cerveja



Homeopatia
Informações elaboradas por:




Dra. Maria Claudia Nabuco Guimarães.



CARTILHA PARA TRATAMENTO DA DENGUE

COM MEDICAMENTOS HOMEOPÁTICOS

1997/1998


SECRETARIA ESTADUAL DE SAÚDE

PROGRAMA ESTADUAL DE HOMEOPATIA

DENGUE

A transmissão do dengue se faz pela picada do mosquito fêmea infectada no homem susceptível.

Não há resistência conhecida ao vírus do dengue.

Os sintomas do dengue clássico são: Febre, dor retrobitária, dor no corpo, nos ossos, prostração, o paciente não quer fazer qualquer movimento, exantema maculo-popular, descamação com prurido intenso. Pode ser confundido com várias viroses.

A convalescença se faz com grande debilidade e se prolonga por várias semanas com astenia e depressão.

Devemos ficar em alerta quando a febre cair, e observar mais freqüentemente o paciente.

Qualquer suspeita de dengue, devemos notificar ao posto de saúde mais próximo, proceder com exames laboratoriais de sorologia, identificação viral e acompanhamento clínico nos casos clássicos.

O programa de Homeopatia da S.E.S através do plano de erradicação da dengue está orientando o seguinte tratamento:

1 - Crotallus horridus 12CH – cinco glóbulos diários ao acordar, desde o inicio da doença.

2 - Eupatorium perfoliatumD3 e Rhus toxicodendrum CH12, três glóbulos de cada um, junto, três vezes ao dia.

O paciente deverá fazer uso desses medicamentos até o fim dos sintomas.

Fonte
: Mundo Verde


Limão com cravo-da-índia contra os mosquitos

Espete cravos da índia em meio limão e espalhe pelo ambiente.

Fonte: Dra. Shirley

Proliferação de Mosquitos

mosquito dengue

MEDIDAS PREVENTIVAS P/ O CONTROLE DE MOSQUITOS:

1 - Evitar água parada.

2 - Sempre que possível, esvaziar e escovar as paredes internas de recipientes que acumulam água.

3 - Manter totalmente fechadas cisternas, caixas d` água e reservatórios provisórios tais como tambores e barris.

4 - Furar pneus e guardá -los em locais protegidos das chuvas.

5 - Guardas latas e garrafas emborcadas para não reter água.

6 - Limpar periodicamente, calhas de telhados, marquises e rebaixos de banheiros e cozinhas, não permitindo o acúmulo de água.

7 - Jogar quinzenalmente desisfetante ns ralos externos das edificações e nos internos pouco utilizados.

8 - Drenar terrenos onde ocorra formação de poças.

9 - Não acumular latas, pneus e garrafas.

10 - Encher com areia ou pó de pedra poços desativados ou depressões de terreno.

11 - Manter fossas sépticas em perfeitos estado de conservação e funcionamento.

12 - Colocar peixes barrigudinhos em charcos, lagos ou água que não possa ser drenada.

13 - Não despejar lixo em valas, valetas, margens de córregos e riachos, mantendo - os desobstruídos.

14 - Manter permanentemente secos subsolos e garagens.

15 - Não cultivar plantas aquáticas .

Fonte: CVS

Receitas e dicas ecológicas

a - Para afugentar os mosquitos no lar, espalhar ao redor da casa, na sala, quartos, cozinha, corredor, etc, saquinhos pequenos cheios de canela. Funciona!

b - Proteção eficaz e cheirosa contra mosquitos.
Limão com cravo-da-índia - meio limão espetado com cravos da índia
Este método caseiro é tão eficaz quanto os comercializados como a espiral..
É muito mais eficiente que protetores elétricos ou velas.

c - Para mordidas de borrachudos, pernilongos ou qualquer inseto, passe óleo de cravo comprado em farmácia, é melhor que qualquer pomada.

d - ÓLEO DE ANDIROBA / ÓLEO DE CITRONELA
Repelentes de insetos, inclusive os transmissores de febre amarela, dengue, elefantíase e malária. O óleo pode ser aplicado puro (em portas, janelas e pisos), utilizado na composição de velas ou colocado para queimar em tochas.
Em velas, o efeito é conseguido após 48 horas de uso contínuo da vela (utilizar uma vela para cada 10 m2).

Vela: para cada 1 Kg de parafina colocar de 30 a 50 g de óleo de andiroba ou citronela.
Produto inflamável: manter afastado de fogo e faíscas.

Solução ecologica

Citronela e lavanda são ótimos repelentes. Use telas protetoras nas janelas e mosquiteiros sobre as camas.

Fonte: Greenpeace Brasil

O dengue

O mosquito da dengue costuma picar nas primeiras horas da manhã e nas últimas da tarde, evitando o sol forte, mas, mesmo nas horas quentes, ele pode atacar à sombra, dentro ou fora de casa.
O dengue pode ser transmitido por duas espécies de mosquitos (Aëdes aegypti e Aëdes albopictus), que picam durante o dia, ao contrário do mosquito comum (Culex), que pica durante a noite.

Recomendações para áreas de transmissão

O dengue é transmitido pela picada de mosquitos (mais comumente o Aëdes aegypti) que proliferam-se dentro ou nas proximidades de habitações. Esses mosquitos criam-se na água, obrigatoriamente. A fêmea do mosquito põe os ovos dentro de qualquer recipiente (caixas d'água, latas, pneus, cacos de vidro etc) que contenha água mais ou menos limpa, colando os ovos nas paredes dos recipientes, bem próximo da água. Os ovos ficam aderidos, e não morrem mesmo que o recipente fique seco.
Não adianta, portanto, apenas substituir a água, mesmo que isso seja feito com freqüência. Desses ovos surgem as larvas, que, depois de algum tempo vivendo na água, vão formar novos mosquitos adultos.

O combate ao mosquito deve ser feito de duas maneiras: eliminando os mosquitos adultos e, principalmente, acabando com os criadouros de larvas. Para isso é importante que recipentes que possam encher-se de água sejam descartados ou fiquem protegidos com tampas.
Qualquer recipiente com água e sem tampa, inclusive as caixas d'àgua, podem ser criadouros dos moquitos que transmitem dengue.

Para reduzir a população do mosquito adulto, é feita a aplicação de inseticida através do "fumacê", que deve ser empregado apenas quando está ocorrendo epidemias.
O "fumacê" não acaba com os criadouros e precisa ser sempre repetido, o que é indesejável, para matar os mosquitos que vão se formando. Por isso, é importante eliminar os criadouros do mosquito transmissor. Além do dengue, se estará também evitando que a febre amarela, que não ocorre nas cidades brasileiras desde 1942, volte a ser transmitida.

As medidas eficazes, em residências, escolas e locais de trabalho, são:

- substituir a água dos vasos de plantas por terra e manter seco o prato coletor de água.
- utilizar água tratada com cloro (40 gotas de água sanitária a 2,5% para cada litro) para regar bromélias, duas vezes por semana.
- desobstruir as calhas do telhado, para não haver acúmulo de água.
- não deixar pneus ou recipientes que possam acumular água expostos à chuva.
- manter sempre tampadas as caixas d'água, cisternas, barris e filtros.
- acondicionar o lixo em sacos plásticos fechados ou latões com tampa.

Fonte: Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro

Biocombustíveis ameaçam segurança alimentar na AL, alerta ONU

21/03/2008 - 11h44


da Efe, em Santiago (Chile)

A segurança alimentar da América Latina enfrenta riscos devido à produção de biocombustíveis a partir de cultivos agrícolas importantes na alimentação de seus habitantes, adverte um relatório da FAO (Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação), divulgado na quinta-feira (20) em Santiago (Chile).

O tema será debatido na 30ª Conferência Regional da FAO, entre 14 e 18 de abril em Brasília, confirmou José Graziano da Silva, representante regional da FAO, em um encontro com os correspondentes estrangeiros.

Na opinião de Silva, a América Latina e o Caribe têm bom potencial de produção de biocombustíveis, mas ao mesmo tempo a atividade pode ameaçar a segurança alimentar de sua população.

Segundo o documento, a rápida mudança tecnológica no setor de bioenergia dificulta prever seus impactos na segurança alimentar e no meio ambiente.

"A intensidade de seus efeitos positivos ou negativos dependerá da escala e velocidade da mudança, do tipo de sistema produtivo que se considere e das decisões em matéria de políticas agrícolas, energéticas, ambientais e comerciais", afirma o texto.

O relatório destaca os aspectos que a FAO considera mais importantes na definição de políticas relacionadas aos biocombustíveis.

"Não há verdades absolutas em relação aos biocombustíveis. Se terão um efeito positivo ou negativo na segurança alimentar e no meio ambiente dependerá em grande parte de como serão desenvolvidos", afirmou Silva.

Desenvolvimento sustentável

O representante regional da FAO sustentou que ainda há tempo para garantir o desenvolvimento sustentável dos biocombustíveis, com leis e políticas claras para minimizar os riscos e aproveitar as oportunidades, e ressaltou que o momento de tomar essas medidas é agora.

"Para isso é fundamental que os governos preparem políticas adequadas para minimizar os riscos e maximizar as oportunidades que os biocombustíveis oferecem, especialmente aos agricultores pobres dos países em desenvolvimento", acrescentou.

Segundo o relatório, a produção de biocombustíveis pode ajudar os agricultores, especialmente em zonas isoladas, a produzir sua própria energia para uso em maquinarias agrícolas e geração de eletricidade.

Também, na medida em que a pequena agricultura esteja integrada adequadamente à cadeia produtiva dos combustíveis com base agrícola, os camponeses poderão se beneficiar de melhores preços para seus produtos.

Mudanças

No entanto, a iniciativa também pode ocasionar mudanças na demanda, no comércio exterior, na alocação de insumos produtivos e finalmente em um aumento nos preços dos cultivos tradicionais, colocando em risco o acesso dos setores mais pobres aos alimentos.

Os programas de biocombustíveis podem representar uma oportunidade se consideram a agricultura familiar, acrescenta o estudo.

Nesse contexto, a FAO diz acreditar ser necessário preparar um marco analítico que leve em conta a diversidade de situações e necessidades específicas dos países da região.

Em seu Projeto de Bioenergia e Segurança Alimentar, a FAO desenvolve um guia metodológico que permitirá aos países interessados em investir em bioenergia calcular o efeito de suas políticas na segurança alimentar de suas populações.

Fonte:


ONG pede que estádios sirvam comida vegetariana para ajudar clima

da France Presse, em Tóquio

Ativistas de defesa dos animais pediram nesta semana à liga de baseball japonesa que deixe de vender pratos como cachorro quente e polvo frito e adote apenas o cardápio vegetariano. A idéia é lutar contra o aquecimento global.

Representantes da liga de baseball do país anunciaram que vão tomar medidas para reduzir as emissões de gases do efeito estufa. Entre elas, está a redução na duração das partidas. Entretanto, para a ONG Peta (People for the Ethical Treatment of Animals), seria mais eficiente vender apenas itens vegetarianos.

"Ao vender apenas comida vegetariana, a liga de baseball vai se tornar líder no combate contra o aquecimento global", afirma a organização, em uma carta aos líderes da modalidade no país.

"Como os vegetarianos são menos propensos a doenças sérias, como de cardiovasculares, diabetes e obesidade, as pessoas vão ficar mais felizes e saudáveis enquanto torcem por seu time", diz a organização.

O Peta, que tem sede nos Estados Unidos, afirmam que muitos estádios de baseball no país já oferecem comida vegetariana.

Mas um estudo feito em 2006 pela FAO (Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura) indicou que a indústria agropecuária contribuiu mais para o aquecimento global do que todo o setor de transporte.

Fonte:


Aprender a respirar

A respiração adequada é essencial não só para a prática da ioga, mas crucial para o bem-estar geral. Você ficará espantado com a forma calma e centrada que apenas algumas respirações profundas podem fazer com que se sinta. A seguir, seguem-se os muitos benefícios de respiração profunda e atenta.

Benefícios físicos

Permite entrar mais oxigênio no sistema sanguíneo e expele o mau cheiro e tóxicos irritantes.

Relaxa as glândulas supra-renais e permite que o corpo redistribua a energia de uma forma mais produtiva.


Benefícios mentais

Reduz o stress e ansiedade. Pode mudar de um estado de espírito de pânico para um de calma.

Melhora a concentração e foco. Reduz a mente "tagarela" e melhora os pensamentos criativos e claros.

Tire os seus sapatos e coloque os pés no chão.

Sente-se erecto, distribuindo o seu peso uniformemente sobre sua nádegas.

Descanse os braços sobre suas coxas ou para o lado, palmas para cima, polegar o dedo indicador tocando.


As palmas para cima rolar as articulações dos ombros e concentra sua energia para cima, para o céu.


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Respirar com rotação dos ombros


Gentilmente mantenha o seu estômago para dentro e inale lentamente, rodando os seus ombros para frente e para cima.

Então, exale lentamente, rodando os seus ombros para trás e para baixo. Faça isso três vezes num movimento contínuo.

Imagine a energia fluindo pela sua coluna acima, através de seu pescoço até à coroa da sua cabeça enquanto você inalar e, em seguida, de volta para baixo quando você exalar. Relaxe a sua mandíbula

Reconheça os seus pensamentos, sentimentos e emoções quando você inalar, em seguida, solte-os quando você exalar. Fique consciente e atento.


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Respiração Profunda


Inalar profundamente e visualizar encher o estômago, parte inferior dos pulmões, parte média dos pulmões, parte superior dos pulmões e seu peito com o ar.

Lentamente empurre o ar para fora da parte superior dos pulmões , parte média dos pulmões, parte inferior dos pulmões e estômago.

Repita cinco vezes com os olhos fechados.


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Respirar com cabeça inclinada para baixo


Mantendo os olhos fechados, traga o seu queixo ao seu peito.

Assumir três longas respirações então lentamente trazer o seu pescoço à sua posição vertical por "desenrolando" cada vértebra (Dica: existem sete vértebras do pescoço.)

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Retenção da Respiração



Fique consciente das suas necessidades físicas e emocionais durante todo o exercício. Concentrando-se no seu corpo é a única maneira de sintonizar-se com o corpo.

Inalar lentamente durante cinco contagens, reter durante cinco contagens e exalar fora cinco contagens. Faça três ou mais conjuntos completos.

Inalar lentamente durante cinco contagens, segurar a respiração por cinco contagens, em seguida exalar durante cinco contagens. Faça três ou mais conjuntos completos.

Inalar lentamente durante cinco contagens, exalar durante cinco contagens e, em seguida, mantenha durante cinco contagens. Faça três ou mais conjuntos completos

Inalar lentamente durante cinco contagens, segure a respiração por cinco contagens, exalar durante cinco contagens, e manter, exalar durante cinco contagens. Faça três ou mais conjuntos.



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Tradução e adaptação de Luis Guerreiro
Baseado no trabalho de Megan Lurie McCarver, MA, CMT, ( instrutora certificada de Hatha Yoga).
quinta-feira, 27 de março de 2008

Respiração e afirmações


Em épocas de grande estresse, a respiração pode ser um poderoso tranqüilizador da mente. Criar uma sensação de calma, com pulso constante e respiração profunda e lenta vai levar mais oxigênio ao cérebro ajudando a mente a pensar mais claramente a acalmar as emoções. Para isso você pode combinar respiração e afirmações. Afirmações são declarações positivas sobre uma condição que estamos tentando criar em nossas vidas. Veja, por exemplo, como proceder se está enfrentando uma situação de ansiedade e dúvida.
  • Inspire calmamente e ao inspirar afirme: Estou inspirando confiança, tranqüilidade, paz.
  • Expire calmamente e ao expirar afirme: Estou expirando a dúvida e a ansiedade.
  • Repita tantas vezes quantas forem necessárias até sentir que a calma se instalou em sua mente. Se tiver dificuldade de se concentrar, afirme, ao inspirar, que está inalando clareza, foco e ao expirar, que está lançando fora a confusão.
Não se force a sentir um sentimento para o qual não sinta disponibilidade no momento. Quem está muito deprimido dificilmente experimentará alegria, mas poderá criar certo contentamento e paz de espírito. Se suas afirmações forem realistas e sua mente será receptiva a elas. Quanto mais praticar a respiração e as afirmações, mais poder terá para torná-las reais.
Fonte: Meir Schneider et al. Manual de autocura - Método Self-Healing. SP. Triom, 1998, pp. 15,16.

Criando a própria vida



"Mantenha seus pensamentos positivos, porque seus pensamentos tornam-se suas palavras.

Mantenha suas palavras positivas, porque suas palavras tornam-se suas atitudes.

Mantenha suas atitudes positivas, porque suas atitudes tornam-se seus hábitos.

Mantenha seus hábitos positivos, porque seus hábitos tornam-se seus valores.

Mantenha seus valores positivos, porque seus valores ...

Tornam-se seu destino."


Mahatma Gandhi


Mahatma Gandhi (1869 - 1948): Seu nome verdadeiro era Mohandas Karamchand Gandhi. Mahatma significa "grande alma".

Exercícios para o cotidiano

  1. No metrô ou no ônibus (barca, etc...)
    Sem segurar-se com as mãos, tentar manter o equilíbrio nas partidas, freadas, curvas, balanços, etc...

  2. Andando a pé na rua
    Acelerar o passo numa rua movimentada, tentando desviar-se dos outros transeuntes e tratando de não esbarrar em nada nem em ninguém.

  3. Ao carregar embrulhos, sacolas, malas, pesos em geral
    • Faça isso com todo o corpo, não só com os braços - você inteiro está carregando;
    • Viver internamente a atitude: "Estou sendo o elemento de ligação entre estas coisas e a terra."

  4. Em todos os intervalos possíveis de tarefas, espreguiçar-se.
    Se o intervalo não existe, crie-os, se possível, de meia em meia hora. Lembre-se de que espreguiçar pode ser com muito mais que braços. Inclua: pernas, pés, mãos e rosto, dedos (dos pés e mãos). Inclua coluna. Abaixe a cabeça em direção ao chão. Torça o tronco. Agache-se. Invente!
    Espreguiçar-se é afrouxar as memórias que envolvem o corpo. Não é exatamente livrar-se delas, mas deixá-las tão soltas que novas posturas e atitudes possam tomar conta de você.

  5. Ponha uma música (não habitual também) e dance.
    • No quarto, na sala, estique-se, role pelo chão, chore e ria, se for o caso. Exagere.
      Encontre momentos e espaços para incluir saltos e pulos.
      Em inglês, hop (pulo) tem a ver com hope (esperança).
    • Dance no banheiro, nu, no chuveiro, cante junto. Exagere.
    • Imagine-se um dançarino(a), e faça todos os gestos e poses que achar bacanas, que você lembrar ter visto no cinema, no teatro e na televisão.
    • Saia para dançar, sozinho ou com parceiro para dançar por muitas horas juntos; dance em grupo (todos juntos a mesma música). Observe e registre suas sensações, sentimentos e pensamentos.

  6. Peça emprestado discos de outras pessoas com músicas que não tem nada a ver com seu gosto pessoal e imagine-se um apreciador deste tipo de música e dance-as. Observe os movimentos que surgem, os sentimentos e sensações.

  7. Se você reconhece como uma pessoa com dificuldades rítmicas, ponha uma música bem marcada e trate de acompanhá-la com o pé, batendo palmas, batucando, etc...

  8. Com filhos, sobrinhos, netos, filhos de vizinhos, crianças pequenas: ponha-se no chão junto com eles e brinque, acompanhe-os nos sons e movimentos que em geral produzem.

Fonte: Exercícios criados por Michel Robin. Tornando-se dançarino. Rio de Janeiro: Mauad, pp. 109-110.

Você quer manter o bom humor?

Veja o que Dr. João Curvo aconselha:
  • Inicie o dia bebendo água e tomando banho. Fazer pelo menos 20 minutos de alguma ginástica pela manhã. Se possível, acordar e dormir cedo.

  • Procure, pelo menos uma vez por semana, espaços abertos, em campo, montanhas ou praias. Se possível, abrace uma árvore, pois por mais estranho que pareça, ao abraçar uma árvore você está entrando em contato com a madeira e a terra, drenando suas tensões e recarregando suas energias.

  • Cultive sentimentos nobres como generosidade e solidariedade, pois clareiam a nossa aura e minimizam o feio de nossos erros.

  • Expanda horizontes preocupando-se apenas em ser fiel a si mesmo e maleável a diversos gostos.

  • Trabalhe com prazer.

  • Faça amigos.

  • Caminhe e tome banho de mar, rio, piscina ou chuveiro após algum aborrecimento. A água limpa, leva e lava.


Fonte: Retirado de João Curvo. A arte de se cuidar. Rio de Janeiro: Rocco, 1995, p. 16.

Exercícios para a Alma

  • Ao trafegar pela cidade, de carro, ônibus, a pé, olhe todas as coisas, construções, ruas pessoas, como se fosse um estrangeiro ou um ET. Re-conheça as coisas (conheça-as novamente). Observe as coisas em suas formas, suas cores, suas atmosferas, seus movimentos.

  • Observe os elementos da natureza e imite seus movimentos. Árvore, vento, cachoeiras, animais, mar, etc... Ao viver estes movimentos observe as sensações e sentimentos que cada um lhe transmite.

  • Numa festa ou lugar em que você não é conhecido, faça de conta que você é uma outra pessoa, crie um nome diferente, mude o bairro onde mora, um nascimento em outra cidade (ou até país), mude de idade, profissão, posição política, ideologia, idéias e gostos. Para algumas pessoas, este pode ser um exercício bastante difícil, já que somos agarrados a nossas próprias características. Experimente por um breve instante na rua, em algum encontro instantâneo. Este é um exercício de desidentificação que pode levar você a observar coisas e comportamentos seus e das pessoas com outros olhos. Permite, entre outras coisas, a percepção da auto-importância que muitos se dão.

  • Crie para você periodicamente um dia de silêncio; só fale quando lhe perguntarem, assim mesmo o essencial. Você verá, entre mil outras coisas, que, por exemplo, falamos mais do que necessitamos e ouvimos menos do que devemos.

  • Quando estiver contando um caso, pergunte-se sem interromper o que estiver falando: para que estou contanto isto? Podem surgir respostas do tipo: para causar impacto. Para parecer interessante. Para mostrar que sou esperto. Para mostrar que sou uma pessoa legal, observadora, enérgica, altruísta, indignada, preocupada ou despreocupada, etc.. Deixe a crítica de lado e observe-se.




  • Três vezes ao dia enuncie internamente (não importa onde estiver): " Aqui é minha casa". Verá que o lugar onde você se encontra e sua relação com ele ganham novas dimensões.

  • Três vezes ao dia faça uma parada e observe aquele momento como está o seu corpo (sensações), como estão seus sentimentos, em que está pensando. Observe a si mesmo, evitando críticas (como deveria estar sentindo, o que deveria estar sentindo ou pensando).

  • Quando quiser conhecer um pouco mais sobre alguém, sintonize-se com esta pessoa e imite seu jeito, sua forma de andar, gesticular, olhar, etc. Experimente as sensações, sentimentos e pensamentos que brotam a partir desses gestos e posturas. Uma nova compreensão desta pessoa poderá surgir.

  • Quando estiver com raiva, entre no quarto, feche a porta, agarre uma almofada e bata nela, estrangule-a, chute-a, xingue-a, diga tudo o que quiser, imaginando ser a pessoa com quem se sente indisposto (a). E depois, cansado(a), permaneça algum tempo em silêncio e observe o percurso feito, o que você está sentindo depois da descarga, e se houve alguma transformação em seus pensamentos e sentimentos.

  • Por um determinado período de tempo (um dia, dois, três, uma semana - escolha um período possível de ser cumprido) não fale mal de ninguém, nem de nada, nem de si mesmo, para ninguém, nem para si mesmo.
    Atenção: expressar o que não lhe agrada não é o mesmo que falar mal.
    Observe o que acontece.

Fonte: Retirado de Michel Robin. Tornando-se dançarino. Como compreender e lidar com mudanças e transformações. Rio de Janeiro: Mauad, 2004, pp. 111-112-113-114.

A doença como caminho

A doença como caminho de Thorwald Dethlefesen e Rüdiger Dahlke, São Paulo, Cultrix, 1997

Capa A doença como caminho

Neste livro, seus autores mostram que os doentes provocam sua própria doença, considerando os sintomas como formas físicas de expressão de conflitos que mostram aos pacientes em que consistem os seus problemas.

Na primeira parte do livro os autores apresentam as questões teóricas implícitas na sua abordagem sobre a doença. Na segunda parte, os autores examinam e interpretam a expressão simbólica das doenças mais freqüentes: as infecções, dores de cabeça, transtornos cardíacos, dentre outras. Um capítulo especial é dedicado a AIDS. Todos os sintomas, como mostram os autores, têm um sentido profundo para a vida de cada um, transmitindo-nos mensagens de cunho espiritual. De sua adequada interpretação depende nossa capacidade de recuperação.

Ao final do livro existe uma lista das correspondências psíquicas dos órgãos e palavras-chave para as partes do corpo.

Lançado em 1983 vem sendo sucessivamente reeditado com grande interesse para todos aqueles que buscam o autoconhecimento. Ao final da exposição de cada sintoma os autores colocam um elenco de perguntas que o interessado deve fazer a si mesmo para obter maior esclarecimento sobre os próprios conflitos que tenta encobrir de si mesmo. Nesse sentido, é um excelente guia para a reflexão sobre nossas dificuldades cotidianas.

Thorwald Dethlefsen é psicólogo diplomado pela Universidade de Munique e alcançou grande renome com seus livros e com o documentário para a televisão Vivemos apenas uma vez? Atualmente dirige o Privatinstitut für Ausserordentliche Psychologie (Instituto particular para psicologia fora do comum) em Munique.

Rüdger Dahlke trabalha como médico e terapeuta no Heil-Kunde-Zentrum, fundado por ele e por sua mulher em Johanniskirchen, e dirige seminários sobre o significado da medicina, bem como dá cursos de jejum e meditação.


Resenha elaborada por Clarice Nunes, Terapeuta Corporal.
http://ywy.com.br/

a física da alma

a física da alma. A explicação científica para a reencarnação, a imortalidade e experiências de quase morte de Amit Goswami, São Paulo: Aleph, 2005

Capa a física da alma

O que acontece quando um cientista brilhante tenta explicar temas até então considerados espirituais a partir de um novo paradigma de ciência? Há mesmo um paradigma científico que dê conta dos paradoxos da vida? Neste livro Goswami tenta provar que é possível, a partir da física quântica, tratar temas complexos como os assinalados no título do livro, cuja pesquisa se iniciou em 1994. A partir daí foi aprimorando sua reflexão através do debate com filósofos, teósofos, cientistas de renome internacional além de sua mulher, a psiquiatra Uma Goswami.

Trata-se de uma leitura instigante que procura esclarecer o que sobrevive após a morte, como entender esse continuum vida-morte-renascimento, a mudança na visão de Deus, as definições de vida e morte, fenômenos de não-localidade e reencarnação, a energia vital, dentre outros temas. Sua coragem em tratar de fenômenos sobre os quais muitos cientistas não ousam se pronunciar, vai dando conta de que estamos presos na ilusão da realidade material dos dias e que libertar-se dessa ilusão, além de ampliar nosso campo de consciência, alarga o cenário da ciência.

Num dos capítulos do livro o autor, baseado na sua experiência em palestras e seminários, procura responder a perguntas que são recorrentes e que facilitam o entendimento dos temas tratados e onde se enfrentam questões como o propósito da vida e da morte, carma positivo e negativo, o que acontece quando a pessoa morre e quando se prepara para reencarnar, entre outras questões.

No último capítulo o autor faz um esforço para resumir como as idéias da Física levaram progressivamente a um modelo convincente e razoável da existência da alma. Há ainda, ao final do livro, um glossário com os termos mais difíceis de compreensão para o leitor e uma alentada bibliografia para a consulta dos mais curiosos.

Ao tratar de temas tão sérios a reflexão do autor não é sisuda. Pelo contrário, está recheada de historinhas e citações interessantes e engraçadas. Pelo cuidado e criatividade com que informações, algumas até já conhecidas, são apresentadas vale a pena conferir este livro. O depoimento de algumas idéias inovadoras do autor neste texto também podem ser vistas no filme Quem somos nós? [What the bleep do we know!?] que vem se tornando sucesso de público em todo o mundo.

Amit Goswami

Amit Goswami é conferencista, pesquisador e professor titular da Universidade de Física de Oregon. Ph.D em física quântica, é físico residente no Institute of Noetic Sciencies. Nasceu na Índia e é filho de um guru hinduísta. Há muitos anos está envolvido em estudos que buscam conciliar física quântica e espiritualidade.



Resenha elaborada por Clarice Nunes, Terapeuta Corporal.

Fonte: http://ywy.com.br/

Conselhos de Gurdjieff Anti-estresse

1. Faça pausa de dez minutos a cada duas horas de trabalho, no máximo. Repita essas pausas na vida diária e pense em você, analisando suas atitudes.

2. Aprenda a dizer não sem se sentir culpado ou achar que magoou. Querer agradar a todos é um desgaste enorme.

3. Planeje o seu dia, mas deixe sempre um bom espaço para o improviso, consciente de que nem tudo depende de você.

4. Concentre-se em apenas uma tarefa de cada vez. Por mais ágeis que sejam os seus quadros mentais, você se exaure.

5. Esqueça, de uma vez por todas, que você é imprescindível. No trabalho, em casa, no grupo habitual, por mais que isso lhe desagrade, tudo anda sem a sua atuação, a não ser você mesmo.

6. Abra mão de ser o responsável pelo prazer de todos.

7. Peça ajuda sempre que necessário, tendo o bom senso de pedir às pessoas certas.

8. Diferencie problemas reais de problemas imaginários e elimine-os, porque são pura perda de tempo e ocupam um espaço mental precioso para coisas mais importantes.

9. Tente descobrir o prazer de fatos cotidianos como dormir, comer e tomar banho, sem também achar que é o máximo a se conseguir na vida.

10. Evite se envolver na ansiedade e tensão alheias. Espere um pouco e depois retome o diálogo, a ação.

11. Família não é você, está junto de você, compõe o seu mundo, mas não é a sua própria identidade.

12. Entenda que princípios e convicções fechadas podem ser um grande peso e trava o movimento da busca.

13. É preciso ter sempre alguém em que se possa confiar e falar abertamente ao menos num raio de cem quilômetros. Não adianta estar mais longe.

14. Saiba a hora certa de retirar-se do palco, de deixar a roda. Nunca perca o sentido da importância sutil de uma saída discreta.

15. Não queira saber se falaram mal de você e nem se atormente com esse lixo mental; escute o que falaram bem, com reserva analítica, sem qualquer convencimento.

16. Competir no fazer, no trabalho, na vida a dois é ótimo....para quem quer ficar esgotado e perder o melhor.

17. A rigidez é boa na pedra, não no ser humano. A ele cabe firmeza, mas com doçura.

18. Uma hora de intenso prazer substitui com folga 3 horas de sono perdido. O prazer recompõe mais que o sono. Logo, não perca uma oportunidade de divertir-se.

19. Não abandone suas três grandes e inabaláveis amigas: a intuição, a inocência e a fé.

20. Entenda, de uma vez por todas, definitiva e conclusivamente: você será aquilo que você conseguir fazer de você.

Georges Ivanovich Gurdjieff

Georges Ivanovich Gurdjieff (1872?-1949) era um greco-armênio místico que se auto-denominava professor de dança. Os ensinamentos que trouxe para o ocidente de suas próprias experiências e viagens expressam a verdade fundamentada em religiões antigas e ensinamentos relativos à auto-conscientização na vida diária e ao lugar da humanidade no universo. Ele pode ser resumido pelo título de seu livro: A vida é real somente e quando Eu Sou.
Para conhecer sua biografia, ensinamentos e livros e ter acesso a extensa bibliografia e outras informações sobre Gurdjieff, clique nos links abaixo:


http://en.wikipedia.org/wiki/Gurdjieff

Gurdjieff International Review

Instituto Gurdjieff do Brasil

4C - Gurdjieff Brasil

Fonte: http://ywy.com.br/

Automassagem para fortalecer o corpo e prevenir doenças

Se você quer prevenir adoecimentos uma excelente forma de cuidar-se é o processo de automassagem. O tratamento pela massagem tem a capacidade de regular a função nervosa, de aumentar a resistência corporal à doença, de depurar os tecidos, melhorar a circulação sangüínea e conseqüentemente a irrigação da área massageada, além de tornar todas as articulações mais flexíveis. Eis algumas dicas:

1. Batida nos dentes. Como os lábios levemente fechados, use as pontas dos dedos para bater ritmicamente contra os dentes inferiores e superiores, 30-40 vezes cada.

2. Limpeza da boca: Com os lábios levemente fechados, use a língua para limpar com força em torno do espaço entre os dentes e os lábios. Limpe para a esquerda e para a direita, 30 vezes em cada direção.

3. Fricção das mãos. Esfregue as palmas das mãos uma na outra 30-40 vezes, com crescente rapidez, até que elas se aqueçam.

4. Fricção do rosto. Esfregue o rosto com as palmas das mãos aquecidas, primeiramente indo do lado esquerdo da face, cruzando a fronte, para o lado direito, 7-8 vezes.

5. Amassamento dos olhos. Com os nós dos dedos indicador, médio e anular das duas mãos, amasse com movimento circular em torno das órbitas oculares, primeiramente indo do canto interno para fora, e depois do canto externo para dentro 7-8 vezes cada.

Fonte: Retirado de A massagem chinesa. Manual de Massagem Terapêutica. Compilado no Hospital da Escola de Medicina Anhui de Pequim. Rio de Janeiro: Nova Era, 2001, pp. 11 e 218.
quarta-feira, 26 de março de 2008

A AÇÃO ANTIINFLAMATÓRIA DOS ALIMENTOS

Texto com comentários de Luís Guerreiro

* Elisabete Fernandes Almeida


Graças ao efeito antiinflamatório de alguns alimentos, muitas pessoas melhoram dos sintomas da artrite, necessitando ingerir menos medicamentos e conseguindo uma melhor qualidade de vida. Atum e salmão são dois bons exemplos de alimentos com efeito antiinflamatório( a linhaça é melhor alternativa pois não tem o problema da contaminação do peixe e é mais ecologicamente correta).

Quanto aos antioxidantes, não são apenas os pacientes com artrite que precisam deles. Pesquisadores acreditam que a inflamação contribui para o desenvolvimento de doenças cardíacas, câncer, doença de Alzheimer e o diabetes tipo 2, e que as substâncias antiinflamatórias encontradas nos alimentos podem combater estas doenças. Para consumir estes alimentos, não é necessário mudar radicalmente a sua dieta alimentar. Experimente, por exemplo, consumir mais peixe (mais linhaça).

A inflamação nem sempre tem aspectos negativos. Um ferimento fica avermelhado e inchado porque o organismo recruta leucócitos que combatem a infecção e aumentam o fluxo de sangue rico em oxigênio, para facilitar a cicatrização.

Mas alguns processos inflamatórios indesejáveis resultam de lesões menos relevantes, como a oxidação das células que constituem as paredes dos vasos sangüíneos. Os antioxidantes podem ajudar a evitar estas lesões. Mas quando são insuficientes, os antiinflamatórios são necessários. Caso contrário, a tentativa do organismo de reparar suas lesões pode levar a uma inflamação crônica, que ataca lentamente os tecidos saudáveis das articulações, das artérias e de todo o sistema nervoso.

Entre os alimentos com maior ação antiinflamatória se destacam os ácidos graxos ômega-3, encontrados em grande quantidade nos peixes. No organismo, estes ácidos são convertidos em substâncias semelhantes aos hormônios, que reduzem inflamações.

Os poliinsaturados ômega-6 encontrados no óleo de milho favorecem a inflamação. Os ômega-6 e ômega-3 formam uma espécie de yin e yang, que devem ser mantidos em equilíbrio. O consumo de quantidades equivalentes dos dois alimentos permite manter os processos inflamatórios em equilíbrio, entretanto, a maioria das pessoas ingere cerca de 20 vezes mais alimentos com ômega-6 do que com ômega-3. Alimentos industrializados, produzidos com óleo de milho ou girassol, ricos em ácidos graxos ômega-6, são apontados como culpados. Por outro lado, as pessoas preferem não consumir alimentos ricos em ômega-3, como o óleo de canola, nozes, espinafre e repolho (a linhaça e o óleo de canhãmo são mais equilibrados).

A aspirina e o ibuprofeno interferem no processo com enzimas que contribuem para as propriedades inflamatórias dos alimentos que contém ômega-6. Alguns alimentos podem atuar de forma semelhante. Um grupo de pesquisadores da Michigan State University realizou alguns experimentos para demonstrar que o extrato de cereja pode impedir dez vezes mais a formação de alguns agentes inflamatórios do que a aspirina. Seus achados estimularam a ingestão de suco de cereja entre pacientes com artrite. Em outra pesquisa recente, ficou comprovado que a amora, o morango e a framboesa produzem efeitos semelhantes.

Outra forma de combater a inflamação é fortalecer os mecanismos de reparo do organismo. Um grupo de pesquisadores de Boston mediu a concentração de substâncias denominadas "proteínas de choque" no cérebro humano. Imagine-as como a fita adesiva do organismo - elas ajudam a reparar lesões celulares causadas pelo estresse oxidativo, inflamação e excesso de toxinas. Na medida em que você envelhece, produz menores quantidades destas proteínas protetoras. O estudo demonstrou que dietas ricas em arando combatem essa condição em ratos, que responderam aos processos inflamatórios da mesma forma que animais mais jovens.

A maioria das frutas e verduras, principalmente as coloridas, parece inibir inflamações graças à presença de fitossubstâncias como a bromelaína, encontrada no abacaxi, e a quercetina, encontrada na maçã e na cebola. Vegetais como o tomate contêm cerca de 20 compostos com ação anti-inflamatória.

Frutas, verduras, peixes e grãos integrais - são sempre os alimentos defendidos pelos nutricionistas há vários anos. Por outro lado, dietas ricas em açúcar, farinha refinada e óleos vegetais parcialmente hidrogenados, bem como a obesidade, aumentam o risco de inflamações.

A ingestão de alimentos com ação antiinflamatória pode ser uma das melhores coisas que se pode fazer por você mesmo.



* Elisabete Fernandes Almeida é escritora e editora médica, com especialização em Projetos de Educação Médica Continuada.
É presidente da Latin-Med Editora Médica, editora médica da Conexão Médica, diretora do departamento de Educação Médica para Leigos da Associação Paulista de Medicina e atua em vários sites médicos.
Fonte: Catho

Cola: “O corpo que se vire!”


Esta foto é auto explicativa.


Pra quem não entendeu, ela retrata um tonel que contém “flavouring component” - componente que dá sabor - da Pepsi Cola. No tonel, uma grande advertência: “não deve entrar em contato com a pele ou superfícies pois é CORROSIVO”.

Fico imaginando o que acontece, quando o corpo recebe o troço corrosivo, sendo que os rins precisavam e pediam só uma inocente água, pra poderem dar conta do sirviçu de jogar os lixos metabólicos fora.

Ao invés, recebem mais lixo, e ainda assim se viram pra faxinar o sangue.

Não é lindo isso?

Fonte: Bia Badaud
Médica Cirurgiã

Poluição com azoto destrói biodiversidade

O azoto emitido para a atmosfera em resultado da actividade humana pode estar a alterar as comunidades vegetais de todo o mundo.

Apesar de zonas quentes de poluição de azoto elevada serem há muito reconhecidos como perturbadores da dinâmica das comunidades vegetais, novos estudos prevêem efeitos substanciais devidos aos níveis mais baixos mas crónicos de poluição que podem ser encontrados por quase todo o mundo.

Um estudo de uma pradaria no interior do estado do Minnesota mostra que após mais de 20 anos de deposição lenta mas crónica de azoto, a níveis típicos da poluição com azoto na maioria do mundo industrializado, houve uma redução do número de espécies vegetais de 17% comparado com zonas controlo que não foram expostas a azoto extra.

Os perdedores neste regime de azoto são quase sempre as espécies herbáceas, relatam os investigadores na última edição da revista Nature. David Tilman, da Universidade de Minnesota em Saint Paul e um dos autores do estudo, diz que entre as suas vítimas favoritas estão a Solidago nemoralis ou a estrela-púrupura.

As boas notícias são que alguma da diversidade pode ser recuperada se a poluição por azoto for reduzida, diz ele. Talhões que deixaram de receber azoto extra em 1991 lentamente começaram a recuperar e começaram a ter o aspecto dos talhões de controlo, com a migração de sementes das espécies perdidas para a zona. Ainda assim, Tilman alerta para o facto de sem a existência de zonas que funcionem como reservas de biodiversidade vegetal a jeito, por assim dizer, a recuperação pode levar muito mais que os 13 anos que o estudo revelou.

Os humanos dispersam muito azoto, o elemento é um factor limitante crucial para o crescimento de muitas plantas, pelo que fertilizantes com base em azoto têm sido desenvolvidos para permitir às pessoas cultivar mais alimentos.

O azoto também é produzido pela queima de combustíveis fósseis e através das fezes do gado, atingindo a atmosfera e voltando, com a precipitação, à superfície por todo o globo, incluindo zonas intocadas pelo Homem.

A queda de azoto sobre a terra subiu desde os níveis pré-industriais de 1 a 3 Kg por hectare e por ano para 7 a 100 Kg por hectare e por ano, dependendo da intensidade local de utilização de azoto. Os cientistas estimam que a intervenção humana actual mais que duplicou a quantidade de azoto que se desloca para a atmosfera por ano.

Fortes doses de azoto têm um grande impacto sobre a paisagem: liberta plantas anteriormente limitadas pela escassez do elemento para um crescimento mais vigoroso, muitas vezes à custa de outras espécies. À medida que as plantas que não esbanjam o azoto são ultrapassadas pelas "plantas do tipo daninho de crescimento rápido" da zona, diz Tilman, o número de espécies na zona diminui.

Agora, Tilman e o seu colega Christopher Clark mostraram que mesmo níveis muito baixos de azoto afectam a diversidade. O estudo analisou níveis de poluição tão baixos como 10 Kg por hectare por ano, a somar ao nível de fundo de 6 Kg por hectare por ano, ou seja, um nível típico da maioria do mundo industrializado. "Observámos que mesmo estas taxas tão baixas como esta de deposição de azoto estão a ter um efeito cumulativo muito semelhante aos efeitos a curto prazo de níveis mais elevados", diz Tilman.

A equipa não encontrou nenhum patamar em que o azoto extra não afectasse a diversidade vegetal. "Baixas taxas de deposição de azoto têm muito mais importância do que se pensava."

Espera-se que esses efeitos sejam generalizados. Com o azoto a ser libertado por "fabricas e automóveis numa zona do país e a ser levado pelo vento para todo lado no mundo, incluindo os nossos parques nacionais e outras zonas protegidas, tudo recebe uma quantidade elevada de azoto", diz Katharine Suding, ecologista da Universidade da Califórnia, Irvine.

Este novo estudo, diz ela, "indica que podemos esperar que as perdas aumentem com o passar do tempo e com o acumular do azoto, a não ser que se instituam políticas para reduzir a subida na deposição de azoto".

Roland Bobbink, ecologista paisagista na Universidade de Utrecht, diz que tem vindo a observar esta situação na Holanda, onde a utilização de fertilizantes, no seu máximo na década de 80, aumentou os níveis de azoto para 100 Kg por ano e por hectare. As comunidades vegetais mudaram drasticamente, o pântano passou a planície e está agora a tornar-se floresta. Desde então, uma série de medidas ambientais baixaram a deposição de azoto na zona mas não para zero.

Tilman diz que o que se observou na Holanda está a acontecer em todo o mundo, ainda que mais lentamente. Isto só prova que a paixão da humanidade pelo sétimo elemento precisa de ser contida, diz ele. O excesso de fertilização deve terminar e as criações intensivas de gado, com as suas lagoas de estrume emissor de azoto, podem ter que ser reconsideradas.

"Para mim, esta é uma das grandes formas como os humanos estão a alterar o mundo mas é muito pouco compreendida pelos políticos", diz Tilman.

Fonte: Simbiotica

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