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sábado, 8 de março de 2008

Duas sardinhas

Duas sardinhas, a Neca e a Zeca, resolveram dar uma volta pelo mar fora. Pouco tempo depois passa um grande submarino e a Neca pergunta:

-Ei, Zeca, o que é aquilo?
E a Zeca responde:
-São dois homens em conserva.

Salvar o planeta


Se alguém quiser salvar o planeta, tudo o que tem de fazer é simplesmente deixar de comer carne. Essa é a coisa mais importante que podemos fazer.

É impressionante só de pensar nisso. O vegetarianismo cuida de várias coisas de uma assentada: ecologia, a fome (do mundo) e a crueldade (para com os animais).

(Paul McCartney)

Se o Serviço Americano de Fauna e Pesca não anunciar finalmente a sua há muito adiada decisão sobre a listagem do urso polar como espécie ameaçada, de acordo com a Acta das Espécies Ameaçadas, até segunda-feira, os conservacionistas estão decididos a obrigá-los a faze-lo através de uma acção judicial.

Mas a ameaça de acções legais pode estar a ajudar a impedir o anúncio, dizem alguns observadores.

Seja qual for a situação, pelo menos um grupo vai ficar insatisfeito e deverá contestar a ciência por trás da decisão. Esta situação tem alimentado um fluxo contínuo de questões para a equipa científica à medida que a recomendação vai percorrendo o caminho ao longo do processo de aprovação.

"O Serviço Americano de Fauna e Pesca vê a situação como um marco histórico", diz Scott Schliebe, cientista do projecto do urso polar do serviço, sediado em Anchorage, Alasca. É a primeira decisão acerca do destino potencial de uma espécie com base em projecções climáticas.

A World Conservation Union lista o urso polar como 'vulnerável', o que significa que enfrenta um risco elevado de extinção na natureza. No Canadá e na Rússia está listado como 'espécie que merece preocupação' e a decisão americana pode afectar os negócios internacionais sobre as actividades no Árctico.

Funcionários do serviço deviam ter, inicialmente, apresentado a sua decisão a 9 de Janeiro de 2008 mas anunciaram que precisavam de mais tempo para avaliar devidamente a situação.

Após considerar a ciência e mais de 670 mil comentários do público, Schliebe e os seus colegas enviaram uma recomendação para os funcionários superiores do serviço nos escritórios centrais de Washington DC, e uma recomendação foi passada ao Departamento do Interior há mais de uma semana. No entanto, até agora nenhuma decisão foi anunciada.

A decisão depende de se os ursos polares têm probabilidade elevada de se tornarem ameaçados num futuro previsível. A ameaça principal é a perda do gelo oceânico, de que os ursos dependem para caçar focas. Para prever o destino dos ursos, o serviço pediu ao US Geological Survey (USGS) que ajudasse a determinar a extensão provável do gelo marinho no futuro e de que forma os ursos poderiam responder a essas alterações.

O USGS previu que dois terços dos ursos, incluindo todos os do Alasca, teriam desaparecido em meados deste século e que o gelo de Verão provavelmente iria desaparecer de quase todo o Árctico por volta de 2100. Mas os modelos que foram analisados variavam na predição do recuo do gelo. "Todos os modelos, pela sua natureza, têm alguma incerteza", diz Schliebe, mas esse é o principal argumento dos que se opõem à listagem de 'ameaçado'.

"As incertezas acumulam-se", diz Ken Taylor, comissário-adjunto do departamento de fauna e pesca do Alasca. O governo do Alasca, o único estado americano com ursos polares selvagens, opõe-se à listagem. A governadora Sarah Palin diz que a preocupa que a listagem impeça o desenvolvimento do seu estado, incluindo as perfurações para gás e petróleo.

Uma carta para o serviço de fauna e pesca do gabinete de Palin alegava que o último relatório "está a exagerar os modelos de alterações climáticas para além da sua capacidade de produzir aproximações razoáveis das condições prováveis".

O gabinete de Palin cita uma frase do relatório que descreve que tipo de modelo foi escolhido para prever o gelo marinho futuro: "Mesmo que os modelos climáticos contivessem uma representação perfeita de toda a física e dinâmica dos sistemas climáticos, a imprevisibilidade inerente impedir-nos-ia de emitir previsões detalhadas sobre alterações climáticas a mais de uma década de distância." Se é esse o caso, argumenta o gabinete de Palin, o futuro previsível não vai além dos 10 anos e essa visão a tão curto prazo deixaria os ursos não listados como ameaçados.

Isso deturpa completamente a natureza das projecções do gelo marinho, refere Eric DeWeaver, cientista climático da Universidade do Wisconsin em Madison, que ajudou a escolher os modelos a considerar e escreveu o relatório. "Não se trata de uma previsão detalhada, não se consegue obter isso dos modelos climáticos."

Em vez de previsões detalhadas, os modelos fornecem cenários, como a extensão da cobertura de gelo e a probabilidade com que cada um ocorre ao longo de um período específico de tempo. Ele salienta que todos os modelos previram pelo menos uma perda de 30% de gelo marinho até meados do século. "Estamos a tentar reflectir tanto como pudemos o consenso da comunidade climática", diz DeWeaver.

A decisão sobre se listar ou não os ursos polares como ameaçados será a primeira de série de testes à forma como os modelos climáticos estão a ser capazes de ser persuasivos no estabelecimento de novas políticas.

Algumas outras espécies polares foram já propostas para listagem com a mesma base: uma dependência crítica do gelo marinho em desaparecimento. Durante os últimos 18 meses, foram apresentadas petições sobre as focas listadas, as morsas do Pacífico e muitas espécies de pinguins.

Três grupos ambientalistas vão tomar medidas legais se a decisão não for anunciada na segunda-feira, diz Kassie Siegel, que tem vindo a liderar o esforço por parte do Centro de Diversidade Biológica. “Iremos processá-los por volta de 10 de Março se por essa altura ainda não tiverem anunciado a decisão."

Fonte: Simbiotica

Saber mais:

Decisão sobre estatuto do urso polar adiada

Ursos polares morrem em anos de degelo precoce

Oceano Árctico deve ter níveis recorde de degelo

Ursos polares afogados preocupam investigadores

Proteina Animal X Proteina Vegetal (crua)


Clique para ampliar

Acima é uma fotografia recente do Storm próximo a Arnold Schwarzenegger, ex-Mr. Universo, que é exatamente da mesma idade que Storm nesta imagem.

A diferença entre uma dieta baseada em proteína animal e uma dieta baseada em proteína vegetal (crua) que retarda o envelhecimento.
sexta-feira, 7 de março de 2008

MUTANTES - Deepak Chopra


Deepak Chopra

"A causa da doença é geralmente muito complexa, mas uma coisa é certa: ninguém provou ainda que é necessário adoecer."


"Somos as únicas criaturas na face da terra capazes de mudar nossa biologia pelo que pensamos e sentimos!"

Nossas células estão constantemente bisbilhotando nossos pensamentos e sendo modificados por eles. Um surto de depressão pode arrasar seu sistema imunológico; apaixonar-se, ao contrário, pode fortificá-lo tremendamente. A alegria e a realização nos mantém saudáveis e prolongam a vida.

A recordação de uma situação estressante, que não passa de um fio de pensamento, libera o mesmo fluxo de hormônios destrutivos que o estresse. A alegria e a realização nos mantém saudáveis e prolongam a vida. A recordação de uma situação estressante, que não passa de um fio de pensamento, libera o mesmo fluxo de hormônios destrutivos que o estresse.

Quem está deprimido por causa da perda de um emprego projeta tristeza por toda parte no corpo - a produção de neurotransmissores por parte do cérebro reduz-se, o nível de hormônios baixa, o ciclo de sono é interrompido, os receptores neuropeptiídicos na superfície externa das células da pele tornam-se distorcidos, as plaquetas sanguíneas ficam mais viscosas e mais propensas a formar grumos e até suas lágrimas contêm traços químicos diferentes das lagrimas de alegria.

Todo este perfil bioquímico será drasticamente alterado quando a pessoa encontra uma nova posição. Isto reforça a grande necessidade de usar nossa consciência para criar os corpos que realmente desejamos. A ansiedade por causa de um exame acaba passando, assim como a depressão por causa de um emprego perdido.
O processo de envelhecimento, contudo, tem que ser combatido a cada dia.

Shakespeare não estava sendo metafórico quando Próspero disse: " Nós somos feitos da mesma matéria dos sonhos."
Você quer saber como esta seu corpo hoje?
Lembre-se do que pensou ontem.
Quer saber como estará seu corpo amanhã?
Olhe seus pensamentos hoje!"
Ou você abre seu coração, ou algum cardiologista o fará por você!"

Texto do livro: Saúde Perfeita
Autor:
Deepak Chopra

Meditação atenciosa de Deepak Chopra


Descubra sua sabedoria interior... ou apenas descanse

Trata-se de uma técnica simples de desencadear um estado de relaxamento profundo de corpo e mente. À medida que a mente se aquieta e permanece desperta você vai se beneficiar de um estado de consciência mais profundo e tranqüilo.

1. Antes de começar, encontre um local silencioso em que não vá ser perturbado.

2. Sente-se e feche os olhos.

3. Concentre-se na respiração, mas inspire e expire normalmente. Não tente controlar ou alterar a respiração deliberadamente. Apenas observe.

Ao observar a respiração, vai ver que ela muda. Haverá variações na velocidade, no ritmo e na profundidade, e pode ser que ela pare por um momento. Não tente provocar nenhuma alteração. Novamente, apenas observe.

Pode ser que você se desconcentre de vez em quando, pensando em outras coisas ou prestando atenção aos ruídos externos. Se isso acontecer, desvie a atenção para a respiração.

Se durante a meditação você perceber que está se concentrando em algum sentimento ou expectativa, simplesmente volte a prestar atenção na respiração.

Pratique esta técnica durante quinze minutos. Ao final, mantenha os olhos fechados e permaneça relaxado por dois ou três minutos. Saia do estado de meditação gradualmente, abra os olhos e assuma sua rotina.

Sugiro a prática da meditação atenciosa duas vezes ao dia, de manhã e no final da tarde. Se estiver irritado ou agitado, pode praticá-la por alguns minutos no meio do dia para recuperar o eixo.

Na prática da meditação você vai por uma de três experiências. Mas deve resistir à tentação de avaliar a experiência ou sua capacidade de seguir as instruções, porque as três reações são "corretas".

Você pode se sentir entediado ou inquieto, e a mente vai se encher de pensamentos. Isso significa que emoções profundas estão sendo liberadas. Se relaxar e continuar a meditar, vai eliminar essas influências do corpo e da mente.

Você pode cair no sono. Se isso acontecer durante a meditação, é sinal de que você anda precisando de mais horas de descanso.

Você pode entrar no intervalo dos pensamentos... além do som e da respiração.

Se descansar o suficiente, mantiver a boa saúde e devotar-se todos os dias à meditação, você vai conseguir um contato significativo com o self. Vai poder se comunicar com a mente cósmica, a voz que fala sem palavras e que está sempre presente nos intervalos entre um pensamento e outro. Essa é a sua inteligência superior ilimitada, seu gênio supremo e verdadeiro, que, por sua vez, reflete a sabedoria do universo. Tudo estará a seu alcance se confiar na sabedoria interior.

Deepak Chopra

No livro Saúde Perfeita

Video: Comida Viva e Sustentável - Seleção de fotos de pratos

Estudo com crudivoros

Vegetarianos radicais são magros...
...mas saudáveis, diz estudo

As pessoas que adoptam por uma dieta vegetariana radical, consumindo apenas alimentos crus, são magras, mas surpreendentemente saudáveis, segundo investigadores norte-americanos.


Embora os nutricionistas e a indústria de alimentos alertem para que uma dieta sem lacticínios possa provocar osteoporose, a equipa da Escola de Medicina da Universidade Washington, em Saint Louis, concluiu que os «vegans», como se intitulam, têm ossos fortes. «É possível que estas pessoas não tenham um risco maior de fracturas, mas que a sua baixa massa óssea esteja relacionada ao facto de serem mais leves, porque ingerem menos calorias», disse Luigi Fontana, que liderou o estudo, publicado na revista Archives of Internal Medicine.


Esses vegetarianos só consomem alimentos derivados de plantas, desde que não tenham sido cozidos, processados ou alterados. «Por causa do seu baixo consumo de calorias e proteínas, têm um índice de massa corporal (IMC) baixo e um baixo nível de gordura corporal. É bem documentado que um IMC baixo e a perda de peso estão fortemente associados à baixa massa óssea e a um risco maior de fracturas, enquanto a obesidade protege contra a osteoporose.»


O grupo estudou 18 vegetarianos radicais com idades entre 33 e 85 anos. Todos eles apenas consumiam legumes, frutas, nozes e grãos germinados, sempre crus. Em média, mantinham essa dieta há 3,6 anos.


Os investigadores compararam-nos a 18 norte-americanos «normais». Os vegetarianos tinham IMC médio de 20,5, enquanto o outro grupo estava levemente acima do peso -- IMC 25. Considera-se que uma pessoa está no peso ideal quando seu IMC (o peso dividido pelo quadrado da altura) fica entre 18,5 e 24.

Fontana esperava que os «vegans» tivessem baixos índices de vitamina D, devido à ausência de alimentos de origem animal na sua dieta. Mas, na verdade, os índices de vitamina D desse grupo eram «muito maiores» do que na média.


A vitamina D é produzida pela pele quando o corpo é exposto ao sol. Essa substância é essencial para a manutenção dos ossos. Devido à sua importância, a indústria passou a acrescentá-la ao leite e a outros alimentos. «O que acontece é que estas pessoas são bastante inteligentes para se exporem à luz do sol, com o objectivo de aumentar as suas concentrações de vitamina D», disse Fontana.


Além disso, esses vegetarianos têm índice baixo da proteína C-reativa, uma molécula inflamatória que está vinculada a ataques cardíacos, diabetes e outras doenças crónicas. E, para completar, os «vegens» radicais também têm índices menores de IGF-1, um factor de crescimento ligado ao risco de cancro da próstata e da mama.


Fontana, porém, não defende a dieta com alimentos crus. Mas afirma que, para evitar o cancro e as doenças cardíacas, as pessoas deveriam comer mais frutas, legumes e grãos integrais.

Traduzido e adaptado por:
Paula Pedro Martins
Jornalista

Fonte: Ordem dos Médicos de Portugal

MNI-Médicos Na Internet

Proteina

O tema proteína em alimentos de origem animal ou vegetal gera muita confusão.

Esse é um dos grandes mitos sobre o vegetarianismo.

Proteínas são compostas por aminoácidos.

Vamos deixar bem claro: não existe nenhum aminoácido necessário ao organismo humano que não seja encontrado nos alimentos do reino vegetal.

Dizer que o a proteína vegetal é incompleta também é um erro.

Alguns grupos alimentares, como cereais (arroz) e leguminosas (feijões) apresentam o quePublish chamamos de aminoácido limitante. É um aminoácido em quantidade um pouco menor do que os outros. No entanto, existem todos os aminoácidos essenciais em cada um desses grupos.

Grande parte da confusão provém da falta de conhecimento de alguns profissionais de saúde sobre conceitos básicos de nutrição, como: valor biológico, aminoácido limitante, NPU, qualidade da proteína (PDCAAS), proteínas complementares, digestibilidade...

Se o indivíduo atinge suas necessidades calóricas diárias com alimentos baseados em grãos, automaticamente a sua cota protéica com todos os aminoácidos essenciais é atingida.

Estudos populacionais mostram que a dieta vegetariana (inclusive a vegana) excede a necessidade de aminoácidos essenciais.

Para acabar com as dúvidas foi realizado um amplo estudo de revisão sobre o assunto (metanálise). Foi demonstrado que não há diferença na incorporação da proteína no corpo humano quando ela é proveniente do reino animal ou vegetal.

Existem marcadores sangüíneos que podem ser dosados para verificar o "estado protéico" da pessoa. A albumina sangüínea é um deles. Veganos têm níveis sangüíneos significativamente mais altos do que não vegetarianos, evidenciando um ótimo perfil de nutrição protéica.

Aos profissionais de saúde:

Ao calcular a oferta protéica de um vegetariano tenha certeza de que ele atinge o valor calórico total de calorias não protéicas.

Proponha variações dos grupos alimentares.

Alguns pesquisadores sugerem que devemos calcular a necessidade protéica de crianças veganas como sendo até 35% mais alta. Isso se deve à menor digestibilidade da proteína vegetal.

Confira as informações em:

Rand WM, Pellett PL, Young VR. Meta-analysis of nitrogen balance studies for estimating protein requirements in healthy adults. Am J Clin Nutr. 2003;77:109-127.

Position of the American Dietetic Association and Dietitians of Canada: Vegetarian diets. J Am Diet Assoc. 2003;103:748-765.(www.svb.org.br/artigos/artigos.htm).

*Dr. Eric Slywitch
Médico, coordenador do departamento científico da Sociedade Vegetariana Brasileira. Especialista em nutrologia (ABRAN) e nutrição enteral e parenteral (SBNPE). Pós-graduado em nutrição clínica (GANEP). Especialista em nutrição vegetariana.

Nutrição Ativa e Lus Guerreiro - Perguntas e Respostas no Orkut

Olá Luiz,
Primeiramente quero te felicitar pela coragem em adotar essa conduta alimentar bem peculiar e em certas ocasiões difícil de seguí-la.
A sua vantagem maior é falta quase que total de perda nutritiva de seus alimentos, pois, como se sabe, com cozimento, a maior parte dos nutrientes, vitaminas e minerais são perdidas.
Porém, na minha opinião, a alimentação crudívora também pode ter seus contras, como a limitação no consumo de certos alimentos importantes como a carne bovina e o pão. Outro ponto contra é a sanidade dos alimentos, já que o cozimento também é uma forma de combater possíveis microorganismos patológicos contidos em alguns alimentos.
Sinceramente, nunca me deti a fundo neste tema, mas prometo me informar sobre ele até para preparar algum material esclarecedor para o site Nutrição Ativa.
Att,
Simone Biacchi


Oi Simone,

Muito obrigado pela resposta.

Sabia que estava na comunidade certa - e posso dizer até que enfim consegui estabelecer um diálogo com nutricionistas. Na maioria das comunidades sobre nutrição esse diálogo parece impossível pois alguns dos seus membros (na maioria recem formados ou estudantes de nutrição)passam o tempo com guerras de "eu é que sei" como se fossem donos da verdade no que toca à questão nutricional.

Vou basear a minha resposta na minha experiência pessoal e no estudo teórico que tenho feito há mais de 4 anos - por favor entenda que não estou a defender uma tese mas sim a apresentar alguns pontos que penso passam ao lado do estudo da nutrição em geral.

É interessante e importante a sua questão quando fala em "limitação no consumo de certos alimentos importantes como a carne bovina e o pão".

Os estudos sobre povos que baseiam a sua alimentação em carnes vermelhas, outros produtos de origem animal e pão ("normal") revelam que essas populações sofrem mais de doenças crónicas comparativamente a populações onde esse consumo é reduzido. Sabemos perfeitamente as doenças de coração estão directamente ligadas a dietas ricas em produtos animais.
Já para não falar na nossa semelhança genética com outros primatas inteiramente vegetarianos. A dieta de qualquer animal corresponde à sua estrutura fisiológica. Analisando a anatomia e a fisiologia dos animais carnívoros e seres humanos, percebemos grandes diferenças.

Em relação ao pão. Alguns crudivoros comem pão que é feito a partir de trigo inteiro germinado, moído e cozido a menos de 45ºC, preservando assim toda a riqueza nutricional do alimento e ao mesmo tempo libertando o trigo de inibidores de enzimas e transformando a proteína em amino-ácidos simples facilmente digeridos. Ao ponto de indivíduos alérgicos ao gluten poderem comer esse pão sem reacções adversas.O pão crudivoro seria um assunto interessante para estudo.

Em relação à higiene

A carne depois do abate entra imediatamente em decomposição e pode verificar-se isso fácilmente pelo seu cheiro caracteristico - cadaverina (associada à decomposição de corpos), putrescina (à decomposição de carne), aqui poderia por a questão é higiénico comer algo que cheira mal? Já para não falar em hormonas de crescimento, antibióticos, agro-quimicos, etc encontrados na carne que consumimos indiscriminadamente.
Os crudivoros são apologistas de uma agricultura orgânica sem uso de quimicos ou, em casos mais extremos sem utilizaçãso de fertilizantes de origem animal pois estes são responsáveis pela proliferação de bactérias e fungos prejudiciais ao ser humano. Desta forma os alimentos são mais naturais e em termos de higiene não tem comparação com artigos provenientes da produção massiva.
Os crudivoros usam muitas sementes e grão germinados - estes são ricos em nutrientes e quando criados pelo próprio são uma garantia contra contaminação - são higienicamente superiores a qualquer artigo embalado, processado ou proveniente de fontes fora do controle do consumidor.

Um outro perigo da alimentação com carne, é a presença de doenças não detectadas, ou até mesmo ignoradas pelos produtores, em animais de corte. Frequentemente, se um animal tem algum tipo de tumor em algumas parte do corpo, esta parte é extraída, e o resto do corpo é colocado no mercado. Ou pior ainda, os próprios tumores são incorporados à preparação de salsichas e passam a ser chamados de "partes".

Cadeia alimentar...

Há na natureza uma longa cadeia de comedores. As plantas produzem o seu próprio alimento a partir da luz solar, da água e do ar, os animais comem plantas, animais maiores e os seres humanos alimentam-se dos animais menores. Situar-se no final da cadeia alimentar não é uma vantagem. Actualmente os campos estão sendo tratados com produtos químicos venenosos, e estes campos servem de alimento para os animais que comem plantas. Estas substâncias químicas vão acumular-se no tecido gorduroso do animal durante toda sua vida. Quando o homem ingere esta carne recebe toda a concentração destas substâncias, acumuladas no organismo do animal durante anos.

Outra desvantagem é que, como assimilação de nutrientes não se realiza com uma eficiência de 100%, isto é, nem todo o alimento ingerido é assimilado ou utilizado para produzir energia, e boa parte da energia transforma-se em calor, em cada nível da cadeia alimentar verifica-se uma perda de material e de energia.

Segundo indicam investigações recentes, as pessoas que seguem uma dieta rica em carne têm um risco acrescido de virem a sofrer doenças cancerígenas. O relatório indica diversos estudos que responsabilizam directamente o consumo de carne, em especial a "vermelha", com certos tipos de cancro, principalmente o do cólon.

O estudo de um grupo de habitantes do Nebraska permitiu concluir que os que comiam mais carne tinham um risco 3.6 vezes superior de sofrerem cancro do esófago, e duas vezes maior de sofrerem cancro do estômago, quando comparados com pessoas que seguiam dietas mais saudáveis. Os que consomem lacticínios em grandes quantidades têm o dobro do risco de qualquer uma das formas de cancro, segundo um estudo publicado na edição de Janeiro (2002) do American Journal of Clinical Nutrition.
Mary Ward, Honglei Chen e outros investigadores no National Cancer Institute, na Tuts University, Boston, inquiriram 124 pessoas com cancro de estômago, outras tantas com cancro do esófago e 449 pessoas sem nenhuma das doenças. O inquérito incluía questões detalhadas acerca dos seus hábitos alimentares, e caracterizava-os como "saudáveis", "ricos em carne" e "ricos em leite", entre outros.
A dieta "saudável" continha quantidades mais elevadas de frutos, vegetais e grãos. Além disso o estudo permitiu ainda concluir que a dieta dos entrevistados que eram saudáveis era em geral mais pobre em calorias.

"Em contraste com este padrão de dieta saudável o padrão de dieta dos mais ávidos comedores de carne inclui também menor ingestão de frutos, pão e cereais", consta do relatório apresentado.
33% dos pacientes com cancro do estômago e 35% dos pacientes com cancro do esófago seguiam uma dieta rica em carne ou em leite.

Referências:
http://saude.sapo.pt/gc/298806.html

LEITE

Uma das questões mais polêmicas que tem sido levantada sobre a alimentação é quanto ao consumo do leite.
Muitas coisas desfavoráveis tem sido descobertas a respeito do leite. Abaixo seguem alguns tópicos falando sobre isso.
vale lembrar que qualquer mudança na alimentação, é sempre uma escolha muito pessoal - cada um deve pesar o que é melhor para si ou não.
Os tópicos sobre essa questão são meramente informativos, para que a gente sempre saiba o que está consumindo e o que é melhor para a gente.

Hormônios

Veja reportagem do Jornal o Estado, de outubro de 2006, sobre os hormônios que vem sido usados para produção do leite:
"São Paulo, 20 - O Idec, uma das principais entidades de defesa do consumidor, enviou cartas ao Ministério da Agricultura e à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) na semana passada pedindo que o hormônio do leite seja proibido no País. O produto é aplicado nas vacas para aumentar a produção de leite. Segundo o Idec, há indícios de que pode causar danos à saúde humana. Ainda não existe, porém, nada conclusivo a respeito.
O produto em questão é a somatotropina bovina recombinante (rBST, na sigla em inglês), uma espécie de anabolizante dado às vacas para aumentar em 20% a produção de leite. A versão biológica desse hormônio é produzido naturalmente pelos próprios animais, mas em quantidades pequenas
O hormônio do leite é proibido no Canadá e em boa parte da Europa. Diante da dúvida sobre os riscos, as autoridades canadenses passaram nove anos estudando o produto. No início de 1999, chegaram à conclusão de que há pouquíssimos riscos à saúde humana. A principal preocupação é com a saúde animal - as vacas têm mais chances de perder a fertilidade, por exemplo.
Na correspondência enviada ao governo, o Idec cita um estudo publicado em maio deste ano pela revista médica The Journal of Reproductive Medicine que afirma que mulheres que comem produtos derivados do leite regularmente têm cinco vezes mais chances de ter filhos gêmeos. Suspeita-se que o potencial aumentado seja provocado pelo hormônio do leite.
O produto faz com que a vaca produza mais IGF, um hormônio que estimula a lactação e a ovulação. As mulheres que participaram do estudo em questão também tinham mais IGF no organismo. Ainda de acordo com o Idec, o fato de as vacas produzirem mais leite leva a um aumento do risco de mastite (inflamação das mamas), o que exigiria tratamentos com antibiótico. Isso pode fazer com que resíduos da droga fiquem no leite que será consumido. O Idec destaca que ainda não se conhecem claramente os os efeitos do hormônio do leite sobre a saúde humana.

Fonte: http://www.estadao.com.br/agronegocios/noticias/2006/out/20/46.htm

Leite: alimento ou veneno?

O título acima é do livro de Robert Cohen, da E. Ground.
Robert Cohen Estudou psicologia fisiológica, psiconeuroendocrinologia, genética, histologia e fisiologia. Robert defende o não consumo do leite e denuncia um lobby político no Estados Unidos (que se extende ao mundo todo), que omitem as pesquisas que o leite não é um bom alimento para o consumo humano.
Segundo Robert, o leite contribui para doença cardíaca, aumenta risco de câncer, gera dores de cabeça, muco corporal (que causa rinite e sinusite), gases intestinais e gastrite, além de não ser uma boa fonte de cálcio.
Robert propõe no livro outras fontes deste mineral.


Proteína do Leite
Segundo a nutricionista e pesquisadora da USP, Denise Madi Carreira, complicada mesmo é a alergia às proteínas, principalmente a betalactoglobulina e a caseína. O organismo humano não tem enzimas que possam digerir essas substâncias.Há dez anos, ela resolveu pesquisar o leite depois de, a pedido do pediatra, eliminá-lo da alimentação de seu filho, de 12 anos, que, até então, sofria de rinite, sinusite e bronquite. Depois disso, o garoto nunca mais precisou tomar remédio. “O leite estimula a produção de muco, que, em excesso, está relacionado a uma série de problemas respiratórios”, explica George Eliane Silva, clínico geral, homeopata e nutrólogo. Sua opinião é compartilhada por vários profissionais que defendem a restrição ao consumo de leite.
Denise continua estudando o assunto até hoje e uma de suas conclusões é que as proteínas do leite não digeridas alteram a parede intestinal, responsável pela absorção dos nutrientes. “Essa alteração permite que as moléculas tóxicas, que seriam excretadas, entrem na corrente sanguínea, deixando o organismo mais vulnerável a doenças.” Por isso, alguns médicos e nutricionistas optam por retirar não só o leite como todos os laticínios da dieta de seus pacientes alérgicos.Ao contrário do que acontece com a lactose, não existe um processo industrial que faça a pré-digestão das proteínas. A alergia às proteínas lácteas não é diagnosticada com facilidade, e não há um exame 100% confiável. Muitas vezes, quando identificada, a doença já afetou o organismo.

Segundo a nutróloga Berenice Wilke, da Associação Brasileira de Medicina Complementar, todo leite animal (vaca, cabra e búfala) pode causar alergia por ser de difícil digestão. Uma saída seria substituí-lo pelo de soja (aquele do tipo original, sem sabor de fruta). Ele tem teor de proteína semelhante ao do leite de vaca e existem versões enriquecidas com cálcio.
Além disso, é no intestino que boa parte da serotonina, o neurotransmissor responsável pela sensação de bem-estar e pela diminuição do apetite por carboidratos, é produzida. Quando as funções do intestino são prejudicadas — seja pela presença indigesta de um alimento ou por outro tipo de distúrbio —, a produção de serotonina fica comprometida.
O médico grego Fedon Alexander Lindberg escreve no livro A Dieta dos Deuses (Editora Gente) que, consumido com moderação, o leite pode fazer parte de uma dieta balanceada desde que o organismo o tolere bem. Mas avisa: “Nenhum outro animal ingere leite de espécies diferentes após o período de lactação”. E conclui: o ser humano se mantém saudável sem consumir leite. Afinal, 1,2 bilhão de habitantes da China sobrevivem muito bem sem laticínios. Sua preocupação é o risco de osteoporose? Segundo Fedon, os escandinavos, grandes consumidores da bebida, apresentam freqüente incidência de perda de massa óssea.
Sem dúvida, o leite (e derivados) é campeão absoluto de cálcio, mineral mais que importante para garantir ossos fortes. Mas, veja bem: não basta incluí-lo no cardápio. Para manter o equilíbrio ideal de cálcio, o organismo não depende apenas da ingestão mas também da absorção desse mineral. Segundo especialistas, o cálcio necessita de outros minerais como o boro, o magnésio e o manganês para ser fixado nos ossos. E a presença desses nutrientes depende diretamente de uma alimentação balanceada. As folhas escuras, como couve, brócolis, chicória, almeirão, escarola e mostarda, têm de sobra tanto o cálcio como os outros minerais citados.

Um prato de sobremesa dessas verduras todos os dias, no almoço ou no jantar, dá conta de repor o cálcio que o corpo precisa. Outra alternativa, segundo a nutricionista Vanderlí Marchiori, é incluir nas receitas diárias uma pasta de gergelim chamada tahine, tempero de origem árabe encontrado nos supermercados. Ela sugere também o consumo diário de uma colher de sobremesa da mistura de sementes de linhaça, girassol (sem casca) e gergelim. Vanderlí ressalta que, quando o manganês, o magnésio e o boro são insuficientes, o cálcio fica circulando pelo organismo, podendo causar artrite, bursite e cálculos renais. Já para repor as proteínas do leite de modo satisfatório, a nutricionista recomenda feijão, grão-de-bico e lentilha, por exemplo.

Fonte: Revista Boa Forma

Equilíbrio Ácido-Básico e Alimentação

Aprendemos nas aulas de química a respeito do que é o meio ácido e o básico, e também a medir o pH, achando que jamais usaríamos esse tipo de índice no nosso dia-a-dia.
Um dos fatores importantes para se medir o equilíbrio bioquímico do nosso organismo é justamente o pH.
O pH (potencial de Hidrogênio) é a medida da acidez ou alcalinidade de uma solução - a relação entre íons positivamente carregados (acidificantes) e íons negativamente carregados (alcalinizantes). O pH de qualquer solução é a medida de sua concentração de íons Hidrogênio.

Quanto maior o pH de uma dada substância, mais alcalina e mais rica em Oxigênio ela é. Quanto menor o pH, mais ácida e pobre em oxigênio. O pH é avaliado numa escala de 0 a 14, sendo 7 o índice de neutralidade. Tudo acima de 7 é alcalino, e abaixo de 7 é considerado ácido. Quanto mais próximo de 0, mais ácido, quanto mais próximo de 14, mais alcalino.
Para manter nossa saúde, o sangue humano deve permanecer alcalino (7,35 - 7,45). Abaixo ou acima dessa faixa são produzidos desequilíbrios, sintomas e doenças.

Se o pH do sangue se move para baixo de 6,8 ou acima de 7,8 as células param de funcionar e o corpo morre.
Assim, nosso corpo desencadeia uma série de reações bioquímicas para manter o índice de pH do sangue equillibrado.

Os alimentos têm forte influência nesse equilíbrio, pois ao entrarem em contato com o tubo digestivo e provocarem reações bioquímicas, eles podem ser alcalinizantes, quando aumentam indiretamente o pH do sangue, e acidificante quando o diminui.

A grosso modo, os alimentos alcalinizantes são frutas, verduras e legumes (principalmente os crus) e os acidificantes são as carnes, laticínios, açúcares, massas, álcool e alimentos industrializados em geral.
Dessa forma, o que vem ocorrendo na nossa sociedade, é uma tendência ao consumo de alimentos acidificantes, que causam o que os especialistas chamam de stress acidose.


O desequilíbrio se inicia quando o corpo percebe que o sangue está ficando ácido devido a digestão destes alimentos, e começa a combater o meio ácido com minerais alcalinos para estabelecer novamente o equilíbrio: sódio, potássio, magnésio e cálcio – sendo estes minerais de vital importância em alguns órgãos ou sistemas. Assim o corpo enfraquece, desequilibra e adoece para manter o pH correto do sangue.
O problema é que o pH ácido impede o corpo de curar-se de qualquer outro desequilíbrio, pois o meio ácido impede a absorção de vitaminas, minerais e nutrientes. Assim, a energia das células é reduzida, e todo o sistema torna-se cada vez mais ineficiente. O corpo começa a apresentar fadiga, não consegue reparar células doentes e fica cada vez mais suscetível a doenças.

Dentre os desequilíbrios causados pela acidificação do sangue, podemos citar:
Dano cardiovascular. Ganho de peso, obesidade e diabetes. Problemas da bexiga. Pedras nos rins. Deficiência imunológica. Aceleração do dano por radicais livres. Problemas hormonais. Envelhecimento prematuro. Osteoporose e dor nas juntas. Dores musculares e aumento do ácido lático. Baixa energia e fadiga crônica. Digestão e eliminação lentas. Aumento de fermentações e fungos. Baixa temperatura corporal. Tendências depressivas. Exaustão rápida. Compleição pálida. Dores de cabeça. Inflamação da córnea e pálpebras. Amolecimento e dor nos dentes. Gengivas sensíveis, inflamadas. Úlceras estomacais e da boca. Fissuras no canto dos lábios. Excesso de ácidos no estômago. Gastrite. Unhas finas e quebradiças. Cabelos secos, quebradiços e queda. Pele seca. Irritação da pele. Câimbras nas pernas.
Para evitar isso, o pH do sangue pode ser ajustado com uma alimentação correta, com 60% de alimentos alcalinizantes.

Segue também um resumo da classificação dos alimentos, conforme a alteração que eles causam no pH do sangue:

1- Muito alcalino: Aspargo, cebola, Sucos de vegetais, salsa, espinafre cru, Brócolis, Alho, capim de cevada, Limão, Melancia, Lima, Grapefruit, Manga, mamão, Chás de ervas, água com limão, Estévia, azeite
2- Alcalino: quiabo, abóbora, feijão verde (favas), Beterraba, salsão, alface,abobrinha, batata doce, Tâmara, Figo, Melão,Uva, Mamão, Kiwi, Amoras, Maçã, Pêra, Uva passa, Leite materno, Amêndoas, óleo de linhaça comestível, Chá verde
3- Levemente alcalino: Cenoura, Tomate, milho verde, cogumelo, repolho, ervilha, Couve-flor, nabo, casca de batata, azeitona, Laranja, Banana, Cereja, Abacaxi, Pêssego, Abacate, Amaranto, Milheto, Lentilha, milho doce, Quinoa, Queijo e leite de soja, Queijo e leite de cabra, ricota, Castanha portuguesa, Castanha do Pará, Avelã, Côco, mel in natura
4- Pouco ácido: Espinafre cozido, alguns tipos de feijões (azuki), Ameixa, Suco de fruta processado, Pão de centeio, Trigo germinado Pão de trigo, Arroz integral, Fígado, Ostras, Peixes, Ovo, Manteiga, Iogurte, Queijo fresco, Creme de leite, Sementes de abóbora, gergelim e de girassol, Óleo de milho, Óleo de girassol, Margarina, Toucinho, Chá, Cacau, mel processado
5- Ácido: Batata (sem casca), Feijões (vários tipos), fruta enlatada, Arroz branco, Milho, Trigo sarraceno, Aveia, Centeio, Peru, Galinha, Carneiro, Leite cru, Noz pecan, castanha de caju, Pistache, Café, Vinho, Acúcar branco, Acúcar mascavo, Melaços, Geléias, Maionese, Mostarda, Vinagre
6- Muito ácido: Ameixa seca, Suco de Fruta Adoçado, Trigo, Pão branco, Massas assadas, biscoitos (espagueti, macarrão, pizza, etc), Carne de vaca, Carne de porco, Mariscos, Queijo, Leite homogeneizado, Sorvete, Pudim, Amendoim, Noz de natal, Cerveja, Bebidas alcoólicas, Refrigerantes, Adoçante artificial, Chocolate

A desintoxicação aconselhada para o caso de acidose é consumo de sucos de frutas e vegetais frescos, principalmente o limão, um fruta aparentemente ácida, porém o maior alcalinizante do sangue humano, pois o que é medido é não o pH do alimento, mas sim seu efeito sobre o sangue.
Portanto, vale se atentar para os alimentos aqui descritos, e consumir mais frutas, verduras e legumes.

Fonte: Dr Robert O. Young, “The pH Miracle"

Aminoácidos Essenciais

Todos os aminoácidos essenciais ( vc precisa ingerir os aminoácidos, e não as proteinas.os aminoácidos é q formam as ptn) são encontrados nos alimentos de origem vegetal. Isso da ptn na dieta vegetariana é um mito q já caiu há muito tempo...desde 1993 a Associação Dietética Americana publicou seu parecer sobre dietas vegetarianas, mostrando q ela é saudável para todas as etapas da vida, inclusive gestantes e crianças...desde q bem planejada.
Colocar a carne num pedestal, dizer que ela é insubstituível é pura falta de informação e estudo....

Alimentos Crus

Nosso corpo é 70% água, o planeta é 70% água. Seguindo essa lógica, a linha de alimentação higienista propõe o consumo de 70% de alimentos crus, que são a única fonte de água pura. A água que bebemos é carregada de minerais, diferente da água contida nos alimentos crus, que é mais fácil de ser absorvida pelo organismo. Consumindo mais alimentos crus, vc verá que sentirá menos sede!
Assim, se 70% é porcentagem da água na natureza, nossa refeição deveria ser composta de no minimo 70% de alimentos crus, isso dá mais ou menos 2/3 da refeição de crus e o restante outros alimentos. Ou seja, os crus sempre devem representar em quantidade, o dobro dos cozidos na refeição!
2/3 crus + 1/3 cozidos = seu prato inteiro! (crus antes dos cozidos)
Essa proporção ajuda a desintoxicar, emagrecer, e a manter nosso corpo jovem e saudável.


Outra diferença básica entre alimentos crus e cozidos além do teor de água é também a questão enzimas. Os alimentos crus já possuem enzimas específicas que ajudam na sua própria digestão, e que são destruídas quando aquecemos o alimento além de 40 graus. Assim, os alimentos cozidos dão muito mais trabalho para a digestão resultando em sonolência e falta de energia. Desta forma, as nossas enzimas que auto-desintoxicam nosso corpo, renovam nossas células e equilibram todo nosso organismo são usadas na digestão de alimentos cozidos, ao invés de nos fornecerem outros benefícios.

O dr. Edward Howell, um respeitado nutricionista norte-americano, diz que na média, um americano na faixa dos 40 anos tem restando no seu corpo apenas 30% das enzimas. Ainda assim podemos caminhar, falar e pensar. Porém, com somente 30% das enzimas e tendo que gastar 75% de energia para desintoxicar o corpo, nos tornamos vulneráveis à doenças e até menos sensíveis com relação aos outros e a nós mesmos. Podemos sobreviver fisicamente mas nunca saudavelmente e espiritualmente.
A boa notícia é que, mesmo com apenas 30% de nosssas enzimas, podemos prolongar nossa vida, se adotarmos o crudivorismo, ou numa linha menos radical, o higienismo, que prega 70% de alimentação crua, deixando o corpo se auto-purificar.

Além disso, o cozimento não destrói apenas 100% das enzimas, mas também modifica a estrutura protéica do alimento, coagulando a proteína, destrói de 30 a 50% das vitaminas dos alimentos, cria ácidos inorgânicos que são de difícil digestão e também modifica as benéficas fibras naturais.
O calor desorganiza a estrutura da proteína, conduzindo à deficiência de alguns dos aminoácidos essenciais. O elemento fibroso do alimento (celulose) é mudado completamente de sua condição natural quando é cozido. Quando este elemento fibroso é cozido, perde sua qualidade para limpar o canal alimentar .


Os alimentos crus são digeridos mais facilmente, por causa das enzimas, transitando por somente 24 a 36 horas através do trato digestivo, enquanto este tempo para os cozidos é de 40 a 100 horas.
Este tempo extra aumenta a ameaça de putrefação e da doença.
Os melhores alimentos são os que encontramos em estado natural na natureza: as sementes germinadas (brotos), as verduras cruas, frutas frescas, sementes e castanhas.
Os alimentos crus contém o prana, a energia da natureza, presente também nas ervas e nos florais. Essa energia beneficia nossa saúde, nossa espiritualidade e promove a abertura dos nosso canais mediúnicos.
Assim, o consumo de alimentos crus traz benefícios em todos os ângulos.

Adoçantes

Pesquisa do Idec constata: adoçantes e bebidas light desrespeitam o Código de Defesa do Consumidor

Nos últimos 13 anos, o setor de edulcorantes cresceu 1.875% , movimentando em 2003, US$ 3 bilhões. Ou seja, 35% dos lares brasileiros consomem algum tipo de produto light ou diet, sendo mais freqüentes os adoçantes de mesa, refrigerantes e sucos

Pesquisa do Idec constatou que adoçantes e bebidas light ou diet desrespeitam o Código de Defesa do Consumidor (CDC) ao não divulgarem a informação de risco à saúde ao consumidor em suas embalagens. Em todos 24 adoçantes de mesa analisados, nenhum deles trazia a comunicação sobre o limite de consumo diário. O mesmo ocorreu com 25 bebidas dietéticas e 4 sucos em pó convencionais.

O grande risco está no fato de o consumidor ultrapassar a IDA (Ingestão Diária Aceitável) do edulcorante sem saber.

Proibido nos Estados Unidos, mas utilizado no Brasil, o ciclamato sódico pode comprometer a saúde do consumidor, pois há indícios de que seja responsável por alterações genéticas e atrofia testicular. O produto é contra-indicado para hipertensos e portadores de problemas renais. No Brasil, ele é encontrado em vários refrigerantes como Coca-Cola Light Lemon, Sprite Zero, Dolly Guaraná Diet, Guaraná Diet, Soda Limonada Diet Antarctica, entre outros.

A gravidade acontece justamente porque o consumidor pode ultrapassar facilmente a IDA, como nos exemplos a seguir.

Se uma criança (de 30kg) consumir 1 lata de Sprite Zero, já excedeu o seu limite diário de ciclamato. O mesmo ocorre se um homem (70kg) consumir 2,8 latas de Coca-Cola Light Lemon ou se uma mulher (55kg) consumir 2 latas de Dolly Guaraná ou Limão Diet. (confira mais na tabela 1).

Diante desse resultado, o Idec exigirá da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) e do Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC, ligado ao Ministério da Justiça) providências para que seja criada uma regulamentação trazendo uma advertência ao consumidor sobre o perigo do consumo excessivo dos edulcorantes nos rótulos de cada produto.

"O Código de Defesa do Consumidor prevê que o consumidor tenha informações claras e precisas sobre o produto e seus riscos", comenta Marcos Pó, coordenador executivo do Idec. "A pesquisa demonstrou que isso não ocorre".

O Idec pretende discutir o assunto com os fabricantes e autoridades envolvidas, como a Anvisa e o DPDC. "Esperamos que uma discussão entre autoridades e empresas consiga resolver os problemas", confia Marilena Lazzarini, coordenadora institucional do Idec.

Serviço ao consumidor
Clique aqui para calcular o quanto você pode consumir diariamente

Mercado em ascensão
Adoçantes são combinações de edulcorantes formulados para serem adicionados a alguns alimentos e medicamentos. Até a década de 1970, os alimentos com adoçantes eram consumidos somente por pessoas com necessidades nutricionais especiais, como os diabéticos. Mas, esse quadro mudou a partir da década de 1990 com a popularização dos produtos diet e light.

O mercado de produtos dietéticos está em franca ascensão. Dados da Associação Brasileira da Indústria de Alimentos Dietéticos e para Fins Especiais (ABIAD) informam que em 13 anos o mercado brasileiro cresceu 1.875% (mais de 144% ao ano), saltando de US$ 160 milhões em 1991, para US$ 3 bilhões movimentados em 2003. Adoçantes de mesa, refrigerantes e sucos são os produtos mais consumidos. Cerca de 35% dos lares brasileiros consomem algum tipo de produto diet ou light.

Principais edulcorantes
Aspartame (artificial/não calórico) - É contra-indicado aos portadores de uma deficiência rara, a fenilcetonúria, na qual o organismo é incapaz de metabolizar a fenilalanina, e que pode ser detectada após o nascimento da criança pelo chamado "teste do pezinho". Por isso, é obrigatória a advertência no rótulo dos alimentos com aspartame, em destaque e em negrito: contém fenilalanina.

Pesquisas científicas atestam a segurança do aspartame, desde que consumido dentro dos limites estabelecidos. Por outro lado, existem outras fontes que o consideram inseguro para a saúde. Recentemente, a European Ramazzini Fundation of Oncology and Environmental Sciences (ERF), instalada na Itália, divulgou um estudo feito com 1.800 ratos mostrando que o aspartame é um agente cancerígeno. Três entidades emitiram notas afirmando que os estudos divulgados não são conclusivos: a européia European Food Safety Authority (EFSA), a norte-americana Food and Drugs Administration (FDA) e a Anvisa.

Ciclamato sódico (artificial/não calórico) - Aprovado em diversos países, inclusive no Brasil, mas não nos Estados Unidos. Uma das suspeitas é que a substância causaria tumores em ratos. Em 1985, novos estudos concluíram que o edulcorante não era cancerígeno, mas os EUA não o libera, baseado em relatos de alterações de pressão sanguínea. O edulcorante seria responsável também por alterações genéticas e por atrofia testicular. Cinqüenta vezes mais doce que a sacarose (açúcar), é contra-indicado para hipertensos e portadores de problemas renais.

Sacarinas (artificial/não calórico) - Sódica ou cálcica, a primeira substância adoçante sintética a ser descoberta (1878), tem poder adoçante 500 vezes maior do que a sacarose e também não é indicada para hipertensos e doentes renais. Também é suspeita de provocar câncer e quase foi proibida para uso nos EUA em 1977.

Acessulfame-k (artificial/não calórico) - Adoça 200 vezes mais que a sacarose e é igualmente desaconselhável para hipertensos e portadores de doenças renais.

Sucralose (artificial/não calórico) - Esse adoçante possui um sabor agradável e não tem contra-indicações.

Steviosídeo (natural/não calórico) - É a melhor opção para quem deseja manter a dieta. É extraído da planta Stevia Rebaudiana, originária da fronteira do Brasil com o Paraguai. Não possui contra-indicações, mas deve ser consumido com moderação pois pode elevar a taxa glicêmica e provocar diarréia. Seu poder adoçante é 300 vezes maior do que a sacarose.

Lactose (natural/calórico) - Carboidrato extraído do leite, é bastante utilizado como diluente nos adoçantes líquidos ou como veículo nos adoçantes em pó. Pessoas com intolerância à lactose devem evitá-lo, mas ele não oferece riscos a diabéticos.

Frutose (natural/calórico) - Extraído do açúcar das frutas, de alguns vegetais e do mel, pode ser consumido por diabéticos, sob orientação médica, mas é desaconselhado para regimes de emagrecimento por ser calórico. O consumo em excesso pode elevar os triglicérides e dificultar a absorção do cobre, importante na síntese da hemoglobina.

Sorbitol (natural/calórico) - Tem o poder de adoçar igual ao da sacarose e se transforma em frutose ao ser ingerido. Desaconselhável para pessoas obesas e diabéticos que não controlam bem a dieta. Assim como o manitol e o xilitol, pode acarretar perda de cálcio pelo organismo, entre outros minerais, favorecendo a formação de cálculos.

Manitol (natural/calórico) - Adoça 70% mais que a sacarose. Em doses excessivas pode funcionar como laxante. Para diabéticos não oferece riscos.

Xilitol (natural/calórico) - Tem sabor muito parecido ao da sacarose e é recomendado na prevenção de cáries, mas nas primeiras ingestões, pode causar diarréia.

Maltodextrina (natural/calórico) - Extraído do milho, é mais usado como diluente nos adoçantes artificiais. Adoça 50% mais que a sacarose.

Dextrose (natural/calórico) - Também derivado do milho e muito usado em alimentos dos mais variados tipos. Adoça 70% mais que a sacarose.

Sugestões do Idec

Aos consumidores
# O mais importante é reduzir a ingestão de açúcar e adoçantes e apreciar o sabor natural dos alimentos;

# Consultar seu médico quanto à utilização de edulcorantes, especialmente durante a gravidez;

# Enviar mensagens eletrônicas (e-mails), cartas e telefonemas para os órgãos oficiais e empresas, exigindo a declaração das quantidades de edulcorantes e suas respectivas IDAs nos rótulos de todos os produtos com esses aditivos;

# Calcular sua ingestão diária para cada edulcorante, conforme a fórmula apresentada, jamais ultrapassando a IDA recomendada para cada uma dessas substâncias;

# Diversificar o uso de edulcorantes como forma de evitar reações adversas decorrentes de possíveis acúmulos no organismo;

# Verificar se os adoçantes de mesa e/ou alimentos consumidos contém edulcorantes não recomendados para sua condição de saúde (hipertensão arterial, diabetes, fenilcetonúria, etc.);

# Dar preferência às marcas de alimentos e/ou adoçantes de mesa que informam as quantidades de edulcorantes utilizadas.

Aos órgãos reguladores
# Obrigar, no âmbito nacional e do Mercosul, a declaração das quantidades de edulcorantes usados na formulação de todos os alimentos que os contenham;

# Determinar também que cada produto com aditivo informe em seu rótulo as sua respectivas IDAs.

Aos fabricantes
Declarar em seus rótulos as quantidades de todos os aditivos usados na formulação de seus produtos, especialmente em relação aos edulcorantes contidos em adoçantes de mesa, bem como de suas respectivas IDAs, mesmo que tal declaração não seja exigida por normas específicas.

Respostas das empresas
A Associação Brasileira das Indústrias de Refrigerantes e Bebidas não Alcoólicas (ABIR), representando o Sistema Coca-Cola do Brasil, a American Beverage Company - AmBev (Antárctica e Pepsi-Cola) e a Rede Bull, concordou com a necessidade de mais informações, mas discorda que o rótulo seja o melhor meio de divulgar a informação sugerindo que devam ser veiculadas pelo Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC).

Essa também foi a resposta da Gold Nutrition (Assugrin, Doce Menor, Gold e Tal Qual) e da Nova América (União Light). A Boehringer Ingelheim (Finn) esclarece que já informa as quantidades dos edulcorantes utilizados e as quantidades máximas de consumo diário, embora não julgue a informação relevante para os consumidores. A Lightsweet (Magro, Stevia Plus) afirmou que estuda a possibilidade de acrescentar as informações solicitadas à rotulagem de seus produtos. A Steviafarma (Stevita) julga que segue as normas vigentes. A DM Farmacêutica não enviou sua resposta.

Se alguns responderam que as informações sobre os edulcorantes estão disponíveis nos SACs. No entanto, pesquisa do Idec com os SACs das empresas para verificar a capacidade desses serviços em informar o IDA dos edulcorantes deixaram muito a desejar. Atendendentes da Coca-Cola, DM Farmacêutica, Dolly, Gold Nutrition, Lightsweet e Stevita Industrial não sabiam o que responder.

http://www.idec.org.br/emacao.asp?id=1153 - 21 de Junho de 2006

# Ciclos

Segundo o higienismo, temos 3 ciclos, que devemos consumir os seguintes alimentos:

das 4 da manhã até meio dia - ciclo da eliminação: consumir só frutas
do meio dia até 8 de noite - ciclo da apropriação: consumir todos os tipos de alimentos
das 8 da noite até 4 da manhã - ciclo da assimilação: não consumir nenhum alimento

CLORELA, O ALIMENTO COMPLETO

Pequena em tamanho, mas grandiosa em qualidades, é uma alga que supre as necessidades alimentares e previne doenças


Ela habita as águas doces do planeta há dois bilhões de anos. Como organismo unicelular que é, está relacionada ao próprio surgimento da vida no planeta. Mas, apesar de tão antiga e importante, a minúscula alga clorela só foi %u201Cdescoberta%u201D como alimento há pouco tempo.

Seu nome científico é chorella pyrenoidosa. Dos seres vivos que possuem proteínas, ela é a mais rica nesse tipo de nutriente (presente em 60% de sua composição). Tem as principais vitaminas como A, B1, B2, B6, B12, C, E, K, niacina, ácido pantotênico, ácido fólico, biotina e colina. É rica nos minerais cálcio, magnésio, zinco, cobre, manganês, ferro, enxofre, iodo, fósforo, potássio, cobalto e selênio, em enzimas, ácidos graxos polisaturados e ácido lipoico.

Os japoneses, que reconhecem o poder energético das algas devido à alta capacidade de fotossíntese que elas têm, chamam a clorela de super alga. Ela é retirada da natureza sob a forma de um caldo espesso de cor verde-escura, a partir do qual se fazem cápsulas, comprimidos ou pós.


Efeito preventivo - A clorela é indicada como suplemento alimentar, desintoxicante, normalizador da função intestinal, estimulante do sistema imunológico e da regeneração celular. Ela enriquece o sangue de nutrientes, o que contribui com a diminuição da ansiedade alimentar

Na visão da medicina ortomolecular, o homem atual tem tem carência de minerais em suas células, principalmente as do sistema nervoso central, ocasionada pela poluição ambiental, má alimentação e hábitos não naturais. A clorela tem sido usada como fonte concentrada desses elementos primários.
Seu consumo também ajuda a combater o envelhecimento, pois é rica em beta-caroteno, um poderoso combatente dos radicais livres que impede a oxidação e degeneração celular.

A clorela previne anemia. É um dos raros alimentos de origem não-animal que possui vitamina B12, normalmente presente nos tecidos do fígado e dos músculos e no leite. Pessoas de dieta vegetariana e macrobiótica podem, por meio da alga, suprir suas necessidades orgânicas desta vitamina.


Principais efeitos da clorela:
. Supre as deficiências de proteinas, vitaminas e minerais;
. Normaliza a digestão e a função intestinal;
. Estimula o crescimento e a recuperação dos tecidos;
. Estimula as funções cerebrais, principalmente em crianças;
. Reduz o envelhecimento precoce e a degeneração orgânica;
. Proporciona recuperação mais rápida de contusões, perdas de tecidos, fraturas e cirurgias;
. Fortalece o sistema imunológico;
. Protege contra agentes poluentes e tóxicos e radiações de diversos tipos, principalmente atômica e solar (raios ultra-violeta);
. Ajuda na eliminação das toxinas retidas nos tecidos orgânicos (tipo ácido úrico, fenol, cadaverina, indol, escatrol, putrescina, nitrosaminas, benzopireno e outras, derivadas da alimentação industrializada);
. Previne doenças degenerativas como câncer, cardiopatias, diabetes, arteriosclerose, reumatismo;
. Auxilia o tratamento das infecções em geral - bacterianas, virais, por fungos;
. Auxilia o emagrecimento (para isso, deve ser ingerida uma hora antes das refeições)
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Observação: a clorela e a espirulina têm propriedades similares, mas não são a mesma coisa. A primeira é de água doce e tem efeitos supreriores; a segunda é de água salgada.

Fontes consultadas: Compêndio de Fitoterapia, de Magrid Jeske e Anny Margaly M. Trentini (Herbarium) ; Manual da Medicina Integral, Dr. Márcio Bontempo (Best Seller)


Fonte: http://www.vialuz.com/

CRIE SAÚDE, NÃO DOENÇA

Fazendo o que mais gosta ou exercícios muito simples, você pode melhorar o movimento da energia no seu corpo e ter mais saúde

Estar doente pode até ser comum, mas não é normal. O normal é ter saúde, disposição, bem estar, as funções orgânicas em ordem e equilíbrio. Saúde é consequência natural do perfeito fluxo de energia no corpo humano - a mesma energia que faz uma árvore nascer da semente, crescer, dar frutos e viver muitas décadas.

Se ter saúde é o natural, por que, então, ficamos doentes? "Porque algo bloqueia esse fluxo", diz o escritor inglês William Bloom, autor de livros que ensinam a compreender o princípio energético em diversos aspectos da vida. "Da mesma forma como represar um rio causa inundações, lama, água parada e mau-cheiro, obstruir o movimento da energia no corpo humano causa a doença".

O que bloqueia essa força que nos sustenta é algo tão "invisível" quanto ela mesma: os sentimentos. De acordo com Bloom, desde bebês, vamos experimentando situações que julgamos ameaçadoras para a nossa segurança ou contrárias à nossa vontade. Começamos a criar resistências emocionais para aquilo que não queremos ou tememos. "É como se construíssemos uma couraça para nos proteger, mas é justamente ela que acaba obstruindo a energia".

Para exemplificar como isso funciona, o escritor conta a história do próprio pai, que foi três vezes operado de câncer no cólon. "Ele era um intelectual agressivo, que impunha suas idéias às pessoas; de tanto irritar-se com o que considerava burrice dos outros, acabou adoecendo." Durante o tratamento, sentindo-se fragilizado e carente, parou de discutir. Assumiu um comportamento mais passivo e amoroso que amoleceu sua couraça.

"Meu pai então recuperou-se rapidamente, mas assim que ficou bom, voltou a ser agressivo", lembra. Como resultado, o câncer reapareceu. A história, que repetiu-se ainda duas vezes, deixa algumas lições. Primeira: a doença é uma maneira de o corpo avisar o dono que ele precisa, urgentemente, relaxar. Segunda: o princípio de toda cura é permitir que a energia flua. Terceira: a energia é, simplesmente, o amor.

É nessa linha de pensamento que William Bloom baseia sua prática para a manutenção da saúde. Ele fala que precisamos criar situações que possam derreter a nossa couraça, deixando-nos mais amorosos e receptivos. O ponto principal de sua receita é simples e bem atraente: fazer, todos os dias, alguma coisa que nos dê muito prazer.

Segundo o escritor, fazer o que se gosta é ser autêntico, é estar consciente de si mesmo, o que cria sentimentos de poder e de serenidade. Pode ser ouvir música, dançar, brincar com crianças, praticar algum esporte, acarinhar um cãozinho no colo. "No íntimo, todos sabemos o que nos dá prazer, não importa o que seja."

Quando nos dedicamos a algo assim e permitimos que as sensações agradáveis tomem conta da gente, duas coisas maravilhosas acontecem. "Uma é que o corpo produz endorfina, substância mil vezes mais poderosa do que o ópio e que é componente fundamental de qualquer cura", diz. "A outra é que, com o derretimento da couraça, abrimo-nos ao fluxo de energia do Universo".

Além de satisfeitos e felizes, a energia nos torna generosos e carinhosos com os outros, deixando-os também felizes. O efeito é altamente contagioso. Bloom afirma que, fazendo isso pelo menos uma vez ao dia, podemos ter muito mais saúde.

A simples lembrança do que nos dá prazer alivia o stress causado por situações de que não gostamos. Se uma pessoa que aprecia natureza tem um dia difícil no trabalho, por exemplo, basta isolar-se por alguns instantes, fechar os olhos e visualizar-se num parque. "A mente subconsciente não faz diferença entre o que é real ou imaginário; assim, a pessoa se acalma", ensina Bloom.

Cuide bem de você
Este é um conjunto práticas muito simples para manter-se saudável. Por meio delas, assegura William Bloom, cultivamos a consciência de que somos cercados por boas vibrações e nos abrimos à benevolente energia de Deus.

1. Faça uma lista de pessoas, lugares e atividades que você ama. Mantenha imagens ou fotos deles por perto - no trabalho, em casa, no carro.

2. Todos os dias, dedique-se a alguma coisa que lhe dê muito prazer. Fazê-lo, nem que seja por um minuto, é melhor do que nada.

3. Liste as memórias que lhe deixam feliz. Quando estiver baixo-astral, feche seus olhos e reviva essas situações. Deixe-se envolver pelas emoções elas evocam.

4. Ao andar pela cidade, mesmo que o trânsito esteja ruim, lembre-se que além dos prédios e ruas há montanhas, florestas e rios; que o amor da Natureza está por toda parte. Permita que essa energia confortante o envolva.

5. Antes de dormir e ao levantar-se, focalize a atenção no seu corpo. Agradeça amorosamente pelo serviço que ele lhe presta. Se ele tiver alguma tensão ou dor, toque-o e conforte-o.

6. Quando estiver cansado ou doente, proporcione repouso ao seu corpo. Lembre-se de todas as coisas boas que você tem e permita que a energia de cura o envolva.

7. Esforce-se para ser gentil. Ao irradiar energia positiva e amorosa, você permite que energia da mesma qualidade o abençoe.


Exercícios ajudam a desbloquear a energia e previnem doenças
A bioenergética - ciência que trata das relações entre a energia, o corpo e o emocional - é outra fonte de métodos simples para cuidar da saúde. A psicoterapeuta corporal Sandra Sofiatti aconselha, em primeiro lugar, a prestar muita atenção aos desconfortos físicos como dores, tensões musculares ou áreas de sensibilidade alterada: esses sintomas denunciam a existência de bloqueios de energia que, se não forem desfeitos, acabam provocando doenças.

"Além de fazer exercícios para aliviar as tensões do corpo, é importante que a pessoa descubra o sentimento que está causando aquilo", recomenda Sandra, como medida preventiva. Situações mais graves, porém, precisam ser tratadas por um terapeuta bioenergético, que ajuda o paciente a encontrar a causa emocional de seu problema e a tratá-la, trabalhando com o corpo para reestabelecer o equilíbrio energético.

Para facilitar o movimento da energia pelo corpo, que corre em dois sentidos (de cima para baixo e de baixo para cima, paralelamente à coluna) faça o seguinte:

- Arquear o corpo para a frente e para trás por alguns minutos, ao acordar e ao deitar. O primeiro facilita a subida da energia; o segundo favorece a descida.

- Caminhar descalço pela casa, num parque ou praia. Mantenha a atenção na sensação dos pés, que sustentam seu corpo e colocam você em contato com a Terra. Esse contato reforça o sentimento de autonomia, de segurança e de força pessoal.

- Esfregar os pés e as pernas com bucha de crina durante o banho, ou com as próprias mãos, a qualquer momento do dia.

Para dissolver o bloqueio energético em qualquer parte do corpo, você pode fazer um destes exercícios:

- Contrair ao máximo a musculatura da região afetada e depois soltar. Repetir uma vez.

- Movimentar as articulações ósseas nas várias direções, como se as estivesse "desenferrujando"

- Tocar ou massagear o local com as mãos

- Fazer alongamento da musculatura

- Movimentar-se da forma que quiser, deixando o próprio corpo se expressar para livrar-se do incômodo.


Por Regina Giannetti
Fonte: http://www.vialuz.com/

O QUE HÁ DE ERRADO EM COMER CARNE?

Existem várias razões:

1- ANATÔMICAS E FISIOLÓGICAS

A dieta de qualquer animal corresponde à sua estrutura fisiológica. Analisando a anatomia e a fisiologia dos animais carnívoros e seres humanos, percebemos grandes diferenças:

Os carnívoros...

· Ausência de dentes para trituração, pois a carne não precisa ser mastigada.

· Glândulas salivares pequenas.

· Saliva ácida: nenhuma Ptialina para pré digerir cereais.

· Ácido Muriático no estômago para digerir músculos animais, ossos duros, etc.

· Presença de garras afiadas.

· Sem poros na pele, transpiram pela língua.

Os seres humanos...

· Ausência de dentes caninos afiados e presença de molares para trituração de alimentos fibrosos, tais como cereais e vegetais.

· Glândulas salivares bem desenvolvidas, para a pré digestão de cereais e frutas.

· Saliva alcalina, com muita Ptialina, para pré digestão.

· Ácido estomacal 20 vezes mais fraco do que os carnívoros.

· Comprimento dos intestinos de 12 vezes o tamanho do corpo (frutas, cereais e legumes não apodrecem tão rápido, podendo ser eliminados do corpo mais lentamente).

· Ausência de garras.

· Transpiração através de milhões de poros na pele.

· Capacidade quase ilimitada para ingerir gorduras saturadas e colesterol.

· Capacidade limitada para desdobrar gorduras saturadas.

A presença ou ausência de poros está relacionada com os hábitos do indivíduo: os carnívoros tem o hábito de caçar durante a noite, quando é mais frio, e dormem durante o dia quando é mais quente (portanto não necessitam de glândulas sudoríparas), já os herbívoros, permanecem muito tempo no sol, colhendo seu alimento.

Além do acima citado, existe no ser humano uma total ausência de instintos carnívoros. A maioria das pessoas deixa que os outros matem os animais que lhe servirão de alimento, pois ficariam doentes se elas mesmas tivessem que executar tal tarefa. Ao invés de comer carne crua, como fazem os carnívoros, os homens a cozinham, assam, fritam, disfarçando-a com todos os tipos de molho e temperos, para que não tenha nenhuma semelhança com seu estado original.

Um carnívoro salivará ao simples cheiro de carne crua, mas nunca ao cheiro de uma fruta. Se fosse agradável ao homem atacar um animal e dilacerá-lo com os dentes ainda vivo, poderia se dizer que possui os instintos dos carnívoros. Por outro lado, um cacho de uvas suculenta lhe dá água na boca e, até mesmo sem fome, ele comerá um fruta, apenas porque lhe é saborosa.

2- QUESTAO DE SAÚDE

A carne não é um alimento adequado para o ser humano. Naturalmente é possível viver com ela, mas seu consumo desgasta prematuramente o organismo e lhe traz muitas doenças e problemas como:

Envenenamento...

Assim como nossos próprios corpos, também os corpos dos animas sofrem mudanças biológicas profundas em situações de perigo. No animal aterrorizado, antes e durante a agonia da morte são descarregados subprodutos tóxicos. Os níveis hormonais, especialmente de adrenalina, elevam-se, permanecendo em altos níveis na carne do animal abatido.

Câncer...

Pesquisas conduzidas entre grupos de vegetarianos, mostram que a incidência de câncer é surpreendentemente baixa entre eles comparando com outros grupos de idades e sexo correspondentes. A expectativa de vida nos vegetarianos também é maior.

Uma das razões é o fato de que a indústria da carne tenta encobrir a cor esverdeada, que esta adquire alguns dias depois do animal ter sido abatido, adicionando nitritos e nitratos na carne. Estas substâncias dão à carne uma aparência avermelhada, mas recentemente foram consideradas cancerígenas.

Diferenças na flora intestinal entre comedores de carne e vegetarianos também foram constatadas. As bactérias dos intestinos dos comedores de carne reagem com os sucos digestivos, formando substâncias químicas que são consideradas como causadoras de câncer. Isto pode explicar porque a incidência de câncer de intestino é maior em regiões onde é grande o consumo de carne, como na América do Norte e Europa Ocidental, enquanto que é extremamente raro em países vegetarianos como a Índia.

Doenças cardiovasculares...

Existe uma correlação entre o comer carne e a incidência de problemas cardiovasculares. As gorduras animais, tais como o colesterol, não são bem desdobradas no corpo humano. Tais gorduras começam a sedimentar-se nos vasos sangüíneos, e com a continuidade deste processo de acumulação ocorre uma diminuição da luz dos vasos sangüíneos, dificultando a circulação do sangue. Esta perigosa condição é chamada de arteriosclerose. Como conseqüência deste quadro temos uma grande sobrecarga no coração, que precisa trabalhar mais para bombear o sangue através das veias obstruídas, evoluindo para hipertensão arterial, enfartes e derrames.

Putrefação...

Assim que um animal é morto, as proteínas coagulam no seu corpo, e enzimas auto-destrutivas são liberadas (ao contrário das plantas, que se decompões lentamente, e que tem uma parede de células rígidas, e um sistema circulatório simples), em seguidas são formadas certas substâncias chamadas ptomaines, que vão levar a carne a um processo de decomposição e putrefação. Pelo tempo que leva um animal no processo de ser abatido, refrigerado, transportado para o açougue, comprado, trazido para casa, guardado, preparado e cozido, pode-se imaginar o estado de decomposição da carne servida no jantar. A carne passa lentamente através do sistema digestivo, que, como já foi citado acima, não foi feito para digeri-la. Este processo leva 5 dias, ao contrário dos vegetais, que são digeridos em 1 dia e meio. Durante este período, os órgãos digestivos estarão expostos aos produtos da decomposição da carne.

Além disto, a carne crua é extremamente contaminada por bactérias, podendo causa infecções. Freqüentemente bactérias patogênicas não são destruídas nem mesmo pelo cozimento, em especial se a carne for preparada "mal passada". E lesões cutâneas, produzidas com facas que estiveram cortando carne, podem produzir infecções.

Doenças renais, gota artrite...

Entre os produtos indesejáveis, acumulados no organismo pelos comedores de carne, destacam-se a uréia e o ácido úrico. Um médico americano, ao analisar a urina de comedores de carne e de vegetarianos, constatou que os rins dos comedores de carne tem que trabalhar 3 vezes mais do que os dos vegetarianos, para eliminar compostos de nitrogênio envenenados encontrados na carne. Enquanto jovens, os rins conseguem suportar esta carga extra, sem o surgimento de doenças ou lesões. Mas à medida que os rins envelhecem e se tornam prematuramente cansados, ficam incapacitados de realizar suas funções de forma eficiente, surgindo assim as doenças renais. Quando os rins não conseguem lidar com esta sobrecarga, o ácido úrico é depositado em todo o corpo. Nos músculos, podendo mais tarde endurecer e formar cristais, nas articulações, provocando os dolorosos problemas de reumatismo, artrite e gota, e nos nervos, resultando em neurites e ciática.

Eliminação deficiente...

Como o nosso sistema digestivo não foi projetado para uma dieta de carne, e esta tem um teor extremamente baixo de fibras, temos como conseqüência uma eliminação deficiente, surgindo assim a constipação. A carne move-se 4 vezes mais lentamente do que cereais e legumes através do sistema digestivo. Pesquisas concluíram que o padrão saudável de eliminação requer uma grande quantidade de fibra para previnir doenças tais como apendicite, diverticulite, câncer de colon, obesidade, etc...

g) Química...

Animais de corte são tratados com muitos produtos químicos para aumentar seu crescimento, serem engordados rapidamente, melhorar o aspecto da cor da carne, etc.. A fim de produzir mais carne e de obter o máximo de lucro, os animais são forçados a comer, recebem injeções de hormônios para estimular o crescimento, estimuladores de apetite, antibióticos, sedativos e reações misturadas com substâncias químicas,

Animais doentes...

Um outro perigo da alimentação com carne, é a presença de doenças não detectadas, ou até mesmo ignoradas pelos produtores, em animais de corte. Freqüentemente, se uma animal tem algum tipo de tumor em algumas parte do corpo, esta parte é extraída, e o resto do corpo é colocado no mercado. Ou pior ainda, os próprios tumores são incorporados à preparação de salsichas e passam a ser chamados de "partes". Experimentalmente descobriu-se que se o fígado de uma animal doente for usado como alimento de peixe, este adquirirá câncer.

Cadeia alimentar...

Há na natureza uma longa cadeia de comedores. As plantas produzem o seu próprio alimento a partir da luz solar, da água e do ar, os animais comem plantas, animais maiores e os seres humanos alimentam-se dos animais menores. Situar-se no final da cadeia alimentar não é uma vantagem. Atualmente os campos estão sendo tratados com produtos químicos venenosos, e estes campos servem de alimento para os animais que come plantas. Estas substâncias químicas vão acumular-se no tecido gorduroso do animal durante toda sua vida. Quando o homem ingere esta carne recebe toda a concentração destas substâncias, acumuladas no organismo do animal durante anos.

Outra desvantagem é que, como a função de nutrição não se realiza com uma eficiência de 100%, isto é, nem todo o alimento ingerido é assimilado ou utilizado para produzir energia, e boa parte da energia transforma-se em calor, em cada nível de uma cadeia alimentar se verifica um perda de material e de energia.

3- SOCIAIS... ECONÔMICAS... ETICAS

A fome...

A carne é o alimento mais antieconômico e ineficiente que existe. O custo de meio quilo de proteína de carne é 20 vezes mais alto do que o de uma proteína de vegetal, de igual capacidade nutritiva. Das proteínas e calorias com que alimentamos nossos animais, apenas 10% é recuperada na carne que comemos, o que significa que 90% das mesmas são desperdiçadas. Várias extensões de terra são usadas para criação de animais de corte.

Estas terras poderiam ser muita mais produtivas se utilizadas para plantação de cereais e legumes para serem consumidos diretamente pelo homem. Por exemplo: um acre de terra usado para criar gado fornecerá apenas uma libra de proteína. No entanto, esta mesma terra, se usada para plantação de soja, produzirá 17 libras de proteínas.

Além disto, a criação de animais é mais prejudicial ao ecossistema, sendo que a quantidade de água necessária é 8 vezes maior do que a usada para irrigação de legumes e cereais.

Isto significa que, enquanto milhões de pessoas em todo o mundo estão morrendo de fome, alguns poucos ricos estão estragando várias extensões de terra, água e cereais, para poderem comer carne, que lentamente destroi seus corpos.

Não tirar a vida...

Uma das mais importantes razões para não comer carne é a de que não devemos tirar a vida, até mesmo de um animal, desnecessariamente. Até onde for possível, o alimento deverá ser colhido entre os grupos de itens onde o desenvolvimento da consciência é comparativamente pequeno, ou seja, se os vegetais forem acessíveis, os animais não devem ser abatidos. Além do mais, antes de matar qualquer animal que tenha consciência desenvolvida, considere repetidas vezes, se é possível viver com um corpo saudável sem tirar vidas.

Energia vital...

O princípio da energia vital afirma que certos alimentos contém mais força vital (prana) do que outras. A importância da vitalidade nos alimentos era reconhecida por Pitágoras, que dizia: "Apenas alimentos vivos e frescos podem dar condições ao homem de aprender a verdade". O romancista russo Tolstoy disse: "Alimentar-se da carcaça de um animal morto é algo de muito mau gosto".

Sabemos que toda a vida depende da energia do sol, e esta é armazenada nas plantas verdes, nas frutas, castanhas, cereais, etc. Quando comemos estes alimentos, consumimos energia solar diretamente. Em outras palavras, nos alimentamos de comida "viva" com quase toda energia solar ainda intacta.

Muitas plantas retém sua energia vital por muitos dias após serem colhidas, sendo ainda capazes de brotar e crescer. Por outro lado, a carne fica em processo de decomposição por diversos dias.

Por milhares de anos os iogues e os sábios tem nos ensinados que tanto a mente quanto o corpo são profundamente influenciados pelo que comemos.

"Você é o que come", é um ditado que se aplica tanto ao corpo quanto à mente.

Mas nossos antepassados, não comiam carne?

Não! Nossos primeiros ancestrais eram vegetarianos e não comiam carne, senão em período de extrema crise.

Alguns cientistas, inclusive Charles Darwin, concordam que os primeiros seres humanos eram comedores de frutas e legumes, e que nossa anatomia não mudou ao longo da história. O cientista sueco Von Linné afirma: "A estrutura interna e externa do homem, comparada a dos outros animais, mostra que legumes e frutas constituem seu alimento natural".

Foi apenas durante a última Era Glacial, quando sua dieta normal de frutas e legumes se tornou inacessível, que os primeiros seres humanos tiveram que começar a comer carne de animais para sobreviverem. Infelizmente o costume continuou depois da Era Glacial, seja por necessidade (caso dos esquimós e tribos que moram no extremo norte), ou por hábito e condicionamento (e também por falta de conhecimento).

Fonte: Autor Desconhecido

O PERIGO DA DIOXINA


Recebi esta matéria recentemente de um ex-colega da SADIA, onde trabalhamos juntos na década de 1980 e fomos responsáveis pela elaboração dos primeiros manuais de procedimentos da unidade de Concórdia, em Santa Catarina. Pela credibilidade que este colega possui junto ao segmento alimentício, estou compartilhando com vocês o conteúdo.

Por que a que a Coca-Cola está voltando com as garrafas de vidro? Dioxina Carcinogênica causa especialmente câncer da mama. Não congele a sua água em garrafas ou utensílios de plástico, pois isso provoca a liberação de dioxina do plástico. Edward Fujimoto, médico do Castle Hospital, foi entrevistado por um Programa de TV, explicando este alerta de saúde. Ele é o gerente do Programa Bem Estar, Programa de Promoção de Saúde do Hospital. Ele falou sobre a Dioxina e seu risco de saúde para nós. Ele mencionou que não devemos esquentar alimentos em vasilhames de plástico no forno demicroondas. Isto é aplicável para alimentos que contém gordura. Ele mencionou que a combinação de gordura, alta temperatura e plástico, libera a dioxina no alimento e, por fim, vai parar nas células do nosso corpo.

Dioxinas são carcinógenos altamente tóxicos. Ele recomenda o uso derefratário de vidro, pirex ou porcelana para aquecer alimentos. Você tem o mesmo resultado...sem as dioxinas. Sopas Lámen que adicionam água quente no invólucro de isopor, ou qualquer tipo de comida semi-pronta/congelada com invólucro de plástico, próprio para ir ao forno ou microondas, deveriam ser retiradas para outro tipo de vasilhame mencionado acima e aquecidas. Invólucro de papel não é ruim, mas não sabemos o que o papel pode conter, então, seria mais seguro utilizar refratário de vidro, pirex ou porcelana. Vocês devem se lembrar quando alguns restaurantes fast-food(MacDonalds), trocaram o invólucro de isopor pelo de papel. O problema da Dioxina seria um dos motivos.

Para acrescentar, filme-plástico (saran wrap) utilizado para proteger e cobrir alimentos, quando aquecidos, podem, na verdade, respingar toxina venenosa (contida no plástico) no alimento a ser esquentado junto com o vapor condensado!!! Use papel toalha, é mais seguro.


Fonte: Luiz Antonio Pellegrin - Automatize (SC)

Os perigos ocultos da culinária de microondas


Extraído de NEXUS Magazine, Volume 2, nº 25 (abril-maio de 1995).
http://www.nexusmagazine.com
Tradução de Beatriz Medina

Em maio de 1989, Tom Valentine, depois de mudar-se para St Paul, no estado de Minnesota, ouviu no rádio do carro uma notícia curta: "Embora os fornos de microondas aqueçam rapidamente a comida, não são recomendados para esquentar mamadeiras de bebês. Embora a mamadeira pareça fria ao toque, o líquido em seu interior pode ficar extremamente quente e queimar a boca e a garganta do bebê. Além disso, a formação de vapor num recipiente fechado como a mamadeira pode fazê-la explodir."

A notícia continuava: "O aquecimento da mamadeira em microondas pode provocar leves alterações no leite. Em fórmulas para bebês, pode haver perda de algumas vitaminas. Em leite materno extraído mecanicamente, algumas propriedades protetoras podem ser destruídas." O alerta concluía: "Aquecer a mamadeira mantendo-a sob a torneira ou deixando-a numa panela com água quente pode levar mais alguns minutos, mas é muito mais seguro."

No início de 1991, vazaram informações a respeito de um processo judicial em Oklahoma. Uma mulher chamada Norma Levitt fizera uma cirurgia na bacia e morreu por causa de uma simples transfusão de sangue, porque a enfermeira "aqueceu o sangue da transfusão num forno de microondas".

É rotina aquecer o sangue das transfusões - mas não em fornos de microondas! No caso da senhora Levitt, o microondas alterou o sangue, e matou-a.

Será que não dá para concluir que esta forma de aquecimento na verdade causa "algo diferente" nas substâncias aquecidas? Não seria prudente determinar o que este "algo diferente" pode causar?

HANS HERTEL

Na pequena cidade de Wattenwil, perto de Basel, na Suíça, mora um cientista que anda assustado com a falta de pureza e naturalidade nos muitos objetivos da humanidade moderna. Ele trabalhou como pesquisador de alimentos durante vários anos, numa das grandes empresas do setor alimentício da Suíça que fazem negócios em escala global. Há alguns anos, foi demitido por questionar procedimentos de processamento que desnaturavam os alimentos.

Hans Hertel foi o primeiro cientista a conceber e realizar um estudo de alto nível sobre os efeitos dos nutrientes tratados com microondas sobre o sangue e a fisiologia dos seres humanos. Este estudo, pequeno mas bem controlado, denunciou com firmeza a força degenerativa dos fornos de microondas e da comida neles preparada. A conclusão foi clara: cozinhar no microondas altera os nutrientes de forma a provocar mudança no sangue dos participantes; estas não foram mudanças saudáveis, mas alterações que poderiam causar a
deterioração dos sistemas do corpo humano.

- Para controlar o máximo possível de variáveis, selecionamos oito indivíduos, praticantes estritos da dieta macrobiótica e membros do Instituto Macrobiótico de Kentel, Suíça - explicou Hertel. - Ficamos todos hospedados no mesmo hotel nas montanhas durante oito semanas. Não houve fumo, álcool nem sexo.

Logo se vê que estas exigências fazem sentido. Afinal de contas, como seria possível perceber mudanças sutis no sangue humano causadas por comida feita em microondas se estivessem presentes cigarros, bebidas, comida industrializada, poluição, pesticidas, hormônios, antibióticos e tudo o mais que existe no ambiente comum?

Em intervalos de dois a cinco dias, os voluntários do estudo receberam, de estômago vazio, uma das seguintes variantes de alimentos: leite cru de uma fazenda biológica (nº. 1); o mesmo leite fervido da maneira convencional (nº. 2); leite pasteurizado da empresa Intermilk Berne (nº. 3); o mesmo leite cru cozido em forno de microondas (nº. 4); vegetais crus de uma
fazenda orgânica (nº. 5); os mesmos vegetais cozidos da forma convencional (nº. 6); os mesmos vegetais congelados e descongelados no forno de microondas (nº. 7); e os mesmos vegetais cozidos no forno de microondas (nº. 8).

Depois que os voluntários se isolaram no hotel, começou o teste. Foram tiradas amostras de sangue de todos os voluntários imediatamente antes da refeição. Depois outras amostras foram colhidas em intervalos definidos depois de ingeridas as preparações de leite ou vegetais citadas acima.

Foram descobertas mudanças significativas no sangue dos voluntários que consumiram alimentos cozidos no forno de microondas. Estas alterações incluíram uma redução de todos os valores de hemoglobina e colesterol, em especial dos valores do HDL (colesterol bom) e do LDL (colesterol nocivo) e da proporção entre eles. Os linfócitos (glóbulos brancos do sangue) apresentaram um decréscimo de curto prazo mais notável após a ingestão de
alimentos cozidos no microondas do que depois da ingestão de todas as outras variantes. Cada um destes indicadores mostravam uma direção contrária à saúde robusta e favorável à degeneração. Além disso, surgiu uma associação muito significativa entre a quantidade de energia de microondas usada nos alimentos-teste e o poder luminoso de bactérias luminescentes expostas ao soro sangüíneo das pessoas testadas que comeram aqueles alimentos. Isto levou Hertel a concluir que a energia gerada tecnologicamente pode, na
verdade, ser passada por indução para o homem através do consumo de comida feita em
microondas.

- As microondas produzidas tecnicamente baseiam-se no princípio da corrente alternada. Átomos, moléculas e células atingidas por esta forte radiação eletromagnética são forçados a reverter sua polaridade de 1 a 100 bilhões de vezes por segundo. Não há átomo, molécula ou célula de nenhum sistema orgânico capaz de resistir a uma força tão violenta e destrutiva durante nenhum período de tempo, nem mesmo na faixa de baixa energia dos miliwatts.

- De todas as substâncias naturais polares, o oxigênio das moléculas da água é o que reage com mais sensibilidade. É assim que se gera calor no forno de microondas: pela fricção desta violência nas moléculas de água. A estrutura das moléculas é despedaçada, as moléculas são deformadas violentamente (o que se chama isomerismo estrutural) e assim perdem qualidade.

O AQUECIMENTO DA COMIDA

- Tudo isto é o contrário do aquecimento convencional do alimento, no qual o calor se transfere por convecção de fora para dentro. O cozimento com microondas começa dentro das células e moléculas onde há água presente e onde a energia é transformada em calor de fricção.

Hertel acrescentou que, além dos efeitos do violento calor de fricção (chamados efeitos térmicos), há também efeitos atérmicos que quase nunca foram levados em conta.

- Estes efeitos atérmicos não são mensuráveis atualmente, mas podem também deformar a estrutura das moléculas e têm conseqüências qualitativas. Por exemplo, o enfraquecimento das membranas celulares pelas microondas é utilizado no campo da tecnologia de alteração genética. Por causa da força envolvida, na realidade as células são quebradas, neutralizando assim os potenciais elétricos - a própria vida das células - entre os lados de dentro
e de fora das membranas celulares. As células atingidas tornam-se presa fácil de vírus, fungos e outros microorganismos. Os mecanismos naturais de reparação são suprimidos e as células forçadas a se adaptarem a um estado energético de emergência: passam da respiração aeróbia para a anaeróbia. Em vez de água e dióxido de carbono, produzem-se peróxido de hidrogênio e monóxido de carbono.

A mesma fricção violenta e as deformações atérmicas que podem ocorrer em nossos corpos quando somos sujeitos ao radar ou às microondas acontecem com as moléculas da comida feita num forno de microondas. Na verdade, quando alguém faz comida num destes aparelhos, o forno emite uma energia de cerca de 1.000 watts ou mais. Esta radiação provoca destruição e deformação das moléculas do alimento e a formação de novos compostos (chamados compostos radiolíticos) desconhecidos no organismo humano e na natureza.

A ciência e a tecnologia dos dias de hoje garantem insistentemente que os alimentos tratados com microondas ou irradiados não apresentam quantidade significativamente maior de "compostos radiolíticos" do que aqueles cozidos, assados ou preparados pelo sistema convencional - mas as microondas produzem mais destas substâncias. É curioso que nenhuma instituição científica importante nem nosso governo superprotetor tenha realizado testes de sangue sobre os efeitos da ingestão de vários tipos de alimentos cozidos. Hertel e
seu grupo fizeram estes testes, e é clara a indicação de que alguma coisa está errada e que deveriam ser feitos estudos mais amplos. Os efeitos aparentemente tóxicos do cozimento com microondas são apenas mais um item numa longa lista de aditivos antinaturais de nossa dieta diária. No entanto, as instituições oficiais recusam-se a dedicar-se a este trabalho.

- Estes resultados demonstram tendências anêmicas. A situação ficou ainda mais pronunciada durante o segundo mês do estudo - acrescentou Hertel. - E com estes valores em declínio, houve um aumento correspondente dos valores do colesterol.

Hertel admite que fatores de estresse da coleta de amostras de sangue com tanta freqüência todos os dias, por exemplo, não podem ser ignorados, mas a linha básica estabelecida para cada indivíduo tornou-se o marcador do "valor zero" e só as alterações relativas a estes valores-zero foram determinadas estatisticamente.

Depois de completado o primeiro ciclo de substâncias de teste, a diferença entre os efeitos dos alimentos preparados de forma convencional e da comida feita com microondas foi marginal - embora notada como "tendência" definida. Com a continuação do teste, a diferença dos marcadores sangüíneos tornou-se "estatisticamente significativa". As mudanças são consideradas, em geral, como sinais de estresse no corpo. Por exemplo, os eritrócitos tendem a aumentar depois de ingerir legumes cozidos no forno de microondas. A hemoglobina e os valores médios de concentração e conteúdo de hemoglobina também tenderam a cair significativamente depois da ingestão de substâncias tratadas com microondas.

LEUCOCITOSE

- A leucocitose - explicou Hertel -, que não pode responder a desvios diários como os que se seguem à ingestão de alimento, é levada a sério pelos hematologistas. A resposta dos leucócitos é especialmente sensível ao estresse. Com freqüência, é sinal de efeitos patogênicos no sistema vivo, tais como o envenenamento e o dano celular. O aumento dos leucócitos com a ingestão de alimentos tratados com microondas foi mais pronunciado do que com todas as outras variantes. Parece que estes aumentos marcantes foram causados inteiramente pela ingestão de substâncias tratadas com microondas.

Os níveis de colesterol foram muito interessantes, como ressaltou Hertel:

- A crença científica comum afirma que os valores de colesterol costumam alterar-se lentamente em períodos extensos de tempo. Neste estudo, os valores aumentaram rapidamente depois do consumo dos legumes cozidos com microondas. No entanto, com o leite os valores de colesterol permaneceram os mesmos e chegaram a reduzir-se significativamente com o leite cru.

Hertel acredita que seu estudo tende a conformar dados científicos recentes que sugerem que o colesterol pode aumentar rapidamente no sangue em resposta a um estresse agudo.

- Além disso - acrescenta - o nível de colesterol no sangue é menos influenciado pelo conteúdo de colesterol do alimento do que por fatores de estresse. Tais fatores causadores de estresse podem, aparentemente, ser alimentos que não contêm praticamente nenhum colesterol: os legumes cozidos com microondas.

É fácil de ver que este estudo financiado e realizado individualmente tem substância suficiente para provocar a atenção de qualquer pessoa com um mínimo de bom senso. Alimentos preparados em fornos de microondas causaram mudanças anormais, representativas de estresse, no sangue de todos os indivíduos testados. A individualidade biológica, variável-chave que ridiculariza muitos estudos supostamente científicos, foi muito bem
compensada pelas normas estabelecidas.

MORDAÇA JUDICIAL

Assim que Hertel e Blanc anunciaram seus resultados, o tacape da autoridade caiu sobre eles. Uma poderosa organização comercial, a Associação Suíça de Vendedores e Fabricantes de Eletrodomésticos, conhecida como FEA, reagiu rapidamente. Forçaram o presidente do tribunal de Seftigen, Cantão de Berna, a emitir uma "ordem de mordaça" contra Hertel e Blanc. O ataque foi tão feroz que Blanc rapidamente retirou seu apoio - mas era tarde demais. Ele já registrara por escrito sua opinião sobre a validade dos estudos, e
concordara com a opinião de que alimentos preparados com microondas causavam
anormalidades sangüíneas.

Hertel manteve sua posição, e hoje exige com vigor seu direito a um julgamento. Audições preliminares sobre o assunto foram requisitadas a tribunais superiores, e é bastante óbvio que as forças existentes não querem um julgamento-show sobre este tema.

- Não conseguiram me intimidar e me forçar ao silêncio, e não aceitarei suas condições - declarou Hertel. - Compareci a grandes seminários na Alemanha, e os resultados do estudo foram bem recebidos. Também acho que as autoridades sabem que cientistas da Ciba-Geigy [a maior empresa farmacêutica do mundo, com sede na Suíça] declararam que me apoiariam no tribunal.

Enquanto aqueles poderosos interesses na Suíça que desejam vender milhões de fornos de microondas continuam a evitar o debate aberto deste tema vital para a civilização moderna, novos acontecimentos sobre as microondas surgiram nos Estados Unidos.

PERIGO PARA BEBÊS

Na revista Pediatrics (vol. 89, nº 4, abril de 1992) foi publicado um artigo intitulado "Efeitos da radiação de microondas em fatores anti-infecciosos do leite humano". Richard Quan, médico de Dallas, Texas, era o primeiro nome da equipe que realizou o estudo. John A. Kerner, médico da Universidade de Stanford, também fazia parte da equipe, e foi citado num artigo resumido sobre a pesquisa publicado no número de 25 de abril da revista Science News.
Para dar todo o gostinho do que pode ainda surgir a respeito das microondas, eis aqui o resumo:

"Mulheres que trabalham fora podem extrair e armazenar leite do peito para alimentar o bebê em sua ausência. Mas pais e responsáveis devem ter cuidado quanto à forma de aquecer este leite. Um novo estudo demonstra que o aquecimento de leite humano com microondas - mesmo em ajuste bem baixo - pode destruir algumas de suas importantes qualidades de combate a doenças.

"O leite do peito pode ser refrigerado com segurança por alguns dias, ou congelado durante um mês; no entanto, estudos mostraram que o aquecimento do leite a temperaturas acima da temperatura média do corpo - 37°C - pode destruir não só seus anticorpos contra agentes infecciosos com também suas lisozimas, ou enzimas que digerem bactérias. Assim, quando o pediatra John A. Kerner Jr. observou enfermeiras neonatais amornando ou aquecendo leite
materno no forno de microondas em sua sala, ficou preocupado.

"No número de abril de 1992 de Pediatrics (parte I), ele e seus colaboradores da Universidade de Stanford relataram a descoberta de que leite materno não aquecido e submetido a microondas perdeu a atividade da lisozima e anticorpos e promoveu o crescimento de bactérias potencialmente mais patogênicas. O leite aquecido num ajuste alto (72°C a 98°C) perdeu 96% de seus anticorpos imunuglobulina-A, agentes que detêm micróbios invasores.

"Kerner diz que o que realmente o surpreendeu foi descobrir alguma perda de propriedades anti-infecciosas no leite submetido às microondas num ajuste baixo - numa média de apenas 33,5°C. Alterações adversas em temperaturas tão baixas sugerem que o próprio forno de microondas pode na verdade causar algum dano ao leite, além e apesar do aquecimento.

"Mas Randall M. Goldblum, do Instituto de Medicina da Universidade do Texas em Galveston, discorda e diz: "Não vejo nenhuma prova inconteste de que as microondas tenham causado algum dano. Foi o aquecimento." A degradação de lisozimas e anticorpos nas amostras mais frias pode simplesmente refletir o desenvolvimento de pequenos pontos mais quentes - potencialmente 60°C ou mais - durante o aquecimento com microondas, como observou Madeleine Sigman-Grant, da Universidade do Estado da Pennsylvania em University Park. E isso é de se esperar, segundo ela, porque o aquecimento por microondas é inerentemente irregular e bastante imprevisível quando envolve volumes menores que quatro mililitros, como foi o caso no estudo de Kerner.

"Goldblum considera o uso de microondas para aquecer o leite uma idéia especialmente má, já que provavelmente levará parte do leite à fervura antes que o todo esteja sequer liqüefeito. O Centro Médico da Universidade de Stanford não aquece mais o leite materno no microondas, como observa Kerner. E Sigman-Grant acredita que esta é uma providência apropriada, por causa das pequenas quantidades de leite servidas pelos hospitais aos recém nascidos, especialmente aos prematuros."

O pesquisador Quan, em entrevista por telefone, disse acreditar que os resultados das pesquisas até agora exigem estudo mais detalhado dos efeitos do forno de microondas sobre os nutrientes. A frase abaixo, do resumo da publicação de uma pesquisa, é muito clara:

"Cozinhar com microondas parece ser contra-indicado em caso de altas temperaturas, e existem dúvidas quanto a sua segurança mesmo em temperaturas baixas."

A afirmação final da conclusão do estudo é a seguinte:

"Este estudo preliminar sugere que o aquecimento do leite humano com microondas pode ser prejudicial. São necessários mais estudos para determinar se e como se podem usar as microondas com segurança."

Infelizmente, por enquanto não há mais estudos previstos.

Se você quisesse colocar um suplemento alimentar de ervas no mercado americano, alegando benefícios à saúde, teria de apresentar documentação detalhada e fazer pesquisas caras. Mas indústria de fornos de microondas só teve de provar que as perigosas microondas podiam realmente ficar contidas dentro do forno sem escapar para a área em volta, onde a radiação poderia fazer mal às pessoas. A indústria admite que algumas microondas escapam
mesmo dos melhores fornos. Até agora, a indústria não deu a menor atenção à
possibilidade de que os nutrientes possam ser alterados a ponto de se tornarem prejudiciais à saúde.

Isso faz sentido numa terra que encoraja os fazendeiros a envenenarem as colheitas e o solo com quantidades maciças de substâncias químicas sintéticas e incentiva os fabricantes de alimentos a utilizar aditivos que aumentam a vida de prateleira de seus produtos, sem se importar com o potencial de degradação da saúde do consumidor.

Fonte: NEXUS Magazine



UM PERIGO CHAMADO MICROONDAS (saúde)

Das conclusões dos estudos clinicos científicos dos Suiços, Russos e Alemãos, nós não podemos mais ignorar o forno a microondas sentado nas nossas cozinhas. Baseado nesta pesquisa, podemos concluir o seguinte:

1 - continuar comendo alimentos processados em fornos a microondas causa a longo prazo permanentes danos cerebrais pelo curto-circuito dos impulsos eléctricos no cérebro (despolarização ou desmagnetização do tecido cerebral).

2 - o corpo humano não pode metabolizar (decompor) os produtos desconhecidos criados nos alimentos feitos com as microondas.

3 - a produção dos hormônios masculinos e femininos diminui e/ou altera pela contínua ingestão de alimentos cozidos com microondas.

4 - os efeitos dos alimentos tratados com microondas é residual (a longo prazo ou permanente) dentro do corpo humano.

5 - os minerais, vitaminas e nutrientes de todo alimento feito com microondas são reduzidos ou alterados de modo que no corpo humano fica pouco ou nenhum benefício, ou o corpo humano absorve componentes alterados que não pode decompor.

6 - os minerais presentes nas verduras são alterados em cancerosos radicais livres quando cozidos em fornos a microondas.

7 - alimentos feitos com microondas causam o desenvolvimento de formas cancerosas no estomago e intestinos (tumores). Isto pode explicar o rápido aumento da taxa de cancer do colon, nos E.U.A.

8 - a ingestão prolongada de alimentos tratados com microondas causa o aumento das células cancerígenas no sangue humano.

9 - a contínua ingestão de alimentos tratados com microondas causa uma deficiência do sistema imunitário através das glandulas linfáticas e alterações do soro sanguineo.

10 - comer alimentos preparados com uso de microondas, causa a perda da memória, perda da concentração, instabilidade emocional e uma diminuição a inteligência.. .

http://www.laleva.cc/pt/ambiente_pt/microondas.html