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sábado, 8 de novembro de 2008

A sua vida está nas suas mãos pela professora JanePlant



Esta é uma história real!

É a história da vida da professora Jane Plant, geoquímica e chefe científica do British Geological Survey — uma prestigiada instituição pública britânica que se dedica à investigação em matéria de Geologia — pode constituir um significativo exemplo para muitas mulheres, já que ela sobreviveu a 5 tumores mamários e às práticas médicas convencionais para tratar o câncer e fê-lo, segundo ela mesma afirma, de uma forma muito simples, eliminando todos os lácteos de sua dieta. A sua história é parecida à de muitas outras mulheres. Sentiu o mesmo pânico quando lhe diagnosticaram câncer de mama e confiada no bem saber e fazer dos oncólogos submeteu-se a uma mastectomía e à irradiação dos ovários porque lhe disseram que assim provocava-se a menopausa, suprimia-se a produção de estrogénio e se poderia curar o câncer. Mas tudo resultou falso. De facto o câncer reproduziu-se até 4 vezes. Sofri a amputação de uma mama, submeteram-me a radioterapia e a uma quimioterapia muito dolorosa.



Vieram os mais eminentes especialistas do meu país mas no meu íntimo estava certa que estava enfrentando a morte. E estive quase a ponto de 'atirar a toalha', conta a professora Plant no seu livro 'Your life in your hands' (A Tua Vida Nas Tuas Mãos) onde relata a sua própria experiência e explica como chegou à ideia que acabou por salvar a sua vida: Teve origem numa viajem de meu marido à China — conta em sua obra — comecei a pensar que a minha enfermidade era virtualmente inexistente em tal país. De facto só uma em cada 10.000 mulheres morre de câncer de mama na China enquanto que só no Reino Unido os números oficiais falam de uma em cada 12.
Então o meu marido — que também é cientista — e eu mesma, começámos a investigar sobre a forma de vida e alimentação dos orientais até que chegámos à ideia que me salvou a vida: as mulheres chinesas não tinham cáncer de mama nem os homens desenvolviam tumores prostáticos porque são incapazes de tolerar o leite e, portanto, não o tomam. E mais, sabemos que os chineses são incapazes de compreender a preocupação ocidental por tomar leite de vaca.
Eles nunca o utilizam e muito menos para amamentar os seus bebés!
E se páras para pensar, não pode ser uma simples casualidade que, mais de 70% da população mundial tenha sido incapaz de digerir a lactose. Hoje creio que a natureza tenta avisar-nos a tempo, de que estamos comendo um alimento errado.

Quando Jane Plant escreveu tudo isto, estava a fazer quimioterapia ao seu quinto tumor mamário. E foi então quando decidiu suprimir por completo a ingestão de lácteos, incluindo todos os alimentos que contêm algo de leite:
Sopas, biscoitos, pastéis, margarinas, etc. E que sucedeu? — Em só uns dias - refere em seu livro — o tumor começou a encolher. Duas semanas depois da minha 2ª sessão de quimioterapia e uma semana depois de haver suprimido o leite e seus derivados, o tumor começou a picar-me. Logo abrandou e começou a minguar. Umas seis semanas depois havia desaparecido.

De facto meu oncologista, do Charing Cross — Hospital de Londres, no pôde reprimir um exclamar maravilhado: 'Não o encontro!' quando examinou a zona onde havia estado o tumor.

Pelo visto, não esperava que alguém com um câncer tão avançado — pois já havia invadido o meu sistema linfático — pudesse sobreviver.
Felizmente, aquele oncologista conseguiu superar seu cepticismo inicial e na atualidade, recomenda uma dieta sem lácteos aos seus pacientes.

Convencida de que deixar de tomar lácteos era o que lhe havia salvado a vida, Jane Plant decidiu partilhar os seus conhecimentos e sua experiência no livro antes mencionado. E de imediato, mais de 60 mulheres afligidas de câncer de mama se puseram em contacto com ela para pedir-lhe conselho.
E seus tumores também desapareceram.
Ainda que não tenha sido fácil aceitar que uma substancia tão 'natural' como o leite pudesse ter tais repercussões para a saúde — explica Plant — agora não tenho dúvida de que a relação entre os produtos lácteos e o câncer de mama é similar à que existe entre o tabaco e o câncer de pulmão.


A tabela seguinte , está adaptada a partir de uma apresentação em Powerpoint dada pela professora Jane Plant em Windsor, em 2004

Mas não só isso porque, por exemplo, já em 1989 o Dr. Daniel Cramer da Universidade de Harvard, determinou que estes produtos estão implicados na aparição do câncer dos ovários. E os dados sobre o câncer da próstata conduzem a conclusões similares. A própria Organização Mundial de Saúde (OMS), afirma que o número de homens que padecem deste câncer na China,
é de 0,5 por cada 10.000 enquanto que no Reino Unido o número é 70 vezes maior.

A chave está pois, sem dúvida, no consumo de lácteos.

Para a professora Plant o leite de vaca é um grande alimento... mas só para os bezerros! E afirma, convencida, que a natureza não o destinou para ser consumido por nenhuma outra espécie! De facto estou convencida — conclui — de que salvei a minha vida por deixar de consumir leite de vaca.
Só desejo que a minha experiência possa servir a mais mulheres e homens que, sem o saberem, podem estar, ou virem a estar, enfermos por causa dos lácteos que consomem.

Em seu livro, para além de detalhes da sua própria experiência e dados interessantes sobre suas investigações acerca dos efeitos do leite de vaca sobre nossa saúde, reconhecem-se uma série de recomendações nutricionais que se resumem em alimentar-se de chá de ervas, sementes de sésamo, nozes, muita fruta e verduras frescas, entre outros.





As comunidades orientais tem tradicionalmente um nivel muito baixo de cancro (câncer) da próstata e da mama . Quando mudam  para o ocidente e passam a ter uma dieta ocidental, essas taxas mudam e passem a ter niveis identicos aos  das comunidades ocidentais .


Á medida que o s povos orientais adoptam um estilo de vida ocidental (principalmente nas grandes cidades), com o aumento do consumo de produtos dos paises «desenvolvidos»  começam a ter taxas significativamente maiores de câncer da mama e da próstata do que as zonas rurais onde mantêem os hábitos tradicionais.


O Leite e a carne de cadáveres de animais leiteiros contém  hormônios (hormonas em Portugal) de  crescimento significativo, como por exemplo IGF-1, e hormônios como a prolactina.



O IGF-1 e  a prolactina promovem crescimento de células cancerigenas que levam ao  cancro da mama e da próstata em culturas de laboratório. O tecido mamário possui receptores de IGF-1, IGF-11 e prolactina.



A caseína, a principal proteína do leite, protege o hormônio (hormona) de crescimento no leite de decompor-se durante a digestão. 



O Leite é a principal via pela qual substancias cancerígenas e de  desregulação endócrina por exemplo, produtos químicos e dioxinas, entram no corpo.


Novas evidencias da ICRF  Unidade de Epidemiologia da Universidade de Oxford: IGF-1 (factor de aumento de insulina) é 9% maior em onívoros (omniveros) e vegetarianos que  consomem lacticínios do que veganos (de acordo com Chan,  8% de diferença aumenta o risco de câncer de próstata 7 vezes).


Adaptação e tradução de Luis Guerreiro





Fontes:
http://www.canceractive.com/page.php?n=319
http://www.cancersupportinternational.com/janeplant.com/book-yourlife.asp
http://www.cancersupportinternational.com/janeplant.com/book1_detail.asp
Routes of Human Exposure to Oestrogens That Have Changed in the Past Half-Century Royal Society EDCs Report - June 2000



11 comentários:

Anônimo disse...

Obrigada Luiz.Excelente informação. Já coloquei em meus favoritos e encaminhei aos conhecidos.

Anônimo disse...

esse livro foi lancado no Brasil? qual é a Editora?

Anônimo disse...

oi Luiz,muito obrigado pela imformação,fui viciada em beber leite com nescau por um bom tempo de minha vida e hoje estou com problemas,
estou fazendo exames, ainda não sei se é cancer, mas intuitamente ,assim q tive o problema em minha mama já parei de tomar leite e de comer td q for proteinas animais,foi de grande importancia para mim ler esta imformação .vlw

Markus disse...

Eu acho que tudo que é consumido em excesso é prejudicial. Se a Dra. em questão tomava, vamos chutar, 1 litro de leite ao dia, o efeito deverá ser mais "devastador" do que naquela pessoa que bebe apenas 100ml ao dia. Pelo que eu li no texto acima, não há referência do quanto ela ingeria.
E do modo como está escrito faz parecer que o leite é o único vilão nesta história. Será que não há outros fatores, como por exemplo, a idade? Mulheres com menos de 50 anos são menos propensas a desenvolver do que as que tem essa idade ou superior. Terapia de reposição hormonal, anticoncepcional oral, obesidade, não ter filhos ou engravidar tardiamente (após os 35 anos) também aumentam a probabilidade, entre outros fatores, são responsáveis pelo desenvolvimento do câncer de mama.

Não estou dizendo que a pesquisa não presta, mas querer pôr a culpa única e quase que exclusivamente no leite, é meio forçado.

Um cordial abraço,

Markus

Elaine disse...

Quando pesquisei por Jane Plant, este foi o primeiro site que apareceu no Google. Quero agradecer a disponibilidade, elogiar a divulgação e que possamos fazer muito, mas muito "barulho" mesmo na internet para ajudar pessoas que como eu não sabiam dos malefícios do leite de vaca!!! Bárbaro!! Recebi o e-mail de uma amiga que, lamentavelmente, terá que realizar uma mastectomia, e assim como muitas pessoas, está atrás da versão em português deste livro!! Bom é só isso! Gratidão! Um beijo na alma. Elaine

Anônimo disse...

Acabei de receber o e-mail que fala da experiencia dessa mulher, e para ter certeza pesquisei e este foi o primeiro site que apareceu! Muito obrigada pelas informações nele, aqui contidas, pode até ser que dependa da quantidade de leite que se ingere mais é sempre bom prevenir! Gostaria de comprar este livro, mais ainda nao sei se tem no brasil pra vender!! Sua informaçao foi muito importante! Muito Obrigada, continue postando informações importantes como esta! Muito Obrigada mesmo!! Beijos

Luis Guerreiro disse...

Não sei se já existe tradução do livro em português. Se alguém o encontrar por favor divulgue aqui.

Muita Paz!!!

Hekel disse...

Eu vejo com muita cautela este tipo de “pesquisa”. Confesso que o texto não me “assustou” nem um pouquinho. Primeiro por que a Jane Plant não é médica, não tem nenhuma formação em qualquer área da Medicina. Ela é geoquímica, uma área que envolve o estudo da composição química da Terra e de outros planetas, processos químicos e reações que governam a composição de rochas, solos, corpos d'água continentais e dos oceanos, e dos ciclos de matéria e energia que transportam os componentes químicos da Terra pelo tempo e espaço. A geoquímica é um ramo da geologia e da química e nada tem a ver com medicina.

Segundo, que, se não podemos ingerir nada de leite animal (conforme o texto de Jane Plant), quanto mais então carne animal, ou seja, carne de vacas, frangos, peixes, rãs, patos, porcos... ou seja lá o que for, não poderíamos nem mesmo sequer comer uma simples pizza pois a mesma já contém presunto (que são miúdos de porco e por aí vai).

O mesmo leite “que mata” (segundo Jane Plant), é o mesmo que salva e dá vida aos humanos. O leite é o alimento natural com a maior concentração de Cálcio - mineral essencial para a formação e a manutenção da integridade dos ossos. É extremamente rico em vitaminas, proteínas além de outros minerais nele presente.

O leite já salvou a vida de muita gente.

Existem inúmeras pessoas com mais de 80/90 anos de idade que tem em sua dieta diária, o consumo de leite animal, e são pessoas extremamente saudáveis.

Hoje em dia, como todos nós sabemos, qualquer coisa pode gerar câncer. Até o arroz branco consumido diariamente pode levar ao câncer segundo uma reportagem. Li um artigo há muitos anos que fala que “o câncer é uma doença da VIDA MODERNA” e que não existe mais este papo de hereditariedade, ou seja, qualquer um (qualquer um mesmo) pode “pegar” câncer mesmo não tendo antecedentes biológicos em sua família. E eu concordo muito com esta afirmação de que o câncer é uma doença da VIDA MODERNA (má alimentação, álcool em excesso, cigarro, vida sedentária, pouco tempo de sono... por aí vai).

Às vezes o corpo reage no que a mente pensa e/ou raciocina. Não estou querendo aqui dizer que a Jane e seu texto estejam errados, mas a gente pode cortar alguma coisa aqui e ali na alimentação e ter fixado em mente que ficará curado. E isso acontece. Lembro-me de um artigo que li que um médico apresentava a uma paciente com câncer no hospital umas imagens de células saudáveis “engolindo” (e destruindo) as células cancerígenas. E solicitou a sua paciente em fixar esta imagem em sua mente diariamente. Quer saber o resultado: a paciente ficou curada de seu câncer.

Portanto é difícil dizer que os textos e livros de Jane Plant estão certos, pois, existem casos até estranhos no mundo como até o mesmo o caso da esposa de Pow MacCartney, que era vegetariana (só se alimentava de água saudável, frutas e verduras frescas) tinha atividade física regularmente e... morreu de câncer. Como explicar um caso destes!?...

Certa vez um grande médico e cientista oncologista disse: “só existe um meio de matar as células cancerígenas: é matá-las de fome”. Ele estava conseguindo sucesso nestas pesquisas cientificas.

O grande segredo da vida é: “Acreditar sempre em DEUS e viver saudavelmente a cada dia sem abusos”.

Um forte abraço à todos.

Luis Guerreiro disse...

Obrigado pela opinião Hekel.

Em relação ao leite as estatisticas mostram que de facto há mais doenças nas populações que o tomam e o cancro aumenta também nessas populações.

Os casos que citou de pessoas que vivem mais tempo tomando leite - não tomam só leite concerteza? A minha avó também passou dos 90 anos e tomava leite mas não era nada saudável e passou os últimos dias da sua vida quase senil depois de muitos anos com variadas doenças - não estou a dizer que foi só o leite. O leite que se consome hoje em dia não tem nada a ver com o leite que eu consumi em criança quando era ordenhado para um balde e dava para beber ainda quente vindo directo da teta da vaca, cru, rico em enzimas. Se tiver condições faça a análise do leite comum que se compra nos supermercados e poderá ter uma grande surpresa.

A maior parte do cálcio do leite não é absorvido pois o mesmo é inorgânico (devido à pasteurização) e o organismo não sabe como lidar com isso. É como ingerir pedras e eventualmente temos a possibilidade delas se acumularem em algum lugar no corpo.

Concordo com a parte final em matar as células através da restrição calórica e tirando certos alimentos - incluindo ai o leite.

A esposa do Paul Paul McCartney, a Linda morreu efectivamente de cancro mas eu não concordo muito com a dieta dela pois era muito rica em soja no entanto não estou a dizer que foi a soja que a matou. Ela comercializou vários pratos vegetarianos pré-preparados para o seu segmento no mercado com sua própria marca registrada e ficou milionária por conta própria. A maioria eram substitutos da carne como salsichas, hamburgers, etc, a maioria feitos de soja.

Eu pessoalmente não consigo tomar leite nem derivados pois não os consigo digerir. A minha mãe estava com vários problemas de saúde e desde que cortou o leite sente-se muito melhor. A escolha é pessoal.

Em relação ao corpo reagir em relação à mente também concordo pois a maioria das doenças são criadas pela mente mas acredito que aquilo que se ingere depois irá contribuir enormemente para alimentarmos ou não uma colónia de bactérias que vive dentro e fora de nós. A qualidade dessas bactérias pode ou não contribuir para a nossa saúde e também pode influenciar os nossos pensamentos - mais de 90% da serotonina é produzida nos intestinos e há quem lhe chame o segundo cérebro.

Mamãe Fran disse...

este livro foi lancado no brasil ?
como posso compra-lo?

Luis Guerreiro disse...

Olá Fran,

Não conheço ainda nenhuma versão em português. Existe em inglês em sites como Amazon.