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sexta-feira, 7 de março de 2008

O QUE HÁ DE ERRADO EM COMER CARNE?

Existem várias razões:

1- ANATÔMICAS E FISIOLÓGICAS

A dieta de qualquer animal corresponde à sua estrutura fisiológica. Analisando a anatomia e a fisiologia dos animais carnívoros e seres humanos, percebemos grandes diferenças:

Os carnívoros...

· Ausência de dentes para trituração, pois a carne não precisa ser mastigada.

· Glândulas salivares pequenas.

· Saliva ácida: nenhuma Ptialina para pré digerir cereais.

· Ácido Muriático no estômago para digerir músculos animais, ossos duros, etc.

· Presença de garras afiadas.

· Sem poros na pele, transpiram pela língua.

Os seres humanos...

· Ausência de dentes caninos afiados e presença de molares para trituração de alimentos fibrosos, tais como cereais e vegetais.

· Glândulas salivares bem desenvolvidas, para a pré digestão de cereais e frutas.

· Saliva alcalina, com muita Ptialina, para pré digestão.

· Ácido estomacal 20 vezes mais fraco do que os carnívoros.

· Comprimento dos intestinos de 12 vezes o tamanho do corpo (frutas, cereais e legumes não apodrecem tão rápido, podendo ser eliminados do corpo mais lentamente).

· Ausência de garras.

· Transpiração através de milhões de poros na pele.

· Capacidade quase ilimitada para ingerir gorduras saturadas e colesterol.

· Capacidade limitada para desdobrar gorduras saturadas.

A presença ou ausência de poros está relacionada com os hábitos do indivíduo: os carnívoros tem o hábito de caçar durante a noite, quando é mais frio, e dormem durante o dia quando é mais quente (portanto não necessitam de glândulas sudoríparas), já os herbívoros, permanecem muito tempo no sol, colhendo seu alimento.

Além do acima citado, existe no ser humano uma total ausência de instintos carnívoros. A maioria das pessoas deixa que os outros matem os animais que lhe servirão de alimento, pois ficariam doentes se elas mesmas tivessem que executar tal tarefa. Ao invés de comer carne crua, como fazem os carnívoros, os homens a cozinham, assam, fritam, disfarçando-a com todos os tipos de molho e temperos, para que não tenha nenhuma semelhança com seu estado original.

Um carnívoro salivará ao simples cheiro de carne crua, mas nunca ao cheiro de uma fruta. Se fosse agradável ao homem atacar um animal e dilacerá-lo com os dentes ainda vivo, poderia se dizer que possui os instintos dos carnívoros. Por outro lado, um cacho de uvas suculenta lhe dá água na boca e, até mesmo sem fome, ele comerá um fruta, apenas porque lhe é saborosa.

2- QUESTAO DE SAÚDE

A carne não é um alimento adequado para o ser humano. Naturalmente é possível viver com ela, mas seu consumo desgasta prematuramente o organismo e lhe traz muitas doenças e problemas como:

Envenenamento...

Assim como nossos próprios corpos, também os corpos dos animas sofrem mudanças biológicas profundas em situações de perigo. No animal aterrorizado, antes e durante a agonia da morte são descarregados subprodutos tóxicos. Os níveis hormonais, especialmente de adrenalina, elevam-se, permanecendo em altos níveis na carne do animal abatido.

Câncer...

Pesquisas conduzidas entre grupos de vegetarianos, mostram que a incidência de câncer é surpreendentemente baixa entre eles comparando com outros grupos de idades e sexo correspondentes. A expectativa de vida nos vegetarianos também é maior.

Uma das razões é o fato de que a indústria da carne tenta encobrir a cor esverdeada, que esta adquire alguns dias depois do animal ter sido abatido, adicionando nitritos e nitratos na carne. Estas substâncias dão à carne uma aparência avermelhada, mas recentemente foram consideradas cancerígenas.

Diferenças na flora intestinal entre comedores de carne e vegetarianos também foram constatadas. As bactérias dos intestinos dos comedores de carne reagem com os sucos digestivos, formando substâncias químicas que são consideradas como causadoras de câncer. Isto pode explicar porque a incidência de câncer de intestino é maior em regiões onde é grande o consumo de carne, como na América do Norte e Europa Ocidental, enquanto que é extremamente raro em países vegetarianos como a Índia.

Doenças cardiovasculares...

Existe uma correlação entre o comer carne e a incidência de problemas cardiovasculares. As gorduras animais, tais como o colesterol, não são bem desdobradas no corpo humano. Tais gorduras começam a sedimentar-se nos vasos sangüíneos, e com a continuidade deste processo de acumulação ocorre uma diminuição da luz dos vasos sangüíneos, dificultando a circulação do sangue. Esta perigosa condição é chamada de arteriosclerose. Como conseqüência deste quadro temos uma grande sobrecarga no coração, que precisa trabalhar mais para bombear o sangue através das veias obstruídas, evoluindo para hipertensão arterial, enfartes e derrames.

Putrefação...

Assim que um animal é morto, as proteínas coagulam no seu corpo, e enzimas auto-destrutivas são liberadas (ao contrário das plantas, que se decompões lentamente, e que tem uma parede de células rígidas, e um sistema circulatório simples), em seguidas são formadas certas substâncias chamadas ptomaines, que vão levar a carne a um processo de decomposição e putrefação. Pelo tempo que leva um animal no processo de ser abatido, refrigerado, transportado para o açougue, comprado, trazido para casa, guardado, preparado e cozido, pode-se imaginar o estado de decomposição da carne servida no jantar. A carne passa lentamente através do sistema digestivo, que, como já foi citado acima, não foi feito para digeri-la. Este processo leva 5 dias, ao contrário dos vegetais, que são digeridos em 1 dia e meio. Durante este período, os órgãos digestivos estarão expostos aos produtos da decomposição da carne.

Além disto, a carne crua é extremamente contaminada por bactérias, podendo causa infecções. Freqüentemente bactérias patogênicas não são destruídas nem mesmo pelo cozimento, em especial se a carne for preparada "mal passada". E lesões cutâneas, produzidas com facas que estiveram cortando carne, podem produzir infecções.

Doenças renais, gota artrite...

Entre os produtos indesejáveis, acumulados no organismo pelos comedores de carne, destacam-se a uréia e o ácido úrico. Um médico americano, ao analisar a urina de comedores de carne e de vegetarianos, constatou que os rins dos comedores de carne tem que trabalhar 3 vezes mais do que os dos vegetarianos, para eliminar compostos de nitrogênio envenenados encontrados na carne. Enquanto jovens, os rins conseguem suportar esta carga extra, sem o surgimento de doenças ou lesões. Mas à medida que os rins envelhecem e se tornam prematuramente cansados, ficam incapacitados de realizar suas funções de forma eficiente, surgindo assim as doenças renais. Quando os rins não conseguem lidar com esta sobrecarga, o ácido úrico é depositado em todo o corpo. Nos músculos, podendo mais tarde endurecer e formar cristais, nas articulações, provocando os dolorosos problemas de reumatismo, artrite e gota, e nos nervos, resultando em neurites e ciática.

Eliminação deficiente...

Como o nosso sistema digestivo não foi projetado para uma dieta de carne, e esta tem um teor extremamente baixo de fibras, temos como conseqüência uma eliminação deficiente, surgindo assim a constipação. A carne move-se 4 vezes mais lentamente do que cereais e legumes através do sistema digestivo. Pesquisas concluíram que o padrão saudável de eliminação requer uma grande quantidade de fibra para previnir doenças tais como apendicite, diverticulite, câncer de colon, obesidade, etc...

g) Química...

Animais de corte são tratados com muitos produtos químicos para aumentar seu crescimento, serem engordados rapidamente, melhorar o aspecto da cor da carne, etc.. A fim de produzir mais carne e de obter o máximo de lucro, os animais são forçados a comer, recebem injeções de hormônios para estimular o crescimento, estimuladores de apetite, antibióticos, sedativos e reações misturadas com substâncias químicas,

Animais doentes...

Um outro perigo da alimentação com carne, é a presença de doenças não detectadas, ou até mesmo ignoradas pelos produtores, em animais de corte. Freqüentemente, se uma animal tem algum tipo de tumor em algumas parte do corpo, esta parte é extraída, e o resto do corpo é colocado no mercado. Ou pior ainda, os próprios tumores são incorporados à preparação de salsichas e passam a ser chamados de "partes". Experimentalmente descobriu-se que se o fígado de uma animal doente for usado como alimento de peixe, este adquirirá câncer.

Cadeia alimentar...

Há na natureza uma longa cadeia de comedores. As plantas produzem o seu próprio alimento a partir da luz solar, da água e do ar, os animais comem plantas, animais maiores e os seres humanos alimentam-se dos animais menores. Situar-se no final da cadeia alimentar não é uma vantagem. Atualmente os campos estão sendo tratados com produtos químicos venenosos, e estes campos servem de alimento para os animais que come plantas. Estas substâncias químicas vão acumular-se no tecido gorduroso do animal durante toda sua vida. Quando o homem ingere esta carne recebe toda a concentração destas substâncias, acumuladas no organismo do animal durante anos.

Outra desvantagem é que, como a função de nutrição não se realiza com uma eficiência de 100%, isto é, nem todo o alimento ingerido é assimilado ou utilizado para produzir energia, e boa parte da energia transforma-se em calor, em cada nível de uma cadeia alimentar se verifica um perda de material e de energia.

3- SOCIAIS... ECONÔMICAS... ETICAS

A fome...

A carne é o alimento mais antieconômico e ineficiente que existe. O custo de meio quilo de proteína de carne é 20 vezes mais alto do que o de uma proteína de vegetal, de igual capacidade nutritiva. Das proteínas e calorias com que alimentamos nossos animais, apenas 10% é recuperada na carne que comemos, o que significa que 90% das mesmas são desperdiçadas. Várias extensões de terra são usadas para criação de animais de corte.

Estas terras poderiam ser muita mais produtivas se utilizadas para plantação de cereais e legumes para serem consumidos diretamente pelo homem. Por exemplo: um acre de terra usado para criar gado fornecerá apenas uma libra de proteína. No entanto, esta mesma terra, se usada para plantação de soja, produzirá 17 libras de proteínas.

Além disto, a criação de animais é mais prejudicial ao ecossistema, sendo que a quantidade de água necessária é 8 vezes maior do que a usada para irrigação de legumes e cereais.

Isto significa que, enquanto milhões de pessoas em todo o mundo estão morrendo de fome, alguns poucos ricos estão estragando várias extensões de terra, água e cereais, para poderem comer carne, que lentamente destroi seus corpos.

Não tirar a vida...

Uma das mais importantes razões para não comer carne é a de que não devemos tirar a vida, até mesmo de um animal, desnecessariamente. Até onde for possível, o alimento deverá ser colhido entre os grupos de itens onde o desenvolvimento da consciência é comparativamente pequeno, ou seja, se os vegetais forem acessíveis, os animais não devem ser abatidos. Além do mais, antes de matar qualquer animal que tenha consciência desenvolvida, considere repetidas vezes, se é possível viver com um corpo saudável sem tirar vidas.

Energia vital...

O princípio da energia vital afirma que certos alimentos contém mais força vital (prana) do que outras. A importância da vitalidade nos alimentos era reconhecida por Pitágoras, que dizia: "Apenas alimentos vivos e frescos podem dar condições ao homem de aprender a verdade". O romancista russo Tolstoy disse: "Alimentar-se da carcaça de um animal morto é algo de muito mau gosto".

Sabemos que toda a vida depende da energia do sol, e esta é armazenada nas plantas verdes, nas frutas, castanhas, cereais, etc. Quando comemos estes alimentos, consumimos energia solar diretamente. Em outras palavras, nos alimentamos de comida "viva" com quase toda energia solar ainda intacta.

Muitas plantas retém sua energia vital por muitos dias após serem colhidas, sendo ainda capazes de brotar e crescer. Por outro lado, a carne fica em processo de decomposição por diversos dias.

Por milhares de anos os iogues e os sábios tem nos ensinados que tanto a mente quanto o corpo são profundamente influenciados pelo que comemos.

"Você é o que come", é um ditado que se aplica tanto ao corpo quanto à mente.

Mas nossos antepassados, não comiam carne?

Não! Nossos primeiros ancestrais eram vegetarianos e não comiam carne, senão em período de extrema crise.

Alguns cientistas, inclusive Charles Darwin, concordam que os primeiros seres humanos eram comedores de frutas e legumes, e que nossa anatomia não mudou ao longo da história. O cientista sueco Von Linné afirma: "A estrutura interna e externa do homem, comparada a dos outros animais, mostra que legumes e frutas constituem seu alimento natural".

Foi apenas durante a última Era Glacial, quando sua dieta normal de frutas e legumes se tornou inacessível, que os primeiros seres humanos tiveram que começar a comer carne de animais para sobreviverem. Infelizmente o costume continuou depois da Era Glacial, seja por necessidade (caso dos esquimós e tribos que moram no extremo norte), ou por hábito e condicionamento (e também por falta de conhecimento).

Fonte: Autor Desconhecido

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