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sábado, 24 de novembro de 2007

SVB e ECOCERT BRASIL lançam selos vegetarianos


selo.jpg Os consumidores brasileiros que por razões éticas, ambientais e ligadas à saúde rejeitam o consumo de produtos de origem animal, contam agora, a exemplo dos consumidores de outros países, com a garantia de dois selos: ‘VEGANO” e “VEGANO ORGÂNICO”, os quais serão atribuídos aos produtos e serviços que tenham sido inspecionados e obtido uma atestação de conformidade com as normas estabelecidas pelo referencial.
Os selos, fruto da parceria firmada entre a SOCIEDADE VEGETARIANA BRASILEIRA e a ECOCERT BRASIL, foram apresentados oficialmente às empresas, produtores e consumidores brasileiros durante a BIOFACH AMERICA LATINA, em São Paulo, nos dias 16 a 18 de outubro, nos estandes da SVB e da ECOCERT BRASIL.
REFERENCIAL PARA O USO DOS SELOS "VEGANO" E VEGANO ORGÂNICO"
RESUMO

Esta ficha sintética permite assimilar o essencial do referencial “VEGANO” e “VEGANO ORGÂNICO” e destina-se as empresas que visam uma atestação de conformidade de seus produtos ou serviços com as normas estabelecidas pelo referido caderno de encargos. A garantia oferecida aos consumidores implica no comprometimento dos operadores em respeitar os critérios do referencial.

O referencial, privado, foi constituído em parceria da SVB-SOCIEDADE VEGETARIANA BRASILEIRA com a ECOCERT BRASIL e profissionais vegetarianos, interessados na valorização das substâncias vegetais naturais, no respeito ao meio ambiente, aos animais e ao consumidor; em colaboração com especialistas independentes; em relação com organismos europeus, especialmente a IVU – International Vegetarian Union, com o objetivo de harmonizar conceitos.

Os consumidores brasileiros que por razões éticas, ambientais e ligadas à saúde rejeitam o consumo de produtos animais ou de origem animal, contam agora , a exemplo dos consumidores de outros países, com a garantia de dois selos: ‘VEGANO” e “VEGANO ORGÂNICO”, os quais serão atribuídos aos produtos e serviços que tenham sido inspecionados e obtido uma atestação de conformidade com as normas estabelecidas pelo referencial.

PONTOS ESSENCIAIS PARA ATESTAÇÃO DE CONFORMIDADE

DEFINIÇÃO DE PRODUTO VEGANO (SVB)

São todas as substâncias ou preparados, que excluem de sua formulação qualquer tipo de carne e seus derivados (bovinos, aves, suínos, peixes, frutos do mar, insetos...); leite ou derivados do leite (originados de qualquer espécie de mamíferos; ovos ou oviprodutos (de qualquer espécie do reino animal); mel ou produtos apícolas; outros produtos de origem animal ou que contenham produtos de origem animal (ossos, sangue, glicerina, gorduras, gelatina, colágeno, estabilizantes, conservantes, emulsificantes, edulcorantes...)

DEFINIÇÃO DE PRODUTO VEGANO ORGÂNICO (SVB)

São todas as substâncias ou preparados, que excluem de sua formulação qualquer tipo de carne e seus derivados (bovinos, aves, suínos, peixes, frutos do mar, insetos...); leite ou derivados do leite (originados de qualquer espécie de mamíferos; ovos ou oviprodutos (de qualquer espécie do reino animal); mel ou produtos apícolas; outros produtos de origem animal ou que contenham produtos de origem animal (ossos, sangue, glicerina, gorduras, gelatina, colágeno, estabilizantes, conservantes, emulsificantes, edulcorantes...) e que tenham sido obtidas em conformidade com os regulamentos orgânicos

1.CAMPO DE APLICAÇÃO

Os selos “VEGANO” e “VEGANO ORGÂNICO” podem ser utilizados sobre ingredientes, produtos e serviços (restaurantes, pousadas, hotéis...) obtidos ou conduzidos em conformidade com o referencial e submetidos aos critérios de inspeção estabelecidos no mesmo. Para utilização dos selos, além da conformidade dos ingredientes e/ou produtos e/ou serviços, os operadores deverão ter firmado um contrato com a SVB e ECOCERT BRASIL, e deverão possuir uma licença e atestado em curso de validade. Restaurantes destinados a portar os selos “VEGANO” e “VEGANO ORGÂNICO” devem oferecer de forma contínua e exclusiva pratos, bebidas e acompanhamentos cujas receitas estão em conformidade com o presente referencial. Restaurantes que não atendam a regra anterior ( 100 % vegano ou vegano orgânico) não poderão portar os selos no estabelecimento. Entretanto pratos, bebidas e acompanhamentos que atendam as exigências do presente referencial poderão portar os respectivos selos.

2.CRITÉRIOS DE INSPEÇÃO

Para a inspeção serão tomados em consideração:- o plano-padrão de inspeção da ECOCERT BRASIL, estabelecido em função do referencial;
- as sanções previstas na grade de sanções em caso de irregularidades;
- a não divulgação das informações e de dados obtidos na inspeção, a não ser com autorização do produtor;
- o acesso, na inspeção, aos locais de produção, e a todas as informações para rastreabilidade dos produtos;
- o relatório anual de inspeção.
- a renovação anual obrigatória da inspeção e, por sorteio entre os projetos, inspeções não anunciadas.

3.CRITÉRIOS DE ROTULAGEM

Devem constar sobre os rótulos o selo e as denominações que permitem a identificação do referencial, da entidade proprietária do selo e da certificadora responsável pela inspeção e atestação da conformidade dos produtos. O uso do selo da certificadora sobre os rótulos é facultativo.

Inspecionado pela ECOCERT BRASIL

Sempre que seja feita referência à certificação em peças de publicidade, na rotulagem ou na apresentação do produto, a característica “ VEGANO” ou “ VEGANO ORGÂNICO” deverá aparecer com as referências a SVB e à ECOCERT BRASIL.

Dar-se-á preferência aos nomes comuns de certos ingredientes e aditivos na medida que o nome científico desses ingredientes e aditivos possua um equivalente vernacular, respeitado o disposto no Código de Defesa do Consumidor e demais textos legais brasileiros.

Menções identificando determinadas exigências do referencial poderão ser facultativamente utilizadas pelo operador, tais como a não utilização de qualquer produto animal ou de origem animal ou cumulativamente, a não utilização de pesticidas e adubos de síntese química no caso de produto vegano orgânico.

4.CRITÉRIOS PARA INGREDIENTES E PRODUTOS FINAIS

Produtos destinados a portar o selo “VEGANO”

São permitidos todos os produtos, ingredientes, aditivos e auxiliares, incluso provenientes da biotecnologia, desde que de origem exclusivamente vegetal e cujo processo de obtenção, seja dos ingredientes seja dos produtos finais, esteja em conformidade com o referencial.

São proibidos produtos, ingredientes, aditivos e auxiliares de origem animal ou susceptíveis de conter produtos animais ou seus derivados, incluso carnes e leite de qualquer espécie animal, mel e produtos da apicultura, ovos e oviprodutos, margarinas que contenham produtos de origem animal e vitaminas A e E se conservadas em gelatina obtida a partir de produtos de origem animal e de vitamina E se proveniente de lanolinas de ovinos abatidos, gorduras animais qualquer que seja sua utilização, sucos de frutas, bebidas alcoólicas e vinagre se utilizados clarificantes de origem animal (gelatina de clara de ovo, de peixes, de frutos do mar ou de outros produtos de origem animal), gelatinas obtidas a partir de produtos de origem animal, glicerina, colágeno, corantes, estabilizantes, conservantes, emulsificantes, edulcorantes, obtidos de animais ou de produtos de origem animal.

São igualmente proibidos os produtos, ingredientes, aditivos e auxiliares, mesmo que de origem exclusivamente vegetal, cujos processos de obtenção não atendem os requisitos do referencial.

Produtos destinados a portar o selo “VEGANO ORGÂNICO”

Além de atender todos os critérios para o selo “VEGANO” os produtos de um só ingrediente devem ser certificados como orgânicos por certificadora credenciada, conforme os regulamentos orgânicos em vigor; produtos compostos devem conter no mínimo 95 % de ingredientes orgânicos, da mesma forma certificados ; pratos (restaurantes) devem conter no mínimo 70 % de ingredientes orgânicos, certificados por certificadora credenciada, conforme os regulamentos orgânicos em vigor;

Produtos, ingredientes, aditivos e auxiliares propostos para uso e não mencionados no referencial serão ser objeto de verificação pela ECOCERT BRASIL e pela SVB, podendo ou não ser autorizados.

5.CRITÉRIOS PARA PROCESSAMENTO

O produto final ou seus ingredientes não devem ser submetidos a tratamentos por meio de raios ionizantes; a água utilizada nos processos de fabricação deve ser comprovadamente potável; as operações de produção (fabricação, acondicionamento e embalagem) devem ser efetuadas por série completa, separadas fisicamente ou no tempo, de operações similares referentes a produtos não abrangidos pelo referencial.Devem ser tomadas todas as medidas necessárias para assegurar a identificação dos lotes / rastreabilidade e evitar misturas e/ou contaminação com produtos não obtidos conforme o referencial..

6.CRITÉRIOS PARA EMBALAGEM E ACONDICIONAMENTO

Devem ser utilizadas, de preferência, embalagens cuja composição e processo de fabricação excluem o uso de quaisquer ingredientes de origem animal, entre eles tintas, corantes, plastificantes, solventes; as embalagens e sobre-embalagens devem ser, na medida do possível, produzidas com materiais biodegradáveis, ser recicláveis e de baixo consumo de energia. As embalagens devem ser invioláveis de formas a garantir que seu conteúdo não possa ser alterado antes de sua apresentação aos consumidores. Para produtos destinados a portar o selo “VEGANO ORGÂNICO” as embalagens e sobre-embalagens devem estar igualmente em conformidade com os regulamentos orgânicos.

7.CRITÉRIOS PARA ESTOCAGEM

Locais de estocagem dos ingredientes ou produtos finais devem ser identificados e separados fisicamente (não necessariamente prédios separados) de outras matérias primas não conformes com o referencial, de forma a evitar misturas e contaminações.Para produtos destinados a portar o selo “VEGANO ORGÂNICO” o controle de insetos e roedores deve estar igualmente em conformidade com os regulamentos orgânicos.

8.CRITÉRIOS DE PUREZA DOS INGREDIENTES E PRODUTOS FINAIS

Os valores máximos admitidos para metais pesados (cádmio, mercúrio, chumbo, cromo, cobre, níquel, zinco, cromo total e cromo VI ) e para resíduos de pesticidas de síntese química (organoclorados, organofosforados, ditiocarbamatos) são os da regulamentação geral e, para produtos destinados a portar o selo ‘VEGANO ORGÂNICO”, conforme definidos nos regulamentos orgânicos. Outros pesticidas serão considerados caso a caso e as ações tomadas dependerão do tipo da substância ativa, nível máximo de resíduos tolerados em alimentos convencionais e persistência da substância encontrada.

9.CRITÉRIOS RELATIVOS AOS SISTEMAS DE PRODUÇÃO DE VEGETAIS

Deverão ser evitados os fertilizantes obtidos de ou que contenham farinhas de osso, carne, sangue, peixe, crustáceos e outros frutos do mar, dando preferência, para manter a fertilidade dos solos, ao uso de adubação verde, restos vegetais compostados e rotação de culturas; o uso de fertilizantes de síntese química deverá ser limitado, dando preferência aos fertilizantes minerais de fontes naturais e obtidos por processos físicos; deverão ser mantidas barreiras de isolamento com outros cultivos convencionais. Para produtos destinados a portar o selo “VEGANO ORGÂNICO” os sistemas de produção devem estar igualmente em conformidade com os regulamentos orgânicos.

A versão completa e revisada do referencial para atribuição dos selos “VEGANO” e “VEGANO ORGÂNICO” está disponível, sob demanda à:

ECOCERT BRASIL: tel: (48) 32328033 e.mail: ecocert@ecocert.com.brEste endereço de e-mail está protegido contra spam bots, pelo que o Javascript terá de estar activado para poder visualizar o endereço de email

SVB: tel: (48) 3234-8034 e.mail: svb@svb.org.brEste endereço de e-mail está protegido contra spam bots, pelo que o Javascript terá de estar activado para poder visualizar o endereço de email


O referencial para uso dos selos ‘VEGANO” e ‘VEGANO ORGÂNICO” é propriedade da SVB e da ECOCERT BRASIL. A reprodução parcial ou total é proibida, salvo se expressamente autorizada.

Salve a Amazônia

Olá,

O desmatamento e as queimadas da Amazônia são um problema bem debaixo do nosso nariz! Assistimos diariamente notícias alertando para o grave fato de que isso aumenta consideravelmente o aquecimento global.

Não podemos ignorar que a floresta amazônica (um dos nossos maiores patrimônios) está em chamas!

O Greenpeace foi à Brasília fazer um apelo às autoridades para que não fechem os olhos. Salve a Amazônia, Salve o clima era o que dizia a faixa sustentada por centenas de balões que carregavam uma urna com cinzas da floresta. Exigimos que o Brasil se comprometa com metas de redução do desmatamento.

Não feche você também os olhos para esse problema! Junte-se ao Greenpeace a defesa da Amazônia e do clima do planeta!

Obrigado,

Marcelo Marquesini


Copyright © 1998 - 2007 Greenpeace Brasil
Todos os direitos reservados - All rights reserved

Saúde do Beija-flor

Imagem: Este arquivo foi carregado no Wikimedia Commons, um acervo de conteúdo livre da Wikimedia Foundation. Veja a página descritiva da imagem para informações sobre a licença.

É comum quando gostamos de passáros, especialmente beija-flores, colocarmos-lhes água com açúcar nos bebedouros.


Entretanto saibam que ISSO MATA O BICHINHO.

Deixem- me explicar melhor:
O açúcar em contato com a água forma um fungo que traz doença, semelhante ao câncer, no biquinho do beija- flor.
A saída é comprar Thrill ou assemelhados, como o Néctar que é vendido nos supermercados e que já vêm adoçados sem adição de açúcar, garantindo, desta forma, a saúde do bichinho!
O pacote custa R$ 6,70 e dura 2 ou 3 semanas dependendo da quantidade de bebedouros que você tiver.

Além do mais você pode deixar a solução lá por 5 dias sem problemas, enquanto que a água com açúcar
tem que ser trocada diariamente, e o bebedouro deve ser fervido e muito bem limpo para não matar o beija- flor.

O mais impressionante é que NINGUÉM SABE DISSO, então, por favor, divulguem a informação pois é muito triste sabermos que as pessoas que gostam de cuidar dos beija-flores podem acabar provocando suas mortes.

Fonte: ERA (Escola de Reeducação Alimentar)

Aloe Vera (Babosa)


Algo mais sobre esta fantástica e milenar planta


A Babosa (ou Aloe Vera), por seus efeitos terapêuticos e regeneradores, é mencionada em passagens bíblicas e nos antigos hieróglifos egípcios, sendo utilizada por Alexandre Magno em suas conquistas como sendo o único paliativo para os ferimentos de guerra.


Atualmente a Aloe Vera está sendo redescoberta com a vantagem de que agora ela tem sido submetida a investigações mais seguras e profundas, nas quais são realizadas análises de laboratório e provas clínicas controladas que asseguram a eficácia em estudos oficiais sobre a Babosa.


E quais são essas propriedades que fazem da Aloe Vera um produto natural tão maravilhoso para a saúde e a beleza?


O Doutor Greg Henderson, diretor de uma clínica naturista, no Estado da Califórnia, apoiado em provas de laboratório, menciona as seguintes propriedades da Babosa:


1) FUNÇÃO INIBIDORA DE DOR:
A Aloe Vera reduz a dor ao ser aplicada no lugar do ferimento devido a sua grande capacidade de penetração, vantagem que não é encontrada na maioria de outros produtos.


2) AÇÃO ANTIINFLAMATÓRIA:
A Aloe Vera tem uma ação similar à dos esteróides como a cortisona, porém sem os efeitos nocivos que esta provoca. Por esta razão, pode utilizar-se em todos os transtornos inflamatórios, como a bursite, artrite, ou picadas de inseto.
Para um melhor efeito sobre a pele, coloque um algodão, empapado com o gel de Aloe Vera e cubra-o para evitar que se evapore. Um ponto importante a ressaltar é que a Aloe Vera não contém cortisona, mas contém enzimas e outros elementos que a tornam altamente antiinflamatória.


3) AÇÃO COAGULANTE:
Como a Aloe Vera contém alto conteúdo de cálcio e potássio, ela provoca a formação de uma rede de fibras que retém os eritrócitos do sangue, ajudando assim a coagulação e a cicatrização necessária. O cálcio é um elemento muito importante para o bom funcionamento do sistema nervoso e para a ação muscular, sendo um grande catalisador em todo o processo de cicatrização.


4) AÇÃO QUERATOLÍTICA:
Esta ação permite que a pele danificada ou ferida se desprenda, havendo uma renovação de tecidos com células novas. Permite que exista também um maior fluxo sanguíneo através de veias e artérias, livrando-as de pequenos coágulos.


5)AÇÃO ANTIBIÓTICA:
Comprovou-se que a Aloe Vera inibe a ação destruidora de muitas bactérias, como a Salmonella e os Staphylococcus que produzem o pus, etc. É um produto excelente para a eliminação bacteriana, bem como para sua prevenção.


6)AÇÃO REGENERADORA CELULAR:
A Aloe Vera possui o hormônio que acelera o crescimento de novas células e além disso elimina as células velhas.


Graças a presença de cálcio na Aloe Vera, as células podem manter seu equilíbrio interno e externo,
proporcionando assim melhor saúde celular a todos os tecidos do corpo, porque o cálcio regula a passagem dos líquidos nessas células.


CÂNCER DE PELE : A milagrosa Aloe Vera será uma arma contra o câncer de pele no futuro, assegurou o Dr. Faith Strickland, do Centro de Câncer Anderson, da Universidade do Texas. Ele também assegura que a Aloe evita que o sistema imunológico da pele se danifique.


Uma característica importante é que a Aloe contém 18 dos 23 aminoácidos essenciais que o corpo humano necessita para a formação de proteínas (as proteínas são cadeias formadas pela combinação de vários aminoácidos). Ademais, a Aloe contém minerais como o cálcio, fósforo, cobre, ferro, manganês, magnésio, sódio e potássio, que são elementos indispensáveis para o metabolismo e para a função celular.


7)AÇÃO ENERGIZANTE:
A Aloe Vera ajuda no bom funcionamento do metabolismo celular, isto é, ajuda na produção da energia que o corpo necessita. Além disso, devido a seu conteúdo de vitamina C, ela produz uma ação que melhora e estimula a circulação e o bom funcionamento do aparelho cardiovascular. A vitamina C não é produzida pelo organismo, por isso temos de buscá-la externamente. Esta vitamina é muito importante para o fortalecimento do sistema imunológico, do aparelho circulatório, do aparelho digestivo, intervindo na prevenção da maioria das
enfermidades, como se pode constatar em estudos sobre tal vitamina.


8)AÇÃO DIGESTIVA:
A Aloe Vera contém uma grande quantidade de enzimas. Algumas enzimas podem ser produzidas pelo organismo (ex.: pelo pâncreas), porém outras não o são, havendo portanto a necessidade de serem adquiridas externamente. Durante o processo digestivo, as enzimas transformam as proteínas, convertendo-as em aminoácidos; os carboidratos em açúcares (glicose) e as gorduras em ácidos graxos. E desta forma esses elementos transformados são absorvidos pelo intestino e levados à corrente circulatória.


9)AÇÃO DESINTOXICANTE: (Desintoxicação = eliminação + regeneração + assimilação) Devido ao potássio que a Aloe Vera contém, ela melhora e estimula o fígado e os rins, que são os principais órgãos de desintoxicação.
A Aloe contém ácido urônico, o qual elimina as toxinas ao nível celular.


A Babosa, ao ser ingerida pela primeira vez, tende a produzir um pouco de diarréia, devido ao fato de que ela produz uma limpeza inicial nos intestinos, tanto de bactérias quanto de alimentos que estão retidos nas alças intestinais ou nos divertículos.


10)AÇÃO REIDRATANTE DA PELE:
A Aloe Vera penetra profundamente na pele e restitui os líquidos perdidos, além de restaurar os tecidos danificados de dentro para fora, como acontece no caso das queimaduras, tanto as ocasionadas por fogo, por radiação ou pelo sol.


11)AÇÃO NUTRITIVA:
A Aloe Vera contém 18 dos 23 aminoácidos (componentes das proteínas) que o organismo necessita para formação de células e tecidos. Além disso, contém enzimas necessárias ao processamento dos carboidratos, das gorduras e das proteínas no estômago e no intestino.


A Aloe contém uma grande variedade de vitaminas, como a B1, B5, B12, A e C. Também contém minerais como cálcio, fósforo, cobre, ferro, magnésio, manganês, sódio e potássio.


12)AÇÃO TRANSPORTADORA:
A Aloe Vera é um veículo perfeito para transportar profundamente para dentro da pele outras substâncias ou elementos aos quais está combinada. Esta é a razão pela qual existam milhares de produtos cosméticos e medicinais misturados com Aloe Vera. Como exemplo podemos citar:


->Em combinação com eucalipto e jojoba, ela fornece um grande calmante para a dor, já que penetra nas três camadas da pele, chegando até a região muscular.


->Associada à própolis de abelha, nos dá um excelente creme para infecções da pele.


->Associada ao óleo de coco e a um bloqueador de raios ultravioleta nos dá um excelente protetor solar.


Lista das principais enfermidades e moléstias que a planta Aloe Vera ajuda a prevenir e controlar:


Acne / Úlceras pépticas e estomacais / Pressão alta / Dor de Cabeça / Pé-de-atleta / Insônia / Inflamações / Constipação / Colite / Disenteria / Problemas digestivos / Queimaduras de raios X / Estimulante da circulação / Infecções na pele / Congestão crônica do nariz / Anemia / Reumatismo / Ação coagulante / Ação adstringente /
Inibidor da dor muscular / Estimulante do crescimento / Queimaduras por fogo /Erupção cutânea / Esclerose múltipla / Veias varicosas / Artrite / Câncer digestivo e do cólon / Inflamação dos intestinos / Seborréia e alopécia / Dermatite / Tuberculose.


Além disso, possui excelente penetração na pele, ótima como regenerador celular, ação queratolítica (desprendimento de células mortas da pele), ação antibiótica, energizante, digestiva, desintoxicante, nutritiva, cosmética e reidratante da pele.


Nutrientes da Babosa (Resumo Final) :


Minerais Aminoácidos Aminoácidos Essenciais Não Essenciais Vitaminas
---------------------------------------------------
Cálcio Isoleucina Ácido aspártico Vit. A
Fósforo Fenilalanina Ácido glutâmico Vit. C
Cobre Treonina Alanina Vit. B1
Ferro Valina Prolina Vit. B5
Magnésio Leucina Histidina Vit. B6
Manganês Metionina Serina Vit. B12
Sódio Lisina Glicina
Potássio Triptofano Arginina
Tirosina
Olanina


Extraído de:
1) Graedon, J., 1981. "The people's Pharmacy". Oregon Journal. Portland. Or. Gjerstand ;
2) G. and Riner, T.D.1968. American Pharm. Vol. 140 (2) ;
3) Gates, G. 1975. My faorite plant Aloe-Vera. Am. Horticultural. Vol.54(5) ;
4) Swigget, H. 1968. Savila Newspaper. "San Antonio Express News".
sexta-feira, 23 de novembro de 2007

A Última Hora (The 11th Hour)



O documentário narrado e produzido por Leonardo DiCaprio aborda os desastres naturais causados pela própria humanidade. Mostra como o ecossistema tem sido destruído e o que é possível fazer para reverter esse quadro. Entrevistas com mais de 50 renomados cientistas e líderes como Stephen Hawking e o ex-primeiro-ministro soviético Mikhail Gorbachev ajudam a esclarecer essas importantes questões, assim como indicar alternativas possíveis à sustentabilidade.

A Última Hora (The 11th Hour)

# Informações Técnicas
Título no Brasil: A Última Hora
Título Original: The 11th Hour
País de Origem: EUA
Gênero: Documentário
Classificação etária: Livre
Tempo de Duração: 95 minutos
Ano de Lançamento: 2007
Estréia no Brasil: 30/11/2007
Site Oficial: http://www.11thhourfilm.com
Estúdio/Distrib.: Warner Bros.
Direção: Nadia Conners / Leila Conners Petersen

# Elenco
Kenny Ausubel
Janine Benyus
Leonardo DiCaprio ... Narrator
Sylvia Earle Ph.D.
Gloria Flora
Michel Gelobter
Mikhail Gorbachev
Thom Hartmann
Paul Hawken
Stephen Hawking
Wangari Maathai
William McDonough
Bill McKibben
Wallace J. Nichols
David Orr
David Suzuki
Greg Watson
Andrew Weil
James Woolsey

Segundo Curso de Alimentação Viva é concluído com almoço saudável

Chegou ao fim o 2º Curso de Alimentação Viva na Promoção da Saúde do ano, realizado pelo Terrapia. Durante três meses, cerca de 52 alunos aprenderam formas de promover a saúde através da alimentação natural com grãos, cereais em germinados e brotos. O curso, que devido a grande procura foi o segundo do ano, teve 216 horas de oficinas teórico-práticas. Para o encerramento das aulas, as coordenadoras promoveram um grande almoço de confraternização com grãos germinados, combinações de sementes, frutas, vegetais e legumes crus para a composição de pratos saborosos e saudáveis. As formas de cultivo e as combinações foram aprendidas pelos alunos durante o curso.



“Em todos as aulas recebemos a visita de amigos, parentes e alunos, aumentando o número de pessoas no curso”, revela a coordenadora do Terrapia, Maria Luiza Branco Nogueira da Silva. O 2º curso de Alimentação Viva contou com aulas de professores convidados, como os médicos homeopatas Neuci da Cunha Gonçalves e Françoise Berthoud e a socióloga Marly Winckler, presidente da Associação Brasileira de Vegetarianos.

Segundo a coordenação do Terrapaia, o público presente apresentou escolaridade diversa. "Tivemos de analfabetos à doutores participando do curso e também muitos profissionais de saúde de diversas áreas”, explica Maria Luiza. Ela ainda conta que, mesmo com a interrupção de algumas atividades, por vários motivos, o grupo se manteve e obteve resultados concretos de mudanças de hábitos de vida, principalmente os alimentares.

De acordo com as coordenadoras o próximo curso terá início em 2 de março de 2006, e as inscrições já podem ser feitas na Horta do Terrapia (CSEGSF/ENSP/Fiocruz). A coordenação acrescenta que oficinas estão sendo ministradas todos os dias da semana a partir das 8h30min e que ainda este ano os voluntários estão orientando algumas oficinas semanais com total autonomia, recebendo visitas, orientando grupos e ensinando a produção doméstica de sementes germinadas e brotos. “Essa é a base da Alimentação Viva”, conclui Maria Luiza.

(Fotos: Gutemberg Brito – SDE/ENSP)

Fonte: ENSP NOTICIAS

Consumo de Leite = leite adulterado


Fonte: OGlobo.com





Alimento contaminado mata 1,8 milhão por ano

A Organização Mundial da Saúde (OMS) alerta que cerca de 1,8 milhão de pessoas morrem no mundo por ano exclusivamente por causa da ingestão de bebidas e alimentos contaminados. De acordo com a entidade, pelo menos 200 casos de fraude e contaminação de grandes proporções são identificados a cada ano nos vários continentes, a exemplo do escândalo envolvendo leite longa-vida integral adulterado, revelado pela Polícia Federal há duas semanas. No caso brasileiro, porém, não foi identificado risco grave para a saúde.

Para a OMS, é evidente que a incapacidade dos países para assegurar plenamente a segurança dos alimentos está se agravando. Segundo a agência da ONU para a Saúde, questões como globalização do comércio de alimentos, urbanização, mudanças no estilo de vida, degradação ambiental, contaminação deliberada e desastres naturais estão incrementando os riscos do consumo, contrariando a expectativa de que avanços consolidados na tecnologia garantiriam produtos melhores.

"A produção de alimentos está mais complexa, gerando maiores oportunidades para a contaminação e o aumento de doenças", alerta a organização. As contaminações não ocorrem apenas nos países emergentes, como o Brasil. Nos países ricos, uma a cada três pessoas adquire uma doença decorrente da alimentação a cada ano. Nos Estados Unidos, os alimentos geraram 325 mil hospitalizações, 5 mil mortes e 76 milhões de incidentes apenas em 2005. Em média, contaminações e fraudes nos alimentos custam US$ 35 bilhões por ano apenas para a economia americana.


Fonte: Yahoo.com.br

Entrevista com a Dra. Gudrun Burkhard


gudrun.jpg

(Entrevista publicada no jornal Folha de São Paulo, suplemento Equilíbrio, em 25/1/01)

Quem é ela

Nome: Gudrun Burkhard.
Idade: 71 anos.
Profissão: Médica antroposófica, clínica-geral e terapeuta biográfica.
O que faz: Dá cursos de biografia humana para terapeutas e médicos no Brasil e na Europa.
Filosofia de vida: A cura das doenças só acontece quando o homem consegue mudar seus hábitos e harmonizar os lados intelectual e afetivo.

A idéia de que desequilíbrios da vida cotidiana contribuem para que doenças apareçam e influem na cura já foi incorporada pelo estabelecimento médico. Mas, quando se formou em medicina pela USP em 1954, a médica paulista Gudrun Burkhard teve de ir até a Suiça para estuda e como cabeça e corpo caminham lado a lado na busca pelo bem-estar. De lá para cá, Burkhard virou um dos gurus da medicina antroposófica no Brasil, fundou duas clínicas, escreveu 12 livros e formou dezenas de discípulos. Aos 71 anos, continua reclamando que a medicina clássica não enxerga o homem como um todo e insiste que mudanças de hábito são tão importantes para a cura quanto remédios de última geração. Leia abaixo os principais trechos da entrevista.

Folha – Como você entrou em contato com a Antroposofia?

Gudrum Burkahard – Quando me formei em medicina pela USP, em 1954, achei que precisava completar a formação clássica que havia recebido na faculdade. Nós tínhamos uma visão unilateral das doenças e da cura, sem considerar a individualidade de cada paciente, ignorando que o homem não era só um corpo físico, que ele também sentia, pensava e agia. Pouca gente na época dava importância à influência de fatores psicológicos no desenvolvimento da doença e na busca da cura. Fui, então, para a Suíça, onde havia uma clínica que já trabalhava com medicina antroposófica desde a década de 20. Fiz minha pós-graduação lé e, em seguida, voltei ao Brasil e comecei a atender em consultório particular.

Folha – Quem eram seus pacientes?

Burkhard – Eu atendia basicamente doentes crônicos, com câncer, esclerose múltipla, que não se sentiam satisfeitos com a resposta dada pela medicina clássica. Atuava também como clínica-geral, atendia do bebê ao avô. Em 69, fundei com meu marido a Clínica Tobias, só de medicina antroposófica. Lá, os pacientes crônicos ficavam semanas internados para revitalização e desintoxicação alimentar. Como o número de pacientes com estresse cresceu muito, abrimos outra clínica em 83, a Artemísia, para atender quem precisava de descanso e revitalização para resgatar a própria vida.

Folha – Como é o trabalho na Artemísia?

Burkhard – Os pacientes vão para lá para fazer o biográfico, que é um processo terapêutico no qual eles revêem seus passos de maneira que possam trilhar melhor o futuro. Também passam por reestruturação alimentar para desintoxicar o corpo e por outras terapias, como massagens e compressas.
Folha- A alimentação é tão importante assim?

Burkhard – As pessoas devem se alimentar de acordo com o estilo de vida que levam, e a dieta deve ser adequada ao trabalho. Não é tão importante quanto você come, mas o que come. Quem faz um trabalho mais intelectual não deve comer frituras nem carnes porque o organismo fica ocupado com a digestão e a cabeça não funciona tão bem. Essas pessoas devem comer grãos integrais e alimentos ricos em vitamina D e fósforo. Já quem trabalha mais com o físico deve adotar uma diética energética, abusar de massas e outros alimentos ricos em hidrato de carbono e com muita vitamina B.

Folha – Maus hábitos no dia-a-dia adoecem alguém?

Burkhard – Claro. Alimentação errada, falta de equilíbrio entre o lado afetivo e o profissional, uma vida cheia de conflitos, tudo isso influencia a saúde física do homem. Os desequilíbrios provocam distúrbios psicossomáticos, que podem resultar em estresse ou até câncer. A doença aparece para alertar que existe um desequilíbrio, e só o uso de remédios não vai resolver o problema. É preciso mudar os hábitos. Só que a maioria das pessoas ainda não se dá conta da importancia de os vários campos da vida estarem em harmonia. Tem gente que desenvolve muito o plano intelectual, mas deixa o sentimental de lado. Essa desarmonia cria espaço para que as doenças apareçam. Para ser saudável, é preciso descobrir se a pessoa obtém realização pessoal no trabalho, nas relações familiares, se ela tem tempo para fazer as coisas de que gosta ou se vive sempre em conflito.

Folha – Se a doença levar a hábitos mais saudáveis, então ela não é de todo ruim…

Burkhard - A doença é um alerta para mudar o ritmo do dia-a-dia. Fatores psicossomáticos afetam o corpo físico, a doença se manifesta, e a pessoa é forçada a dar uma parada obrigatória. O ideal seria que fizéssemos pequenas paradas espontâneas para ver como está a vida, mas ninguém faz isso. Quem leva uma vida cheia de desarmonia e não pára de vez em quando para corrigir o caminho que está trilhando termina sendo obrigado a parar quando a doença surge. Essa parada pode ser uma grande oportunidade para olhar para trás e ver o que está em desacordo com os desejos da pessoa.

Folha – E como se dá a cura?

Burkhard – O processo de cura começa com a busca do conhecimento interno, que é feito com o biográfico. Também damos aos pacientes a oportunidade de se expressarem pela pintura, modelagem, música. Cada um vai descobrindo aquilo que gosta, o que incomoda. O biográfico não é só uma forma de diagnóstico, é um processo altamente terapêutico. O autoconhecimento é fundamental para conseguir bem-estar e saúde. Você precisa conhecer as diversas paisagens por onde já passou para poder redirecionar o futuro adequadamente.

Suco de Luz do Sol

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Ingredientes:

1 maçã orgânica picada com casca e sem semente

1 pepino médio

3 folhas de couve ou outra hortaliça verde escura

3 ramos de hortelã, capim limão ou erva cidreira

1 mão de grãos germinados

1 raiz como gengibre ou cenoura

1 legume como batata-doce ou inhame

Como fazer:

Coloque a maçã picadinha no liquidificar e use o pepino como socador até que o primeiro líquidos se forme. Coe e volte para o liquidificador. Acrescente os grãos germinados, as folhas verdes, o legume e a raiz. Coe num coador de pano e beba logo em seguida.

Agrião

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O agrião é tão eficaz que não se deve usa-lo diariamente, a não ser para tratamento dos brônquios, durante períodos limitados. A quantidade de ferro, iodo e vitaminas que contém faz passar para a água em que é deixada de molho uma boa parte de sua força; por isso, uma receita para a carência de ferro e para a depuração do sangue é chamada Água de Agrião:

Em um copo de água na temperatura ambiente mergulhar folhas de agrião. Cobrir o copo e deixa-lo no quarto de dormir. De manhã, coar e bebe-la sem açúcar.

As propriedades terapêuticas do agrião combatem o raquitismo, o ácido úrico e as doenças do pulmão, agindo na purificação do fígado e do estomago.Os fumantes devem fazer uso do agrião, uma vez por semana, para a desintoxicação do organismo. O seu suco, adoçado com mel é um excelente xarope para combater bronquite, tosse, tuberculose pulmonar e toda sorte de enfermidades catarrais. Usa-se em saladas para combater a diabetes, e o consumo diário para os que sofrem de acido úrico.

Alimentos Vivos

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Alimento vivo: o chip da vida
Suco verde, grãos germinados, arte na horta: a professora Ana Branco ensina a brincar com a comida e depois comer a arte que revitaliza o corpo e a alma

Por Alessandra Nahra

Ana Branco é uma professora diferente. Para começar, ela desafia a antiga lei doméstica que sempre proibiu as crianças de brincar com a comida. Ao contrário, Ana Branco é uma mãe para esses “arteiros”: ela ensina e estimula seus alunos (já bem crescidinhos) a brincar de fazer arte com a comida. Uma brincadeira com muito amor e respeito pela Terra, a mãe de todos nós e de frutos que oferece tão generosamente para que tenhamos o alimento, a vida, a brincadeira.

Professora do Departamento de Artes da PUC-Rio desde 1981, Ana Branco orienta o BioChip, grupo que investiga as cores e a recuperação da informação através do desenho com modelos vivos. Estes modelos vivos são rabanetes, abacates, mangas, alfaces, cenouras - sementes, frutas e hortaliças, de preferência fresquinhos. Com os alunos, Ana vai até hortas orgânicas onde “conversar” com os vegetais. Trocando e recebendo informações direto da fonte original, a arte nasce da vida. “Através da interação dos modelos vivos com o observador, são feitas leituras quanto às suas formas, cores, sabores, texturas e odores. Os frutos da Terra recuperam no nosso corpo informações matrísticas, que podem ser decodificadas a partir do contato direto, não verbal, presente nos alimentos vivos”, explica o folheto do BioChip. Em outras palavras, os alunos fazem arte com a comida viva e depois apreciam com todos os sentidos, incluindo o paladar, o gosto que a arte tem.

Mas por que se chama BioChip? “Chips de computadores são moléculas de água que contém silício. Sementes também. Dentro delas, há informações sobre a vida na Terra. O contato com o chip vivo recupera o processo criativo do humano, nos reconectando com os outros, com os animais e com o planeta”, explicou Ana em recente palestra em Porto Alegre, durante o Fórum Social Mundial.

As idéias de Ana ultrapassam os limites da academia, gerando arte viva que flui para dentro das pessoas. É isso que se percebe ao vê-la em ação, explicando com o corpo e coração a missão da sua vida. Ana Branco come diferente da maioria dos humanos contemporâneos e economiza um dinheirão em gás. É que ela nunca cozinha - mas isso também não quer dizer que come fora todos os dia. Ana só come Alimentos Vivos, ou seja, crus e brotados. Segundo ela, cozinhar alimentos rompe a molécula de água que reveste o silício - e aí, já viu: adeus informação, adeus BioChip. O chip perde a água molecular e a informação não é mais acessada. O que equivale dizer que a conexão com a Terra se rompe e o homem se mantém em processo de dormência. “E isso é interessante para a manutenção da guerra em que vivemos, para a relação de ataque e defesa que estabelecemos dentro de nosso eco-sistema, de nosso corpo. Só que agora acabaram-se as guerras e vamos ter que re-aprender a viver em paz, como nascemos”.

As sementes, alcalinas, começam a se acidificar assim que se afastam da planta. Este processo acontece com quase tudo que alimenta o mundo. Transformamos, cozinhamos, congelamos, microondeamos a comida. “Pela acidificação nós nos desnaturamos, nos afastamos da natureza, a do planeta e a nossa. Esquecemos que somos mamíferos, alegres, cooperativos. Adoecemos porque nos afastamos da origem. Os alimentos cozidos desencadeiam no organismo humano estruturas viciantes. Isto é, cada vez mais o organismo deseja doses mais ácidas, e essa acidez gera euforia e depressão exatamente como acontece com as drogas.”

Então Ana pesquisou e agora ensina maneiras de trazer a vida de volta à nossa vida. Ela não recomenda que ninguém pare de comer do jeito que come e opte imediatamente pela alimentação crua, porque, segundo ela, nossa intoxicação é imensa e seria um choque para o organismo, tal qual uma desintoxicação de drogas pesadas. “Dentro da Alimentação Viva, tudo o que estamos acostumados a comer são drogas: açúcar branco, mascavo, pão integral com tofu, peixe grelhado, caldinho de feijão com arroz, biscoito de água e sal, sorvete de creme etc”. Isso porque os alimentos industrializados e as misturas de amido com proteína são altamente acidificantes, causando dependência. Mas Ana não “prega” a sua maneira de alimentação. Segundo ela, é “só para os que escolhem ser o que sempre foram”. No entanto, ela dá receitas para que qualquer pessoa possa incorporar a força dos alimentos vivos no dia-a-dia, mesmo que não tenha intenção nenhuma de abandonar as delícias cozidas.

As duas principais ferramentas são os grãos germinados e o Suco de Luz do Sol. “Precisamos fazer o caminho contrário do que fizemos até aqui, pelo qual acidificamos ao máximo nossa comida. Quando a semente germina, torna o solo e tudo o mais alcalino, e alcalinização é igual à revitalização. Quando molhamos a semente, a dormência se rompe e libera a informação, ampliando o valor nutritivo em 20 mil vezes”. Sementes e grãos germinados são a base da alimentação de Ana. Puros, misturados, transformados em…

…Suco de Luz do Sol, que vem a ser clorofila pura, luz do astro rei que alimentou e foi transformada pelas plantas verdes. “Esse tipo de alimento é capaz de mudar o comportamento das pessoas, por causa da oxigenação intensa do cérebro”. O suco verde entra no sangue e em 15 minutos se transforma em hemoglobina, acelerando processos de cura e desintoxicação. “Tomando o suco de Luz do sol todos os dias, voce vai aos poucos recuperando quem voce sempre foi. Nào precisa ter pressa, basta ter ritmo”. E é um remédio poderoso, diz Ana, que pode curar tudo. Dor de cabeça, dor de barriga, pele seca, diarréia, cocô duro, gripe - das mais fáceis até as mais difíceis. Aids? Cura, garante Ana. Câncer? Cura também. A pessoa está em coma? É só levar o liquidificador para a UTI e dar suco de Luz do Sol de hora em hora até que a pessoa levante do transe. Ana garante. Ela já viu. E você pode ler nos depoimentos no site dela, clicando aqui.

E depois? Depois é passar adiante a informação para quem precisa do santo remédio. Porque, não se engane, é presente da mãe Terra, é presente de Deus, quase de graça (moço, quanto custa a folha de abóbora?), independente e auto-suficiente. Presente baratinho porém mais valioso que muito diamante quando a maior riqueza é saúde e vida vibrante e criativa, atributos naturais dos mamíferos - e por tudo isso, por esse tesouro reconectado, estamos desde agora sempre plenamente agradecidos…

Receitas: Suco de Luz do Sol e como germinar

Liquidifique um pepino pequeno e uma maçã grande sem sementes. Não coloque água nenhuma, bata com a ajuda de um socador ou colher de pau (cuidadosamente), para extrair o líquido das hortaliças. Então coe num coador de pano e coloque o líquido de volta no liquidificador. Acrescente o legume e a raiz, que podem ser cenoura, abóbora, maxixe, batata doce, inhame, quiabo, couve-flor, abobrinha, nabo beterraba etc. (Procure variar as hortaliças e privilegie as de produção orgânica.) Bata e coe novamente. Acrescente as folhas verdes, que podem ser couve, folha de abóbora, folha de beterraba, folha de cenoura, espinafre, bertalha, chicória etc; quanto mais verde, melhor. Ponha agora os grãos germinados (trigo, girassol, painço, soja, linhaça, gergelim, arroz, amendoim, ervilha etc). Bata tudo, coe no coador de pano e beba imediatamente. Em pouco tempo esse suco se transforma em hemoglobina dentro do corpo.

Para germinar grãos:

1. Colocar de uma a três colheres de sopa de grãos num vidro e cobrir com água limpa.

2. Deixar de molho por 8 a 12 horas.

3. Cobrir a boca do vidro com filó e prender com elástico. Despejar a água em que os grãos ficaram de molho e enxaguar bem os grãos sob a torneira.

4. Colocar o vidro inclinado num escorredor num lugar sombreado e fresco.

5. Enxaguar pela manhã e á noite. Em dias quentes é preciso lavar mais vezes.

O tempo de germinação varia de acordo com o grão, temperatura etc. Em geral, estão com sua potência máxima logo que sinalizam, assim que põem o “rabinho” para fora. Então estão prontos para serem consumidos.

Fonte: “Você sabe se alimentar?”; Dr. Soleil, Ed. Paulus

A comida não é mais a mesma


Nas últimas oito décadas, com a industrialização acelerada e o direcionamento da economia para o consumo de massa, a humanidade passou a experimentar mudanças em seus hábitos alimentares que refletem hoje na qualidade de vida e na saúde das pessoas. Segundo Hector Ricardo Ojunian, especialista em medicina psicossomática, professor da UniSantos e autor do livro Somos o que comemos, como comemos e com quem comemos, essas mudanças foram determinantes para o aparecimento de males que acompanham o homem moderno e que podem ser evitados com uma alimentação correta e uma análise constante de suas emoções.

"Faça de seu alimento seu remédio", o conceito de Hipócrates, considerado pai da Medicina, continua atual. "Para se estar bem, o ser humano precisa comer quando tem fome, beber quando tem sede, dormir quando tem sono, o que parece óbvio demais, mais é uma idéia simples que raramente é seguida", constata o Dr Hector Ojunian.

"Somos dependentes químicos de sal, açúcar e agridoce. O lobby da alimentação sempre terá estes três sabores", diz Hector Ojunian, acrescentando a esta lista o sedentarismo, que considera o mal do Século 21. O homem passou a contar com elevador, controle remoto, celular, carro, aparelhos eletrodomésticos, enfim, uma parafernália de coisas que, ao lhe facilitar a rotina, diminui sua necessidade de movimentação.

Segundo o médico, já está provado que a qualidade de vida após os 65 anos de idade está atrelada 53% ao estilo de vida; 20% ao meio ambiente; 17% à genética e 10% à assistência médica. "Comer corretamente é uma arte. Qualquer tipo de indivíduo pode estar se alimentando errado, mas não necessariamente estar acima do peso".

Para manter um corpo saudável, Hector Ojunian recomenda evitar conservantes, acidulantes, sal, açúcar, "é importante controlar tudo o que ingere e pesquisar onde você comprou, evitando o que não seja perecível. Lembre-se que o único patrimônio real é você".

Oito mudanças radicais na alimentação em oitenta anos

Proteína animal – o consumo de proteína vegetal foi sendo substituído por proteína animal. "O consumo da carne bovina é estimulado, pois gera muita renda. O cereal, que era para o consumo humano, foi desviado para consumo diário do gado. Para cada quilo de carne produzido foram consumidos 7 quilos de cereais e 20 mil litros de água potável", diz o médico.

Gordura animal – é a mesma situação, além de dar mais lucro do que a gordura vegetal, tem o apelo de deixar a comida mais saborosa. Ela também está contida nos laticínios.

Sal – o recomendável é consumir uma colher chá por dia no máximo, pois o sódio já está contido em todos os produtos naturais. Salgar os alimentos é um vício que adquirimos desde que nascemos. "Houve um tempo na história em que o sal era imprescindível para a manutenção da vida, pois as pessoas dependiam dele para conservar a carne que serviria de alimento durante o inverno rigoroso. Mas não é mais o caso. O sal interfere na diurese, daí o alto consumo de diurético no planeta. O melhor diurético é comer sem sal".

Açúcar – apesar de o consumo doméstico vir diminuindo, o grande perigo é o açúcar invisível, embutido em todo alimento processado, por ser um excelente conservante. Usa-se açúcar refinado, o que inclui o mascavo, desde o século 19. O refinamento de qualquer alimento aumenta sua durabilidade, por isso o produto integral costuma ser mais caro e mais perecível. Até o cigarro contém 5% de melado de açúcar em sua composição.

Calorias a mais – A troca de alimentos integrais por produtos industrializados fez aumentar a quantidade de calorias ingeridas, mesmo que a quantidade no prato seja a mesma. E pior: calorias sem fibras.

Fibras – o seu consumo foi reduzido, principalmente em leguminosas, e substituído por derivados animais. A falta de fibra diminui o volume e a consistência das fezes, provoca constipação crônica (o normal é evacuar uma a duas vezes por dia), doença diverticular, hemorróidas, aumento do colesterol e até câncer de colo.

Álcool – aumentou o consumo de álcool, que tem como conseqüência física a cirrose hepática, "mais sério ainda são os acidentes de trânsito provocados por motoristas alcoolizados. Beber socialmente, como dizem, tudo bem, o problema é que os adolescentes estão bebendo doses cada vez mais elevadas e achando ótimo. As primeiras células que o álcool apaga são as da inteligência".

Pesticidas, agrotóxico, antibióticos – são drogas usadas na criação de animais e nas plantações para acelerar a reprodução. Elas ficam contidas nos alimentos que ingerimos.

Alfabetização emocional

O analfabeto emocional, na visão de Hector Ojunian, é todo individuo que só pensa e não age. "Saúde é o equilibro físico, mental, econômico, social e meio ambiental. O mau gerenciamento do processo de estresse ocasiona, inconscientemente, a somatização como um mecanismo de defesa". E aí a doença aparece.

A doença, diz, está baseada em um tripé: a culpa, o preconceito e a preocupação com "o que dirão". Isto afeta os indivíduos de um modo semelhante por toda a vida. "Vivemos dizendo coisas que não pensamos e pensamos coisas que não dizemos, o problema começa quando isso vai se acumulando e tomando a forma de doenças como asma, hipertensão, obesidade ...".

A maioria das pessoas tem medo de mudar porque para isso terá que atravessar processos exigentes como perdas, abandonos ou desistência das histórias das quais já estão muito íntimas. "Para que façam essa travessia têm que admitir que precisam de ajuda, vencer a resistência de expor sua história e reciclar o lixo emocional que juntaram no decorrer da vida", ensina o médico, que indica três providências para agregar qualidade à vida hoje e amanhã: conquistar a independência financeira, não engolir sapos e praticar musculação.

Corpo dá sinais de alerta

Da mesma forma que criamos nossas doenças, também podemos promover nosso equilíbrio, garante Ojunian. É necessário prestar atenção aos pequenos sinais e sintomas leves como tremor, falta de ar e palpitações, insônia, taquicardia, dores de cabeça, anorexia, comer compulsivo, que são alarmes avisando que entramos em somatização. "A doença aparece como um alerta para avisar o que o individuo esta vivendo mal sua história de vida. O colesterol sobe quando a pessoa pensa, pensa e não age".

O médico diz que a maioria das pessoas somatiza suas doenças, à exceção das doenças psiquiátricas, das anomalias genéticas e das pessoas que vivem em situação de exclusão social, que pela própria condição econômica tem a saúde afetada.

Obesidade- Problema que já se tornou epidêmico, um dos motivos do excesso de alimentação, afirma o médico, é a insatisfação existente em outras áreas da vida do individuo, que vai procurar satisfação em algo que é permitido, ao mesmo tempo em que se auto-agride. "A obesidade é seguramente um problema de falta de informação. Saber o que está acontecendo com o seu corpo, como e por que a obesidade se instalou, qual o melhor modo de enfrentar a questão é fundamental para a conscientização e posteriormente uma tomada de decisão para emagrecer. Muitas vezes é mais fácil mudar uma dieta do que uma história de vida".

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Fonte: JornaldaOrla.com.br

Suco de clorofila e mousse de chocolate estão entre as receitas da alimentação viva

Publicada em 12/11/2007 às 16h00m

Maria Vianna, especial para O Globo Online

RIO - O paladar é diferente, mas em pouco tempo dá para se acostumar e até preferir os alimentos naturais. Aprenda a fazer o suco de luz do sol - rico em clorofila e um dos símbolos da alimentação viva - e uma mousse de chocolate com morango. Para fazer as receitas a seguir, é preciso ter um liquidificador ou uma centrífuga.

Suco de luz do sol (clorofila)

Ingredientes:

1 maçã orgânica picada com casca e sem semente

1 pepino médio

3 folhas de couve ou outra hortaliça verde escura

3 ramos de hortelã, capim limão ou erva cidreira

1 mão de grãos germinados

1 raiz como gengibre ou cenoura

1 legume como batata-doce ou inhame

Como fazer:

Coloque a maçã picadinha no liquidificar e use o pepino como socador até que o primeiro líquidos se forme. Coe e volte para o liquidificador. Acrescente os grãos germinados, as folhas verdes, o legume e a raiz. Coe num coador de pano e beba logo em seguida.

Mousse de chocolate 'vivo'

Ingredientes:

1 abacate

Cacau em pó sem açúcar

Mel

10 Morangos

Como fazer:

Bata no liquidificador o abacate com seis colheres de sobremesa de cacau em pó. Adoce com o mel. Coloque a mousse em taças e decore com os morangos.

Curiosidade: Ecogastronomia


fonte: Slow Food Brasil

O movimento Slow Food representa a união entre a ética e o prazer da alimentação com uma palavra: ecogastronomia. Restitui ao alimento sua dignidade cultural, favorece a sensibilidade do gosto e luta pela preservação e uso sustentável da biodiversidade. Protege espécies vegetais e raças animais, contribuindo com a defesa do meio ambiente, da cozinha típica regional, dos produtos saborosos e do prazer da alimentação.

O Slow Food preconiza o reconhecimento da importância do prazer aliado à alimentação. Devemos aprender a apreciar a larga gama de receitas e sabores e reconhecer a variedade de lugares e pessoas cultivando e produzindo alimentos. Devemos respeitar os ritmos das estações e da convivialidade.

Além disso, a receita desenvolvida por Carlo Petrini e os membros do Slow Food propõe um novo senso de responsabilidade na busca do prazer. Demanda que todos têm o direito de aproveitá-lo. O Slow Food chama este conceito de Ecogastronomia. É uma atitude capaz de combinar o respeito e interesse na cultura enogastronômica com apoio para aqueles que lutam para defender os alimentos e a biodiversidade agrícola no mundo todo.

Ainda dentro do princípio da ecogastronomia, o Slow Food apóia um novo modelo de agricultura, que é menos intensivo e mais saudável e sustentável, com base no conhecimento das comunidades locais. Este é o único tipo de agricultura capaz de oferecer formas de desenvolvimento para as regiões mais pobres do nosso planeta.

Por esta razão o Slow Food está comprometido a salvaguardar alimentos, matéria-prima e métodos tradicionais de cultivo e transformação dos alimentos. Luta para defender a biodiversidade de variedades sejam elas cultivadas ou selvagens, e proteger os locais de convívio que formam a herança cultural devido ao seu valor histórico, artístico e social.

Considerando uma variedade de fruta ou um prato tradicional local, não é possível ignorar sua relação com a história, cultura e ambiente de onde se originou. Portanto, o Slow Food estressa a importância da produção agrícola para manter o equilíbrio de respeito e troca com o ecossistema. É por isso que o Slow Food foi definido como um movimento de eco-gastrônomos.

http://terramadre.slowfoodbrasil.com/

Anvisa propõe limites no uso de edulcorantes


A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) mantém aberta até 25 de novembro uma consulta pública a respeito de uma nova regulamentação para estabelecimento de doses máximas de edulcorantes para alimentos industrializados. O documento traz uma tabela contendo os adoçantes, como são conhecidos, os produtos aos quais podem ser adicionados (bebidas, alimentos, gomas de mascar etc.) e a “ingestão diária aceitável” (IDA).

De acordo com a Anvisa, a IDA (expressa em mg da substância/kg de massa corporal) “é a estimativa da quantidade máxima que uma substância pode ser ingerida, por dia e durante toda a vida de uma pessoa, sem oferecer risco à saúde. A IDA é definida de acordo com os conhecimentos científicos disponíveis na época da avaliação toxicológica do aditivo”.

O documento traz os edulcorantes mais conhecidos, como aspartame, sacarina e sucralose, mas também outros menos populares, como taumatina, neotame, lactitol e outros. Quem desejar fazer sugestões de modificação da tabela ou do texto pode enviá-las diretamente à Anvisa.

Fonte: Nutritotal

Leite materno turbina o QI do bebê

por Nikhil Swaminathan

pela Sciam

Segundo um novo estudo, a criança amamentada possui uma variante gênica que ajuda a processar os ácidos graxos

A inteligência é inata ou influenciada pelo ambiente? Essa discussão está em pauta há mais de um século. Uma das questões mais recentes na batalha entre natureza x criação está o efeito do leite materno sobre o QI.

Pesquisas demonstraram que os ácidos graxos no leite humano podem influenciar o desenvolvimento cerebral. Utilizando esses dados como ponto de partida, um grupo de cientistas liderado por uma equipe do Instituto de Psiquiatria do King´s College London resolveu investigar como a constituição das crianças interage com o leite materno a ponto de afetar sua inteligência.

Os resultados, publicados no Proceedings of the National Academy of Science USA, revelam que o aleitamento materno pode turbinar o quociente de inteligência de um bebê se o recém-nascido possui uma versão específica de um gene, o FADS2 (sigla em inglês para desaturase 2 de ácido graxo), que afeta o processamento dos ácidos graxos.

quinta-feira, 22 de novembro de 2007

Campanha de ex-mulher de McCartney liga carne a efeito estufa

Campanha Hot!
Heather Mills acusa a imprensa de tratá-la pior que assassinos
A Organização Não-Governamental Viva! lançou nesta semana a campanha "HOT!" (quente, em tradução literal) para convencer mais pessoas a deixar de comer carne – como forma de combater o aquecimento global.

À frente da campanha está a ex-mulher do astro Paul McCartney, Heather Mills, uma das líderes do grupo e que aparece nos cartazes e out-doors, inclusive em uma brincadeira com o fato de ela não ter uma perna.

"You haven't got a leg to stand on!" (você não tem uma perna para te sustentar, em tradução livre) – é o que diz um dos cartazes, endereçado a pessoas e organizações que se consideram ambientalistas, mas não são vegetarianas.

Em outro cartaz ela aparece diante de terras desertificadas ao lado da mensagem "Hey Meaty! You're making me so hot!" (ei, carnívoro, você está me deixando tão quente!, em tradução livre).

A campanha é baseada em estatísticas publicadas em um relatório da agência de Alimentação e Agricultura da ONU e em um estudo da própria ONG Viva!.

Efeito estufa

De acordo com os estudos, a criação de gado para corte e laticínios é a segunda atividade que mais emite gases do efeito estufa, atingindo 18% do total.

A propaganda compara este número com as emissões combinadas de todos os meios de transporte, que ficariam em 13,5% do total.

"Essas atividades são a maior causa de extinção de florestas e de desmatamento de florestas: 70% da Amazônia desmatada é usada como pastagem e os outros 30% para o cultivo de forragem para animais", diz a campanha da Viva!

Nas palavras de Heather Mills, a criação de animais para abate e laticínios "é hoje uma das maiores ameaças ao nosso planeta".

A ex-modelo está no meio de um processo de separação de McCartney, com quem teve uma filha, e recentemente acusou a imprensa de tratá-la pior do que pedófilos e assassinos.

Fonte: BBC Brasil

quarta-feira, 21 de novembro de 2007

ESPELHO MEU…?


Depois da morte, no último ano, de duas modelos brasileiras por anorexia mental, Madrid e Milão tomaram a louvável atitude de banir dos seus desfiles de moda modelos supermagras, isto é, modelos com índice de massa corporal abaixo de 18 kg/m2 (segundo a Organização Mundial de Saúde, são considerados de baixo peso indivíduos com índice inferior a esse valor).

Comer deixou definitivamente de ser um acto inocente. Nunca como agora houve tanta consciência dos efeitos que a alimentação tem na nossa saúde física e mental (no nosso corpo e na nossa imagem corporal). Hoje em dia, comemos não apenas para nos alimentarmos, mas também para sermos mais: mais atraentes, mais jovens, mais saudáveis, mais inteligentes, mais longevos, etc, etc.

A busca da silhueta ideal imposta pelos média tem conduzido aos maiores disparates alimentares. A anorexia, a bulimia e a obesidade são consequências de maus comportamentos alimentares. As anoréxicas e as bulímicas (uso o feminino plural porque são geralmente raparigas, as portadoras destes distúrbios - nove raparigas/um rapaz) são vítimas de medo excessivo de engordar. Os seus comportamentos vão da privação total de alimentos, forma adoptada pelas anoréxicas, até à restrição alimentar alternada com hiperfagia (ingestão excessiva de alimentos), forma adoptada pelas bulímicas. Mas estes dois tipos de comportamento ocorrem igualmente com os obesos que podem experimentar os efeitos nefastos do jejum, quando tentam perder peso, e de hiperfagia descontrolada, quando desistem da sua dieta. Em qualquer dos casos, tais comportamentos geram angústia e infelicidade, que abrem caminho a novas crises, entrando em ciclos viciosos.

A obrigação de ter de parecer uma ninfa pode também ser responsável por distorções psicológicas com graves consequências na auto-estima. Mulheres clinicamente normais, quer dizer, com peso adequado à sua altura, sentem-se muitas vezes, gordas e feias devido à pressão social. Baseada neste fundamento, a Dove, conhecida marca de cosmética, pôs em marcha um inquérito à escala global, em que foram entrevistadas 3200 mulheres de dez países. O estudo revelou que apenas dois por cento das mulheres se achavam bonitas e que cerca de metade se julgavam demasiado gordas. Na sequência, a Dove decidiu lançar no ano passado uma campanha pela beleza real cujo “slogan” era “mulheres reais têm curvas reais”. A ideia era ajudar as mulheres que não têm um corpo de “top-model” (obviamente a esmagadora maioria) a realçar e a apreciar a sua própria beleza. Repare-se que cada cultura tem os seus padrões de beleza e cada um de nós herda dos progenitores ancas largas ou estreitas, pernas curtas ou longas, troncos curtos ou longilíneos, cinturas estreitas ou largas, enfim cada ser humano é único e irrepetível, com o seu encanto próprio pelo que não podem gerar-se sentimentos de inferioridade. Cada mulher deve achar-se bonita tal como é!

Nem gordura é formosura nem magreza é beleza. No meio é que está a virtude. E é esse meio que temos todos, mulheres e homens, de procurar para nos olharmos, felizes, diante de um espelho! Espelho meu...?

Fonte:

ANA CARVALHAS
Coimbra, Portugal
Nutricionista U.P; Consultora F.P.Cardiologia (Centro); Nutricionista futebol profissional AAC-OAF Consultas Nutrição Clínica em: Coimbra

STEVIA


Nome científico Stevia rebaudiana Bertoni Fotos ampliadas 1 | 2 Família Compostas Sinonímia popular Azuca-caá, caá-jhe-hê, caá-yupi, caá-ehé Sinonímia científica Eupatorium rebaudianum Bertoni Parte usada Folhas Propriedades terapêuticas Hipoglicemiante, hipotensora, diurética , cardiotônica, tônica para o sistema vascular, antiflogística Princípios ativos Glicosídeos, Esteviosídeo (5 a 10%),Rebaudiosídeo (2 a 4%), Dulcosídeo, Saponinas, Óleo essencial, taninos Indicações terapêuticas Diabetes, hipertensão arterial, azia, baixar ácido úrico, reumatismo, fadiga, depressão, insônia, emagrecimento

Informações complementares

Outros nomes populares
Capim-doce, eura-caá, erva-adocicada, erva-doce, estévia, folha-doce, planta-doce.

Origem
Paraguai

Uso medicinal
O uso na forma de chá impede a absorção do açúcar pelo intestino, sendo benéfico aos portadores de diabetes, que podem reduzir a quantidade de insulina tomada diariamente. Deve ter acompanhamento médico.

O uso também é benéfico para quem quer regular o açúcar da dieta habitual. Nos casos de hipertensão arterial, atua como elemento regulador.

Cita-se também como tônico para o coração, contra obesidade, hipertensão, azia e para baixar os níveis de ácido úrico. Tônico para o sistema vascular, razão pela qual se torna útil nos casos de reumatismo e hipertensão.

Exerce também efeito calmante sobre o sistema nervoso, eliminando a fadiga, a depressão, a insônia e a tensão, estimula as funções digestivas e cerebrais e age como antiflogística.

Como substitui perfeitamente o açúcar, sem alterar o nível normal de glicemia, e favorece a eliminação de toxinas, é recomendada nos regimes de emagrecimento.

Os constituintes responsáveis pelas propriedades adoçantes de suas folhas são os glicosídeos, sendo o mais doce o esteviosídeo, que tem um poder adoçante 300 vezes maior que o da sacarose e pode representar até 18% da composição total da folha.

Dosagem indicada
Diabetes
Em 1 xícara (chá), coloque 1 colher (chá ) de folhas secas, bem picadas e adicione água fervente. Abafe por 10 minutos e coe. Tome 1 xícara (chá) 2 vezes ao dia, entre as refeições.

Refrigerante para diabéticos
Coloque 1 colher (sobremesa) de folhas secas, bem picadas, em 1 copo de água em fervura. Desligue o fogo e deixe em repouso por 15 minutos. Em seguida coe e adicione o suco de 1 limão e gelo. Tome 1 copo 2 vezes ao dia.

Diurético
Coloque 1 colher (café) de folhas secas bem picadas e 1 colher (chá) de folha de abacateiro picada em 1 xícara (chá) de água em fervura. Desligue o fogo e deixe em repouso por 15 minutos. Em seguida coe em filtro de papel ou de pano. Tome 1 xícara (chá) 2 vezes ao dia, sendo uma no período da manhã e outra à tarde.

Efeitos colaterais
Embora se afirme que a stévia não apresenta efeitos colaterais, deve-se alertar para o fato de uma suposta ação anticoncepcional, já que os índios guaranis a utilizavam para esta finalidade.

É muito importante lembrar que seu uso por diabéticos deve ter sempre um acompanhamento médico.

Curiosidades
Durante séculos os índios guaranis do Paraguai e do Brasil têm utilizado as folhas desta planta como adoçante, principalmente para adoçar seu chá mate muito consumido por esses povos.

A notícia de que havia uma planta tão doce que uma única folha seria capaz de adoçar um bule cheio do mate mais amargo, espalhou-se rapidamente no final do século XVI, quando se iniciaram os primeiros estudos com esta planta, marcado com o primeiro artigo sobre suas propriedades datando de 1900.

O primeiro botânico brasileiro a estudar esta variedade foi o dr. Geraldo Kuhlmann, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, onde se encontra ainda hoje um exemplar para lá enviado em 1918.

O adoçante de estévia é comercializado hoje em quase todo mundo, sendo os japoneses seus maiores consumidores.

Vários estudos validaram suas propriedades, até mesmo nos EUA, onde imaginem que seu emprego é proibido por pressão e lobby da poderosa indústria de adoçantes artificiais.

Bibliografia

  • Plantas que Curam - Sylvio Panizza
  • Plantas Medicinais no Brasil - Harri Lorenzi & F.J. Abreu Matos.
  • Plantas que Curam - Editora Três