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quinta-feira, 21 de junho de 2007

A Relação entre Alimentação e Vibração Energética


Entenda porque certos alimentos baixam nossa energia, comprometendo a longevidade e dificultando nossos esforços de elevação espiritual.

A certa altura do caminho espiritual, todos nós somos avisados que alimentos industrializados, artificiais e de origem animal, assim como bebidas alcólicas, drogas e guloseimas devem ser evitados porque deixam muitas toxinas em nosso organismo.

A justificativa para essa indicação é que a intoxicação do corpo baixa nossa vibração energética.

Para quem deseja compreender melhor a relação entre alimentação e nível vibratório, transcrevemos uma passagem do livro O Segredo de Shamballa, de James Redfield (Editora Objetiva). Autor do clássico A Profecia Celestina, Redfield é espirituasta e pesquisador. Para escrever o texto a seguir, ele baseou-se no trabalho do médico Phd Theodore A. Baroody, um especialista em medicina preventiva e nutrição. Aqui, Redfield explica com grande clareza e simplicidade como a dieta influi no nível de energia dos seres humanos.

A maioria das pessoas é cheia de energia e entusiamos durante a juventude, mas, depois, na meia-idade, começa a escorregar lentamente ladeira abaixo e finge não perceber.

Afinal, todos os amigos estão na mesma situação e seus filhos são ativos, então eles passam cada vez mais tempo sentados, comendo as coisas que têm gosto bom.

Não demora até que comecem a ter queixas e problemas crônicos tais como dificuldades digestivas e irritações da pele que atribuem à idade, e então, um dia, contraem uma doença grave, de cura difícil.

Geralmente procuram um médico que não ensina prevenção, e se põem a tomar remédios; às vezes o problema é resolvido, às vezes não é. E então, com o passar dos anos, elas pegam uma doença que piora progressivamente, e percebem que estão morrendo; seu único consolo é pensarem que o que está acontecendo com elas ocorre com todo mundo, que é inevitável.

E o pior é que esse colapso de energia acontece, até certo ponto, até mesmo com quem pretende ser espiritualizado. (...)

Se procuramos ampliar nossa energia e ao mesmo tempo consumimos alimentos que nos roubam essa energia, não chegamos a lugar algum.

Temos de avaliar todas as energias que rotineiramente permitimos que entrem em nosso campo de energia, especialmente os alimentos, e evitar tudo que não seja o melhor para que nosso ampo continue forte. (...)

Sei que por aqui existem muitas informações conflitantes a respeito dos alimentos. Mas a verdade está aqui também. Cada um de nós precisa pesquisar, tentar ter uma visão mais ampla.

Somos seres espirituais que viemos a este mundo para aumentar a nossa energia.

No entanto, grande parte do que encontramos aqui destina-se simplesmente ao prazer sensual e à distração, e grande parte mina a nossa energia e nos empurra para a desintegração física.

Se realmente acreditamos que somos seres energéticos, devemos seguir o caminho estreito por entre essas tentações. Estudando a evolução, você verá que, desde o início, tivemos de escolher nosso alimento experimentando e errando, apenas para descobrir quais eram bons para nós e quais nos matariam. Se comer esta planta, você sobrevive; se comer aquela ali, morrerá.

Hoje, já sabemos o que nos mata, mas só agora estamos aprendendo quais são os alimentos que aumentam a nossa longevidade e mantêm alta a nossa energia, e quais nos prejudicam. (...)

Parecemos ser de matéria, carne e sangue, mas somos átomos! Energia pura! A ciência já provou esse fato. Quando nos aprofundamos no estudo dos átomos, vemos primeiro partículas e depois, em níveis mais profundos, as próprias partículas se transformam em padrões de energia pura vibrando em certo nível.

E se olharmos desta perspectiva para aquilo que comemos, veremos que o que colocamos em nosso corpo como alimentos aumenta o nosso estado vibratório, ao passo que outros diminuem. A verdade é simples.

Todas as doenças resultam de uma queda na energia vibratória; quando a nossa energia cai até determinado ponto, existem forças naturais no mundo que se detinam a desintegrar o nosso corpo.

Quando alguma coisa morre, como por exemplo um cachorro atropelado por um carro ou uma pessoa depois de longa doença, as células do corpo imediatamente perdem a vibração e se tornam muito ácidas quimicamente.

Esse estado ácido é o sinal para os micróbios do mundo, os vírus, as bactérias e os fungos, de que está na hora de decompor aquele tecido morto. Esse é o trabalho deles no universo físico; devolver um corpo à terra.

Já lhe disse que quando a energia em nosso corpo diminui por causa do tipo de alimento que comemos, isso nos torna suscetível às doenças.

Eis como funciona: quando comemos, o alimento é metabolizado e deixa resíduos ou cinzas em nosso corpo. Esses resíduos são de natureza ácida ou alcalina, dependendo da comida; se ela for alcalina, então pode ser rapidamente extraída de nosso corpo com pouca energia.

No entanto, se esses produtos residuais são ácidos, fica muito difícil para o sangue e o sistema linfático os eliminarem, e eles são depositados em nossos órgãos e tecidos como sólidos, formas cristalinas de baixa vibração que criam bloqueios ou rupturas nos níveis vibratórios das nossas células.

Quanto mais desses subprodutos ácidos são depoistados em nosso corpo, mais ácidos os tecidos se tornam... e adivinhe o que acontece? Um micróbio aparece, sente todo esse ácido e diz: "Ah, este corpo está pronto para ser decomposto." Está entendendo?

Quando um organismo morre, o corpo muda rapidamente para um ambiente altamente ácido e é consumido pelos micróbios bem depressa. Se começarmos a aparentar esse estado muito ácido, ou estado de morte, então começamos a sofrer o ataque de micróbios.

Todas as doenças humanas resultam de um ataque desses. (...)

Todas as doenças surgem por meio da ação microbiana. Vários micróbios foram associados às lesões arteriais da doença coronária, assim como à produção de tumores cancerígenos.

Mas, lembre-se, os micróbios estão apenas fazendo a sua função; a verdadeira causa é a alimentçaão que provoca o ambiente ácido.

(...) Nós, humanos, estamos em um dos dois estados: ou no alcalino, de alta energia, ou no ácido, que avisa os micróbios que habitam em nós ou que surgem que estamos prontos para sermos decompostos.

A doença é literalmente uma decomposção de alguma parte do nosso corpo, porque os micróbios perto de nós receberam o sinal de que já estamos mortos. (...)

Geralmente, os alimentos que deixam resíduos ácidos em nosso corpo são pesados, cozidos demais, industrializados demais, e doces - como carnes, farinhas, balas, álcool, café e as frutas mais doces; os alimentos alcalinos são mais verdes, mais frescos, mais vivos, tais como legumes frescos e seu suco, verduras, brotos e frutas como abacate, tomate, grapefruit e limão.

É muito simples.

Somos seres espirituais num mundo espiritual e energético. Vocês no Ocidente podem ter crescido achando que a carne cozida e os alimentos industrializados são bons; mas agora sabemos que eles criam um ambiente de lenta decomposição que ao longo do tempo cobra seu preço.

Todas as doenças debilitantes que afligem a humanidade, como arterioesclerose, enfarte, artrite, aids e especialmente os vários tipos de câncer, existem porque poluímos nosso corpo, o que avisa aos micróbios dentro de nós que estamos prontos para nos decompor, desenergizar, morrer.

Sempre nos perguntamos por que certas pessoas expostas aos mesmos micróbios não sofrem o contágio de uma doença; a diferença é o ambiente do interior do organismo.

A boa notícia é que, mesmo se tivermos excesso de acidez no corpo e começarmos a nos decompor, a situação pode ser revertida se melhorarmos nossa nutrição e passarmos para um estado alcalino e de energia mais alta. (...)

Estamos vivendo na idade das trevas no que refere aos princípios de um corpo vibrante e altamente energético. Os seres humanos deveriam viver mais de 150 anos. Mas a nossa alimentação é tal que imediatamente começa a nos destruir. Em toda parte vemos pessoas que estão se decompondo diante dos nossos olhos. Mas não precisa ser assim.

Extraído do livro O Segredo de Shambahla, de James Redfield, Editora Objetiva.

Fonte: Mistura Viva

Energia e Alimentação


por Dr. Christian Tal Schaller

Uma visão convencional evoluiu a partir de um ponto de vista mecânico e materialista que vê todos os organismos vivos como máquinas físico-químicas. De acordo com essa visão, os fenômenos da vida são explicáveis apenas em termos de química e de fisiologia. A partir do químico Lavoisier, no final do século XVIII, a alimentação foi considerada um processo de combustão de calorias, de onde nasceu toda a ciência nutricional moderna quantitativa. Depois, foram fixadas normas que colocam todos os indivíduos em um mesmo molde e lhes impõe tantos gramas disso, tantos gramas daquilo. Os produtos industriais receberam a benção dos laboratórios químicos.

Entretanto, constata-se que esse conceito materialista da alimentação não trouxe saúde para todos. Ao contrário, ela preparou a cama para as doenças da civilização, porque apresentou aos consumidores alimentos corretos no plano quantitativo, mas catastróficos no plano qualitativo. Dessa forma, a metade sul do mundo morre de fome por falta de alimentos, enquanto a metade norte morre, não por falta quantitativa de alimentos, mas por nutrientes empobrecidos em substâncias vitais — mesmo se as pessoas estão obesas, suas células "morrem" literalmente de fome. É como se houvesse, de um lado, os famintos magros e, de outro, os famintos gordos — todos vítimas de uma mesma alimentação quantitativa materialista, que não se baseia nas leis da vida, mas nas cogitações intelectuais de cientistas. Esses esqueceram, que o valor de uma alimentação não é somente questão de quantidade física ou química, mas também de energias mais sutis. No conceito holístico a nutrição não é somente uma questão de calorias, de proteínas e de carboidratos.

A alimentação ocidental moderna representa todos os erros que não devem ser cometidos para conservar uma boa saúde. Entre outros, desnaturamos os alimentos pelo cozimento, acrescentamos neles produtos químicos e os submetemos a todo tipo de manipulações industriais. Damos amplo lugar aos alimentos de origem animal, privilegiamos o consumo elevado de excitantes como o café, o fumo e o álcool, ou de produtos refinados como o açúcar. Misturamos entre si alimentos que não permitem uma boa digestão, destruímos as enzimas e as vitaminas por meio da pasteurização e de outros processos de conservação.

Às custas de muita publicidade, incita-se o consumidor a comer aquilo que lhe é proposto... para lhe vender, a seguir, medicamentos destinados a aliviar os males criados por aquilo que acabou de ingerir! Felizmente, a loucura materialista do século XX está despertando as consciências. Estamos redescobrindo uma alimentação holística, que procura nutrir o ser humano levando em conta as grandes leis da vida.

Se fosse necessário manter apenas três grandes princípios da alimentação sadia, seria a regra que respeita os três "V":

V para vegetal, isto é, dar o lugar preponderante em nossa alimentação aos alimentos de origem vegetal, consumindo apenas pequenas quantidades dos alimentos de origem animal.

V para variado, isto é, evitar qualquer monotonia e hábitos repetidos.

V para vivo, ou seja, comer principalmente alimentos não desnaturados, como os grãos germinados, as frutas e os legumes crus, suprindo o organismo das enzimas, das vitaminas e das substâncias biológicas que ele necessita.

Com uma alimentação variada, vegetal e viva, o corpo físico é nutrido de maneira que permite experimentar energia, alegria e felicidade em nosso cotidiano.

Dr. Christian Tal Schaller
@
Christian Tal Schaller, médico e um dos pioneiros da medicina holística na Europa, há quase trinta anos vem ensinando que "a saúde é algo que se aprende!".

O Dr. Christian é autor de numerosos livros de educação para a saúde que se tornaram clássicos, entre os quais citamos Urinoterapia - O Meio de Saúde Mais Extraordinário que Existe, ele assina juntamente com Johanne e outros autores.

URINOTERAPIA

Os artigos sobre urinoterapia aqui publicados ficam a titulo informativo, ao critério dos leitores. Não me responsabilizo pelo uso da informação.

No entanto gostaria de dizer que tenho recebido muitos comentários sobre o tema, nalguns casos de anónimos (alguns supostamente médicos) que me criticam por expor esta terapia ao público acusando-me de várias maneiras. Verdadeiros médicos deveriam sim abrir-se ao estudo de possibilidades alternativas como esta - perderem (ganhar neste caso) algum tempo na pesquisa e depois falarem honestamente.

Quanto mais pesquiso sobre Urinoterapia mais acredito que a mesma pode ser realmente um método excelente como prevenção e cura das anomalias que causamos com o nosso estilo de vida.

A nivel cientifico não se conhecem contra indicações do uso da nossa urina, no entanto todos os remédios sintéticos e mesmo os naturais, incluindo suplementos, tem efeitos secundários de uma forma ou de outra, nalguns casos até fatais, consoante a dose.

Espero como sempre expor aqui alternativas saudáveis para evitar o uso de remédios - isso doí a quem os vende e quer continuar a vender de forma irresponsável....


Juntei parte da informação que encontrei na Internet nos textos que se seguem...se encontrarem algo de útil para acrescentar sejam bem-vind@s!!!


Façam o melhor uso desta informação!!!



Luis Guerreiro


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URINOTERAPIA


"Motivado pela exposição do Padre Renato Barth, que apresentou o tratamento preventivo e curativo pela Urinoterapia, fiz uma interessante experiência comigo mesmo eliminando vários pequenos problemas de saúde. Em face da importância que a Urinoterapia representa no processo terapêutico da cura das enfermidades e vários pedidos de informações a respeito do assunto, tomei a iniciativa de fazer uma espécie de síntese de um material que chegou em nossas mãos. Se este trabalho ajudar a quebrar um pouco os tabus existentes a respeito do assunto e as pessoas aplicar o tratamento com tranqüilidade, sem medo ou temor, sinto que terá valido a pena o esforço de sintetizá-lo.



"Bebe a água da tua cisterna, a água que jorra do teu poço.

Não derrames pelas ruas teu manancial, nem seus ribeirinhos pelas praças.

Seja para ti somente, sem reparti-lo com estrangeiros.

Bendita seja a tua fonte..."


(Provérbios 5,15-19)


Introduzindo

O que é urina?

História da Urinoterapia

Curiosidades sobre a urina

Estudos científicos sobre a urina

Aplicação da urina

As reações recuperativas

Indicações da Urinoterapia

Doenças curadas pela Urinoterapia

Observações






A Urinoterapia é uma forma de aplicar a medicina que existe a muito tempo, com escritos datados de 5.000 anos antes de Cristo. Ultimamente, está sendo motivo de atenção pública em todo o mundo. Alguns poderão sentir até nojo ao escutar a palavra urina. Mas, aqui, é bom deixar de lado tudo e ter uma atitude de investigação. Ir ao encontro da verdade. Quem sabe estamos descobrindo algo maravilhoso que nos traga solução para casos desesperantes de enfermidades em nossas famílias. Acompanha-se mudanças rápidas na história do mundo. Há um anseio por grande transformação, está surgindo uma revolução silenciosa mas significativa. Uma destas revoluções chama-se URINOTERAPIA.


Há muito tempo se sabia que a urina é um medicamento muito valioso. Serve para curar quase todas as enfermidades sem provocar danos ao organismo. Os Hindus a usavam para curar tumores (câncer) ou artrites. Os Árabes curavam doenças da cabeça ou da boca. Os Japoneses curavam gonorréia e sífilis. Os Nicaragüenses curam conjuntivite, inflamação do ouvido e parasitas. Com o desenvolvimento das ciências, tecnologia e modernização da vida abandonou-se esta boa tradição. Veio o reinado dos remédios químicos com materiais estranhos ao organismo. Estes não resolveram os problemas de saúde apesar de contar em suas fileiras mais de 12.000 espécies.


A situação da saúde da população piorou muito e sinal disso é o aumento de casos de câncer, SIDA, apatetes, asma... até a terra, o ar, o mar, os rios, as plantas, os bosques e os animais estão doentes. Se não houver uma reflexão sobre o assunto não há boas perspectivas de melhorar a questão de saúde. É possível que um dia se chegue a cura da SIDA., mas com certeza surgirá uma doença pior com vírus, fungos ou bactérias mais resistentes.


Os medicamentos químicos possuem duas faces. Ajudam um pouco a curar doenças, mas, geralmente, possuem um efeito colateral. Atacam outros órgãos. Debilitam a resistência imunológica do organismo.As vantagens do uso dos medicamentos são menores que os riscos. Está chegando o tempo de abandonar a fé nos medicamentos químicos. Não se pode esquecer que a indústria farmacêutica se desenvolveu pensando mais em vantagens para si, que a preocupação da saúde da população. Se há uma solução bem mais simples, por quê não experimentá-la.


Nosso corpo é uma fábrica farmacêutica natural. Produz o que é necessário, como: analgésicos, antibióticos, materiais imunológicos e vários hormônios sofisticados para curar e prevenir doenças. Se nos tornarmos dependentes dos fármacos, nosso organismo não os produz, os metabolismos não funcionam e se atrofiam. A solução é quebrar com esta cadeia de dependência e aumentar a resistência do sistema imunológico, com uma boa resistência imunológica não há mais enfermidade. A urina é um excelente passaporte para isso.

Apesar da ciência moderna ter inventado muitas coisas, sabe e pouco ainda a respeito dos mecanismos que envolvem a vida do ser humano. A verdade das coisas pode estar de uma forma muito simples em nossas mãos ou dentro de nós mesmos. Tomando a própria urina você saberá onde está a verdade.




2. O que é urina?

Diariamente, passam pelos rins 180 litros de sangue. Destes, 99% retornam para o organismo filtrado e 1% sai como urina. Os ingredientes, cor e cheiro são muito semelhantes ao soro do sangue. As pessoas sadias não possuem bacilos ou micróbios em seu sangue e tampouco em sua urina. Quando alguém tem um infecção renal ou outro tipo, é possível que tenha mas em tão pequena quantidade que não afeta em nada um tratamento feito pela urina. Antes, essa pequena quantidade funciona como uma auto vacina. Há o caso do médico R. Nakao, fundador da Associação Acadêmica da Sociedade Médica do Japão, que aplicou , na segunda guerra mundial, tratamento urinoterápico a casos de gonorréia em soldados e civis com bons resultados. Em casos de aplicação de urina em infecção do aparelho urogenital, a cura se dá em pouco tempo.


Consideremos o caso do feto que cresce entro de uma bolsa do útero. Ele cresce tomando diariamente um quantidade líquido amniótico, que é semelhante a urina em seu conteúdo. Estudos desenvolvidos dizem que o feto nos últimos meses urina 500 cc diariamente. E toma a mesma quantidade do líquido contendo a urina.


Por estas considerações vemos que a urina não é algo sujo. Se Deus preparou este ambiente para que nascesse uma nova vida, como se pode crer que a urina é suja? Essa é a idéia e produto da cultura e educação de nossa sociedade.



3. História da Urinoterapia

Os costume de usar a urina com meio de tratamento existe no mundo há muito tempo. O veda hindu chamado SHIVAMBUKALPA (5.000 aC) dedica 107 capítulos à Urinoterapia. Entre os budistas da Ásia sempre houve a prática da Urinoterapia. No Japão, um mestre do budismo chamado IPPEN criou uma seita com mais de um milhão de crentes. Seu sucesso estava nos fundamentos da seita baseada na Urinoterapia. Os monges tibetanos tem a tradição e costumes de tomar sua própria urina e vivem até 150 anos de idade.


No Golfo Pérsico os odontólogos árabes usavam urina para tratar cáries e problemas das gengivas como antibióticos e analgésico. Na América Central o uso da urina é comum. Em El Salvador o costume é muito difundido nas zonas rurais. Na Nicarágua os curandeiros recomendavam a seus pacientes o uso da urina para o combate de diversas enfermidades.



4. Curiosidades sobre a urina

Os rins tem várias funções indispensáveis para manter a vida através da produção da urina. Por ela são evacuados materiais tóxicos, mantém-se o equilíbrio ácido-base e o metabolismo eletrolítico. O sangue é filtrado pela cadeia de pequenos orifícios no interior do rim. Há uma membrana que filtra umas 7.000 moléculas de uréia e ácido úrico e deixam passar em torno de 50.000 moléculas de proteínas ou glóbulos.


A quantidade de filtração é de 120 ml por minuto ou 180 litros por dia. O líquido filtrado passa por tubos urinários e é reabsorvido ou secretado. 99% é reabsorvido e circula como sangue e 1% sai como urina (aproximadamente 1,5 litros). Desta forma concluímos que a urina é um produto do sangue.

  • Materiais reabsorvidos: água, sódio, d-glicose, aminoácidos, ou seja, a maioria dos componentes do sangue.

  • Materiais não absorvidos: uréia, ácido úrico, creatinina, sais minerais inorgânicos e produtos tóxicos.

  • Apresentação: coloração amarela. Uma pessoa produz, aproximadamente, 1,5 litros por dia, PH 5 a 8 (geralmente PH 5 a 6 ácidos), pressão osmótica 50-1500 m OSM por litro, peso específico 1050 a 1025. 5.


5. Estudos científicos sobre a urina

A partir da década de 70 foram desenvolvidas algumas pesquisas. Descobriu-se que o ácido úrico da urina joga um papel muito importante para produzir e reativa o ADN das células. Uma segunda função do ácido úrico é o rejuvenescimento dos órgãos. Em 1971, na Universidade de Medicina de Koto (Japão), foram descobertos materiais anticorpos como Interoikin, Renina, Prostaglandina. Estes materiais combatem infecções e tumores malignos.


A Universidade de Harvard descobriu na urina o SPU hormônio que se produz durante o sono e funciona como antibiótico, analgésico, melhora a circulação sangüínea e promove a secreção de outros hormônios. Pelas funções destes hormônios se proliferam e fortalecem os materiais imunológicos como T-limp-glóbulo, imunoglobulina e glóbulos brancos.


As grandes empresas farmacêuticas de países industrializados, competindo para chegar primeiro, estão comprando e importando urina. Produzem cosméticos sofisticados para uso das mulheres da alta sociedade e preciosos medicamentos com anti-depressivos. No Japão, as empresas estão importando grande quantidade de urina dos soldados da Coréia do Sul. As mulheres ricas usam estes produtos a base de urina no combate às rugas que aparecem com o tempo. Passou a ser moda o uso de cosméticos, medicamentos e pastas de dente que contém uréia da urina humana.



6. Aplicação da urina

Para se prevenir contra doenças se toma a quantidade de 100 cc (100 ml) por dia. Para o tratamento de uma doença já instalada se toma, no mínimo, 200 cc (200 ml) por dia. Para casos mais graves se pode tomar maiores quantidades pois a urina não possui contra-indicação ou limites de quantidade. Há casos em que são necessários recomendar tomar toda a urina que o corpo produz.


A urina pode ser tomada em qualquer hora do dia, mas a melhor é a primeira que sai de manhã. Nesta urina se encontra um material especial chamado SPU-hormônio. É um material hipnótico produzido durante o sono que age como antibiótico, analgésico, ativante da circulação e estimula a secreção de outros hormônios. Se é difícil para tomá-la. A princípio se começa com pequenas doses que depois poderão ser aumentadas gradativamente. O sabor da urina é mais suave quando se tem uma alimentação mais natural, vegetariana e com menos carne.

Há outras formas de aplicação da urina. O hospital de Guerson de S. Diego (USA) receita um jejum durante algumas semanas só de urina e verduras.


Depois do jejum começam receitar uma dieta a base de legumes e verduras. Assim são tratados cancerosos doentes de SIDA. No Japão, casos de câncer do intestino grosso ou útero, além de tomar urna aplicam no órgão doente urina com uma seringa. doenças da pele com úlceras, feridas, vitiligo, manchas escuras, varizes, alergias e outras, se aplica urina sobre a região afetada. No nariz, olhos e boca (inflamação, cáries, dores...) trata-se com bochechos ou enxaguando-as. A infecção vaginal lava-se com sua própria urina.


Na Índia o primeiro ministro Sr. Dasai, companheiro de Mahatma Gandi, costumava se banhar, fazer massagens, fazer xampu e tomar urina. Dizem que nunca adoeceu, está com 95 anos e continua trabalhando na política com energia. Assim podemos dizer que a urina produz bons resultados, tomando, colocando, introduzindo, enxaguando, massageando e banhando-se.


Unicamente não se recomenda injetar a urina pois é importante que ela passe pelo canais apropriados através dos quais ela será processada de acordo com as necessidades do organismo. É importante lembrar que a urina tomada não deixa gosto ou cheiro. Ao contrário, ela cura mau hálito que é problema de muitas pessoas. Após a ingestão da urina, se toma um pouco de água e pronto! Desaparece todo e qualquer sabor. No uso externo da urina é necessário lavar a região tratada depois de um determinado tempo. Somente neste caso costuma aparecer cheiro, se assim não se proceder.



7. As reações recuperativas

São sintomas que aparecem quando se toma urina. As vezes se tem a sensação de que piora o estado de saúde. Não há por que se preocupar pois é uma reação sadia, positiva e necessária. Os sintomas que aparecem são aumento das dores, diarréia, furúnculos, alergias, comichão, aftas, febres, secreção dos olhos, mamas ou vagina, sensações estranhas no estômago e intestino, sono profundo, cansaço etc.


As reações não aparecem todas ao mesmo tempo, dependem da profundidade ou tempo em que a doença está instalada no organismo. Estas reações são sinais importantes de que está ocorrendo a cura. São reações passageiras e que variam de acordo com a gravidade da doença e a quantidade de urina ingerida. Deve se aceitar com tranqüilidade essas reações, não se preocupar com elas e até mesmo aumentar a quantidade de urina ingerida. Em pouco tempo essa reações desaparecerão.


Medidas para suavizar as reações recuperativas fortes:

  1. começar ingerindo pequena quantidade de urina (um copo pequeno) para depois, aos poucos, ir aumentando;

  2. em caso de dores, massagear o local com a própria urina;

  3. nas alergias, furúnculos e outras reações na pela, aplicar urina com um algodão. Nos olhos, nariz e ouvidos, colocar urina com conta-gotas;

  4. na garganta, útero, ânus, vagina e intestinos, aplicar urina com uma seringa;

  5. suavizar as reações com uso de plantas medicinais adequadas e checadas, fazer exercícios como caminhar, correr, brincar, nadar, dançar...


Quatro princípios para que o tratamento tenha efeitos rápidos e tranqüilos:

  1. acreditar firmemente que sua urina cura;

  2. ter paciência de tomar a urina até alcançar a cura;

  3. ter coragem de tomá-la, na primeira vez;

  4. agradecer a Deus porque a urina é um presente de Deus.


  1. Indicada contra infecções, como os antibióticos.

  2. Indicada contra tumores como câncer e sarcomas.

  3. Indicada para dissolver materiais estranhos como cálculos renais, biliares etc.

  4. Indicada para equilibrar os hormônios.

  5. Indicada para equilibrar a hipo/hiperfunção dos nervos.

  6. Indicada para melhorar a circulação sangüínea.

  7. Indicada para fortalecer a resistência do sistema imunológico.

  8. Indicada para produzir anticorpos.


  1. Enfermidade sexual - gonorréia.

  2. Enfermidades do tecido conjuntivo - artrite-reumatóide, esclerodermia, lupus erythemadoides sistemático.

  3. Tumores malignos - sarcomas do fígado, tireóide, esôfago, cólon, pâncreas, colo do útero, ovário, mamas, próstata, leucemia, linfoma maligno (vasos linfáticos).

  4. Tumores benignos - ovário, cólon, estômago, esôfago e útero.

  5. Enfermidades infecciosas - herpes, malária, aftas, hepatites, cirroses, gripes, catarro etc.

  6. Enfermidades cérebro-cardio-vasculares - derrame, tumor cerebral, tumor artéreo cerebral, enfarte, angina, arritmia e hiper/hipotensão.

  7. Enfermidades respiratórias - asma, bronquite, pneumonia, tuberculose, tosse crônica, faringite, amidalite.

  8. Enfermidades digestivas - esofagite, gastrite, úlcera gastroduodenal, colite, diarréia, pólipo digestivo, cálculo de vesícula, hemorróidas.

  9. Enfermidades genito-urinárias - cálculos dos rins, bexiga, nefrose, infecção renal, vaginite e pólipo de vagina.

  10. Enfermidades ginecológicas - problemas de menstruação, pólipo de útero, ovário, mastite, fibroma mamário, uteromioma, endometrite.

  11. Enfermidades ortopédicas - lombalgia, artrite, ciático e neurite.

  12. Enfermidades dermatológicas - dermatite nervosa, alergia, abcesso, hongo, comichões, furúnculos.

  13. Enfermidades sensoriais - catarata, retinite, hemorragia retinal, zumbido, otite, dor de ouvido, sinusite e conjuntivite.

  14. Outras enfermidades - gota, diabete, hemofilia, depressão, insônia, neurose, enxaqueca, impotência, contaminação radioativa, epilepsia, histeria e desnutrição.


  1. Em caso de pressão alta se recomenda o uso de urina pois ela contém potássio que ajuda a baixar a pressão.

  2. No período da gravidez o uso de urina não prejudica o feto e a mãe. A urina ajuda a gravidez permanecer em bom estado.

  3. A urina é excelente para crianças pois previne infecções e parasitas.

  4. A urina não deixa cheiro na boca. Por sinal ela cura o mau hálito e outros males provenientes da boca e estômago. Para eliminar algum sabor da boca basta fazer um bochecho e beber um gole de água. Somente no uso externo pode aparecer algum cheiro, por isso após o tempo de uso é necessário lavar com água a região tratada.

  5. É normal que a urina mude sua coloração de um dia para o outro. A coloração depende de vários fatores tais como: tipo de alimentação, hortas de sono, cansaço ou emoções. Pode se continuar tomando sem problemas.

  6. As reações recuperativas costumam aparecer de múltiplas formas e nem sempre ao mesmo tempo. Tudo dependerá da quantidade de urina e do tempo ou gravidade da enfermidade.

  7. Há casos de algumas doenças que não se possui conhecimento oficial de cura, mas se sabe nestes casos que pelo menos o sofrimento dos pacientes foi amenizado. Houve aumento de resistência do sistema imunológico.

Fonte:http://www.xistonet.com/urinoterapia.htm


A urinoterapia entre os índios brasileiros


A auxiliar de enfermagem Alcilene Mota Sá da Silva fala de sua
experiência entre os índios do Pará.

Nasci no interior do Maranhão. Aos sete anos fui para Bragança, no Pará, e saí de lá com 16 anos. Passei toda a minha adolescência ao lado dos índios. Com eles aprendi muita coisa sobre remédios caseiros. Onde a gente morava, não havia médico, a gente vivia praticamente da natureza. Minha mãe criou oito filhos sem INPS. E todos saudáveis.
Os índios tinham muita amizade com meus pais. Traziam mandioca e muita caça - paca, veado, ave - para trocar por mercadoria no comércio do meu pai. Índio não mexia com dinheiro. Em troca, meu pai dava para eles coisas diferentes, da cidade. Meu pai ficou sendo uma pessoa muita respeitada por eles. Havia época que eles ficavam em fila na frente do comércio e meu pai atendia a todos eles. Então, tudo que meu pai falava: 'olha, tá acontecendo assim e assado", eles vinham e ensinavam: "faz isso que é bom". E nos ensinaram como usar a urina.
Quando havia alguém gripado, nos ensinaram a tomar urina em jejum - esse era nosso remédio normal. Gripou - não se precisava perguntar o que tomar. A gente sabia que índio pode sofrer qualquer tipo de doença - menos gripe. Porque a gripe neles leva à tuberculose no mesmo dia. Eles tinham muito medo. Se soubessem que alguém estava gripado, não se aproximavam. Tomavam muito cuidado. Qualquer espirro, eles tomavam urina e mandavam qualquer pessoa tomar urina. Para poder evitar, era dito: "quem toma urina quando está gripado, a doença não prossegue... ela já vai cortando'. Quando ficava com falta de ar, a criança tomava urina. Aí expectorava. Quando a criança tossia, o catarro soltava. Vinha aquele catarro amarelo pra fora e não acumulava.
Diziam que a penicilina, quando se está gripado, abafa o catarro no pulmão e acumula. No que acumula, vira tuberculose e complica tudo. Com a urina, não! Com ela se consegue expectorar e pôr para fora. Nos casos de diarréia, a criança, às vezes, botava poças de catarro pelas fezes. Aqui não se vê isso.
Contra caspa e ferida na cabeça, usávamos urina. Lá havia muitos pernilongos (carapanã) que picavam durante a noite, causando uma feridinha na raiz do cabelo. Como era muito quente - a temperatura lá é de 37o C quase sempre - ficava aquela coceira. Criava feridinhas que eram lavadas com urina. Nunca lavei o meu cabelo com xampu, só com sabão. E quando o cabelo ficava quebradiço, diziam: "O teu cabelo está quebradiço. Está na hora de lavar com urina!"
Quando tínhamos conjuntivite (dor d'olho), se saía pus e uma secreção do olho pingávamos urina. Contra terçol, usávamos também urina.
Éramos ensinados a tomar banho no rio. Eu nunca soube o que é uma torneira. Lá toda a meninada ia para o rio tomar banho de calcinha. Quando caía água no ouvido, a gente abaixava a calcinha, catava um pouco de urina e despejava quentinha no ouvido. Na hora, a gente sentia aquele burburinho, virava a cabeça e a água saía. A urina era o nosso remédio para ouvido - para secreção no ouvido, pus no ouvido...
Também para o nariz entupido dos filhos pequenos usavam urina. Como não existia conta-gotas, a mãe mesmo pingava a urina com a mão. Pingava urina no nariz e já conseguia que abrisse! Mais tarde, nos meus quatro filhos, o Rinosoro seria a urina.
A criança era ensinada a cuidar dos dentes, porque não havia dentista. Então a gente tinha muito cuidado. Quando começava a infeccionar, já lavava com urina, que também servia para lustrar. Fazíamos café (sem coar porque não tinha coador). Ficava aquela borra que não jogávamos fora, mas colocávamos numa vasilha e misturávamos com urina. Esfregávamos nos dentes, que ficavam brilhando! Se aparecia um quisto perto do dente - e ficava aquela bochecha inchada - a gente fazia bochechos com urina, bastante bochechos. No dia seguinte, o pus vazava perto do dente.
Havia muita impingem - uma coceira - porque havia muito bicho que pica. Para a impingem a urina era usada depois de uma semana, quando já estava com aquele cheiro forte. Aí se molhava um algodão e passava em cima. Isso dóóói!!! A urina velha queima demais... mas sara.
Eu passei muito tempo com uma alergia, uma coceira na nuca. Não sei se era o cabelo ou se eu suava muito. A pele ficou grossa, grossa mesmo. Minha mãe foi para a cidade onde ensinaram muito creme para ela. Mas ela nunca passou. Passamos sempre urina - qualquer infecção de pele, era sempre urina.
Feridas abertas, por exemplo na perna, também eram tratadas com urina. Trepávamos muito em árvores. Quando alguém caía e se machucava, a gente mandava logo um coleguinha mijar. Para nós era normal. Aqui não se pode fazer isso!
Nós não tomávamos antibiótico. Ensinavam que a penicilina é uma doença contra a humanidade, pior do que a doença a ser tratada. Na minha juventude não existia antibiótico. Na gravidez, quando a mãe começava a sentir dor, tomava um copo de urina para aumentar as contrações. Tomava um copo de urina quase quente, que acabava de fazer, e logo seguiam as contrações. O parto era normal, sem problema de hemorragia. Eu, durante a gravidez - apesar de ter saído de lá e morar na cidade - também tomei urina do começo ao fim e nunca tive qualquer problema.
Apesar disso, até pouco tempo, eu tinha muito medo de me abrir. Era difícil falar para minha vizinha: "Se você está com bronquite, toma urina que sara!"

Fonte: Entrevista concedida ao Dr. Masanami Kojima em São Paulo

Artigo extraído do livro: Conheça outras terapias, organizado por Hildegard Bromberg Richter (TAPs), Editora Paulus, São Paulo, 1998.




NA WIKIPEDIA

Trata-se de terapia alternativa ou filosofia de vida que busca a harmonia do corpo, da mente e do espírito através da ingestão de urina. A prática remonta aos primórdios da história dos países orientais tendo se difundido também em culturas dos países do ocidente. Sua prática, asseveram os adeptos, previne e cura diversas doenças, existindo relatos de cura do câncer. Cientificamente a urina não é tóxica e se compõe de 90% de àgua e 10% de nutrientes não absolvidos pelo corpo e hormônios. A urina nada mais é do que sangue filtrado pelo fígado e rins, principalmente pelos rins que para os adeptos da urinoterapia é o órgão mais importante neste processo de filtragem do sangue. Muitos relatos levam a crer que a primeira urina excretada após uma noite de sono é a ideal para a ingestão, visto que carregada de hormônios benéficos para o organismo e para o cérebro, pois a reingestão dos hormônios excretados durante o sono são benéficos para o equilíbrio do cérebro e da memória. Relatos de ex-combatentes da segunda guerra mundial apontam para o poder cicatrizante da urina, isto se dá porque há grande concentração de cortisona, o que a torna antisséptica, bactericida e cicatrizante, sendo excelente também para tratamento de queimaduras. Os japoneses e indianos já conhecem a prática da urinoterapia a milênios, sendo que os primeiros a utilizam inclusive como cosmético, rejuvenescendo a pele com a aplicação de urina sobre a mesma. A maior eficácia da terapia depende também da alimentação, que requer ingestão de verduras, legumes e frutas, todos crús, e a ingestão de muita água. Para aqueles que se interessarem sobre a matéria, existem várias obras na literatura médica alternativa que exemplificam as diversas formas de utilização.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Urinoterapia

Shivambu Kalpa Vidhi

Na Índia milenar, yogis shivaístas de algumas linhagens, têm na austeridade o objetivo de obter poderes místicos, como levitar, ficar invisível, conquistar força para mover estrelas e mundos, ficar do tamanho de um átomo, caminhar sobre as águas, em fim, conquistar os elementos materiais, como a água, o fogo, o ar e a terra. Existe uma obra shivaísta, denominada de “Damar Tantra”, que pertence aos tantras menores, onde se faz menção ao ato de beber a própria urina como uma prova de demonstração de adoração a Shiva, e, assim, dele receber bênçãos com poderes místicos (“sidhis“).
Constituído de 107 versos, o “Damar Tantra“, na parte correspondente ao “Anushtup shnadas”, fala-se que, na medida em que se bebe a própria urina - austeridade denominada de “Shivambu-kalpa” -, vai-se adquirindo poderes místicos, poder e força física e espiritual. Entre as práticas do renunciante, encontram-se também menções ao ato de comer as próprias fezes.
Apesar de tudo, é aconselhado a mistura de certas ervas, num chá, para que se dilua a concentração das toxinas da urina. Cada um destes chás, afirma-se desenvolver determinados poderes místicos, como a força de milhares de elefantes, por exemplo, e a potência sexual descomunal.
O “Damar Tantra” explica que ao beber-se a urina, por um ano, adquire-se “o brilho irradiante igual ao do Sol”, conquistando por final o elemento terra, depois a água, o ar etc. Estas e outras chamadas austeridades yóguicas shivaístas, constituem-se prática freqüente por entre estes místicos, que não querem outra coisa, senão adquirir estes poderes místicos para poderem impressionar os outros e assim assemelharam-se a Shiva. Entretanto, outros yogis não shivaístas, afirmam que não há nada muito especial nestes “poderes místicos”, até porque são de origem puramente material, e o asceta acaba iludido pelos modos da natureza passageira; defendem que Yoga, quer dizer liberação - “moksha” -, através da união com o Supremo, e não dependência dos modos da natureza.
A nomenclatura védica coloca três tipos de conhecimento e modo de vida material: o primeiro, mais primitivo, denomina-se de Tamo-guna, ou modo da inércia, ou da ignorância. O segundo de Rajo-guna, ou modo da paixão e da ação. O terceiro modo da natureza é o Satwo-guna, ou modo da bondade, do equilíbrio. No primeiro modo, tamo-guna, a pessoa pratica austeridades como cortar as próprias partes do corpo, às vezes come-as, bebe sua urina, também come suas próprias fezes, adora fantasmas, faz sacrifícios de animais, e sua associação é com os crematórios, cobrindo-se geralmente com as cinzas que restaram dos mortos queimados no fogo crematório. Na Índia, é muito comum vermos estes indivíduos rondando os crematórios, alguns com um crânio humano onde bebem líquidos e fazem suas refeições. No modo da paixão, as pessoas tentam realizar-se “espiritualmente”, com a prática sexual, tudo é de tal forma preparado para desenvolver a potência sexual e a permanência o máximo possível em conúbio carnal, ou então se dedicam a esforços sobre-humanos em atividades físicas desgastantes. Muito tântricos da linhagem da chamada “esquerda”, misturam algumas técnicas do modo tamo-guna com rajo-guna com o objetivo de adquirem maior e melhor potência sexual e assim desenvolver o poder para controlar e dominar os outros. A técnica do Shivambu Kalpa promete isso, de modo que eventualmente alguns yogis da corrente rajo-guna a utilizam. Por último, por estarem convictos que estas peripécias são mundanas, uma vez que se resumem em técnicas de busca pelo controle material, os satwo-gunas, que pretendem desenvolver o modo da bondade, praticam um técnica de yoga distante das pregações shivaístas. São praticantes de bhakti-yoga, raja-yoga, e outros métodos que não visam desenvolver senão o amor puro pelo supremo (krishna-prema), abstendo-se de comer carnes, tomar bebidas alcoólicas e realizar sacrifícios, preferindo seguir os ensinamentos de Dhanwantari com relação à saúde, uma encarnação de um avatar celestial como médico, que proferiu Ayurveda original aos rishis (sábios).
No Ayurveda fala-se eventualmente no uso de autonosódios ou de bioterápicos, ou seja, do uso de substâncias do próprio corpo, devidamente diluídas, para o emprego do tipo “homeopático” destas substâncias, que na realidade assemelha-se ao uso de vacinas e de soro. Isso, como sabemos, é prática farmacêutica eficiente, mas devidamente elaborada por processos de purificação dos elementos tóxicos, que saem com a urina, como alguns catabólitos potencialmente deletérios como o ácido úrico e a uréia.
No Madanapala nighantu, capítulo paniyadivarga, correspondente às bebidas da farmacopéia ayurvédica, encontramos o verso VIII, 222, que faz referência ao uso da urina humana como um importante agente rejuvenescedor, mas venenoso, devendo ser usada com cuidado e sempre diluída com chás de ervas. O uso externo é indicado para remover parasitas, desde quea urina seja de mulheres – preferencialmente –, ou então de fêmeas de animais, como a do camelo, búfalo, cavalo ou a do elefante, etc., sendo que o urina da búfala é considerada mais eficaz. As fêmeas, são selecionadas de preferência, porque quando ficam grávidas, produzem substâncias que os machos normalmente não excretam na urina (como a gonadatrofina coriônica, por exemplo). Contudo, o uso da urina pura, internamente, sem nenhuma diluição, ou até mesmo sem nenhum controle prévio da dieta, constitui-se num agravante de desequilíbrio dos doshas (energia interna), principalmente por atuar negativamente nos chamados srotas, condutos naturais da energia e dos produtos de secreção do corpo, promovendo doenças e infecções graves. A matéria médica ayurveda possui um embasamento muito próximo aos que são feitos pelos critérios científicos da atualidade, não sendo incomum suas fórmulas milenares estarem atuando até hoje, como o uso da digoxina, por exemplo, no tratamento de doenças cardíacas, logo não há menção sobre o uso da própria urina, com bebida diária, como técnica preventiva de qualquer doença que seja. O uso da urina de um diabético, que expele muito açúcar por não conseguir metabolizá-lo corretamente, fatalmente será danoso, agravando ainda mais a condição patológica em que se encontra. Uma dieta adequada é a preferência, além do uso de determinados produtos da flora, como ervas, raízes e cascas de árvores, são empregados como coadjuvantes importantes, nunca a própria urina, até porque ela deverá expelir as toxinas mórbidas da condição enfermiça. Entretudo, o uso da urina como provedor de diagnóstico é ampla e intensamente utilizado na técnica do Ayurveda. De fato, a origem dos atuais exames de urina utilizados no Ocidente remontam a antigüidade milenar do Ayurveda, onde a cor, o aroma, a textura, e o modo como a urina se comporta diante de determinadas substâncias, pode diagnosticar e prognosticar todas as moléstias.
Por fim, devemos lembrar que a medicina ayurvédica não se resume numa prática empírica pura, seus conhecimentos não foram resultados de inumeráveis experiências, no método tradicional de tentativa e do erro da empiria sistemática. Mais do que isso, é um sistema revelado, fruto de um trabalho espiritual na compreensão dos sábios no início da era de Kali, mais ou menos 7.000 anos atrás. Este dado é importante, até porque, na medida em que nos aprofundamos no estudo dos textos médicos originais do Ayurveda, uma parte do Attharva-veda (um dos quatro Vedas originais), ficamos mais e mais estupefatos com os conhecimentos reveladores que ali se encontram, dando precisão milimétrica sobre intervenções cirúrgicas no cérebro, por exemplo, que somente hoje esboçamos a possibilidade de atingir a técnica ali descrita, quando, no entanto, já era praticada na milenar Índia dos mistérios eternos.Não há medicina mais natural e comedida do que o Ayurveda, apesar de hoje existirem muitos falsos médicos ayurvédicos que tentam fazer dos seus ensinamentos panacéias universais, quando no entanto, em nenhuma vez se fala disso nos textos originais, uma vez que o propósito do Ayurveda é ensinar a ciência da saúde e não da doença, mostrando que os princípios naturais da existência são suficientes para equilibrar a saúde e manter a vida longamente, apesar das contingências do sofrimento material. Segundo o Ayurveda, a urina não passa de um produto excretado pelo organismo, importante para diagnosticar a situação energética da pessoa, e seu uso interno é perigoso e tóxico se não for devidamente processado e elaborado com finalidades terapêuticas.

Referências Bibliográficas:

Damar Tantra - shivambu-kalpa.
The Indian version. Part 3. HPS, USA, 1995.
BHAGWAN DASH. Vaidya. Materia Medica of Ayurveda, based on Madanapala’s Nighantu.
New Delhi, B. Jain Pub., 1991.

Texto do Prof. Olavo Desimon


Literatura Recomendada: (extraida do blogue Shivambu Kalpa Vidhi)
  • "Damar Tantra"
  • "Urinoterapia - O uso da urina com fins terapêuticos", BalKrishna e Sofia Ferreira da Silva (2002)
  • "Amaroli", Swami Satyananda Saraswati / Bihar School of Yoga, Munger, Bihar, India (1991; 1ª edicão em 1978)
  • "The Water of Life", Armstrong, J.W. / Health Science Press, Saffron Walden, Inglaterra (1990; trabalho original publicado em 1944)
  • "The Golden Fountain", Kroon, C.V.D. / Wishland Inc, Scottsdale (1998; trabalho original em holandês em 1993)
  • "Conheça outras terapias", Hildegard Bromberg Richter (TAPs), Editora Paulus, São Paulo (1998)
  • "Your Own Perfect Medicine", Cristy, M.M. / Wishland Inc.(1994)

URINOTERAPIA E ESCARAS

URINOTERAPIA E ESCARAS

Prof. Dr. Wiliam César Alves Machado*
wilmachado@uol.com.br

A Urinoterapia é uma das técnicas terapêuticas mais antigas e populares usada por várias culturas através dos tempos. Era amplamente usada na Índia, Tibete, Egito e Grécia Antiga, e nas civilizações asteca, inca e maia. Ainda hoje é usada como procedimento terapêutico respeitável na Nicarágua, Arábia e Alasca, para combater males físicos. No Brasil, particularmente em áreas carentes de recursos, como no Nordeste e em várias outras regiões do país, a tradição popular recomenda a aplicação de urina de crianças nos casos de doenças de pele, urticárias e queimaduras por venenos de animais, como taturanas e águas-vivas.

Na medicina ortodoxa, por exemplo, em 1841, foi publicado na Inglaterra um livro intitulado "O Tesouro Inglês", do Dr. Dioscorides, no qual ele prescrevia urina para lavar feridas. Por outro lado, na Europa da Idade Média, era comum beber a própria urina como medida de prevenção contra a peste.

Não obstante a técnica terapêutica da Urinoterapia seja milenar e mundialmente difundida, foi perdendo espaço frente o desenvolvimento da pesquisa científica e tecnológica, além de não ter resistido à grande pressão exercida pela indústria farmacêutica influenciando as tendências da prática em clínica médica. Por outro lado, a emergência do método científico fez com que todas as formas de tratamentos naturais da sabedoria popular passassem a ser consideradas superstições e, conseqüentemente, excluídas dos currículos das escolas de medicina, até porque atentavam contra os interesses especuladores da economicamente poderosa indústria farmacêutica.

PROPRIEDADES DA URINA

A urina é um produto puro do sangue e não um amontoado de elementos tóxicos diminutos, além de ser um excelente medicamento natural que o organismo humano produz gratuitamente. Sua composição é de 96% de água e 4% de elementos orgânicos e inorgânicos. Dentre os elementos e compostos inorgânicos destacam-se o cloreto de sódio e outros sais de cloro, sais de enxofre, fósforo, sódio, potássio, cálcio, magnésio, cobre, flúor, iodo, ferro, zinco, ácido fosfórico e ácido sulfúrico. Quanto aos compostos orgânicos a urina contém: uréia, creatinina, amônia, ácido úrico, albumina e outras proteínas, além de 21 espécies de aminoácidos, aminas e ácidos orgânicos. Possui também os seguintes hidratos de carbono: cetoácidos, ácido lático e ácido úrico; as vitaminas, A, B, C, E, entre outras, e ácido pantotênico; os hormônios hipofisários, sexuais, prostaglandinas, ADH (hormônio antidiurético), entre outros; a alantoína, extraída da urina, é uma substância que ajuda no processo de cicatrização de feridas e excelente anti-rugas.

Conforme pode ser observado na descrição anterior, o corpo humano é um grande laboratório vivo capaz de produzir desde analgésicos, antibióticos, substâncias que reorganizam o sistema imunológico e até mesmo certos hormônios que podem curar ou prevenir enfermidades. Enfim, o uso da urina para o tratamento de escaras pode não ser atraente devido ao hábito que se cultiva de olhar para ela com certo nojo, desprezo, etc. Entretanto, uma vez superada a barreira do preconceito, decidir fazer uma experiência de curativos em ferimentos do tipo escaras pode trazer resultados surpreendentes, além de o material a ser usado não depender de despesas ou gastos financeiros. Basta seguir as instruções abaixo e ver para crer.

TRATANDO AS ESCARAS COM URINA

Embora possa parecer meio bizarro, o procedimento técnico de troca dos curativos de escaras usando urina é bastante eficaz.

1) Recomenda-se colher a urina fresca do próprio cliente, despejando-a num recipiente limpo após as micções (no caso de micção voluntária) e/ou abrir o coletor de urina deixando fluir (em caso de o cliente depender da utilização de cateter vesical para drenagem da bexiga).

2) Limpar bem a área da escara com solução isotônica (soro fisiológico) ou água fervida, removendo secreções acumuladas e restos de tecido morto.

3) Embeber esponja macia em urina e passar suavemente sobre a superfície da ferida. IMPORTANTE: Caso não esteja disponível esponja suficiente para se descartar após o uso, deve-se optar pelo uso de compressa de algodão, desde que atentando para que não deixar seus pequenos fragmentos sobre o ferimento. Posto que ao ser removidos noutros curativos posteriores, corre-se o risco de comprometer tecidos em granulação e de áreas subjacentes.

4) Aplicar compressas de tecido (algodão) embebidas em urina nas áreas lesionadas, trocando de seis em seis horas.

Procure manter o cliente confortável, evitando posições favoráveis a compressão das áreas lesionadas. Observe os resultados obtidos através de avaliação do estado da ferida de 10 em 10 dias. Vale a pena experimentar para constatar o poder de cicatrização da alantoína e demais componentes da urina.

OBS: Embora não haja contra-indicação, nos casos de infecção urinária, recomenda-se o uso de urina de criança para os clientes nessa situação, até que o quadro infeccioso seja eliminado.

* Sobre o autor: Doutor em Enfermagem, pela Escola de Enfermagem Anna Nery, UFRJ (1996). Mestre em Enfermagem, pela Escola de Enfermagem Alfredo Pinto, UNI-RIO (1988). Especialista em Administração Hospitalar, pela Universidade Católica do Rio de Janeiro, PUC-RIO (1978). BIBLIOGRAFIA ARMSTRONG, J. W. The water of life: a treatise on Urine Therapy. Walden, Londres, Health Science Press, 1990. HIROSHI, Tikumagawa. Cura-te a ti mesmo: terapia do real, São Paulo, Madras Editora, 1998. MACHADO, Denise G. URINOTERAPIA. Carmo da Cachoeira, Irdin Editora, 1999.

BIBLIOGRAFIA

ARMSTRONG, J. W. The water of life: a treatise on Urine Therapy. Walden, Londres, Health Science Press, 1990.

HIROSHI, Tikumagawa. Cura-te a ti mesmo: terapia do real, São Paulo, Madras Editora, 1998.

MACHADO, Denise G. URINOTERAPIA. Carmo da Cachoeira, Irdin Editora, 1999.

Video: Como combinar frutas e vegetais (repetição)



Assistir o vídeo - Duração 06:29s

Algumas dicas do vídeo:

não fazer grandes misturas de frutas, comê-las indivudualmente para facilitar digestão e absorção dos nutrientes.

Comer primeiro frutas ácidas e sumarentas (pois têm a absorção mais rápida). Frutas mais densas como banana e abacate podem ser consumidas 20min após as frutas ácidas.

Prefira sempre as frutas da estação, quando a natureza fornece os alimentos no seu ritmo e não obrigada por alterações feitas pelo homem.

Preste atenção nos sinais que o seu corpo dá, como ele reage, que alimentos ele precisa e que alimentos ele não precisa.

Alimentos compatíveis:Alimentos pouco compatíveis:
Alimentos incompatíveis

frutas + grãos germinados

frutas doces + frutas doces

frutas ácidas + frutas ácidas

frutas doces + frutas ácidas

hortaliças mais lacticínios

leguminosas germinadas + frutas

frutas + hortaliças

frutas + açúcar

(obs. maçã pode ser

combinada com hortaliças)

A urinoterapia entre os índios brasileiros


A auxiliar de enfermagem Alcilene Mota Sá da Silva fala de sua
experiência entre os índios do Pará.


Nasci no interior do Maranhão. Aos sete anos fui para Bragança, no Pará, e saí de lá com 16 anos. Passei toda a minha adolescência ao lado dos índios. Com eles aprendi muita coisa sobre remédios caseiros. Onde a gente morava, não havia médico, a gente vivia praticamente da natureza. Minha mãe criou oito filhos sem INPS. E todos saudáveis.

Os índios tinham muita amizade com meus pais. Traziam mandioca e muita caça - paca, veado, ave - para trocar por mercadoria no comércio do meu pai. Índio não mexia com dinheiro. Em troca, meu pai dava para eles coisas diferentes, da cidade. Meu pai ficou sendo uma pessoa muita respeitada por eles. Havia época que eles ficavam em fila na frente do comércio e meu pai atendia a todos eles. Então, tudo que meu pai falava: 'olha, tá acontecendo assim e assado", eles vinham e ensinavam: "faz isso que é bom". E nos ensinaram como usar a urina.

Quando havia alguém gripado, nos ensinaram a tomar urina em jejum - esse era nosso remédio normal. Gripou - não se precisava perguntar o que tomar. A gente sabia que índio pode sofrer qualquer tipo de doença - menos gripe. Porque a gripe neles leva à tuberculose no mesmo dia. Eles tinham muito medo. Se soubessem que alguém estava gripado, não se aproximavam. Tomavam muito cuidado. Qualquer espirro, eles tomavam urina e mandavam qualquer pessoa tomar urina. Para poder evitar, era dito: "quem toma urina quando está gripado, a doença não prossegue... ela já vai cortando'. Quando ficava com falta de ar, a criança tomava urina. Aí expectorava. Quando a criança tossia, o catarro soltava. Vinha aquele catarro amarelo pra fora e não acumulava.

Diziam que a penicilina, quando se está gripado, abafa o catarro no pulmão e acumula. No que acumula, vira tuberculose e complica tudo. Com a urina, não! Com ela se consegue expectorar e pôr para fora. Nos casos de diarréia, a criança, às vezes, botava poças de catarro pelas fezes. Aqui não se vê isso.

Contra caspa e ferida na cabeça, usávamos urina. Lá havia muitos pernilongos (carapanã) que picavam durante a noite, causando uma feridinha na raiz do cabelo. Como era muito quente - a temperatura lá é de 37o C quase sempre - ficava aquela coceira. Criava feridinhas que eram lavadas com urina. Nunca lavei o meu cabelo com xampu, só com sabão. E quando o cabelo ficava quebradiço, diziam: "O teu cabelo está quebradiço. Está na hora de lavar com urina!"

Quando tínhamos conjuntivite (dor d'olho), se saía pus e uma secreção do olho pingávamos urina. Contra terçol, usávamos também urina.

Éramos ensinados a tomar banho no rio. Eu nunca soube o que é uma torneira. Lá toda a meninada ia para o rio tomar banho de calcinha. Quando caía água no ouvido, a gente abaixava a calcinha, catava um pouco de urina e despejava quentinha no ouvido. Na hora, a gente sentia aquele burburinho, virava a cabeça e a água saía. A urina era o nosso remédio para ouvido - para secreção no ouvido, pus no ouvido...

Também para o nariz entupido dos filhos pequenos usavam urina. Como não existia conta-gotas, a mãe mesmo pingava a urina com a mão. Pingava urina no nariz e já conseguia que abrisse! Mais tarde, nos meus quatro filhos, o Rinosoro seria a urina.

A criança era ensinada a cuidar dos dentes, porque não havia dentista. Então a gente tinha muito cuidado. Quando começava a infeccionar, já lavava com urina, que também servia para lustrar. Fazíamos café (sem coar porque não tinha coador). Ficava aquela borra que não jogávamos fora, mas colocávamos numa vasilha e misturávamos com urina. Esfregávamos nos dentes, que ficavam brilhando! Se aparecia um quisto perto do dente - e ficava aquela bochecha inchada - a gente fazia bochechos com urina, bastante bochechos. No dia seguinte, o pus vazava perto do dente.

Havia muita impingem - uma coceira - porque havia muito bicho que pica. Para a impingem a urina era usada depois de uma semana, quando já estava com aquele cheiro forte. Aí se molhava um algodão e passava em cima. Isso dóóói!!! A urina velha queima demais... mas sara.

Eu passei muito tempo com uma alergia, uma coceira na nuca. Não sei se era o cabelo ou se eu suava muito. A pele ficou grossa, grossa mesmo. Minha mãe foi para a cidade onde ensinaram muito creme para ela. Mas ela nunca passou. Passamos sempre urina - qualquer infecção de pele, era sempre urina.

Feridas abertas, por exemplo na perna, também eram tratadas com urina. Trepávamos muito em árvores. Quando alguém caía e se machucava, a gente mandava logo um coleguinha mijar. Para nós era normal. Aqui não se pode fazer isso!

Nós não tomávamos antibiótico. Ensinavam que a penicilina é uma doença contra a humanidade, pior do que a doença a ser tratada. Na minha juventude não existia antibiótico.
Na gravidez, quando a mãe começava a sentir dor, tomava um copo de urina para aumentar as contrações. Tomava um copo de urina quase quente, que acabava de fazer, e logo seguiam as contrações. O parto era normal, sem problema de hemorragia. Eu, durante a gravidez - apesar de ter saído de lá e morar na cidade - também tomei urina do começo ao fim e nunca tive qualquer problema.

Apesar disso, até pouco tempo, eu tinha muito medo de me abrir. Era difícil falar para minha vizinha: "Se você está com bronquite, toma urina que sara!"

Fonte: Entrevista concedida ao Dr. Masanami Kojima em São Paulo

Artigo extraído do livro: Conheça outras terapias, organizado por Hildegard Bromberg Richter (TAPs), Editora Paulus, São Paulo, 1998.

Urinoterapia:

Trata-se de terapia alternativa ou filosofia de vida que busca a harmonia do corpo, da mente e do espírito através da ingestão de urina. A prática remonta aos primórdios da história dos países orientais tendo se difundido também em culturas dos países do ocidente. Sua prática, asseveram os adeptos, previne e cura diversas doenças, existindo relatos de cura do câncer. Cientificamente a urina não é tóxica e se compõe de 90% de àgua e 10% de nutrientes não absolvidos pelo corpo e hormônios. A urina nada mais é do que sangue filtrado pelo fígado e rins, principalmente pelos rins que para os adeptos da urinoterapia é o órgão mais importante neste processo de filtragem do sangue. Muitos relatos levam a crer que a primeira urina excretada após uma noite de sono é a ideal para a ingestão, visto que carregada de hormônios benéficos para o organismo e para o cérebro, pois a reingestão dos hormônios excretados durante o sono são benéficos para o equilíbrio do cérebro e da memória. Relatos de ex-combatentes da segunda guerra mundial apontam para o poder cicatrizante da urina, isto se dá porque há grande concentração de cortisona, o que a torna antisséptica, bactericida e cicatrizante, sendo excelente também para tratamento de queimaduras. Os japoneses e indianos já conhecem a prática da urinoterapia a milênios, sendo que os primeiros a utilizam inclusive como cosmético, rejuvenescendo a pele com a aplicação de urina sobre a mesma. A maior eficácia da terapia depende também da alimentação, que requer ingestão de verduras, legumes e frutas, todos crús, e a ingestão de muita água. Para aqueles que se interessarem sobre a matéria, existem várias obras na literatura médica alternativa que exemplificam as diversas formas de utilização.


Fonte: Wikipedia

Palestra de Aris La Tham sobre Alimentação Viva

Palestra de Aris La Tham

Filosofia da Ciência da Alimentação Crudívora



(resumo)

Gostaria de agradecer muito pela oportunidade maravilhosa de estar aqui nesta conferência para compartilhar conhecimentos com vocês e crescer juntos. Tem sido uma grande viagem, desde que deixei o Panamá, onde nasci, 57 anos atrás. Saí de lá aos 17 anos e cresci numa tradicional família afro-caribenha. Meus pais eram da Jamaica e de Barbados e foram para o Panamá para a construção do canal. Cresci nesse país latino- americano, fui à escola e educado em língua espanhola. Vivendo na zona do canal, que estava sob o domínio dos EUA, cresci numa área com três culturas, três línguas, três tipos de alimentação, três costumes, tudo ao mesmo tempo.

Vivi lá até os 17 anos e mudei para o Brooklin, em Nova Iorque, onde fiz o ensino médio e fiquei conhecendo a Standard American Diet (dieta americana padrão), também conhecida como S.A.D. diet (dieta triste). Fiquei conhecendo coisas como cachorro quente, hambúrguer, mortadela etc. Tive de me adaptar a esses costumes, mas percebi que minha energia estava decaindo. Quando fui à universidade nos anos 60, durante a época dos movimentos culturais alternativos, a era do Vietnã, a época do movimento back-to-the-land (volta à terra), a geração hippie, o movimento negro (black-power), nessa época, 34 anos atrás, adquiri consciência da minha tradição alimentar e me tornei vegetariano.

Tornar-se vegetariano dentro do campus universitário foi muito motivador para o meu intelecto. Foi uma decisão analítica, uma decisão muito inspiradora e revolucionária. Seis anos depois disso, passei a consumir apenas comidas cruas, ou comidas vivas, que agora defino como “alimentos preparados pelo sol”. O conceito, o princípio por trás dos “alimentos preparados pelo sol” é que o processo de crescimento das comidas é o processo de cozimento. Então, o período de tempo que uma planta leva para florescer, atingir a maturidade e amadurecer é o processo de cozimento. O alimento está pronto, perfeitamente cozido da maneira mais metódica e científica possível. O chef é o sol. O calor do sol cozinha a comida durante o processo de crescimento.

Muitos de nós, seres humanos, acreditamos que podemos melhorar o trabalho de Deus, o trabalho da Mãe Natureza. Pegamos a planta já madura e a fritamos, cozinhamos, assamos, etc. Isso é um insulto ao Criador, é como dizer a ele “Você não completou seu trabalho, as plantas não estão prontas e eu vou completá-las”. Fazendo isso você está matando os vegetais, matando os alimentos, você está destruindo a energia vital das comidas.

Plantas, plantas que servem de alimentos, animais e seres humanos, todos funcionamos num nível enzímico. Nossa força vital depende da atividade enzímica dentro de nosso sistema. Enzimas são catalisadoras, engenheiras sensíveis ao calor. Quando você expõe qualquer organismo vivo a temperaturas acima da maior temperatura no planeta, que é de 57° celsius registrada no Vale da Morte na Califórnia, que é chamado assim porque não há vida lá, você mata suas enzimas, você mata a vida, você destrói a ética daquela vida, daquele alimento, daquele animal e dessa forma a comida não consegue promover ou manter a vida em um nível otimizado. Isso ocorre porque, nesse processo, as enzimas digestivas necessárias para facilitar a digestão são destruídas.

Comidas proteicas como nozes, sementes, abacate e coco têm propriedades digestivas capazes de auxiliar na absorção de proteínas e de gorduras, mas se você mata suas enzimas, elas perdem essas propriedades e não conseguem mais participar do processo digestivo. Assim, internamente, nosso corpo vai precisar produzir as enzimas digestivas necessárias para digerir os alimentos. Mas a produção dessas enzimas digestivas é o maior trabalho que você pode requisitar ao seu corpo, é uma tarefa monumental. O corpo é forçado a produzir uma quantidade extra de enzimas durante a vida inteira, sejam elas enzimas digestivas ou enzimas metabólicas, para executar todas as nossas tarefas vitais. Nossos órgãos, os rins, os pulmões, o coração, todos eles produzem enzimas específicas constantemente para nos manter vivos.

Quando o corpo é desafiado a produzir essa quantidade excessiva de enzimas digestivas, a sua produção de enzimas metabólicas diminui, principalmente quando comemos aqueles pratos enormes de comida cozida em eventos como esse, em casa ou em qualquer lugar. Não importa se comemos proteínas animais ou vegetais, não importa se comemos tofu, frango ou peixe. Se cozinhamos esses alimentos, suas enzimas digestivas são mortas e o corpo vai ter de compensar essa perda, produzindo uma quantidade apropriada de enzimas digestivas para digerir estes alimentos.

Por isso é comum ter sono logo após de comer pratos enormes nas refeições ou de se alimentar de comidas pesadas que foram cozidas. Seu corpo vai trabalhar de um modo intensivo para produzir as enzimas digestivas e vai diminuir a produção das enzimas metabólicas. O coração, os pulmões, os rins dizem:

— Me dá um tempo. Você bateu um pratão de arroz integral, de tofu e de outras comidas cozidas e agora você está produzindo enzimas digestivas para processar toda essa comida, mas não está mais produzindo uma quantidade adequada de enzimas metabólicas para que eu possa fazer meu trabalho. Por isso eu vou ter que descansar um pouco. Me dá um tempo, assim você vai poder produzir toda essa quantidade de enzimas digestivas.

E é assim durante toda a nossa vida, por anos e anos. Mas o que é isso que estamos fazendo? Estamos torturando nossa reserva de enzimas. Estamos produzimos muita enzima num ritmo forte e a conseqüência é que comprometemos todo o nosso banco de enzimas, levando-o à falência. Daí alguém vai dizer “seu sistema imunológico está comprometido”. E agora seu corpo não tem mais a capacidade de se defender, pois a perdeu processando comida de uma forma para a qual não foi projetado.

Os seres humanos estão neste planeta há pelo menos um milhão de anos e faz apenas 100 mil anos que usamos o fogo. Portanto, por 900 mil anos os seres humanos não comeram alimentos cozidos. Com esse dado histórico, sabemos por fato e pela natureza que não somos seres de comida cozida. Faz 100 mil anos que tentamos nos adaptar aos alimentos cozidos e vemos os resultados: os hospitais, as doenças, as guerras e o stress porque não podemos adaptar de modo consistente o sistema digestivo humano à uma dieta de alimentos cozidos. É hora de abandonar o experimento e voltar à vida. E você não volta à vida a partir da morte. A morte não pode produzir a vida.

Quando comemos esses alimentos que estão mortos, que estão desvitalizados, estamos na verdade matando a nós mesmos. O processo de morte começa no nascimento, quando não amamentamos os bebês pequenos. Os bebês precisam ser alimentados com leite materno, eles não têm um sistema digestivo até os dois anos! Leva dois anos para um lactente desenvolver um sistema digestivo, então por dois anos ele tem que ser amamentado! A mãe precisa nutri-lo, dar ao bebê uma transfusão de sangue através do leite materno. Se esse bebê for alimentado com comida que não consegue digerir, especialmente a cozida, a comida vai se assentar em seu sistema, vai fermentar, apodrecer, vai se decompor, e então haverá muco, narizes escorrendo e todas as doenças infantis. Essa é uma crise alimentar. Então, o que começamos a fazer? Começamos a treinar os bebês, a treinar nossos corpos para tolerar alimentos mortos. Começamos a nos treinar para desenvolver células que acumulem nossos dejetos.

Quando essas crianças crescem, na puberdade, vemos o que acontece com os jovens. Vemos as espinhas e todos os desafios pelos quais eles têm de passar. Vemos as meninas que começam a menstruar e produzir óvulos que, se não são fertilizados, têm de ser eliminados por volta de 14 dias após a ovulação. Constatamos que esse ciclo menstrual e que o próprio sistema reprodutivo têm funcionado como um canal auxiliar para eliminar toxinas. Então, a cada ciclo menstrual, as mulheres estão eliminando não só o óvulo não fertilizado, mas também uma série de toxinas acumuladas nos últimos 28 dias. Dependendo dos tipos de alimentos que você come, há uma reação diferente. Por exemplo, muita gordura causa cólica. Muitos produtos de origem animal na dieta aumentam o tempo de sangramento. São fatos que precisamos levar em conta.

Quando as jovens têm a sua primeira gravidez, elas param de ovular e de menstruar e param também de eliminar toxinas a cada 28 dias. Então, no primeiro ou no segundo mês de gravidez as mulheres enjoam e vomitam, geralmente pela manhã. À noite, enquanto dormimos, jejuamos e o corpo libera toxinas. Essas toxinas precisam ser eliminadas quando acordamos. Por isso a mulher grávida vomita. Seu corpo, nos primeiros meses de gravidez, está tentando encontrar uma nova forma de eliminar toxinas, já que a menstruação está suspensa. Nos meses seguintes o corpo estoca essas toxinas e a mulher engorda 13, 18, 22 quilos de puro lixo. Se o bebê tem 3 quilos, os outros 10, 15, 19 quilos são lixo.

Na hora do parto, as células estão trancadas, cheias de gordura e a mulher vai ter de abri-las num trabalho de parto doloroso. Mas, se ela se alimenta de comidas que não acumulam essa quantidade de toxinas, o parto é suave e tranqüilo.


Fonte: 36° Congresso Vegetariano Mundial Florianópolis, Novembro 2004 - SVB



Dr Aris La Tham

(PhD em Ciência da Alimentação e Nutrição)

O gourmet da luz solar

Aris La Tham é vegetariano há 34 anos e usa alimentos vegans, crus e vivos há 28 anos. Foi eleito um dos melhores chefs vegetarianos dos EUA pela revista Vegetarian Times. apareceu nas páginas de publicações como Vegetarian Gourmet, Health Quest, Upscale, Essence e Tarzan Fitness Magazine, do Japão, e do jornal Washington Post. Aris foi homenageado pelo Raw Food Culinary Masters Showcase (exposição de mestres da culinária crudívora) no Swept Away Resort. Trabalhou como consultor executivo de alimentação do Strawberry Hill Resort e atualmente dá curso para chefs vegans e crudívoros em hotéis internacionais e resorts. Seus serviços no campo da cura e da nutrição estão disponíveis no Spa Detox & Health, St Mary, Jamaica.

Aris nasceu no Panamá, na Zona do Canal, é descendente direto de uma família de mestres culinários africanos das Índias Ocidentais e tornou-se um famoso defensor dos alimentos saudáveis. Formou-se no campus de Fullerton da Universidade do Estado da Califórnia, com mestrado em Lingüística, e trabalhou como administrador de Educação Bilíngüe. Aris é o fundador da SUNFIRE CUISINE e das tortas PARADISE PIES. Os SUNFIRED FOODS, alimentos preparados pelo fogo do sol, foram apresentados na Black Entertainment Television (BET), no Fórum da Escola de Medicina da Temple University, na Associação de Produtores de Alimentos Orgânicos dos Estados Unidos, no programa Body By Jake, do The Family Channel, no programa Alive & Wellness, da CNBC, e nos noticiários Eyewitness News, da rede ABC, e CBS News. Aris foi chefe de cozinha do Hippocrates Health Institute, em West Palm Beach, na Flórida.

Aris recebeu, da Universidade da Cidade de Los Angeles, o Diploma Honorário de Médico em Ciências dos Alimentos Preparados pelo Sol. É o Mestre da Culinária Vegetariana de Alimentos Vivos, que, durante 25 anos na indústria alimentícia, conquistou todos os elogios de centenas de milhares de famintos preocupados com a saúde do mundo inteiro.

As delícias da SUNFIRE CUISINE foram servidas a várias celebridades e pessoas importantes, como Justice Sandra Day O'Connor, Barbara Streisand, Dennis Weaver, Dick Gregory, Dexter King, Marilyn e Harvey Diamond, Angela Bofil, Iyanla Vanzant, Victoras Kulvinskas, Eryka Badu, Jesse Jackson, Ben Vereen, Dr. Neil Barnard, Aley Sheedi, Philip Michael Thomas, Issac Hayes, Cicely Tyson, Joe Piscopo, Senador Alcee Hastings, Sidney Potier, Eddie Albert, Susan Taylor e Ed Asner.

Aris foi convidado a participar de seminários sobre saúde e a servir refeições em organizações como:

. Congresso dos Estados Unidos

. Convenção da Associação Médica Nacional

. Convenção da Federação Nacional da Saúde

. Comissão de Saúde Pública do Distrito de Colúmbia

. Projeto Nacional de Saúde

. Instituto de Câncer do Centro Médico do Washington Hospital

. Festival Mundial de Sinergia

. Convenções da Sociedade para o Controle do Câncer

. Instituto Nacional de Saúde

. Retiro do Círculo de Sabedoria de Sinergia Africana

. Comissão de Saúde Mental de Ohio

. Exposição Vida Integral

Aris foi presidente, fundador e chef de cuisine do Green City Market & Café, em Bethesda, no estado de Maryland. Deu consultoria em desenvolvimento de produtos ao Serviço de Hóspedes dos Swept Away Resorts / The Unicorn Village, ao 21st Century Marketplace, ao Mothers Market & Kitchen e ao Clube dos Sucos e Alimentos Integrais de Beverly Hills e também para o Jus´Juice do Museu Bob Marley.

Fonte: SVB

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