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sexta-feira, 4 de maio de 2007

Culturas agrícolas podem produzir o seu próprio adubo

Os geneticistas vegetais induziram plantas a criar as suas próprias "fábricas de fertilizantes" sem a ajuda de bactérias, geralmente cruciais para o processo. Se esta tecnologia puder ser transferida para plantas como o trigo ou o arroz, a fertilização industrial destas culturas pode ser fortemente reduzida ou mesmo abolida.

Quando bactérias do género Rhizobium penetram nas raízes de uma planta leguminosa, como uma ervilheira ou ou feijoeiro, a planta desenvolve nódulos que albergam os microrganismos. As bactérias retiram azoto do ar e transformam-no em nitratos, nutrientes importantes para a planta.

Dois grupos de investigadores conseguiram agora obter leguminosas que produzem nódulos na ausência de bactérias nitrificantes, potencialmente abrindo caminho para culturas que não necessitariam de receber fertilizantes azotados pois seriam capazes de obter esses nutrientes das bactérias omnipresentes no solo e que agora poderiam colonizar os seus nódulos.

A fertilização de culturas agrícolas é pouco eficiente e extremamente danosa para o ambiente, explica Giles Oldroyd do John Innes Centre em Norwich, Reino Unido, que liderou uma das equipas de investigação. Para além de poluir as águas, os fertilizantes químicos são responsáveis pelo que se estima ser metade da queima de combustíveis fósseis associada à agricultura.


As bactérias fixadoras de azoto são uma forma muito melhor de as plantas obterem azoto, acrescenta Oldroyd. Muitos agricultores e jardineiros alternam leguminosas, como o feijoeiro ou o trevo, com as suas culturas com esse objectivo. Os agricultores tradicionais da América latina plantam feijoeiros juntamente com o milho.

"Os cereais necessitam de quantidades imensas de azoto mas as leguminosas não só fornecem azoto a si próprias como o disponibilizam para as outras plantas", diz Oldroyd. Ele e a sua equipa estão a tentar modificar geneticamente plantas aparentadas com as leguminosas, como o tabaco e o tomateiro, para que sejam capazes de produzir nódulos.

A produção de nódulos é normalmente iniciada quando as bactérias nitrificantes penetram as células da raiz da planta. A planta detecta as bactérias e as células da raiz crescem de forma a criar um nódulo em volta da zona infectada.

Agora, os dois grupos de investigação, a equipa de Oldroyd e a equipa liderada por Jens Stougaard da Universidade de Aarhus na Dinamarca, descobriram que ao mutar um gene que produz um mensageiro celular conhecido por CCaMK, as células da raiz podem ser convertidas em células capazes de formar um nódulo, mesmo sem a presença de bactérias.

A ideia de que estes nódulos com a capacidade de auto-fertilizar uma planta possam ser transferidos para outro tipo de planta ainda não foi testada, apesar de Oldroyd considerar que o seu trabalho em plantas de tabaco e em tomateiros ser capaz de revelar se tal será possível.

Não há razão teórica nenhuma para que não funcione, diz Oldroyd. "Somos capazes de produzir nódulos vazios mas a planta tem que permitir que as bactérias os invadam", diz ele, "mas se as leguminosas o podem fazer, também outras espécies devem ser capazes."

A tecnologia, no entanto, ainda está na infância: "Temos que ser capazes de realizar vários passos cruciais", alerta Stougaard. Mas ele espera que possa ser usada para criar versões auto-fertilizáveis de trigo, milho, aveia e arroz.

Saber mais:

John Innes Centre

Universidade de Aarhus

Descobertas novas pistas acerca do gene da longevidade

O mistério do motivo porque comer menos aumenta a longevidade está mais perto de ser resolvido.

Estudos mostraram que uma severa restrição de calorias prolonga de forma acentuada a vida em ratos e em muitas outras espécies mas as razões para isso permaneciam esquivas. Mas agora, investigadores americanos que trabalham com vermes nemátodos descobriram um gene associado a este estranho efeito.

Futuramente, a descoberta pode levar à descoberta de drogas que imitem as consequências da restrição de calorias mas não obriguem a regimes de jejum severos.

As propriedades de prolongamento da vida da redução da ingestão de calorias foram primeiro descobertas na década de 30 do século passado, quando ratos de laboratório alimentados com uma dieta muito severa passaram a sobreviver mais tempo que os seus amigos bem alimentados.

Desde então, este efeito tem sido observado em organismos tão diversos como as leveduras, as moscas, vermes e cães.

As consequências para os humanos da redução da ingestão de calorias em cerca de 60% mas mantendo o nível de nutrientes essenciais ainda não são claros, apesar dos seguidores desta dieta extrema serem numerosos.

Andrew Dillin, autor do artigo publicado na revista Nature e professor associado no Salk Institute for Biological Studies, refere: "Se reduzirmos demasiado o alimento, passamos para a fome e vivemos menos. Se comermos demais passamos para a obesidade e vivemos menos. As restrições na dieta correspondem a um ponto intermédio difícil de localizar. Desde há 72 anos que o sabemos mas não percebemos como funciona."

Verme nemátodo (Siler Panowski)Um estudo com vermes nemátodos Caenorhabditis elegans revelou que o gene pha-4 desempenha um papel crucial nesta situação. A equipa descobriu que vermes a quem se removia o gene pha-4 não viviam mais tempo mesmo com uma dieta restrita. Mas também descobriram que fazendo a experiência inversa, aumentando a expressão do gene pha-4 nos vermes, aumentava a longevidade quando havia uma dieta restrita.

"Este é o primeiro gene que descobrimos ser absolutamente essencial para a resposta da longevidade à restrição de dieta", explica Dillin. "Finalmente temos evidências genéticas para deslindar o programa molecular necessário para aumentar a longevidade em resposta à restrição de calorias."

Apesar do estudo ter sido levado a cabo com vermes, a descoberta também pode ser importante para outras espécies.

Os mamíferos, incluindo o Homem, têm genes muito semelhantes ao pha-4, explica Dillin. Estes genes desempenham um papel importante no desenvolvimento e, mais tarde na vida na regulação do glucagom, uma hormona com papel importante na manutenção dos níveis de glicose no sangue, especialmente durante o jejum.

De facto, os cientistas acreditam que o factor que leva ao aumento da longevidade devido à restrição calórica pode estar associado ao reforço das possibilidades de sobrevivência em tempos de escassez.

"O gene pha-4 pode ser o primeiro a ajudar o animal a superar condições de stress e a viver muito tempo com uma dieta restrita", diz Dillin.

O próximo passo para os cientistas é analisar o efeito do gene noutras espécies.

Se a ligação com longevidade se aplicar ao Homem, pode abrir a porta ao desenvolvimento de drogas que imitem os efeitos da restrição de calorias e ainda assim permitam às pessoas manter a sua dieta normal, dizem os cientistas.

Richard Miller, do Instituto de Gerontologia da Universidade do Michigan, comenta: "É realmente difícil adivinhar se as associações que estamos a ver entre o sistema pha-4 e as restrições de calorias em vermes têm paralelo nos mamíferos, cujo reportório de resposta às várias formas de escassez de alimentos, a curto e a longo prazo, são de longe mais complexas que as dos vermes.

"Mas o artigo de Dillin fornece tanto motivação para a busca como pistas para onde procurar. Penso que é provável que seja influente, mesmo se as implicações para os mamíferos acabem por ser um beco sem saída."

Saber mais:

Nature

The Salk Institute for Biological Studies

University of Michigan

quinta-feira, 3 de maio de 2007

Pão pode elevar risco de câncer de rim, diz estudo

Tentação dos pães pode ser mais perigosa do que se imaginaPães

Pessoas que comem muito pão podem ter mais risco de desenvolver câncer de rim, sugere um estudo de pesquisadores italianos.

Segundo os cientistas do Instituto Farmacológico de Milão, massas e arroz também aumentariam moderadamente o risco de câncer, enquanto frango e vegetais reduziriam a tendência.

Eles compararam o estilo de vida, o histórico médico e os hábitos alimentares de 767 adultos portadores de câncer de rim com as condições de vida de outros 767 que não tinham a doença.

Em artigo na revista especializada International Journal of Câncer, eles disseram que o alto nível de glicose – um tipo de açúcar – em alimentos como pão, massa e arroz poderia ser o fator relacionado ao risco de tumores.

Por outro lado, alimentos com menores níveis de glicose, como frango, carne processada e vegetais cozidos ou crus parecem reduzir o risco de câncer no rim.

Outros produtos, incluindo café, chá, ovos, carne vermelha, peixes, queijos, batatas e frutas não pareceram exercer qualquer efeito.

Alarme

A organização britânica Câncer Research UK disse que precisa de "mais evidências" para comprovar a validade do estudo.

O porta-voz da entidade, Ed Yong, disse que a metodologia da pesquisa pedia às pessoas que declarassem o que haviam comido nos últimos dois anos – o que pode ter gerado imprecisões.

"Precisamos de mais evidências de estudos mais amplos antes de dizer se esta relação (entre alimentos com alto teor de glicose e câncer de rim) de fato existe", ele afirmou.

"Por enquanto, a única causa estabelecida e evitável de câncer de rim é se estar acima do peso ou ter obesidade, que responde por um em cada quatro casos, e o fumo, que conta para um em cada cinco casos." (BBC)

Salada Cipó


Um processador, um ralador e uma refeição completa...simples...

Creme de abacate com amêndoa, salsa (salsinha) e pimento(ão) vermelho

acompanhando cenoura, repolho, courgete (abobrinha), pimento(ão) verde e vermelho, folhas de manjericão suco de limão, azeite (português) e flor de sal.

Vinho português Alabastro 2004, tinto... (para comemorar)




















Sónia (proprietária da pousada Banana Cipó) e Jacque

Gelo do Ártico derrete mais rápido que o previsto


Gelo ártico
Taxa de degelo do Ártico é de 9% a cada década
O gelo do Ártico está derretendo mais rapidamente do que o previsto pelos modelos computadorizados de cálculo climático, segundo um grupo de pesquisadores americanos.

Eles dizem que, desde 1979, o Ártico vem perdendo cerca de 9% de sua camada de gelo a cada década – mas a maioria dos modelos indica, em média, uma taxa de degelo de menos da metade disso.

Os cientistas sugerem que as previsões incluídas nos relatórios do IPCC (Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas), grupo da ONU que elabora um trabalho de referência sobre o tema, podem ser cautelosas demais.

As últimas evidências indicam que, até meados deste século, o Ártico poderia ficar totalmente sem gelo durante os verões.

"Isto acontecerá em algum momento da segunda metade do século", diz Ted Scambos, do Centro Nacional de Dados sobre Neve e Gelo (NSIDC), da Universidade do Colorado.

"Alguns modelos de computador mostram períodos de grande sensibilidade, nos quais o sistema de gelo ártico colapsa repentinamente, e essa tendência pode ocorrer mais rapidamente; mas é difícil dizer exatamente quando isso ocorrerá", disse ele à BBC.

O cientista, que alerta para o perigo em um estudo assinado por um grupo de pesquisadores na revista Geophysical Research Letters, calcula que pelo menos metade do aquecimento climático observado desde 1979 se origina das emissões humanas de gases que causam o efeito estufa.

Fonte. BBC Brasil

Pistache 'reduz riscos de problemas cardíacos', diz estudo

Pistaches
Pistaches podem ter um papel central em uma dieta balanceada
Um estudo da Universidade Estadual Penn, dos Estados Unidos, afirma que comer um punhado de pistache por dia pode baixar a taxa de colesterol e suprir a necessidade de antioxidantes normalmente encontrada em verduras e frutas de cores vivas.

Comer entre 40 e 85 gramas de pistache por dia "diminuiu o risco de doenças cardiovasculares, por diminuir significativamente os níveis de colesterol (LDL), e reduziu significantemente as proporções de lipoproteínas", de acordo com a pesquisadora Sarah K. Gebauer, que apresentou o estudo no encontro Biologia Experimental, em Washington, na segunda-feira.

Os participantes do estudo passaram duas semanas se alimentando com a Dieta Média Americana, que consiste de 35% de gorduras e 11% de gorduras saturadas.

Em seguida, testaram três dietas diferentes durante quatro semanas, sempre com um intervalo de duas semanas entre elas.

Variantes

As três dietas são variantes de um regime popular para a redução de colesterol: uma sem pistache, com direito a 25% de gordura e 8% de gorduras saturadas; a segunda com 42 gramas de pistache por dia, além de 30% de gorduras e 8% de gorduras saturadas; e por último, 85 gramas de pistache por dia, além de 34% de gorduras e 8% de gorduras saturadas.

Os exames de sangue verificaram então os níveis de colesterol no sangue de cada participante, após cada dieta.

O resultado foi que as 42 gramas de pistache reduziram o volume total de colesterol no sangue em 8,4%, e o chamado colesterol ruim (LDL), em 11,6%

O estudo mostrou ainda que as lipoproteínas de de densidade não-alta (Não-HDL) caíram em 11,2%. Esse tipo de lipoproteínas é considerado um indicador confiável sobre os riscos de doenças cardiovasculares.

Diferença

"Ficamos satisfeitos em constatar uma diferença entre as duas doses de pistache sobre a lipoproteína, porque parece que são o pistache que está provocando os efeitos e que ele atua de forma dependente da dose", disse Gebauer.

Os pesquisadores analisaram ainda os impactos das dietas sobre os níveis de LDL oxidizado e de antioxidantes no sangue.

"Queríamos ver se o aumento dos níveis de antioxidantes provocado pelo pistache poderia reduzir inflamações e oxidação", afirmou Gebauer.

O pistache contém mais luteína (normalmente encontrada em verduras escuras), beta caroteno (formador da vitamina A) e gama tocoferol (a principal forma de vitamina E) do que outras nozes.

Comer agrião pode diminuir risco de câncer, diz pesquisa

Agrião
Agrião aumenta a quantidade de antioxidantes benéficos
Consumir agrião regularmente pode ajudar a diminuir as chances de desenvolver câncer, segundo uma pesquisa realizada na Irlanda do Norte.

O trabalho da Universidade de Ulster sugere que o agrião reduz o dano ao DNA de glóbulos brancos - considerados como um importante fator que pode desencadear o desenvolvimento do câncer.

O agrião parece aumentar os níveis de compostos benéficos no sangue e cortar os níveis dos compostos danosos.

A pesquisa foi encomendada por uma organização chamada Watercress Alliance (Aliança do Agrião) e publicada na revista American Journal of Clinical Nutrition. Outros cientistas checam as pesquisas antes da publicação na revista.

Voluntários

Durante o estudo, 60 voluntários saudáveis, incluindo 30 fumantes, consumiram 85 gramas de agrião fresco todos os dias por oito semanas.

Os pesquisadores fizeram exames antes e depois desta mudança na dieta.

Eles descobriram que o dano ao DNA de glóbulos brancos teve uma diminuição de 22,9%.

Estas células também foram capazes de se proteger melhor dos efeitos dos chamados radicais livres.

Quando amostras de células foram expostas a peróxido de hidrogênio, que gera grandes números de radicais livres, os níveis de danos foram 9,4% menores do que o esperado.

Os níveis de compostos antioxidantes no sangue, como beta-caroteno e luteína, que podem combater os efeitos dos radicais livres, aumentaram.

Por outro lado, os níveis de triglicérides, ou gorduras existentes no sangue e potencialmente prejudiciais, apresentaram um corte de 10%.

Fumantes

As mudanças benéficas foram maiores entre os fumantes - que tinham níveis de compostos antioxidantes significativamente mais baixos no início do estudo.

Pesquisas anteriores sugeriram que aumentar o consumo de vegetais crucíferos como o agrião está ligado à redução do risco de vários tipos de câncer.

Mas o chefe da pesquisa, professor Ian Rowland, que atualmente está na Universidade de Reading, afirmou que a última pesquisa envolveu pessoas consumindo agrião em uma quantidade mais factível, ao invés de testes em laboratórios com o extrato do vegetal, como nos estudos anteriores.

"O dano ao DNA de células do sangue é um indicador do risco de câncer no corpo todo e os resultados dão a base para a teoria de que o consumo de agrião está ligado a uma redução total de risco de câncer em vários locais do corpo", afirmou.

A médica Anthea Martin, da organização de caridade britânica Cancer Research UK, disse que são necessários mais estudos para determinar se os efeitos do agrião nas células vistos pelos pesquisadores se traduzem em uma redução dos riscos de desenvolvimento de câncer.

Fonte BBC Brasil

Um "simples bife" pode ser responsável pelo aquecimento global

Nutricionista desencoraja o consumo de carne bovina e diz que a pecuária contribuiu para o desmatamento das florestas tropicais do planeta

Josué Salusuva Isaías

Carlos Luís da Graça, 35 anos, bancário, residente no Núcleo Bandeirante e João Belizário Neto, 43, professor do ensino médio, residente no Guará II. Não se conhecem, mas algo em comum os liga: ambos gostam almoçar com as famílias em uma churrascaria aos domingos, não dispensam um churrasco em casa de amigos ou colegas de trabalho e desconhecem que esse seu gosto pela carne bovina os torna co-responsáveis pelo aquecimento global.

Segundo a nutricionista e terapeuta Soraya Terra Coury, a carne bovina é um dos alimentos que mais geram desperdício e impacto ambiental. "É uma fonte de proteínas de baixíssima eficiência energética, uma vez que o boi só consegue converter em carne 7% do que come", explica Soraya. A nutricionista estima que a expansão da pecuária é responsável por pelo menos dois terços dos desmatamentos das florestas tropicais do planeta.

Citando o relatório intitulado “A grande sombra da pecuária”, produzido por Henning Steinfeld da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (PAM), Soraya Coury diz que a criação de gado em pastos e a produção de alimentos usam 30% da superfície do planeta. Em termos mundiais, atualmente existe na Terra quase o mesmo número de cabeças de gado que de seres humanos. “Estima-se em mais de 5 bilhões o número de bovinos habitando o planeta atualmente e seriam necessários, no mínimo, aproximadamente, 3 bilhões de hectares de terra para pastagens”, enfatiza.

Soraya Coury diz que, considerando-se os 9 bilhões de hectares de terra produtiva existentes na Terra, imagina-se o impacto ambiental dessas pastagens na diversidade biológica dessas áreas. “Sem falar no solo ocupado pela criação de outros animais usados na alimentação”, lembra Soraya.

Autora do livro “Nutrição Vital: uma abordagem holística da alimentação e da saúde”, Soraya Coury considera que o gado, que consome mais comida do que produz, também compete por água diretamente com os seres humanos. Para ela, em geral, usam-se pelo menos 3,5 mil litros para produzir um quilo de carne de frango, 6 mil para um quilo de carne de porco e 15 mil para um quilo de carne bovina.

A nutricionista e terapeuta ressalta que atualmente o crescimento do consumo de carne bovina é significativo. Até a década de 90, o Brasil produzia somente carne suficiente para o próprio consumo. Daí em diante, segundo ela, o país tornou-se o maior exportador do mundo, vendendo 1,9 milhão de toneladas por ano, sendo 80% produzidas na Amazônia.

Segundo Soraya, no Brasil, com 186 milhões de habitantes, existem 195 milhões de cabeças de gado, ou seja, mais do que gente. “Assim, é fácil entender por que um “simples bife” pode ser responsável pelo aquecimento global”, conclui Soraya Coury.

Fonte: http://www.vegetarianismo.com.br
quarta-feira, 2 de maio de 2007

Coca Cola... NÃO!

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