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quinta-feira, 21 de junho de 2007

URINOTERAPIA

Os artigos sobre urinoterapia aqui publicados ficam a titulo informativo, ao critério dos leitores. Não me responsabilizo pelo uso da informação.

No entanto gostaria de dizer que tenho recebido muitos comentários sobre o tema, nalguns casos de anónimos (alguns supostamente médicos) que me criticam por expor esta terapia ao público acusando-me de várias maneiras. Verdadeiros médicos deveriam sim abrir-se ao estudo de possibilidades alternativas como esta - perderem (ganhar neste caso) algum tempo na pesquisa e depois falarem honestamente.

Quanto mais pesquiso sobre Urinoterapia mais acredito que a mesma pode ser realmente um método excelente como prevenção e cura das anomalias que causamos com o nosso estilo de vida.

A nivel cientifico não se conhecem contra indicações do uso da nossa urina, no entanto todos os remédios sintéticos e mesmo os naturais, incluindo suplementos, tem efeitos secundários de uma forma ou de outra, nalguns casos até fatais, consoante a dose.

Espero como sempre expor aqui alternativas saudáveis para evitar o uso de remédios - isso doí a quem os vende e quer continuar a vender de forma irresponsável....


Juntei parte da informação que encontrei na Internet nos textos que se seguem...se encontrarem algo de útil para acrescentar sejam bem-vind@s!!!


Façam o melhor uso desta informação!!!



Luis Guerreiro


_________________________________________________




URINOTERAPIA


"Motivado pela exposição do Padre Renato Barth, que apresentou o tratamento preventivo e curativo pela Urinoterapia, fiz uma interessante experiência comigo mesmo eliminando vários pequenos problemas de saúde. Em face da importância que a Urinoterapia representa no processo terapêutico da cura das enfermidades e vários pedidos de informações a respeito do assunto, tomei a iniciativa de fazer uma espécie de síntese de um material que chegou em nossas mãos. Se este trabalho ajudar a quebrar um pouco os tabus existentes a respeito do assunto e as pessoas aplicar o tratamento com tranqüilidade, sem medo ou temor, sinto que terá valido a pena o esforço de sintetizá-lo.



"Bebe a água da tua cisterna, a água que jorra do teu poço.

Não derrames pelas ruas teu manancial, nem seus ribeirinhos pelas praças.

Seja para ti somente, sem reparti-lo com estrangeiros.

Bendita seja a tua fonte..."


(Provérbios 5,15-19)


Introduzindo

O que é urina?

História da Urinoterapia

Curiosidades sobre a urina

Estudos científicos sobre a urina

Aplicação da urina

As reações recuperativas

Indicações da Urinoterapia

Doenças curadas pela Urinoterapia

Observações






A Urinoterapia é uma forma de aplicar a medicina que existe a muito tempo, com escritos datados de 5.000 anos antes de Cristo. Ultimamente, está sendo motivo de atenção pública em todo o mundo. Alguns poderão sentir até nojo ao escutar a palavra urina. Mas, aqui, é bom deixar de lado tudo e ter uma atitude de investigação. Ir ao encontro da verdade. Quem sabe estamos descobrindo algo maravilhoso que nos traga solução para casos desesperantes de enfermidades em nossas famílias. Acompanha-se mudanças rápidas na história do mundo. Há um anseio por grande transformação, está surgindo uma revolução silenciosa mas significativa. Uma destas revoluções chama-se URINOTERAPIA.


Há muito tempo se sabia que a urina é um medicamento muito valioso. Serve para curar quase todas as enfermidades sem provocar danos ao organismo. Os Hindus a usavam para curar tumores (câncer) ou artrites. Os Árabes curavam doenças da cabeça ou da boca. Os Japoneses curavam gonorréia e sífilis. Os Nicaragüenses curam conjuntivite, inflamação do ouvido e parasitas. Com o desenvolvimento das ciências, tecnologia e modernização da vida abandonou-se esta boa tradição. Veio o reinado dos remédios químicos com materiais estranhos ao organismo. Estes não resolveram os problemas de saúde apesar de contar em suas fileiras mais de 12.000 espécies.


A situação da saúde da população piorou muito e sinal disso é o aumento de casos de câncer, SIDA, apatetes, asma... até a terra, o ar, o mar, os rios, as plantas, os bosques e os animais estão doentes. Se não houver uma reflexão sobre o assunto não há boas perspectivas de melhorar a questão de saúde. É possível que um dia se chegue a cura da SIDA., mas com certeza surgirá uma doença pior com vírus, fungos ou bactérias mais resistentes.


Os medicamentos químicos possuem duas faces. Ajudam um pouco a curar doenças, mas, geralmente, possuem um efeito colateral. Atacam outros órgãos. Debilitam a resistência imunológica do organismo.As vantagens do uso dos medicamentos são menores que os riscos. Está chegando o tempo de abandonar a fé nos medicamentos químicos. Não se pode esquecer que a indústria farmacêutica se desenvolveu pensando mais em vantagens para si, que a preocupação da saúde da população. Se há uma solução bem mais simples, por quê não experimentá-la.


Nosso corpo é uma fábrica farmacêutica natural. Produz o que é necessário, como: analgésicos, antibióticos, materiais imunológicos e vários hormônios sofisticados para curar e prevenir doenças. Se nos tornarmos dependentes dos fármacos, nosso organismo não os produz, os metabolismos não funcionam e se atrofiam. A solução é quebrar com esta cadeia de dependência e aumentar a resistência do sistema imunológico, com uma boa resistência imunológica não há mais enfermidade. A urina é um excelente passaporte para isso.

Apesar da ciência moderna ter inventado muitas coisas, sabe e pouco ainda a respeito dos mecanismos que envolvem a vida do ser humano. A verdade das coisas pode estar de uma forma muito simples em nossas mãos ou dentro de nós mesmos. Tomando a própria urina você saberá onde está a verdade.




2. O que é urina?

Diariamente, passam pelos rins 180 litros de sangue. Destes, 99% retornam para o organismo filtrado e 1% sai como urina. Os ingredientes, cor e cheiro são muito semelhantes ao soro do sangue. As pessoas sadias não possuem bacilos ou micróbios em seu sangue e tampouco em sua urina. Quando alguém tem um infecção renal ou outro tipo, é possível que tenha mas em tão pequena quantidade que não afeta em nada um tratamento feito pela urina. Antes, essa pequena quantidade funciona como uma auto vacina. Há o caso do médico R. Nakao, fundador da Associação Acadêmica da Sociedade Médica do Japão, que aplicou , na segunda guerra mundial, tratamento urinoterápico a casos de gonorréia em soldados e civis com bons resultados. Em casos de aplicação de urina em infecção do aparelho urogenital, a cura se dá em pouco tempo.


Consideremos o caso do feto que cresce entro de uma bolsa do útero. Ele cresce tomando diariamente um quantidade líquido amniótico, que é semelhante a urina em seu conteúdo. Estudos desenvolvidos dizem que o feto nos últimos meses urina 500 cc diariamente. E toma a mesma quantidade do líquido contendo a urina.


Por estas considerações vemos que a urina não é algo sujo. Se Deus preparou este ambiente para que nascesse uma nova vida, como se pode crer que a urina é suja? Essa é a idéia e produto da cultura e educação de nossa sociedade.



3. História da Urinoterapia

Os costume de usar a urina com meio de tratamento existe no mundo há muito tempo. O veda hindu chamado SHIVAMBUKALPA (5.000 aC) dedica 107 capítulos à Urinoterapia. Entre os budistas da Ásia sempre houve a prática da Urinoterapia. No Japão, um mestre do budismo chamado IPPEN criou uma seita com mais de um milhão de crentes. Seu sucesso estava nos fundamentos da seita baseada na Urinoterapia. Os monges tibetanos tem a tradição e costumes de tomar sua própria urina e vivem até 150 anos de idade.


No Golfo Pérsico os odontólogos árabes usavam urina para tratar cáries e problemas das gengivas como antibióticos e analgésico. Na América Central o uso da urina é comum. Em El Salvador o costume é muito difundido nas zonas rurais. Na Nicarágua os curandeiros recomendavam a seus pacientes o uso da urina para o combate de diversas enfermidades.



4. Curiosidades sobre a urina

Os rins tem várias funções indispensáveis para manter a vida através da produção da urina. Por ela são evacuados materiais tóxicos, mantém-se o equilíbrio ácido-base e o metabolismo eletrolítico. O sangue é filtrado pela cadeia de pequenos orifícios no interior do rim. Há uma membrana que filtra umas 7.000 moléculas de uréia e ácido úrico e deixam passar em torno de 50.000 moléculas de proteínas ou glóbulos.


A quantidade de filtração é de 120 ml por minuto ou 180 litros por dia. O líquido filtrado passa por tubos urinários e é reabsorvido ou secretado. 99% é reabsorvido e circula como sangue e 1% sai como urina (aproximadamente 1,5 litros). Desta forma concluímos que a urina é um produto do sangue.

  • Materiais reabsorvidos: água, sódio, d-glicose, aminoácidos, ou seja, a maioria dos componentes do sangue.

  • Materiais não absorvidos: uréia, ácido úrico, creatinina, sais minerais inorgânicos e produtos tóxicos.

  • Apresentação: coloração amarela. Uma pessoa produz, aproximadamente, 1,5 litros por dia, PH 5 a 8 (geralmente PH 5 a 6 ácidos), pressão osmótica 50-1500 m OSM por litro, peso específico 1050 a 1025. 5.


5. Estudos científicos sobre a urina

A partir da década de 70 foram desenvolvidas algumas pesquisas. Descobriu-se que o ácido úrico da urina joga um papel muito importante para produzir e reativa o ADN das células. Uma segunda função do ácido úrico é o rejuvenescimento dos órgãos. Em 1971, na Universidade de Medicina de Koto (Japão), foram descobertos materiais anticorpos como Interoikin, Renina, Prostaglandina. Estes materiais combatem infecções e tumores malignos.


A Universidade de Harvard descobriu na urina o SPU hormônio que se produz durante o sono e funciona como antibiótico, analgésico, melhora a circulação sangüínea e promove a secreção de outros hormônios. Pelas funções destes hormônios se proliferam e fortalecem os materiais imunológicos como T-limp-glóbulo, imunoglobulina e glóbulos brancos.


As grandes empresas farmacêuticas de países industrializados, competindo para chegar primeiro, estão comprando e importando urina. Produzem cosméticos sofisticados para uso das mulheres da alta sociedade e preciosos medicamentos com anti-depressivos. No Japão, as empresas estão importando grande quantidade de urina dos soldados da Coréia do Sul. As mulheres ricas usam estes produtos a base de urina no combate às rugas que aparecem com o tempo. Passou a ser moda o uso de cosméticos, medicamentos e pastas de dente que contém uréia da urina humana.



6. Aplicação da urina

Para se prevenir contra doenças se toma a quantidade de 100 cc (100 ml) por dia. Para o tratamento de uma doença já instalada se toma, no mínimo, 200 cc (200 ml) por dia. Para casos mais graves se pode tomar maiores quantidades pois a urina não possui contra-indicação ou limites de quantidade. Há casos em que são necessários recomendar tomar toda a urina que o corpo produz.


A urina pode ser tomada em qualquer hora do dia, mas a melhor é a primeira que sai de manhã. Nesta urina se encontra um material especial chamado SPU-hormônio. É um material hipnótico produzido durante o sono que age como antibiótico, analgésico, ativante da circulação e estimula a secreção de outros hormônios. Se é difícil para tomá-la. A princípio se começa com pequenas doses que depois poderão ser aumentadas gradativamente. O sabor da urina é mais suave quando se tem uma alimentação mais natural, vegetariana e com menos carne.

Há outras formas de aplicação da urina. O hospital de Guerson de S. Diego (USA) receita um jejum durante algumas semanas só de urina e verduras.


Depois do jejum começam receitar uma dieta a base de legumes e verduras. Assim são tratados cancerosos doentes de SIDA. No Japão, casos de câncer do intestino grosso ou útero, além de tomar urna aplicam no órgão doente urina com uma seringa. doenças da pele com úlceras, feridas, vitiligo, manchas escuras, varizes, alergias e outras, se aplica urina sobre a região afetada. No nariz, olhos e boca (inflamação, cáries, dores...) trata-se com bochechos ou enxaguando-as. A infecção vaginal lava-se com sua própria urina.


Na Índia o primeiro ministro Sr. Dasai, companheiro de Mahatma Gandi, costumava se banhar, fazer massagens, fazer xampu e tomar urina. Dizem que nunca adoeceu, está com 95 anos e continua trabalhando na política com energia. Assim podemos dizer que a urina produz bons resultados, tomando, colocando, introduzindo, enxaguando, massageando e banhando-se.


Unicamente não se recomenda injetar a urina pois é importante que ela passe pelo canais apropriados através dos quais ela será processada de acordo com as necessidades do organismo. É importante lembrar que a urina tomada não deixa gosto ou cheiro. Ao contrário, ela cura mau hálito que é problema de muitas pessoas. Após a ingestão da urina, se toma um pouco de água e pronto! Desaparece todo e qualquer sabor. No uso externo da urina é necessário lavar a região tratada depois de um determinado tempo. Somente neste caso costuma aparecer cheiro, se assim não se proceder.



7. As reações recuperativas

São sintomas que aparecem quando se toma urina. As vezes se tem a sensação de que piora o estado de saúde. Não há por que se preocupar pois é uma reação sadia, positiva e necessária. Os sintomas que aparecem são aumento das dores, diarréia, furúnculos, alergias, comichão, aftas, febres, secreção dos olhos, mamas ou vagina, sensações estranhas no estômago e intestino, sono profundo, cansaço etc.


As reações não aparecem todas ao mesmo tempo, dependem da profundidade ou tempo em que a doença está instalada no organismo. Estas reações são sinais importantes de que está ocorrendo a cura. São reações passageiras e que variam de acordo com a gravidade da doença e a quantidade de urina ingerida. Deve se aceitar com tranqüilidade essas reações, não se preocupar com elas e até mesmo aumentar a quantidade de urina ingerida. Em pouco tempo essa reações desaparecerão.


Medidas para suavizar as reações recuperativas fortes:

  1. começar ingerindo pequena quantidade de urina (um copo pequeno) para depois, aos poucos, ir aumentando;

  2. em caso de dores, massagear o local com a própria urina;

  3. nas alergias, furúnculos e outras reações na pela, aplicar urina com um algodão. Nos olhos, nariz e ouvidos, colocar urina com conta-gotas;

  4. na garganta, útero, ânus, vagina e intestinos, aplicar urina com uma seringa;

  5. suavizar as reações com uso de plantas medicinais adequadas e checadas, fazer exercícios como caminhar, correr, brincar, nadar, dançar...


Quatro princípios para que o tratamento tenha efeitos rápidos e tranqüilos:

  1. acreditar firmemente que sua urina cura;

  2. ter paciência de tomar a urina até alcançar a cura;

  3. ter coragem de tomá-la, na primeira vez;

  4. agradecer a Deus porque a urina é um presente de Deus.


  1. Indicada contra infecções, como os antibióticos.

  2. Indicada contra tumores como câncer e sarcomas.

  3. Indicada para dissolver materiais estranhos como cálculos renais, biliares etc.

  4. Indicada para equilibrar os hormônios.

  5. Indicada para equilibrar a hipo/hiperfunção dos nervos.

  6. Indicada para melhorar a circulação sangüínea.

  7. Indicada para fortalecer a resistência do sistema imunológico.

  8. Indicada para produzir anticorpos.


  1. Enfermidade sexual - gonorréia.

  2. Enfermidades do tecido conjuntivo - artrite-reumatóide, esclerodermia, lupus erythemadoides sistemático.

  3. Tumores malignos - sarcomas do fígado, tireóide, esôfago, cólon, pâncreas, colo do útero, ovário, mamas, próstata, leucemia, linfoma maligno (vasos linfáticos).

  4. Tumores benignos - ovário, cólon, estômago, esôfago e útero.

  5. Enfermidades infecciosas - herpes, malária, aftas, hepatites, cirroses, gripes, catarro etc.

  6. Enfermidades cérebro-cardio-vasculares - derrame, tumor cerebral, tumor artéreo cerebral, enfarte, angina, arritmia e hiper/hipotensão.

  7. Enfermidades respiratórias - asma, bronquite, pneumonia, tuberculose, tosse crônica, faringite, amidalite.

  8. Enfermidades digestivas - esofagite, gastrite, úlcera gastroduodenal, colite, diarréia, pólipo digestivo, cálculo de vesícula, hemorróidas.

  9. Enfermidades genito-urinárias - cálculos dos rins, bexiga, nefrose, infecção renal, vaginite e pólipo de vagina.

  10. Enfermidades ginecológicas - problemas de menstruação, pólipo de útero, ovário, mastite, fibroma mamário, uteromioma, endometrite.

  11. Enfermidades ortopédicas - lombalgia, artrite, ciático e neurite.

  12. Enfermidades dermatológicas - dermatite nervosa, alergia, abcesso, hongo, comichões, furúnculos.

  13. Enfermidades sensoriais - catarata, retinite, hemorragia retinal, zumbido, otite, dor de ouvido, sinusite e conjuntivite.

  14. Outras enfermidades - gota, diabete, hemofilia, depressão, insônia, neurose, enxaqueca, impotência, contaminação radioativa, epilepsia, histeria e desnutrição.


  1. Em caso de pressão alta se recomenda o uso de urina pois ela contém potássio que ajuda a baixar a pressão.

  2. No período da gravidez o uso de urina não prejudica o feto e a mãe. A urina ajuda a gravidez permanecer em bom estado.

  3. A urina é excelente para crianças pois previne infecções e parasitas.

  4. A urina não deixa cheiro na boca. Por sinal ela cura o mau hálito e outros males provenientes da boca e estômago. Para eliminar algum sabor da boca basta fazer um bochecho e beber um gole de água. Somente no uso externo pode aparecer algum cheiro, por isso após o tempo de uso é necessário lavar com água a região tratada.

  5. É normal que a urina mude sua coloração de um dia para o outro. A coloração depende de vários fatores tais como: tipo de alimentação, hortas de sono, cansaço ou emoções. Pode se continuar tomando sem problemas.

  6. As reações recuperativas costumam aparecer de múltiplas formas e nem sempre ao mesmo tempo. Tudo dependerá da quantidade de urina e do tempo ou gravidade da enfermidade.

  7. Há casos de algumas doenças que não se possui conhecimento oficial de cura, mas se sabe nestes casos que pelo menos o sofrimento dos pacientes foi amenizado. Houve aumento de resistência do sistema imunológico.

Fonte:http://www.xistonet.com/urinoterapia.htm


A urinoterapia entre os índios brasileiros


A auxiliar de enfermagem Alcilene Mota Sá da Silva fala de sua
experiência entre os índios do Pará.

Nasci no interior do Maranhão. Aos sete anos fui para Bragança, no Pará, e saí de lá com 16 anos. Passei toda a minha adolescência ao lado dos índios. Com eles aprendi muita coisa sobre remédios caseiros. Onde a gente morava, não havia médico, a gente vivia praticamente da natureza. Minha mãe criou oito filhos sem INPS. E todos saudáveis.
Os índios tinham muita amizade com meus pais. Traziam mandioca e muita caça - paca, veado, ave - para trocar por mercadoria no comércio do meu pai. Índio não mexia com dinheiro. Em troca, meu pai dava para eles coisas diferentes, da cidade. Meu pai ficou sendo uma pessoa muita respeitada por eles. Havia época que eles ficavam em fila na frente do comércio e meu pai atendia a todos eles. Então, tudo que meu pai falava: 'olha, tá acontecendo assim e assado", eles vinham e ensinavam: "faz isso que é bom". E nos ensinaram como usar a urina.
Quando havia alguém gripado, nos ensinaram a tomar urina em jejum - esse era nosso remédio normal. Gripou - não se precisava perguntar o que tomar. A gente sabia que índio pode sofrer qualquer tipo de doença - menos gripe. Porque a gripe neles leva à tuberculose no mesmo dia. Eles tinham muito medo. Se soubessem que alguém estava gripado, não se aproximavam. Tomavam muito cuidado. Qualquer espirro, eles tomavam urina e mandavam qualquer pessoa tomar urina. Para poder evitar, era dito: "quem toma urina quando está gripado, a doença não prossegue... ela já vai cortando'. Quando ficava com falta de ar, a criança tomava urina. Aí expectorava. Quando a criança tossia, o catarro soltava. Vinha aquele catarro amarelo pra fora e não acumulava.
Diziam que a penicilina, quando se está gripado, abafa o catarro no pulmão e acumula. No que acumula, vira tuberculose e complica tudo. Com a urina, não! Com ela se consegue expectorar e pôr para fora. Nos casos de diarréia, a criança, às vezes, botava poças de catarro pelas fezes. Aqui não se vê isso.
Contra caspa e ferida na cabeça, usávamos urina. Lá havia muitos pernilongos (carapanã) que picavam durante a noite, causando uma feridinha na raiz do cabelo. Como era muito quente - a temperatura lá é de 37o C quase sempre - ficava aquela coceira. Criava feridinhas que eram lavadas com urina. Nunca lavei o meu cabelo com xampu, só com sabão. E quando o cabelo ficava quebradiço, diziam: "O teu cabelo está quebradiço. Está na hora de lavar com urina!"
Quando tínhamos conjuntivite (dor d'olho), se saía pus e uma secreção do olho pingávamos urina. Contra terçol, usávamos também urina.
Éramos ensinados a tomar banho no rio. Eu nunca soube o que é uma torneira. Lá toda a meninada ia para o rio tomar banho de calcinha. Quando caía água no ouvido, a gente abaixava a calcinha, catava um pouco de urina e despejava quentinha no ouvido. Na hora, a gente sentia aquele burburinho, virava a cabeça e a água saía. A urina era o nosso remédio para ouvido - para secreção no ouvido, pus no ouvido...
Também para o nariz entupido dos filhos pequenos usavam urina. Como não existia conta-gotas, a mãe mesmo pingava a urina com a mão. Pingava urina no nariz e já conseguia que abrisse! Mais tarde, nos meus quatro filhos, o Rinosoro seria a urina.
A criança era ensinada a cuidar dos dentes, porque não havia dentista. Então a gente tinha muito cuidado. Quando começava a infeccionar, já lavava com urina, que também servia para lustrar. Fazíamos café (sem coar porque não tinha coador). Ficava aquela borra que não jogávamos fora, mas colocávamos numa vasilha e misturávamos com urina. Esfregávamos nos dentes, que ficavam brilhando! Se aparecia um quisto perto do dente - e ficava aquela bochecha inchada - a gente fazia bochechos com urina, bastante bochechos. No dia seguinte, o pus vazava perto do dente.
Havia muita impingem - uma coceira - porque havia muito bicho que pica. Para a impingem a urina era usada depois de uma semana, quando já estava com aquele cheiro forte. Aí se molhava um algodão e passava em cima. Isso dóóói!!! A urina velha queima demais... mas sara.
Eu passei muito tempo com uma alergia, uma coceira na nuca. Não sei se era o cabelo ou se eu suava muito. A pele ficou grossa, grossa mesmo. Minha mãe foi para a cidade onde ensinaram muito creme para ela. Mas ela nunca passou. Passamos sempre urina - qualquer infecção de pele, era sempre urina.
Feridas abertas, por exemplo na perna, também eram tratadas com urina. Trepávamos muito em árvores. Quando alguém caía e se machucava, a gente mandava logo um coleguinha mijar. Para nós era normal. Aqui não se pode fazer isso!
Nós não tomávamos antibiótico. Ensinavam que a penicilina é uma doença contra a humanidade, pior do que a doença a ser tratada. Na minha juventude não existia antibiótico. Na gravidez, quando a mãe começava a sentir dor, tomava um copo de urina para aumentar as contrações. Tomava um copo de urina quase quente, que acabava de fazer, e logo seguiam as contrações. O parto era normal, sem problema de hemorragia. Eu, durante a gravidez - apesar de ter saído de lá e morar na cidade - também tomei urina do começo ao fim e nunca tive qualquer problema.
Apesar disso, até pouco tempo, eu tinha muito medo de me abrir. Era difícil falar para minha vizinha: "Se você está com bronquite, toma urina que sara!"

Fonte: Entrevista concedida ao Dr. Masanami Kojima em São Paulo

Artigo extraído do livro: Conheça outras terapias, organizado por Hildegard Bromberg Richter (TAPs), Editora Paulus, São Paulo, 1998.




NA WIKIPEDIA

Trata-se de terapia alternativa ou filosofia de vida que busca a harmonia do corpo, da mente e do espírito através da ingestão de urina. A prática remonta aos primórdios da história dos países orientais tendo se difundido também em culturas dos países do ocidente. Sua prática, asseveram os adeptos, previne e cura diversas doenças, existindo relatos de cura do câncer. Cientificamente a urina não é tóxica e se compõe de 90% de àgua e 10% de nutrientes não absolvidos pelo corpo e hormônios. A urina nada mais é do que sangue filtrado pelo fígado e rins, principalmente pelos rins que para os adeptos da urinoterapia é o órgão mais importante neste processo de filtragem do sangue. Muitos relatos levam a crer que a primeira urina excretada após uma noite de sono é a ideal para a ingestão, visto que carregada de hormônios benéficos para o organismo e para o cérebro, pois a reingestão dos hormônios excretados durante o sono são benéficos para o equilíbrio do cérebro e da memória. Relatos de ex-combatentes da segunda guerra mundial apontam para o poder cicatrizante da urina, isto se dá porque há grande concentração de cortisona, o que a torna antisséptica, bactericida e cicatrizante, sendo excelente também para tratamento de queimaduras. Os japoneses e indianos já conhecem a prática da urinoterapia a milênios, sendo que os primeiros a utilizam inclusive como cosmético, rejuvenescendo a pele com a aplicação de urina sobre a mesma. A maior eficácia da terapia depende também da alimentação, que requer ingestão de verduras, legumes e frutas, todos crús, e a ingestão de muita água. Para aqueles que se interessarem sobre a matéria, existem várias obras na literatura médica alternativa que exemplificam as diversas formas de utilização.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Urinoterapia

Shivambu Kalpa Vidhi

Na Índia milenar, yogis shivaístas de algumas linhagens, têm na austeridade o objetivo de obter poderes místicos, como levitar, ficar invisível, conquistar força para mover estrelas e mundos, ficar do tamanho de um átomo, caminhar sobre as águas, em fim, conquistar os elementos materiais, como a água, o fogo, o ar e a terra. Existe uma obra shivaísta, denominada de “Damar Tantra”, que pertence aos tantras menores, onde se faz menção ao ato de beber a própria urina como uma prova de demonstração de adoração a Shiva, e, assim, dele receber bênçãos com poderes místicos (“sidhis“).
Constituído de 107 versos, o “Damar Tantra“, na parte correspondente ao “Anushtup shnadas”, fala-se que, na medida em que se bebe a própria urina - austeridade denominada de “Shivambu-kalpa” -, vai-se adquirindo poderes místicos, poder e força física e espiritual. Entre as práticas do renunciante, encontram-se também menções ao ato de comer as próprias fezes.
Apesar de tudo, é aconselhado a mistura de certas ervas, num chá, para que se dilua a concentração das toxinas da urina. Cada um destes chás, afirma-se desenvolver determinados poderes místicos, como a força de milhares de elefantes, por exemplo, e a potência sexual descomunal.
O “Damar Tantra” explica que ao beber-se a urina, por um ano, adquire-se “o brilho irradiante igual ao do Sol”, conquistando por final o elemento terra, depois a água, o ar etc. Estas e outras chamadas austeridades yóguicas shivaístas, constituem-se prática freqüente por entre estes místicos, que não querem outra coisa, senão adquirir estes poderes místicos para poderem impressionar os outros e assim assemelharam-se a Shiva. Entretanto, outros yogis não shivaístas, afirmam que não há nada muito especial nestes “poderes místicos”, até porque são de origem puramente material, e o asceta acaba iludido pelos modos da natureza passageira; defendem que Yoga, quer dizer liberação - “moksha” -, através da união com o Supremo, e não dependência dos modos da natureza.
A nomenclatura védica coloca três tipos de conhecimento e modo de vida material: o primeiro, mais primitivo, denomina-se de Tamo-guna, ou modo da inércia, ou da ignorância. O segundo de Rajo-guna, ou modo da paixão e da ação. O terceiro modo da natureza é o Satwo-guna, ou modo da bondade, do equilíbrio. No primeiro modo, tamo-guna, a pessoa pratica austeridades como cortar as próprias partes do corpo, às vezes come-as, bebe sua urina, também come suas próprias fezes, adora fantasmas, faz sacrifícios de animais, e sua associação é com os crematórios, cobrindo-se geralmente com as cinzas que restaram dos mortos queimados no fogo crematório. Na Índia, é muito comum vermos estes indivíduos rondando os crematórios, alguns com um crânio humano onde bebem líquidos e fazem suas refeições. No modo da paixão, as pessoas tentam realizar-se “espiritualmente”, com a prática sexual, tudo é de tal forma preparado para desenvolver a potência sexual e a permanência o máximo possível em conúbio carnal, ou então se dedicam a esforços sobre-humanos em atividades físicas desgastantes. Muito tântricos da linhagem da chamada “esquerda”, misturam algumas técnicas do modo tamo-guna com rajo-guna com o objetivo de adquirem maior e melhor potência sexual e assim desenvolver o poder para controlar e dominar os outros. A técnica do Shivambu Kalpa promete isso, de modo que eventualmente alguns yogis da corrente rajo-guna a utilizam. Por último, por estarem convictos que estas peripécias são mundanas, uma vez que se resumem em técnicas de busca pelo controle material, os satwo-gunas, que pretendem desenvolver o modo da bondade, praticam um técnica de yoga distante das pregações shivaístas. São praticantes de bhakti-yoga, raja-yoga, e outros métodos que não visam desenvolver senão o amor puro pelo supremo (krishna-prema), abstendo-se de comer carnes, tomar bebidas alcoólicas e realizar sacrifícios, preferindo seguir os ensinamentos de Dhanwantari com relação à saúde, uma encarnação de um avatar celestial como médico, que proferiu Ayurveda original aos rishis (sábios).
No Ayurveda fala-se eventualmente no uso de autonosódios ou de bioterápicos, ou seja, do uso de substâncias do próprio corpo, devidamente diluídas, para o emprego do tipo “homeopático” destas substâncias, que na realidade assemelha-se ao uso de vacinas e de soro. Isso, como sabemos, é prática farmacêutica eficiente, mas devidamente elaborada por processos de purificação dos elementos tóxicos, que saem com a urina, como alguns catabólitos potencialmente deletérios como o ácido úrico e a uréia.
No Madanapala nighantu, capítulo paniyadivarga, correspondente às bebidas da farmacopéia ayurvédica, encontramos o verso VIII, 222, que faz referência ao uso da urina humana como um importante agente rejuvenescedor, mas venenoso, devendo ser usada com cuidado e sempre diluída com chás de ervas. O uso externo é indicado para remover parasitas, desde quea urina seja de mulheres – preferencialmente –, ou então de fêmeas de animais, como a do camelo, búfalo, cavalo ou a do elefante, etc., sendo que o urina da búfala é considerada mais eficaz. As fêmeas, são selecionadas de preferência, porque quando ficam grávidas, produzem substâncias que os machos normalmente não excretam na urina (como a gonadatrofina coriônica, por exemplo). Contudo, o uso da urina pura, internamente, sem nenhuma diluição, ou até mesmo sem nenhum controle prévio da dieta, constitui-se num agravante de desequilíbrio dos doshas (energia interna), principalmente por atuar negativamente nos chamados srotas, condutos naturais da energia e dos produtos de secreção do corpo, promovendo doenças e infecções graves. A matéria médica ayurveda possui um embasamento muito próximo aos que são feitos pelos critérios científicos da atualidade, não sendo incomum suas fórmulas milenares estarem atuando até hoje, como o uso da digoxina, por exemplo, no tratamento de doenças cardíacas, logo não há menção sobre o uso da própria urina, com bebida diária, como técnica preventiva de qualquer doença que seja. O uso da urina de um diabético, que expele muito açúcar por não conseguir metabolizá-lo corretamente, fatalmente será danoso, agravando ainda mais a condição patológica em que se encontra. Uma dieta adequada é a preferência, além do uso de determinados produtos da flora, como ervas, raízes e cascas de árvores, são empregados como coadjuvantes importantes, nunca a própria urina, até porque ela deverá expelir as toxinas mórbidas da condição enfermiça. Entretudo, o uso da urina como provedor de diagnóstico é ampla e intensamente utilizado na técnica do Ayurveda. De fato, a origem dos atuais exames de urina utilizados no Ocidente remontam a antigüidade milenar do Ayurveda, onde a cor, o aroma, a textura, e o modo como a urina se comporta diante de determinadas substâncias, pode diagnosticar e prognosticar todas as moléstias.
Por fim, devemos lembrar que a medicina ayurvédica não se resume numa prática empírica pura, seus conhecimentos não foram resultados de inumeráveis experiências, no método tradicional de tentativa e do erro da empiria sistemática. Mais do que isso, é um sistema revelado, fruto de um trabalho espiritual na compreensão dos sábios no início da era de Kali, mais ou menos 7.000 anos atrás. Este dado é importante, até porque, na medida em que nos aprofundamos no estudo dos textos médicos originais do Ayurveda, uma parte do Attharva-veda (um dos quatro Vedas originais), ficamos mais e mais estupefatos com os conhecimentos reveladores que ali se encontram, dando precisão milimétrica sobre intervenções cirúrgicas no cérebro, por exemplo, que somente hoje esboçamos a possibilidade de atingir a técnica ali descrita, quando, no entanto, já era praticada na milenar Índia dos mistérios eternos.Não há medicina mais natural e comedida do que o Ayurveda, apesar de hoje existirem muitos falsos médicos ayurvédicos que tentam fazer dos seus ensinamentos panacéias universais, quando no entanto, em nenhuma vez se fala disso nos textos originais, uma vez que o propósito do Ayurveda é ensinar a ciência da saúde e não da doença, mostrando que os princípios naturais da existência são suficientes para equilibrar a saúde e manter a vida longamente, apesar das contingências do sofrimento material. Segundo o Ayurveda, a urina não passa de um produto excretado pelo organismo, importante para diagnosticar a situação energética da pessoa, e seu uso interno é perigoso e tóxico se não for devidamente processado e elaborado com finalidades terapêuticas.

Referências Bibliográficas:

Damar Tantra - shivambu-kalpa.
The Indian version. Part 3. HPS, USA, 1995.
BHAGWAN DASH. Vaidya. Materia Medica of Ayurveda, based on Madanapala’s Nighantu.
New Delhi, B. Jain Pub., 1991.

Texto do Prof. Olavo Desimon


Literatura Recomendada: (extraida do blogue Shivambu Kalpa Vidhi)
  • "Damar Tantra"
  • "Urinoterapia - O uso da urina com fins terapêuticos", BalKrishna e Sofia Ferreira da Silva (2002)
  • "Amaroli", Swami Satyananda Saraswati / Bihar School of Yoga, Munger, Bihar, India (1991; 1ª edicão em 1978)
  • "The Water of Life", Armstrong, J.W. / Health Science Press, Saffron Walden, Inglaterra (1990; trabalho original publicado em 1944)
  • "The Golden Fountain", Kroon, C.V.D. / Wishland Inc, Scottsdale (1998; trabalho original em holandês em 1993)
  • "Conheça outras terapias", Hildegard Bromberg Richter (TAPs), Editora Paulus, São Paulo (1998)
  • "Your Own Perfect Medicine", Cristy, M.M. / Wishland Inc.(1994)

14 comentários:

xand69 disse...

Fiz uso da urinoterapia por um mês para curar uma dermatite perioral que não tinha remédio..Passei por varios tratamentos ,todos sem sucesso.Só com urinoterapia eu cheguei a cura. Era um problema muito grande para mim, pois passava por momentos constrangedores, meu rosto ficava todo vermelho em volta da boca. Hoje depois de dois anos , nao tenho mais manchas ou vermelhidão no rosto. Estou curado.

walter emanuel disse...

tambem pratico uritaperapia ha mais de dez anos e desconheço quaisquer enfermidades desde então

Anônimo disse...

Ola, tenho herpes genital ha 20 anos e zumbido nos ouvidos ha 16 anos. Fiquei sabendo da cura pela urinoterapia e faco uso da mesma ha 3 anos. tomo toda a urina. Sou tambem vegetariano, nao como tudo cru, mas tento no maximo ter uma alimentacao muito sadia, faco exercicios (academia) tres vezes por semana. Ate agora nao encontrei cura para herpes nem tampouco para o zumbido do meuouvido. Nao acho que urina cura, meus cabelos que comecaram a cair, continuam. A unica coisa que senti, foi que tenho que cortar minhas unhas com mais frequencia. O que voces me dizem/

Obrigado

JR

Anônimo disse...

Gostaria de saber se a tratamento para a (Sida) com a urinoterapia? se, sea como devo proceder para melhorar ou sarar de vez este mal.

Vitor Adrien disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Luis Guerreiro disse...

Lamento não poder responder a todas as perguntas que tem sido feitas sobre a Urinoterapia. O artigo foi publicado a titulo informativo, não sou o autor do mesmo.
Fica ao critério de cada um o uso que façam do mesmo.

Anônimo disse...

Associem a AUTO-HEMOTERAPIA ao vegetarianismo e a urinoterapia e todos verão melhores resultados. Fação e depois comentem.

Dora Cristina disse...

Por via das dúvidas, acredito que qualquer pessoa que deseje começar a testar a urinoterapia, primeiro passe a se alimentar, principalmente, com verduras e frutas orgânicas além de ingerir muita água mineral e de côco.

Obs: Até o momento, única vez que fiz uso da urina, foi para passar a dor e a reação neurológica de queimadura feita por uma espécie de água viva, conhecida aqui no RN como caravela. Realmente deu certo*

Anônimo disse...

Luis,

Excelente artigo , está de parabéns .

aos críticos, mais precisamente "médicos", devem se informar um pouco mais a respeito da URINOTERAPIA .

talvez não o façam por justamente saberem que, esta prática de medicina alternativa CURA doenças diversas .

Algo, como dito em seu artigo, milenar .

Conheço pessoas que utilizam e tiveram resultados e até hoje, bebem de sua urina, preferencialmente pela manhà, ao acordar-se onde se tem maior acúmulo de HGH .

Urina não é para se tomar toda ela, todos as horas do dia, apenas pela manhã, ou seja, a primeira urina do dia onde se concentra todos os elementos necessários .

FATO QUE, Não interessa aos médicos, indústrias farmacêuticas etc , mas sim a nós todos que usamos desta MEDICINA ALTERNATIVA EFICAZ SEM DÚVIDA .

Obrigado,
Junior .

Anônimo disse...

Gostaria de saber realmente se uma pessoa que tem pressão alta pode ingerir a sua urina. Sabe-se que a urina tem muito sal. e ai? como resolver este problema?.

Luis Guerreiro disse...

Pelo que pesquisei a urinoterapia pode ter uma acção benéfica na circulação sanguínea e não é conta indicada para casos de pressão alta.

Segundo o texto em cima grande parte do sódio é reabsorvido pelo organismo.

De relembrar que o corpo precisa de sódio (de uma forma equilibrada com o potássio).

No entanto se seguir a maioria dos conselhos para uma dieta mais saudável aqui no blog concerteza que não será o pouco sal da urina que irá aumentar a pressão arterial - penso que seria necessário beber alguns litros da mesma para ter problemas desses.

De qualquer das formas se quiser experimentar sugiro começar (como em todos os casos) com pequenas quantidades e indo vendo os resultados.

Claudio disse...

Fiz uso da minha própria urina e deixei definitivamente de tomar omeprazol e aquele antibiótico especifico para acabar com Hpilory. Fiquei livre das dores provocadas pela ulcera duodenal provocada pela dita bactéria. Funciona mesmo. Tomei a primeira urina da manha e me dei bem.

Jardim disse...

UT funciona sim. É algo muito antigo e faz todo sentido, pois relaciona-se com os ciclos naturais. Curei doenças de pele ditas 'incuráveis' com esta terapia. Indiquei a um amigo HIV+ e ele sente-se maravilhosamente bem, seu CD4 aumentou. Médicos dizem ser o poder da sugestão, talvez alguns remédios também só funcionem pela sugestão, né?
Depois que descobri a UT tudo mudou para melhor. Não há prova de Amor maior que 'experimentar' a si mesmo e conhecer-se.
Urina não é tóxica, se o fosse os adeptos da UT seriam os primeiros a saber, mas o que se observa é justamente o oposto.
"Os segredos da vida não poderiam ser de outra forma, senão soterrados por toneladas de conceitos, pré-conceitos e emoções"
"Toda verdade passa por 3 fases: primeiro é ridicularizada, depois é violentamente atacada e por fim é aceita como algo evidente"

Filomena disse...

Eu pratico a urinoterapia há algum tempo. Quando me levanto, bebo a 1ª; vejo que é bom para tudo: constipação, artrite, dor de dentes....
Quando me vão surgindo frieiras, aqueço urina, ponho os pés de molho e as frieiras já eram; a minha filha tinha eczema, pôs as mãos dentro de urina e passou. Enfim, foi um milagre de Deus eu ter conhecido esta forma de ter saúde.
Experimente; há remédios muito mais mal- saborosos....