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terça-feira, 20 de fevereiro de 2007

Exército Brasileiro deve "combater" febre aftosa

Eu infelizmente tive que presenciar a calamidade e holocausto que é a epidemia da febre afetosa quando vivi na Inglaterra. Desejo boa sorte a todos os brasileiros e espero que ela não passe na fronteira.

Em 2001 o holocausto aconteceu, com a crise da "Febre Afetosa" (Foot and MouTh em inglês) - milhares de animais, incluíndo ovelhas,cabras, vacas e porcos contrariam esta doença. A origem está numa alimentação à base de restos de comida de origem animal como restos de restaurantes, etc - tal como a BSE esta doença tem origem na introdução de carne na ração de animais biologicamente vegetarianos.

De um dia para o outro parecia que a guerra tinha chegado - já não podia sair da quinta sem passar por desinfecção de sapatos, a cada esquina havia controle,os carros tinham que passar por valas especiais, parecia uma guerra. Não podia passear nos campos e serras lindíssimas que existem nesta região. Por todo o lado eram piras
enormes de animais a serem queimados. Na própria quinta onde vivia, haviam zonas de pasto separadas por cercas, o próprio dono da quinta estava interdito de se movimentar de uma zona para a outra tendo que deixar animais abandonados ao frio e passando fome até morrerem. Pior foi que isto aconteceu quando as novas crias nasceram e nem vale a pena falar no resto. Entretanto e devido ao isolamento/quarentena que esta região foi obrigada - os negócios foram todos por água abaixo.

Seguem-se enxertos de uma coluna da Folha Online sobre a situação no Brasil.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u114499.shtml



da Agência Folha, em Belo Horizonte

Onze Estados produtores e exportadores de carne bovina vão exigir do governo federal a criação de uma vigilância sanitária permanente com a presença do Exército nas fronteiras com Argentina, Paraguai e Bolívia, principalmente nos dois últimos países. O objetivo é impedir a entrada de gado contaminado pela febre aftosa.

Reunidos no dia 13 de Fevereiro em Belo Horizonte, os secretários da Agricultura dos Estados de SP, MG, RJ, ES, SC, MS, MT, PA, TO, SE e GO cobraram "compromisso político" do governo com a formação dessa zona ativa de vigilância na fronteira, que é uma determinação da OIE (Organização Internacional de Saúde Animal).

Por falta desse controle nas fronteiras, quase todos os Estados perderam o status de área livre de febre aftosa com vacinação, o que põe em risco as exportações do país, dizem.

O país tem até maio para implementar a zona de alta vigilância. Isso porque a OIE vai se reunir em Paris e, antes disso, enviará técnicos ao Brasil para uma nova avaliação. Se houver o cumprimento das determinações, os Estados poderão recuperar o status anterior.

O secretário de Minas Gerais disse que o projeto com as medidas será apresentado ao governo em até 30 dias. A União entraria com recursos financeiros e humanos (técnicos e Exército). Os Estados operariam a zona de vigilância.

O Ministério da Agricultura informou que só irá se manifestar quando receber oficialmente a exigência dos Estados.

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