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sábado, 22 de maio de 2010

REJUVELAC




Foto: www.alternativa-forum.com
Fermentação de cereais


1a – Germinar 1 xícara (chávena)  de trigo (ou quinoa)
2a – No 2o dia de germinação (semente com o narizinho pra fora), adicionar 2 xícaras de água pura (usar mineral sem gás) e cobrir com um lenço de voal.
3ª – Deixar descansar por 3 dias em lugar limpo, sombreado e sem mexer. Melhor lugar é no centro das 4 bocas do fogão, com as chamas apagadas, local mais estéril da cozinha.
4a – No 3º dia, escorra o líquido esbranquiçado fermentado, num coador de voal e dilua em 1 litro de água. Pode ser bebido concentrado se desejar.
5a – Beba ou faça receitas com este líquido (REJUVELAC) durante o dia, na quantidade que desejar.
6a – Coloque novamente 2 xícaras de água na semente de trigo que sobrou. Beba no dia seguinte o líquido e, novamente, reponha a água para um terceiro dia de Rejuvelac.
7a – Após o 3a dia de reposição de água, termine o processo.
As sementes no final podem ser utilizadas para receitas de tortas, queijos, sucos, yogurtes sem fermento lácteo, etc.






Fontes: http://www4.ensp.fiocruz.br/terrapia
http://alimentosaudeinfantil.wordpress.com/2009/12/18/rejuvelac/


O rejuvelac é uma fermentação que promove as boas bactérias no intestino para além de ser uma boa fonte de várias vitaminas, especialmente do complexo B, Vit C e E, minerais, enzimas, acidofilos, regula o PH do organismo, previne obstipação (prisão de ventre) ou melhora se houver, boa para casos de eczema, acne, psoriase e outras perturbações da pele, ajuda também na digestão, é em geral um bom tónico para todo o sistema. No entanto evitar se estiver grávida e se tiver duvidas consultar um(a) nutricionista...que entenda do assunto..


Luís Guerreiro


Video: Aprenda a fazer uma receita saudável de feijão tropeiro



A receita da professora Elolísa Helena Reis de Souza leva alho, azeite de oliva, tomate, pimentões amarelo e vermelho, sal e temperos a gosto, farinha de aipim e sementes germinadas de feijão azuki.


Fonte: Globo Repórter
sexta-feira, 21 de maio de 2010

Menos voos menos poluição


200.000
toneladas de dióxido de carbono terão sido reduzidas, diariamente, devido ao cancelamento das ligações aéreas ditado pela erupção do vulcão na Islândia. A estimativa é do serviço de informação económica Greenwise Business.

Fonte: Publico
Se tivéssemos alternativas que usassem energia mais limpa quanto poderíamos evitar em termos de poluição?






Há o risco de ficarmos sem comida no futuro? Se formos todos mais vegetarianos, não

Congresso da Associação Portuguesa dos Nutricionistas

20.05.2010 - 08:15 Por Romana Borja-Santos


Relação entre a nutrição e crise ambiental é um dos painéis do congresso da Associação dos Nutricionistas que começa hoje em Lisboa.







A solução passa por comer menos carne e mais frutas e legumes (Paulo Ricca (arquivo))

O número de pessoas no mundo foi crescendo a par e passo com a quantidade de alimentos. Ter comida no prato passou a ser uma questão de dinheiro. Contudo, a crise dos cereais de 2006 e 2007 introduziu um novo ingrediente nesta receita. E quando a produção não dá mesmo resposta à procura? Um grupo de especialistas debate hoje, no âmbito do IX Congresso de Nutrição e Alimentação da Associação Portuguesa dos Nutricionistas, que está a decorrer no Centro de Congressos de Lisboa, qual a melhor solução. Ao PÚBLICO todos foram unânimes em dizer que a colher está do lado dos consumidores. "Precisamos todos de ser um bocadinho mais vegetarianos", resumiu Viriato Soromenho-Marques, professor da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.
Para o também coordenador do Programa Gulbenkian Ambiente, o comportamento nas últimas décadas permitiu que conseguíssemos obter food safety (segurança dos alimentos) mas comprometeu a food security, isto é, a disponibilidade dos mesmos. "Estamos numa situação muito frágil com stocks de apenas algumas semanas." No caso português, em comparação com os países da União Europeia, a situação é complexa: a taxa de dependência na alimentação ascende aos 65 por cento.

Questionado sobre se não houve especulação na recente crise, Soromenho-Marques defendeu que "essa é apenas uma parte da explicação" e que o problema das alterações climáticas será cada vez mais recorrente, dando como exemplo de eventuais perturbações na produção o vulcão islandês. Evitar desperdícios será também outra das apostas. Há estudos que indicam que metade da produção mundial acaba no lixo.

Por outro lado, destacou que os cereais - "a base da alimentação humana e animal" - estão a ser utilizados na produção de biocombustíveis. "O milho ou se coloca nos depósitos dos carros ou na barriga das pessoas." Para o especialista faz sentido gerir a questão mais do lado da procura de alimentos do que da oferta. Quer isto dizer que os países desenvolvidos devem optar por alimentos produzidos localmente e reduzir o consumo de carne para que os países como a China, que praticamente duplicaram a quantidade consumida, tenham margem.

"O grande papel do nutricionista é ajudar a adaptar a alimentação à realidade local, a cada momento, pelo que era importante investir na literacia alimentar desde o pré-escolar", insistiu, por seu lado, Alexandra Bento, presidente da Associação Portuguesa dos Nutricionistas. A especialista destacou como "muito positivas" as novas tendências das hortas urbanas e afirmou que era determinante que a comida portuguesa "voltasse a estar na moda", assim como a dieta mediterrânica. "Os chefes de cozinha têm de ser aliados da saúde", resumiu. Soromenho-Marques, a este propósito, disse que se deve passar do modelo do "boxe" para o modelo do "judo", ou seja, "trabalhar com a Terra e não contra ela", o que passa por deixar de considerar que "ser evoluído" é ter na mesa alimentos de vários países.

O dedo na ferida da fome - que afecta mil milhões de pessoas - é colocado por Ana Monteiro, geógrafa e professora no Instituto de Saúde Pública da Universidade do Porto. A especialista destacou que a falta de comida existe, principalmente, nos países que mais produzem. "A existência de produtos não significa que estejam na posse de quem vive nesses lugares." Ana Monteiro lembrou também que doenças como a diabetes, antes associadas à abundância, começam a surgir em zonas desfavorecidas, por exemplo, do Grande Porto - uma situação que pode ser replicada à escala mundial para estas e outras patologias que prometem ser as "Pandemias do Século XXI", o principal tema do congresso.



Fonte: Publico

Piteira,Opuntia ficus-indica

Opuntia ficus-indica (tabaibeira, figo do diabo, figueira da Índia, piteira, tuna, figueira tuna, palma) é uma espécie de cacto. Planta comum em regiões semi-áridas, possui alto teor de fibras, vitamina A e ferro.


Esta planta já salvou muita gente de morrer à fome sobretudo no México, em anos de seca quando mais nada crescia. Logo por razões lógicas é importante pensar nela para o futuro.



A Opuntia ficus-indica é umas das especies de cactos mais úteis. Originária da América central, hoje está difundida por todo o mundo.
Em Portugal é abundante no Alentejo e Algarve e também na Madeira.

Os frutos são muito saborosos
.


As folhas também podem ser comidas, sobretudo as mais jovens e tenras ("nopales" em mexicano) cruas sabem a feijão verde, mas com mais baba.

Por cá  (Portugal) chamam-lhe piteira.

Podem ser apanhados com uma cana rachada e depois esfregar com uma vassoura feita com ramos para que saiam os picos.

Fontes:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Opuntia_ficus-indica
 http://bushcraft-pt.forumeiro.net/fauna-e-flora-f16/opuntia-ficus-indica-cacto-comestivel-ou-dadiva-dos-deuses-t99.htm

Permacultura no Jornal da Tarde




Fonte: http://permaculturaportugal.ning.com/video/permacultura-no-jornal-da-1

Felicity Lawrence denuncia a indústria mundial de alimentos

Substâncias danosas ao organismo geram lucros bilionários.


A indústria mundial de comida nos alimenta mal, cria hábitos pouco saudáveis, nos entope de substâncias danosas ao organismo, enquanto acumula lucros bilionários. Grandes empresas multinacionais dominam o setor e fogem da transparência que revelaria suas práticas nocivas.


O consumidor não tem tempo para fiscalizar o que compra no mercado e depois come, sem perceber quando é manipulado pela má informação nos rótulos e na publicidade. Estas e outras denúncias aparecem no trabalho investigativo da jornalista britânica Felicity Lawrence.





Fonte: Globo News
quinta-feira, 20 de maio de 2010

"Ser do Contra" pode ser considerado doença psiquiatra

"Psiquiatras têm vindo a trabalhar sobre a quarta revisão do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM) e, nela, eles esperam acrescentar uma porção de novos transtornos psiquiátricos. Infelizmente, muitos desses distúrbios são apenas diferenças de personalidade e comportamento entre as pessoas.

A nova edição pode incluir "perturbações" como "transtorno desafiador de oposição", que inclui pessoas que têm um padrão de "comportamento negativista, desafiador, desobediente e hostil para com figuras de autoridade." Alguns dos sintomas "dessa doença, incluindo temperar uma perda, as pessoas irritantes e ser" delicado ".

A percepção de que as diferenças de caráter são de algum modo uma doença psíquica não só absolve os indivíduos de responsabilidade pessoal, mas tira sua personalidade única. Ela reduz as pessoas em sujeitos que não podem pensar por si mesmos, mas têm de ser controlados através de drogas.

O que nos leva a, talvez, o maior impulso por trás da revisão do DSM: as empresas farmacêuticas. As companhias farmacêuticas estão a ganhar muito por ter praticamente todas as pessoas classificadas como doentes mentais e que necessitam de medicamentos.

Uma abordagem mais precisa da situação é avaliar os psiquiatras e traficantes que estão inventando um absurdo como sendo os verdadeiros possuidores de doença mental. Talvez essas pessoas são as que precisam ser institucionalizados."


Artigo original em inglês:


http://www.washingtonpost.com/wp-dyn/content/article/2010/02/26/AR2010022603369.html?hpid=opinionsbox1

Ministério da Saúde da Nova Zelândia descobre que o uso do flúor na água não reduz as cárie



Estatísticas de um estudo realizado pelo Ministério da Saúde da Nova Zelândia indicam que não há vantagens decorrentes da fluoretação da água. Estas estatísticas vão de encontro aos argumentos semelhantes estabelecidos pela Associação Dental Americana.

Esta organização realizou um grande estudo com 39 mil crianças americanas e descobriu que elas não tiveram nenhuma vantagem com o uso do flúor.

O processo de fluoretação é a prática de adição de minerais de flúor em fontes de água para que as pessoas sejam expostas ao mineral através da água potável. Algumas fontes de água contêm flúor nas mesmas e não precisam ter flúor adicionado.

A alegação para adicionar o fluoreto é para que ele possa ajudar na prevenção do desenvolvimento da cáries. A prática da adição de flúor à água supostamente permitiria que as pessoas, independentemente de renda, recebam doses saudáveis de flúor. No entanto, estudos recentes estão revelando que as práticas de fluoretação fazem pouco em termos de prevenção de cáries, se é que tem qualquer influência na prevênção.

O estudo realizado na Nova Zelândia pelo Ministério da Saúde revela que as crianças que vivem em áreas sem flúor têm um por cento a menos de cáries do que as crianças que residem em regiões onde a fluoretação é oferecida. No entanto, o Ministério da Saúde afirma ainda que cerca de trinta por cento das crianças vão ter qualquer vantagem com a fluoretação regular.

Embora a afirmação pode parecer paradoxal, as estatísticas oferecidas pela organização misturam cidades de baixa e alta renda para gerar a estatística final para representar a nação. Esta mistura de resultados estatísticos resultam em uma representação bastante pobre do que realmente está acontecendo.

Alguns pesquisadores argumentam que as estatísticas revelariam que ambos os grupos de crianças testadas seriam beneficiadas pela fluoretação se ela realmente trouxesse vantagens.

Na verdade, as estatísticas revelam que as crianças simplesmente não se beneficiam do uso da fluoretação. O ponto principal é que o Ministério da Saúde está tentando fazer com que o uso do flúor na água pareça mais promissor do que na verdade é.

Alguns pesquisadores sugerem que o Ministério está agindo contra cinqüenta anos de estudos que indicam que a fluoretação não fornece defesa adequada contra as cáries.




Fontes:

http://www.anovaordemmundial.com/2010/05/ministerio-da-saude-da-nova-zelandia.htmlWorld Dental: Health Ministry Finds that Fluoridation Does Not Reduce Tooth Decay
quarta-feira, 19 de maio de 2010

Soja transgénica provoca esterilidade e mortalidade infantil


"Este estudo era apenas de rotina", disse o biólogo russo Alexey V. Surov, no que acabar como sendo o eufemismo do século. Surov e seus colegas tentavam descobrir se a soja trangênica (geneticamente modificada) da Monsanto, cultivadas em 91% dos campos de soja americanos (e em 71% da safra brasileira ) levaria a problemas no crescimento e reprodução. O que ele descobriu poderá colocar de cabeça para baixo uma indústria multi-bilionária.

Após a alimentar hamsters por dois anos ao longo de três gerações, aqueles na dieta trangênica, e especialmente o grupo com a dieta com o máximo de soja trangênica, apresentaram resultados devastadores. Até a terceira geração, a maioria dos hamsters alimentados com soja trangênica perdeu a capacidade de ter filhos. Eles também sofreram um crescimento mais lento, e uma alta taxa de mortalidade entre os filhotes.

E se isso não for chocante o suficiente, alguns hamsters na terceira geração ainda tinham cabelo crescendo dentro de suas bocas, um fenômeno raramente visto, mas aparentemente mais prevalentes em hamsters se alimentando de soja trangênica.

O estudo, realizado conjuntamente pelo Instituto Surov de Ecologia e Evolução da Academia Russa de Ciências e a Associação Nacional de Segurança genẽtica, deverá ser publicado em três meses (julho de 2010), de modo que detalhes técnicos terão de esperar. Mas Surov forneceu um esboço em um email (para o autor deste artigo).

Ele usou hamsters Campbell, com uma taxa de reprodução rápida, divididos em 4 grupos. Todos foram alimentados com uma dieta normal, mas um grupo foi sem soja, outro teve soja não-transgênica, um terceiro grupo usou soja transgênica, e um quarto continha quantidades mais elevadas de soja trangênica. Eles utilizaram cinco pares de hamsters por grupo, cada um dos quais produziram 7 a 8 ninhadas, totalizando 140 animais.

Surov disse ao jornal Voz da Rússia:

"Inicialmente, tudo correu bem. No entanto, percebemos um efeito bastante grave quando selecionamos novos pares de seus filhotes e continuamos a alimentá-los como antes. A taxa de crescimento destes pares foi mais lento e atingiram sua maturidade sexual lentamente."

Ele selecionou novos pares de cada grupo, o que gerou outras 39 ninhadas. 52 filhotes nascidos para o grupo de controle e 78 para o grupo se alimentando com soja não-trangênica. No grupo da soja transgênica, no entanto, nasceram apenas 40 filhotes. E destes, 25% morreram. Esta foi uma taxa de mortalidade cinco vezes maior do que os 5% observados entre o grupo de controle. Dos hamsters que comeram alto teor de soja trangênica, apenas uma única hamster fêmea deu à luz. Ela teve 16 filhotes, dos quais morreram cerca de 20%.

Surov disse: "O baixo número na F2 [terceira geração] mostrou que muitos animais eram estéreis."

O estudo a ser publicado também irá incluir medidas do tamanho do órgão para os animais de terceira geração, incluindo os testículos, baço, útero, etc. E se a equipe puder levantar fundos suficientes, eles também irão analisar os níveis de hormônio nas amostras de sangue coletadas.
  • Cabelo que cresce na boca
No início deste ano, Surov foi co-autor de um estudo em Ciências Biológicas Doklady mostrando que, em casos raros, cabelo crescia dentro de bolsas recuadas dentro da boca dos hamsters.

"Algumas dessas bolsas continham pêlos simples, outros, feixes grossos de pêlos incolor ou pigmentados, alcançando a superfície de mastigação dos dentes. Às vezes, a fileira de dentes foi cercada com uma escova de feixes de cabelo regular em ambos os lados. Os cabelos cresceram verticalmente e tinham pontas afiadas, muitas vezes cobertos com pedaços de mucosa ".

Na conclusão do estudo, os autores supôem que este defeito pode ser devido à dieta dos hamsters criados em laboratório. Eles escrevem: "Esta patologia pode ser exacerbada por elementos do alimento que estão ausentes nos alimentos naturais, tais como geneticamente modificados (trangênicos) ingredientes (trangênica de soja ou farinha de milho) ou contaminantes (pesticidas, micotoxinas, metais pesados, etc.)". Na verdade, o número de hamsters com pelos na boca era muito maior entre a terceira geração de animais alimentados com soja trangênica do que em quaisquer que Surov tinha visto antes.
  • Estudos Preliminares , mas Assombrantes
Surov adverte contra conclusões iniciais. Ele disse: "É bastante possível que os trangênicos não causem esses efeitos por si só." Surov quer fazer a análise dos componentes alimentar uma prioridade, para descobrir exatamente o que está causando o efeito e como.

Além dos trangênicos, poderiam ser os contaminantes, disse ele, ou maior resíduos de herbicidas, como o Roundup (também da Monsanto). Há, de fato, níveis muito mais elevados de Roundup nestes grãos, eles são chamados de "Roundup Ready". Genes bacterianos são inseridos em seu DNA a fim de que as plantas possam tolerar o herbicida Roundup, da Monsanto. Portanto, a soja trangênica sempre carrega a ameaça dupla de maior teor de herbicida, juntamente com todos os efeitos secundários da engenharia genética.
  • Anos de Distúrbios Reprodutivos de Alimentos Trangênicos
Os hamsters de Surov são apenas os últimos animais a sofrerem de distúrbios reprodutivos após consumo de transgênicos. Em 2005, Irina Ermakova, também com a Academia Russa de Ciências, informou que mais de metade dos bebês de mães ratos alimentados com soja trangênica morreram dentro de três semanas. Foi também cinco vezes superior à taxa de mortalidade de 10% do grupo da soja não-trangênica. Os filhotes do grupo trangênico também foram menores (veja a foto abaixo) e não poderiam se reproduzir.

Em uma coincidência , após a triagem de alimentação de Ermakova, seu laboratório começou a alimentar todos os ratos na instalação com uma ração comercial de soja trangênica. Dentro de dois meses, a mortalidade infantil em toda a instalação chegou a 55%.


Quando Ermakova alimentou os ratos machos com soja trangênica, os testículos mudaram de cor de rosa normal para azul escuro! Cientistas italianos, da mesma forma, encontraram alterações nos testes com ratos (PDF), incluindo células danificadas jovens de esperma. Além disso, o DNA de embriões de ratos machos alimentados com soja trangênica funcionava de forma diferente.

Um estudo do governo austríaco, publicado em Novembro de 2008 mostrou que, quanto mais milho transgênico foi administrado a camundongos, menos bebês eles tinham (PDF), e menor os bebês eram.

O fazendeiro de Central Iowa Farmer Jerry Rosman também teve problemas com porcos e vacas se tornando estéreis. Alguns de seus porcos ainda tiveram gravidez falsas ou deram à luz a sacos de água. Depois de meses de investigações e testes, ele finalmente rastreou o problema como sendo a alimentação com milho trangênico. Cada vez que um jornal, revista ou programa de TV reportava os problemas de Jerry, ele recebia chamadas de mais agricultores queixando-se de esterilização de animais em suas fazenda, devido ao milho trangênico.

Os pesquisadores da Baylor College of Medicine descobriram acidentalmente que os ratos alimentados com sabugo de milho "nem procriavam ou apresentava comportamento reprodutivo. Testes com o material de milho revelou dois compostos que pararam o ciclo sexual das fêmeas, em concentrações aproximadamente 200 vezes menores do que os fitoestrógenos clássicos." Um composto também reduziu o comportamento sexual masculino e as duas substâncias contribuíram para o crescimento de glandulas mamárias e de culturas de células cancerosas da próstata. Os pesquisadores descobriram que a quantidade das substâncias variavam nas diferentes variedades de milho trangênica. O sabugo de milho moído usado no estudo foi provavelmente enviado de Iowa central, perto da fazenda de Jerry Rosman e de outros que se queixam de animais estéreis.

Em Haryana, na Índia, uma equipe de veterinários investigar relataram que búfalo que consomem algodão trangênico sofrem de infertilidade, bem como abortos frequentes, partos prematuros, e úteros com prolapso. Muitos búfalos adultos e jovens também morreram misteriosamente.
  • Negação e Ataque aos Pesquisadores
Cientistas que descobrem resultados negativos a partir de trangênicos são regularmente atacados, ridicularizados, tem negado seus financiamentos, e até mesmo demitidos. Quando Ermakova relatou a alta mortalidade infantil entre filhotes de ratos alimentados com soja trangênica, por exemplo, ela apelou para a comunidade científica para repetir e verificar seus resultados preliminares. Ela procurou também fundos adicionais para analisar órgãos preservados. Em vez disso, ela foi atacada e vilipendiada. As amostras foram roubadas de seu laboratório, os papéis foram queimados em sua mesa, e ela disse que seu chefe, sob a pressão de seu patrão, disse-lhe para parar de fazer qualquer pesquisa de organismos geneticamente modificados. Ninguém ainda repetiu os estudos simples e baratos de Ermakova.

Na tentativa de oferecer a sua simpatia, um dos seus colegas sugeriu que talvez a soja transgênica vai resolver o problema de super-população!

Surov relatou que até agora ele não está sob qualquer tipo de pressão.

Abandonando a Massiva Experiência de Alimentação Trangênica

Sem testes detalhados, não se pode identificar exatamente o que está causando as aberrações reprodutivas em hamsters e ratos russos, camundongos italianos e austríacos e gado na Índia e América. Podemos apenas especular sobre a relação entre a introdução de alimentos geneticamente modificados em 1996, e o correspondente aumento em bebês de baixo peso, infertilidade e outros problemas entre a população americana. Mas muitos cientistas, médicos e cidadãos interessados não acreditam que o público deve continuar a ser animais de laboratório para a maciça experiência descontrolada da indústria de biotecnologia.

Alexey Surov diz: "Não temos o direito de utilizar trangênicos até que entendamos os possíveis efeitos adversos, não só para nós mesmos, mas também para as futuras gerações. Definitivamente precisamos de estudos totalmente detalhados para esclarecer isso. Qualquer tipo de contaminação tem de ser testada antes de serem consumidas, e os trangênicos são apenas uma delas."

Fontes:
http://www.anovaordemmundial.com/2010/05/soja-trangenica-ligada-esterilidade-e.htmlHuffington Post: Genetically Modified Soy Linked to Sterility, Infant Mortality in Hamsters
Responsible Technology: Genetically Modified Soy Linked to Sterility, Infant Mortality
Illinois Times: Are genetically modified foods harmful?

Glutamato Monossódico (GMS): É este o assassino (saboroso) que se esconde nos nossos armários de cozinha?

Hoje deram-me a provar uma sopa Moldava e fiquei surpreso com o sabor a caldo de legumes muito intenso...descobri - tinha siso utilizado um tempero com glutamato monossódico. Fez-me lembrar as sopas chinesas que comi tantas vezes antes de me preocupar com a alimentação.







Um silencioso e difundido assassino que é pior à sua saúde que álcool, nicotina e muitas outras drogas está provavelmente escondido em seu armário de cozinha neste exato momento. [1]. "Ele" é o glutamato monossódico ou GMS (MSG, Monossodium Glutamate do nome original em inglês), um realçador de sabor que é conhecido amplamente como um aditivo na comida chinesa, mas que na verdade é adicionado a milhares de alimentos que você e sua família regularmente comem, especialmente se você é como a maior parte dos norte-americanos e come a maioria de sua comida como alimento processado ou em restaurantes.

Glutamato monossódico é um dos piores aditivos alimentares no mercado e é usado em sopas enlatadas, biscoitos, carnes, saladas, refeições congeladas e muito mais. É encontrado em restaurantes e supermercados locais, na lanchonete da escola das crianças, e incrivelmente, mesmo na comida de bebê e em fórmulas infantis.

O GMS é mais do que somente um tempero como o sal e pimenta, ele realça o sabor dos alimentos, fazendo o gosto de carnes processadas e refeições congeladas ficar melhor e cheirar melhor, as saladas ficarem mais saborosas e comidas enlatadas com gosto menos metálico.

Enquanto os benefícios do GMS à indústria de alimentos está bem clara, este aditivo alimentar pode estar lentamente e silenciosamente fazendo grandes danos para sua saúde.

  • O que exatamente é o Glutamato Monossódico?

Você pode lembrar quando o pó de GMS chamado "Accent" primeiramente veio aos mercados norte-americanos. Bem foi há muitas décadas anterior a este, em 1908, que o glutamato foi inventado. O inventor foi Kikunae Ikeda, um japonês que identificou a substância natural que incrementava o sabor, provinda da alga marinha.

Tomando como base esta substância, eles foram capazes de criar um aditivo criado pelo homem, o glutamato monossódico, e ele e seu parceiro criaram a Ajinomoto, que é hoje o maior produtor deste produto (e, interessante, também um produtor de remédios).
Quimicamente falando, o GMS é aproximadamente 78% de ácido glutâmico livre, 21% de sódio, e até 1% composto de contaminantes. [3].

É uma ideia errada que o glutamato monossódico é um condimento ou um amaciador de carne. Na realidade, ele tem um sabor fraco, além do que, quando você ingere GMS, você pensa que o alimento que está comendo tem mais proteína e tem um melhor sabor. Ele faz isso enganando sua língua, usando um pouco conhecido quinto estado de sabor: umami.

Umami é o gosto do glutamato, que é um saboroso gosto encontrado em muitas comidas japonesas, bacon e também no aditivo alimentar tóxico glutamato monossódico. É por causa do umami que o alimento com GMS tem sabor mais forte, robusto, e geralmente melhor, para muitas pessoas, do que o alimento sem ele.

O ingrediente não se tornou amplamente divulgado nos Estados Unidos até a Segunda Guerra Mundial, quando os militares americanos perceberam que a ração dos soldados japoneses era muito mais saborosa que as versões americanas por causa do GMS.

Em 1959, a FDA (Food and Drug Administration, ou Agência Norte-Americana de Controle de Alimentos e Medicamentos), classificou o glutamato monossódico como "ordinariamente conhecido como seguro (Generally Recognized as Safe ou GRAS)" e assim se manteve desde então. Ainda assim foi um sinal de alerta quando apenas 10 anos depois uma condição conhecida como a "Síndrome do restaurante chinês" apareceu na literatura médica, descrevendo os numerosos efeitos colaterais, desde falta de sensação, até palpitações cardíacas que a pessoas experienciavam depois de comer glutamato.

Hoje esta síndrome é mais apropriadamente chamada "complexo dos sintomas do GMS" (termo original do inglês: MSG Symptom Complex), que a FDA identifica como "reações de curto-prazo" do glutamato. Mais destas "reações" ainda virão à tona.

  • Por que Glutamato Monossódico é tão perigoso

Uma das melhores visões gerais dos reais perigos do glutamato vem do Doutor Russell Blaylock, um neurocirurgião "board certified" (que tem anos de treinamento e entendimentos da diagnose, tratamento e prevenção de enfermidades) e autor do "Excitotoxinas: o Sabor que Mata". Nele ele explica que o glutamato é uma excito-toxina, o que significa que ele superexcita suas células ao ponto de ser perigoso ou mortal, causando danos em vários graus - e potencialmente mesmo acionar ou piorar disfunções de aprendizado, Mal de Alzheimer, Mal de Parkinson, Mal de Lou Gehrig, e mais.

Parte do problema também é que o ácido glutâmico livre é o mesmo neurotransmissor que o seu cérebro, sistema nervoso, pâncreas e outros órgãos usam para iniciar certos processos em seu corpo. [4]. Até a FDA afirma:

"Estudos tem mostrado que o corpo usa glutamato, um aminoácido, como um transmissor de impulsos nervosos no cérebro e que há também tecidos que respondem ao glutamato em outras partes do corpo. As anomalias no funcionamento dos receptores de glutamato tem sido conectadas com certas enfermidades neurológicas, como o Mal de Alzheimer e a doença de Huntington (distúrbio caracterizado por movimentos musculares anormais espontâneos e irregulares). Injeções de glutamato em animais de laboratório resultaram em danos às células nervais do cérebro." [5]

Embora a FDA continua a alegar que consumir glutamato monossódico nos alimentos não causa estes efeitos danosos, muitos outros especialistas dizem o contrário.
De acordo com Dr. Blaylock, numerosos receptores glutâmicos tem sido encontrados tanto no sistema de condução elétrica do coração quanto no músculo do coração em si. Isto pode ser bem danoso para seu coração, e pode mesmo explicar as mortes inesperada às vezes vista entre atletas jovens.

Ele diz: "Quando um excesso de excito-toxinas de origem alimentar, como o GMS, proteína hidrolisada de soja e concentrada, caseinato de sódio e aspartato do aspartame, são consumidas, estes receptores glutâmicos são super-estimulados, produzindo arritmia cardíaca. Quando o estoque de magnésio está baixo, como vemos em atletas, os receptores glutâmicos são muito sensíveis e mesmo níveis pequenos destas excito-toxinas podem resultar em arritmias cardíacas e morte". [6]

Muitos outros efeitos adversos tem sido relacionados ao consumo regular de GMS, incluindo:

* Obesidade
* Danos oculares
* Cefaleia (dor de cabeça)
* Fadiga e Desorientação
* Depressão

Além do mais, mesmo a FDA admite que as "reações de curto-prazo" conhecidas como complexo dos sintomas do GMS (MSG Symptom Complex) podem ocorrer em certos grupos de pessoas, especialmente os que ingeriram "altas doses" de glutamato monossódico ou aqueles que tem asma. [7]

De acordo com a FDA, O complexo de sintomas do GMS pode envolver sintomas como:

* Perda de sensibilidade sensibilidade
* Sensação de queimadura
* Formigamento
* Pressão facial ou sensação de sufocamento
* Dor no peito ou dificuldade respiratória
* Cefaleia
* Náusea
* Palpitação cardíaca
* Sonolência
* Fraqueza

Ninguém sabe informar com certeza quantas pessoas podem ser "sensíveis" ao GMS, mas estudos dos anos 70 sugerem que 25 a 30% da população norte-americana era intolerante ao Glutamato - em níveis então encontrados em alimentos. Desde que o uso do Glutamato expandiu dramaticamente deste aquele período, é estimado que até 40% da população pode ser impactada. [8]

  • Como saber se o Glutamato Monossódico está em sua comida

Os produtores de alimentos não são estúpidos, e eles são cautelosos do fato que as pessoas como você procuram evitar comer este tipo de aditivo alimentar asqueroso. Como resultado, você acha que eles respondem removendo o glutamato de seus produtos? Bem, poucos tem feito, mas a maioria deles só tentaram "limpar" suas embalagens. Em outras palavras, eles tentam esconder o fato que o GMS é um ingrediente.

Como eles fazem isso? Usando nomes que você nunca poderia associar com o produto.
É requerido pela FDA que os produtores de alimentos listem o ingrediente "glutamato monossódico" nas embalagens dos alimentos, mas eles não tem que listar os ingredientes que contém ácido glutâmico livre, mesmo se ele é o principal componente do GMS.

Há mais de 40 ingredientes que contém ácido glutâmico [9], mas você nunca sabe se eles só são nomes isolados. Além disso, em alguns alimentos o ácido glutâmico é formado durante o processamento, e novamente, as embalagens dos alimentos não lhe informam isso.

  • Dicas para evitar o Glutamato Monossódico de sua alimentação

Em geral, se um alimento é processado você pode supor que ele contém glutamato (ou um de seus pseudo-ingredientes). Então, se você aderiu a uma alimentação de alimentos frescos, você pode bem garantir que você está evitando esta toxina.

O outro local onde você terá que tomar cuidado são os restaurantes. Você pode perguntar que itens do menu são livres de glutamato, e pedir que nenhum glutamato seja adicionado em sua refeição, mas claro que o único local onde você pode ter certeza absoluta do que é adicionado ou não é a sua própria cozinha.

Para realmente se garantir, você deve saber com que ingredientes tomar precaução em alimentos empacotados. Aqui está uma lista de ingredientes que SEMPRE contém glutamato monossódico: (nem todos foram traduzidos por não existir correlato ao português, seguem abaixo os nomes originais como constam no artigo): Autolyzed Yeast (Extrato de levedura), Calcium Caseinate (Caseinato de calcio), Gelatin (Gelatina), Glutamate/Glutamic Acid (Ácido glutâmico), Hydrolyzed Protein, Monopotassium Glutamate ( Glutamato monopotássico), Monosodium Glutamate (Glutamato monossódico), Sodium Caseinate (Caseinato de sódio),Textured Protein, Yeast Extract (Extrato de levedura), Yeast Nutrient

Estes ingredientes frequentemente contém glutamato ou criam este durante o processamento: [10] (não foram traduzidos os termos abaixos, por isso fica listado integralmente os originais em inglês): Flavors and Flavorings (Condimentos), Seasonings (Temperos), Natural Flavors and Flavorings, Natural Pork Flavoring, Natural Beef Flavoring, Natural Chicken Flavoring, Soy Sauce, Sopy Protein Isolate, Soy Protein, Bouillon, Stock, Broth, Malt Extract, Malt Flavoring, Barley Malt, Why Protein,Carrageenan, Maltodextrin, Pectin, Enzymes, Protease, Corn Starch, Citric Acid, Powdered Milk, Anything Protein Fortified, Anything Enzyme Modified, Anything Ultra-Pasteurized

Se você come alimentos processados, por favor lembre-se de verificar estes nomes ocultos do glutamato.

  • Escolhendo ser Livre dos Glutamatos

Tomar a decisão de evitar GMS em sua alimentação é mais que possível uma escolha sábia para todos ao seu redor. Reconhecidamente, toma mais tempo planejando na cozinha e preparando comida em casa, usando ingredientes frescos e cultivados localmente. Mas saber que sua comida é pura e livre de aditivos tóxicos como o glutamato é algo inestimável.
Além disso, escolher seu alimento lhe trará ultimamente um melhor sabor e valores mais saudáveis que qualquer comida processada com glutamato que você pode comprar no supermercado.

Nota do tradutor: O texto é escrito utilizando o contexto dos Estados Unidos, nem por isso ele não deixa de ser válido no Brasil ou em outro país que seja. No país, o glutamato é encontrado em salgados como batata-frita com sabor de cebola, embutidos como salames, também na mortadela, presunto, frios em geral, no molho de soja (algumas marcas aparentemente não colocam este ingrediente) e em muitos produtos japoneses. Ler o rótulo das embalagens é um bom começo para evitar o consumo desta substância. O equivalente maléfico doce do glutamato é o aspartame, encontrado em produtos diet, light, e similares. Grandes empresas usam GMS, leia a lista de ingredientes, e zele pelo seu bem-estar. O melhor protesto é não comprar produtos de quem não tem se preocupa com a sua saúde.


Em português http://www.vidaintegral.com.br/noticias.php?noticiaid=948
Fontes e Referências:


Microondas certamente não é bom para a sua comida

Até agora, você provavelmente já sabe que o que come tem um profundo impacto sobre sua saúde. O mantra: "Você é o que você come" é realmente verdade.


Mas é preciso considerar não apenas o que compra, mas como cozinha.


Comer alimentos crus é o ideal. Mas a maioria de nós pode não ser capaz de realizar uma dieta completamente de crus, e vamos acabar a cozinhar alguma percentagem dos nossos alimentos.


Uma preparação inteligente de comida começa com alimentos de alta qualidade, o que significa dizer adeus ao forno de microondas. Se tiver necessidade de esterilizar um pano de cozinha use seu o microondas. Mas para fazer a sua comida é uma má idéia se você está interessado em preparar alimentos saudáveis.

Afinal os animais que comem transgénicos ficam mesmo diferentes!



Pela primeira vez um organismo oficial admitiu que os animais alimentados com ingredientes transgénicos ficam diferentes daqueles cuja dieta é livre de OGM. Passou-se na Nova Zelândia, com a New Zealand Commerce Commisssion que teve de decidir se um anúncio televisivo de Inghams, um produtor de rações e de galinhas, continha ou não publicidade enganosa quando referia que as suas galinhas - alimentadas com transgénicos - eram iguais às restantes. A empresa aceitou a decisão e retirou o anúncio.
A decisão da comissão neozelandesa fundamentou-senum estudo realizado pelo Prof. Jack Heinemann, especialista em genética da Universidade de Canterbury, que avaliou de forma sistemática a literatura científica existente nesta área. A sua conclusão foi: "Existem provas convincentes de que os animais alimentados com rações que incluam transgénicos podem reagir de uma forma específica, que só ocorre quando o contacto é com transgénicos. Isto revela-se em respostas metabólicas, fisiológicas ou imunológicas nos animais envolvidos."
Pode consultar o estudo do Prof Heinemann: Report on Animals Exposed to GM Ingredients in Animal Feed
Pode também ver uma das notícias que tratou este assunto: New Zealand Herald News
E na União Europeia? Um milhão de europeus já assinaram uma petição a pedir a rotulagem dos produtos animais precisamente porque querem poder escolher uma cadeia alimentar sem transgénicos. Mas, para já, não aconteceu nada.

Fonte: http://stopogm.net/content/afinal-os-animais-que-comem-transg

Mark Bittman fala sobre o que está errado com o que comemos




Clique em "view subtitles" para ler em português


Filmado em Dezembro de 2007... mas bastante actual...


Eu escrevo sobre comida. Eu escrevo sobre cozinhar. Levo isso bastante a sério, mas estou aqui para falar sobre algo que se tornou muito importante para mim nos últimos um ou dois anos. É sobre comida, mas não sobre cozinhar propriamente. Vou começar com esta foto de uma linda vaca. Não sou vegetariano -- esta é a antiga linha de Nixon, correto? Mas ainda acho que isto --(Risadas) -- talvez a versão deste ano sobre isso.


Agora isto é apenas um pouco hiperbólico. E por que digo isso? Porque apenas uma vez antes o destino dos indivíduos e o futuro de toda a humanidade estiveram tão intrinsicamente ligados. Lá estava a bomba, e aqui está agora. E para onde vamos daqui irá determinar não apenas a qualidade e a longevidade de nossas vidas individualmente, mas também, se pudessemos ver a terra daqui a um século, nós reconheceríamos. É um diferente tipo de holocausto, e nos escondermos debaixo de nossas mesas não vai ajudar. Comece com a noção de que o aquecimento global não é apenas real, mas perigoso. Já que todo cientista no mundo agora acredita nisso, e até o presidente Bush parece que viu a luz, ou finge que viu,podemos concordar que isso é uma dádiva.


Então escutem isso, por favor. Depois da produção de energia, a criação de animais é o segundo maior emissor de gases que alteram a atmosfera. Cerca de um quinto de todos os gases do efeito estufa é gerado pela produção de animais -- mais do que pelo transporte. Agora, vocês podem fazer todas as piadas que quiserem sobre peidos de vaca, mas o metano é 20 vezes mais tóxico que o CO2, e não é apenas o metano.A criação de animais é também um dos maiores responsáveis pela degradação da terra, poluição do ar e da água, secas e perda da biodiversidade.Tem mais. Metade dos antibióticos deste país não são administrados para as pessoas, mas para os animais. Mas listas deste tipo perdem seu efeito, então deixe-me dizer apenas isto, se você é progressista, se você está dirigindo um Prius, ou se você faz compras ecológicas, ou se você está procurando por alimentos orgânicos, você provavelmente deveria ser semi-vegetariano.Agora, eu não sou mais anti-vaca do que sou anti-átomos, mas está tudo no modo como usamos essas coisas. Tem outra peça do quebra-cabeçada qual Ann Cooper falou muito bem ontem, e uma que vocês já conhecem.

Não há dúvidas -- nenhuma -- de que as chamadas doenças de estilo de vida -- diabetes, doenças cardíacas, infarto, alguns cânceres -- são doenças que prevalecem muito mais aqui do que em qualquer outro lugar do mundo. E essa é uma consequência direta de se comer uma dieta Ocidental. Nossa demanda por carne, laticínios e carboidratos refinados -- o mundo consome um bilhão de latas ou garrafas de Coca-Cola por dia --nossa demanda por tais coisas, não nossa necessidade, nosso desejo -- nos leva a consumir muito mais calorias do que é bom para nós. E essas calorias estão em alimentos que causam, não previnem, doenças. Agora, o aquecimento global foi imprevisível. Não sabíamos que a poluição faria mais do que causar má visibilidade. Talvez algumas doenças pulmonares aqui e ali, mas você sabe, nada tão relevante. A atual crise da saúde, no entanto, é um pouco mais do trabalho do império do mal. Nos disseram, nos deram certeza, de que quanto mais carne, laticínios e aves nós comêssemos, mais saudáveis nós seríamos.

Não. O consumo exagerado de animais, e é claro, de junk food, é o maior problema, juntamente com o escasso consumo de vegetais. Agora, não temos tempo de falar aqui sobre os benefícios de se comer vegetais, mas a evidência é que os vegetais -- e quero deixar isso claro -- não são os componentes do vegetal, é o vegetal. Não é o betacaroteno, é a cenoura. As evidências apontam claramente que o consumo de vegetais promove saúde. Esta evidência é muito animadora neste ponto. Você come mais vegetais, você come menos das outras coisas, você vive mais. Nada mal. Mas de volta aos animais e a junk food. O que eles têm em comum? Um: não precisamos de nenhum dos dois para ter saúde. Não precisamos de produtos animais, e certamente não precisamos de pão branco ou Coca-cola.Dois: ambos têm marketing pesado, criando uma demanda artificial. Não nascemos com desejo de chocolate ou balas. Três: a produção deles tem sido subsidiada por agências do governo, às custas de uma dieta mais saudável e ecologicamente correta.

Agora, imaginemos um paralelo. Vamos fazer de conta que nosso governo apoia uma economia baseada em petróleo, enquanto desencoraja formas de energia mais sustentáveis, sabendo todo o tempo que o resultado seria poluição, guerra e custos mais altos. Incrível, não é? Ainda assim é o que fazem. E eles fazem isso aqui. É a mesma coisa. O mais triste é que, em relação à dieta, isso acontece mesmo quando federais bem intencionados tentam fazer a coisa certa, eles falham. Ou são vencidos pelos manipuladores do agronegócio, ou eles são os manipuladores do agronegócio. Então quando o Departamento de Agricultura (USDA) finalmente reconheceu que eram as verduras, e não os animais, que faziam as pessoas saudáveis, eles nos incentivaram, através de sua pirâmide alimentar simplista, a comer cinco porções de frutas e verduras por dia,juntamente com mais carboidratos. O que eles não nos disseram foi que alguns carboidratos são melhores que outros, e que vegetais e grãos integrais devem substituir o consumo de junk food. Mas os lobistas da indústria nunca deixariam isso acontecer. E adivinhem? Metade das pessoas que desenvolveram a pirâmide alimentar tem ligações com o agronegócio. Então em vez de substituir vegetais por animais, nosso inchado apetite simplesmente aumentou, e os aspectos mais perigosos da dieta permaneceram inalterados. As chamadas dietas de baixa gordura, as chamadas dietas de poucos carboidratos não são a solução.

Mas com tanta gente inteligente prestando atenção se a comida é orgânica ou local, ou se estamos sendo bonzinhos com os animais, as questões mais importantes não estão sendo resolvidas. Agora, não me entenda mal. Eu gosto de animais, e não acho que está tudo bem em industrializar sua produção e tratá-los como se eles fossem ferramentas. Mas não há como tratar bem os animais quando se está matando 10 bilhões deles por ano. Este é o nosso número. Dez bilhões. Se você enfileirar todos eles --frangos, bois, porcos e carneiros -- até a lua, eles iriam até lá e voltariam cinco vezes -- ida e volta.Agora, minha matemática está um pouco enferrujada, mas isso é impressionante, e depende um pouco se um porco mede 1,2 ou 1,5 metros, mas já dá para se ter uma idéia. Isto é apenas nos Estados Unidos. E com nosso consumo exagerado destes animais produzindo gases de efeito estufa e doenças cardíacas,bondade seria apenas um tipo de distração.Vamos chegar aos números de animais que abatemos para consumo, e então podemos nos preocupar em tratar melhor os que restarem.

Outra distração pode ser exemplificada pela palavra "locavore" que acaba de ser nomeada a Palavra do Ano pelo novo dicionário Oxford. Sério.Um "locavore", para aqueles de vocês que não sabem, é alguém que consome apenas alimentos produzidos localmente. O que é bom se você mora na Califórnia, mas para o restante de nós é uma espécie de piada triste. Entre a história oficial -- a pirâmide alimentar -- e a bem informada visão "locavore", vocês têm duas versões de como melhorar sua alimentação. (Risadas)

As duas estão erradas, no entanto. A primeira, ao menos é populista, e a segunda é elitista. Como chegamos a este ponto é a história da comida nos Estados Unidos. E vou falar um pouco sobre isso, pelo menos dos últimos cem anos, bem rapidamente agora. Cem anos atrás, adivinhem o quê? Todo mundo era "locavore", até Nova York tinha criações de porcos nas redondezas e transportar comida por todo lado era uma idéia ridícula. Toda família tinha um cozinheiro, normalmente a mãe. E essas mães compravam e preparavam a comida. Era como sua visão romântica da Europa. Margarina não existia. Na verdade, quando inventaram a margarina,diversos estados decretaram leis declarando que ela devia ser tingida de rosa, para que todos soubessémos que era falsa. Não existiam lanchinhos, e até a década de 20, antes de Clarence Birdseye aparecer, não havia comida congelada. Não existiam cadeias de restaurantes.Havia restaurantes locais, administrados por moradores locais, mas nenhum deles pensaria em abrir um outro. Comer comida étnica era impensável a não ser que você fosse de outra etnia. E comida chique era inteiramente francesa.Pondo isso de lado, para os que se lembram de Dan Aykroyd nos anos 1970 imitando a Julia Childpodem ver de onde ele tirou a idéia de esfaquear-se neste excelente slide. (Risos)

Naquele tempo, antes mesmo da Julia, naquele tempo não havia uma filosofia alimentar. Você simplesmente comia. Você não alegava ser nada.Não havia marketing. Não havia marcas nacionais. As vitaminas ainda não haviam sido inventadas. Os produtos não alegavam ser saudáveis, ao menos não através de sanções do governo. Gorduras, carboidratos, proteínas -- eles não eram bons ou ruins, eram comida. Você comia comida. Quase nada continha mais que um ingrediente, porque era ele próprio um ingrediente. Flocos de milho ainda não haviam sido inventados. (Risadas) Tortas fabricadas, Pringles, Cheetos, nada dessas coisas. Peixinhos dourados nadavam. (Risadas) É difícil imaginar. As pessoas plantavam comida, e comiam comida.E de novo, todo mundo comia produtos locais. Em Nova York, laranjas eram um presente de Natal comum, porque elas vinham da Flórida. A partir dos anos 30, o sistema rodoviário expandiu,caminhões substituíram os trens, alimentos frescos começaram a viajar mais. Laranjas tornaram-se comuns em Nova York. O Sul e o Oeste tornaram-se centros de produção agrícola,e em outras partes do país os subúrbios ocuparam as fazendas. Os efeitos disso são bem conhecidos, eles estão em todo lugar. E a morte da fazenda familiar é parte desse quebra-cabeça,assim como quase todo o resto do falecimento das reais comunidades ao desafio de encontrar um bom tomate, mesmo no verão. Eventualmente a California produziu comida demais para enviá-la fresca, então tornou-se crucial comercializar comida enlatada e congelada. Eis que chega a conveniência. Eles eram vendidos a donas de casa pseudo-feministas como uma forma de diminuir o trabalho doméstico.

Agora, sei que todos com mais de, talvez 45 anos -- estão com água na boca agora. (Risadas)(Aplausos) Se tivéssemos um slide de um bife Salisbury, ainda mais, certo? (Risadas) Mas isso pode ter diminuido o trabalho doméstico, mas também diminuiu a variedade de alimentos que nós comíamos. Muitos de nós cresceu sem nunca ter comido uma verdura fresca, com exceção de uma ocasional cenoura crua e talvez uma salada de alface. Eu, no meu caso -- e não estou brincando -- não havia comido espinafre ou brócolis de verdade até os 19 anos. Mas quem precisava então? Carne estava por toda parte. O que poderia ser mais fácil, mais satisfatório ou saudável para sua família do que grelhar a carne?Mas nesta época o gado já era criado de forma não natural. Ao invés de passarem sua vida comendo grama, para o qual seus estômagos foram feitos, eles foram forçados a comer soja e milho. Eles têm problemas para digerir esses grãos, é claro, mas isso não era um problema para os produtores. Novas drogas os mantinham saudáveis. Bem, elas os mantinham vivos.Saudáveis era uma outra história.

Graças aos subsídios às fazendas, a boa colaboração entre o agronegócio e o Congresso,soja, milho e gado tornaram-se reis. E frango logo se juntou a eles no trono. Foi durante este período que o ciclo de dietas e a destruição planetária começaram, algo que nós apenas percebemos agora. Escutem isso, entre 1950 e 2000, a população mundial dobrou. O consumo de carne aumentou cinco vezes. Agora, alguém teria que comer tudo isso, então apareceram os fast-food. E isto resolveu a situação retumbantemente.Cozinhar em casa permaneceu uma norma, mas a qualidade caiu imensamente. Havia menos refeições com pães, sobremesas e sopas caseiras, porque todos eles poderiam ser comprados em qualquer loja. Não que fossem bons, mas eles estavam ali. A maioria das mães cozinhava como a minha -- um pedaço de carne grelhada, uma rápida salada com molho engarrafado, sopa enlatada, salada de fruta enlatada. Talvez batatas cozidas ou purê de batatas ou talvez a comida mais estúpida de todas -- Arroz Minuto. Para sobremesa, sorvete e biscoitos comprados na loja. Minha mãe não está aqui, então posso dizer isso agora. Esse tipo de comida me levou a aprender a cozinhar para mim mesmo. (Risadas)

Não era de todo ruim. Lá pelos anos 70, pessoas avançadas começaram a reconhecer o valor dos ingredientes locais. Nós criamos jardins, nós nos tornamos interessados em comida orgânica, nós conhecíamos ou éramos vegetarianos. Nós tampouco éramos todos hippies. Alguns de nós estavam comendo em bons restaurantes e aprendendo como cozinhar melhor. Enquanto isso, a produção de comida tornou-se industrial. Industrial. Talvez porque estivesse sendo produzida racionalmente como se fosse plástico,comida ganhou poderes mágicos ou venenosos, ou os dois. Muitas pessoas passaram a ter fobia de gordura. Outras adoravam brócolis como se fosse um Deus. Mas na maioria eles não comiam brócolis. Ao invés disso, eles eram vendidos em iogurtes, sendo iogurte quase tão bom quanto brócolis. Exceto que, na realidade, a forma como a indústria vendia iogurte era para convertê-lo em algo muito mais próximo do sorvete.Similarmente, vamos olhar para a barra de granola. Você pensa que deve ser uma comida saudável, mas na verdade, se você olhar para a lista de ingredientes, está mais perto de ser uma bala do que de ser um cereal. Infelizmente, foi nessa época que o jantar familiar foi colocado em coma, se não foi realmente morto. O começo do auge da comida com valores nutricionais adicionados, que continham o máximo de produtos com soja e milho que podiam ser adicionados neles.

Pensem no nugget de frango congelado. O frango é alimentado com milho, e então sua carne é moída e misturada com mais produtos do milho para ganhar massa e sustância, e então é frito em óleo de milho. Tudo que você faz é devorá-lo. O que poderia ser melhor? E atacá-lo horrivelmente, pateticamente. Nos anos 70, cozinhar em casa estava em um estado tão triste que as comidas com alto teor de gordura e tempero como McNuggets e Hot Pockets -- na verdade, todos nós temos nossos favoritos -- tornou essas coisas mais atraentes do que as de sabor mais leve que as pessoas estavam servindo em casa. Ao mesmo tempo, muitas mulheres estavam entrando no mercado de trabalho, e cozinhar simplesmente não era importante o suficientepara os homens dividirem o fardo. Então agora você tem suas noites de pizza, você tem suas noites de microondas, você tem sua noite de derivados de animais, você tem suas noites faça-você-mesmo e assim vai.

Liderando o caminho -- O que está liderando o caminho? Carne, junk food, queijo. A mesma coisa que vai matar você. Então agora nós clamamos por comida orgânica. Isso é bom. E como uma evidência de que as coisas realmente podem mudar, você agora encontra comida orgânica em supermercados, e até em algumas redes de fast-food. Mas comida orgânica também não é a resposta, pelo menos não da forma como tem sido definida. Deixem-me fazer uma pergunta a vocês. Pode um salmão criado na fazenda ser orgânico quando sua alimentação não tem nada a ver com sua dieta natural, mesmo que ele supostamente se alimente de orgânicos, e os próprios peixes são colocados apertados em seus viveiros, nadando em sua própria sujeira? E se este salmão for do Chile e ele é morto por lá e então voa 5.000 milhas, que seja, jogando quanto de carbono na atmosfera? Eu não sei. Embalado com isopor, é claro, antes de aterrisar em algum lugar dos Estados Unidos e então ser levado de caminhão por mais algumas milhas. Isso pode ser orgânico no papel, mas com certeza não é orgânico no espírito. Então é aqui que todos nos encontramos. Os locavores, os organivores, os vegetarianos, os vegans, os gourmets e aqueles de nós que estão apenas interessados na boa comida. Mesmo que tenhamos chegado aqui a partir de diferentes pontos, nós todos temos que agir com nosso conhecimento para mudar a forma que todos pensam sobre comida.

Precisamos começar a agir. E isto não é apenas uma questão de justiça social, como Ann Cooper disse -- e é claro que ela está completamente certa -- mas também é questão de sobrevivência global. O que me traz para a roda e aponta direto para o centro da questão, a superprodução e o superconsumo de carne e junk food. Como eu disse, 18% dos gases do efeito estufa são atribuídos à criação de animais. Quantas criações de animais são necessárias para se produzir isto? 70% da terra para agricultura do planeta.30% da superfície terrestre é direta ou indiretamente dedicada à criação de animais que comemos. E esta quantidade está prevista para dobrar nos próximos 40 anos ou mais.

E se os números vindos da China forem algo parecido com o que aparentam ser agora, não serão 40 anos. Não existe nenhum bom motivo para comermos tanta carne como nós fazemos. E eu digo isso como um homem que já comeu uma grande porção de carne em sua vida. O argumento mais comum é que precisamos de nutrientes -- mesmo que comamos, em média, duas vezes mais proteína do que a obsessiva indústria da USDA recomenda. Mas escutem -- experts que são sérios sobre a redução de doenças recomendam que adultos comam apenas cerca de 225 gramas de carne por semana.

O que vocês acham que comemos por dia? 225 gramas. Mas nós não precisamos de carne para ser grande e forte? Comer carne não é essencial para a saúde? Uma dieta rica em frutas e vegetaisnão vai nos transformar em ateus, fracotes, liberais? (Risadas) Alguns de nós podem pensar que isso pode ser uma coisa boa. Mas não, mesmo se fossemos todos jogadores de futebol cheios de esteróides, a resposta é não. Na verdade, não existe dieta no planeta que possuaelementos nutricionais básicos que não promovam o crescimento, e muitas vão torná-lo mais saudável do que a nossa dieta atual. Nós não comemos produtos animais para ter nutrição suficiente, nós os comemos para ter uma estranha forma de má nutrição, e ela está nos matando. Para sugerir que nos interesses de saúde pessoal e humana os americanos comem 50% menos carne -- não é um corte suficiente, mas é um começo.

Pode parecer absurdo, mas isto é exatamente o que deve acontecer, e o que progressistas, pessoas antenadas deveriam estar fazendo e defendendo, juntamente com o correspondente aumento do consumo de vegetais. Eu tenho escrito sobre comida mais ou menos de maneira indiscriminada alguém pode dizer indiscriminadamente -- por cerca de 30 anos.Durante esse período eu comi e recomendei que comessem praticamente de tudo. Eu nunca vou parar de comer animais, tenho certeza, mas eu penso que para o benefício de todos, chegou a hora de parar de produzi-los industrialmente e de parar de comê-los negligentemente.

Ann Cooper está certa. O USDA não é nosso aliado aqui. Nós temos que assumir responsabilidade em nossas próprias mãos, não apenas defendendo uma dieta melhor para todos -- e aí está a parte difícil -- mas melhorando a sua própria. E isto pode ser muito fácil. Menos carne, menos junk food, mais vegetais. É uma fórmula simples -- coma comida. Coma comida de verdade. Podemos continuar apreciando nossa comida, e continuamos a comer bem, e podemos comer ainda melhor. Podemos continuar a busca pelos ingredientes que amamos, e podemos continuar a contar histórias sobre nossas refeições favoritas. Reduziremos não apenas calorias, mas também nossa pegada de carbono.Podemos fazer a comida mais importante, não menos, e salvar nós mesmos ao fazer isso.Temos que escolher esse caminho. Obrigada.

http://www.ted.com/talks/mark_bittman_on_what_s_wrong_with_what_we_eat.html