NutriViva no Facebook é a nossa página no Facebook onde há uma constante actividade com pratos e ideias sobre Alimentação Viva.
O blog também está acessivel em ALIMENTACAOVIVA.COM e ALIMENTACAOVIVA.INFO
Visitem o meu blog em inglês (com traduçao automática)
Raw in Copenhagen
Ao deixar um comentário referente a um artigo, por favor colar o link desse artigo.

Badge Raw Food

Qr Code do blog

Qr Code do blog
Qr Code do blog

Rss

Contacto

Search/ Busca

Carregando...

Blog Archive

Followers

Follow by Email

Add me on Facebook

NutriViva Tv



Ocorreu um erro neste gadget

Total de visualizações de página

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Odores durante o sono 'influenciam sonhos'

 
Rosas
Odores como o de rosas poderiam levar a bons sonhos
Aromas que você inala enquanto dorme têm o poder de influenciar seus sonhos, diz um estudo apresentado na reunião anual da Academia Americana de Otorrinolaringologia em Chicago, nos Estados Unidos.

Os resultados preliminares sugerem que, ao borrifar essências de flores no travesseiro, você aumenta suas chances de ter bons sonhos.

Liderados pelo professor Boris Stuck, pesquisadores do Hospital da Universidade de Mannheim, na Alemanha, fizeram experimentos usando odores bons, como o perfume de rosas, e ruins, como o cheiro de ovos podres, expondo voluntários a eles durante o sono.

Eles esperaram até que os participantes entrassem na fase REM do sono, estágio em que ocorrem os sonhos mais vívidos, e borrifaram altas doses das fragrâncias no ar durante dez segundos.

Um minuto mais tarde, os voluntários foram acordados e convidados a relatar suas impressões.

Sem lembranças

Os participantes raramente se lembravam de haver sentido qualquer cheiro.

Mas os especialistas concluíram que, quando o odor desagradável foi usado, o tipo de emoção vivenciada durante o sonho era predominantemente negativo.

Sob o estímulo do odor agradável, quase todos os sonhos relatados tinham conotações positivas.

Os pesquisadores anunciaram que pretendem agora fazer estudos com pessoas que sofrem com pesadelos constantes.

Segundo eles, informações sobre o funcionamento do olfato durante o sono foram disponibilizadas apenas muito recentemente e o presente estudo seria o primeiro a documentar o impacto do olfato sobre os sonhos.

Terapias

A equipe alemã acredita que sua pesquisa pode abrir caminho para terapias que usam fragrâncias para tratar pacientes com distúrbios do sono.

Pesquisas anteriores mostraram o efeito de outros tipos de estímulo, como som, pressão e vibração, sobre o conteúdo e a conotação emocional dos sonhos.

"Temos algum conhecimento sobre a relação entre estímulos externos e os sonhos", disse o especialista em sono Irshaad Ebrahim, do London Sleep Centre, na Grã-Bretanha.

"Este estudo inicial é um passo em direção ao esclarecimento dessas questões e pode levar a benefícios terapêuticos."


Fonte: BBC Brasil

'Brócolis pode reverter danos ao coração'

 
brócolis
Vegetal pode reduzir mal causado por excesso de açúcar em diabéticos
Um estudo conduzido por pesquisadores britânicos sugere que o brócolis pode reverter danos causados pela diabetes aos vasos sangüíneos do coração.

A equipe, da Universidade de Warwick, acredita que um composto fabricado pelo vegetal, o sulforafano, seria responsável pela produção de enzimas que protegem os vasos, e de moléculas que reduzem danos causados às células pelo excesso de açúcar.

Segundo os especialistas, os diabéticos têm até cinco vezes mais chances de desenvolver doenças vasculares, como ataques cardíacos e infartos, ambos ligados ao mau funcionamento dos vasos sangüíneos.

O estudo, divulgado na publicação científica Diabetes, testou os efeitos do sulforafano em células dos vasos sangüíneos danificadas por altos níveis de glicose (hiperglicemia), associados à diabetes.

Eles verificaram que o composto encontrado no brócolis reduziu em até 73% o nível de moléculas chamadas Espécies Reativas do Oxigênio (ROS, na sigla em inglês), produzidas em excesso quando o organismo concentra altos níveis de açúcar.

Segundos os especialistas, essas moléculas danificam as células humanas.

Eles também descobriram que o sulforafano ativou uma proteína chamada nrf2, que protege células e tecidos ao produzir enzimas antioxidantes e desintoxicantes.

O coordenador da pesquisa, Paul Thornalley, disse que o estudo sugere que substâncias como o sulforafano podem ajudar a conter o aparecimento de doenças vasculares em pacientes com diabetes.

“No futuro, será importante testar se uma alimentação rica em brócolis e outros vegetais brassica (como couve-flor e repolho) pode se traduzir em benefícios para os que sofrem da doença. Esperamos que sim”, disse o pesquisador.

Fonte: BBC Brasil

Brócolis pode proteger pulmão de fumantes, diz estud

Brócolis
O brócolis ativaria os antioxidantes nas células dos pulmões
Um estudo conduzido nos Estados Unidos sugere que o brócolis pode ajudar a reduzir os danos causados nos pulmões de pacientes que sofrem de uma séria doença pulmonar geralmente associada ao fumo.

A equipe, da John Hopkins School of Medicine, em Maryland, acredita que um composto produzido pelo brócolis, o sulforafano, aumenta a atividade da proteína NRF2 – conhecida por ser um potente antioxidante e componente de defesa dos pulmões contra inflamações.

Essa ação protegeria as células dos danos causados pela doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), normalmente causada pelo fumo e que engloba um conjunto de problemas pulmonares, entre eles a bronquite crônica e o enfisema.

Segundo o estudo, essa proteína aciona vários mecanismos que removem toxinas e poluentes que podem danificar as células pulmonares.

"Aumentar a atividade do NRF2 pode levar à tratamentos úteis que previnem a evolução da DPOC", disse Shyam Biswal, que coordenou a pesquisa.

Efeitos

O estudo foi publicado na edição desta segunda-feira da revista científica American Journal of Respiratory and Critical Care Medicine.

Para chegar aos resultados, os pesquisadores examinaram amostras de tecido dos pulmões de fumantes infectados e não-infectados pela DPOC para determinar os níveis de NRF2 nos dois grupos.

Quando comparados com fumantes que não sofriam da doença crônica, os pacientes de DPOC em estágio avançado demonstraram níveis muito menores da proteína.

Por isso, os pesquisadores acreditam que tratamentos direcionados a aumentar os níveis de NRF2 podem atenuar os efeitos do estresse oxidativo provocado pela DPOC nos pulmões.

Segundo o estudo, o sulforafano é capaz de restaurar os níveis reduzidos do NRF2 nas células expostas à fumaça do cigarro.

Tratamento

Pesquisas anteriores já haviam demonstrado que o mesmo composto encontrado no brócolis era capaz de reverter os danos causados pela diabetes aos vasos sangüíneos do coração.

"Pesquisas futuras devem ser direcionadas ao NRF2 como uma nova estratégia para aumentar a proteção antioxidante nos pulmões e testar sua habilidade em melhorar a função pulmonar de pacientes com DPOC", disse Biswal.

Um porta-voz da Fundação Britânica dos Pulmões afirmou que o estudo é importante para mostrar o desequilíbrio entre oxidantes e antioxidantes nos pulmões.

"Sabemos que o brócolis contém compostos naturais, mas por enquanto os estudos foram feitos apenas em laboratórios e são necessárias mais pesquisas para descobrir se pode produzir os mesmos efeitos em humanos", disse.

A doença pulmonar obstrutiva crônica foi considerada a quinta mais letal do Brasil, segundo dados recolhidos pelo Projeto Platino, que investigou a incidência da doença no Brasil em 2003.

Segundo os dados, a DPOC provoca cerca de 270 mil hospitalizações anualmente, e é causa crescente de morte no país.

Fonte: BBC Brasil

Chá de camomila previne complicações da diabetes, diz estudo

Beber chá de camomila diariamente pode ajudar a prevenir algumas das conseqüências da diabetes tipo-2, tais como cegueira, lesões nos nervos e nos rins, de acordo com pesquisadores no Japão e na Grã-Bretanha.
Chá de camomila
O chá de camomila vem sendo usado para tratar de resfriados

.No novo estudo, o pesquisador Atsushi Kato, da Universidade de Toyama, ressalta que camomila vem sendo usada há anos como uma cura informal para problemas diversos como estresse, resfriado e cólica menstrual.

Recentemente os cientistas propuseram que o chá da erva pode ser benéfico também no combate à diabetes, mas a teoria não tinha sido testada cientificamente até agora.

Os pesquisadores deram extrato de camomila a um grupo de ratos diabéticos durante 21 dias, e compararam o resultado a um grupo de animais de controle em uma dieta normal.

O nível de glicose no sangue de animais que ingeriram camomila foi significativamente menor do que o dos ratos no grupo de controle, disseram os cientistas.

Também foi registrada uma redução da concentração das enzimas ALR2 e sorbitol. A concentração elevada dessas substâncias está associada a um aumento das complicações relacionadas à diabetes.

A pesquisa foi divulgada na revista Journal of Agricultural and Food Chemistry.

Vida saudável reduz pela metade risco de morte prematura, diz estudo

 
mulher fumando
Largar cigarro é fundamental para melhorar a saúde, diz estudo
Um estudo conduzido por pesquisadores americanos sugere que mulheres podem reduzir riscos de morte prematura pela metade se adotarem um estilo de vida mais saudável.

Segundo os especialistas, da Harvard Medical School e do Brigham and Women's Hospital, 55% de mortes causadas por doenças crônicas podem ser impedidas se as mulheres seguirem uma dieta alimentar saudável, não fumarem e se exercitarem regularmente.

Os cientistas acompanharam 77.782 mulheres ao longo de 24 anos, ao fim dos quais foram registradas 8.882 mortes.

Segundo os especialistas, 1.790 óbitos estavam ligados a doenças cardíacas e 4.527 mulheres haviam morrido de câncer.

Na avaliação dos pesquisadores, 28% das mortes foram atribuídas ao cigarro enquanto outros 55% estavam relacionados a uma combinação entre cigarro, falta de exercícios, dieta alimentar inadequada e obesidade.

Álcool

Os especialistas observaram que o alto consumo de álcool também foi um dos fatores que contribuíram para as mortes, mas ponderaram que as mulheres que ingeriram bebidas alcoólicas de forma “leve a moderada”, corriam menos risco de morrer de doenças cardiovasculares.

O autor do estudo, Rob Van Dam, disse que a pesquisa mostra que não é difícil se encaixar em um estilo de vida mais saudável.

“Na vida moderna é difícil se adaptar a hábitos mais saudáveis, mas as pessoas não precisam passar horas levantando pesos”, disse Van Dam, cujo estudo foi reproduzido na publicação especializada British Medical Journal.

“Mudanças simples na dieta alimentar, como o maior consumo de produtos integrais e menos carne vermelha, além de fazer caminhadas até o trabalho em vez de usar o carro ou transporte público já representam uma mudança”.

“E, claro, é importante largar o vício do cigarro”, acrescentou o especialista.

Fonte: BBC Brasil

Concentrações séricas elevadas de cálcio podem aumentar o risco de câncer de próstata fatal

De acordo com um recente estudo, concentrações séricas elevadas de cálcio podem aumentar o risco de câncer de próstata fatal.

“Nosso estudo mostra que o cálcio no limite superior da normalidade está associado a um aumento de três vezes no risco de câncer de próstata fatal anos mais tarde”, explica o pesquisador principal Gary G. Schwartz, PhD, professor adjunto de Biologia, Epidemiologia e Prevenção do Câncer na Wake Forest University Baptist Medical Center, em Winston-Salem, na Carolina do Norte. Essa descoberta foi publicada na edição de setembro da Cancer Epidemiology, Biomarkers & Prevention.


Fonte: Cancer Epidemiol Biomarkers Prev. 2008;17:2302-2305.

Terapia hormonal no climatério pode aumentar o risco de doença do refluxo gastroesofágico

Autora: Laurie Barclay

De acordo com os resultados de um estudo de coorte prospectivo publicado em 8 de setembro no Archives of Internal Medicine, o risco de doença do refluxo gastroesofágico (DRGE) é aumentado pelo uso de estrogênios no climatério, como também por moduladores do receptor seletivo de estrogênio ou preparações hormonais sem prescrição.

Dr. Brian C. Jacobson, MPH, do Boston University Medical Center em Massachusetts, e colaboradores descreveram que estudos prévios sugeriram que elevadas concentrações de estrogênio e progesterona, tanto de fontes endógenas quanto exógenas, aumentam o refluxo gastroesofágico. Confirmando essa teoria, observamos que, durante o período gestacional, a pressão do esfíncter esofágico inferior (EEI) diminui, como também com o uso seqüencial de contraceptivos orais. Além disso, o uso de hormônio no climatério pode aumentar o risco de doença do refluxo gastroesofágico em mulheres com obesidade ou sobrepeso.

Os pesquisadores analisaram dados de 51.637 mulheres em pós-menopausa avaliadas pelo Nurses Health Study, que coletou dados do uso de hormônio pós-menopausa desde 1976, como também sobre sintomas de doença do refluxo gastroesofágico em 2002.

Foram relatados sintomas de doença do refluxo gastroesofágico por 12.018 mulheres (23%). Em comparação com mulheres que nunca usaram hormônio no climatério, as que usaram apresentaram um risco elevado de sintomas de refluxo.

O uso de estrogênio no climatério, moduladores do receptor seletivo de estrogênio, ou preparações hormonais sem prescrição, estão associados fortemente a sintomas de doença de refluxo gastroesofágico, conforme afirmação dos autores, sugerindo um componente hormonal na fisiopatologia da DRGE nas mulheres.

As limitações desse estudo incluem o uso de questionário para definir sintomas de doença de refluxo gastroesofágico e uma incapacidade de afastar a possibilidade de que mulheres com terapia hormonal estejam mais suscetíveis a relatar sintomas e procurar por tratamento.

Os autores concluem que, com o aumento da idade da população americana e como aumento da procura dessas pacientes por tratamento para câncer de mama, menopausa e osteoporose, o aconselhamento dessas pacientes deve incluir orientação sobre o possível acometimento da doença de refluxo gastroesofágico.

Fonte:Arch Intern Med. 2008;168:1798–1804.
Informação sobre a autora: A Dra. Laurie Barclay é revisora e escritora fr
eelancer para o Medscape

Ácidos graxos ômega-3 reduzem mortalidade e hospitalizações em casos de insuficiência cardíaca, mas as estatinas não

Munique, Alemanha - Dois recentes estudos revelaram que suplementos de ácidos graxos ômega-3 reduzem morbidade e mortalidade em pacientes com insuficiência cardíaca sintomática, enquanto as estatinas falharam em fornecer qualquer efeito benéfico para o mesmo grupo de pacientes.[1,2] A administração em longo prazo desses ácidos graxos reduziu a mortalidade geral e o número de internações hospitalares por causas cardiovasculares, mas o emprego de 10 mg de rosuvastatina (Crestor®, AstraZeneca) não obteve efeito em tais desfechos.

Em declaração para a mídia, Dr. Tavazzi afirmou que a vantagem do AGPI n-3, como documentado pelos desfechos primários, está no efeito benéfico sobre os mecanismos que levam à progressão da insuficiência cardíaca. Apesar das razões exatas serem desconhecidas, o ômega-3, possivelmente, exerce efeitos favoráveis sobre o processo inflamatório, assim como influencia a agregação plaquetária, a pressão arterial, a freqüência cardíaca, a função ventricular e o tônus autonômico.

Num outro estudo, Dr. Tognoni declarou à mídia que a prescrição de rosuvastatina ou de qualquer outra estatina a pacientes com insuficiência cardíaca não deve ser considerada, porque o emprego de drogas redutoras de colesterol não se traduz em nenhum benefício clinicamente significativo para tais pacientes. Neste editorial, Dr. Fonarow comenta que os achados do GISSI-HF, paralelamente ao ensaio clínico denominado Controlled Rosuvastatin in Multinational Trial in Heart Failure (CORONA), “estabeleceram que, apesar do tratamento com estatinas reduzir as concentrações de LDL, ser bem tolerado e parecer razoavelmente seguro, não gera aprimoramentos significativos na sobrevida dos pacientes com insuficiência cardíaca crônica”. 

Autor: Michael O'Riordan - jornalista do Medscape
Adaptação: Luis Guerreiro
Fonte: Lancet 2008; DOI: 10.1016/S0140-6736(08)61239-8.

Conclusões (Luis Guerreiro): - Mais uma vez relembramos aqui o efeito positivo do ômega-3, comprovado por mais um estudo recente, que pode facilmente ser obtido, de forma natural, pelo uso regular da linhaça.
segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Energia e alimentação


Dr. Christian Tal Schaller

Uma visão convencional evoluiu a partir de um ponto de vista mecânico e materialista, que vê todos os organismos vivos como máquinas físico-químicas. De acordo com essa visão, os fenômenos da vida são explicáveis apenas em termos de química e de fisiologia. A partir do químico Lavoisier, no final do século XVIII, a alimentação foi considerada um processo de combustão de calorias, de onde nasceu toda a ciência nutricional moderna quantitativa. Depois, foram fixadas normas que colocam todos os indivíduos em um mesmo molde e lhes impõe tantos gramas disso, tantos gramas daquilo. Os produtos industriais receberam a benção dos laboratórios químicos.

Entretanto, constata-se que esse conceito materialista da alimentação não trouxe saúde para todos. Ao contrário, ela preparou a cama para as doenças da civilização, porque apresentou aos consumidores alimentos corretos no plano quantitativo, mas catastróficos no plano qualitativo. Dessa forma, a metade sul do mundo morre de fome por falta de alimentos, enquanto a metade norte morre, não por falta quantitativa de alimentos, mas por nutrientes empobrecidos em substâncias vitais - mesmo se as pessoas estão obesas, suas células "morrem" literalmente de fome. É como se houvesse, de um lado, os famintos magros e, de outro, os famintos gordos - todos vítimas de uma mesma alimentação quantitativa materialista, que não se baseia nas leis da vida, mas nas cogitações intelectuais de cientistas. Esses esqueceram que o valor de uma alimentação não é somente questão de quantidade física ou química, mas também de energias mais sutis. No conceito holístico, a nutrição não é somente uma questão de calorias, de proteínas e de carboidratos.

A alimentação ocidental moderna representa todos os erros que não devem ser cometidos para conservar uma boa saúde. Entre outros, desnaturamos os alimentos pelo cozimento, acrescentamos neles produtos químicos e os submetemos a todo tipo de manipulações industriais. Damos amplo lugar aos alimentos de origem animal, privilegiamos o consumo elevado de excitantes, como o café, o fumo e o álcool, ou de produtos refinados, como o açúcar. Misturamos entre si alimentos que não permitem uma boa digestão, destruímos as enzimas e as vitaminas por meio da pasteurização e de outros processos de conservação.

Às custas de muita publicidade, incita-se o consumidor a comer aquilo que lhe é proposto... para lhe vender, a seguir, medicamentos destinados a aliviar os males criados por aquilo que acabou de ingerir! Felizmente, a loucura materialista do século XX está despertando as consciências. Estamos redescobrindo uma alimentação holística, que procura nutrir o ser humano levando em conta as grandes leis da vida.

Se fosse necessário manter apenas três grandes princípios da alimentação sadia, seria a regra que respeita os três "V":

  • V para vegetal, isto é, dar o lugar preponderante em nossa alimentação aos alimentos de origem vegetal, consumindo apenas pequenas quantidades dos alimentos de origem animal.
  • V para variado, isto é, evitar qualquer monotonia e hábitos repetidos.
  • V para vivo, ou seja, comer principalmente alimentos não desnaturados, como os grãos germinados, as frutas e os legumes crus, suprindo o organismo das enzimas, das vitaminas e das substâncias biológicas que ele necessita.

Com uma alimentação variada, vegetal e viva, o corpo físico é nutrido de maneira que permite experimentar energia, alegria e felicidade em nosso cotidiano.

Fonte: taps.org