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domingo, 22 de junho de 2008

Greenpeace faz ranking dos pesticidas mais perigosos

O Greenpeace divulgou no dia 16/06 um ranking no qual classifica as principais empresas fabricantes de pesticidas de acordo com os riscos que seus produtos representam para a saúde humana ou ao meio ambiente e que é liderado pela multinacional alemã Bayer, por ter maior fatia de mercado.

Segundo a organização ambientalista, a empresa é seguida pela suíça Syngenta, pela americana Monsanto, pela alemã BASF e pela americana Dow Chemical, todas líderes no mercado de fitossanitários.

A patronal de fitossanitários da União Européia (UE), a ECPA (sigla em inglês), criticou esta classificação.

O Greenpeace afirma que há diferenças no impacto que os produtos destas empresas podem ter na saúde humana ou no meio ambiente, mas ressalta que "nenhuma está livre".

Segundo o ranking, a Monsanto tem a maior proporção de pesticidas prejudiciais, com 60%, mas, por sua fatia de mercado ser menor, os riscos são inferiores aos de produtos da Bayer e da Syngenta.

Essas duas últimas empresas vendem "muitos mais pesticidas ao ano" que as outras três, segundo o relatório do Greenpeace.

A empresa com menos "pontuação negativa" das cinco seria a Dow Chemical, apesar de 39% de sua produção ser, segundo o Greenpeace, de substâncias incluídas em uma "lista negra", o mesmo percentual da Syngenta.

Por produtos, segundo a organização ambientalista, a Bayer tem o maior percentual de inseticidas com substâncias potencialmente perigosas (74%), assim como a Monsanto em herbicidas (90%) e a BASF em fungicidas (80%).

O Greenpeace ressaltou que esta classificação "prova quão tóxicos ainda são os negócios de pesticidas das companhias líderes do mercado".

Além disso, pediu aos países da UE que endureçam suas leis sobre fitossanitários, já que, atualmente, os 27 países do bloco estão discutindo um projeto para regular tais produtos.

A ECPA criticou o relatório do Greenpeace e afirmou que esse não contribui para um debate "informado nem sensato" sobre pesticidas.

Segundo o diretor da ECPA, Friedhelm Schmider, "a classificação ganhará manchetes, mas não acrescenta nada construtivo e menos ainda em um momento no qual enfrentamos uma crise alimentícia global e os agricultores precisam de nossos produtos para proteger suas colheitas".

"Todos os produtos vendidos por nossas companhias foram aprovados pelas autoridades da UE e dos Governos, baseando-se em critérios rígidos de segurança e testes rigorosos; ações populistas como esta não contribuem em nada para a segurança" do consumidor, acrescentou o responsável da ECPA. (Fonte: Estadão Online)

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