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domingo, 15 de abril de 2007

Acerola - Vitamina C - para prevenir Câncer (Cancro em Portugal)

A acerola (Nome Científico: Malpighia emarginata DC. / Família Botânica: Malpighiaceae) também é conhecida popularmente como cereja-das-antilhas ou cereja-de-bárbaros e tem origem nas Antilhas, América Central e norte da América do Sul. É uma planta de porte arbustivo e frutifica praticamente o ano todo em regiões de clima tropical (Araújo & Minami, 1994).

A acerola é importante pelo elevado teor de vitamina C contido em sua polpa (1.500 mg em 100 g de polpa, em média), a qual é totalmente absorvida pelo corpo humano, enquanto somente 50% da vitamina C sintética é aproveitada pelo organismo. Há também o interesse de países, como os Estados Unidos, Japão e Europa pela polpa do fruto que é utilizada na fabricação de cápsulas vitamínicas e no uso do ácido ascórbico, visando à conservação e enriquecimento de alimentos processados (Araújo & Minami, 1994).

Entretanto, além de ser fonte potencial de vitamina C, a acerola é, também, importante fonte de beta-caroteno e de outros carotenóides, que, além de atividade pró-vitamina A, participam como antioxidantes no sistema biológico.

Os principais carotenóides encontrados na acerola são o beta-caroteno, em concentrações que variam entre 400-2.580 mg/100g, e a beta-criptoxantina, em concentrações que variam entre 50-360 mg/100g. A necessidade diária de vitamina A para adultos é de 5000 unidades internacionais. Os carotenóides da acerola fornecem 720-4.540 unidades internacionais desta vitamina por 100g de fruta. Entretanto, em decorrência da alta instabilidade destes compostos naturais, o teor dos mesmos pode ser alterado em função do processamento e estocagem da acerola.

Os consumidores estão estabelecendo um novo padrão de conveniência alimentar, sendo que a qualidade e o valor nutricional dos alimentos devem ser preservados após o processamento e estocagem.

Alguns resultados recentes de pesquisa mostram que mesmo ocorrendo perdas durante o processamento e estocagem da polpa congelada de acerola, o emprego de alguns recursos tecnológicos favorece a retenção de grande parte dos pigmentos naturais e vitaminas. A Pesquisa da Embrapa foi desenvolvida com polpa de acerola congelada (em álcool refrigerado a -20oC) em uma pequena indústria do nordeste, pelos pesquisadores Tânia Agostini Costa e Adroaldo Rossetti e pela estudante Lucina Abreu. O congelamento e estocagem da polpa em freezer doméstico por 3 meses não afetou a estabilidade do beta-caroteno. No quarto mês de estocagem, o teor deste carotenóide apresentou redução de 20%, em relação à polpa de acerola não congelada, sendo que a perda total, no décimo primeiro mês de congelamento, foi de 26%.

Quanto ao valor de pró-vitamina A, o efeito do mesmo processo não foi significativo durante os dois primeiros meses de estocagem, mas provocou uma redução de 20% neste valor em relação à polpa não congelada durante o terceiro mês de congelamento. A perda vitamínica no décimo primeiro mês de estocagem foi de 30%.

O teor de antocianinas, pigmentos responsáveis pela cor vermelha da acerola, apresentou redução de 14% após o congelamento da mesma polpa por doze meses. Outro estudo recente desenvolvido por Vera Lima e colaboradores da Universidade Federal Rural de Pernambuco trata da redução de antocianina, após congelamento convencional da polpa de acerola procedente de 12 acessos diferentes em freezer doméstico. Após estocagem da polpa por seis meses, o teor de antocianina variou entre 3 e 24%. Nota-se, portanto, a importância da seleção de variedades apropriadas para o congelamento, já que a descoloração costuma ser um problema freqüente na produção da polpa congelada de acerola.

Outro estudo realizado por Fabio Yamashita e colaboradores da Universidade Estadual de Londrina avaliou a estabilidade da vitamina C em acerolas congeladas in natura e em polpa pasteurizada de acerola, congeladas por 4 meses. As polpas pasteurizadas congeladas apresentaram uma perda vitamínica de apenas 3%, enquanto que as perdas observadas nas acerolas congeladas in natura foram de 20 a 40%. No primeiro caso, a atividade enzimática foi paralisada através do processo de pasteurização, mantendo os teores de vitamina C praticamente constantes durante o período de congelamento considerado.

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O fruto nasce na aceroleira que é um arbusto de até 3 m de altura, seu tronco se ramifica desde a base, e sua copa é bastante densa com pequenas folhas verde-escuras e brilhantes. Suas flores, de cor rósea-esbranquiçada, são dispostas em cachos, têm floração durante todo o ano, e após três ou quatro semanas se dá sua frutificação. Por ser uma planta muito rústica e resistente, ela se espalhou facilmente por várias áreas tropicais, sub-tropicais e até semi-áridas.

O fruto da acerola é pequeno, tipo drupa, com três sementes pequenas e não-albuminadas em seu interior (Araújo & Minami, 1993). Lendim (1998), citado por Gomes (2001), constatou que, freqüentemente, a germinação de sementes de acerola é inferior a 50%. Atualmente, a importância das sementes de acerola está restrita à produção de portas-enxerto e programas de melhoramento (Meletti, 2000); portanto, esta baixa germinação se constitui em um obstáculo para estes programas (Araújo & Minami, 1993).

Variedades
Existem mais de 42 variedades de acerola que são cultivadas no Brasil. As principais são:

* Apodi (BRS 235)
* Cabocla
* Cereja (BRS 236)
* Frutacor (BRS 238)
* Okinawa
* Olivier
* Roxinha (BRS 237)
* Rubra
* Sertaneja

Simão (1960) concluiu que a cereja das Antilhas (acerola) apresenta reduzido número de sementes férteis e que a baixa viabilidade destas deveria estar associada a fatores de ordem biológica ou genética, que na época ainda não tinham sido estudados; porém, Nacif et al. (1996) observaram que é comum que algumas sementes de acerola sejam inviáveis, pois dos três óvulos existentes, apenas um ou dois se desenvolvem completamente em decorrência de fatores como: má-formação do óvulo, degeneração do saco embrionário, falta de fertilização do óvulo, entre outros, podendo resultar em baixa germinação.

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Observação:

Foi concluído um estudo nos Estados Unidos(entre 1992 e 1994), sobre o teor de ácido ascórbico(popularmente conhecido como vitamina C) em cada frutinha da árvore da acerola,que excede 1000 mg ou 1g (um grama), valor este equivalente a quaisquer efervescentes vendidos no mercado mundial no padrão efervescente 1g (um grama). Podemos dizer que quem tem este pequeno arbusto em casa, possue,além de um lindo arbusto impregnado de belas frutinhas, poderosos remédios equivalentes aos efervescentes vendidos no mercado e de graça o ano todo(E é claro,se moras num país onde o sol é freqüente).


O suco de acerola pode ser usado vantajosamente como agente enriquecedor no processamento de numerosos sucos e néctares de frutos pobres em vitamina C (maçã, pêra, cereja, lima, abacaxi e pêssego) (Ledin, 1958). Nogueira (1991) também cita a possibilidade de uso do suco de acerola no enriquecimento de vitamina C de sucos e néctares.

Alguns estudos com "blends" de sucos de frutas tropicais foram realizados, principalmente na formulação de néctares. Mostafa et al. (1997), em estudo com néctar de mamão com manga, observaram alta aceitação sensorial do produto formulado com 15% de polpa de mamão e 15% de polpa de manga. Salomon et al. (1977), em trabalhos com néctares de mamão com maracujá, concluíram que essas frutas apresentam condições excelentes para serem misturadas em diferentes proporções na elaboração de "blends". Estudos científicos do uso de suco de acerola na elaboração de "blends" com outras frutas tropicais ainda não foram realizados.

A FRUTA CAMPEÃ DE VITAMINA C




Abacaxi, goiaba, manga, uva, maracujá, acerola. O Brasil produz mais frutas do que o brasileiro consegue consumir. Mas isso está mudando. Nas grandes cidades, as frutas estão deixando de ser apenas sobremesa. Aos poucos, estão sendo consideradas um alimento que faz muito bem à saúde. E como faz.
Na Faculdade de Farmácia da Universidade Federal da Bahia, a professora Maria Spínola pesquisa as propriedades nutracêuticas, quer dizer, o poder nutritivo e medicinal das frutas mais consumidas no Nordeste.

O estudo derrubou alguns mitos. Por exemplo: quanto tempo dura um suco de laranja sem perder suas propriedades?

"A gente verificou que entre três e quatro horas depois ele pode perder no máximo 6%. E de um dia pro outro, em torno de 30%”, responde Maria Spínola.

Outra constatação: as frutas reforçam a defesa do nosso organismo, ajudam a evitar doenças graves.

"Todos os frutos avermelhados, cor de laranja e amarelos possuem carotenóides, principalmente betacaroteno e licopeno. Eles podem reforçar a nossa defesa imunológica, evitando que a pessoa chegue a ter ou desenvolver um câncer ou outra doença degenerativa", revela a professora.

A grande novidade da pesquisa surgiu no exame das polpas. A concentração de vitaminas encontrada foi a mesma ou até maior do que a da fruta natural.

"Nós encontramos polpas no mercado com teor de vitamina C acima da acerola, que foi a variedade que nós analisamos”, diz Maria Spínola.

A pesquisa vai examinar todas as propriedades medicinais das polpas. Mais uma revelação: a laranja é sinônimo de vitamina C? Nem tanto.

"A acerola tem 40 vezes mais vitamina C do que a laranja. Para um suco de laranja, você necessitaria de um copo de 200ml. E de acerola somente uma pequena quantidade. Nós precisamos de 60 miligramas de vitamina C por dia, sendo que as pessoas que têm estresse, estão submetidas a um estresse muito elevado ou que fumam, essa quantidade pode aumentar", comenta a professora.

Na classificação da vitamina C, depois da acerola vem o caju, a manga, a goiaba. A laranja está em quinto lugar, conforme os números abaixo:

Concentração de vitamina C

Acerola - 1.500 mg
Caju - 200 mg
Manga - 84 mg
Goiaba - 67 mg
Laranja - 40 mg

Um estudo realizado pela professora Maria Spínola derrubou alguns mitos. Por exemplo: quanto tempo dura um suco de laranja sem perder suas propriedades?

"A gente verificou que entre três e quatro horas depois ele pode perder no máximo 6%. E de um dia pro outro, em torno de 30%”, responde Maria Spínola.

"A acerola tem 40 vezes mais vitamina C do que a laranja. Para um suco de laranja, você necessitaria de um copo de 200ml. E de acerola somente uma pequena quantidade. Nós precisamos de 60 miligramas de vitamina C por dia, sendo que as pessoas que têm estresse, estão submetidas a um estresse muito elevado ou que fumam, essa quantidade pode aumentar"


Resultados de estudos epidemiológicos de
intervenção não indicam que o uso de suplementos de
micronutrientes pode reduzir as taxas de incidência de
câncer. Por outro lado, organizações de diferentes países
têm publicado guias alimentares que estabelecem algumas
recomendações básicas, dentre elas a adoção de uma
dieta rica em frutas e hortaliças (Bruce,1987; Willett,1994;
Hunt,1996). Recomenda-se, mais especificamente, o
consumo de 5 ou mais porções diárias desses alimentos
(Havas et al.,1994), sendo que a Organización Mundial
de Saúde sugere um consumo diário mínimo de 400 g de
frutas e hortaliças, como uma estratégia de prevenção de
doenças crônicas, especialmente o câncer. Vale lembrar
que a prática dessas recomendações resulta em uma dieta
mais equilibrada e saudável, gerando sobretudo aumento
no aporte de vitamina C, carotenóides e de fibras
alimentares, bem como redução no consumo de energia e
gorduras (Organización Mundial...,1990; Cox et al.,1998).
A suplementação de vitaminas e minerais, por sua
vez, está preconizada somente no caso de aporte
insuficiente na alimentação, não excedendo às quantidades
recomendadas pelo Conselho Nacional de Pesquisa dos
EUA - Recommended Dietary Allowances (RDA) - (Silva &
Naves, 1998) e em certas situações fisiológicas e em
situações clínicas específicas (Hunt,1996; Zeisel, 2000).
Entretanto, a ingestão de quantidades um pouco acima
daquelas recomendadas, através do consumo de uma
alimentação variada, rica em frutas e hortaliças, parece ser
bastante segura e saudável (Organización Mundial...,1990;
Willett,1994; Hathcock,1997).
No caso da vitamina C, dados disponíveis indicam
que a ingestão de 80 a 120 mg/dia pode reduzir o risco de
doenças crônicas não-infecciosas, incluindo o câncer, e
que fumantes necessitam de um aporte mais elevado, de
até 140 mg/dia (Weber et al.,1996). Blumberg (1995)
sugere o consumo de cerca de 150 mg, ou seja, 2 ½ vezes
a dose diária recomendada para indivíduos adultos de
acordo com a RDA (Silva & Naves,1998), para se alcançar
concentrações plasmáticas de vitamina C associadas com
um menor risco de doenças crônicas. Ao contrário, o
consumo de vitamina C em doses mais elevadas pode ser
deletério para o organismo, conforme observado através
do aumento de lesões potencialmente mutagênicas em
indivíduos saudáveis suplementados com 500 mg/dia
durante 6 meses (Podmore et al., 1998).
A ingestão de vitamina E, na quantidade de 30
mg/dia, estabelecida no estudo SUVIMAX (Tabela 2) e
que corresponde a cerca de 3 vezes a quantidade
recomendada (Silva & Naves, 1998) parece ser segura e
eficaz na proteção contra doenças crônicas
(Blumberg,1995; Hercberg et al., 1998).
Em relação aos carotenóides, os relatos de estudos
epidemiológicos observacionais sugerem que a ingestão
de cerca de 4 mg/dia de carotenóides, quantidade presente
em uma alimentação rica em frutas e hortaliças, pode
proteger contra o câncer sem apresentar riscos à saúde
(Ziegler et al.,1996a; Naves,1998). Recomenda-se ainda
que a ingestão de β-caroteno (e demais carotenóides) não
exceda a 10 mg/dia, especialmente no caso de fumantes
(Burri, 1997)

CONCLUSÃO

Os resultados de estudos epidemiológicos indicam
que a ingestão de quantidades fisiológicas de antioxidantes,
tais como as vitaminas C e E e os carotenóides, pode
retardar ou prevenir o aparecimento de câncer. Assim, o
consumo de uma dieta rica em frutas e hortaliças, contendo
quantidades dessas substâncias próximas às recomendadas
nutricionalmente, contribui com a defesa antioxidante do
organismo, inibindo danos oxidativos em macromoléculas.
O aporte de quantidades mais elevadas, na forma
de suplementos, não está indicado, podendo inclusive ser
deletério para o organismo, conforme constatado nos
estudos de suplementação de β-caroteno para fumantes.
São necessárias mais informações científicas para
comprovar os eventuais benefícios da suplementação com
nutrientes antioxidantes. O estudo SUVIMAX, em
andamento na França, poderá contribuir significativamente
para o esclarecimento desta questão.

A Vitamina C (ácido ascórbico) é indispensável à síntese do colágeno, fibra que participa na composição dos tecidos de revestimento e e suporte do organismo. A vitamina C protege o organismo contra o ataque de microrganismos. O desenvolvimento dos ossos e dentes, a produção de glóbulos vermelhos e a acatividade das enzimas no fenómeno de respiração celular estão metabólicamente associados à vitamina C. A coagulação sanguínea, a absorção de ferro e o equilíbrio das hormonas sexuais também dependem da vitamina C.

Utilidades Medicinais da Acerola

-AIDS / SIDA - refeições exclusivas de acerola com uma dieta exclusivamente crudivora orgânica/biológica. Seguir indicações médicas (de preferência naturista)
-Câncer (Cancro em Portugal) - refeições exclusivas de acerola com uma dieta exclusivamente crudivora orgânica. Seguir indicações médicas (de preferência naturista)
-Stress - 50 ml de suco/sumo de acerola em jejum, ou algumas frutinhas.
-Gripe - Tomar algumas vezes ao dia suco/sumo de acerola
-Poliemielite - - Acrescentar acerola à alimentação.
-Resfriado -Tomar algumas vezes ao dia suco/sumo de acerola
-Reumatismo - Substituir algumas refeições por acerola, exclusivamente.
-Rubéola - Acrescentar acerola à alimentação. Usar o suco/sumo.
-Tuberculose - Acrescentar acerola à alimentação. Usar o suco/sumo.
-Varicela(catapora) - Acrescentar acerola à alimentação. Usar o suco/sumo.



Fontes: Wikipedia
RBF (Revista Brasileira de Fruticultura)
Tânia Agostini Costa e Roberto Fontes Vieira
Maria Spínola - Professora da Faculdade de Farmácia da Universidade Federal da Bahia
Agostini-Costa, T. S. Abreu, L. N.; Rossetti, A. G. Efeito do congelamento e do tempo de estocagem da polpa de acerola sobre o teor de carotenóides. Revista Brasileira de Fruticultura, v. 25, 2003.
Yamashita, F.; Benassi, M. T.; Tonzar, A. C.; Moriya, S.; Fernandes, J. G. Produtos de acerola: estudo da estabilidade de vitamina C. Ciência e Tecnologia de Alimentos, v. 23, n. 1, p. 92-94, 2003.
Lima, V. L. A. G.; Melo, E. A.; Maciel, M. I. S.; Lima, D. E. S. Avaliação de teor de antocianinas em polpa de acerola congelada proveniente de frutos de 12 diferentes aceroleiras. Ciência e Tecnologia de Alimentos, v. 23, n. 1, p. 101-103, 2003.
SILVA, Cyntia Rosa de Melo and NAVES, Maria Margareth Veloso. Vitamin supplementation in cancer chemoprevention. Rev. Nutr. [online]. 2001, vol. 14, no. 2 [cited 2007-04-15], pp. 135-143. Available from: . ISSN 1415-5273.
A. Balbach - D. Boarim - As Frutas na Medicina Natural - Ed. Missionária

1 comentários:

Maicon disse...

pow esse foi o site melhor q eu encontrei sobre a acerola pq eru presciso desse trabalho para amanha ja sei tudo