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Especialistas tiram dúvidas sobre os sintomas e a prevenção da dengue
Como eu identifico o Aedes aegypti?
O Aedes aegypti mede cerca de 0,5 cm de comprimento e é parecido com o pernilongo comum, mas têm características que o diferenciam, como corpo e patas pretas com listras brancas. A picada dele também é semelhante a de qualquer outro mosquito, com sensação de incômodo e leve dor. Vale lembrar que apenas as fêmeas infectadas com o vírus da dengue transmitem a doença através de suas picadas.
O mosquito pode picar durante o dia ou à noite?
O Aedes aegypti é um inseto de hábitos diurnos encontrado principalmente nas zonas urbanas. Apenas as fêmeas picam os seres humanos, uma vez que necessitam de sangue para amadurecer seus ovos. As picadas concentram-se na região dos pés, tornozelos e pernas e acontecem em geral no começo da manhã e no fim da tarde.
O mosquito da dengue também pode transmitir outras doenças?
Além da dengue, o Aedes aegypti também é o vetor da febre amarela. Já a malária é transmitida por outro mosquito, o Anopheles, que faz parte da mesma família do Aedes, a Culicidae.
Quais são as principais medidas para combater a dengue?
O controle da dengue passa necessariamente pela eliminação dos criadouros do mosquito que transmite a doença. Para tanto, é importante evitar qualquer acúmulo de água limpa, local onde os ovos se desenvolvem. Outras estratégias coadjuvantes são a utilização de repelentes nas áreas expostas do corpo, colocação de telas de proteção em portas e janelas e utilização de roupas longas, de preferência em cores claras, que não atraem tanto o mosquito. Ambientes com ar condicionado, mais frios e secos, geralmente são menos atraentes para o mosquito da dengue, que gosta de calor e umidade.
Usar repelente ajuda a evitar a picada? Pode fazer mal à saúde?
A utilização de repelentes é um bom método paliativo; não elimina o mosquito, mas o mantém afastado. Os mais indicados são os que contém DEET (dietiltoluamida), que não têm contra-indicação para pessoas com mais de dois meses de idade. Deve ser usado nas áreas do corpo que ficam descobertas e durante o dia. O uso prolongado de alguns tipos de repelente pode levar ao risco de intoxicação. É bom consultar um médico para avaliar o risco/benefício da utilização do produto.
É verdade que borra de café ajuda a combater a larva do mosquito da dengue?
Pesquisas realizadas na Unesp (Universidade Estadual Paulista) indicam que quatro colheres de sopa de borra de café para cada copo de água são capazes de bloquear o desenvolvimento da larva do mosquito da dengue. Contudo, não há consenso entre os pesquisadores de que a prática é realmente eficaz. De qualquer forma, a utilização da borra de café não substitui as medidas de combate aos criadouros do mosquito da dengue.
Já existe uma vacina contra a dengue?
Ainda não há no mercado uma vacina eficaz no combate à dengue. Uma das principais dificuldades para o desenvolvimento da vacina é que ela precisaria garantir proteção contra os quatro diferentes vírus causadores da doença, já que a imunização contra apenas um dos vírus pode aumentar o risco de ocorrência da dengue hemorrágica quando em contato com um dos demais vírus. Multinacionais e institutos de pesquisa, como a Fiocruz e a Universidade de São Paulo, estão realizando pesquisas na área e existe a estimativa de que em quatro anos já se tenha chegado a uma vacina eficaz contra os quatro vírus.
Quais são os sintomas da dengue?
Os principais sintomas da dengue clássica, ou seja, a dengue menos grave, são febre alta com início repentino, dor intensa nos músculos e nas articulações, dor de cabeça, especialmente atrás dos olhos, fraqueza e manchas avermelhadas na pele. Outros sintomas, como náusea, vômito e diarréia também podem ocorrer.
Como eu sei se estou com dengue hemorrágica?
A dengue hemorrágica é uma complicação da dengue clássica. Além da febre alta, ela causa sangramentos, vômitos e fezes com sangue, além de hematomas no corpo. Outros sintomas como dor abdominal intensa, tontura e queda de pressão também são sinais de alerta. Assim que surgirem os primeiros sintomas de dengue, é importante procurar orientação médica, pois só um médico pode realizar um diagnóstico preciso, através da análise das queixas do paciente e de exames laboratoriais. Muitas vezes, a doença se agrava no quarto dia de manifestação dos sintomas, em paralelo ao desaparecimento da febre, por isso é importante estar atento aos demais sintomas.
Como é o tratamento de pacientes com dengue?
Não existe um tratamento específico para o combate ao vírus da dengue. O tratamento visa amenizar os sintomas e as possíveis complicações da doença. Para a dengue clássica, o tratamento é ambulatorial, ou seja, o paciente não precisa ficar internado, mas deve manter acompanhamento médico periódico. As principais recomendações são a ingestão de grandes quantidades de água, para manter a hidratação do corpo, e a utilização de medicamentos para controle da febre e das dores no corpo, de acordo com orientação médica. Nos casos de dengue hemorrágica e síndrome do choque da dengue, o paciente permanece internado, recebe hidratação intravenosa e, se necessário, componentes do sangue, como plasma e plaquetas, para auxiliar na contenção dos sangramentos.
Se eu tomar aspirina e estiver com dengue hemorrágica, o que acontece?
Sempre que houver suspeita de dengue, deve-se evitar a ingestão do ácido acetilsalicílico, presente em antiinflamatórios e analgésicos como a aspirina. Isso porque o ácido altera a coagulação do sangue, favorecendo o aparecimento ou a intensificação de hemorragias. Pessoas com suspeita de dengue, clássica ou hemorrágica, devem procurar assistência médica o mais rápido possível e, em caso de ingestão acidental de medicamentos com o ácido acetilsalicílico na fórmula, informar o médico sobre o fato.
Fonte: Anvisa, Ministério da Saúde, Andrea D'Ávila Freitas (UERJ), Edmilson Migowski (UFRJ), Gustavo Johanson (Unifesp), Luiz Tadeu Moraes Figueiredo (USP)
Publicdo em UOL Ciência e Saude
Imagem: Wikipedia
Mais sobre dengue
Dengue

O que é a dengue
A dengue é uma das mais importantes viroses (doenças causadas por vírus). Nos países de clima tropical, as condições do meio-ambiente favorecem o desenvolvimento e a proliferação do mosquito Aedes Aegypti, seu principal transmissor.
Causador e transmissor
O causador da dengue é um vírus, mas seus transmissores - chamados tecnicamente de vetores - são mosquitos do gênero aedes, popularmente conhecidos como pernilongo da dengue. Este inseto tem algumas características que podem facilitar seu reconhecimento:
- É escuro e rajado de branco;
- É menor que um pernilongo comum;
- Pica durante o dia;
- Desenvolve-se em água parada e limpa;
Transmissão
A transmissão da doença ocorre a partir da picada da fêmea do mosquito. De 8 a 12 dias após ter sugado sangue de pessoa contaminada, o mosquito está apto a transmitir a doença. Não há transmissão por contato direto de um doente ou de suas secreções para uma pessoa sadia, nem através da água ou alimento.
Em 45 dias de vida, um único mosquito pode contaminar até 300 pessoas.
Período de incubação
Varia de 3 a 15 dias após a picada pelo mosquito, sendo, em média, de 5 a 6 dias.
Sintomas
Os sintomas da dengue são:
- Dor de cabeça e nos olhos;
- Febre alta (muitas vezes passando de 40 graus);
- Dor nos músculos e nas juntas;
- Manchas avermelhadas por todo o corpo;
- Falta de apetite;
- Fraqueza;
- Em alguns casos, sangramento de gengiva e nariz.
Tratamento
A pessoa com dengue deve ficar em repouso, beber muito líquido e só usar medicamento para aliviar as dores e a febre, sempre com indicação do médico.
Para quem já teve dengue uma vez, o cuidado deve ser redobrado. Em uma segunda contaminação, as chances são maiores de a doença evoluir para a forma hemorrágica, que pode ser mortal.
A pessoa com dengue não pode tomar remédios à base de ácido acetil salicílico, como por exemplo, aspirina, AAS, Melhoral, Doril, Sonrisal, Alka-Seltzer, Engov, Cibalena, Doloxene e Buferin. Eles podem facilitar o sangramento.
Como a doença causa muita dor no corpo, em geral, as pessoas procuram analgésicos. É importante para o doente evitar antiinflamatórios, pois facilitam o sangramento.
Como evitar a doença
A única maneira de evitar a dengue é não deixar o mosquito nascer. Para isso, é necessário acabar com os "criadouros" (lugares de nascimento e desenvolvimento do mosquito). Portanto, não deixe a água, mesmo limpa, ficar parada em qualquer tipo de recipiente como:
- Garrafas;
- Pneus;
- Pratos de vasos de plantas e xaxim;
- Bacias;
- Copinhos descartáveis.
Também não se esqueça de tapar:
- Caixas d`água;
- Cisternas;
- Tambores;
- Poços;
- Outros depósitos de água.
Dicas
- Misture uma colher de chá de água sanitária com um litro de água e borrife nas plantas de sua casa. A mistura não faz mal às plantas e mata o mosquito da dengue;
- Lave bem os pratos de plantas e xaxins, passando um pano ou bucha para eliminar completamente ovos de mosquitos. Uma boa solução é trocar a água por areia molhada nos pratinhos;
- Limpe calhas e lajes das casas;
- Lave bebedouros de aves e animais com escova ou bucha e troque a água pelo menos uma vez por semana;
- Guarde as garrafas vazias de cabeça para baixo, em local abrigado;
- Fure latas e pneus;
- Jogue no lixo copos descartáveis, tampinhas de garrafas e tudo o que acumula água. O lixo deve ficar o tempo todo fechado.
É pessoal, a melhor maneira de combater a dengue é a prevenção, mas ela já está aí, batendo em nossas portas!
Vamos identificar e eliminar esse mosquito, pois somente a união do povo brasileiro é que pode solucionar esses problemas.
Tirando suas dúvidas sobre a dengue
1) É possível distinguir a picada do Aedes aegypti da de um mosquito comum?
Não. As sensações de incômodo ou dor são semelhantes às causadas pela picada de qualquer outro mosquito.
2) Como age o vírus da dengue no corpo humano, após a picada do Aedes?
O vírus invade alguma célula (pode ser do fígado ou um glóbulo branco, por exemplo) e dá início a um processo de multiplicação, até que esta se rompa. A partir daí, outras células são invadidas, até que o sistema imunológico identifique a ação e crie anticorpos. Esse processo se dá, geralmente, no quinto ou sexto dia de doença. A morte por dengue acontece quando a pessoa sofre uma lesão muito grave no fígado, desidrata ou tem grande queda de pressão arterial ou do número de plaquetas.
3) A pessoa pode estar com a doença e apresentar apenas alguns dos sintomas – não ter enjôos e vômito, por exemplo?
Sim. A intensidade dos sintomas varia muito de pessoa para pessoa. A febre e as dores no corpo, entretanto, são comuns a todos. Deve-se procurar um médico a partir da primeira desconfiança.
4) A pessoa pode confundir a dengue com uma virose ou gripe forte? Como saber a diferença?
Sim. Manchas avermelhadas pelo corpo podem ser um diferencial, mas elas não aparecem em todos os infectados. Para ter certeza, é preciso procurar atendimento médico e fazer exames.
5) Piscinas podem ser uma ameaça?
Se estiverem recebendo tratamento adequado com aplicação correta de cloro, não. Caso contrário, serão grandes criadouros de mosquitos.
6) Quais são os inimigos naturais do Aedes aegypti?
São os mesmos de qualquer mosquito: aranhas, pássaros, libélulas, lagartixas, morcegos, sapos e pererecas.
Fonte: Jornal O DIA
Em São Paulo:
Disque-dengue:
Tel: 0800-7720988 para dúvidas e denúncias de possíveis focos criadores do mosquito
Métodos naturais de proteção :
1) No ambiente
- Velas de citronela
- Velas de andiroba
- Incenso de citronela
2) Pessoal
- Repelente de citronela
- Uso oral de complexo B
- Uso oral de levedo de cerveja
Homeopatia
Informações elaboradas por:
Dra. Maria Claudia Nabuco Guimarães.
COM MEDICAMENTOS HOMEOPÁTICOS
1997/1998
SECRETARIA ESTADUAL DE SAÚDE
PROGRAMA ESTADUAL DE HOMEOPATIA
DENGUE
A transmissão do dengue se faz pela picada do mosquito fêmea infectada no homem susceptível.
Não há resistência conhecida ao vírus do dengue.
Os sintomas do dengue clássico são: Febre, dor retrobitária, dor no corpo, nos ossos, prostração, o paciente não quer fazer qualquer movimento, exantema maculo-popular, descamação com prurido intenso. Pode ser confundido com várias viroses.
A convalescença se faz com grande debilidade e se prolonga por várias semanas com astenia e depressão.
Devemos ficar em alerta quando a febre cair, e observar mais freqüentemente o paciente.
Qualquer suspeita de dengue, devemos notificar ao posto de saúde mais próximo, proceder com exames laboratoriais de sorologia, identificação viral e acompanhamento clínico nos casos clássicos.
O programa de Homeopatia da S.E.S através do plano de erradicação da dengue está orientando o seguinte tratamento:
1 - Crotallus horridus 12CH – cinco glóbulos diários ao acordar, desde o inicio da doença.
2 - Eupatorium perfoliatumD3 e Rhus toxicodendrum CH12, três glóbulos de cada um, junto, três vezes ao dia.
O paciente deverá fazer uso desses medicamentos até o fim dos sintomas.
Fonte: Mundo Verde
Limão com cravo-da-índia contra os mosquitos
Espete cravos da índia em meio limão e espalhe pelo ambiente.
Fonte: Dra. Shirley
Proliferação de Mosquitos

MEDIDAS PREVENTIVAS P/ O CONTROLE DE MOSQUITOS:
1 - Evitar água parada.
2 - Sempre que possível, esvaziar e escovar as paredes internas de recipientes que acumulam água.
3 - Manter totalmente fechadas cisternas, caixas d` água e reservatórios provisórios tais como tambores e barris.
4 - Furar pneus e guardá -los em locais protegidos das chuvas.
5 - Guardas latas e garrafas emborcadas para não reter água.
6 - Limpar periodicamente, calhas de telhados, marquises e rebaixos de banheiros e cozinhas, não permitindo o acúmulo de água.
7 - Jogar quinzenalmente desisfetante ns ralos externos das edificações e nos internos pouco utilizados.
8 - Drenar terrenos onde ocorra formação de poças.
9 - Não acumular latas, pneus e garrafas.
10 - Encher com areia ou pó de pedra poços desativados ou depressões de terreno.
11 - Manter fossas sépticas em perfeitos estado de conservação e funcionamento.
12 - Colocar peixes barrigudinhos em charcos, lagos ou água que não possa ser drenada.
13 - Não despejar lixo em valas, valetas, margens de córregos e riachos, mantendo - os desobstruídos.
14 - Manter permanentemente secos subsolos e garagens.
15 - Não cultivar plantas aquáticas .
Fonte: CVS
Receitas e dicas ecológicas
a - Para afugentar os mosquitos no lar, espalhar ao redor da casa, na sala, quartos, cozinha, corredor, etc, saquinhos pequenos cheios de canela. Funciona!
b - Proteção eficaz e cheirosa contra mosquitos.
Limão com cravo-da-índia - meio limão espetado com cravos da índia
Este método caseiro é tão eficaz quanto os comercializados como a espiral..
É muito mais eficiente que protetores elétricos ou velas.
c - Para mordidas de borrachudos, pernilongos ou qualquer inseto, passe óleo de cravo comprado em farmácia, é melhor que qualquer pomada.
d - ÓLEO DE ANDIROBA / ÓLEO DE CITRONELA
Repelentes de insetos, inclusive os transmissores de febre amarela, dengue, elefantíase e malária. O óleo pode ser aplicado puro (em portas, janelas e pisos), utilizado na composição de velas ou colocado para queimar em tochas.
Em velas, o efeito é conseguido após 48 horas de uso contínuo da vela (utilizar uma vela para cada 10 m2).
Vela: para cada 1 Kg de parafina colocar de 30 a 50 g de óleo de andiroba ou citronela.
Produto inflamável: manter afastado de fogo e faíscas.
Solução ecologica
Citronela e lavanda são ótimos repelentes. Use telas protetoras nas janelas e mosquiteiros sobre as camas.
Fonte: Greenpeace Brasil
O dengue
O mosquito da dengue costuma picar nas primeiras horas da manhã e nas últimas da tarde, evitando o sol forte, mas, mesmo nas horas quentes, ele pode atacar à sombra, dentro ou fora de casa.
O dengue pode ser transmitido por duas espécies de mosquitos (Aëdes aegypti e Aëdes albopictus), que picam durante o dia, ao contrário do mosquito comum (Culex), que pica durante a noite.
Recomendações para áreas de transmissão
O dengue é transmitido pela picada de mosquitos (mais comumente o Aëdes aegypti) que proliferam-se dentro ou nas proximidades de habitações. Esses mosquitos criam-se na água, obrigatoriamente. A fêmea do mosquito põe os ovos dentro de qualquer recipiente (caixas d'água, latas, pneus, cacos de vidro etc) que contenha água mais ou menos limpa, colando os ovos nas paredes dos recipientes, bem próximo da água. Os ovos ficam aderidos, e não morrem mesmo que o recipente fique seco.
Não adianta, portanto, apenas substituir a água, mesmo que isso seja feito com freqüência. Desses ovos surgem as larvas, que, depois de algum tempo vivendo na água, vão formar novos mosquitos adultos.
O combate ao mosquito deve ser feito de duas maneiras: eliminando os mosquitos adultos e, principalmente, acabando com os criadouros de larvas. Para isso é importante que recipentes que possam encher-se de água sejam descartados ou fiquem protegidos com tampas.
Qualquer recipiente com água e sem tampa, inclusive as caixas d'àgua, podem ser criadouros dos moquitos que transmitem dengue.
Para reduzir a população do mosquito adulto, é feita a aplicação de inseticida através do "fumacê", que deve ser empregado apenas quando está ocorrendo epidemias.
O "fumacê" não acaba com os criadouros e precisa ser sempre repetido, o que é indesejável, para matar os mosquitos que vão se formando. Por isso, é importante eliminar os criadouros do mosquito transmissor. Além do dengue, se estará também evitando que a febre amarela, que não ocorre nas cidades brasileiras desde 1942, volte a ser transmitida.
As medidas eficazes, em residências, escolas e locais de trabalho, são:
- substituir a água dos vasos de plantas por terra e manter seco o prato coletor de água.
- utilizar água tratada com cloro (40 gotas de água sanitária a 2,5% para cada litro) para regar bromélias, duas vezes por semana.
- desobstruir as calhas do telhado, para não haver acúmulo de água.
- não deixar pneus ou recipientes que possam acumular água expostos à chuva.
- manter sempre tampadas as caixas d'água, cisternas, barris e filtros.
- acondicionar o lixo em sacos plásticos fechados ou latões com tampa.
Fonte: Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro
Saiba mais sobre a Dengue e como prevenir
O dengue é uma doença transmitida pelo mosquitos Aedes aegypti e Aedes albopictus. A doença é acometida de febre aguda que se caracteriza por um início repentino, permanecendo por 5 a 7 dias. O doente apresenta dor de cabeça intensa, dores nas articulações e musculares, seguidas de erupções cutâneas 3 a 4 dias depois. Surge sob a forma de grandes epidemias, com grande número de casos.
Existem quatro tipos diferentes de sorotipos do vírus do dengue, denominados dengue 1, 2, 3 e 4. Algumas manifestações do dengue são hemorrágicas, isto é, o paciente apresenta hemorragia severa e choque. Nestes casos, após um período de febre, o estado do paciente piora repentinamente, com sinais de insuficiência circulatória, apresentando pele manchada e fria, lábios azulados e, em casos graves, diminuição da pressão do pulso. Instala-se então uma síndrome de choque do dengue podendo levar o paciente ao óbito. Os casos de dengue hemorrágico ocorrem mais freqüentemente quando o paciente é acometido pela segunda vez da doença, mas com exposição a diferentes sorotipos da doença.
Veja abaixo as principais medidas preventivas para o controle do mosquito Aedes aegypti bem como para outros mosquitos, que o Pragas On-line preparou para você.
Aedes spp.
As espécies de Aedes mais importantes são listadas a seguir:
Aedes aegypti
Esta espécie é nativa da África e foi descrita originalmente no Egito. É uma das espécies responsáveis pela transmissão do dengue e febre amarela febre amarela (arboviroses). O Aedes aegypti tem a cor escura e manchas brancas pelo corpo.
Utiliza recipientes artificiais com água parada para depositar seus ovos que são fixados acima do nível da água. Estes resistem a longos períodos de dessecação, o que permite que seja transportado facilmente de um local para o outro. Os locais onde normalmente são encontradas suas larvas são: pneus, pratos de vasos, latas, garrafas, caixa d’água e cisternas mal fechadas, latas, vidros, vasos de cemitério, piscinas, lagos e aquários abandonados, entre outros.
As fêmeas picam preferencialmente ao amanhecer e próximo ao crepúsculo, mas podem picar em qualquer hora do dia. Elas podem picar qualquer animal, mas o homem é o mais atacado. Esta espécie abandona o hospedeiro ao menor movimento, passando, desta forma, por vários hospedeiros disseminando-se assim a doença.
Aedes albopictus
Esta espécie foi descrita na Índia tendo sido introduzida no nosso país através do comércio. Foi descoberta no Brasil em 1986 nos Estados de Minas Gerais e Rio de Janeiro. Atualmente encontra-se distribuída em vários outros Estados. Diferentemente do A. aegypti, esta espécie não está tão relacionada com a atividade humana, distribuindo-se com facilidade no meio rural. A postura é realizada em criadouros naturais, tais como ocos de árvore cheios d’água, internódios de bambu, cascas de fruta, etc. Os ovos são depositados em poucas quantidades, mas em diversos locais, o que facilita uma rápida dispersão. Também possui hábito diurno, assim como o A. aegypti.
A. albopictus é vetor do dengue na Ásia, mas no Brasil ainda não existem provas de que possa estar veiculando a doença, já que não foram descobertos adultos nem larvas desta espécie em zonas de epidemia da doença.
DENGUE
O dengue é uma doença transmitida pelo mosquitos Aedes aegypti e Aedes albopictus. A doença é acometida de febre aguda que se caracteriza por um início repentino, permanecendo por 5 a 7 dias. O doente apresenta dor de cabeça intensa, dores nas articulações e musculares, seguidas de erupções cutâneas 3 a 4 dias depois. Surge sob a forma de grandes epidemias, com grande número de casos.
Existem quatro tipos diferentes de sorotipos do vírus do dengue, denominados dengue 1, 2, 3 e 4. Algumas manifestações do dengue são hemorrágicas, isto é, o paciente apresenta hemorragia severa e choque. Nestes casos, após um período de febre, o estado do paciente piora repentinamente, com sinais de insuficiência circulatória, apresentando pele manchada e fria, lábios azulados e, em casos graves, diminuição da pressão do pulso. Instala-se então uma síndrome de choque do dengue podendo levar o paciente ao óbito. Os casos de dengue hemorrágico ocorrem mais freqüentemente quando o paciente é acometido pela segunda vez da doença, mas com exposição a diferentes sorotipos da doença.
FEBRE AMARELA
O mosquito do dengue Aedes aegypti também é responsável pela transmissão de um vírus chamado flavivirus que causa a febre amarela. No Brasil, a doença é endêmica nos Estados de Roraima, Amazonas, Pará, Maranhão, Acre, Rondônia, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás e no território do Amapá.
Os sintomas da febre amarela são mal estar e febre alta. Estando com estes sintomas, o paciente deve procurar imediatamente um médico pois a doença evolui rapidamente para náuseas, vômitos, hemorragias na boca, nariz e no aparelho digestivo, além da pele ficar com um tom amarelado (icterícia). A doença provoca lesões graves nos rins e fígado e pode levar a morte.
Quem viaja para regiões onde a doença é endêmica deve tomar vacina dez dias antes do embarque. A validade da vacina contra a febre amarela é de dez anos e ela pode ser encontrada gratuitamente nos postos de saúde.
MEDIDAS PREVENTIVAS PARA O CONTROLE DE MOSQUITOS
Evitar água parada.
Sempre que possível, esvaziar e escovar as paredes internas de recipientes que acumulam água.
Manter totalmente fechadas cisternas, caixas d'água e reservatórios provisórios tais como tambores e barris.
Furar pneus e guardá-los em locais protegidos das chuvas.
Guardar latas e garrafas emborcadas para não reter água.
Limpar periodicamente, calhas de telhados, marquises e rebaixos de banheiros e cozinhas, não permitindo o acúmulo de água.
Jogar quinzenalmente desinfetante nos ralos externos das edificações e nos internos pouco utilizados.
Drenar terrenos onde ocorra formação de poças.
Não acumular latas, pneus e garrafas.
Encher com areia ou pó de pedra poços desativados ou depressões de terreno.
Manter fossas sépticas em perfeito estado de conservação e funcionamento.
Colocar peixes barrigudinhos em charcos, lagoa ou água que não possa ser drenada.
Não despejar lixo em valas, valetas, margens de córregos e riachos, mantendo-os desobstruídos.
Manter permanentemente secos, subsolos e garagens.
Não cultivar plantas aquáticas.
Medidas preventivas para o Controle de Mosquitos - Fonte: CVS 09 de 16 de novembro de 2001.
Anote uma receita caseira de combate ao mosquito da dengue, baratíssima, simples e com eficiência comprovada cientificamente
A população de todo o Brasil pode ajudar nos trabalhos realizados pelas secretarias de saúde de combate ao mosquito transmissor da dengue. A receita é prática e simples e não envolve uso de venenos ou inseticidas perigosos à saúde humana ou dos animais. A proliferação do mosquito da espécie Aedes aegypti, que transmite a doença, pode ser combatida colocando-se borra de café nos pratinhos de coleta de água dos vasos, nos pratos dos xaxins, entre as folhas das plantas que acumulam água, como as bromélias e nos locais da casa em que a água se acumula e fica parada, como ralos. O único trabalho que você terá é colocar aquele pó úmido que resta depois do café ser coado.A descoberta que revelou que a borra de café combate com eficiência o Aedes aegypti é da cientista e bióloga Alessandra Laranja. Ela é pesquisadora do Instituto de Biociências, Letras e Ciências Exatas da Universidade Estadual de São Paulo (Unesp), campus de São José do Rio Preto. Os testes realizados em laboratório comprovaram que a borra de café - que fica depositada no coador, é uma arma muito eficiente contra o mosquito transmissor da dengue. A borra depositada nos pratinhos e reservas de água de plantas impede que o mosquito transmissor da dengue ponha seus ovos.
Se o Aedes aegypti já tiver desovado, mesmo assim, a borra de café consegue impedir que os ovos se desenvolvam em larvas. Em seu estudo, a bióloga mostrou que a cafeína da borra de café altera as enzimas chamadas esterases, responsáveis por processos fisiológicos fundamentais como o metabolismo hormonal e da reprodução do Aedes aegypti. Anote agora a receita caseira para combater o mosquito da dengue com borra de café:
Para fazer a solução que pode ser aplicada em pratos, plantas ou até mesmo jardins e hortas que acumulem água você vai precisar de 2 colheres das de sopa de borra de café misturadas em meio copo de água. Depois de pronto você já pode começar a aplicar o conteúdo. Se precisar de mais, faça sempre na proporção indicada, ou seja, 2 colheres de borra de café para cada meio copo de água.
Outra receita com a borra de café é usá-la diretamente nos vasos, sem a diluição em água. Desta maneira você estará também adubando de forma ecológica as plantas. A diluição da borra de café vai acontecer naturalmente, na medida em que a planta for regada.
Não se esqueça que a borra de café pode ser aplicada também em outros locais da casa que acumulem água como, por exemplo, nos ralos e até mesmo na terra do jardim ou poças que se formam com a água da chuva.
E lembre-se, ajude o Brasil na luta contra a dengue. Faça propaganda boca-a-boca, informe seus amigos e familiares, dissemine esta receita que é barata, simples e acessível. Assim você poderá contribuir com a melhoria do seu meio ambiente e da saúde pública.
(Fonte: Jornal do Commercio - www.jornaldocommercio.com.br e
Boletim Raízes da Terra www.cesamep.cjb.net )
DENGUE - EQUÍVOCOS NO TRATAMENTO
DENGUE - EQUÍVOCOS NO TRATAMENTO
Prof. Dr. Edimilson Ramos Migowski de Carvalho, MD, PhD
(Professor de Infectologia Pediátrica da UFRJ e vice-presidente da Sociedade de Pediatria do Estado do Rio de Janeiro)
O vírus do Dengue é um Flavivirus, portanto do mesmo gênero do vírus da hepatite C e da febre amarela, que também são hepatotrópicos. Assim, a hepatite não pode ser considerada uma complicação do dengue, pois faz parte da história natural da doença. Aspectos histológicos de hepatite viral têm sido demonstrados em biópsias hepáticas de pacientes com dengue, como degeneração dos hepatócitos, necrose centrolobular, degeneração gordurosa, hiperplasia de células de Kupffer, infiltração de monócitos e alterações muitas vezes de grande monta a exemplo do que ocorre na febre amarela. Diversos estudos demonstram que 80 a 100% dos pacientes com dengue, mesmo sem hepatomegalia, apresentam algum grau de envolvimento hepático com elevação de transaminases (TGO e TGP).
O tratamento da Dengue é sintomático, isto é, são utilizados medicamentos apenas para amenizar os sinais e sintomas, e não para combater o vírus. O próprio sistema imunológico acaba com o vírus em alguns dias. Mesmo assim, deve-se fazer repouso, não se agasalhar excessivamente e beber muito líquido para evitar a desidratação proporcionada pela febre e evitar sintomas mais desagradáveis.
No caso da forma hemorrágica, é recomendada a aplicação de soro e plasma. Em alguns casos mais graves pode haver a necessidade de transfusão de sangue.
Embora não tenha qualquer estudo, é o paracetamol (Dôrico®, Tylenol® etc) o fármaco mais utilizado para tratamento da dor e febre no paciente com dengue. Vale ressaltar que o vírus do dengue causa, em praticamente 100% das pessoas infectadas, um quadro de hepatite, e o paracetamol é muito tóxico para esse órgão e poderá agravar o problema.
O ácido acetil-salicílico (AAS®, Aspirina®, Melhoral®, Doril® etc) é contra-indicado, porque essa substância interfere nos mecanismos de coagulação e pode favorecer o aparecimento de manifestações hemorrágicas.
Na maioria das vezes, o doente se recupera em uma semana. A recuperação costuma ser total, não deixando nenhum tipo de seqüela.
É comum que ocorra durante alguns dias uma sensação de cansaço, que desaparece completamente com o tempo, geralmente em até quinze dias.
Paracetamol é uma substância que exige um esforço do fígado para metabolizá-la. A diferença entre a dose terapêutica e a tóxica é muito pequena. Segundo a Administração de Drogas e Alimentos dos Estados Unidos, um adulto saudável deve ingerir, no máximo, quatro gramas de paracetamol por dia. Para crianças, a dose recomendada é de cem miligramas por quilo de peso. Mas o mais seguro é consumir o mínimo possível. O excesso pode causar hepatite medicamentosa. Hepatite tóxica mata rapidamente, adultos e crianças. Ela pode ser a verdadeira causa de vários óbitos atribuídos ao dengue.
O antagonista dos efeitos adversos do Paracetamol é a Acetilcisteína injetável.
Editado por Luís Guerreiro
Mais sobre a Dengue no Blog
Própolis contra Dengue
Segundo um pesquisador de Florianópolis, basta tomar algumas gotas diárias para que o mosquito nem se aproxime! Ninguém divulga porquê não há interesse, a própolis é barata e não enriquece ninguém, as indústrias farmacêuticas ganham
fortunas com remédios para amenizar os sintomas da dengue, a Johnson ganha fortunas vendendo o Off, que é repelente de insetos…
Biólogo explica como usar Própolis contra Dengue
Publicado em 02/04/07
O biólogo Gilvan Barbosa Gama, de Florianópolis, explica como usar a própolis contra a dengue.
Segundo ele, a própolis exala na sudorese dois dos seus princípios ativos (flavona e vitamina B) que repelem os insetos.
Composição da Própolis
A própolis é uma cera produzida pelas abelhas a partir cascas, resinas e botões de flores.
Sua composição: além das vitaminas do complexo B, C, H e O, a própolis também possui em sua composição a Flavonóides, galangia, resinas com bálsamo, cera e pólen.
Uso Preventivo
A tintura de Própolis na prevenção aos mosquitos da dengue, deve ser ingerida da seguinte forma:
Adultos: de 30 a 40 gotas diluídas em água (ausente de cloro).. Um copo a cada 6hs.
Crianças: crianças de 0 a 10 anos deverão tomar a metade do peso corporal em gotas diluídas em água sem cloro (quantidade a critério).
Uso com a Dengue Instalada (TRATAMENTO RADICAL)
Adultos: tomar 7,5ml do extrato de própolis diluído em água (sem cloro). 1/2 copo na crise febril, ou seja, quando a febre se mostrar mais elevada. A partir daí, repetir esta mesma dosagem mais 3 vezes a cada 2hs.
Crianças:
- crianças de 0 a 3 anos: 1,5 ml do extrato de própolis diluído em água sem cloro (quantidade da água a critério) quando a febre se mostrar mais severa. A partir daí repetir esta mesma dosagem mais 3 vezes a cada 2hs.
- crianças de 3 a 6 anos: 3,0 ml do extrato de própolis diluído em água sem cloro (quantidade de água a critério) quando a febre se mostrar mais severa. A partir daí repetir esta mesma dosagem mais 3 vezes a cada 2hs.
- crianças de 6 a 10 anos: 5,0ml do extrato de própolis diluído em água sem cloro (quantidade de água a critério) quando a febre se mostrar mais severa. A partir daí repetir esta mesma dosagem mais 3 vezes a cada 2hs.
OBSERVAÇÕES IMPORTANTÍSSIMAS
Gilvan alerta, para não esquecer de fazer o teste ALÉRGICO para ver se quem vai tomar a própolis não é alérgico a ela. É muito rara esta sensibilidade mas pode ocorrer.
Caso queira trocar a água sem cloro pela água de coco, é uma excelente pedida.
Fonte: Unicamp
Mais sobre a dengue
Temporão quer suspensão voluntária de propaganda de remédios com paracetamol
Do Rio de Janeiro
Durante a inauguração de mais uma tenda de hidratação para combate à dengue, na Penha, zona norte do Rio de Janeiro, o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, afirmou ter orientado a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) a pedir a suspensão da propaganda de medicamentos à base de paracetamol.
"Solicitei ao presidente da Anvisa (Dirceu Raposo de Mello) que entrasse em contato com os fabricantes, tanto dos medicamentos proibidos nos casos de dengue, quanto aos fabricantes de paracetamol, para que eles, voluntariamente, suspendam esse tipo de propaganda nesse período", disse. Segundo o ministro, os anúncios estimulam a automedicação, que pode ter conseqüências graves.
Esse medicamento (o paracetamol), quando usado de maneira inadequada e de forma excessiva em crianças ou em adultos, pode levar a graves danos no fígado, inclusive hepatite tóxica. Ninguém deve tomar medicamento sem orientação médica", acrescentou.
"Não se trata da proibição do uso. Eu estou preocupado com a propaganda desse medicamento na mídia", informou o ministro no início do evento, quando disse que pediria a suspensão à Anvisa. Mais tarde, ele explicou à imprensa que não pode obrigar os fabricantes a deixarem de veicular os anúncios, pois a legislação não permite.
O paracetamol é usado como analgésico para tratar sintomas como dor e febre, comuns em casos de gripe. Diante da epidemia de dengue no Rio, o medicamento vem sendo indicado para tratar as manifestações da doença, que tem seus sintomas agravados por outros analgésicos, como o ácido acetilsalicílico, que aumenta o risco de sangramentos.
Orientação
Após o pedido do ministro, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) solicitou formalmente à Associação Brasileira da Indústria de Medicamentos Isentos de Prescrição (Abimip) que oriente os fabricantes de analgésicos para a necessidade de suspensão temporária da propaganda desses medicamentos.
"Essa medida tem a intenção de impedir que a população faça uso abusivo das substâncias analgésicas. O uso desses medicamentos pode retardar os sintomas da dengue, dificultando o diagnóstico e atrasando o tratamento da doença", afirmou a Anvisa, em comunicado.
Fonte: UOL Ciência e Saude - 04/04/2008
Mais sobre dengueO Fantástico Inhame
É um dos alimentos medicinais mais eficientes que se conhece: faz muitas impurezas do sangue saírem através da pele, dos rins, dos intestinos. No começo do século já se usava elixir de inhame para tratar sífilis.
FORTALECE O SISTEMA IMUNOLÓGICO
Os médicos orientais recomendam comer inhame para fortificar os gânglios linfáticos, que são os postos avançados de defesa do sistema imunológico.
Curioso que a forma do inhame seja tão semelhante à dos gânglios...
EVITA MALÁRIA, DENGUE, FEBRE AMARELA
A presença do inhame no sangue permite uma reação imediata àinvasão do mosquito, neutralizando o agente causador dadoença antes que ele se espalhe pelo corpo. Aldeias inteirasmorreram de malária depois que as roças de inhame foramsubstituídas por outros plantios.
É MAIS PODEROSO QUE A BATATA
E tem a vantagem de ser nativo, enquanto a semente da batata é importada.
Inhame dá com fartura em qualquer lugar úmido. Em vez de apodrecer na cesta, como a batata, ele brota e produz mais inhames. Nas mulheres
aumenta a fertilidade porque contém fitoestrógenos, hormônios vegetais, importantes na menopausa e após.
MEDICINAL É O PEQUENO, CABELUDO
Marronzinho por fora, cheio de fiapos, com a pele variando de roxo a branco. (o comum, pequeno que se compra pra fazer sopinha de bebê)
Existe ainda o inhame do norte e o cará, maiores e mais lisos, que são muito bons para comer mas não têm o mesmo poder curativo do inhaminho (também chamado de inhame chinês).
A FOLHA PARECE COM A TAIOBA
É da mesma família; ao contrário do que se pensa, a folha do inhame também serve para comer, cozida ou refogada. Às vezes pica muito, como a taioba.
OS OUTROS NOMES DO INHAME
Em latim, é colocasia esculenta. Na África e na América do Norte se chama taro, na América Central é ñame ou otoe, na França é igname, na Índia albi, no Japão sato-imo, no Caribe malanga ou yautia. E cará, em inglês, é
yam .
COMA E AME!
- CRU
Salada de inhame:
Rale e tempere com sal marinho e limão ou com molho de soja.
É muito forte.
Um leproso que se escondeu no mato e só tinha inhame cru
para comer ficou inteiramente curado depois de alguns meses.
(Se der coceira nas mãos na hora de descascar, passe um pouco
de óleo ou lave com água bem salgada.)
Vitamina com inhame:
Ponha no liquidificador um inhame, uma cenoura, alguns ramos de salsa (ou outra folhinha verde, como coentro ou hortelã) e o suco de duas laranjas, com mais água se desejar. Tudo cru. Dá para dois copos.
- DE CUSCUZEIRA
Cozido no vapor:
Ponha alguns inhames com casca e tudo na parte superior da cuscuzeira, ou numa peneira sobre uma panela com água fervendo, e tampe. Depois de meia hora espete com o garfo para ver se estão macios. Nessa altura a casca solta com muita facilidade, basta puxar que sai inteirinha. É aí que o inhame tem o sabor mais simples e gostoso.
Purê de inhame:
Depois de cozinhar os inhames no vapor ou na água, solte a casca e amasse com um garfo; junte um pouquinho de manteiga e de sal marinho, ou molho de soja, e misture bem. Só precisa ir ao fogo de novo se for para esquentar.
Pastinhas de inhame:
São ótimas para passar no pão e substituem muito bem as pastas de queijo nas festas. A base é um purê de inhames cozidos e assados, ao qual se acrescentam azeite ou manteiga, folhas verdes picadinhas (salsinha, manjericão, coentro, cebolinha) ou orégano; uma beterraba cozida e
batida no liquidificador com inhame e um tantinho de água vai produzir uma
uma pasta rosada; inhame batido com azeite, alho, água e sal faz uma
delícia de molho tipo maionese. Use a criatividade e ofereça aos amigos uma coisa nova de cada vez!
- DE FRIGIDEIRA
Inhame sautè:
Depois de cozidos e descascados, corte os inhames em rodelas ou pedaços; esquente manteiga ou azeite numa frigideira; ponha os inhames, e sobre eles bastante folhas verdes picadinhas (salsa ou cebolinha ou manjericão ou coentro ou orégano ou...); umas pitadinhas de sal marinho; mexa rapidamente, baixe o fogo e deixe grudar um pouquinho no fundo para ficar crocante.
Inhame frito:
É muito mais gostoso do que batata. Faça exatamente como faz com ela: corte
em rodelas finas ou palitos, frite em óleo bem quente e deixe escorrer sobre um papel que absorva a gordura.
Pizza de frigideira:
Rale inhames crus, misture com farinha de arroz ou de milho, tempere a gosto; achate a massa numa frigideira anti-aderente e deixe assar dez minutos de um lado, dez do outro. Com alguma prática dá para fazer isso numa chapa bem quente, levemente untada. O ponto da massa não deve ser nem seco nem
aguado.
- DE PANELA
Inhoque de inhame:
Faça exatamente como faz inhoque de batata: cozinhe os inhames, descasque, amasse com farinha de trigo e uma pitada de sal marinho até a massa ficar com a consistência do lóbulo da orelha. Enrole em cordões, corte, ponha para
cozinhar de pouco em pouco numa panela com água fervendo.
Quando os inhoques subirem é que estarão cozidos. Se puder, substitua parte da farinha de trigo comum por outra que seja integral. E o molho? Ao gosto do freguês...
Engrossando o caldo:
Cozinhe um ou dois inhames junto com o feijão, que eles desmancham e o caldo fica bem grosso.
- DE FORNO
Bolinhos de inhame:
Cozinhe, descasque e amasse ligeiramente os inhames com um pouco de cebola ralada, cebolinha verde picadinha ou alho-porró em fatias fininhas, umas pitadas de cominho e outras de sal; junte farinha de trigo para dar liga, pincele
com gema de ovo e asse no forno até a superfície secar. Ou frite.
Forminhas de inhame:
Descasque e rale os inhames crus na parte mais fina do ralador, para obter uma papa líquida. Junte fubá de milho ou farinha de arroz integral (que se faz tostando o arroz e batendo aos pouquinhos no liquidificador) até conseguir uma
consistência boa, mas ainda úmida. Tempere a seu gosto: com sementes de cominho ou de erva-doce, umas pitadinhas de sal, talvez um queijo ralado ou uma azeitona. Unte forminhas, encha com a massa e ponha em forno bem quente durante cinqüenta minutos.
Bolo salgado de inhame:
Deixe de molho duas xícaras de triguilho durante duas ou três horas e esprema; junte a duas xícaras de inhame cozido e duas de farinha de arroz. À parte, refogue alguns legumes com um pouco de tempero, mas não deixe cozinhar. Tire do fogo e misture à massa. Ponha numa fôrma untada, espalhe queijo ralado por cima e leve ao forno alto por quinze minutos; aí ponha a chama em ponto médio e deixe mais quinze minutos. Cheirou, está pronto.
Acrescente ovos cozidos se quiser um prato mais forte.
Torta de inhame em camadas:
Cozinhe, descasque e amasse os inhames; cozinhe e amasse a terça parte de abóbora; refogue uma verdura picadinha tipo espinafre, acelga, agrião, chicória, folhas de nabo ou de cenoura, etc. Unte um pirex com manteiga, ponha uma camada de inhame e sobre ela uma de abóbora; outra de inhame e sobre ela a verdura refogada; mais uma de inhame. Pincele ou não com ovo, enfeite com rodelas de cebola, leve ao forno para secar durante 20 minutos.
- SOPAS
Sopa de inhame com missô:
O missô, que é desintoxicante, é um alimento tradicional japonês muito usado como tempero, feito de soja fermentada com cereais e sal. Vem em forma de pasta. É muito rico em enzimas, proteínas e vitamina B12, devido ao seu processo de fermentação. Limpa o pulmão dos fumantes, restaura a flora
intestinal, e acima de tudo dá um gosto todo especial à sopa. Portanto cozinhe os inhames descascados com o mesmo tanto de água, uma ou duas folhinhas de louro e alguns dentes de alho inteiros; depois bata no liquidificador para
obter um creme fino. Acrescente o missô, na base de uma colher de chá cheia por pessoa, ou dissolva com um pouco d'água numa tijelinha e deixe que cada um se sirva como quiser. (Algumas pessoas vão preferir sal.) Cebolinha verde picada, por cima, combina muito.
Creme de inhame com agrião:
Faça como na receita anterior; depois de bater no liquidificador devolva ao fogo, ponha sal se for o caso, espere ferver e junte um bom punhado de agrião cru, lavado e cortado. Deixe cozinhar um minuto, apague o fogo e sirva. Com missô, se não tiver posto sal.
- INHAME DOCE
Torta de inhame com abacaxi:
Cozinhe os inhames, descasque, amasse e forre com essa massa uma assadeira untada; espalhe por cima uma compota de abacaxi feita com sementinhas de erva-doce e cravo-da-índia, quase sem água, pois o abacaxi solta caldo. Leve ao forno quente durante meia hora. Substitua por outra compota, se desejar.
Bolo doce de inhame:
Misture duas xícaras de inhame cozido com duas de aveia em flocos e duas de farinha de arroz integral (toste o arroz, bata no liquidificador em pequenas porções); meio litro de suco de laranja (ou outro líquido doce, como chá de stevia, ou leite de coco adoçado com melado); uma colher de sopa de
manteiga, se quiser; umas pitadas de noz-moscada e canela em pó; frutas secas e castanhas picadas, ou banana madura em rodelas. A consistência da massa deve ser pastosa, nem aguada nem dura. Unte uma fôrma e leve ao forno quente durante meia hora, mais ou menos, mantendo a chama alta durante quinze minutos e baixando então para um ponto médio. Você sabe que o bolo está no ponto quando cheira. A partir daí ele vai secando, e quanto mais
tempo ficar no calor, mais firme será sua consistência. Se quiser um bolo mais fofo, junte uma colherinha de café de bicarbonato de sódio dissolvida em suco de laranja no final do preparo da massa. Esse bolo dá um ótimo panetone quando leva frutas cristalizadas e é assado em forma alta.
Biscoitos de inhame:
A massa é a mesma do bolo. Unte um tabuleiro e despeje com a colher pequenas porções. Asse em forno alto até chegar ao ponto desejado.
Como todo biscoito que leva aveia, este também só endurece depois que esfria.
Mousse de inhame com ameixa:
Ponha no liquidificador uma parte de inhames cozidos com uma parte de ameixas-pretas, sem caroço, cozidas com canela; aproveite a calda para bater a massa. Repita a receita usando maçãs ou bananas em compota em vez de ameixas. Para fazer a compota, não é necessário adoçar, pois essas frutas já
têm bastante açúcar natural. Basta que estejam bem maduras.
Leva-se ao fogo baixo, em panela tampada, com uma pitadinha de sal e só um dedinho de água.
Quanto mais cozinharem, mais doces ficam.
DENGUE
Infecção virótica que faz doer o corpo inteiro, especialmente as juntas, e dá muita febre; deixa a pessoa fora de combate por algum tempo mas raramente mata. É transmitida pelos mosquitos Aedes aegypti e A. albopictus, que se infectam sugando sangue de algum humano ou macaco infectado nos três primeiros dias da febre. Depois de 8 a 11 dias de incubação, o mosquito começa a transmitir vírus infectantes a humanos no almoço e macacos no jantar – eles saem nas minúsculas gotinhas de saliva que o mosquito usa
como anti-coagulante durante a picada. Atualmente se diz que há quatro variedades de dengue; quem teve uma pode ter as outras três.
O TRATAMENTO MÉDICO é paliativo- descanso, muita água, banhos mornos,compressas de batata crua ou tofu na cabeça para puxar o calor.
O TRATAMENTO NATURAL é comer inhame. Comer inhame em vez de
batata, duas ou três vezes por semana, previne contra dengue. Em situações de epidemia, comer um inhame por dia é mais que bastante - em sopa, purê, ensopadinho, pastinha com alho ou qualquer das outras receitas que você recebeu acima.
Mesmo já estando com dengue, comer inhame - ou tomar o elixir de inhame, vendido em qualquer farmácia – costuma acelerar muito a recuperação.
Também é importante usar o inhame depois da dengue, para eliminar os resíduos que ficaram no sangue, que tornam mais dramática a recaída.
Fonte: www.correcotia.com/inhame
Andiroba contra a Dengue e não só...
Em alguns estados da região Norte, principalmente no Pará, é comum extrair-se a andiroba, um óleo grosso e bem amargo, que também é usado como combustível de iluminação, na fabricação de sabão, e como proteção para madeira contra cupim. Trata-se de um azeite precioso, que representa verdadeira riqueza em virtude de suas múltiplas aplicações.
A andiroba é a oferta que a Amazônia faz ao mundo do futuro, segredo que a cultura cabocla guardou, por milênios, para a cura e o embelezamento da humanidade. Esta árvore amazônica é típica das várzeas e ilhas. Suas flores produzem uma agradável fragrância, perfumando as alturas e atraindo os pássaros que passeiam pelo céu da Amazônia
Nomes científicos
Carapa guaianensis e Carapa procera (há pequenas diferenças entre as duas espécies). São usadas medicinalmente.
Nomes populares
Andiroba, andirova, angirova, carapa, purga-de-santo-inácio.

As árvores podem atingir até 30 metros de altura
Família
Meliáceas (mesma do cedro, canjerana, mogno e cinamomo).
Características
Árvore de grande porte, que chega a atingir 30 metros de altura. O fuste (parte que vai do solo aos primeiros galhos) é cilíndrico e reto. A casca é grossa, tem sabor amargo e desprende-se facilmente em grandes placas. Copa de tamanho médio e bastante ramosa. A inflorescência é uma panícula (espécie de cacho). As flores têm cor creme e o fruto é uma cápsula que se abre quando cai no chão, liberando de quatro a seis sementes. Floresce de agosto a outubro na Amazônia e frutifica de janeiro a maio. Porém, há muitas variações dependendo da região.É nativa da Amazonia.O oleo e as gorduras são extraidos e utilizados para a produção de:REPELENTES DE INSETOS,ANTISSEPTICOS,CICATRIZANTES e ANTIINFLAMATORIOS.
América Central, América do Sul, Caribe e África tropical. No Brasil, ocorre em toda a Bacia Amazônica, principalmente em regiões de várzeas e áreas alagáveis ao longo dos igapós. Também é encontrada desde o Pará até a Bahia.
Óleo
O óleo contido na amêndoa da andiroba é amarelo-claro e extremamente amargo. Quando submetido a temperatura inferior a 25°C, solidifica-se ficando com consistência parecida com a da vaselina. Contém substâncias como a oleína, a palmitina e a glicerina. Possui propriedades anti-sépticas, antiinflamatórias, cicatrizantes e inseticidas.
Usos
Popularmente, o óleo é utilizado para contusões, inchaços, reumatismos e cicatrizações, esfregando-se sobre o local machucado. Como repelente, há quem passe o óleo sobre a pele e quem queime o bagaço. A vela que está no mercado é feita com o bagaço. Deve ser acesa de manhã e à tarde, na hora em que os mosquitos começam a atacar. Na indústria cosmética, usa-se o óleo em sabonetes, xampus e cremes. O óleo é tido como remédio para calvície. Também funciona bem como solvente natural.Tsa-se tambem como reconstituinte celular da derme, eliminando inflamaçoes e dores superficiais.tem acçao purgativa na eliminaçao de vermes.
O óleo extraído dessa semente possui propriedades regeneradoras, amaciando e estimulando a pele e aliviando as dores causadas por inflamações. O óleo também é utilizado no relaxamento muscular, na fadiga, como anti-séptico, emoliente e hidratante.
Por causa dessas propriedades, o óleo de andiroba deixa a pele macia e acetinada. Os caboclos fazem sabonete medicinal usando o óleo de sua semente somado a cinzas de madeiras e resíduos da pele do coco e ainda garantem que a andiroba previne contra a temerosa celulite.
Origem: Da família Meliaceae, seu nome botânico é Carapa Guianensis , e as partes que devem ser utilizadas são as folhas, a casca e as sementes.
Sua casca é constituida por carapina; o óleo extraído das sementes contém, em média: ácido mirístico - 18%; ácido palmítico - 9 a 12%; ácido oleico - 56 a 59%; ácido linoleico - 7,5 a 9,5; as sementes contém de 36 a 60% de óleo.
Como fitoterápico é indicado para a febre, vermes intestinais, afeções de pele (vermelhidão, feridas, inchaços), picadas de insetos. Para uso interno deve ser usado como decoto de cascas a 10% (febres e vermes intestinais; e as sementes como purgativos.
Como fitocosmético, em cremes e hidratantes; o óleo, em xampus, condicionadores, cremes, loções e géis, na dosagem de 2 a 5%. A casca, muito amarga, atua na eliminação de vermes intestinais e baixando a temperatura corporal.
Uso medicinal - Atua, na pele, regenerando e estimulando o tecido epitelial. Alivia e acalma a dor de tecidos inflamados. As folhas frescas contribuem para a cicatrização das feridas e contusões e atua, também, como vermífugo e febrífugo. As sementes desenvolvem atividade purgativa. O óleo amacia a pele, regenera o tecido e apresenta ótimo efeito, também, sobre os tecidos inflamados. Funciona como febrífugo, vermífugo, purgativo, vesicante, cicatrizante, emoliente, anti-séptico, hidratante e suave.
Para banho:
Óleo de Andiroba em Pó – para todos os tipos de pele, proporciona à hora do banho a sensação agradável e estimulantes da massagem associada às propriedades terápicas do óleo de Andiroba.
De massagem:
Óleo de Andiroba – excelente aliada na prevenção a celulite, utilizado no combate a artrite, reumatismo, contusões e distensões musculares.
Sabonete de Andiroba – indicado para todos os tipos de pele.
Sabonete 100% Vegetal de Andiroba e Cupuaçu – unindo o poder anti-inflamatório, bactericida e func]gicida do óleo de Andiroba á excedente propriedade de hidratação da Manteiga de Cupuaçu, para oferecer um produto destinado ao tratamento intensivo contra acne, irritação por picadas de insetos e outras agressões à pele, que apresentam processo inflamatório.
Repelente natural dos caboclos
O método tradicional para produção do óleo de Andiroba é colher as sementes que, após ter caídas da árvore, flutuam no rio. Em seguida, as sementes são fervidas. Depois de duas semanas o óleo é extraído com uma simples prensa chamada "tipiti".
O óleo de Andiroba é usado pelos indígenas misturado com corante de urucum (Bixa orellana L.) para repelir insetos, e como medicamento contra parasita do pé.
Velas repelentes
A fabricação de velas repelentes de insetos, especialmente os mosquitos do gênero Anopheles, transmissores da malária, surge como um grande potencial. Recentemente descobriu-se que as velas feitas com andiroba espantam o mosquito que transmite a dengue (Aedes aegytpi).
Medicina tradicional
A casca é utilizada para o preparo de um chá contra febre, o qual também serve como vermífugo. Transformada em pó, trata feridas e é cicatrizante para afecções da pele. Os caboclos fazem um sabão medicinal com o óleo bruto, cinza e resíduos da casca de cacau. Além de ser empregado na fabricação de sabão, também fornece um ótimo combustível utilizado para iluminação nas áreas rurais.
O óleo é muito usado na medicina doméstica para fricção sobre tecidos inflamados, tumores e distensão muscular. Além disso, sabe-se ainda que o óleo da andiroba é utilizado como protetor solar e a casca e a folha servem contra reumatismo, tosse, gripe, pneumonia, depressão.
Estudos científicos corroboram com a medicina tradicional em relação as inúmeras propriedades medicinais...
A andiroba forma parte do elenco de plantas medicinais sendo estudados pela "Central de Medicamentos" (CEME) do Brasil. Ela pode ser utilizada no combate as infecções do trato respiratório superior, dermatites, lesões dermáticas secundárias, úlceras, escoriações, e tem propriedades cicatrizantes e antipiréticas. O óleo de Andiroba é utilizado em vários produtos para tratamento de cabelo, deixando o cabelo sedoso e brilhoso.
Na indústria farmacêutica homeopática, onde está sendo comercializado na forma de cápsulas, é utilizado para diabetes e reumatismo, e o bálsamo para uso tópico de luxações e na fabricação de sabonetes medicinais.
Walter dos Santos, agricultor na região do Caciporé, no interior do Amapá, explica como extrai o óleo de andiroba:
As sementes devem ser colhidas logo que caem ao chão. Além de apodrecerem rapidamente, são muito vulneráveis ao ataque de insetos e roedores.
As castanhas são, então, cozidas até ficarem moles e, depois de escorrida a água, descascadas e amassadas.
A massa é posta numa espécie de calha disposta de forma inclinada e aí deixada por cerca de um mês. No final da calha, é colocado o copo para receber o óleo que vai escorrendo lentamente.
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![]() | As flores (à esq.) têm cor creme e seu fruto, em forma de cápsula, abriga de quatro a seis sementes. Tem casca grossa e copa de tamanho médio, com muitos ramos e folhas |
Quando consegue comprador, Santos vende 1 litro de óleo por cerca de 15 reais. Na Amazônia existem pequenas fábricas que executam a extração mecanicamente. Nelas, as sementes são quebradas em pedaços, conduzidas a uma estufa e esmagadas a 90°C em prensas hidráulicas. O rendimento, sob esse processo, é de 18 litros de óleo para 100 quilos de sementes. Uma árvore adulta chega a produzir até 200 quilos de amêndoas por ano.
Estima-se que o Brasil consuma cerca de 30 mil litros de óleo por ano. A exportação anual é de 450 mil litros de óleo, em média, de acordo com o IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. O óleo exportado atinge preço entre 5 e 7 dólares o quilo. Em vários países, encontra-se no mercado produtos cosméticos à base de óleo de andiroba, tais como cremes para o corpo e hidratantes. Na Internet, há vários sites em inglês exaltando as qualidades da andiroba.
Causas de risco de extinção
Principamente por não ser uma planta muito fortes as chuvas fortes e derrubadas estão pondo em risco a sua sobrevivencia.Justamente pelo fato de ser uma planta medicinal seu risco de extinção preocupa.
Recolha e adaptação de Luís Guerreiro
Bibliografia
Biodiversidade Amazônica - Exemplos e Estratégias de Utilização, Jason W. Clay, Paulo de T.B. Sampaio e Charles R. Clement; Dicionário de Plantas Úteis do Brasil, M. Pio Corrêa; e Árvores Brasileiras, Harri Lorenzi.
Fontes: Wikipedia
http://www.amazonia.com.br
Programa de Incubação de Empresas de Base Tecnológica - PIEBT – UFPA- FADESP
http://www.amazonlink.org/biopirataria/andiroba.htm
http://globorural.globo.com
Fotos: Ernesto de Souza e Wikipedia
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Da redação
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Com o aquecimento da Terra, as doenças tipicamente tropicais, como malária e dengue, podem atingir os países hoje mais frios do Hemisfério Norte. No Hemisfério Sul pode ser ainda mais afetado por alagamentos e inundações que vão fortalecer a transmissão dessas doenças. Em outras regiões, a seca pode levar à desidratação e à desnutrição.
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| 06/06/2003 | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| A Andiroba (Carapa guianensis Aubl.) é uma árvore alta que cresce a uma altura de até 25 metros. As sementes de Andiroba fornecem um óleo amarelo com propriedades insetífugas e medicinais. Repelente natural dos caboclos Medicina tradicional Velas repelentes Estudos científicos corroboram com a medicina tradicional em relação as inúmeras propriedades medicinais...
(Aqui estão listados apenas as patentes cujo titulo contem a palavra Andiroba. Pesquise esp@cenet para outras patentes.)
*Não sabemos se, ou até que grau o termo biopirataria se aplica para cada um dos detentores de patentes e marcas aqui mencionados. Porém, consideramos questionável a pratica de patenteamento e registro de marcas de plantas tradicionalmente usadas pelas comunidades da Amazônia e convidamos os detentores destes direitos a se justificarem através de um comentário. http://www.amazonlink.org/biopirataria/andiroba.htm Repelentes Naturais
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Fonte: Brilhantels

O dengue é uma doença transmitida pelo mosquitos 



