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sábado, 9 de janeiro de 2010

Para sempre Verde (Tom Jobim)

Para sempre Verde
(Tom Jobim)

Deixe que haja flores
Deixe que haja uma primavera
Nós temos poucas horas para conservar nosso sonho
Deixe haver uma luz
Deixe os pássaros cantar
Deixe a floresta ser para sempre verde
Pequeno planeta azul
Na grande necessidade de cuidado
No destino dos córregos puros
Ar puro de cristal
Deixar-nos salvar a terra
Que coisa maravilhosa
Deixá-la ser para sempre verde

Imagine que a Mãe Terra se transforme em um deserto
Um mar do veneno, uma lagoa venenosa
E a vida no Planeta Terra tenha ido para sempre e Deus virá pedir o azul do planeta
O que fazer?
Onde está o paraíso que
Eu fiz para você?
Onde está o verde?
E onde é o azul?
Onde está a casa que
Eu fiz para você?
Onde está a floresta e?
Onde está o mar?
Onde está o lugar bom para você, bom para mim?
Deixe nos salvar a terra
Que coisa maravilhosa
Deixar os pássaros voar, deixar os pássaros cantar (os deixar cantar, Luisa)
Deixe-a ser para sempre verde
Onde está o paraíso que
Eu fiz para você?
Onde está o verde?
E onde é o azul?
Onde está a casa que
Eu fiz para você?

Processamento industrial elimina flavonóides do cacau



Fruto do Cacau
Substância do cacau é aliada contra infarto

Composto combateria doenças comuns e estimularia cérebro.

Nem mesmo os maiores chocólatras do mundo poderiam imaginar que o objeto de sua gula pudesse conter uma substância com grande potencial medicinal. Mas, agora, cientistas isolaram do cacau um composto com benefícios para a saúde tão significativos que poderia rivalizar com os anestésicos e a penicilina em termos de impacto em saúde pública.
sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Crudivoro no Hospital III

Vou hoje ter alta depois de mais de uma semana de joelho inchado aqui no Hospital do Barlavento, em Portimão.
Conclusão - depois de várias análises sem resultados significativos - o ortopedista crê que tenha sido um problema metabólico devido às guloseimas de natal que eu não resisti e acabei comendo na "onda" de "uma vez não faz mal". Eventualmente terá sido ácido-úrico que se acumulou no joelho.
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Evitar o cancro/cancer com frutas e vegetais

Comer entre 400 a 800 g por dia de frutas e vegetais, pode contribuir para uma diminuição do risco de cancro em 20%. Vegetais verdes, cenouras, tomate e citrinos parecem ser particularmente interessantes. Quanto mais comer mais previne esse risco.

Isotiocianatos só nos vegetais


Os isotiocianatos são um composto formado a partir dos glicosinolatos através da ação de uma enzima chamada mirosinase, são antioxidantes que estão presentes em crucíferas, tais como brócolis/brócolos, couve-flor, couve de Bruxelas, couve e repolho(couve branca). Acredita-se que esses compostos inibem a mutação do DNA/ADN, que predispõe a algumas formas de câncer/cancro principalmente o do pulmão. Os dois grupos químicos presentes nesses vegetais – isotiocianatos e indóis – são formados, de alguma maneira, quando os vegetais são cozidos ou mastigados, e explicado por um sabor "picante" e que se acredita participar fortemente da prevenção ao câncer. Os brócolis/brócolos são também ricos em fibras solúveis, que podem ajudar a regular o açúcar e a gordura no sangue.

Consumo de pistácios pode reduzir risco de cancro do pulmão


Comer pistácios diariamente pode reduzir o risco de desenvolver cancro do pulmão e outros tumores malignos, segundo um novo estudo da Universidade do Texas.

Os pistácios são uma boa fonte de um tipo de vitamina E, chamado gama-tocoferol, com grande poder antioxidante. «É sabido que a vitamina E proporciona protecção contra certas formas de cancro. E consumos mais elevados de gama-tocoferol podem reduzir o risco de cancro do pulmão», afirmou Ladia M. Hernandez, nutricionista de investigação do M.D. Anderson Cancer Center da Universidade do Texas.

O estudo incluiu 18 pessoas que ingeriram 68 gramas (cerca de 117 grãos) de pistácios por dia, durante quatro semanas, e 18 pessoas no grupo de controlo, que não adicionaram os pistácios à sua dieta normal.

Ao longo do estudo, as pessoas que consumiram pistácios apresentaram níveis significativamente mais elevados de gama-tocoferol no sangue.

Os resultados foram apresentados recentemente, numa conferência de prevenção do cancro, patrocinada pela American Association for Cancer Research.

«Os pistácios são um dos frutos secos bons para a saúde e duas doses por dia poderiam ser integradas nas estratégias alimentares, destinadas a reduzir o risco de cancro do pulmão, sem alterações significativas no Índice de Massa Corporal (IMC)», aconselha Hernández.

2010-01-07

Fonte: Sapo

Consumir alimentos processados pode aumentar o risco de depressão




Estudo publicado no British Journal of Psychiatry sugere que uma dieta rica em alimentos processados pode aumentar o risco de depressão.

Os autores do estudo obtiveram informações alimentares de 3.486 funcionários públicos ingleses (26,2% eram mulheres, com idade média de 55,6 anos). Cinco anos depois da reunião dos dados alimentares, a presença de sintomas depressivos foi pesquisada através da escala do CES-D (Center for Epidemiologic Studies Depression).

Os investigadores dividiram os participantes do estudo dois grupos, de acordo com a dieta adoptada: os que ingeriam uma dieta principalmente baseada em alimentos integrais como frutas, legumes e peixe, e aqueles que ingeriam uma dieta rica em alimentos processados como sobremesas, alimentos fritos, carne processada, cereais refinados e produtos com alto teor de gordura.

Após a contabilização de factores como sexo, idade, escolaridade, actividade física, tabagismo e a presença de doenças crónicas, os investigadores encontraram uma diferença significativa no risco de depressão futura, de acordo com a dieta adoptada.

Os indivíduos que adoptaram uma dieta rica em alimentos processados, apresentavam um risco relativo 58% maior de depressão, comparativamente aos que comeram pouco esse tipo de alimento.

Embora os investigadores não descartem a possibilidade de que pessoas com depressão possam ter uma dieta menos saudável, eles acreditam que seja improvável que este facto explique as suas descobertas, porque não houve associação da dieta a um diagnóstico prévio de depressão.

2010-01-06
Fonte: Sapo

Mel pode ajudar a combater infecções hospitalares, diz estudo


Abelha em flor de Manuka

Mel Manuka é típico da Nova Zelândia

Um estudo realizado na Austrália mostrou que uma variedade de mel típica da Oceania pode ser um eficiente agente no tratamento de infecções de pele e no combate a infecções hospitalares.

Cientistas da Universidade de Sydney descobriram que o mel neo-zelandês conhecido como Manuka contém uma substância altamente tóxica para bactérias, chamada metilglioxal.

"A superbactéria conhecida como MRSA, que é resistente a vários tipos de antibiótico e pode provocar várias infecções graves em hospitais, é altamente sucetível ao mel", explicou à BBC Dee Carter, um dos autores do estudo.

Segundo o cientista, em tese, o metilglioxal também seria tóxico aos seres humanos. "Mas há outras substâncias no mel que evitam que ele seja tóxico para as células humanas, ao mesmo tempo em que promove a destruição das bactérias", disse.

Propriedades probióticas

Os pesquisadores esperam que, no futuro, produtos esterilizados à base de mel possam substituir pomadas antibacterianas e anti-sépticas no tratamento de cortes, queimaduras, picadas de inseto e outras doenças de pele.

Mas Carter reconhece que ainda são necessários novos estudos para provar a médicos que o mel Manuka pode ser um poderoso medicamento alternativo.

"Precisamos da ciência por trás disso, e é o que estamos fazendo. Médicos não querem ouvir falar de algo que pode soar como coisa de curandeiro. Eles querem algo com validação científica", disse.

Outros pesquisadores australianos acreditam que os benefícios do mel vão além do tratamento de problemas de pele.

Estudos realizados no país examinaram as propriedades probióticas do alimento, que possui uma parcela de carboidratos que são "quebrados" no intestino delgado, enquanto o resto passa sem ser digerido até o intestino grosso.

"Com o processo, esses açúcares estimulam o desenvolvimento de bactérias saudáveis no intestino, o que por sua vez ajuda a prevenir o acúmulo de toxinas", explicou à BBC a especialista em alimentos Rosie Stern.

Segundo ela, isso ajuda a evitar males como o câncer intestinal, a síndrome do intestino irritável, a doença de Crohn e a colite ulcerativa.

Estudo comprova benefícios do consumo de frutas

Há um motivo para a recomendação das autoridades sanitárias de que as pessoas comam cinco porções (500 g) diárias de frutas e verduras, como comprova um estudo realizado por pesquisadores espanhóis sob a direção de Antonio Agudo, do serviço de epidemiologia do Instituto Catalão de Oncologia (ICO). Os pesquisadores analisam há anos a relação entre a dieta e o câncer (e outras enfermidades) e seu trabalho indica que os espanhóis que comem mais frutas e verduras têm índice de mortalidade até 30% inferior ao das pessoas que não consomem esses alimentos.

Os pesquisadores analisaram durante seis anos e meio as causas de morte de 41.358 pessoas de entre 30 e 65 anos, nas províncias de Astúrias, Guipúzcoa, Navarra, Murcia e Granada. Esse é o grupo de espanhóis recrutado entre 1992 e 1996 para o estudo europeu Epic sobre nutrição e câncer, e os pesquisadores acompanharam o que eles comem, e em que quantidade. O estudo dirigido pelo ICO comprovou que, entre essas pessoas, houve 562 mortes desde o início da pesquisa, e os óbitos foram analisados de acordo com cada grupo da população (cada qual formado com base no volume de frutas e verduras consumidas). A constatação foi de que o índice de mortalidade era mais baixo no grupo que comia mais frutas e verduras e mais alto no que menos as ingeria.

Na Espanha, é raro que pessoas não comam pelo menos algum volume de frutas e verduras. De fato, o consumo médio entre as pessoas pesquisadas era de 224 g de verdura e 276 g de fruta ao dia. Mas cerca de 25% da população tem consumo inferior à metade dessa média, e outros 25% comem o dobro dela, o que resulta em diferenças nos índices de mortalidade de cada grupo.

O estudo constatou, por exemplo, que a mortalidade é 21% mais baixa entre os espanhóis que consomem mais frutas frescas, ante os que consomem menos, 28% mais baixa para os que consomem verduras e 23% para os que comem legumes. Em termos de nutrientes, a mortalidade cai em 26% entre as pessoas que tomam mais vitamina C, 32% entre as que consomem mais vitamina A e 35% entre as que consomem mais licopeno (um caroteno presente nos tomates, por exemplo).

Agudo explicou que ele atribui a redução da mortalidade sobretudo aos antioxidantes contidos nas frutas e verduras, que combatem a oxidação das células, um processo que causa sua mutação, envelhecimento e morte, o que afeta os tecidos. Isso vale para as vitaminas C e A, mas o estudo aponta que os benefícios do licopeno não se relacionam tanto a suas propriedades antioxidantes quanto a sua influência sobre outros mecanismos metabólicos, a exemplo da produção de insulina ou proteção contra inflamações.

Agudo sinalizou que o consumo mais intenso de frutas e verduras reduz a mortalidade por doenças como o câncer, as enfermidades cardiovasculares e respiratórias e o diabetes (entre as pessoas estudadas, 295 morreram de câncer, 123 por enfermidades cardiovasculares, 66 em acidentes e causas semelhantes e 31 por enfermidades respiratórias e digestivas, além de outras causas menores).

“Comer mais de uma fruta ao dia já reduz em 20% o índice de mortalidade, e o mesmo se aplica a mais de uma porção de verdura ao dia”, garantiu o pesquisador, acrescentando que, mesmo fora dos extremos da população no que tange ao consumo ou rejeição de frutas é verduras já é possível constatar os benefícios de uma ração ampliada. Gabriel Capella, diretor de pesquisa do ICO, e Carlos González Svatetz, também pesquisador do centro e coordenador da porção espanhola do estudo Epic, apontam que esses dados apóiam solidamente a recomendação de comer de maneira mais saudável e provam a relação entre a dieta e a saúde, conhecida desde a Grécia antiga.

Eles reclamaram do fato de que, nos últimos 50 anos, foram conduzidos poucos estudos sobre a alimentação, e que os resultados apresentados são muitas vezes contraditórios ou inconsistentes, o que confunde os consumidores.

Agudo insistiu em que o benefício dos alimentos surge quanto maior for a presença de frutas e verduras na dieta, mas também deriva da variedade desta. Ele mencionou que estudos envolvendo nutrientes isolados (como os suplementos de vitaminas) não propiciam resultado semelhante. Já seu estudo menciona outros trabalhos semelhantes, como uma pesquisa grega segundo a qual elevar o consumo a 230 g de verduras e 200 g de frutas ao dia reduz a mortalidade em respectivamente 12% e 18%. O estudo espanhol foi o primeiro dessa duração e abrangência realizado no país.

A população da Espanha tem o maior consumo de frutas e verduras entre os países europeus, disseram os pesquisadores, mas ainda assim eles consideram que ele possa subir ainda mais, e ser mais estimulado, dada a porção da população que ainda consome totais inferiores ao mínimo ¿uma porção de frutas e uma de verduras ao dia é pouco, sublinharam. Além disso, os jovens consomem menos frutas e verduras que os adultos, e no norte da Espanha o consumo é menor do que no sul.

Os pesquisadores pediram a realização de campanhas e ações como as adotadas contra o tabaco, quando foi constatada sua condição de causa de mortalidade. Ainda que admitam que a relação entre a alimentação e a presença de enfermidades não seja tão clara para a alimentação quanto o é para o tabagismo, recordaram que a obesidade, por exemplo, resulta em maior incidência de câncer do reto, intestino, esôfago e mamas, e o mesmo se aplica ao sedentarismo.

O estudo de Agudo, curiosamente, também constata igual incidência de mortalidade entre as pessoas que exercitam e as que não o fazem, e entre as pessoas que consomem e não consomem álcool. Os fumantes têm mortalidade 71% mais alta, e as pessoas com menos educação também apresentam mortalidade mais alta.


Fonte: Clique Saúde consultado quinta-feira, Janeiro 7, 2010, 10:54


Frutas reduzem em 30% risco de morte por câncer


O consumo elevado e diário de frutas e verduras reduz em 30% o risco de morte por câncer, doenças cardiovasculares e obesidade, segundo um estudo do Instituto Catalão de Oncologia (ICO).

A pesquisa, publicada hoje na revista The American Journal of Clinical Nutrition, foi realizada entre mais de 41 mil pessoas (15.610 homens e 25.748 mulheres), em diferentes cidades da Espanha, ao longo dos últimos dez anos.

Durante uma década, os pesquisadores observaram os hábitos de consumo dos participantes do estudo, com idades entre 30 e 69 anos e residentes nas cidades espanholas de Astúrias, Guipúzcoa, Navarra, Granada e Murcia.

Os resultados do estudo determinam que há uma relação direta entre o maior consumo de vegetais e frutas e a menor mortalidade. As pessoas que consomem mais frutas e verduras têm menos risco de morrer de câncer, patologias cardiovasculares, complicações respiratórias e diabetes.

Metade dos participantes ingeria uma média de 224,2 g de verdura (um prato de verdura ou de salada) e 275,8 g de fruta (duas ou três) por dia. Durante a pesquisa, 25% duplicavam estes números e os outros 25% não chegavam à metade da média.

Após cruzar os resultados em função da idade, do sexo, dos estilos de vida e da alimentação, os pesquisadores encontraram uma relação direta entre o maior consumo de vegetais e uma menor mortalidade.

Antonio Agudo, o médico responsável do estudo, afirma que “consumir mais de uma fruta diariamente, e mais de um prato de verdura, reduz a mortalidade em 30%”. Segundo o estudo, as hortaliças que proporcionam mais benefícios são as que têm sementes, como o tomate, o pepino ou o pimentão.

Agudo reconhece que “estes efeitos já eram mais ou menos conhecidos”. Segundo ele, “neste caso trata-se de um estudo com muita gente e que leva em conta os diferentes grupos de verduras e frutas”. Com o estudo, pode-se concluir que nas regiões do sul da Espanha são consumidas mais frutas e verduras do que no norte. O mesmo pode ser concluído quando os idosos são comparados com os jovens.

“Por outro lado a média espanhola de consumo destes alimentos supera a de países do norte da Europa”, declarou. Para ele, caso uma pessoa ache difícil consumir um mínimo de 500 g diários, é recomendável ingerir pelo menos um prato com vegetais e uma fruta por dia.

“Isso é fundamental”, diz o médico, acrescentando que isso pode ser conseguido mesmo se alimentando fora de casa. Outro pesquisador que participou do estudo, Carlos González, pediu a realização de “campanhas para incentivar uma dieta saudável, num momento em que vem se reduzindo o consumo da dieta mediterrânea tradicional”.

“É preciso conscientizar a população sobre a necessidade de comer bem, fazer exercício e reduzir a obesidade, que é um fator de risco para o câncer, da mesma maneira que foi feito com o tabaco”, disse González. “Uma pessoa pode comer cinco porções de frutas e de verduras, mas se ela continua consumindo meio pacote de cigarros por dia, a dieta não adiantará nada”, afirmou Antonio Agudo.

Segundo ele, um fumante deve primeiro largar o tabaco e depois preocupar-se em mudar os hábitos alimentares. A equipe de Carlos González no ICO apresentou outro trabalho, publicado no International Journal of Cancer. Segundo o estudo, a fibra encontrada em cereais previne o câncer gástrico.

Essa pesquisa durou quase sete anos, e analisou a associação entre essa dieta e o câncer, contando com a participação de 435 mil pessoas, provenientes de dez países europeus, com idades entre 25 e 70 anos. Os pesquisadores detectaram que quem consome uma elevada quantidade de fibras dos cereais tem 30% menos riscos que o resto da população de desenvolver este tipo de câncer.


Fonte: Clique Saúde consultado quinta-feira, Janeiro 7, 2010, 10:54

Presidente da Associação dos Nutricionistas aconselha fruta e legumes para reforçar sistema imunitário contra a gripe

(Lusa) - A presidente da Associação Portuguesa dos Nutricionistas (APN), Alexandra Bento, alertou hoje no Porto para a importância de uma alimentação saudável para reforçar o sistema imunitário em tempo de gripe.

frutas e legumesAlexandra Bento, que falava à agência Lusa no âmbito de um curso sobre "Precauções alimentares em tempo de gripe", apontou o consumo de frutas e legumes que, por serem ricos em vitaminas e minerais, funcionam como "elementos activadores do sistema imunitário".

"Uma alimentação saudável e equilibrada contribui para um aumento das defesas do organismo, factor extremamente importante em altura de gripe", considerou a nutricionista.


Referencias:

http://cliquesaude.com.br/estudo-comprova-beneficios-do-consumo-de-frutas-492.html

http://cliquesaude.com.br/frutas-reduzem-em-30-risco-de-morte-por-cancer-300.html

http://crohn.netne.net/index.php/nutricao/306-frutas-e-legumes-em-tempo-de-gripe

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Crudivoro no Hospital II




Dei entrada no dia 1 na Ortopedia no Hospital do Barlavento Algarvio, em Portimão. Este não é um hospital particular e estou nas mesmas condições que qualquer pessoa normal.
Continuo sem saber a causa do inchaço do meu joelho esquerdo - passaram 5 dias e continuo na aventura de me recuperar e continuar a alimentar-me bem, na medida dos possíveis.
A alimentação dos hospitais é conhecida como muitas vezes sem sabor, sem qualidade, etc. Porém podemos ter um papel importante na alteração dessa situação.
Falei ontem com a dietista do hospital a qual se mostrou muito prestável e aceitou prontamente a minha dieta. Aquilo que parece extremismo para algumas pessoas (comer cru) pode ser bem aceite se explicarmos devidamente a nossa opção. Inclusive hoje trouxeram-me uma "cesta" com fruta para que eu possa fazer as minhas próprias combinações e também algumas nozes para que eu pudesse deixar de molho. Em vez do café com leite ou sumos/sucos em pacote consegui que me trouxessem um sumo natural tb. Começo assim as refeições, esperando depois cerca de 15 a 20 minutos até comer os sólidos.
Lógico que não consigo fazer grandes preparações culinárias mas dentro dos possíveis tenho conseguido manter os meus hábitos de comer pelo menos 80% cru.
Ficam algumas dicas para quem tenha que passar por uma situação idêntica (espero bem que não).
Linhaça - deixar de molho por algumas horas e lavar antes de usar - pode ser usada para misturar com a fruta. É excelente para ajudar a manter o funcionamento do intestino. Quando se está no hospital com a falta de movimento podemos facilmente ficar com prisão de ventre. Para álem disso e tal como já escrevi noutros posts a linhaça é um versátil alimento funcional com muitas propriedades importantes.
Amêndoas, nozes - podem tb ser deixadas de molho de um dia para o outro para complementar as refeições. São fontes de proteína e gorduras essenciais entre outros.
Pólen - o pólen é tão rico que quase poderia suprimir a maioria dos nutrientes que precisamos diariamente - as suas propriedades são inumeras sendo excelente não só como alimento mas tb como um reforço essencial do sistema imunitário. Combina bem com sumos/sucos de fruta ou espalhado em cima de fruta cortada aos bocados.
Mel - adoçante natural e não só mas tb uma excelente fonte de nutrientes.
Peça para lhe trazerem fruta com casca - assim evita saladas de fruta já preparadas e muitas vezes com açúcar. Podem tb conservar-se melhor mesmo sem ser no frio.

Material a ter para preparar de forma simples os alimentos:
Um coador ou peneira de rede fina.
Uma faca pequena,pois as facas de plástico não dão jeito nenhum para descascar.
Um ou vários recipientes em plástico para poder fazer as preparações e para manter algumas das frutas ou vegetais.
Dado que as saladas se podem tornar monótonas ( aqui repete-se - alface, cenoura, beterraba, tomate em quase todas as refeições) - se algum familiar ou amigo puder, peça para lhe trazerem alguns rebentos/brotos (pequenas quantidades de cada vez) ou outros vegetais que goste.
Para temperar pode utilizar molho de soja, limão, oregãos, etc, e até pode ter alguma salsa ou outra erva crescendo num vazinho.
Esta é tb uma forma de passar o "muito tempo" que passamos a ter. Descascar amêndoas, por exemplo, preparar alguns alimentos desvia-nos a atenção da dor e ajuda no processo de cura para além de manter a mente ocupada.
Não é difícil pois no hospital existem mesas que podemos ter sobre a cama e ai podemos preparar muita coisa.
domingo, 3 de janeiro de 2010

VIDEO: Codex Alimentarius - divulgue por favor!!!


Palestra da Dra. Rima Laibow da Natural Solutions Foundation (Fundação de Soluções Naturais), na Associação Nacional de Profissionais de Nutrição (NANP), sobre os acordos comerciais da OMC e suas regulamentações acerca da produção e comercialização dos alimentos, que incluem as seguintes exigências: inocuação dos alimentos por radiação, proibição de nutrientes considerados "tóxicos" e liberação do uso de agrotóxicos que já foram proibidos por causarem graves danos ao homem e o meio ambiente.



(resumo em edição)

Depois da II Guerra Mundial realizaram-se os julgamentos das pessoas que cometeram crimes contra a humanidade em Nova Hamburgo, os julgamentos foram liderados por tribunais Ingleses e Norte Americanos

Uma das pessoas, culpadas era o presidente da mega industria: I.G. Farben, que produziu as camaras de gás de aço para os campos de concentração e linhas férreas, as munições, quimicos de toda a espécie, inclusive fármacos...

Foi julgado a 29 de Julho de 1948 e apanhou somente 6 anos de prisão. Foi ele o autor do slogan "ARBEITH MACHT FREI" (O TRABALHO LIBERTA), utilizado na entrada nos campos de concentração como Auschwitz.

A empresa I.G. Farben foi transformada em 3 outras, hoje bem conhecidas Bayer, Hoechst, BASF.

Sentado na prisão pensando no seu slogan - ele pensou "bem este slogan não resultou", "o que mais podemos fazer?"
"Comida! Quem controla a comida, controla o mundo!"

Quando saiu da prisão dirigiu-se á ONU (Naçãos Unidas) com a sua nova ideia.

Se dominarmos a comida mundialmente, temos poder! E os seus colegas das Nações Unidas disseram: Boa Ideia!

E assim foi criada uma comissão de negócios - UMA COMISSÃO DE NEGÓCIOS, chamada Comité do Codex Alimentarius. Não é um comité de Saúde Pública, ou uma Comissão de Protecção Consumidor, é uma comité de negócios » dinheiro!!! Tem a ver com lucro.

Em 1962 os organizadores desta comissão disseram: "Vamos trabalhar para uma total e global implementação do Codex Alimentarius até 31 de Dezembro de 2009."

Foram então criados inumeros Comités, na pesca, Gorduras e òleos, Frutas e Vegetais, Castanhas, Nozes. Nutrientes e alimentos para usos dietéticos especiais, são actualmente mais ou menos 27 comités, organizações regionais, é uma burocracia montruosa, imensa.

O Codex prolmologou mais de 4000 directrizes e regulações em tudo, tudo o que possa legalmente ser posto na sua boca, com a excessão dos farmaceuticos, que não fazem parte do Codex, importante isto!

No entanto o Codex não tem qualquer valor legal . zero, quem se importa então? São apenas padrões...

Estamos falando de uma Indústria dominada, rgulações e criação de organizações. Mas se não tem valor legal, quem se importa, certo?


O Codex Alimentarius, existiu muito antes no Império Autro-Hungaro e foi a forma do poder poder regular com muitas, imensas regras, a comida e poder assim dominar mais ainda.
Chamava-se Codex Alimentarius e durou desde 1893 até ao fim do Império Autro Hungaro., na I Guerra Mundial.
A ideia existia então na tradição Germanica. "Precisamos de regras, mosntes de regras, vamos criar leis para tudo o que tem a ver com a comida."

Inicialmente as leis eram voluntárias, como directrizes!

O Codex Alimentarius é agora gerido pela FAO (Organização das Nações unidas para Agricultura e Alimentação) Juntamente com a OMS (Organização Mundial de Saúde). Estas organizações fundaram e regem o Codex a pedido das Nações Unidas.

O processo evoluio até que chegou ao passo 8 , passo final do processo administrativo,onde as directrizes passaram a normas, as quais passaram a ser acatadas mandatoriamente por todos os paises membros da Organização Mundial de Comércio (WTO/OMC). A OMC pode usar o Codex como uma ferramenta de poder para impor práticas em qualquer pais dbaixo da sua tutela.

Existem pessoas usando o Codex como armas, numa enorme batalha económica. A maioria dos paises do mundo entram na corrida para entrar em conformidade com o Codex.

O codex não serve ao bem estar do consumidor. Ele serve sim os interesses dos 5 gigantes GRANDE FARMA, GRANDE QUIMICA, GRANDE BIOTECNA, GRANDE AGRONEGÓCIO, GRANDE MÉDICA.

Em 4 de Julho de 2005 foi ratificado, uma directriz sobre Vitaminas e Minerais, supostamente voluntárias até 31 de Dezembro de 2009, essas directrizes passam a ser mandatórias a partir dessa data.

Em termos mais extremos este codex resume:"Tudo o que não é permitido é proibido."

2008 Nov 19
O Codex Alimentarius é um Programa Conjunto da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação - FAO e da Organização Mundial da Saúde - OMS. Trata-se de um fórum internacional de normalização sobre alimentos - sejam ...
2007 Ago 17
Codex Alimentarius. ► 6 Dezembro - 13 Dezembro (3). Agrião · Flor de tomate · Diospiro, fruto outonal. ► 22 Novembro - 29 Novembro (9). URINOTERAPIA - actualizado · O maior jantar de Alimentação Viva em Portugal · Workshop - India ...
2008 Abr 15
este sistema internacional de numeração, foi elaborado pelo comitê do codex alimentarius sobre aditivos alimentares e contaminantes de alimentos, para estabelecer um sistema numérico internacional de identificação dos aditivos ...
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