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quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Avanço contra o câncer de mama: agrião desliga o sinal que faz com que os tumores de desenvolvam

Feniletil isotiocianato suprime o desenvolvimento de células cancerígenas da mama, privando o tumor de sangue e oxigénio


Foto: Divulgação/Boncherry
Mulher realiza exame preventivo ao câncer de mama
Mulher realiza exame preventivo ao câncer de mama
Novos estudos científicos realizados na Universidade de Southampton, no Reino Unido, revelaram que um composto vegetal do agrião pode ter a habilidade de suprimir o desenvolvimento de células cancerígenas da mama por "desligar" um sinal no corpo e, assim, privar o tumor crescente de sangue e oxigênio.
A pesquisa mostra que o composto de agrião é capaz de interferir com a função de uma proteína que desempenha um papel crítico no desenvolvimento do câncer/cancro.Enquanto os tumores se desenvolvem, eles rapidamente superam o suprimento de sangue existente, e enviam sinais que agem nos tecidos normais circundantes, fazendo com que cresçam novos vasos sanguíneos para alimentar o tumor com oxigênio e nutrientes.


 À medida que os tumores se desenvolvem precisam de mais sangue e começam a estimular os tecidos circundantes, para o crescimento de novos vasos sanguíneos. 
 O feniletil isotiocianato também parece induzir a apoptose (morte celular) em algumas células cancerígenas e, em alguns casos, também em células que são resistentes às drogas utilizadas em quimioterapia. 
A pesquisa, liderada pelo professor Graham Packham, mostra que o composto vegetal chamado feniletil isotiocianato, encontrado no agrião, pode bloquear esse processo, interferindo e "desligando" a função de uma proteína chamada Fator de Hipóxia Induzível (HIF).
"A pesquisa dá um passo importante para a compreensão dos benefícios potenciais desta folha, porque mostra que comer agrião pode interferir com um caminho que já foi fortemente ligado ao desenvolvimento de câncer", disse Packham. "Conhecer os fatores de risco para o câncer é a principal meta e estudos sobre a dieta que são parte importante deste processo. No entanto, relativamente pouco trabalho está sendo realizado no Reino Unido sobre as relações entre os alimentos que comemos e o desenvolvimento do câncer/cancro."
Trabalhando com Barbara, Packham realizou um estudo piloto no qual um pequeno grupo de sobreviventes de câncer/cancro de mama, passaram por um período de jejum antes de comer 80g de agrião e, em seguida, fornecerem uma série de amostras de sangue durante as 24 horas seguintes.
A equipe de pesquisadores foi capaz de detectar níveis significativos de compostos da planta no sangue dos participantes após a refeição com agrião e o mais importante, mostrou que a função da proteína HIF também foi mensuravelmente afetada nas células de sangue das mulheres.
O estudo fornece uma nova visão sobre os potenciais efeitos anti-câncer de agrião, apesar de mais pesquisa precisar ser feita para determinar se a folha tem impacto direto na redução do risco da doença.
Os resultados desta pesquisa, que foram publicados apenas no Jornal Britânico de Farmacologia Bioquímica e Nutrição, fornece uma visão nova e espero que simplesmente comer agrião regularmente possa proteger contra e talvez ajudar a tratar câncer.
"Esta não é uma cura para o câncer, mas pode muito bem ajudar a prevenir a doença", disse ainda o professor Packham. "Realizamos este estudo com um punhado sobreviventes de cancro da mama, mas que tem potencial para ter o mesmo efeito com outros cânceres também ".

"Estamos muito animados com o resultado do trabalho do professor Packham, que sustenta a idéia de que o agrião pode ter um papel importante a desempenhar para limitar o desenvolvimento de câncer/cancror", concluiu Steve Rothwell, do Watercress Alliance.
Fonte: British Journal of Nutrition
Published online ahead of print, doi: 10.1017/S0007114510002217
“In vivo modulation of 4E binding protein 1 (4E-BP1) phosphorylation by watercress: a pilot study”
Authors: S.S. Syed Alwi, B.E. Cavell, U. Telang, M.E. Morris, B.M. Parry, G. Packham. 
Outras propriedades do Agrião
Para aproveitar ao máximo as importantes propriedades do agrião, é necessário utilizá-lo muito fresco e verde e lavá-lo previamente, pois é susceptível de transmitir ao homem uma doença parasitária, a distomatose. Se estas regras forem devidamente cumplidas, a planta merece indubitavelmente a designação de «saúde do corpo», que lhe é atribuída nos meios rurais em França. É uma pequena plantavivaz, aquática, cujo cheiro picante determinou o seu nome científico Nasturtium, que deriva da expressão latina nasus tortus, nariz torcido.
A espécie cultivada tem as mesmas propriedades. Para o encontrar em locais onde não é cultivado, são necessários longos percursos pelos prados húmidos, até conseguir colhê-lo numa nascente, numa fonte ou num pequeno regato. É frequente encontrar próximo deste o falso-agrião, uma umbelífera afim do aipo (Heloscyadium ñodiflorum) que não é venenosa, sendo, no entanto, aconselhável eliminá-la logo que identifica-da. As suas flores estão dispostas em umbelas, e os seus folíolos dentados adelgaçam-se progressivamente. Possui um sabor diferente do do agrião.
O agrião é uma planta de grande valor medicinal, pois a sua riqueza em vitaminas e sais minerais confere-lhe propriedades de excelente estimulante e antiescorbútico também para além das propriedades anti-cancerígenas mencionadas acima.
As propriedades terapêuticas do agrião combatem ainda o raquitismo, o ácido úrico e as doenças do pulmão, agindo na purificação do fígado e do estômago.Os fumadores devem fazer uso do agrião, uma vez por semana, para a desintoxicação do organismo. O seu sumo, adoçado com mel é um excelente xarope para combater bronquite, tosse, tuberculose pulmonar e toda sorte de enfermidades catarrais. Usa-se em saladas para combater a diabetes, e o consumo diário para os que sofrem de acido úrico.

 Interromper a utilização se surgir uma irritação dolorosa da vesícula.


Adaptação de Luís Guerreiro..
Fontes: 
Consultado em 13/10/2010

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