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sexta-feira, 14 de maio de 2010

Bento XVI evoca a relação de Jesus com os Essénios

Tal como referi em outros artigos não sou adepto de nenhuma religião mas fascinam-me as mensagens fantásticas que os mestres espirituais nos deixaram e até que enfim a igreja católica começa a abrir um pouco as portas para outras hipóteses da história de Jesus.


Os essénios eram vegetarianos, curadores através de métodos que usavam o jejum e a alimentação crua.


...em baixo reúno vários dos artigos que encontrei.






O Papa Bento XVI estabeleceu  uma relação entre Jesus e os essênios, que ficaram conhecidos graças à descoberta dos manuscritos de Qumran descobertos no Mar Morto, ao afirmar que o calendário seguido por Jesus Cristo na Páscoa poderia ser o mesmo deste grupo religioso.
 O Papa Ratzinger declarou que Jesus "celebrou a Páscoa com seus discípulos provavelmente segundo o calendário de Qumran, e por isso, pelo menos um dia antes" da data estabelecida na época.
    Bento XVI acrescentou que essa hipótese não é ainda aceita por todos, mas que é a mais provável para explicar as "aparentes contradições" entre os diferentes Evangelhos que contam a vida de Cristo.
    No Evangelho de João, Jesus morre na cruz no momento da Páscoa judia, quando os cordeiros são sacrificados no Templo de Jerusalém, enquanto que, nos outros três Evangelhos, sua "Última Ceia" acontece na noite de Páscoa.
    Além disso, segundo o Papa, Jesus celebrou a Páscoa "sem cordeiro, como a comunidade de Qumran", que não sacrificava animais. "No lugar do cordeiro ofereceu sua vida", acrescentou.
    Os manuscritos de Qumran, descobertos na Cisjordânia, foram atribuídos pelos historiadores e especialistas da Bíblia aos essêniios, uma seita que rompeu com o poder sacerdotal de Jerusalém.





Evangelho Essênio da Paz


O Manuscrito foi depois encontrado nos arquivos do Vaticano, pelo húngaro Edmond Szekely que obteve permissão para pesquisar os arquivos secretos à procura de livros que teriam influenciado São Francisco de Assis, que confirmam este facto. Szekely vagueou pelos mais de 40 quilómetros de estantes com pergaminhos e papiros milenares e manuscritos originais de muitos santos e apóstolos condenados a permanecer escondidos para sempre. De todas as raridades viu uma obra que lhe chamou a atenção. Era o Evangelho Essênio da Paz. O livro teria sido escrito pelo apóstolo João e narrava passagens desconhecidas na Bíblia sobre a vida de Jesus Cristo. Ele traduziu o texto e o publicou-o em quatro volumes. A Igreja sentindo-se traida pelo pesquisador, excomungou-o.
Os Essénios eram um povo humilde, de grande conhecimento, originário do Egipto, que formavam um grupo de Judeus que abandonaram as cidades e rumaram para o deserto, passando a viver às margens do Mar Morto. Foram uma das três principais seitas religiosas da Palestina (Saduceus, Fariséus e Essénios) e acreditava-se que Jesus foi membro do grupo do norte que se concentrava ao redor do Monte Carmelo, como de resto o tinha sido seu primo João Baptista.

Um dos seus redutos era Nazaré e por isso eram conhecidos também por “os Nazarenos”, tal como Jesus, e seus membros vestiam-se de branco, fazendo uma vida simples, de isolamento, de entrega a Deus, e seguiam uma dieta estritamente vegetariana.


Em 1880 o reverendo inglês Gideon Ouseley achou um manuscrito chamado O “Evangelho dos Doze Santos” num monastério budista na índia, escrito em aramaico - a língua que Jesus falava - que teria sido levado para o Oriente por essênios refugiados. Nessa versão desconhecida do Novo Testamento revela-se mesmo um Jesus que defendia a reencarnação e era vegetariano, pois condenava o próprio morticínio dos animais dizendo nocapítulo 21 o seguinte: “Vim para abolir as festas sangrentas e os sacrifícios, e se não cessais de sacrificar e comer carne e sangue dos animais, a ira de Deus não terminará de persegui-los, como também perseguiu a vossos antepassados no deserto, que se dedicaram a comer carne e que foram eliminados por epidemias e pestes.”

Mais se afirma que: “as aves se reuniam ao seu redor e lhes davam as boas-vindas com seu canto e outras criaturas vivas se postavam a seus pés e ele (Jesus) as alimentava com suas mãos'...

Talvez todo este conhecimento tenha chegado a Francisco de Assis e o tenha inspirado na sua vida, pois que amava todas as criaturas, tratando todos os animais por irmãos, e também era vegetariano.

Os essênios acreditavam na santidade e unidade da vida e muitas passagens do Evangelho essênio referem-se à doutrina de amor incondicional a Deus, à Humanidade e a todos os seres da Criação.

Vale a pena ler também o capitulo 90 do mesmo Evangelhos dos Doze, onde Jesus fala sobre o que é a Verdade. Clicar aqui.

Por fim, em 1970 um ‘pesquisador’ inglês, de nome John Allegro, pretendia desmistificar a existência de Jesus dizendo que não passava tudo de uma invenção ou alucinação colectiva causada pela ingestão de cogumelos. As suas afirmações estapafurdias cairam no ridículo e muitos cientistas até o censuraram, pois já haviam provas históricas irrefutáveis sobre a existência de Jesus que o historiador romano Flávio Josefo referia em seus escritos, e mais ainda os Manuscritos encontrados em 1947 nas cavernas de Qumram, próximas do Mar Morto, onde estavam escondidos dentro de jarros de barro, falando da vida Jesus Cristo. Foi de resto o maior achado arqueológico da história da Humanidade sobre aspectos bíblicos que se desconheciam ou estavam omissos até hoje.




 

   Na foto abaixo vê-se o local onde foram encontrados acidentalmente os Manuscritos por um pastor beduino, chamado Muhammad Dib, da tribo dos Tamirés, que saiu à procura de uma cabra desgarrada que tinha desaparecido do seu rebanho e se perdera entre as rochas. Não foi por acaso naturalmente. Ele foi atraido ao local daquele modo e descobriu uma caverna onde começaria todo o achado do grande  'tesouro' mantido ali por mais de dois milénios até ser descoberto a meio do século XX.

  

     

"Tratam-se de documentos escritos há mais de dois mil anos, quando Jesus e o cristianismo nasceram. Eles incluem textos bíblicos, apócrifos e comentários sobre a Bíblia. Falam da origem comum dos judeus e dos cristãos. É verdade que não existem entre eles cópias do Novo Testamento, simplesmente porque o Novo Testamento foi compilado depois que os manuscritos foram escondidos nas cavernas. Mas podem-se ver neles as origens do cristianismo, junto com textos bíblicos e outros textos judaicos. Constata-se assim, a origem comum das duas religiões".


Dra. Pnina Shor, chefe da Seção de Conservação de Artefatos do Departamento de Antiguidades de Israel.


A chamada "tese essênia", embora seja em nossos dias alvo de muitos debates, é a mais amplamente aceita no mundo acadêmico. Assim a descreve Aimé Fuchs (1925-2006), catedrático no Instituto de Pesquisa de Matemáticas Avançadas de Strasbourg: "Os historiadores do primeiro século da nossa era, Fílon de Alexandria, Caio Plinio Segundo e, sobretudo, Flávio Josefo, relataram que, ao noroeste das margens do Mar Morto, vivia naquela época uma comunidade de cenobitas chamados essênios, que eram celibatários, vegetarianos e praticavam um modo de vida bem austero segundo as prescrições da Torá. Ora, os manuscritos foram encontrados justamente nessas paragens perto do Mar Morto. Essa coincidência fez com que surgisse a tese [...] segundo a qual o conjunto dos manuscritos do Mar Morto provém de uma comunidade essênia que então se encontrava na região de Qumram. E que essa comunidade, por causa do avanço das tropas romanas, teria escondido esses manuscritos nas cavernas da redondeza um pouco antes da queda de Jerusalém, em 70 d. C.".


Essénios ou Therepeutes


O nome Essênios deriva da palavra egípcia Kashai, que significa “secreto”. Na língua grega, o termo utilizado é “therepeutes”, originário da palavra Síria “asaya”, que significa médico.

A organização nasceu no Egito nos anos que precedem o Faraó Akhenathon, o grande fundador da primeira religião monoteísta, sendo difundida em diferentes partes do mundo, inclusive em Qumran. Nos escritos dos Rosacruzes, os Essênios são considerados como uma ramificação da “Grande Fraternidade Branca”.






Pão essênio: O pão da vida




O pão essênio está entre os principais alimentos consumidos por Jesus! Trata-se de um milagre em termos de nutrientes e energia vital. Também é produzido com trigo germinado, mas ao invés de ser assado ao forno, é desidratado como se fosse uma passa de fruta. Nesse processo de desidratação o pão essênio torna-se crocante, seco, gostoso e altamente nutritivo. Pelo fato de ser exposto apenas a um calor inferior a 43oC, as enzimas naturais do trigo não se destroem e você ingere um pão de trigo com a maioria das vantagens do trigo vivo. Nesse sentido o pão essênio pode ser chamado de “o legítimo pão da vida” que associado com o “sangue vegetal”, a clorofila, justifica a expressão “milagre”...

Receita de Pão Essênio

A receita básica tem mais de 2000 anos e consta do Evangelho de Paz dos Essênios.

Colocamos uma xícara e meia de grãos orgânicos (trigo, centeio, milho, cevada, aveia) em três xícaras de água, durante uma noite.

Escorremos a água e deixamos germinar durante 36 horas, enxaguando e escorrendo os grão de duas a três vezes ao dia.

Moemos os grãos germinados em um moedor, um liqüidificador ou um processador.

Amassamos até adquirir a consistência de uma massa de pão.

Podemos adicionar diversos temperos (timo ou cominho), alimentos (alho ou cebola picada) ou passas, tâmaras, sementes de girassol, etc.

Untamos uma assadeira ou frigideira e colocamos a massa em rodelas achatadas.

Colocamos no sol ou em um lugar quente (um forno morno).

O pão está pronto quando por fora formou-se uma crosta fina e dentro está úmido, mas não grudento



Saber mais http://alimentacaoviva.blogspot.com/2008/01/po-essnio.html





Manuscrito encontrado no mar morto afirma que Jesus era essênio e vegetariano.


Os essênios eram e formavam uma sociedade de terapêutas,completamente espiritualizados por sua própria natureza,desvínculados dos valores passageiros e que se amavam como amavam à si próprios.Curavam com as mãos pelo poder da mente em toques sôbre os centros nervosos e autônomos, eram provenientes do Egito,viviam em cavernas,e defendiam a igualdade e a liberdade entre os homens,eram iniciados e procuravam o mais importante se respeitarem e amarem a DEUS.

Para os historiadores, os essênios seriam até hoje uma nota de rodapé na História se, em 1947, dois pastores beduínos não tivessem por acidente levado a uma das maiores descobertas arqueológicas do século. Escondidos em cavernas próximas ao Mar Morto, em Israel, 813 manuscritos redigidos pelos essênios a partir de 225 a.C.

O ano 68 da nossa era guardava as mais antigas cópias do Antigo Testamento, calendários e textos da Bíblia. Perto das cavernas, em Qumran, estavam as ruínas de um monastério essênio.

Cultivavam rebentos germinados e não cozinhavam nada a uma temperatura superior à do seu próprio corpo.

Eles possuíam pomares e hortos irrigados pela água da chuva, que era recolhida em enormes cisternas e servia como bebida. Além dela, as bebidas essênias se resumiam ao sumo de frutas’ e “vinho novo”, um extrato de uva levemente fermentado.

Em muitos aspectos permacultores de outros tempos.



Referencias: 
http://www.ejpress.org/article/15698
AFP 051801 APR 07
http://www.novaera-alvorecer.net/os_essenios_e_jesus.htm
http://www.arautos.org/view/viewPrinter/8095--palavras-que-mudaram-o-mundo-
FUCHS, Aimé. Les manuscrits de la Mer Morte. Strasbourg: Institut de Recherche Matématique Avancée, 2000, p. 2 - tradução nossa.
Prof. Eleazar Lipa Sukenik (1899- 1953), arqueólogo israelense e professor da Universidade Hebraica de Jerusalém.
(Revista Arautos do Evangelho, Set/2009, n. 93, p. 48 à 51)

http://saudealternativa.org/tag/comida-viva/
http://permaculturaportugal.ning.com/profiles/blogs/manuscrito-encontrado-no-mar
http://permaculturaportugal.ning.com/group/filosofiadevida/forum/topics/cristianismo-1

1 comentários:

Virgínia disse...

Muitíssimo interessante, obrigada!