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terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Sintomas de TDAH em crianças causados por exposição ao chumbo, afirma novo estudo


 O que causa o problema comportamental  diagnosticado em crianças conhecido como Transtorno do Déficit de Atenção com  Hiperatividade (TDAH), que leva a inúmeros jovens a serem tratados com drogas estimulantes de sérios efeitos secundários? A Investigação tem incidido sobre a questão genética e, mais recentemente, na idéia de que múltiplas causas ambientais poderiam ser a causa.




Por exemplo, de acordo com o National Institutes of Health (NIH), um recente estudo britânico indica que determinados aditivos alimentares como corantes ou conservantes podem causar sintomas de TDAH em algumas crianças.


Agora, dois estudos - um publicado na edição de Janeiro do Journal of Child Psychology and Psychiatry e outras informações publicadas na edição de fevereiro da revista Current Directions in Psychological Science  - levam a crer que o chumbo é uma das razões principais do TDAH.


Em níveis muito elevados, o envenenamento por chumbo pode causar convulsões, coma e até matar. Mas é  a exposição crônica, a longo prazo, que é a ameaça à saúde mais comum, especialmente para as crianças. Os pesquisadores já haviam ligado níveis sanguíneos elevados de chumbo em crianças com problemas variando de retardo mental a dificuldades de aprendizagem. Em comunicado, aos media, o pesquisador Joel Niggo da Oregon Health and Science University , que é co-autor de dois dos novos estudos, indicou que o chumbo, uma neurotoxina conhecida, é o metal candidato ideal para causar TDAH. 


Embora se tenham reduzido drasticamente a exposição ambiental, regulamentando o combustível de automóveis e componentes de tintas, o chumbo é encontrado ainda em tudo, desde jóias infantis, roupa e brinquedos, no solo e alguns doces. Na verdade, o Dr. Nigg afirmou que praticamente todas as crianças nos E.U. têm níveis mensuráveis de chumbo nos  seus corpos.


Pesquisa mostra ligação entre a exposição ao chumbo e diagnósticos de TDAH

O primeiro dos estudos recentes do Dr. Nigg investigou os níveis de chumbo encontrados em 236 crianças com idades entre seis e 17 com diagnóstico de TDAH. Quando essas medidas foram comparadas às de um grupo controle de crianças sem sintomas de TDAH, os pesquisadores descobriram que as crianças diagnosticadas com sintomas de hiperatividade / impulsividade (não desatenção) apresentaram níveis ligeiramente mais elevados de chumbo no sangue. Num segundo estudo, os pesquisadores concluíram que havia uma ligação muito forte entre os níveis de chumbo no sangue e  sintomas de TDAH.


De acordo com o comunicado de imprensa, o Dr. Nigg tem uma explicação de como o chumbo poderia causar TDAH. Resumindo: ele pensa que o chumbo se acumula em locais específicos do cérebro como o striatrum e córtex frontal, onde o metal faz com genes específicos se liguem ou fiquem inactivos. Esta atividade do cérebro interrompe e altera os processos psicológicos apoiadas por esses neurônios, teoriza ele, e contribui para a hiperatividade e falta de vigilância.


O que os pais podem fazer se estão preocupados com a exposição dos seus filhos ao chumbo? Em primeiro lugar, estar ciente de que muitos lares  têm pintura à base de chumbo, a remodulação das casas poderá ser uma medida preventiva mas implica raspar as paredes para retirar a tinta velha. Casas velhas também têm frequentemente chumbo nas tubulações de água ou esgoto. Isso faz com que a água da torneira seja uma fonte potencialmente perigosa de chumbo.


O site do Minnesota Department of Health's Lead Poisoning Prevention (Departamento do Minnesota de   Prevenção do Envenenamento com Chumbo)  oferece estas dicas adicionais para manter os níveis de chumbo em crianças tão baixa quanto possível através de uma boa alimentação: 

• Porque é mais fácil absorver chumbo com o estômago vazio, as crianças devem comer quatro a seis pequenas refeições por dia.
• Os níveis normais de ferro podem proteger contra os efeitos nocivos do chumbo. Portanto, certifique-se de crianças comem alimentos ricos em ferro, incluindo passas, ameixas e outras frutas secas.
• O cálcio também reduz a exposição ao chumbo. Sirva aosjovens alimentos ricos em cálcio, incluindo iogurte,  espinafre, couve e outros vegetais de folhas verdes.



• A vitamina C também é importante  e esta pode ser enconteda nos citrinos, bróculos (brócolis no Brasil), couve e outras folhas verdes.



Referencias

http://www.naturalnews.com/02817...
http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/... http://www.nimh.nih.gov/health/publ...
http://www.health.state.mn.us/divs/...



É dificil dizer que doces é que tem chumbo porque tudo depende do processo de fabricação e principalmente da forma como são embalados. Muitas vezes é usado o "papel chumbo" para embrulhar doces. O chocolate tem uma das maiores concentrações de chumbo dentre os produtos que fazem parte da dieta de um típico indivíduo ocidental, o que pode levar a um leve envenenamento por chumbo. Estudos recentes mostram que os grãos de cacau absorvem pouco chumbo, mas a contaminação ainda pode ocorrer no processo de fabricação. Fonte: Wikipedia Outras substancias tóxicas em brinquedos e acessórios para crianças Os plastificantes são usados para tornar o PVC flexível. A classe de plastificantes mais usada é a dos ftalatos, substâncias extremamente tóxicas. Os ftalatos são usados em quantidades tão elevadas que podem constituir até 50% da massa de produtos como capas-de-chuva para crianças e alguns brinquedos para bebés, incluindo mordedores. Estudos realizados por cientistas de agências ambientais de governos da Europa mostraram que, quando as crianças colocam brinquedos flexíveis de vinil na boca, podem engolir doses perigosas de ftalatos. Os efeitos dessas substâncias estão principalmente relacionados a danos nos rins, fígado e sistema reprodutivo. Por que o chumbo continua a ser usado? A indústria do PVC declarou por vários anos que o chumbo pode ser facilmente substituído por outras substâncias menos tóxicas. Apesar disso, o chumbo continua a ser largamente utilizado nos produtos de PVC. Ou a alegação da indústria não é verdadeira ou os produtores não consideram o envenenamento por chumbo uma questão urgente. Representantes do governo, dos média e o público americanos ficaram chocados quando, em Junho de 1996, se descobriu que persianas de vinil continham níveis elevados de chumbo e que as crianças poderiam ingerir a poeira de chumbo depositada na superfície desses produtos. Quase um ano mais tarde, o escritório do Greenpeace nos EUA encontrou praticamente os mesmos resultados numa série de produtos de PVC destinados a crianças. Fonte: http://polimeros.no.sapo.pt/brinquedoseembalagens.http://polimeros.no.sapo.pt/brinquedoseembalagens.htm Poluição industrial: o chumbo é empregado em ligas metálicas, em corantes, em medicamentos de uso tópicos, em tintas anti ferruginosas, em agrotóxicos, em acumuladores e baterias. A contaminação da água e de outros alimentos é originada especialmente pelas indústrias. No ar: os níveis de concentração de chumbo no ar oscilam com as condições de urbanização e as dimensões da poluição industrial. Fontes apreciáveis são provenientes da combustão da gasolina contendo aditivos com tetraetileno de chumbo ( embora a legislação brasileira proíba esta utilização, ainda ocorre esta fraude ). Estes vapores precipitam sobre as culturas distantes das estradas 50 metros ou mais, das elevando de modo significativo, o teor de chumbo em vegetais e conseqüentemente em alimentos. Apesar de a mobilidade do chumbo no solo ser baixa, a chuva ácida, que ocorre pela presença de dióxido de enxofre em centros urbanos altamente poluídos, pode promover o seu transporte através da lixiviação, principalmente quando a capacidade de retenção dele no solo já estiver saturada. Em alimentos: sucos de frutas podem conter chumbo, quando as prensas são dotadas de peças de zinco; moinhos cujas pedras são tratadas com chumbo, podem originar farinhas impuras e contaminadas. Recipientes de alimentos nos quais são utilizados vernizes de chumbo e ainda de cobre estanhado, devido ao emprego de estanho impuro. Também latas utilizadas para envazar conservas vegetais, quando indevidamente soldadas, podem introduzir partículas de chumbo no interior das mesmas, quando atacado por alimentos ácidos ( molhos de tomate, sucos de frutas cítricas em calda, etc...). Por isto deve-se preferir os alimentos envasados em vidros, pois a concentração de chumbo nestes alimentos será aproximadamente 12 vezes menor. Recipiente de captação de leite nas fazendas quando soldados com estanho ( 60/40: estanho /chumbo ) quando o permitido seria no máximo 1% de chumbo envases de cerâmica vitrificada com óxido de chumbo de recipiente de zinco também podem ser veículos de contaminação. Fígado e rins dos animais são órgãos que podem possuir maiores concentrações desse metal. Em fontes agrícolas: com a redução do emprego do arseniato de chumbo na agricultura tem diminuindo a quantidade de chumbo introduzida nas culturas através de alimentos. Esse agrotóxico, em determinadas regiões, ainda é usado no cultivo do fumo, que nestas condições tem seu teor de chumbo aumentado. Outras fontes: tintas, tintura para cabelos, encanamentos, tubos de pasta de dente... Fonte: http://www.medicinacomplementar.com.br/fontes_contaminacao.asp Em crianças, a absorção do chumbo e cádmio ingeridos é maior que nos adultos e depende do tipo da dieta alimentar e do estado nutricional do indivíduo. O efeito tóxico em crianças é maior por que o chumbo depositado nos ossos fica em constante mobilidade devido ao seu crescimento. O esqueleto, na primeira infância, aumenta quarenta vezes em relação à sua massa original, e durante esse período há uma maior capacidade de acumular chumbo. Ziegler e col. mostraram que as crianças absorvem cerca de 40% do chumbo ingerido, enquanto que os adultos absorvem somente 5 a 10%. Referencias: JOKADA, Isaura A. et al. Avaliação dos níveis de chumbo e cádmio em leite em decorrência de contaminação ambiental na região do Vale do Paraíba, Sudeste do Brasil. Rev. Saúde Pública [online]. 1997, vol.31, n.2 [cited 2010-02-16], pp. 140-143 . Available from: . ISSN 0034-8910. doi: 10.1590/S0034-89101997000200006.

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