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quinta-feira, 14 de agosto de 2008

Um drink rico em Magnésio

Sem magnésio não haveria vida possível sobre a terra, não só por fazer parte da composição dos pigmentos verdes dos vegetais superiores, permitindo a utilização da energia solar e síntese das substâncias orgânicas indispensáveis à vida vegetal e animal, como pelo seu papel de coenzima em diversos processos metabólicos.

O magnésio está envolvido na formação de ossos e dentes, no funcionamento do sistema nervoso e dos músculos, na síntese dos ácidos graxos e proteínas, entre outras funções.


Funções:

  • Regula a atividade neuromuscular do coração
  • Ajuda a converter o açúcar em energia
  • Metaboliza o cálcio e a vitamina C

  • Uma das maiores fontes de Magnésio está no grão de bico (560 mg em cada 100g), que podemos germinar para aproveitarmos em sucos, saladas, pastinha de húmus, etc.
    Outra boa fonte são as amêndoas (205 mg em cada 100g)


    Foto do site : http://rawmom.com/blog/?cat=70


    Veja a receita desse shake poderoso:

    Deixe 1 punhado de amêndoas ou castanha de cajú sem torrar (1 xícara de chá) de molho em água filtrada (por pelo menos 4 horas, ou de uma noite para o dia)
    Despreze a água do molho e coloque no liquidificador com 500 ml de água filtrada, bata por alguns minutos.
    Coe o leite em um "pano de prato" limpo e aperte até ficar só o resíduo da amêndoa/castanha.
    Com esse leite no liquidificador, acrescente 2 bananas cortadas em rodelas e previamente congeladas (deixe no freezer por aproximadamente 1 hora), acrescente folhas de hortelã fresca, e 1 ou 2 colheres de sopa de mel.
    Bata até engrossar (vai ficar espesso).
    Muito saboroso

    Fonte: Blog Comer Cru de
    domingo, 10 de agosto de 2008

    Intolerância à lactose

    A estimativa é de que 60% da população mundial tenha algum grau de intolerância ao leite – problema mais comum ligado à bebida. “Tudo começaria por volta dos 5 anos, quando, geralmente, o organismo humano começa a diminuir a produção de uma enzima chamada lactase, responsável pela digestão da lactose, o açúcar do leite”, diz a nutricionista Vanderlí Marchiori, fitoterapeuta, especialista em alimentação funcional e colaboradora do Conselho Regional de Nutrição, em São Paulo. A reação não é percebida sempre. Muita gente só descobre a intolerância mais tarde, quando deixa o alimento de lado e nota que a saúde e a pele melhoram. Quando não é digerida, a lactose passa por um processo de fermentação no intestino e se transforma em “comida” para fungos e outros microorganismos típicos da flora intestinal, que se multiplicam causando doenças e deixando as bactérias do bem, como os lactobacilos, em desvantagem. Quando isso acontece, o corpo dá sinais: intestino preso, dores abdominais, flatulência, dores de cabeça e dermatite atópia – uma alergia de pele que provoca manchas avermelhadas e coceira. Como as vitaminas e outros nutrientes essenciais dependem de um intestino sadio para ser absorvidos, o bom funcionamento do organismo como um todo acaba sendo afetado.


    alergia às proteínas


    Para a turma do contra, a intolerância à lactose não é o problema mais sério relacionado ao leite. “Complicada mesmo é a alergia às proteínas, principalmente a betalactoglobulina e a caseína. O organismo humano não tem enzimas que possam digerir essas substâncias”, diz a nutricionista Denise Madi Carreira. Há dez anos, ela resolveu pesquisar o leite depois de, a pedido do pediatra, eliminá-lo da alimentação de seu filho, de 12 anos, que, até então, sofria de rinite, sinusite e bronquite. Depois disso, o garoto nunca mais precisou tomar remédio. “O leite estimula a produção de muco, que, em excesso, está relacionado a uma série de problemas respiratórios”, explica George Eliane Silva, clínico geral, homeopata e nutrólogo. Sua opinião é compartilhada por vários profissionais que defendem a restrição ao consumo de leite.
    Denise continua estudando o assunto até hoje e uma de suas conclusões é que as proteínas do leite não digeridas alteram a parede intestinal, responsável pela absorção dos nutrientes. “Essa alteração permite que as moléculas tóxicas, que seriam excretadas, entrem na corrente sanguínea, deixando o organismo mais vulnerável a doenças.” Por isso, alguns médicos e nutricionistas optam por retirar não só o leite como todos os laticínios da dieta de seus pacientes alérgicos. Ao contrário do que acontece com a lactose, não existe um processo industrial que faça a pré-digestão das proteínas. A alergia às proteínas lácteas não é diagnosticada com facilidade, e não há um exame 100% confiável. Muitas vezes, quando identificada, a doença já afetou o organismo.
    Segundo a nutróloga Berenice Wilke, da Associação Brasileira de Medicina Complementar, todo leite animal (vaca, cabra e búfala) pode causar alergia por ser de difícil digestão. Uma saída seria substituí-lo pelo de soja (aquele do tipo original, sem sabor de fruta). Ele tem teor de proteína semelhante ao do leite de vaca e existem versões enriquecidas com cálcio. Maria Luiza não concorda e rebate com dados de mais uma pesquisa a favor da bebida. “O CLA, um ácido graxo presente na gordura do leite, tem propriedades anticancerígenas.” Como você vê, a discussão só está começando.
    até depressão?

    É no intestino que boa parte da serotonina, o neurotransmissor responsável pela sensação de bem-estar e pela diminuição do apetite por carboidratos, é produzida. Quando as funções do intestino são prejudicadas — seja pela presença indigesta de um alimento ou por outro tipo de distúrbio —, a produção de serotonina fica comprometida. E a falta dessa substância no organismo está associada à depressão. “Se a causa do problema não é combatida, não adianta tomar antidepressivo”, diz Joaquim Ambrósio Trebbi Gonçalves, do Hospital da Beneficência Portuguesa, em São Paulo. Médico ortomolecular e especialista em cardiologia, nutrição e medicina intensiva, ele é o supervisor técnico do livro Leite: Alimento ou Veneno? (editora Ground), do americano Robert Cohen, recém-lançado no Brasil. Na publicação, Cohen, psicólogo especializado em psicobiologia, lista outras doenças que poderiam ser desencadeadas pelo consumo de leite. O autor relaciona, inclusive, diversos tipos de tumor ao acúmulo no organismo dos hormônios do crescimento bovino, usados para aumentar a produção de leite. Essa relação aparece também no livro O Leite Que Ameaça as Mulheres, do francês Raphaël Nogier (Ícone Editora). Pesquisas recentes, feitas na Austrália e divulgadas pela Sociedade Brasileira de Diabetes, levantaram a suspeita de que a proteína do leite pode ser um gatilho para o diabetes tipo 1 em pessoas que já tenham uma predisposição para a doença. Mas são estudos iniciais, ainda sem confirmação definitiva. O médico grego Fedon Alexander Lindberg escreve no livro A Dieta dos Deuses (Editora Gente) que, consumido com moderação, o leite pode fazer parte de uma dieta balanceada desde que o organismo o tolere bem. Mas avisa: “Nenhum outro animal ingere leite de espécies diferentes após o período de lactação”. E conclui: o ser humano se mantém saudável sem consumir leite. Afinal, 1,2 bilhão de habitantes da China sobrevivem muito bem sem laticínios. Sua preocupação é o risco de osteoporose? Segundo Fedon, os escandinavos, grandes consumidores da bebida, apresentam freqüente incidência de perda de massa óssea.


    vai faltar cálcio?
    Sem dúvida, o leite (e derivados) é campeão absoluto de cálcio, mineral mais que importante para garantir ossos fortes. Mas, veja bem: não basta incluí-lo no cardápio. Para manter o equilíbrio ideal de cálcio, o organismo não depende apenas da ingestão mas também da absorção desse mineral. Segundo especialistas, o cálcio necessita de outros minerais como o boro, o magnésio e o manganês para ser fixado nos ossos. E a presença desses nutrientes depende diretamente de uma alimentação balanceada. As folhas escuras, como couve, brócolis, chicória, almeirão, escarola e mostarda, têm de sobra tanto o cálcio como os outros minerais citados. Um prato de sobremesa dessas verduras todos os dias, no almoço ou no jantar, dá conta de repor o cálcio que o corpo precisa. Outra alternativa, segundo a nutricionista Vanderlí Marchiori, é incluir nas receitas diárias uma pasta de gergelim chamada tahine, tempero de origem árabe encontrado nos supermercados. Ela sugere também o consumo diário de uma colher de sobremesa da mistura de sementes de linhaça, girassol (sem casca) e gergelim. Vanderlí ressalta que, quando o manganês, o magnésio e o boro são insuficientes, o cálcio fica circulando pelo organismo, podendo causar artrite, bursite e cálculos renais.


    Nota: (Luis Guerreiro) - A melhor forma de consumir o leite é através do kefir que pré-digere o mesmo.


    Adaptação de Luis Guerreiro


    Fonte: boaforma.abril.com.br

    ONU: País desperdiça 70 mil toneladas em alimentos por ano

    JB Online


    Em tempos em que a demanda mundial por alimentos impulsiona a inflação, o Brasil desperdiça, por ano, cerca de 70 mil toneladas de comida, segundo relatório da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO). Além disso, 64% do que é plantado se perdem entre colheita, transporte, processamento e hábitos alimentares.

    Segundo estudo da Confederação Nacional da Agricultura (CNA), só no transporte rodoviário de grãos o prejuízo anual é de pelo menos R$ 2,7 bilhões. Os produtores e distribuidores não são os únicos culpados. Dados da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) indicam que família de classe média joga no lixo, por ano, 182,5 quilos de alimentos próprios para o consumo.

    Diferentes estudos apontam estimativas variadas quanto às dimensões do prejuízo causado pelo desperdício. Os dados sobre o Brasil no relatório da FAO usam levantamento do Instituto Akatu publicado em 2003. Os cálculos do descaso: R$ 12 bilhões por ano.

    O consultor de assuntos de logística e estrutura da CNA, Luiz Antônio Fayet, ressalta que é difícil estimar em números o prejuízo com as perdas na safra de grãos, devido à intensa variação nos preços nos últimos 12 meses. ­

    "O Brasil é privilegiado em capacidade de produzir alimentos e bens do agronegócio",­ disse o especialista. ­"Do potencial de terras ainda por incorporar, o país tem um quarto do que o mundo dispõe. Na lavoura, fatores como a regulagem inadequada das máquinas, falta de treinamento dos operadores e manejo descuidado dos cultivos são algumas das causas das perdas."

    Legislação impede doações
    O presidente das Centrais de Abastecimento do Rio de Janeiro (Ceasa), Ernesto Pamplona, avalia que cerca de 10 toneladas de alimentos eram desperdiçadas por semana na Central Grande Rio, em Irajá. Para combater esse desperdício, a Ceasa implantou, há cinco anos, o Programa Panela Cheia, que recolhe, no fim do dia, doações de frutas e legumes dos comerciantes. Os produtos são distribuídos a famílias carentes e entidades sociais cadastradas no programa.

    Do Ceasa, os alimentos seguem para as feiras livres ou até restaurantes, onde não há programas desse tipo, por causa da legislação que impede a doação de sobras. A xepa amontoa-se no chão e é recolhida por quem depende dela para sobreviver. ­ Nós fizemos um trabalho de conscientização dos produtores, e agora recolhemos os produtos que eles não consideram que estejam em boas condições de venda, mas que ainda estão próprios para o consumo ­ conta o presidente da instituição. ­ Antes, tudo isso era jogado fora.

    A América Latina pode melhorar, de forma rápida e eficaz, a disponibilidade total de comida, reduzindo o desperdício que faz com que milhares de toneladas de alimentados em bom estado sejam perdidas, recomendou a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO), em um relatório divulgado nesta sexta-feira, em Santiago. Foto:/AFP

    Itália usa Internet para analisar transtornos de alimentação

    Sex, 08 Ago, 04h35

    (Por Roberto Bonzio)

    ROMA (Reuters) - Na Itália, algo como 3 milhões de pessoas sofrem transtornos alimentares e, segundo dados do Ministério da Saúde, 9 mil indivíduos desenvolvem estes problemas a cada ano.

    A maioria dos transtornos detectados, principalmente na faixa entre 12 e 25 anos, corresponde a casos de bulimia.

    Estas são as conclusões do Instituto de Estudos Políticos, Econômicos e Sociais (Eurispes), que entre os dias 28 de julho e 6 de agosto, realizou um acompanhamento de 260 blogs italianos dedicados à anorexia, bulimia e transtornos de alimentação em geral.

    "É um acompanhamento que vai ser mantido nas próximas semanas e até o final de setembro, analisando e catalogando a realidade do fenômeno na Internet a fim de oferecer um quadro completo da situação italiana", disse Eurispes, que calcula que existam em torno de 300 mil portais em todo o mundo dedicados à anorexia.

    Este instituto de investigação destaca a novidade de se poder tratar abertamente de temas como esses graças à disseminação da tecnologia, enquanto há bem pouco tempo esses assuntos eram considerados "privados" ou secretos.

    "As pessoas anoréxicas ou que sofrem de bulimia tendem a isolar-se, esconder-se, a renunciar às relações sociais. O medo de serem vistos como "gordos" ou o nervosismo que deriva da abstinência de alimentos conduzem a uma vida solitária", explicou o instituto.

    "A Web interrompeu esse isolamento. Hoje os jovens, em especial as moças, estão encontrando um meio de se socializar, ainda que permaneçam fisicamente isolados", acrescentou.

    Do estudo dos blogs emerge o retrato de adolescentes de 17 anos em média, apesar de que não faltam também exemplos de 12 ou 13 anos, que esperam alcançar um peso ideal de 40 quilos.


    Meditação desacelera avanço da Aids, diz estudo dos EUA

    Por Maggie Fox

    WASHINGTON (Reuters) - Sex, 25 Jul

    A meditação pode brecar o avanço da Aids depois de apenas algumas semanas de prática, talvez por ter influência no sistema imunológico do paciente, afirmaram pesquisadores norte-americanos na quinta-feira.

    Se confirmada em estudos mais amplos, a descoberta poderia oferecer uma alternativa barata e agradável para ajudar as pessoas a enfrentar essa doença incurável e muitas vezes fatal, disse a equipe de cientistas da Universidade da Califórnia em Los Angeles.

    Os pesquisadores testaram um programa de combate ao estresse chamado meditação de foco, definida como a prática de uma postura receptiva ao presente, sem se preocupar com o passado e o futuro.

    Quanto maior a frequência com que os pacientes meditavam, mais altas suas contagens de células CD4 -- uma medida padrão para se saber a eficiência com que seus sistemas imunológicos combatiam o vírus da Aids. As contagens de CD4 foram feitas antes e depois do programa de dois meses.

    "O estudo fornece os primeiros indícios de que o programa de administração de estresse conhecido como meditação de foco pode ter um impacto direto quando se trata de brecar o avanço da Aids", afirmou em um comunicado David Creswell, que comandou o estudo.

    A equipe examinou 67 adultos HIV-positivos da área de Los Angeles, 48 dos quais realizaram algum tipo de meditação. A maior parte deles tendia a conviver com rotinas bastante estressantes, afirmou Creswell.

    "A maioria dos participantes do estudo era do sexo masculino, afro-americanos, homossexuais e desempregados e não estavam tomando remédios anti-retrovirais", escreveram os cientistas na revista Brain, Behavior, and Immunity.

    As aulas de meditação incluíam oito sessões semanais de duas horas cada uma, um retiro de um dia e uma sessão diária a ser realizada em casa. "As pessoas que tiveram essas aulas empolgaram-se de verdade e realmente gostaram do programa", afirmou Creswell.

    "O programa de meditação de foco é um tratamento de baixo custo baseado em grupos e, se as descobertas iniciais forem confirmadas em pesquisas mais amplas, é possível que tal treinamento possa ser usado como um complemento eficiente no combate à Aids", acrescentou.

    Os Dez Alimentos que Combatem o Envelhecimento Precoce

    Os Dez Alimentos que Combatem o Envelhecimento Precoce


    1. Maçã
    2. Aveia
    3. Alho
    4. Soja
    5. Azeite de Oliva Extra
    6. Tomate
    7. Castanha do Pará
    8. Iogurte
    9. Semente de Linhaça
    10. Uva.




    1. MAÇÂ

    Estudos científicos têm demonstrado que o consumo regular de maçãs ajuda a retardar o envelhecimento da pele, protegendo-a dos raios solares. A fruta é em fibras e vitamina c, reduz risco de câncer e torna o sistema imunológico mais jovem, pois possui flavonóides e polifenóis. Uma pesquisa da Universidade de Cornell, nos Estados Unidos, garante que, para prevenir o câncer, uma maçã pequena e com casca tem o mesmo poder de arrasar os temidos radicais livres que 30 copos de suco de laranja (63 calorias em cem gramas).

    A maçã é excelente para prevenir e manter a taxa de colesterol em níveis aceitáveis. Esse efeito é devido ao alto teor de pectina, encontrada na casca. Também tem um efeito acentuado para emagrecimento, pois a pectina dificulta a absorção das gorduras, da glicose e elimina o colesterol. O alto teor de potássio contido na polpa da maçã faz eliminar o sódio excedente, eliminando o excesso de água retida no corpo.

    2. AVEIA

    De todos os cereais, a aveia é uma das mais ricas em fibras. Ela ajuda a diminuir o colesterol ruim, o LDL. A quantidade recomendada: 40 gramas por dia de farelo ou 60 gramas da farinha.

    A aveia previne doenças cardiovasculares por seus efeitos sobre o colesterol, a arteriosclerose, o envelhecimento dos tecidos, a hipertensão arterial e por seus efeitos como antiinflamatório. Para os dentes, combate as cáries. Melhora a concentração e o esgotamento mental. É útil em enxaquecas, insônia, hiperatividade e ansiedade.

    Indicada para controle de diabetes, como estabilizadora do nível de açúcar no sangue, porque estimula a atividade do pâncreas, e também como fonte de energia para assimilação lenta e de fibras.

    3. ALHO

    Um estudo realizado na Alemanha, chegou à conclusão de que 1 grama de alho consumido por dia reduz em 80% o volume na placa de aterosclerose nas artérias.

    Pesquisas recentes mostram que alguns de seus componentes, como a alicina (substância responsável pelo sabor e odor), inibem uma bactéria que causa a úlcera e que tem sido apontada como precursora do câncer gástrico.

    Reduz a pressão arterial e protege o coração ao diminuir a taxa de colesterol ruim e aumentar os níveis do colesterol bom, o HDL. Pesquisas indicam que pode ajudar na prevenção de tumores malignos. Quantidade recomendada: um dente por dia (para diminuir o colesterol e a pressão arterial).

    Rico em componentes que ativam o sistema imunológico e combatem vírus, bactérias e fungos que causam infecções, o alho pode agir como coadjuvante no tratamento de resfriados, gripes e aftas, por exemplo. Além disso, graças aos compostos fitoquímicos (alicina e ajoeno), o alimento ajuda a baixar os níveis de açúcar no sangue e tem ação antioxidante importante no controle do câncer.

    4. SOJA

    A soja é reconhecidamente o alimento que tem maior teor protéico.

    Ajuda a reduzir o risco de doenças cardiovasculares, segundo a FDA. Seu consumo regular pode diminuir os níveis de colesterol ruim em mais de 10%. Há indicações de que também ajuda a amenizar os incômodos da menopausa e a prevenir o câncer de mama e de cólon

    Quantidade recomendada: 150 gramas de grão de soja por dia, o equivalente a uma xícara de chá (para reduzir o colesterol).

    As substancias presentes na soja atuam devido ao fato de que a leguminosa é rica em isoflavonas. É um fitoestrôgenio, pois imita o estrógeno (hormônio sexual feminino). Quando elas entram no organismo da mulher na menopausa, são capturadas pela mesma proteína que carrega o hormônio estrógeno. Essa proteína leva as isoflavonas até o receptor do estrógeno, onde elas irão atuar como o hormônio, fazendo o papel dele no corpo da mulher. Consumida três vezes por semana a partir dos 25 anos, ajuda as mulheres a manterem os níveis de hormônios regulares depois da menopausa.

    Nota: (Luis Guerreiro) - Devido à quantidade de antinutrientes nos grãos de soja recomendamos o seu consumo na forma de missô ou molho de soja.

    5. AZEITE DE OLIVA

    Evitar todos os óleos vegetais parcialmente hidrogenados reduzirá sua idade verdadeira em 2,7 anos.

    Azeites com baixa acidez (de até 0,8%) são chamados de extravirgem e são os de maior qualidade. Para ter essa característica, não podem passar por processos térmicos ou químicos. Sua extração é feita a frio, a temperaturas inferiores a 27ºC, de maneira a conservar melhor aroma e sabor.

    Ajuda a prevenir a arteriosclerose e seus riscos; melhora o funcionamento do estômago e do pâncreas; digere-se com maior facilidade do que qualquer outra gordura comestível, não tem colesterol e proporciona a mesma caloria dos outros óleos; acelera as funções metabólicas.

    Azeite extra virgem tem muitos antioxidantes anticancerígenos: ômega 3 e esqualeno (que é um composto que previne câncer de cólon).

    Extravirgem significa que o nível de acidez é menor que 1%, vindo da primeira prensagem das azeitonas, que foram processadas a frio (processo que preserva os nutrientes e matém o sabor). Quanto mais escuro, mais o sabor é acentuado.

    Auxilia na redução do LDL. Sua ingestão no lugar de margarina ou manteiga pode reduzir em até 40% o risco de doenças do coração e aumenta o HDL.

    Quantidade recomendada: 15 mililitros por dia ou uma colher (de sopa rasa). Cada grama de azeite tem 9 calorias. 1 colher de sopa tem 125 calorias.

    6. TOMATE

    Devemos comer o ano inteiro. Diminui 40% de câncer de esôfago se você comer apenas um tomate por semana. Um tomate cru de tamanho médio contém somente 25 calorias.

    Tem licopeno, retarda envelhecimento das células da próstata. O cozimento do tomate facilita a absorção do licopeno pelo corpo, portanto o molho de tomate cozido é melhor do que o tomate cru. Coloque azeite de oliva no tomate, para absorver melhor o licopeno. Se for beber suco de tomate coma alguma nozes antes (gordura), pois facilita a absorção do licopeno.

    10 colheres de molho de tomate ingeridas semanalmente podem reduzir em 50% o risco de ocorrência de 11 tipos de câncer. Além de ser uma boa fonte de vitamina C, o tomate é ideal para quem quer perder peso, pois contém poucas calorias. 0 tomate funciona como antitóxico e laxante e ajuda o organismo a combater infecções. Além disso, é um excelente depurador do sangue. Também é rico em sais minerais, tais como: potássio, sódio, fósforo, cálcio, magnésio e ferro.

    Nunca compre tomates com manchas escuras, partes podres ou emboloradas. Nem compre os verdes, que amadurecem fora do pé, pois eles têm menos vitaminas que os maduros. Escolha sempre os bem vermelhos, firmes e com a casca lisa. Auxilia na prevenção do câncer de próstata. Quantidade recomendada: uma colher e meia (sopa) de molho de tomate por dia.

    7. CASTANHA-DO-PARÁ

    Auxilia na prevenção de problemas cardíacos. Também ganhou o selo de redutora de doenças cardiovasculares da FDA. Ao ingerir cinco ou seis nozes antes da refeição, você se sente saciado mais rápido e por mais tempo. As mulheres ficarão 3,4 anos mais jovens e os homens, 4,4 anos.

    Ela é fonte de vitamina E selênio, que colaboram para frear a produção de radicais livres, desacelerar o envelhecimento e reduzir o risco de doenças do coração. O mineral, ingerido em doses recomendadas (entre 55 e 70 gramas por dia), previne câncer, atua no equilíbrio do hormônio da glândula tireóide, fortalece a imunidade, reduz a toxidade de metais pesados e age no combate aos radicais livres.

    Apenas uma noz é suficiente para suprir as necessidades diárias de Selênio no organismo humano.

    A castanha-do-pará, por exemplo, já ficou famosa por seu alto teor de selênio, mineral que atua no equilíbrio da tiróide (evitando oscilações de peso), previne tumores, fortalece o sistema imunológico e protege contra a ação dos radicais livres.

    8. IOGURTE

    O iogurte semi ou desnatado tem mais cálcio por porção do que qualquer outro laticínio. É também uma importante fonte de proteínas, zinco e vitaminas A e do complexo B.

    O valor desse alimento está nos 6 milhões de bactérias probióticas (benéficas à saúde) por mililitro. Além de equilibrar a microflora intestinal, elas auxiliam no trabalho de absorção dos nutrientes, prevenindo infecções causadas por fungos, melhora a imunidade, aumentam a absorção de cálcio pelo organismo, controla o colesterol e reduz o risco de câncer. A sua ingestão é uma fonte de ajuda no crescimento das crianças. Mais ainda: o iogurte atenua as olheiras

    Um copo de iogurte por dia já traz todos esses benefícios desde que não tenha corantes, conservantes, espessantes nem adição de açúcar - tudo isso pode atrapalhar a sobrevivência das bactérias no organismo.

    A quantidade de cálcio diária ideal para ser ingerida é de 1000 a 1200 mg ao dia após a menopausa. 1 copo de iogurte tem aproximadamente 300 mg de cálcio. Calorias 90.

    Nota: (Luis Guerreiro) - Melhor que o iogurte é o kefir

    9. SEMENTE DE LINHAÇA

    Diversos estudos indicam que a linhaça é uma das principais fontes de ácidos graxos do tipo ômega 3. Trabalhos científicos já comprovaram que o óleo de linhaça tem 60% de ômega 3, enquanto o óleo de salmão tem metade, ou seja, 30%. Portanto é uma ótima opção para quem não gosta de peixe ou não pode ter acesso a ele e pretende obter a proteção daquele óleo que é fundamental à nossa saúde.

    O ômega 3 é protetor contra as doenças cardiovasculares, pressão alta, trombose, desenvolvimento e crescimento das crianças, doenças auto-imunes, diminui o colesterol, ajuda a controlar o açúcar no sangue e inclusive melhora o ressecamento da lágrima. Pode também ativar o metabolismo, auxiliando a combater a obesidade. Aumenta a imunidade devido ao alto poder antioxidante; previne câncer de mama e próstata.

    O alimento é extremamente rico em ácidos graxos ômega 3, baixa o colesterol ruim e a taxa de triglicérides devendo ser consumidos de preferência diariamente, no café da manhã. Estudos recentes atribuem à linhaça propriedades que ajudam a controlar os hormônios. Ela amenizaria os efeitos da TPM e os fogachos da menopausa.

    Para diminuir o colesterol ruim (LDL), sintomas de TPM e menopausa, consuma diariamente 1 colher (sopa) de semente de linhaça triturada sobre os alimentos.

    A semente de linhaça ajuda na prevenção do câncer de mama por neutralizar a ação do estrógeno sobre essa glândula. A semente de linhaça protege e evita a formação de tumores, pois contém 27 componentes anticancerígenos um deles é a LIGNINA (fitoesteróides), substância que imita o estrógeno. Contém 100 vezes mais Lignina que os melhores grãos integrais. Nenhum outro vegetal conhecido até hoje tem esta quantidade de lignina. Estes benefícios estão relacionados ao fato da lignina ser a precursora dos hormônios enterodiol e enterolactona e estes exercerem atividade sobre o nível de estrogênio.

    10. UVA

    Tem muitas fibras e tem resveratrol, flavonóide da casca da uva, deixa sistema imunológico e mas artérias mais jovens, reduzindo câncer, derrame, perda da memória e doenças cardíacas. O resveratrol também vem sendo relacionado com a inibição da carcinogênese.

    Com propriedades laxativas e diuréticas, as uvas estimulam as funções do fígado, deixando você bem-disposta e com a pele mais bonita. Tem mais: além de serem boa fonte de vitamina C, ferro e potássio, elas contêm pectina (fibra) e bioflavonóides, que evitam o envelhecimento precoce.

    A uva vermelha ou preta, presente no suco, ajuda a aumentar o colesterol bom e evita o acúmulo de gordura nas artérias, prevenindo doenças do coração.

    Tanto a casca quanto a semente da uva, utilizadas na fabricação do vinho, possuem substâncias antioxidantes, conhecidas como polifenóis, poderosos aliados no combate aos radicais livres.

    Fonte: Veg-Brasil

    Indústria Farmacêutica: Como ela "cria" doenças para vender remédios.

    É a mesma indústria que nos empurra agrotóxicos como "defensivos"
    ou "remédios", e transgênicos como a santa salvação da lavoura...

    Mais marketing que saúde

    Livro conta como fabricantes de medicamentos "criam" doenças,
    patrocinam pesquisas e fazem lobby milionário para vender cada vez
    mais remédios aos consumidores americanos

    Por Cristiane Correa

    O suíço Daniel Vasella, presidente da Novartis, é um dos expoentes da
    indústria farmacêutica mundial. Médico de formação, ele decidiu
    abandonar o consultório em 1988, aos 35 anos de idade, para trabalhar
    na área de vendas da fabricante de medicamentos americana Sandoz.
    Vasella fez, então, uma carreira rápida e bem-sucedida e, em 1996,
    assumiu o comando da Novartis, empresa resultante da fusão da Sandoz
    com a Ciba-Geigy e uma das cinco maiores do mundo no setor. Anos
    atrás, durante uma entrevista, Vasella foi perguntado sobre como sua
    empresa conseguia criar os medicamentos de sucesso exigidos pelos
    investidores. Sua resposta foi tão direta quanto surpreendente. "Você
    cria um desejo", afirmou ele, como se estivesse falando de um produto
    de consumo como qualquer outro.

    Quem fez a pergunta a Vasella foi a jornalista Melody Petersen, ex-
    repórter do The New York Times, especializada na cobertura da
    indústria farmacêutica. Depois de vários anos nesse privilegiado
    posto de observação, Melody decidiu revelar os meandros do bilionário
    mercado de saúde. O resultado está no recém-lançado Our Daily Meds —
    How the Pharmaceutical Companies Transformed Themselves into Slick
    Marketing Machines and Hooked the Nation on Prescription Drugs (numa
    tradução livre, "Os remédios nossos de cada dia: como as empresas
    farmacêuticas se transformaram em máquinas de marketing escorregadias
    e viciaram a nação em drogas prescritas"). Para Melody, os tempos
    quase românticos em que a indústria farmacêutica era movida por
    cientistas e médicos interessados em pesquisar a cura de doenças
    graves ficaram inexoravelmente para trás. Agora, o setor —
    fundamental para o bem-estar e para a longevidade — é dominado por
    marqueteiros. "Vender remédios, e não inventá-los, tornou-se a
    obsessão", diz ela.

    As empresas parecem estar triunfando nessa nova missão. Em 2005, os
    americanos gastaram 250 bilhões de dólares em remédios vendidos sob
    prescrição médica — mais do que consumiram com fast food ou gasolina,
    por exemplo. Se comparado a outros países, esse volume é ainda mais
    impressionante. Os Estados Unidos gastam mais com remédios que Japão,
    Alemanha, França, Itália, Espanha, Reino Unido, Austrália, Nova
    Zelândia, Canadá, México, Brasil e Argentina — juntos. Em 2006, um
    americano tomou, em média, 12 remédios prescritos por médicos — em
    1994, a média foi oito. Entre a população idosa, o índice chega a 30
    drogas anualmente. Graças a essa epidemia, entre 1995 e 2002, a
    indústria farmacêutica foi o setor mais lucrativo da economia
    americana. Em 2004, segundo dados da revista Fortune, a cada dólar
    vendido pelas farmacêuticas, 16 centavos se transformavam em lucro —
    ante a média de 5 centavos dos outros setores.

    Para alcançar esse resultado fabuloso, é preciso investir muito
    dinheiro. Uma das mais importantes frentes de batalha das companhias
    farmacêuticas é travada em Washington. Entre 1998 e 2004, a indústria
    farmacêutica gastou mais em lobby do que qualquer outro setor. Em
    2004, o número de lobistas trabalhando para as farmacêuticas
    instaladas nos Estados Unidos somava o dobro de representantes do
    Congresso americano. Para a autora do livro, o efeito desse corpo-a-
    corpo é imediato. Os Estados Unidos são o único país desenvolvido que
    não controla o preço dos remédios vendidos sob prescrição. Além
    disso, são um dos raros países no mundo que permitem propaganda de
    remédios prescritos para consumidores (a Nova Zelândia é a outra
    exceção).

    Com o caminho livre, as empresas investem fortunas para propagandear
    seus produtos. Segundo Melody, cerca de 25% do preço de um
    medicamento prescrito corresponde a gastos com marketing — a soma é
    maior que os investimentos em pesquisa e desenvolvimento, por
    exemplo. Um dos maiores exemplos da força dessa máquina foi o
    lançamento do Detrol, no final dos anos 90. Fabricado pela Pharmacia
    (que viria a ser comprada pela Pfizer), o Detrol surgiu para curar
    uma doença até então desconhecida dos americanos e batizada pelo
    fabricante de "bexiga hiperativa". Uma das preocupações iniciais dos
    executivos da Pharmacia foi que a doença não fosse confundida com a
    já conhecida incontinência — um mal que, para muitos médicos, não
    poderia ser tratado com medicamentos e que faria parte do processo
    natural de envelhecimento. Para isso, o primeiro passo foi
    arregimentar médicos. A Pharmacia organizou dois simpósios em
    Londres, em 1997 e em 1999, e
    bancou praticamente todas as despesas dos participantes. Alguns
    doutores chegaram a entrar na folha de pagamentos da empresa, como
    consultores ou palestrantes — prática amplamente utilizada pela
    indústria. Nesses dois encontros, os médicos definiram os sintomas do
    novo mal (um deles é ir ao banheiro mais de oito vezes em 24 horas).
    Uma vez criada a doença, era hora de torná-la conhecida do grande
    público. Além do boca-a-boca dos médicos, a Pharmacia contou com uma
    campanha publicitária que incluiu anúncios em revistas de circulação
    nacional e até a contratação da atriz Debbie Reynolds. A protagonista
    do filme Dançando na Chuva fazia questão de declarar em entrevistas
    que depois que começou a tomar o Detrol sua vida na estrada — ela
    ainda fazia turnês pelo país — tinha ficado muito mais fácil. (Debbie
    só não falava que alguns pacientes medicados com Detrol começaram a
    ter alucinações...)

    Usar a imagem de gente famosa para promover remédios prescritos,
    aliás, tornou-se um dos expedientes mais usados pela indústria. A
    Bristol-Myers Squibb, por exemplo, contratou o ciclista Lance
    Armstrong. Vítima de câncer aos 25 anos de idade, ele venceu a doença
    e sagrou-se o maior campeão de todos os tempos da Volta da França, a
    prova ciclística mais tradicional do planeta. A Bristol tornou-se uma
    das principais patrocinadoras da Live Strong, ONG que Armstrong
    mantém para ajudar vítimas da doença — e o atleta começou a creditar
    sua recuperação a um remédio do fabricante. Depois de uma das
    vitórias do ciclista, a farmacêutica veiculou um anúncio em que
    dizia: "Este milagre foi trazido a você pela Bristol-Myers Squibb". A
    verdade, porém, não era exatamente essa. O tal milagre fora resultado
    de uma pesquisa da Michigan State University, feita com dinheiro do
    governo — e não uma descoberta da Bristol. À empresa farmacêutica
    coube apenas licenciar o produto e colocá-lo à venda.

    O efeito colateral dessa avalanche de medicamentos é perturbador.
    Especialistas estimam que 100 000 americanos morram todos os anos por
    problemas decorrentes do uso de remédios. Feitas as contas, são cerca
    de 270 vítimas diariamente — o dobro das mortes causadas por
    acidentes com automóveis. "Os remédios com prescrição matam mais
    americanos que o diabetes ou o mal de Alzheimer", diz Melody. Para
    piorar, mesmo entupidos de remédios, os americanos não estão
    conseguindo aumentar sua expectativa de vida. Segundo a autora, em
    1980 uma americana de 65 anos de idade tinha expectativa de vida
    maior do que quase todas as mulheres nascidas em outros países do
    mundo. Em 2002, numa avaliação da longevidade da população da qual
    participaram 30 países, as senhoras americanas ficaram com uma
    modesta 17a posição. A expectativa de vida dos homens nos Estados
    Unidos também caiu — um americano de 65 anos corre hoje o risco de
    morrer mais cedo
    que um mexicano da mesma idade.

    Embora o livro tenha um quê de teoria conspiratória (lembra o estilo
    de País Fast Food, publicado pelo jornalista Eric Schlosser em 2001,
    que tinha como alvo a indústria de alimentação rápida dos Estados
    Unidos), parte da crítica feita por Melody começa a ser, de algum
    modo, reconhecida. Em junho, algumas das maiores companhias
    americanas, como Merck e Pfizer, concordaram em fazer uma espécie de
    moratória e suspender por seis meses a veiculação de anúncios de
    novos medicamentos vendidos sob prescrição médica. Além disso, elas
    vão reavaliar a participação de médicos em suas propagandas. Pode ser
    o começo de sua reabilitação.

    Copyright © 2006, Editora Abril S.A. -
    Todos os direitos reservados. All rights reserved

    Alexandre Pimentel
    Palestrante e Escritor

    Fonte:Portal Exame | 24.07.2008

    Publicação católica diz que vegetarianismo é a única dieta para o pacifista

    Um artigo publicado esse mês pela National Catholic Reporter, uma publicação semanária católica nos Estados Unidos, afirma que para o pacifista a única opção de dieta é o vegetarianismo. De autoria de John Dear, ele conta que ele se tornou vegetariano por conta de um trecho no evangelho de Mateus, capítulo 25, onde Cristo diz que aquilo que é feito aos considerados inferiores, é feito a ele. O desvio de alimentos para a agricultura animal e a crueldade contra os animais são os dois fatores que o autor cita como contravenções à esse ensino de Cristo.

    O artigo em inglês pode ser lido na íntegra aqui.

    Fonte: LOBO REPÓRTER

    Evitar comida pode ajudar a combater jet lag, diz estudo

    Sono
    O relógio alimentar substituiria o ciclo natural do sono
    A sensação de mal-estar provocada pelo chamado jet lag ou pela alteração nos horários do sono pode ser evitada com um ajuste do ciclo alimentar, sugere um estudo realizado na Universidade de Harvard, nos Estados Unidos.
    Os pesquisadores afirmam que identificaram um segundo relógio biológico, vinculado à alimentação - e não à hora ou à luz do dia.
    No estudo, feito com ratos, os cientistas constataram que, quando a alimentação era restringida, os animais ficavam acordados até conseguir comida.
    A pesquisa, publicada na revista Science, concluiu que trabalhadores de turnos alternados e viajantes poderiam combater o jet lag evitando comida para, assim, retardar o sono.
    Controle
    O relógio alimentar, identificado pelos cientistas, seria influenciado pela necessidade de alimentação, ao contrário do relógio biológico básico, conhecido como ciclo circadiano, influenciado pela luz solar e que regula, por exemplo, o metabolismo, o sono e o estado de vigília.
    Quando este ciclo circadiano é afetado por falta de sono ou diferenças em horários, pode causar insônia, depressão, doenças cardíacas e outros distúrbios neurodegenerativos.
    No entanto, o jejum, ou a alteração dos horários de alimentação, despertaria o outro relógio, capaz de superar as dificuldades do corpo provocadas pela diferença na luz solar e nos horários do sono e de substituir o ciclo circadiano – regulado pela luz – pelo ciclo alimentar, ou seja – aquele que controla a necessidade do corpo em alimentar-se.
    De acordo com Clifford Saper, autor do estudo, pessoas que trabalham em turnos noturnos ou que sofrem diferenças de fuso, podem usar esse relógio alimentar para se adaptarem às diferenças de horário que os deixam com sensação debilitada.
    "Por exemplo, se uma pessoa viaja dos Estados Unidos ao Japão, é forçada a ajustar-se a uma diferença de 11 horas de fuso”, explica. “No entanto, o relógio biológico só consegue se adaptar a uma diferença gradual todos os dias e a pessoa levaria, em média, uma semana para se ajustar ao novo fuso e normalmente, já seria hora de voltar para casa", disse.
    "Um período de jejum de cerca de 16 horas seria o suficiente para substituir os relógios biológicos. Neste caso, basta não comer durante o vôo e alimentar-se logo na chegada para evitar as sensações pouco confortáveis do jet-lag", explica Saper.

    Sintomas
    Para avaliar a relação entre os dois relógios biológicos, a equipe da Harvard fez experiência com camundongos que tinham déficit do gene Bmal1, relacionado ao relógio biológico.
    Ao injetar este gene em diferentes áreas dos cérebro dos camundongos, os cientistas puderam observar que a área do vinculada ao relógio alimentar estaria localizada no hipotálamo, conhecido como núcleo dorso-medial.
    Depois de analisar o comportamento dos camundongos, os cientistas afirmaram que um só ciclo sem alimentos pode substituir o ciclo circadiano básico pelo relógio alimentar, deixando os animais acordados até terem a oportunidade de comer.
    Segundo o especialista em sono do Norwich University Hospital, Neil Stanley, a descoberta tem um potencial de beneficiar os viajantes e aqueles que precisam se adaptar a turnos de trabalho fora do horário comum.
    "A descoberta nunca fará os sintomas desaparecerem completamente, mas certamente pode ajudar a aliviá-los", afirmou.


    Fonte: BBC Brasil - 23 de maio, 2008

    'Brócolis pode reverter danos ao coração'

    brócolis
    Vegetal pode reduzir mal causado por excesso de açúcar em diabéticos
    Um estudo conduzido por pesquisadores britânicos sugere que o brócolis pode reverter danos causados pela diabetes aos vasos sangüíneos do coração.

    A equipe, da Universidade de Warwick, acredita que um composto fabricado pelo vegetal, o sulforafano, seria responsável pela produção de enzimas que protegem os vasos, e de moléculas que reduzem danos causados às células pelo excesso de açúcar.

    Segundo os especialistas, os diabéticos têm até cinco vezes mais chances de desenvolver doenças vasculares, como ataques cardíacos e infartos, ambos ligados ao mau funcionamento dos vasos sangüíneos.

    O estudo, divulgado na publicação científica Diabetes, testou os efeitos do sulforafano em células dos vasos sangüíneos danificadas por altos níveis de glicose (hiperglicemia), associados à diabetes.

    Eles verificaram que o composto encontrado no brócolis reduziu em até 73% o nível de moléculas chamadas Espécies Reativas do Oxigênio (ROS, na sigla em inglês), produzidas em excesso quando o organismo concentra altos níveis de açúcar.

    Segundos os especialistas, essas moléculas danificam as células humanas.

    Eles também descobriram que o sulforafano ativou uma proteína chamada nrf2, que protege células e tecidos ao produzir enzimas antioxidantes e desintoxicantes.

    O coordenador da pesquisa, Paul Thornalley, disse que o estudo sugere que substâncias como o sulforafano podem ajudar a conter o aparecimento de doenças vasculares em pacientes com diabetes.

    “No futuro, será importante testar se uma alimentação rica em brócolis e outros vegetais brassica (como couve-flor e repolho) pode se traduzir em benefícios para os que sofrem da doença. Esperamos que sim”, disse o pesquisador.

    Fonte: BBC Brasil - 6 de agosto de 2008

    Descontrole da pressão arterial atrapalha cérebro de idosos

    O controle da hipertensão arterial é importante para todos os que sofrem desse problema, mas segundo uma pesquisa recente tem maior importância para os idosos.

    Segundo os pesquisadores da Harvard Medical School, de Boston, no estado norte-americano de Massachusetts, o descontrole da pressão arterial elevada piora a evolução neurológica dos pacientes acima de 65 anos.

    A pesquisa compilou os resultados de um acompanhamento de mais de 40 anos, desde 1963.

    Para realizarem o estudo sobre a evolução neurológica foram destacados 357 homens quem ao entrarem no estudo, estavam em boas condições clínicas e apresentavam a pressão arterial estável por no mínimo três anos.

    Os testes neuropsicológicos foram aplicados a partir de 1993 e avaliavam a memória recente e a fluência verbal.

    Os resultados mostraram que os hipertensos, que não mantinham o controle adequado dos seus níveis pressóricos, apresentavam resultados piores do que os outros. A piora dos resultados foi duas vezes e meia pior nos hipertensos mesmo quando comparados aos idosos com mais de 80 anos.

    O decréscimo das funções neurológicas, principalmente da memória, é típico com a evolução da idade, afetando diretamente a qualidade de vida. Como a hipertensão arterial atinge cerca de 60% dos idosos esse resultado mostra a necessidade do controle rígido da hipertensão arterial nos idosos. (Fonte: G1)

    Nota: Luis Guerreiro - Uma alimentação saudável à base de alimentos crus ajuda a regular a pressão arterial.

    Terapia Intensiva do Limão

    Para evitar gripes e resfriados no Inverno Brasileiro. Quadros que, se repetitivos ou mal curados, levam a pneumonias, broncopneumonias, tosses e otites. Os processos alérgicos se exacerbam: rinite, sinusite, asma e bronquite dão as caras com crises mais freqüentes e intensas. Portanto, nada de esperar o inverno chegar para ver o que vai dar. Nada de passar o inverno passeando nas farmácias, médicos e hospitais. Nada de gastar dinheiro com remédios. É chegada a hora de prevenir tudo isso, fortalecendo o sistema imunológico de todo mundo. Como?

    Terapia do Limão
    . Que pode ser Intensiva (19 dias) ou Leve (5, 7, 9 ou 11 dias) É! Isso mesmo: a melhor medicina é a preventiva e com terapia natural. Vamos aproveitar quando o limão está barato, bonito, suculento e fantástico para fortalecer a saúde de toda a família. O bacana da medicina preventiva é que todos praticam junto. A Terapia Intensiva do Limão tem duração de 19 dias, conforme descrito na tabela abaixo, e gera um consumo total de 100 limões. A sugestão é realizar este tratamento preventivo a cada 3 meses ou na entrada de cada estação do ano. Nos intervalos da Terapia, praticar a manutenção, com os sucos desintoxicantes que são preparados com limão (1 ou 1/2), raíz crua (cenoura, beterraba, inhame ou nabo), folhas verdes (hortelã, couves ou ervas aromáticas) e frutas (maçã, manga, mamão, abacaxi, etc.), e sementes cruas (linhaça, girassol, gergelim, etc.), 2 ou mais vezes ao dia.

    As Terapias do Limão - a forma responsável de praticar O limão é incomparável. Segundo os hindus é o fruto mais fantástico da humanidade. Seu potencial de alcalinizar o sangue, e demais líquidos corporais, acontece imediatamente após sua ingestão, quando seus citratos agem como um ativo neutralizante da acidez interna, tão comum quando a alimentação e os hábitos diários de vida não são saudáveis. O consumo diário e regular do limão, é profilático e um verdadeiro elixir da vida. Hoje em dia, fala-se e consome-se muitos complementos contendo sais minerais e vitaminas, para suprir as deficiências alimentares. São fórmulas industrializadas, obtidas por misturas sintéticas de vários componentes, em proporções sugeridas por cientistas e profissionais da saúde.

    Entretanto, existe enorme diferença de absorção e resultados entre o consumo do alimento fresco, natural e integral versus estes suplementos artificiais. É fato que um comprimido efervescente de 500 mg de vitamina C não substitui jamais o consumo de 2 limões diários, pois junto à vitamina C totalmente ativa (viva) do limão, existem os seus demais constituintes, que funcionam de forma integrada, alquímica no seu aproveitamento e benefícios ao organismo. Uma alimentação repetidamente inadequada desenvolve um sangue continuamente ácido, condição ideal para o desenvolvimento de muitas enfermidades e suas manifestações, entre elas, as doenças cardiovasculares, artríticas e as derivadas de um sistema imunológico fragilizado.

    Assim, para prevenir que o organismo chegue à doença, ou mesmo tratar a doença, é necessário fazer uso diário de alimentos que alcalinizem o sangue, favorecendo o equilíbrio metabólico e a eliminação dos seus resíduos tóxicos. Quando isso não acontece, tais resíduos permanecem por tempo demasiado no organismo, ocasionando agravos patológicos, funcionando ainda como verdadeiros escudos, ao dificultarem o sucesso dos tratamentos convencionais de cura e das terapias naturais complementares. Dificuldades de saúde podem ser tratadas com o consumo integrado e regular do limão. No entanto, o uso intensivo é especialmente indicado no fortalecimento do sistema imunológico, respiratório e cardiovascular, oferecendo assim proteção contra diversas doenças.

    Para este tratamento, deve ser usado fruto médio e suculento, macio e perfeitamente maduro, que gera cerca de 30 ml (2 colheres de sopa) de suco/fruta. Todas as variedades são terapêuticas - galego, rosa, cravo, tahiti, siciliano, etc.-, o que mais importa é que seja um fruto da época, barato e preferentemente orgânico. Maduro porque não se deve usar um remédio que ainda não está pronto ou com a validade vencida, não é certo? O tratamento está baseado no consumo do suco puro e fresco dos limões, sendo totalmente incompatível a presença do açúcar que é um alimento que acidifica e intoxica o sangue.

    A Terapia Intensiva do Limão O tratamento mais conhecido e divulgado na literatura sobre o limão é a Terapia Intensiva de 19 dias, que começa pela ingestão do suco de um limão no primeiro dia e vai aumentando-se a dose diária com 1 limão, ao longo de dez dias sucessivos, até perfazer o total de 10 limões no décimo dia. No décimo primeiro dia decrescem as doses em igual proporção, reduzindo 1 limão a cada dia, até que no décimo nono dia a ingestão é o suco de apenas 1 limão. No total destes 19 dias de tratamento serão consumidos 100 limões. Por este motivo há que ter absoluto cuidado com a perfeita higiene (limões muito bem lavados) e a maturidade dos limões. Limões que não estão bem maduros podem causar alergias e limões maduros demais já não são tão terapêuticos. Limões maduros apresentam suculência, casca brilhante e macia, além de cabinho (ou a estrela que prendia o cabo) que se soltam com um leve toque. Observe na tabela a seguir o esquema dia-a-dia de como deve ser praticado este tratamento. Naqueles dias quando são muitos os limões, e o volume de suco é elevado, a ingestão pode ser feita em apenas uma toma em jejum, ou, mais factivelmente, em 2-3 tomas distribuídas ao longo do dia: » Primeira toma em jejum, 30 a 60 minutos antes da refeição matinal; » Uma ou duas tomas 30 minutos antes das refeições principais.

    Dias

    Número de limões (suco fresco)

    Dias

    Número de limões (suco fresco)

    1 limão = 30 ml

    11º

    9 limões = 270 ml

    2 limões = 60 ml

    12º

    8 limões = 240 ml

    3 limões = 90 ml

    13º

    7 limões = 210 ml

    4 limões = 120 ml

    14º

    6 limões = 180 ml

    5 limões = 150 ml

    15º

    5 limões = 150 ml

    6 limões = 180 ml

    16º

    4 limões = 120 ml

    7 limões = 210 ml

    17º

    3 limões = 90 ml

    8 limões = 240 ml

    18º

    2 limões = 60 ml

    9 limões = 270 ml

    19º

    1 limão = 30 ml

    10º

    10 limões = 300 ml

    20º

    Fim

    Nota: 1 limão médio gera cerca de 30 ml de suco = 2 colheres de sopa. Suco puro e fresco, sem adição de açúcar. Ideal tomar de canudinho. Um exemplo: No décimo dia serão 10 limões. Assim, tomar o suco de 4 limões, em jejum, cerca de 30 minutos antes da refeição matinal; de mais 3 limões, 30 minutos antes do almoço; e dos últimos 3 limões, igualmente antes do jantar.

    Não pense que este tratamento deve ser praticado igualmente para todos os casos e por todas as pessoas. Ao contrário, existem exceções (inadequações) e a possibilidade de serem feitas adaptações, conforme as condições e sensações corporais de cada pessoa. Observar que podem ocorrer as situações a seguir descritas.A pessoa está por demais intoxicada e logo no começo do tratamento sente mal-estar, como acidez, náuseas, dor de cabeça, diarréia ou indisposição geral. Neste caso, o indicado é respeitar o corpo; e repetir a quantidade de limões do dia anterior e observar. Caso os sintomas aliviem um pouco, seguir em frente na seqüência prescrita pela Terapia Intensiva. Caso permaneçam os fortes sintomas, repetir por mais 1 dia a mesma dosagem de limões e observar as reações do corpo. Se ainda assim permanecer uma sintomatologia de elevado incomodo, interromper o tratamento e recomeçar na semana seguinte do ponto zero. Aproveitar esta semana de intervalo para alimentar-se de forma mais leve e natural, ingerindo mais frutas, brotos, folhas, sementes e cereais integrais.

    A Terapia Leve do Limão - para pessoas muito doentes, acima de 50 anos e iniciantes! Este procedimento é possível para pessoas que nunca praticaram a Terapia Intensiva do Limão e também para pessoas com mais de 50 anos, quando existe elevada possibilidade de elevado nível de intoxicação e acidez no sangue. Trata-se de uma terapia de adaptação ao tratamento intensivo, que pode também ser planejada sempre que necessária uma limpeza mais rápida e superficial do organismo.

    A Terapia Leve pode ser de 5, 7, 9 ou 11 dias. Um exemplo: Terapia Leve de 5 dias. Iniciar com o consumo de 1 limão, no segundo dia são 2 limões, e no terceiro dia são 3 limões. No quarto dia reduzir para 2 limões e, finalmente, 1 limão no quinto dia. Totalizando 9 limões.

    O interessante da prática da Terapia Leve é que este tratamento breve pode ser repetido na sequência e se transformar em 10, 15 ou 20 dias. Por exemplo, se a terapia de 5 dias for repetida sucessivamente por 4 vezes, se tornará uma terapia de 20 dias, com o diferencial de ser bem mais leve que a Terapia Intensiva de 19 dias (100 limões). Na Terapia Leve de 5 dias são 9 limões que na sequência de 4 séries serão 36 limões.

    Como preparar o suco fresco?

    O espremedor de limões é o mais prático e rápido. Mas, qualquer que seja a forma escolhida, o suco deve ser servido imediatamente após o seu preparo.

    Posso diluir o suco?

    NÃO. O correto é o suco puro e fresco do limão. Entretanto, pode acontecer dificuldade na toma do suco puro, embora, se tomado com canudinho, esta possibilidade será muito reduzida. Neste caso, há que respeitar sua dificuldade e usar este mesmo recurso através de um outro alimento desintoxicante e alcalinizante como a uva, usando a mesma tabela e volumes.

    Outra opção é o consumo diário do suco fresco de 1 limão batidos com frutas e folhas verdes, que são os chamados sucos desintoxicantes. Diferente do tratamento leve ou intensivo, o uso diário dos sucos desintoxicantes em jejum é uma dinâmica DIÁRIA e contínua, mais sutil e suave, porém também de elevado poder terapêutico e preventivo.

    » Ao manusear o limão ou qualquer fruta cítrica, deve-se lavar muito bem as mãos e o local onde foi realizado o uso externo, antes de expor-se ao sol. O suco e casca das frutas cítricas contém substâncias fotosensíveis, ou seja, a presença de resíduos do limão na pele em contato com raios solares irão provocar manchas escuras na pele, e até mesmo queimaduras mais sérias. E, mesmo com a pele muito bem lavada, evitar tomar sol diretamente. Não esquecer do filtro solar.

    » Uma dica - ingerir o suco com canudo para evitar o contato com os dentes e também o sabor acentuado que permaneceria na boca.

    » Não adoce o suco do limão com açúcar ou qualquer adoçante.

    Atenção: este texto é para esclarecer. Como qualquer medicamento, o poder de cura do limão não está num uso esporádico e inadequado. Recomenda-se a leitura na íntegra do livro O poder de cura do Limão - editora Alaúde, o que possibilitará o consumo desta fruta com consciência e responsabilidade.

    Conceição Trucom é química, cientista, palestrante e escritora sobre temas voltados para a alimentação natural, bem-estar e qualidade de vida.

    Texto extraído do livro O poder de cura do Limão - Reprodução permitida desde que mantida a integridade das informações e citada a autora e fonte.

    Adaptação do primeiro parágrafo por Luis Guerreiro