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sábado, 5 de julho de 2008

"Junk food" na gravidez pode prejudicar filho de forma irreversível

Um estudo realizado em ratos sugere que uma alimentação à base de "junk food' por mães durante a gravidez e a amamentação pode prejudicar, a longo prazo, a saúde da criança.

Segundo os pesquisadores da Royal Veterinary College, em Londres, uma dieta assim por parte da mãe pode causar problemas como obesidade, alto nível de colesterol e glicose e diabetes na criança.

A pesquisa ressalta ainda que alguns dos danos causados à saúde do bebê podem ser irreversíveis, mesmo que a criança tenha hábitos alimentares saudáveis.

"Sempre falamos que você é o que você come, mas pode também ser verdade que você é o que sua mãe comeu", disse Stephanie Bayol, que liderou o estudo.

O estudo está publicado na edição de julho da revista científica "The Journal of Physiology".

Pesquisa - Apesar de o estudo ter sido realizado em ratos, o professor Neil Stickland, que participou da pesquisa, afirma que não há razão para que os mesmos princípios não possam ser aplicados no caso dos humanos.

"Os humanos e os ratos dividem sistemas fisiológicos similares e essa é uma boa razão para assumir que os efeitos observados nos ratos possam ser repetidos nos humanos", disse Stickland.

Para realizar a pesquisa, os cientistas dividiram um grupo de ratas grávidas em dois: um foi alimentado com comida processada, doces e frituras e o outro com uma dieta saudável.

Em seguida eles compararam a saúde dos filhotes dessas ratas.

Os resultados indicaram que os filhotes das mães com dieta à base de "junk food" tinham um alto nível de colesterol e triglicerídeos - dois fatores que contribuem para doenças cardíacas. Além disso, os filhotes apresentaram ainda níveis altos de glicose e insulina, que aumentam as chances de a criança desenvolver a diabetes tipo 2.

Os pesquisadores analisaram os ratos além da fase adolescente e observaram que aqueles nascidos de mães que tiveram a dieta mais pobre continuavam mais gordos do que os das mães que se alimentaram bem durante a gravidez. Els observaram ainda que, além de mais gordos, esses filhotes tinham uma camada de gordura ao redor dos rins.

Influência - De acordo com a médica Pat Goodwin, da instituição Wellcome Trust, que financiou o estudo, a pesquisa reforça a teoria de que são muitos os fatores que podem contribuir para uma pessoa se tornar obesa.

"A gravidez pode ser um período difícil para as mães, mas é importante que elas saibam que sua alimentação afeta o bebê", disse.

No entanto, o nutricionista e pesquisador Simon Langley-Evans, da Universidade de Nottingham, na Inglaterra, afirmou que o estudo não prova que a dieta da mãe pode afetar a saúde da criança além do efeito nos desejos e no apetite.

"Não estou convencido de que eles demonstram isso - tudo o que eles mostraram pode ser resultado de obesidade causada pelo aumento do apetite", afirmou.

"O que a pesquisa mostra é que a influência precoce da mãe é muito importante", concluiu.

Fonte: Folha Online

Dieta mediterrânea reduz risco de câncer em até 24%, aponta estudo

A dieta mediterrânea pode reduzir entre 12% e 24% o risco de desenvolver câncer, segundo um relatório publicado no "British Journal of Cancer".

Adotando apenas duas características dessa dieta, o risco de desenvolver a doença já seria reduzido em 12%. Isso poderia ser conseguido através da redução, por exemplo, da ingestão de carne e de um maior consumo de legumes, ou aumentando o consumo de hortaliças. Obtém-se o mesmo resultado ao utilizar azeite de oliva em vez de manteiga.

Isoladamente, o maior impacto, que parece contribuir para uma redução de 9% do risco, é verificado ao consumir gorduras boas como as do azeite de oliva em vez das más, utilizadas nas batatas fritas, nos biscoitos e nos bolos.

Participaram do estudo 25.623 gregos (10.582 homens), que foram observados durante um período de oito anos. Foram enviados questionários para os participantes do estudo para que respondessem sobre 150 tipos diferentes de comidas e bebidas, assim como sobre as doses e porções.

O cumprimento da dieta mediterrânea foi medido utilizando uma escala para cada um dos nove grupos diferentes de alimentos. Eram separados de acordo com a ingestão de verduras, legumes e cereais que fazem parte da dieta mediterrânea, com a presença de gorduras boas na dieta e com o consumo de álcool.

O principal autor do estudo, Dimitrios Trichopoulos, professor de prevenção do câncer da Universidade Harvard (EUA), afirmou que os resultados demonstram a importância da dieta para prevenir a doença.

"Das 26 mil pessoas estudadas, as que seguiram a dieta mediterrânea tradicional tinham em geral muito menos probabilidades de desenvolver o câncer", afirmou Trichopoulos.
"Embora comer só alimentos de um só grupo não influísse de modo significativo no risco de desenvolver câncer, o fato de ajustar os hábitos alimentícios em geral à dieta mediterrânea tinha um efeito importante", assinalou.

Fonte: Efe, em Londres

Planta usada por celtas pode ajudar no combate ao câncer

Cena do filme 'Coração Valente'
Atores do filme 'Coração Valente' com os corpos pintados antes da batalha
Uma planta de onde os povos celtas extraíam pigmento para pintar o corpo antes da guerra é rica em uma substância que ajuda no combate ao câncer, dizem cientistas italianos.

Conhecida como pastel de tintureiro, ou woad, em inglês, a planta Isatis tinctoria L. pertence à família do brócolis e da couve-flor.

O pigmento azul extraído dela também foi uma mercadoria valiosa no período das Grandes Navegações.

Cientistas da Universidade de Bolonha descobriram que, além do corante azul, a planta também possui altas concentrações da substância glucobrassicina.

Em entrevista à revista científica Journal of the Science of Food and Agriculture, os pesquisadores disseram que o pastel de tintureiro possui 20 vezes mais glucobrassicina do que o brócolis.

Eles disseram também que quando a planta é danificada há um aumento na produção da substância.

Trata-se de um mecanismo de defesa da planta, já que a glucobrassicina é capaz de matar alguns tipos de parasitas.

No ser humano, a substância tem propriedades anticancerígenas, sendo particularmente efetiva contra o câncer do seio.

Estudos anteriores já revelaram que comer legumes ricos em substâncias como a glucobrassicina pode ajudar a proteger contra o câncer.

Segundo as pesquisas, a substância elimina matéria cancerígena, como, por exemplo, derivados do estrogênio.

Um outro estudo, mais recente, revelou que pessoas que comem alimentos ricos em glucosinolatos apresentam níveis reduzidos de substâncias químicas associadas ao câncer de pulmão em fumantes.

Até o momento, no entanto, os cientistas tinham dificuldade em extrair de plantas como o brócolis quantidades suficientes da glucobrassicina para estudá-la.

A pesquisadora Stefania Galletti e sua equipe esperam que sua descoberta possa facilitar o estudo da substância.

"A disponibilidade da glucobrassicina em boa quantidade e a baixo custo pode finalmente permitir estudos para esclarecer o papel anticancerígeno de legumes como o brócolis na dieta humana", disse Galletti à publicação Journal of the Science of Food and Agriculture.

Fonte: BBC Brasil

Cientistas alertam para aditivos em alimentos

Algumas refeições prontas contêm aditivos
Especialistas da Grã-Bretanha aconselharam pais a não darem a seus filhos alimentos contendo certos aditivos até que os resultados de um novo estudo sejam publicados.

Os pesquisadores testaram os efeitos de vários corantes artificiais no comportamento de crianças.

Pesquisas anteriores relacionaram aditivos à hiperatividade e falhas de concentração.

A Food Standards Agency (FSA), agência reguladora de comercialização de remédios e alimentos, afirmou que não vai divulgar recomendações formais até que as descobertas sejam publicadas.

Mas especialistas independentes afirmaram que os pais devem evitar alimentos contendo o grupo de aditivos.

Testes

A equipe da Universidade de Southampton testou os aditivos amarelo tartrazina (E102), vermelho de ponceau 4R (E124), amarelo crepúsculo (E110), azorrubina ou carmoisina (E122), amarelo de quinolina (E104) e vermelho alaranjado (E129) em crianças de duas faixas etárias: de três anos e entre oito e nove anos.

As quantidades usadas no estudo foram as mesmas que uma criança consumiria em média por dia.

Uma fonte da universidade disse à revista britânica Grocer, especializada na indústria de alimentação, que os resultados sustentavam conclusões de pesquisas que, sete anos atrás, já relacionavam aditivos a problemas de concentração, explosões de raiva, hiperatividade e reações alérgicas.

Todos os aditivos testados no estudo são aprovados para uso na União Européia e considerados seguros, mas alguns dos corantes são proibidos em países da Escandinávia e nos Estados Unidos.

"Temos várias experiências de professores e pais com crianças que se comportam de maneira péssima quando consomem alimentos com muito açúcar. No final, tenho certeza de que vamos ter as provas que corroborem o fato", disse Pru Leith, presidente do School Food Trust.

Vyvyan Howard, uma das especialistas do Grupo de Trabalho de Aditivos e Comportamento da FSA, afirmou que é importante esperar pela publicação das conclusões.

Mas ela acrescentou: "É plausível que exista algum efeito biológico destes aditivos. Enquanto espera pelos resultados, o consumidor pode escolher não expor seus filhos a estas substâncias", disse.


Fonte: BBC Brasil

'Corante de hambúrguer pode causar câncer'

O corante é encontrado em hambúrgueres e salsichas
A substância E128, também conhecido como Vermelho 2G, usada como corante em hambúrgueres e salsichas pode causar câncer, segundo alerta da Autoridade Européia de Segurança Alimentar.

O painel da organização especialista em aditivos alimentícios recomendou que o corante não fosse mais considerado seguro para o consumo humano.

A Agência Britânica de Padrões Alimentares está atualmente investigando se ainda são vendidos na Grã-Bretanha produtos que contém E128 .

Segundo as atuais leis da União Européia, quantidades limitadas do Vermelho 2G são permitidas para o uso em salsichas com um mínimo de conteúdo de cereais de 6% e em carne de hambúrguer com um mínimo de conteúdo de vegetais e/ou cereais de 4%.

Ratos

O corante Vermelho 2G é convertido pelo corpo em um composto oleoso, a anilina. Exames em ratos e camundongos indicam que esta substância tem o potencial de desencadear o câncer.

Os roedores injetados com anilina desenvolveram tumores cancerosos.

"Devido às novas provas científicas, não pode ser excluído o fato de que o potencial carcinogênico ocorre devido ao dano ao material genético das células. Portanto não é possível determinar o nível de consumo para anilina que possa ser considerado seguro para humanos", disse uma declaração do painel da Autoridade Européia de Segurança Alimentar.

"O painel concluiu então que o Vermelho 2G deve ser visto como um motivo de preocupação quanto à segurança", acrescenta a declaração.

A Autoridade Européia de Segurança Alimentar, que está examinando novamente as provas científicas em todos os corantes alimentícios, comunicou as suas recomendações à Comissão Européia.

O Vermelho 2G já é proibido em vários países, incluindo o Japão.



Fonte: BBC Brasil

Ingestão calórica influencia negativamente padrões de sono em adultos saudáveis


Autora: Crina Frincu-Mallos
Publicado em 06/13/2008

Baltimore, Maryland – Um estudo inicial mostrou que a ingesta total calórica e a ingesta de alimentos tarde da noite por adultos saudáveis esta correlacionada a fragmentação do sono e alto escore apnéia-hipopnéia.

"Correlações positivas com significância estatística foram encontradas entre ingesta calórica e ingesta alimentar tarde da noite e despertar durante a noite" concluíram Ioná Zalcman Zimberg, MD, estudante PhD, departamento de psicobiologia da Universidade Federal de São Paulo, Brasil, e pesquisadores. "Estes eventos também foram significativamente correlacionados com o índice apnéia-hipopnéia (IAH)", afirmaram.

Avaliadas conjuntamente com outras pesquisas, há a demonstração que a distribuição circadia da ingesta alimentar é capaz de alterar os padrões metabólicos e endócrinos durante o sono, potencializando os efeitos da restrição do sono no balanço nutricional e metabólico.

Esses achados foram descritos no SLEEP 2008: 22nd Annual Meeting of the Associated Professional Sleep Societies.

A influência da alimentação no sono

Os pesquisadores reuniram 52 pacientes saudáveis entre 20 e 45 anos. Os pacientes foram submetidos a um padrão alimentar de três refeições diárias e submetidos a uma polissonografia para determinar os padrões de sono de acordo com o escore internacional de Rechtschaffen and Kales.

O estudo indicou que a carga calórica total correlacionou-se com fragmentação do sono (r = 0,29; p < r =" 0,40" r =" 0.69;">P < .05) e com escore IAH (r = 0.65; P < .05).

A autora concluiu que "quando um paciente come especialmente no período da noite, ele apresenta uma maior fragmentação do sono e um alto índice apnéia-hipopnéia".

Em entrevista ao Medscape Psychiatry, Saul A. Rothenberg, PhD, Sleep Disorders Center, North Shore–Long Island Jewish Health System, New Hyde Park, New York, graduado na American Board of Sleep Medicine (pneumologia, medicina intensiva e medicina do sono), afirmou que devem ser avaliados mecanismos de manutenção dos ritmos circadianos relacionados a presença ou ausência de alimentos para entender a regulação desses.



SLEEP 2008: 22nd Annual Meeting of the Associated Professional Sleep Societies (APSS). Abstract 0084. Presented June 10, 2008.

Melancia pode ser 'Viagra natural', afirma cientista

Melancia
Ingrediente-chave da melancia contra a impotência é a citrulina
A melancia pode ter um efeito semelhante ao Viagra, segundo um cientista da universidade de Texas A&M, nos Estados Unidos.

Bhimu Patil, diretor do Fruit and Vegetable Improvement Center (Centro de Aprimoramento de Frutas e Vegetais) da universidade, afirma que a melancia tem ingredientes que produzem efeitos nos vasos sangüíneos semelhantes aos do Viagra e podem também aumentar a libido.

"Quanto mais nós estudamos a melancia, mais nós percebemos o quanto essa fruta é maravilhosa em fornecer fortificantes ao corpo humano", diz Patil em uma reportagem publicada no site de divulgação do Programa de Agricultura da Universidade, Agnews.

"Nós sempre soubemos que a melancia é boa para a saúde, mas a lista dos benefícios da fruta cresce a cada novo estudo."

Os ingredientes benéficos à saúde encontrados em frutas e legumes em geral são conhecidos como fitonutrientes. Na melancia, são encontrados fitonutrientes como o licopeno e o betacaroteno.

Mas o fitonutriente presente na melancia que tem atraído a atenção dos cientistas é a citrulina, que tem a habilidade de relaxar os vasos sangüíneos, da mesma forma que o Viagra o faz.

Quando a melancia é consumida, a citrulina é convertida em arginina por enzimas.

"A arginina estimula a produção de ácido nítrico, que relaxa os vasos, o mesmo efeito básico que o Viagra tem para tratar a impotência e até mesmo preveni-la", afirma Patil.

Os cientistas reconhecem que a impotência pode ser causada também por problemas psicológicos, mas afirmam que uma quantidade extra de ácido nítrico pode ajudar aqueles que precisam de um maior fluxo sangüíneo, o que também é útil no tratamento de problemas cardiovasculares.

"A melancia pode não ser tão direcionada ao órgão em questão como o Viagra, mas é uma ótima maneira de relaxar os vasos sangüíneas sem nenhum efeito colateral", afirma Patil.

A citrulina, precursora da arginina, é encontrada em maior concentração na casca da melancia do que na polpa.



Fonte: BBC Brasil

Estudo revela por que comer brócolis ajuda contra o câncer de próstata

Brócolis
Crianças aprendem a gostar do sabor de legumes ainda no útero
Um estudo realizado por cientistas na Grã-Bretanha revelou que comer brócolis provoca modificações na atividade de certos genes associados ao desenvolvimento do câncer de próstata.

Pesquisas anteriores já associavam uma dieta com a verdura a uma diminuição dos riscos de desenvolver a doença e de que ela se torne mais agressiva, mas os cientistas até agora não sabiam ao certo porque isso acontecia.

Segundo os pesquisadores do Instituto de Pesquisas sobre Alimentos de Norwich (sudeste da Grã-Bretanha), comer brócolis produz mudanças na produção, desencadeada por certos genes, de proteínas chamadas fatores de crescimento, como o TGF Beta 1 e o EGF.

Fatores de crescimento tipicamente estimulam a divisão ou o desenvolvimento celular e, com freqüência, desempenham um papel na evolução do câncer.

Crucíferos

Para o estudo, durante um ano, dois grupos de homens considerados sob risco de desenvolver câncer de próstata comeram ou 400 gramas de brócolis ou 400 gramas de ervilhas por semana, além de sua dieta normal.

Amostras de tecidos foram retiradas de suas próstatas aos seis meses da experiência e por ocasião de sua conclusão, e foi medida a atividade de vários genes.

No caso dos homens que comeram brócolis, a análise dessas amostras mostrou a alteração na produção de fatores de crescimento como o TGF beta 1 e o EGF, assim como do hormônio insulina (também associado à evolução do câncer de próstata e outros tumores).

Os estudos anteriores demonstraram que dietas ricas em vegetais da família dos crucíferos, como brócolis, couve-flor, repolho e agrião, podem reduzir o risco de câncer.

Mas "este é o primeiro estudo que dá evidências experimentais obtidas em seres humanos que dão conta de que dietas ricas em vegetais crucíferos podem reduzir o risco de câncer na próstata", disse Richard Mithen, biólogo do Instituto Pesquisas sobre Alimentos que liderou o estudo.

Outros vegetais e frutas

Os resultados deste estudo sugerem que quantidades relativamente baixas de crucíferos na dieta podem ter um grande efeito na atividade dos genes.

"Outras frutas e vegetais também demonstraram reduzir o risco de câncer na próstata e provavelmente agem por outros mecanismos", disse o Mithen.

"Quando nós entendermos isto, poderemos dar recomendações dietéticas muito melhores, em que combinações específicas de frutas e vegetais provavelmente terão benefícios especiais."

Por enquanto, ele aconselha a ingestão de duas a três porções de vegetais crucíferos por semana.

Fonte:BBC Brasil

Crianças que jantam com pais têm notas melhores, diz estudo

Aluno faz prova
Pesquisa do relaciona convívio familiar com desempenho escolar
Um estudo britânico afirma que crianças inglesas que sentam à mesa junto com os pais todas as noites para jantar obtêm notas melhores na escola do que as demais.

O levantamento intitulado As atividades e experiências das crianças de 16 anos na Inglaterra em 2007, publicado nesta quinta-feira pelo departamento de Crianças, Escolas e Família do governo britânico, foi feito com 20 mil alunos ingleses.

"Há uma forte relação entre refeições regulares à noite com a família e o desempenho no GCSE (os exames escolares feitos por todos os secundaristas na Grã-Bretanha)", afirma o relatório.

"Metade dos que quase sempre têm uma refeição com a família à noite obtiveram nota 8 ou superior no GCSE, comparado com quase um terço das crianças que quase nunca têm (refeições com a família à noite)."

As estatísticas indicaram que uma boa relação dos filhos com os pais tem resultado direto no desempenho escolar.

A pesquisa sugere ainda que as crianças que têm limite de horário para sair à noite têm desempenho melhor na escola.

Segundo os dados, 60% das crianças com notas altas tem hora determinada pelos pais para voltar para casa.

A pesquisa também traz dados sobre um problema que preocupa muitos pais na Inglaterra e nas demais nações da Grã-Bretanha – a intimidação das crianças por demais colegas.

"Em média, aqueles que disseram ter sido intimidados foram substancialmente pior nos seus testes de GSCE do que aqueles que não foram (intimidados)", afirma o relatório.

"Aqueles que disseram ter sido intimidados têm o dobro da probabilidade de não estar empregado, estudando ou em treinamento aos 16 anos."

Fonte: BBC Brasil

Humanidade tem 7 anos para estabilizar emissões, diz IPCC

O presidente do IPCC, Rajendra Pachauri
UE precisa liderar negociação sobre mudança climática, diz Pachauri
O presidente do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC, em inglês) da Organização das Nações Unidas, Rajendra Pachauri, afirmou que a humanidade tem apenas sete anos para estabilizar as emissões de gases que causam o efeito estufa.

"Temos uma janela de oportunidade de apenas sete anos, pois as emissões terão que chegar ao máximo até 2015 e diminuir depois disso. Não podemos permitir um atraso maior", afirmou.

Pachauri disse a ministros da União Européia, que participam de uma reunião de dois dias em Paris, que as tentativas de enfrentar o problema vão fracassar se o bloco não assumir a liderança nas negociações mundiais.

"Se a União Européia não liderar, temo que qualquer tentativa de fazer mudanças e de gerenciar o problema da mudança climática vai desmoronar", disse. "Vocês não conseguirão trazer os Estados Unidos, a América do Norte (para as negociações). Vocês não conseguirão trazer outros países do mundo também."

Limite

A União Européia quer limitar o aquecimento total desde a época pré-industrial a dois graus, objetivo também estabelecido por muitos cientistas.

Pachauri também alertou para esta meta, pois, segundo ele, estão surgindo provas de que a mudança climática está se acelerando mais do que o previsto. Ondas de calor e enchentes estão aumentando e as temperaturas subindo, o que causa o derretimento das geleiras.

Atualmente estão ocorrendo negociações para um novo acordo global que possa substituir o Protocolo de Kyoto, quando seu prazo de vigência for encerrado em 2012.

Em 2007 o IPCC e o ex-vice-presidente dos Estados Unidos Al Gore dividiram o prêmio Nobel da Paz, pelo trabalho de pesquisa e alerta a respeito do aquecimento global.



Fonte: BBC Brasil

Ativistas vestidas com alface defendem vegetarianismo em N.York

03/07 - 18:53 - EFE


Nova York, 3 jul (EFE) - Duas ativistas da organização Pessoas pela Ética no Tratamento de Animais (PETA) distribuíram hoje gasolina e sanduíches de tofu vestidas com biquínis feitos de alface para incentivar os nova-iorquinos a adotarem uma dieta vegetariana e proteger, assim, o meio ambiente.

As chamadas "Damas da Alface", da organização em defesa dos animais com sede em Norfolk (Virgínia), estiveram em um posto de gasolina no centro de Manhattan, onde distribuíram um sanduíche e dois galões de gasolina às primeiras 50 pessoas que se aproximaram para ouvir a mensagem.

"O senhor sabia que comer carne é mais prejudicial para o meio ambiente que dirigir um 4x4?", perguntavam aos atônitos passantes e motoristas que se concentravam no posto de gasolina da empresa petrolífera Hess, situada em Hell's Kitchen.

A coordenadora de campanhas da PETA Ashley Byrne explicou à Agência Efe que "a melhor maneira que as pessoas têm de ajudar ao meio ambiente é deixar de comer carne, já que as emissões das fazendas de produção são mais prejudiciais que as dos veículos".

As duas ativistas escolheram a véspera do Dia da Independência, comemorado amanhã, nos Estados Unidos, aproveitando que muitos nova-iorquinos dirigirão para deixar a cidade.

"Vão dirigir longas distâncias este fim de semana e é bom que saibam que comer uma só libra de carne (450 gramas) é o equivalente a dirigir mais de 40 milhas em um 4x4, portanto deixar a carne é o melhor que podem fazer pelo meio ambiente, pela saúde e pelo bem dos milhares de animais que sofrem nas fazendas", assinalou Byrne.

Fonte:EFE

Britânicos criam garrafa biodegradável que vira planta

Abertura da exposição 'wonderland' na InglaterraDivulgação

Abertura da exposição 'wonderland' na Inglaterra

LONDRES - Uma designer e um cientista britânico inventaram uma garrafa de plástico biodegradável que, uma vez utilizada, pode transformar-se em uma planta de uso culinário, ou em uma flor.

Uma das mais importantes cadeias de supermercados britânica pretende comercializar o produto.

São garrafas que podem conter detergente ou outros tipos de produtos de limpeza líquidos, e que têm uma tampa com sementes.

A transformação se produz quando, uma vez utilizada, se enche a garrafa de água quente e suas paredes, feitas de um plástico solúvel, se derretem e se transformam em um gel.

É esse gel onde, posteriormente, se plantarão as sementes, das quais nascerão hortelã ou manjericão, alface ou até mesmo um planta com flor.

Os dirigentes da cadeia de supermercados Sainsbury's se declararam dispostos a "explorar o potencial comercial" do objeto.

As garrafas podem ser vistas em Sheffield, norte da Inglaterra, em uma exposição chamada "O país das maravilhas: o começo de algo extraordinário."

A mostra fala sobre materiais recicláveis em que a designer - Helen Storey, professora da Faculdade de moda de Londres - e o cientista - Tony Ryan, chefe da Faculdade de Ciências e Matemática de Sheffield - trabalharam com o objetivo de provocar um debate sobre sustentabilidade.

"O objetivo é que pensemos sobre a reciclagem e a sustentabilidade de uma maneira diferente", insiste o cientista antes de lembrar que a população já "está aborrecida com as mensagens verdes tradicionais."

A outra grande atração da exposição são vestidos que desaparecem ao entrar em contato com a água. Feitos a partir de tecidos solúveis, esses vestidos se desintegram lentamente, como se derretessem.

Tony Ryan diz que, nesse caso, se usam os vestidos como uma "metáfora para falar dos resíduos do consumidor", e também para lançar a crítica à própria indústria da moda, em que as "coisas estão durante uma temporada e logo são descartadas."

(Fonte: Estadão Online)

Substância do vinho tinto retarda efeitos do envelhecimento, mostra pesquisa


Uma substância presente no vinho tinto pode ser a chave contra uma série de problemas de saúde ligados ao envelhecimento dos mamíferos, afirma uma pesquisa americana. Num experimento com camundongos, os cientistas deram aos bichos grandes doses de resveratrol, e os animais ganharam uma velhice com muito mais qualidade de vida - embora não necessariamente vivessem mais que seus companheiros sem resveratrol.

A pesquisa, coordenada por David Sinclair, da Universidade Harvard, e Rafael de Cabo, do Instituto Nacional do Envelhecimento dos EUA, está na revista científica "Cell Metabolism". O que os pesquisadores viram foi uma forte correlação entre os efeitos do resveratrol e a chamada restrição calórica - ou seja, passar fome, mas sem ficar desnutrido.

Por razões que ainda são motivo de imenso debate entre os cientistas, a restrição calórica retarda o envelhecimento num sem-número de organismos, de vermes a camundongos (os testes em primatas, como os macacos e nós, ainda não foram concluídos). Em muitos casos, o procedimento pode mesmo prolongar significativamente a vida. No entanto, como pouca gente seria capaz de cortar até 50% das calorias em cada refeição, ou então comer apenas dia sim, dia não, a grande busca dos pesquisadores é achar um composto que reproduza esses resultados sem a fome que os acompanha.

Candidato forte - Por enquanto, o resveratrol do vinho tinto é o melhor candidato para conseguir essa façanha. No experimento relatado na "Cell Metabolism", os cientistas ministraram grandes doses da substância a camundongos de um ano (o equivalente à meia-idade humana). Um grupo controle recebeu uma dieta sem resveratrol, para comparação.

O resultado foi muito semelhante ao que se vê no caso da restrição calórica. Os bichos tiveram menos osteoporose, menos cataratas, situação cardiovascular melhor e menos perda de coordenação motora, embora, no geral, não vivessem mais do que o grupo controle. De qualquer maneira, a qualidade de vida dos bichos na velhice foi muito mais elevada.

Os pesquisadores dizem esperar que resultados parecidos sejam verificados em humanos. Já há planos, por exemplo, de testar o resveratrol contra a diabetes tipo 2. (Fonte: G1)