Qr Code do blog

Qr Code do blog
Qr Code do blog

Rss

Contacto

Blog Archive

Followers

Follow by Email

Add me on Facebook

NutriViva Tv



Total de visualizações de página

sábado, 5 de julho de 2008

Britânicos criam garrafa biodegradável que vira planta

Abertura da exposição 'wonderland' na InglaterraDivulgação

Abertura da exposição 'wonderland' na Inglaterra

LONDRES - Uma designer e um cientista britânico inventaram uma garrafa de plástico biodegradável que, uma vez utilizada, pode transformar-se em uma planta de uso culinário, ou em uma flor.

Uma das mais importantes cadeias de supermercados britânica pretende comercializar o produto.

São garrafas que podem conter detergente ou outros tipos de produtos de limpeza líquidos, e que têm uma tampa com sementes.

A transformação se produz quando, uma vez utilizada, se enche a garrafa de água quente e suas paredes, feitas de um plástico solúvel, se derretem e se transformam em um gel.

É esse gel onde, posteriormente, se plantarão as sementes, das quais nascerão hortelã ou manjericão, alface ou até mesmo um planta com flor.

Os dirigentes da cadeia de supermercados Sainsbury's se declararam dispostos a "explorar o potencial comercial" do objeto.

As garrafas podem ser vistas em Sheffield, norte da Inglaterra, em uma exposição chamada "O país das maravilhas: o começo de algo extraordinário."

A mostra fala sobre materiais recicláveis em que a designer - Helen Storey, professora da Faculdade de moda de Londres - e o cientista - Tony Ryan, chefe da Faculdade de Ciências e Matemática de Sheffield - trabalharam com o objetivo de provocar um debate sobre sustentabilidade.

"O objetivo é que pensemos sobre a reciclagem e a sustentabilidade de uma maneira diferente", insiste o cientista antes de lembrar que a população já "está aborrecida com as mensagens verdes tradicionais."

A outra grande atração da exposição são vestidos que desaparecem ao entrar em contato com a água. Feitos a partir de tecidos solúveis, esses vestidos se desintegram lentamente, como se derretessem.

Tony Ryan diz que, nesse caso, se usam os vestidos como uma "metáfora para falar dos resíduos do consumidor", e também para lançar a crítica à própria indústria da moda, em que as "coisas estão durante uma temporada e logo são descartadas."

(Fonte: Estadão Online)

0 comentários: