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sexta-feira, 17 de agosto de 2007

Comida de dieta 'pode provocar obesidade em crianças'


comida com alto teor calórico
Pesquisadores sugerem dieta baleanceada para crianças
Produtos de dieta para crianças podem, em vez de controlar o peso, aumentar o risco de obesidade, afirma uma pesquisa realizada pela Universidade de Alberta, no Canadá.

O estudo, publicado na revista científica Obesity, realizou testes com ratos de laboratório em que os roedores foram tratados com comidas de baixa caloria.

Os pesquisadores treinaram ratos jovens para relacionar o gosto da comida ao valor calórico e perceberam que, ao notarem que os alimentos tinham poucas calorias, os roedores comeram mais do que o necessário para compensar.

O consumo das versões de baixa caloria de produtos que normalmente têm alto teor calórico pode desregular a habilidade natural do corpo de controlar a ingestão de energia através do gosto dos alimentos.

Dieta balanceada

De forma semelhante, estimam os pesquisadores, crianças que fazem dieta podem acabar comendo mais das comidas de baixa caloria e aumentar o peso.

David Pierce, líder da pesquisa, disse que uma dieta balanceada, combinada com exercícios físicos, é a melhor forma de manter as crianças em forma e saudáveis.

“Com base no que aprendemos, é melhor que as crianças comam de forma saudável, com dietas balanceadas que contenham calorias suficientes para suas atividades diárias e evitem lanches ou refeições com baixas calorias.

E acrescentou: "Comidas de dieta provavelmente não são uma boa idéia durante a fase do crescimento”.

Os estudiosos também perceberam que, ao contrário dos mais novos, os ratos mais velhos não apresentaram a mesma tendência e comeram menos.

Isto porque, acreditam os pesquisadores, eles foram capazes de identificar através do gosto o nível do valor energético dos alimentos e ingerir a quantidade certa de energia.


Fonte: BBC Brasil

Brócolis reduz risco de câncer agressivo na próstata, diz estudo

Brócolis
Uma porção de brócolis por semana reduziria risco em 45%
Comer brócolis e couve-flor regularmente reduz o risco de um homem desenvolver formas agressivas de câncer de próstata, sugere uma pesquisa feita nos Estados Unidos e publicada no Journal of the National Cancer Institute.

Após um estudo que envolveu 1,3 mil voluntários, os cientistas chegaram à conclusão de que essas duas verduras são as que oferecem maior proteção contra tumores agressivos na próstata.

A equipe do National Cancer Institute dos Estados Unidos e do Cancer Care de Ontário, no Canadá, questionou pacientes diganosticados com a doença sobre os seus hábitos alimentares.

De uma forma geral, eles observaram que não havia associação entre a ingestão de frutas e verduras e um decréscimo no risco de um homem ter câncer de próstata.

Por outro lado, eles notaram uma ligação entre um maior consumo de verduras de coloração verde escura e da família das crucíferas, especialmente o brócolis e a couve-flor - que pertencem a essa família, com a diminuição do risco de desenvolver tumores agressivos na próstata.

Uma porção semanal de couve-flor foi associada a uma queda de 52% no risco de desenvolver uma forma agressiva da doença; a mesma quantidade de brócolis levaria a uma queda de 45% nesse risco.

Dieta saudável

A ligação entre o consumo de verduras e a redução no risco de desenvolver câncer de próstata já havia sido demonstrada em outros estudos, mas ainda não haviam sido produzidos resultados consistentes.

Além disso, muitos estudos não haviam analisado especificamente as formas mais letais da doença.

Segundo os cientistas americanos e canadenses, o consumo de espinafre também pareceu estar associado a uma redução no risco de desenvolver câncer de próstata, mas a melhora não parece ter sido significativa para casos de câncer que se espalham para além da próstata.

"O câncer agressivo de próstata é biologicamente virulento e está associado com prognósticos ruins. Se a associação que nós observamos se revelar causal, uma possível forma de reduzir o impacto dessa doença pode ser a prevenção primária por meio do aumento do consumo de brócolis, couve-flor e possivelmente espinafre", disse a responsável pelo estudo, Victoria Kirsch, do Cancer Care Ontario.

Kirsch ressaltou, no entanto, que os homens que queiram prevenir o câncer não devem apenas comer brócolis e couve-flor, mas devem ter um estilo de vida mais saudável de forma geral.

Entidades ligadas à prevenção do câncer também alertaram para a necessidade de se manter uma dieta saudável e não atribuir importância excessiva a um alimento específico.

"Quando o assunto é comida, não há nenhuma 'superfruta' ou 'superverdura' em particular que vai proteger você do câncer"", disse Kat Arney, da britânica Cancer Research UK.

"Especialistas já provaram que a melhor forma de reduzir o seu risco de desenvolver vários tipos de câncer é comer uma dieta balanceada. Isso significa incluir pelo menos cinco porções diárias de uma variedade de fruta e verduras, incluindo brócolis e couve-flor."



Fonte: BBC Brasil, 02 de agosto, 2007

Vida de excessos' eleva casos de câncer entre britânicos

Banhistas tomam sol na praia
Incidência de melanomas subiu 43% entre 1995 e 2004
Excessos no consumo de alimentos, de álcool e abuso na exposição ao sol estão provocando um aumento na incidência de alguns tipos de câncer entre britânicos, alertam especialistas.

O número de casos de melanoma, a forma mais perigosa de câncer de pele, subiu 54% em uma década, de acordo com dados da entidade beneficente de fomento a pesquisas Cancer Research UK.

Em 2004, houve 8.939 casos de melanomas malignos na Grã-Bretanha, comparados com 5.783 em 1995.

Segundo a entidade, a incidência de câncer da boca, associado ao fumo e à bebida, subiu 23%.

O total de casos de câncer no rim e no útero - ambos associados à obesidade - também mostraram rápido crescimento nos últimos dez anos, de 14% e 21%respectivamente.

Sol

Representantes da entidade disseram estar preocupados com os índices de melanoma - o câncer de pele -, que dobraram entre as mulheres e triplicaram entre os homens desde meados da década de 1980.

Segundo a Cancer Research UK, a exposição excessiva ao sol está na raiz da vasta maioria dos casos.

"A maioria dos casos desta doença poderiam ser prevenidos se as pessoas se protegessem contra o sol", disse Sara Hiom, diretora de informação sobre saúde da entidade.

Aumento nos Índices de Câncer na GB (1995-2004)
Melanomas malignos: 54%
Câncer da boca: 23%
Câncer do útero: 21% increase
Câncer do rim: 14% increase
Cancer Research UK

Hiom também aconselhou as pessoas a ficar atentas aos sinais de câncer da boca, entre eles feridas na boca ou língua, manchas vermelhas ou brancas na boca ou uma dor inexplicável na boca ou no ouvido.

Ela explicou que há grandes chances de cura desse câncer se ele for descoberto no início.

"Todos podem ajudar a reduzir os riscos de câncer ao evitar o fumo, manter um peso saudável, comer uma dieta balanceada com muitas frutas, legumes e fibra e fazer exercícios regularmente", disse Hiom.



Fonte: BBC Brasil

Variação acentuada de peso da mãe 'é perigosa para bebê'

mulher grávida
Ideal seria manter peso saudável antes, durante e após a gestação
Mulheres que engordam ou emagrecem muito entre uma gravidez e outra podem estar colocando a vida dos seus bebês em risco, segundo um artigo de dois médicos irlandeses publicado no British Medical Journal (BMJ).

Ao perder muito peso em um curto espaço de tempo, como muitas mães fazem atualmente logo depois de dar à luz, elas estariam prejudicando a saúde do seu próximo bebê.

Por outro lado, os especialistas advertem que um ganho acentuado de peso logo depois de ter um filho também é nocivo para o desenvolvimento de um outro feto.

Partos com o bebê morto, nascimentos prematuros, abortos espontâneos e pressão alta estão entre os possíveis efeitos de uma variação exagerada no corpo da mãe, de acordo com o alerta do BMJ.

Peso saudável

Os autores do estudo são a especialista em obstetrícia e ginecologia Jennifer Walsh, da divisão de um hospital especializado na saúde da mulher em Dublin, na Irlanda, e Deirdre Murphy, professor de obstetrícia da Universidade de Dublin.

Segundo Walsh e Murphy, as mulheres têm de tentar manter um peso saudável antes, durante e depois da gestação para dar às suas crianças um começo de vida com saúde.

"Mulheres em idade reprodutiva são bombardeadas com mensagens sobre dietas, peso e imagem corporal", alertaram.

"Há uma crescente preocupação com uma epidemia de obesidade, por um lado, e, do outro, com uma cultura que promove como desejável o 'tamanho zero', independentemente da constituição natural de uma mulher."

Os médicos dizem ainda que a gravidez é um dos períodos mais exigentes da vida de uma mulher do ponto de vista nutricional e que a oferta adequada de nutrientes é essencial para sustentar o bem-estar e o crescimento do feto.

Eles citam dois estudos que mostram os possíveis efeitos de flutuações extremas de peso.

O primeiro, feito na Suécia, consistiu em acompanhar mais de 200 mil mulheres entre 1992 e 2001 a fim de avaliar os impactos de mudanças no índice de massa corpórea (BMI, na sigla em inglês) na saúde da mãe e do bebê.

As mulheres que participaram do estudo foram acompanhadas do início da primeira gestação ao início da segunda.

A conclusão foi que o aumento de apenas uma ou duas unidades no BMI acarreta "taxas significativamente maiores" de pre-eclampsia, condição ligada à pressão alta durante a gravidez; aumento nos índices de diabetes entre as mães e maior risco de um bebê nascer com um peso acima do recomendável.

Uma pessoa com BMI superior a 25 é considerada "acima do peso"; quem tem mais de 30 já é considerado "obeso".

Um ganho de peso equivalente a três ou mais unidades de BMI aumenta "significativamente" os índices de natimortos, segundo os especialistas.

Segundo os médicos, o aumento de riscos é independente de as mulheres já estarem acima do peso.

Publicado no American Journal of Obstetrics and Gynaecology (Revista Americana de Obstetrícia e Ginecologia), o outro estudo citado pelos especialistas conclui que mulheres que emagreciam muito entre um filho e outro tinham mais chances de dar à luz prematuramente do que mulheres que aumentaram ou mantiveram seu peso.

A principal mensagem que querem passar, disseram os médicos, é que mulheres de peso médio devem evitar ganhar peso entre uma gravidez e outra.

Além disso, mulheres que estão acima do peso podem se beneficiar de uma perda de quilos antes de uma outra gravidez.

No entanto, destacam os autores, perdas de peso muito acentuadas devem ser evitadas por causa dos riscos de partos prematuros e do nascimento de bebês abaixo do peso recomendável.

Fonte: BBC Brasil

Peso saudável ajuda longevidade, diz estudo

Excesso de peso pode levar a altos níveis de insulina no sangue
Manter um peso saudável pode ajudar as pessoas a terem uma vida mais longa ao limitar a exposição do cérebro a insulina, de acordo com com cientistas nos Estados Unidos.

Um estudo com ratos de laboratório descobriu que a redução dos sinais de insulina dentro das células do cérebro aumenta a longevidade.

Em artigo na revista Science, os pesquisadores disseram que adotar estilo de vida e peso saudáveis leva a uma redução dos níveis de insulina em seres humanos e pode ter o mesmo efeito.

Segundo especialistas, se isto for comprovado, a insulina será apenas um dos muitos fatores, tais como genes, que influenciam a longevidade.

Proteína IRS2

Pesquisas anteriores em moscas de frutas e parasitas intestinais sugeriram que reduzir a atividade do hormônio insulina, que regula os níveis de açúcar no sangue, pode aumentar a longevidade.

O mais recente estudo examinou os efeitos de uma proteína, IRS2, que transmite os sinais da insulina até o cérebro.

Ratos que tinham a metade da proteína tiveram vida 18% mais longa do que os ratos normais.

Apesar de ter peso excessivo e altos níveis de insulina, os ratos tinham maior atividade quando ficavam mais velhos, e seu metabolismo de glicose faz lembrar o de ratos mais jovens.

Os pesquisadores disseram que os ratos geneticamente modificados viviam mais tempo porque doenças letais, como câncer e problemas cardiovasculares, estão ocorrendo mais tarde por causa da redução do sinal de insulina no cérebro, embora os níveis de insulina em circulação sejam altos.

Segundo eles, no futuro, pode ser possível formular drogas que reduzam a atividade do IRS2 para reproduzir o mesmo efeito, embora eles tenham que ser específicos para o cérebro.

Problema de peso

O chefe do estudo, Morris White, do Instituto Médico Howard Hughes, em Boston, disse que a forma mais simples de encorajar a longevidade é limitar os níveis de insulina fazendo exercícios e adotando uma dieta alimentar saudável.

White disse que a descoberta apresenta "um mecanismo para o que a sua mãe lhe disse quando você estava crescendo - tenha uma boa dieta e faça exercício, para se manter saudável".

"Dieta, exercício e peso baixo ajuda os tecidos periféricos sensíveis a insulina."

"Isto reduz a quantidade e a duração da secreção de insulina necessária para manter a sua glicose sob controle quando você come."

"Assim, o cérebro é exposto a menos insulina."

A equipe de pesquisadores agora planeja examinar a possibilidade de ligações entre os sinais de IRS2 e a demência.

A demência estaria associada à obesidade e a altos níveis de insulina, de acordo com trabalhos científicos anteriores.

Matt Hunt, da organização britânica Diabetes UK, disse: "Este é um estudo interessante pois o trabalho feito com ratos pode sugerir que insulina desempenha um papel no processo de envelhecimento."

"Apesar disso, nós estamos examinando várias interações extremamente complexas de genes no cérebro e esta pesquisa não explicou ainda como este mecanismo pode estar funcionando."

Hunt disse que a longevidade dos seres humanos vem aumentando, apesar da crescente incidência de obesidade e diabete sugerir que os níveis de insulina no cérebro podem ser apenas um de muitos fatores envolvidos.

"Nós saudamos o fato de que este estudo apóia nossa principal mensage, da importância de ter um estilo de vida saudável."


Fonte: BBC Brasil

20 de julho, 2007

Falta de sono pode prejudicar julgamento moral


Algumas noites sem sono podem prejudicar o julgamento moral de uma pessoa segundo resultados de uma nova pesquisa. Pesquisadores do Exército norte-americano descobriram que soldados tinham dificuldade de tomar decisões repentinas em situações emocionalmente extremas depois de terem ficado sem dormir por duas noites.

Os autores da pesquisa afirmam que isso pode ser importante para outras profissões, incluindo médicos, que não têm um padrão regular de sono e precisam tomar decisões rápidas em situações de crise.

O trabalho foi publicado na última edição da revista Sleep.

Já se sabe que pouco sono pode prejudicar muitas funções, incluindo a concentração e a memória. Algumas pessoas afirmam que precisam apenas de três horas de sono a cada 24 horas para se sentirem descansadas, enquanto outras precisam de 11 horas. Especialistas geralmente aconselham oito horas de sono por noite. ...

"Nossos resultados simplesmente sugerem que quando não têm a quantidade de sono adequada, pessoas parecem ser seletivamente mais lentas em suas deliberações a respeito de dilemas morais pessoais, em comparação a outros dilemas", disse o chefe dos pesquisadores, William Killgore, do Instituto de Pesquisas do Exército Walter Reed.

Os pesquisadores pediram que 26 soldados saudáveis julgassem se certas ações seriam "apropriadas" ou "inapropriadas" em situações pré-determinadas, que iam de ações menores sem conseqüências a dilemas mais sérios onde a decisão poderia, em teoria, causar danos a outra pessoa.

Em geral os soldados acharam mais difícil realizar a tarefa depois de serem privados por 53 horas. Alguns chegaram a mudar sua visão do que era moralmente aceitável depois de terem ficado acordados por dois dias. ... [Grifo meu.]

"Sabemos que cansaço pode prejudicar o julgamento em termos gerais. Este trabalho sugere que afeta o julgamento moral também. Você reage de forma diferente e a situação pode piorar", disse Neil Stanley, da Sociedade Britânica para o sono.

(BBC Brasil)

Sucos de frutas reduzem risco de Alzheimer


Uma dieta rica em suco de frutas pode cortar o risco de Mal de Alzheimer e outras doenças, segundo pesquisa da Universidade de Glasgow, na Grã-Bretanha. A equipe de pesquisadores realizou um dos primeiros estudos a respeito dos benefícios dos antioxidantes.

Antioxidantes são químicos naturais que reduzem o dano a células causado pelos radicais livres, tidos como uma importante causa de doenças e envelhecimento.

A pesquisa revelou que os sucos de uva, maçã e amora contêm grandes quantidades de benefícios químicos. O estudo será publicado na revista Journal of Agriculture and Food Chemistry.

Pesquisadores do Grupo de Nutrição Humana na Universidade de Glasgow examinaram sucos diferentes e a quantidade de antioxidantes que cada suco continha, além dos diferentes compostos químicos. Antioxidantes conhecidos como polifenóis conseguem eliminar os radicais livres no corpo. Acredita-se que eles ajudam a manter e melhorar a saúde além de proteger contra doenças crônicas.

Os resultados das pesquisas mostraram que o suco de uvas roxas do tipo Concord, contém grande quantidade e variedade de polifenóis além de ter a maior capacidade antioxidante, igual à encontrada no vinho tinto Beaujolais.

"Nem todos os sucos de frutas são iguais. Complementar uma dieta saudável com o consumo regular de uma variedade de sucos de frutas como o suco de uvas escuras, de toranjas, de maçãs e amoras vai, sem grandes mudanças na dieta, aumentar o consumo de fenóis antioxidantes", disse Alan Crozier, professor de Bioquímica das Plantas e Nutrição Humana. "Polifenóis na alimentação, por meio de suas propriedades antioxidantes e possivelmente outros mecanismos, podem ter um papel na proteção contra doenças crônicas", acrescentou.

(BBC Brasil)

Comer carne aumenta risco de câncer de cólon


Um artigo divulgado nesta quarta-feira na publicação mensal The Journal of Nutrition mostra que um alto consumo de carne pode aumentar as chances de surgimento do câncer de cólon, o segundo mais mortífero nos EUA, perdendo apenas para o de pulmão. Já uma dieta rica em frutas e com pouco consumo de carne diminui o risco de ter esse câncer, segundo um estudo da Universidade da Carolina do Norte em Chapel Hill, nos Estados Unidos.

Os pesquisadores diferenciaram três tipos de pessoas segundo sua dieta: os que consomem muitas frutas e que quase não provam carne, os que combinam altas quantidades de frutas com um consumo moderado de carne e os que basicamente só consomem carne. O estudo revelou que os grandes e médios consumidores de carne têm 70% a mais de chance de desenvolver um câncer que aqueles que seguem uma dieta alta em fruta e baixa em carne.

A dúvida dos investigadores era saber se, apesar de ingerir grandes quantidades de carne, uma pessoa poderia resistir aos males desse tipo de alimento ingerindo grandes quantidades de frutas. "Alguns estudos descobriram um efeito protetor da fruta e das verduras, mas muitos outros sustentam que não há relação entre o consumo de frutas e verduras e o risco de desenvolver tumores ou pré-tumores de cólon", dizia o estudo.

A alimentação alta em carne é típica da população americana. Por isso, o estudo recomenda um maior consumo de cereais integrais e de fruta, além de uma redução dos alimentos altos em açúcar e gorduras. Para a realização do estudo, os investigadores fizeram 725 pesquisas com perguntas sobre hábitos de consumo de alimentos, tabaco e outros produtos a pessoas que se submeteram a uma colonoscopia.

Testes mostraram que 203 pessoas entre os entrevistados tinham adenomas - pólipos que podem chegar a se tornar um câncer e normalmente retirados durante a colonoscopia. Segundo estatísticas, 52 mil pessoas morrerão de câncer de cólon em 2007.

(Terra)

Exposição à terra promove felicidade

Exposição à terra pode ser uma forma de melhorar o humor das pessoas, além de estimular o sistema imunológico, de acordo com cientistas britânicos.

Pacientes com câncer no pulmão tratados com bactérias não prejudiciais à saúde normalmente encontradas no solo disseram ter sentido uma melhoria na sua qualidade de vida.

Ratos expostos às mesmas bactérias tiveram um aumento da produção da substância que provoca uma sensação de felicidade, a setoronina, disseram os autores do estudo da Universidade de Bristol à publicação Neuroscience.


Brincar na sujeira

Escassez de serotonina é foi relacionada à ocorrência de depressão.

Os cientistas dizem que são necessárias mais pesquisas para determinar se a bactéria Mycobacterium vaccae tem propriedades antidepressivas através da ativação de neurônios de serotonina.

O chefe da pesquisa, Chris Lowry, disse que "estes estudos nos ajudam a entender o quanto o organismo se comunica com o cérebro e porque um sistema imunológico saudável é importante para manter a saúde mental".

"Eles também nos fazem pensar se não deveríamos todos passar mais tempo brincando na terra."

O estudo pode também ajudar os especialistas a entenderem porque um desequilíbrio no sistema imunológico deixa algumas pessoas vulneráveis a distúrbios emocionais como a depressão, acrescentou Lowry.

Humor e imunidade

Pesquisadores canadenses também estão explorando a ligação entre serotonina, humor e imunidade.

Uma equipe do Centro Médico da Universidade de Georgetown descobriu recentemente que a serotonina passa entre células-chave no sistema imunológico, e que a substância química pode gerar uma resposta imunológica.

Isso sugere que a serotonina pode restaurar uma função imunológica saudável em pessoas que estão deprimidas ou sujeitas a infecções.

Por outro lado, também é possível que a serotonina - e antidepressivos que estimulam a serotonina - acabam encorajando a imunidade a ponto de que provocam um uma doença de auto-imunidade, em que o organismo acaba atacando a si mesmo.

Gerard Ahern, chefe da pesquisa, disse que "neste ponto nós simplesmente não sabemos como estas drogas podem afetar a imunidade, então nós realmente precisamos esclarecer qual é o papel normal da serotonina no funcionamento da célula imunológica."

(BBC Brasil) 02 de abril, 2007

Carne aumenta risco de câncer de mama


O consumo de carne vermelha pode aumentar o risco de câncer de mama em mulheres que já passaram da menopausa, segundo estudo publicado no British Journal of Cancer. Uma equipe de cientistas da Universidade de Leeds, na Grã-Bretanha, monitorou a saúde de 35 mil mulheres durante sete anos e concluiu que mulheres que comiam uma porção de cerca de 60g de carne por dia apresentaram 56% mais risco do que aquelas que não consumiam o alimento.

Ainda segundo o estudo, as mulheres que comiam carne processada, como bacon, salsichas e presunto, têm 64% mais risco de desenvolver o câncer de mama do que aquelas que evitam esses pratos.

"A carne vermelha é rica em gordura saturada, e esse tipo de gordura influencia na quantidade de colesterol produzida pelo organismo. O colesterol é um precursor do estrogênio, substância que está associada a um maior risco de câncer de mama", explicou Janet Cade, chefe da equipe que realizou a pesquisa.

Segundo a médica, cozinhar a carne em altas temperaturas também pode acelerar a formação de componentes cancerígenos. "Meu conselho para mulheres que consomem grandes quantidades de carne vermelha e processada diariamente é para que elas reavaliem sua dieta", disse.

Cade afirmou ainda que mulheres mais jovens, que ainda não entraram na menopausa e que comem carne vermelha, também apresentaram mais chances de sofrer da doença, mas os resultados não foram significantes estatisticamente.

O mesmo estudo mostrou que mulheres mais jovens que consomem grande quantidades de fibras cortaram pela metade o risco de desenvolver o câncer de mama. ...

Henry Scowcroft, do Cancer Research UK, disse que as mulheres deveriam tentar manter um peso saudável, fazer exercícios físicos e evitar porções regulares de alimentos gordurosos, como a carne vermelha.

(BBC Brasil)

Sexo e exercício físico

Segundo informação divulgada no portal Terra, a energia sexual é capaz de melhorar o sistema de defesa do organismo contra doenças, reduzir a concentração de gordura no corpo e aumentar a produção de endorfinas, substâncias naturais que combatem a ansiedade e o estresse.

Quem está há algum tempo sem fazer sexo ou tem disfunções sexuais, como impotência e falta de desejo ou orgasmo, deixa de produzir endorfinas. Por isso, aumentam as chances de incidência de doenças ligadas ao estresse, como neurastenia – mau humor, irritabilidade e cansaço – e até depressão.

Para evitar as doenças ligadas à sexualidade, médicos recomendam mudanças no estilo de vida, incluindo a prática regular de algum tipo de atividade física. Elas ajudam o corpo a ficar mais forte e saudável.

Caminhar ou correr durante cerca de 30 minutos, pelo menos quatro dias na semana, já é suficiente para quem pensa em iniciar uma rotina de exercícios.

Qualidade do ar, transporte e os impactos na saúde da população

Mais de 50 pessoas participaram do debate "Qualidade do ar e mobilidade urbana em São Paulo", promovido pelo Instituto de Energia e Meio Ambiente, a ONG Rua Viva e o Movimento Nossa São Paulo

SAÚDE
Texto de Luanda Nera

A discussão sobre o panorama geral da qualidade do ar em São Paulo e os efeitos na saúde da população, com enfoque no modelo de mobilidade urbana adotado na cidade, atraiu a atenção do público que lotou o auditório da ONG Ação Educativa no último dia 23 de julho. Mais de 50 pessoas participaram do debate "Qualidade do ar e mobilidade urbana em São Paulo", promovido pelo Instituto de Energia e Meio Ambiente, a ONG Rua Viva e o Movimento Nossa São Paulo. O evento faz parte das ações de preparação para o Dia Sem Carro, em 22 de setembro.

"Muitos subestimam os efeitos da poluição na saúde. A poluição gera mudanças comportamentais, doenças e pode até levar à morte. A água, antes de ser consumida, é tratada para evitar contaminação. Mas ainda não dá para comprar ar engarrafado!" Essas e outras declarações foram emitidas pelo professor Paulo Saldiva, chefe do departamento de Patologia da Faculdade de Medicina da USP, que há mais de 30 anos estuda o impacto da poluição na saúde e é um dos mais renomados especialistas no assunto.

Durante o evento, ele criticou a falta de atenção concedida ao problema por parte dos governos e exemplificou: "Não são feitos estudos ambientais para avaliar os efeitos da poluição na vida de todos nós. Ninguém, por exemplo, deveria morar a menos de 200 metros de uma grande avenida. O padrão de qualidade do ar tem que proteger a saúde da população. Mas a realidade é que todos nós paulistanos, fumantes ou não, inalamos de dois a três cigarros todos os dias".

A grande circulação de automóveis na cidade - principal responsável pela poluição da capital paulista - provoca a morte de quatro pessoas todos os dias. O pior: são os mais pobres que sofrem mais e, conseqüentemente, morrem mais. É o que Paulo Saldiva chamou de "injustiça ambiental". "Quem está perto do centro tem mais condições financeiras para comprar remédios e pagar por melhor assistência. Além disso, os carros que por lá trafegam são mais modernos e poluem menos", detalhou. Estima-se que as pessoas mais carentes morrem 6 vezes mais por causa da poluição do que as ricas.

Transporte urbano: grande vilão

Se os efeitos da poluição na saúde dos moradores das grandes cidades já estão comprovados, também é consenso que o atual modelo de transporte adotado pelas grandes cidades brasileiras é o grande vilão. Apenas na cidade de São Paulo, onde são licenciados 1 mil carros por dia, são lançados a cada 3 meses precursores de ozônio em quantidade equivalente a de um ano de funcionamento de uma termoelétrica.

"Não há mais espaço para automóveis nas grandes capitais. A frota da capital paulista é de 5 milhões de automóveis, mas apenas 3,5 milhões circulam. No horário de pico, são cerca de 700 mil que estão nas ruas. Se todos saíssem ao mesmo tempo, aconteceria um colapso!", estima Nazareno Stanislau Affonso, coordenador do Movimento Nacional Pelo Direito do Transporte Público de Qualidade Para Todos e diretor do instituto Rua Viva, ONG responsável pel a campanha do "Dia Mundial Sem Carro".

Nazareno Stanislau também destacou o problema crônico das mortes no trânsito, que provoca tragédias diárias em todo o País. "No período entre o acidente do avião da Gol e o da TAM, cerca de 400 pessoas morreram em acidentes aéreos. Só no trânsito, no mesmo período, foram 12 mil", alerta Nazareno. "Os cidadãos precisam diminuir seu vício pelo automóvel. Existem outros meios mais saudáveis e melhores para o bem-estar do que o carro", concluiu.
Poluição X saúde

- No Instituto do Coração, de cada 100 consultas no pronto-socorro, 12 são atribuídas à poluição do ar. De 5% a 6% das mortes naturais de idosos são aceleradas pela poluição;

- O risco de ter câncer de pulmão morando numa cidade como São Paulo é 10% maior do que em outro local;

- A moto emite 20 vezes mais poluentes do que um carro novo. Enquanto um carro roda em média 30 km por dia, as motos de entrega percorrem até 180 km. Assim, uma moto pode poluir tanto quanto 120 carros.

- Estima-se que os níveis atuais de poluição da cidade de São Paulo promovam uma redução de cerca de um ano e meio de vida em seus moradores;

- A poluição de São Paulo provoca impacto sobre cada habitante equivalente à inalação de cerca de 3 cigarros por dia.

- Os custos dos efeitos crônicos da poluição do ar são substanciais. Na cidade de São Paulo, as estimativas mais conservadoras apontam para valores de US$ 400 milhões por ano.

Fonte: Dr. Paulo Saldiva, patologista da Faculdade de Medicina da USP

Comer pouco prolonga a vida

16/04/2007

Uma pesquisa feita com cachorros comprovou que comer menos reduz as taxas de metabolismo, o que diminui a produção de radicais livres -- moléculas que envelhecem as células do corpo. O estudo utilizou informações coletadas durante 15 anos para uma experiência conduzida pela Purina, empresa americana de comida para cachorros. Para o experimento, foram separados 48 filhotes de labrador, em pares, em que um cachorro recebia 25% menos alimentos que o outro. Os cientistas concluíram que os cachorros que comeram menos viveram quase dois anos, em média, a mais que os outros.


Leia também

Tostados e perigosos

O franguinho grelhado está na berlinda – assim como o churrasco, o queijo na brasa e outros pratos que fazem a alegria dos brasileiros. O motivo não é a quantidade de calorias ou gorduras saturadas contida em tais alimentos, mas o seu modo de preparo.

Saúde

De acordo com uma pesquisa coordenada por médicos da Faculdade de Medicina Mount Sinai, nos Estados Unidos, recém-publicada na revista científica Journal of Gerontology: Medical Sciences, comidas assadas e grelhadas (para não falar das fritas, é claro) oferecem riscos à saúde. Quanto mais tostadas, pior. Descobriu-se que, durante o preparo, o calor excessivo a que são submetidas produz toxinas que podem levar ao envelhecimento precoce e a vários distúrbios, como diabetes, infarto, derrame, doença de Alzheimer e artrite reumatóide. Essas toxinas são chamadas de AGEs, sigla em inglês para "produto final da glicação avançada". "A população precisa ser alertada sobre os perigos dessas toxinas e controlar seu consumo, assim como já controla o de sal e de gorduras trans", diz a geriatra americana Helen Vlassara, principal autora do estudo.

Depois da ingestão de um alimento assado, grelhado ou frito, uma parte das AGEs é eliminada pelos rins e outra fica circulando no sangue. Como são estruturas muito instáveis, essas toxinas favorecem a formação de radicais livres e, em conseqüência, danificam vários órgãos e tecidos do organismo, especialmente as artérias.

Ao analisar cerca de 200 homens e mulheres, os pesquisadores observaram que, entre as pessoas com 45 anos ou mais, a concentração de AGEs no sangue era, em média, 35% maior do que entre os mais jovens. Ou seja, com o passar do tempo, o organismo acumula ainda mais essas toxinas. O que fazer? Por enquanto, a única maneira de reduzir a quantidade de AGEs na comida é optar por prepará-la cozida, fervida ou no vapor, preferencialmente em temperaturas abaixo de 120ºC. Sim, você está certo: a cada dia parece que fica mais difícil ter prazer à mesa.

Paula Neiva
Fonte: VEJA Edição 2010 30 de maio de 2007

Mitos da Carne


Saúde

A revista Vida e Saúde de junho (2007) traz a matéria: "Pesquisas quebram o consenso popular de que as proteínas da carne são superiores às proteínas vegetais." O texto do médico e escritor Ernst Schneider afirma que "ao contrário do que se pensa, as proteínas da carne não são as de maior valor biológico. As verdadeiras proteínas de maior valor biológico, especialmente para as fases de crescimento, são as do ovo. Pesquisas do Instituto Max Planck de Dortmund (Alemanha) confirmaram essa teoria. Segundo o Instituto, toda combinação de dois tipos de proteínas de diferente procedência é de maior valor biológico que as de uma só fonte protéica. A pesquisa indicou que a combinação de aproximadamente 36% de proteínas do ovo e 64% de proteínas da batata possui valor biológico mais elevado. A seguir, vêm as combinações de ovo e trigo, ovo e arroz, ovo e feijões, pão e leite, carne e batatas e, finalmente, feijões e milho.

"Com pesquisas como essa vindo à tona, a idéia de que as proteínas animais sejam superiores às vegetais perdeu todo o sentido na atualidade, pois se baseia em antigos experimentos realizados com proteínas purificadas. Hoje, sabe-se que as proteínas vegetais estão em nível similar ao das proteínas da carne.

"As proteínas naturais, vivas, da mesma composição bioquímica que as que aparecem nos alimentos, não apenas têm outras propriedades, mas também se comportam de modo diferente. O valor biológico das proteínas das hortaliças de folhas verdes e da batata, por exemplo, pode suprir as proteínas dos cereais.

"As proteínas vegetais ainda têm a vantagem de ser acompanhadas de gorduras não-saturadas e de não favorecer a arteriosclerose. Além disso, muitos estudos científicos recentes recomendam que se diminua ao máximo o consumo de produtos de origem animal, para se conservar a saúde em ótimo estado e prevenir eficazmente as doenças cardiovasculares e diferentes tipos de câncer."

'Política do sono' pode ajudar a aumentar rendimento profissional



Empresa com horários flexíveis garante maior produtividade, dizem especialistas.

Quinze minutos de soneca também ajudam o rendimento dos funcionários.

Respeitar o sono dos funcionários pode ser bom para o lucro das empresas. Médicos especializados em distúrbios do sono afirmam que espaços para sonecas de alguns minutos durante o expediente e a flexibilização dos horários de entrada e saída dos empregados podem aumentar - e muito - a produtividade.

Segundo a médica Anna Karla Alves Smith, do Instituto do Sono de São Paulo, cada pessoa tem um padrão biológico de sono. Por isso, é natural que alguns gostem de dormir e acordar cedo, enquanto outros tenham melhor rendimento acordando mais tarde. A flexibilização do horário, neste sentido, é fundamental para trabalhar mais e melhor.

"Cada um, biologicamente, tem um padrão de sono. Há quem durma e acorde cedo, há quem precise dormir mais que as oito horas recomendadas. Por isso, com a eliminação dos turnos rígidos, é possível deixar que cada pessoa encaixe o horário de trabalho ao seu funcionamento biológico", ressalta a médica.

Soneca

Segundo o professor de ciência do sono da Escola de Medicina de Harvard, Charles Czeisler, a adoção de uma política do sono não é apenas uma questão de bem-estar, mas também de segurança do funcionário. “A política de sono de nenhuma empresa deve permitir que ninguém, em nenhuma circunstância, dirija depois de passar a noite em um avião”, disse Czeisler à ‘Harvard Business Review’.

Dentro da política do sono das empresas, o estabelecimento de espaços para sonecas rápidas, de recarregamento de energias, é recomendada pelos especialistas. Quinze minutos no meio do dia, em um ambiente agradável, podem fazer a diferença, especialmente para quem tem uma atividade estressante, não cuida da alimentação e já está passando dos 40 anos.

"Esses minutos permitem que a pessoa desacelere, para que possa dormir melhor", diz a médica Anna Karla. Assim, a soneca - ou apenas o relaxamento por 15 minutos, caso a pessoa não consiga ou queira dormir - acaba tendo um positivo 'efeito dominó": com a pausa, a pessoa acaba tendo mais chances de dormir melhor à noite e, por conseqüência, estar mais preparada para trabalhar no dia seguinte.

Executivos

O professor de Harvard lembra que os executivos que já passaram dos 40 anos têm problemas são mais propensos a distúrbios do sono. “Depois dos 40 o sono fica muito mais fragmentado. É mais fácil a pessoa ser despertada por perturbações e por crescentes dores e desconfortos”, explicou ele à ‘Harvard Business Review’. Uma boa soneca no meio do dia também pode fazer bem para o coração.

Por isso, descansar é especialmente importante para eles. "Nunca diríamos 'Que ótimo trabalhador, sempre bêbado!, mas valorizamos quem sacrifica o sono", compara Czeisler.

Alguns setores de prestação de serviço, com prazos sempre para "ontem", exigem que o funcionário passe a noite trabalhando, para cumprir o prazo da entrega. Isso acontece frequentemente com profissionais de vídeo, webdesign, jornalistas, publicitários e diversos outros segmentos. O planejamento é fundamental para evitar esse tipo de sobrecarga. Segundo os especialistas, o cuidado com o sono e o relógio biológido pode render muito mais do que a disposição para "varar" a noite.

Para quem não sofre de distúrbios graves do sono, a recomendação do Instituto do Sono para um sono melhor é "levar uma vida light". "São exercícios simples, como a redução do consumo de cafeína, que é estimulante; a redução da quantidade de comida ingerida à noite; a diminuição do número de cigarros e doses de bebida alcoólica; e a prática de exercícios físicos", explica Anna Karla.

Mais: http://www.sono.org.br

Dieta com base em vegetais pode ajudar a prolongar a vida com saúde

Morador do Capão Redondo esbanja saúde aos 100 anos

Ele completou 100 anos com energia e amor para dar aos 87 descendentes

Longevidade: Dieta com base em vegetais pode ajudar a prolongar a vida com saúde. É o que conta o baiano José Paulino de Souza, 100 anos, que ainda faz compras e caminha pelo Jardim Ipê, na região do Capão Redondo, zona sul de São Paulo, com saúde de dar inveja. Viúvo de um casamento de 69 anos, com Judite Maria de Oliveira Souza, que faleceu em agosto de 1999, a família composta de 87 pessoas não deixa espaço para sentir solidão: são 9 filhos, 31 netos, 38 bisnetos e 9 tataranetos.

Na Bahia, trabalhou com agricultura. Veio para São Paulo em 1964, onde foi jardineiro. Os filhos revelam o orgulho que sentem do pai: “Ele é muito conservado, come sempre na hora certa e se alimenta de muitas frutas e verduras”, conta o filho José de Souza, 59. “Meu pai não tem nenhum problema de saúde, e só toma um comprimido por dia para ajudar a regular a pressão.”

Segundo Valdomira Lopes Belucci, nora do centenário que fez aniversário no dia 22, o segredo para a longevidade de Paulino é a alimentação e a fé. “Ele tem muita fé em Deus e cuida muito da saúde. Da saúde e não da doença, pois ele não tem nenhuma. Se der um suco gelado ele espera esquentar. Não come comida pesada à noite, só sopa leve e frutas.” Já a nora Valdevina de Souza, esposa de Souza, destaca a ausência de dores e a independência do sogro. “Até a barba ele faz sozinho. Nós só ajudamos a lavar a roupa, e ele não reclama de dores no joelho nem de nada.”

Souza destaca a honestidade no caráter do pai, e diz que espera chegar pelo menos aos 90. “Eu tenho 59 e ninguém diz que eu tenho”, brinca. O primogênito de Paulino tem 73 anos.

A história de Paulino é um exemplo prático da matéria publicada na Revista National Geographic Brasil em novembro de 2005, em sua matéria de capa “Os segredos da longa vida”. Segundo a reportagem, “uma existência longa e saudável não acontece por acaso. Pesquisadores admitem que, se você tiver bons genes e adotar um estilo de vida correto, tem chances de viver até dez anos mais.

Fonte: National Geographic

Riso pode salvar do câncer

Loma Linda, Califórnia (ANN): O diretor associado do Centro de Neuroimunologia da Universidade Loma Linda, dr. Lee Berk descobriu que, durante o riso, há um aumento considerável de células NK (natural killers – “destruidoras naturais”), que aniquilam células infectadas e cancerígenas.

Em sua pesquisa, The Laughter-Immune Connection: New Discoveries, (A Conexão Riso e Imunidade: Novas Descobertas, publicada em 1996 no Health Journal (vol. 5, n°. 5), o dr. Berk, também indica que o riso diminui hormônios ligados ao estresse, como a adrenalina e o cortisol. Ao mesmo tempo, aumenta os níveis de endorfinas, elevando o humor, fortalecendo o sistema imunológico.

Segundo o dr. Berk, “existem mecanismos químicos de comunicação entre o cérebro, o sistema nervoso central, sistema hormonal e sistema imunológico e como eles se comunicam uns com os outros”.

Surpreendentemente, a própria antecipação de eventos positivos também é benéfica. Os hormônios ligados ao estresse diminuem. Berk conclue que a palavra “expectativa” é sinônima de esperança, algo muito significativo para os cristãos que acreditam na volta de Jesus.

Para o dr Berk as pessoas devem parar de serem “tão sérias sobre as coisas negativas da vida”.

quarta-feira, 15 de agosto de 2007

A Bíblia não confere à Humanidade o domínio sobre os animais?


É verdade que a Bíblia contém uma passagem que confere à humanidade o domínio sobre o mundo animal. A importância desse fato deriva de que muitas pessoas acreditam na Bíblia como palavra de Deus e acreditam que a descrição de Deus encontrada na Bíblia corresponde à autoridade moral suprema.

Deixando de lado o significado de "domínio" por um momento, podemos discutir a idéia de buscar autoridade moral na Bíblia. Primeiro, há sérios problemas de interpretação das passagens bíblicas, com vários versículos contradizendo uns aos outros, e vários estudiosos diferindo dramaticamente em suas opiniões sobre o significado de determinados versículos.

Mesmo que a Bíblia seja uma fonte digna de consulta com relação às questões morais, há problemas de interpretação. Segundo, há várias alegações sobre Deus sendo feitas pelas diversas culturas e religiões deste mundo em que vivemos; algumas das descrições de Deus incluem o requisito de respeitar a vida e não matar desnecessariamente. Qual destas descrições corresponde à verdadeira autoridade moral?

Finalmente, como Tom Regan observou, várias pessoas não acreditam em Deus e assim, apelos a Sua autoridade moral não são consideradas pelos ateus. Para essas pessoas, a validade das alegações sobre os julgamentos de Deus devem ser verificados com outros métodos. Quais seriam esses métodos de validar as afirmações baseadas na Bíblia?

Esses comentários se aplicam igualmente a outras alegações sobre a aprovação bíblica de praticas humanas como o consumo de animais.

Mesmo aceitando que a descrição de Deus contida na Bíblia corresponde à Deus, podemos dizer que "domínio" é um termo bastante vago, podendo significar "tutela" ou "guarda" dos animais. E é bastante fácil argumentar que uma tutela ou guarda apropriada consistiria em respeitar os animais em seu direito de viver de acordo com sua própria natureza.

Por fim, há uma distancia enorme entre conceder o domínio e aprovar a exploração brutal dos animais. Certamente, não há nada no versículo citado da Bíblia aprovando a crueldade e o abuso dos animais, nem explicitamente, nem implicitamente.

Fonte: http://www.vegetarianismo.com.br

Carne é o grande contribuinte do aquecimento global


Na hora de se deliciar com um farto rodízio em uma churrascaria, ninguém se pergunta o quanto o meio ambiente foi atingido para que aquele pedaço de picanha chegasse ao seu prato. Um grupo de cientistas japoneses, no entanto, teve a curiosidade de avaliar o quanto vale para o meio ambiente se tornar um vegetariano.

“Todo mundo está tentando diferentes métodos para reduzir a pegada de carbono. Mas um dos jeitos mais fáceis de fazer isso é parar de comer carne”, disse Su Taylor, da Sociedade Vegetariana do Reino Unido.

Liderados por Akifumi Ogino, os pesquisadores do Instituto Nacional de Livestock e Grassland Science, em Tsukuba, descobriram que produzir um quilo de carne emite mais gases do efeito estufa que dirigir por três horas. A maioria destes gases é liberada na forma de metano, pela flatulência do gado.

“As emissões de metano vindas da criação confinada estão diminuindo, graças a inovações nas práticas de alimentação”, disse Karen Batra, da Associação de Criadores de Gado em Confinamento de Centennial, Colorado.

Este processo produz o equivalente a 36,4 quilos de dióxido de carbono (CO2), a mesma quantidade de CO2 emitida por um carro europeu a cada 250 quilômetros percorridos.

Tendo o gerenciamento de animais e os efeitos da produção como foco, o grupo calculou os custos ambientais do aumento de criação em confinamento, do sacrifício de animais e da distribuição de carnes, segundo uma reportagem da revista New Scientist. Os dados mostram quais os efeitos para o aquecimento global, para os mananciais de água e com relação ao consumo energético.

Através do cruzamento de informações com dados anteriores, os pesquisadores conseguiram calcular o peso ambiental de uma porção de bife. Os cálculos, baseados nos métodos padrões industriais de produção de carne no Japão, não incluem os impactos da infra-estrutura e transporte da carne. Diante disso, o grupo sugere que o peso ambiental deve ser ainda maior.

A alimentação dos rebanhos também foi considerada. Para a surpresa dos cientistas, é necessária energia equivalente a manter uma lâmpada acesa por 20 dias para a produção e transporte do alimento dos bovinos. Além disso, são usados fertilizantes compostos por 340 quilogramas de dióxido sulfúrico e 59 gramas de fosfato.

Um estudo sueco de 2003 sugere que a carne orgânica emite 40% menos gases do efeito estufa e consome 85% menos energia porque o animal é criado ao ar livre e não confinado.

Fonte: Agências internacionais.

Biogenia



A Biogenia, tal como aplicada por Jesus, pelos Essênios, os Sumérios, Pitágoras, entre outros, se manteve inalterada nos últimos 8.000 anos.
O motivo de tal estabilidade é sem dúvida a validade atemporal de seus princípios e métodos que se baseiam nas leis da Vida e da Saúde, as quais são eternas.
Os mesmos processos que traziam a cura há 8.000 anos entre os Sumérios e nos Essênios há 2500 anos, aperfeiçoou-se em Jesus há 2.000 anos, e nos chegou no século 20 através do Dr. Edmond B. Szèkely.

Diferente da medicina, ciência experimental empírica, que testa nos doentes suas novas drogas
porque se mostram ineficientes e danosas, e técnicas que geralmente são abandonados em 98% após 20 anos,a Biogenia, por outro lado, conhece todas as causas das doenças e também tudo aquilo que cura, sem a necessidade de experimentar!
Os elementos curativos da Biogenia estão no Sol (luz e calor naturais), na água pura, no ar puro, na vida das árvores, na terra fértil, nos alimentos puros adequados ao homem, na beleza, na alegria e prazer da vida e do viver, nos poderes e forças da consciência e do cosmos.
A Biogenia é capaz de dosar exatamente estes elementos com suas energias curativas para o restabelecimento da saúde. Para a Biogenia,tudo o que não é alimento é veneno e não deveria jamais ser introduzido no corpo sob qualquer forma (como alimentos ou remédios) sob risco de danifica-lo ou destruí-lo.

"Os remédios muitas vezes, fazem tão mal às pessoas saudáveis quanto fazem aos doentes.
Eles não deixam de ser venenos simplesmente porque foram receitados, e sempre fazem mal, não importa a quantidade. Quando alguém diz que o remédio atua sobre o organismo não entende que,na verdade, ele não está curando ninguém.
Esses efeitos são decorrentes da reação do corpo a essas substâncias. Não é o remédio que é anti-inflamatório ou anti-cancerígeno. Quem inflama oudesinflama, quem produz um tumor e reabsorve esse tumor é o organismo. O corpo não é suicida.Ele faz o melhor para manter a vida e a saúde.Tomar remédio para eliminar um sintoma éinterromper um processo natural e saudável de cura que, mais tarde, o organismo precisará retomar.

As mortes com sofrimento decorrem da prática de drogar o doente. A velha e confiável
aspirina é um veneno mortal e está proibida naInglaterra para quem tem até 16 anos – já destruiu a saúde de milhares de crianças em todo o mundo.
O Interferon, que, na década de 80 era anunciado como a “cura do câncer”, foi mais um fracasso; a talidomida, testada por mais de 3 anos, aleijou milhares. Isso para não falar dos antibióticos, que acabam com nossa imunidade e, como diz o próprio nome, são “antivida”.

A maioria dos remédios que estavam em uso há 20 anos já não são usados porque são “ineficientes”.Não há esperança de que a cura de alguma doença apareça dos remédios. A saúde não é fruto de remédios, vacinas ou qualquer outra substância externa ao corpo. Ela é fruto de bons hábitos de vida e de um ambiente amigável.
Os remédios geram muita riqueza para seusfabricantes, mas escravizam e matam seus
usuários. Nada substitui o poder curativo exclusivo do organismo. "

(Fernando Travi é biogenista e presidente da Sociedade Brasileira de Biogenia e Higienismo.)

Oceano Árctico deve ter níveis recorde de degelo

O gelo no oceano Árctico deve regredir a um nível recorde no final deste Verão, prevêem os cientistas.

Medições feitas pelo National Snow and Ice Data Center (NSIDC) americano mostraram que a extensão da cobertura de gelo do oceano a 8 de Agosto estava quase 30% abaixo da média a longo prazo registada. Dado que a época de degelo só termina em meados de Setembro, os cientistas acreditam que este Verão vá terminar com a menor cobertura de gelo alguma vez registada.

Muitas equipas de investigadores já têm previsto que, se as condições não se alterarem radicalmente, os Verão árcticos serão completamente livres de gelo por volta de 2040.

Os dados do NSIDC demonstraram que a cobertura de gelo a 8 de Agosto era de 5,8 milhões de quilómetros quadrados, comparados com a média de Agosto entre 1979 e 2000 de 7,7 milhões de quilómetros quadrados.

Até agora, o registo inferior recorde tinha sido observado em 2005, quando o gelo do oceano Árctico tinha coberto apenas 5,32 milhões de quilómetros quadrados.


Saber mais:

NSIDC

Em Dezembro de 2006, um estudo realizado por investigadores americanos previu que o Árctico estará livre de gelo por volta de 2040.

Uma equipa de cientistas do National Center for Atmospheric Research (NCAR), a Universidade de Washington e a Universidade McGill descobriu que os "feed-back positivos" deveriam acelerar o declínio do sistema de gelo da região.

O gelo marinho tem uma superfície brilhante que reflecte 80% da luz que o atinge de volta para o espaço mas, à medida que o gelo derrete no Verão, mais oceano escuro fica exposto. Em vez de reflectir a luz solar, o oceano absorve 90% dela, aquecendo as águas e aumentando a taxa de degelo.

Os cientistas temem que este mecanismo de feed-back tenha consequências gravíssimas para a fauna selvagem da região, como os ursos polares, que utilizam os bancos de gelo para procurar alimentos.

A uma escala global, a Terra pode perder uma importante superfície reflectora, levando a que o planeta absorva mais energia solar e potencialmente acelerando as alterações climáticas em todo o mundo.

"Se analisarmos os dados da primeira semana de Agosto, estamos bem abaixo do que se via em 2005", explica Mark Serreze, investigador sénior do NSIDC. "Logo, a não ser que algo mude, como por exemplo o Árctico ficar repentinamente muito mais frio, vai se difícil não bater o recorde anterior."

Serreze acrescenta que era muito provável que o coberto de gelo na região polar estivesse a começar a responder às alterações climáticas com origem humana, devido à maior concentração de gases de efeito de estufa na atmosfera.

"Sabemos que a variabilidade climática pode influenciar o gelo marinho mas penso que estamos a assistir a um feed-back positivo, noutras palavras, não conseguimos explicar tudo o que se está a passar apenas através de processos naturais. De modo geral, o padrão a que estamos a assistir revela que se derrete um pouco mais todos os Verões e o gelo cresce um pouco menos todos os Invernos."

Sistema de Saúde dos EUA é o pior de seis países industrializados

Sistema de Saúde dos EUA é o pior de seis países industrializados
Estudo da Commonwealth Fund



O sistema de saúde norte-americano é o mais caro e o menos eficaz entre os de seis grandes países industrializados analisados por um estudo publicado pelo Commonwealth Fund, um instituto independente. O estudo compara os sistemas de saúde da Austrália, Canadá, Alemanha, Nova Zelândia, Reino Unido e EUA.

"Os profissionais de saúde dos EUA dizem muitas vezes que o seu sistema é o melhor do mundo, sem provas científicas que apoiem esta afirmação.

É um pouco como a rainha no conto de fadas da Branca de Neve: os norte-americanos olham para a sua própria imagem ao espelho sem tomarem em conta qualquer comparação internacional", dizem os autores do estudo, significativamente intitulado "Mirror, mirror on the wall".

Em termos da qualidade de acesso, de eficácia e de equidade, o sistema de saúde norte-americano fica sempre em último lugar entre os seis países analisados.

A Alemanha ocupa o primeiro lugar no que toca ao acesso e à qualidade dos cuidados prestados, enquanto o Reino Unido é o melhor nos critérios de equidade no acesso e de eficácia dos serviços.

Cerca de 45 milhões de norte-americanos, 15% da população, não tem seguro de saúde. As despesas com serviços de saúde por habitante nos EUA são mais de duas vezes superior ao da média das despesas nos países da OCDE - 6.102/ano contra 2.571 dólares, segundo as contas do Commonwealth Fund.

Fontes: Lusa e Imprensa Internacional - 14 de Agosto de 2007

Remédio contra diabetes aumenta risco de doenças no coração, diz estudo

27/07/2007 - 01h55 - Atualizado em 27/07/2007 - 03h14

Remédio contra diabetes aumenta risco de doenças no coração, diz estudo

Cientistas advertem para o risco de uma parada cardíaca.
Só nos EUA, 3 milhões de diabéticos fazem uso do medicamento.
Da EFE (Fonte: Globo Noticias)

Alguns remédios usados no tratamento do diabetes tipo 2 duplicam o risco de o paciente apresentar problemas cardíacos, revelou, nesta sexta-feira (27), um estudo publicado pela revista "Diabetes Care".

"Os remédios são usadas por mais de 3 milhões de diabéticos só nos Estados Unidos. Portanto, há milhares de pessoas afetadas", disse Sonai Singh, professor de medicina da Universidade Wake Forest, na Carolina do Norte.

Num estudo com 78 mil pacientes, os cientistas concluíram que o risco de uma parada cardíaca pode ter aumentado 100% em pessoas que tomam a tiazolinediona, vendida ao público com o nome de Avandia ou Actos, para aumentar a sensibilidade à insulina.

Um estudo divulgado no início do ano já tinha apontado o Avandia como um dos remédios vinculados a um aumento dos ataques cardíacos e mortes por transtornos cardiovasculares.

A análise dos pesquisadores da Universidade de Wake Forest teve como objetivo estabelecer a vinculação entre os remédios e a parada cardíaca.

Segundo os autores, a substância pode causar uma retenção de líquido que ativa a parada cardíaca entre pessoas mais suscetíveis. No entanto, os cientistas explicaram que a reação adversa não se limitou a pessoas de idade avançada. Em 25% dos casos, as vítimas, homens ou mulheres, tinham menos de 60 anos.

Dependência de 'junk food' começa no útero

15/08/2007 - 05h34 - Atualizado em 15/08/2007 - 08h11

Dependência de 'junk food' começa no útero

Hábitos nutricionais de crianças estão relacionados ao que mães comeram na gravidez.
Estudo foi publicado em revista britânica.
Da EFE

A dependência de "junk food" ("comida lixo", uma das causas principais de obesidade na infância, pode começar no útero materno, segundo um estudo publicado pelo "British Journal of Nutrition".

Os hábitos nutricionais das crianças podem estar condicionados pelo que suas mães comeram durante a gravidez, diz o levantamento. Segundo os cientistas, as mães que comem alimentos pouco saudáveis enquanto amamentam também podem influir negativamente no peso de seus filhos.

Segundo Stéphanie Bayol, do Royal Veterinary College de Londres, que dirigiu o estudo, "consumir grandes quantidades de 'junk food' durante a gravidez e a amamentação pode afetar o controle normal do apetite e criar um gosto excessivo por esse tipo de comida nos filhos".

A equipe descobriu que as ratas alimentadas com uma dieta de batatas fritas e outros alimentos ricos em gordura, sal e açúcar durante essas fases pariram filhotes que também abusavam dos alimentos doentios.

Os ratos expostos no útero a esse tipo de comida nasceram com um peso inferior à média. Mas 10 semanas depois do desmame, sua massa corporal era 32% superior à normal no caso das fêmeas e 22% nos machos.

Adam Balam, professor de medicina reprodutiva nos hospitais de Leeds (Inglaterra), explicou ao jornal "The Times" que o estudo reforça a mensagem sobre a importância da dieta materna durante a gravidez para a saúde dos filhos.