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quinta-feira, 31 de maio de 2007

Oficina de Alimentação Viva - NutriViva 2007 - Dia 2 de Junho

Patrocinio Fradhe - Orgânicos - www.fradheorganicos.com

Ana, Jacque e Luis








Querid@s Amig@s!

É com muita alegria que estamos aqui a convidar a tod@s a participarem desse momento. Essa oficina, a NutriViva, vem sendo criada com muito amor e entusiasmo para partilhar com todos os interessados um pouquinho da nossa experiência com alimentação e nutrição.

Aguardamos vcs em um belo dia de sol (assim desejamos), com muita paz e alegria em uma linda casa na Pampulha a qual nos foi oferecida para que possamos desenvolver esse trabalho em maior contato com a natureza.

Local da Oficina - Pampulha BH - MG

Sugerimos o uso de roupas confortáveis e pedimos a gentileza de trazerem uma canga ou toalha ou esteira para as atividades iniciais de yoga que serão realizadas em um campo gramado.

Um fraterno abraços a tod@s!

Muita paz e luz!

Jacque, Luis, Ana Virgínia e amig@s.


Oficina de Alimentação Viva - NutriViva 2007- Dia 2 de Junho

Com Luis Guerreiro (Consultor de Alimentação - Portugal - Autor do site www.comidaviva.com ), Jacqueline Stefânia (Nutricionista - Belo Horizonte), Ana Virginia (Professora de Yoga - - Belo Horizonte) e Amigos.

Das 09:00 ás 13:00 horas

Cardápio:


- Vitamina Viva

- "Esparguete" ao Molho de Tomate Vivo - amornado e frio

- Saladas e cremes

- Sobremesa Viva

Investimento: 50 reais sem apostila ou 60 reais com apostila electrónica

LOCAL: Av. Novara, 1260 - Pampulha - Belo Horizonte - Minas Gerais - Brasil

Fone: (031) 34 82 49 79
Cel: (031) 99 12 01 57 ou 96 09 16 38

Fora do Brasil marcar 0055 ou +55 seguido de 31 e o resto do numero.

Email: info @ comidaviva.com (por favor retirar os espaços em branco do email citado)

INSCRIÇÕES ABERTAS ATÉ QUINTA FEIRA

Obrigado pela divulgação!






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Suco de maçã pode prevenir asma, diz estudo

Maçãs
Pesquisas indicam que as maçãs fazem bem aos pulmões
Crianças que bebem suco de maçã com freqüência têm menos tendência a desenvolver os sintomas da asma, de acordo com um estudo do Instituto Nacional de Coração e Pulmões, na Grã-Bretanha.

Os pesquisadores perguntaram aos pais de crianças entre cinco e dez anos de idade sobre os hábitos alimentares de seus filhos e sobre quaisquer sintomas a asma que eles tenham sofrido.

Apesar de não ter havido uma relação direta entre o diagnóstico oficial de asma e o consumo do suco, houve uma forte ligação entre sintomas como a falta de ar e a dificuldade para respirar e o consumo do suco de maçã.

A pesquisa, publicada no European Respiratory Journal, concluiu que as crianças que tomam o suco ao menos uma vez por dia têm a metade das chances de sofrer com falta de ar do que aquelas que bebem o suco menos de uma vez por mês.

O estudo revelou ainda que comer a maçã em vez de tomar o suco da fruta não surtiu o mesmo efeito.

Tipos de suco

De acordo com os pesquisadores, o suco de maçã não precisa ser fresco para funcionar contra a falta de ar. Sucos longa-vida tiveram o mesmo efeito.

Peter Burney, que liderou o estudo, disse acreditar que os "fitoquímicos" presentes nas maçãs ajudam a acalmar as inflamações nas vias respiratórias que são um aspecto importante tanto da falta de ar quanto da asma.

Ele disse ainda que não ficou claro por que comer maçãs não apresentou o mesmo resultado nas crianças, já que outras pesquisas feitas em adultos mostraram que a fruta reduzia o risco de asma.

O pesquisador Mike Thomas, da organização Asthma UK, disse que o estudo era mais uma prova do efeito protetor das maçãs.

Outra pesquisa divulgada na semana passada pela Universidade de Aberdeen concluiu que mulheres que comem muitas maçãs durante a gravidez estão protegendo seus bebês contra asma.

quarta-feira, 30 de maio de 2007

Oficina de Alimentação Viva - NutriViva 2007 - Dia 2 de Junho

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Na Semana do Meio Ambiente use a cabeça. Mexa-se.

Levante daí e participe da Volta pelo Clima!

O Greenpeace convida você a usar a cabeça e participar da Volta pelo Clima, uma atividade física e de consciência para comemorar a Semana do Meio Ambiente e combater o aquecimento global. Venha de bike, a pé, skate, patins ou como quiser - só não vale ficar parado. A idéia é repensar nossos hábitos e aprender a reduzir as emissões de carbono. Então, levante daí e junte-se a nós . Venha se mexer com o Greenpeace.

Confira a agenda e participe:

Belo Horizonte:
Dia 02/06, das 9h às 12h, no Parque JK (Av. Bandeirantes)

Manaus:
Dia 03/06, das 9h às 12h, na Academia de Tênis da Ponta Negra

Porto Alegre:
Dia 03/06, das 10h às 17h (caminhada às 15h), no Gasômetro

Rio de Janeiro:
Dia 03/06, das 8h às 12h, na Praça Garota de Ipanema, Arpoador

São Paulo:
Dia 02/06, das 8h às 12h, Parque do Ibirapuera (Bolsão próximo ao Museu Afro Brasil)

Não esqueça sua garrafinha de água.

IMPORTANTE: Em caso de chuva, o evento será adiado.
Para mais informações acesse www.greenpeace.org.br

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Aquecimento Global - Caos no Clima


O relatório do IPCC, o Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas, é o resumo de centenas de pesquisas apresentadas por 2,5 mil cientistas. Só o que foi consenso entrou nas 20 páginas do documento.

São páginas cinzentas: o documento confirma dados que o Fantástico antecipou na semana passada e é a prova dos nove para alguns temas apresentados na nossa série Caos no Clima.

Mais dias quentes e menos dias frios. Segundo o IPCC, isso vai acontecer com mais de 99% de certeza, ou seja, vai acontecer e ponto final. As tempestades fortes vão ficar mais comuns: disso, os cientistas têm mais de 90% de certeza. As áreas de seca devem se expandir, com mais de 66% de certeza. Aumento da intensidade dos ciclones: mais de 66% de certeza.

Há outros prognósticos sombrios. O nível do mar deve aumentar entre 20 e 60 centímetros até o fim do século. A conclusão do relatório: nos últimos cem anos a terra esquentou 0,74ºC, mas nos próximos cem anos deve esquentar muito mais -- 3ºC.

Com três graus a mais na temperatura média da Terra, agora confirmados pela ciência, o planeta vai mudar. Nós, humanos, vamos sentir mais calor e acabar nos adaptando. Mas e os animais?

Os cientistas estimam que, no fim do século 21, metade de todas as espécies animais estarão sob risco de extinção. (...)

VIDEO:Caos no Clima | Aumento de temperatura na Amazonia



'Não haverá refúgios no País' (O Estado de São Paulo - Vida & - 03/6/2007)
Cientista brasileiro no IPCC explica que efeitos ainda piores do aquecimento serão sentidos em todo o Brasil

Lígia Formenti

Os efeitos do aquecimento global no Brasil serão sentidos de Norte a Sul do País. O aumento da temperatura virá acompanhado de uma série de ameaças: prejuízos econômicos, com a queda de produção das maiores commodities; extinção de espécies da fauna e da flora; maior exposição das cidades litorâneas, provocadas pelo aumento do nível do mar. A descrição feita pelo pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) José Antonio Marengo, um dos cientistas que participaram do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC), é de fazer inveja a roteiristas de filmes de catástrofes. “Não haverá refúgios climáticos. Todos vão sentir.”

A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, admite que o País não está preparado para as conseqüências das mudanças climáticas. “O que é mais dramático: nenhum país está.” O ministério encomendou sete estudos detalhados sobre os efeitos do aquecimento. Entre eles, uma análise minuciosa dos efeitos no Brasil, os reflexos do aumento da temperatura na faixa costeira, nas ilhas. Também serão avaliadas as correntes marítimas e peixes, o reflexo do aumento do nível do mar e os corais. A partir dos resultados, esperados para o próximo mês, o ministério espera adotar medidas para reduzir ou, na pior das hipóteses, para se preparar para a nova realidade.

Um dos trabalhos é conduzido por Marengo. O estudo estima que até o fim do século a temperatura na Amazônia aumente 8 °C, numa visão pessimista - 5°C a mais que a média mundial esperada. A região Sudeste registraria aumento médio de 5°C.

A Amazônia viraria cerrado. Entre 10% e 30% desapareceria, junto com várias espécies de plantas e animais. No Sudeste, haveria aumento de chuvas, grande circulação de ventos, veranicos e maior propensão a desastres naturais. Na região costeira, as cidades mais vulneráveis seriam Recife e Fortaleza, com a subida do nível do oceano.

RAPIDEZ ASSUSTADORA

Cientistas brasileiros preocupam-se com a rapidez com que o aquecimento vem ocorrendo. “Cenários que prevíamos para os próximos 15 anos podem se concretizar em 2 ou 3”, afirma o pesquisador da Embrapa Eduardo Assad, co-autor de um estudo sobre os efeitos na agricultura.

A preocupação é tamanha que anteontem, um dia antes da divulgação do relatório, ele e integrantes de uma rede de 30 laboratórios de pesquisa fizeram uma reunião para tornar mais ágeis os estudos e propostas de solução. “O que pretendíamos fazer com calma agora terá de ser a toque de caixa”, constata.

Pelas projeções iniciais do estudo, desenvolvido numa parceria com Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e o Instituo Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), com base em dados do IPCC de 2001, o aumento da temperatura global atingiria a produção de dois dos principais produtos da agricultura nacional: soja e café.

Num cenário mais pessimista, o aumento da temperatura levaria à redução de 70% da produtividade de soja. O café ficaria restrito a áreas menos quentes. O arroz e o milho sofreriam queda de produtividade de 30%. Entre as propostas para enfrentar esses efeitos, está o desenvolvimento de uma nova geração de sementes transgênicas, mais resistentes. “Uma das idéias é analisar espécies do cerrado, para identificar quais os genes destas plantas responsáveis pela resistência ao clima”, conta Assad.

“Mas há outras propostas em análise. Como a adoção de práticas para reduzir a erosão.” Hoje, milhares de hectares usados para plantação de grãos são usados apenas quatro ou cinco meses no ano. “É imprescindível que tais áreas fiquem cobertas. A vegetação é essencial para a retenção da água naquele espaço de terra.”

Assad cita ainda a inclusão de culturas que auxiliassem o seqüestro do carbono, como o eucalipto ou o milho, dendê e feijão. Tanto eucalipto quanto o dendê citados pelo pesquisador são mais eficazes na captação de carbono que plantações de soja ou feijão. “Faríamos associação de culturas economicamente importantes com outras que evitem o aquecimento.”

SIMBIOSE E EXTINÇÃO

O pesquisador do Inpe Carlos Nobre também há anos dedica seus estudos aos efeitos provocados pela mudança na temperatura global. Em seus estudos, ele observa que a região Centro-Leste da Amazônia é a que apresenta maior potencial de sofrer com o aumento das temperaturas globais. Atualmente, conta, as chuvas já são menos abundantes.

Nobre observa que, na região há um número significativo de animais que desenvolveram uma espécie de “simbiose” com a região que vivem. “Se houver a savanização, muitos deles poderão ser extintos. E o triste é que algumas das espécies vivem apenas em determinadas regiões da Amazônia.”

Em outras palavras: há o risco de, com a mudança do clima, desaparecerem espécies que hoje nem mesmo são conhecidas pelos cientistas. “Seria um estrago enorme. Sobretudo se levarmos em conta que há suspeitas de que em toda Amazônia existam plantas e espécies com grande potencial econômico. Seria uma perda de uma riqueza que nem chegamos a conhecer.”

Os efeitos do aquecimento em outras regiões já começam a ser sentidos. Nobre cita o exemplo de um anfíbio, batizado de Arlequim, que vive nos Andes. Com a mudança do microclima, essas espécies acabaram desenvolvendo fungos na pele. Desapareceram.

Todos são unânimes em afirmar que o combate ao desmatamento é tarefa número 1 a ser perseguida no País. Sem falar na adoção de modelos de energia limpa, renováveis, que reduzam a emissão de gás carbônico na atmosfera. Neste aspecto, afirmam, o País tem apresentado bons resultados. Como biocombustíveis. “Mas é preciso ampliar a oferta de matrizes energéticas”, constata Nobre.

Para ele, não há um modelo único a ser seguido. “Hidrelétricas sempre tão elogiadas podem muitas vezes emitir mais gases que provocam efeito estufa que uma termelétrica.”

Como exemplo, ele cita a usina de Balbina, ao norte de Manaus. “Ela produz uma quantidade mínima de energia. E sua construção foi à custa de um desmatamento de grandes proporções na região”, recorda. “Pois as árvores que entraram em decomposição, no fundo do lago, produzem gás metano, tão prejudicial para o ambiente quanto uma termelétrica”, completa.

Outro artigo: Temperatura na Amazônia pode aumentar 6% até 2100, mostra estudo


A Amazônia pode ter um aumento de até 6ºC até 2100, enquanto para o mundo a previsão mais pessimista é a de que as temperaturas mínimas aumentem até 5ºC. Esse é um dos resultados da simulação feita pelo pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) José Marengo, divulgada neste domingo (11), durante o 1º Simpósio Brasileiro sobre Mudanças Ambientais Globais, que termina nesta segunda-feira, em um hotel da zona sul do Rio.

Marengo adaptou ao clima e às regiões brasileiras as conclusões do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC), que divulgou no mês passado uma previsão de aumento de temperatura global entre 1,8ºC e 5ºC.

As regiões Norte e Nordeste, assim como outras regiões tropicais no mundo, sofrerão mais impacto do que as outras. A temperatura, numa simulação feita com o cenário mais pessimista, pode aumentar entre 5ºC e 6ºC. No Norte, o pesquisador aponta como possíveis conseqüências desse aquecimento a destruição da biodiversidade, a transformação da floresta em cerrado, uma queda brusca nos níveis dos rios, afetando o transporte da população ribeirinha e o aumento das áreas de queimadas por causa da seca.

No Nordeste, a população seria muito prejudicada com o fim da agricultura de subsistência, o que poderia levar ao êxodo rumo ao centro-sul do País. O Centro-Oeste deve alternar épocas de chuvas fortes com períodos de secas prolongadas, aumentando a erosão do solo e prejudicando a agricultura, principalmente do café, mais sensível às altas temperaturas.

No Sul e no Sudeste, como ressalta o pesquisador já vem acontecendo, haverá um aumento da pluviosidade. "Choverá menos dias, porém de forma mais intensa", afirmou Marengo. "O que agrava o problema é que com as temperaturas mais altas as pessoas gastam mais energia, o que provoca mais aquecimento", constatou o pesquisador.

No primeiro dia do simpósio os painéis foram sobre as variações de clima e seu impacto no Brasil e as conseqüências do aquecimento global para a biodiversidade. Nesta segunda as discussões tratarão das dimensões humanas do aquecimento global.

Para o diretor do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, Gilberto Câmara, o Brasil não pode abrir mão do desenvolvimento. "Os Estados Unidos vão reduzir a emissão de gases sem prejudicar a qualidade de vida da população. O nosso desafio é crescer com o uso de fontes alternativas".

Câmara anunciou que a infra-estrutura computacional do Inpe será aberta a todos os pesquisadores de mudanças climáticas A medida deve entrar em vigor em meados do ano, depois da implementação de normas e regras que ainda em estudo.

Fonte: reporterdiario
(12.3.07, 14:39)

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Alterações climáticas afectam gravemente cetáceos

As baleias, golfinhos e botos estão a enfrentar crescentes ameaças por parte das alterações climáticas, revela um novo estudo publicado pelo WWF e pela Whale and Dolphin Conservation Society (WDCS) a propósito da 59ª reunião da Comissão Internacional de Caça à Baleia. (IWC).

O relatório, intitulado Whales in hot water?, salienta o crescente impacto das alterações climáticas sobre os cetáceos, onde se incluem alterações na temperatura do mar, na redução do teor de sal devido ao degelo e aumento da precipitação, subida do nível do mar, perda das calotas polares e seus habitats e o declínio das populações de krill em zonas chave.

O krill é um pequeno crustáceo que depende da presença de gelo no mar e é a principal fonte de alimento para a maioria dos grandes cetáceos.

O acelerar das alterações climáticas acrescenta perturbações significativas para além da poluição química e sonora, colisões com navios e afogamento por ficarem presos em redes perdidas, o que mata mil cetáceos por dia.

“As baleias, golfinhos e botos têm alguma capacidade de adaptação a alterações ambientais", diz Mark Simmonds, director internacional de ciência da WCDS, “mas o clima está actualmente a mudar a um ritmo tão elevado que não é claro até que ponto as baleias e os golfinhos serão capazes de se ajustar, pelo que acreditamos que muitas populações estejam muito vulneráveis às alterações previstas."

Os impactos das alterações climáticas são mais fortes nas regiões polares. De acordo com o relatório, os cetáceos que dependem das águas geladas dessas zonas para habitat e comida, como as belugas, os narvais e as baleias corcunda, devem ser dramaticamente afectados pela redução da área de mar coberta de gelo.

E se a cobertura de gelo diminui, passarão a existir mais actividades humanas, como a passagem de frotas comerciais, explorações de petróleo, gás e minérios, desenvolvimento urbano e actividades militares em zonas antes intocadas do Árctico.

“Isto vai resultar em riscos maiores de derrame de petróleo e de químicos, perturbações acústicas mais graves e mais colisões entre baleias e navios", diz a autora principal do relatório Wendy Elliott, do Programa Global de Espécies do WWF.

Outros impactos previsíveis das alterações climáticas referidos no relatório incluem: a redução do habitat disponível para várias espécies de cetáceos que não conseguem deslocar-se para águas mais frias (como os golfinhos de rio, por exemplo), a acidificação dos oceanos devida à absorção de crescentes quantidades de CO2, um aumento da susceptibilidade dos cetáceos a doenças e a redução do sucesso reprodutor, da taxa de sobrevivência e de saúde dos animais.

As alterações climáticas podem também ser o último prego no caixão para as últimas 300 baleias francas do Atlântico norte, com a sobrevivência das suas crias directamente relacionada com o efeito variabilidade climática sobre a abundância de presas.

O WWF e a WCDS estão a apelar aos governos que reduzam as emissões globais de CO2 em pelo menos 50% até meados deste século. O último relatório do Painel Intergovernamental sobre Alterações Climáticas mostrou que era possível parar o aquecimento global se as emissões mundiais começassem a reduzir-se antes de 2015.

As duas organizações conservacionistas apelaram também à IWC que facilitasse investigação sobre os futuros impactos das alterações climáticas sobre os cetáceos, incluindo um workshop específico sobre o tema no próximo ano. Pediram também à Comissão que elaborasse planos de conservação e gestão à luz da ameaça das alterações climáticas e aumentasse os esforços e os recursos para combater outras ameaças aos cetáceos.


Saber mais:

Whales in Hot Water -The Impact of A Changing Climate on Whales, Dolphins and Porpoises

WWF

IWC

Whale and Dolphin Conservation Society

Baleias Francas do Atlântico Norte - o empurrão final para a extinção?

simbiotica.org

terça-feira, 29 de maio de 2007

Oficina de Alimentação Viva - NutriViva 2007 - Dia 2 de Junho





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segunda-feira, 28 de maio de 2007

Pesquisadores americanos abrem mão de experiências com chimpanzés

Mais uma vitória para a causa animal!
Pesquisadores americanos abrem mão de experiências com chimpanzés

25/05 - 02:23 - EFE

Washington, 24 mai (EFE).- O Instituto Nacional de Saúde (NIH) dos Estados Unidos vai parar de criar chimpanzés para utilização em pesquisas médicas governamentais, anunciou nesta qunta-feira a organização de defesa dos direitos dos animais The Humane Society.

Segundo a entidade, o Centro Nacional de Recursos e Investigações do NIH (NCRR) alegou motivos financeiros para tomar a decisão. Mas o fim do uso de chimpanzés para experiências médicas é uma reivindicação dos grupos de defesa dos animais.

O NCRR disse esta semana em comunicado de imprensa no seu site que os chimpanzés podem viver cerca de 50 anos em cativeiro. Um cuidado de alta qualidade para os animais representa uma despesa acima de US$ 500 mil anuais, um valor que poderia ser usado para desenvolver outros programas.

The Humane Society especula que a decisão tenha sido adotada também por possíveis motivos éticos. Segundo o grupo, a partir de agora o NCRR financiará somente os cerca de 500 chimpanzés que já estão em seus laboratórios e 90 que vivem em santuários federais porque "não são mais necessários para investigações".

"A decisão constitui um enorme passo rumo a um futuro em que não se utilizarão mais os chimpanzés para pesquisas e testes", disse Kathleen Conlee, diretora do programa de animais utilizados para pesquisa da Humane Society, em comunicado de imprensa divulgado hoje.

"É uma decisão monumental", disse.

"Nosso objetivo final é acabar com o uso de chimpanzés para investigações e levar todos a um santuário apropriado e permanente", concluiu a defensora dos direitos dos animais.

Apesar da decisão, o NCRR disse que está consciente da importância dos chimpanzés para a pesquisa biomédica. Mas alegou a "responsabilidade fiscal" para justificar a medida.

Cerca de 1.300 chimpanzés vivem atualmente nos laboratórios americanos, alguns capturados ainda filhotes na África e outros nascidos em cativeiro, em centros de pesquisa, em zoológicos ou em circos.

Fonte: EFE - Ultimo Segundo
domingo, 27 de maio de 2007

SUMO/SUCO DE MELANCIA PODE CONSTITUIR NOVA FONTE DE ARGININA


Nutrition, 2007, 23: 261-266.
GAAFN


A arginina é um aminoácido essencial, percursor do óxido nítrico, que tem sido associado à redução da pressão arterial, redução da coagulação sanguínea e protecção contra enfarte do miocárdio e ataque cardíaco. O sumo de melancia é uma fonte deste percursor metabólico da arginina.

Os investigadores revelaram que os níveis sanguíneos de arginina aumentaram 22% após 3 semanas de consumo de sumo de melancia em todas as refeições.

“Alguns estudos têm demonstrado que doses orais elevadas de arginina estão associadas a náusea, desconforto gastrointestinal e diarreia em humanos. Uma solução para este problema potencialmente severo pode ser o uso alternativo de L-citrulina, um percursor eficaz para a síntese de arginina”, explicou a autora principal Julie Collins.

De facto, a L-citrulina é um aminoácido neutro, ou seja, não compete com os aminoácidos básicos pelo transporte celular. A conversão de L-citrulina em arginina consome amónia, pelo que este aminoácido pode ser útil para pessoas com níveis elevados de amónia ou problemas de transporte de arginina, encontrados em pessoas com stress ou infecção.

Os investigadores recrutaram entre 12 a 23 voluntários saudáveis por grupo de intervenção: consumo de 0,780 e 1560g de sumo de melancia por dia, com teor diário de L-citrulina de 0,1 e 2g/dia, respectivamente, durante 3 semanas.

Após a intervenção, os investigadores verificaram que os níveis sanguíneos de arginina em jejum aumentaram 11 e 22% nas intervenções de baixa e elevada dose de sumo, respectivamente. Os níveis de ornitina, um produto do catabolismo da arginina, revelaram também um aumento de 18% no grupo que consumiu a dose elevada de sumo de melancia, após as 3 semanas.

“Dado que a intervenção com sumo de melancia não se prolongou para além das 3 semanas, não sabemos se os níveis de arginina estabilizaram às 3 semanas ou se teriam continuado a aumentar com uma administração prolongada”, afirmaram os investigadores.

“No nosso estudo, verificámos que as concentrações plasmáticas dos outros aminoácidos (essenciais e não-essenciais) não foram afectadas pelo consumo reduzido ou elevado de sumo de melancia (...) Estes resultados indicam que a citrulina da melancia é efectivamente convertida em arginina e desempenha um potencial papel na exploração dos efeitos dietéticos da melancia na regulação do metabolismo de substratos energéticos, melhorando as funções cardiovasculares e imunológicas e prevenindo o aumento do stress oxidativo a nível dos tecidos relacionado com a idade”, concluíram os investigadores.

A melancia é, também, uma fonte de licopeno, um carotenóide que tem sido fortemente associado a melhorias a nível da saúde cardíaca e redução dos riscos para uma série de neoplasias.