NutriViva no Facebook é a nossa página no Facebook onde há uma constante actividade com pratos e ideias sobre Alimentação Viva.
O blog também está acessivel em ALIMENTACAOVIVA.COM e ALIMENTACAOVIVA.INFO
Visitem o meu blog em inglês (com traduçao automática)
Raw in Copenhagen
Ao deixar um comentário referente a um artigo, por favor colar o link desse artigo.

Badge Raw Food

Qr Code do blog

Qr Code do blog
Qr Code do blog

Rss

Contacto

Search/ Busca

Carregando...

Blog Archive

Followers

Follow by Email

Add me on Facebook

NutriViva Tv



Ocorreu um erro neste gadget

Total de visualizações de página

sexta-feira, 11 de maio de 2007

Ferro heme e não heme -a bsorção, eis a questão...

Erroneamente, atribui-se um valor exagerado ao ferro da carne, devido ao fato de a carne conter o famoso ferro heme, que pode ser mais absorvido do que o não heme, presente nos vegetais. O fato é que na carne do animal recém abatido o ferro heme corresponde a apenas 40% do ferro ali contido. Os demais 60% são idênticos ao ferro vegetal. E não pára por aí. O congelamento e o posterior aquecimento da carne transformam mais ferro heme em não heme. Isso ocorre porque uma estrutura que envolve o ferro heme chamada anel de porfirina é destruída, o que deixa o ferro idêntico ao existente em alimentos vegetais.

Seguindo-se a recomendação do guia nutricional oferecido pelo Ministério da Saúde, que sugere o uso de apenas 100 gramas de carne diariamente, se considerarmos carne rica em ferro que contenha 40% de ferro heme (lembre-se que na prática ela terá menos do que isso) estaremos absorvendo com a carne apenas cerca de 10% do ferro de que necessitamos diariamente.

Ao contrário do que muitos pensam, a ingestão de ferro por vegetarianos costuma ser maior do que a de não vegetarianos. Isso pode ser facilmente evidenciado em inúmeros artigos científicos. Neles, verifica-se também que a carne não é o alimento mais rico em ferro. Basta observar a quantidade de ferro contida nos cereais integrais, nos feijões e sementes, que são a base da dieta vegana. A ingestão de vitamina C, maior favorecedora da absorção de ferro vegetal na dieta, costuma ser, na dieta vegetariana, o dobro da dieta onívora. Como resultado, temos um artigo científico de revisão publicado por Hunt, em 2003, que unificou os estudos comparativos sobre a ocorrência de anemia em vegetarianos e não vegetarianos. O estudo demonstrou que não há diferença. Assim, os vegetarianos não estão sujeitos a maior risco de apresentar anemia, se comparados aos não vegetarianos.

Ainda para complementar, o teor de ferro das carnes branca é bastante baixo. Pesquise e verifique no site:

http://www.unifesp.br/dis/servicos/nutri/

Sociedade Vegetariana Brasileira

No dia das mães, não esqueça da maior!



Clique para zoom.

Lançada Enciclopédia da Vida



Um esforço para coligir informação sobre cerca de 2 milhões de espécies de animais, plantas e outras formas de vida numa única base de dados foi lançada ontem.

Ao longo dos próximos 10 anos, o projecto da 'Encyclopedia of Life' vai criar páginas de Internet para todas as 1,8 milhões de espécies actualmente descritas e tenciona fornecer informação multimédia para muitas delas, incluindo vídeo, som, imagens, gráficos e texto.

Uma miríade de iniciativas para catalogar a biodiversidade na Internet já estão em curso em todo mundo mas "este é o próximo passo, onde fornecemos informação enciclopédica e não apenas um catálogo das espécies existentes", diz Frank Bisby, co-presidente de outro projecto designado Catalogue of Life. Este catálogo alcançou o impressionante marco de documentar os nomes comuns e científicos de um milhão de espécies em Março.

A Smithsonian Institution, o Field Museum, a Universidade de Harvard, o Marine Biological Laboratory, a Biodiversity Heritage Library e o Missouri Botanical Garden ajudaram a lançar o projecto, que deve ter também o apoio do Atlas of Living Australia, uma enciclopédia online sobre a biodiversidade australiana, muito em breve.

Edward O. Wilson, professor emérito da Universidade de Harvard, é um dos padrinhos do projecto. Ele prevê que a compilação da informação mundial sobre a biodiversidade e torná-la acessível irá revelar novos fenómenos. "A enciclopédia será o nosso 'macroscópio', comparável ao microscópio que a biologia tem vindo a usar", diz ele.

O projecto da enciclopédia espera reunir esforços espalhados pelo mundo, incluindo o do Catalogue of Life, mas envolver os taxonomistas de um vasto conjunto de universidades na moderação de uma base de dados no estilo Wikipedia pode ser mais fácil de dizer que de fazer, salienta Rod Page, taxonomista da Universidade de Glasgow, responsável pela sua própria base de dados designada iSpecies e também envolvido no projecto.

A descrença de Page deriva da observação do falhanço de muitos projectos semelhantes, que em última análise não tiveram recursos para preencher as prometidas páginas de Internet. "Não é a primeira vez que as pessoas disseram: 'desta vez temos muito dinheiro para documentar todas as espécies online'", diz ele.

Ainda não está claro de que forma a Encyclopedia of Life vai ser mantida a longo prazo. Bisby diz que para o Catalogue of Life, pelo menos 2 a 4 dólares por espécie e por ano são precisos para manter cada página da base de dados. Mas os custos são com certeza significativamente maiores com a enciclopédia, que tenciona oferecer uma gama superior de informação multimédia.

"Só para o material electrónico em geral, a forma como a vamos sustentar para sempre é uma questão imensa", diz Page.

A MacArthur Foundation está a investir um fundo de arranque de $10 milhões no projecto, com $50 milhões já prometidos no total. Outros $2,5 milhões virão da Alfred P. Sloan Foundation.

A equipa da enciclopédia espera ser capaz de ligar os utilizadores a uma massa de conhecimento de qualidade controlada, incluindo recursos especializados para os taxonomistas, biólogos moleculares, geneticistas, fisiologistas e conservacionistas. Isto deve ajudar os cientistas de todas as disciplinas.

Por exemplo, dados sobre os habitats podem permitir aos conservacionistas modelar mais facilmente os efeitos das alterações climáticas sobre uma espécie em particular, diz Bisby. "Se for tudo bem feito, pode ser verdadeiramente fabuloso", diz Page.


Saber mais:

Encyclopedia of life

Integrated Taxonomic Information System

Catalogue of Life

The Global Biodiversity Information Facility

quinta-feira, 10 de maio de 2007

Cientistas alertam para aditivos em alimentos

Algumas refeições prontas contêm aditivos
Especialistas da Grã-Bretanha aconselharam pais a não darem a seus filhos alimentos contendo certos aditivos até que os resultados de um novo estudo sejam publicados.

Os pesquisadores testaram os efeitos de vários corantes artificiais no comportamento de crianças.

Pesquisas anteriores relacionaram aditivos à hiperatividade e falhas de concentração.

A Food Standards Agency (FSA), agência reguladora de comercialização de remédios e alimentos, afirmou que não vai divulgar recomendações formais até que as descobertas sejam publicadas.

Mas especialistas independentes afirmaram que os pais devem evitar alimentos contendo o grupo de aditivos.

Testes

A equipe da Universidade de Southampton testou os aditivos amarelo tartrazina (E102), vermelho de ponceau 4R (E124), amarelo crepúsculo (E110), azorrubina ou carmoisina (E122), amarelo de quinolina (E104) e vermelho alaranjado (E129) em crianças de duas faixas etárias: de três anos e entre oito e nove anos.

As quantidades usadas no estudo foram as mesmas que uma criança consumiria em média por dia.

Uma fonte da universidade disse à revista britânica Grocer, especializada na indústria de alimentação, que os resultados sustentavam conclusões de pesquisas que, sete anos atrás, já relacionavam aditivos a problemas de concentração, explosões de raiva, hiperatividade e reações alérgicas.

Todos os aditivos testados no estudo são aprovados para uso na União Européia e considerados seguros, mas alguns dos corantes são proibidos em países da Escandinávia e nos Estados Unidos.

"Temos várias experiências de professores e pais com crianças que se comportam de maneira péssima quando consomem alimentos com muito açúcar. No final, tenho certeza de que vamos ter as provas que corroborem o fato", disse Pru Leith, presidente do School Food Trust.

Vyvyan Howard, uma das especialistas do Grupo de Trabalho de Aditivos e Comportamento da FSA, afirmou que é importante esperar pela publicação das conclusões.

Mas ela acrescentou: "É plausível que exista algum efeito biológico destes aditivos. Enquanto espera pelos resultados, o consumidor pode escolher não expor seus filhos a estas substâncias", disse.



Fonte: BBC Brasil

Comer demais vicia obesos como droga, diz estudo

Homem comendo hamburguer
Pesquisadores estudaram como o ato de comer afeta o cérebro
Um estudo feito por cientistas americanos afirma que comer demais é um vício para pessoas obesas.

Medições feitas com sete pessoas obesas mostraram que as regiões do cérebro que controlam a saciedade são as mesmas que são ativadas pelas drogas em pessoas viciadas.

O estudo feito pelo Brookhaven National Laboratory, de Nova York, foi publicado na revista científica Proceedings of the National Academy of Science.

A equipe de cientistas que fez a pesquisa disse que os resultados podem ajudar a desenvolver novos tratamentos para obesidade.

Impulsos cerebrais

Os pesquisadores estudaram os impulsos do cérebro de pessoas obesas. Todas elas usavam um Sistema Implantável de Estimulação Gástrica (sigla ISG, em inglês), um aparelho implantado no corpo que ajuda a reduzir peso.

O ISG manda sinais eletrônicos para um nervo que repassa uma mensagem de saciedade para o cérebro, reduzindo a vontade de comer.

Para entender a interação entre o estômago e o cérebro, os voluntários tiveram seus cérebros escaneados duas vezes com um intervalo de duas semanas. Em um dos testes, o aparelho estava ligado, e no outro, desligado.

Isso nos dá outro canal para compreender como tratar ou prevenir obesidade
Gene-Jack Wang, cientista

Quando os voluntários estavam se sentindo saciados, o scanner mostrou mudança no metabolismo em partes do cérebro como o córtex orbitofrontal e o hipocampo, área do órgão associada com o comportamento emocional, o aprendizado e a memória.

“Logo que vimos esses testes, logo me lembrei do que havíamos estudado sobre abuso de drogas, quando as pessoas estavam passando grande vontade (de tomar a droga) – as mesmas áreas do cérebro se ativaram”, disse o pesquisador do Brookhaven National Laboratory, Gene-Jack Wang, que liderou o estudo.

Segundo ele, isso corrobora a idéia de que há relação entre os circuitos do cérebro ativados pela alimentação e aqueles ligados ao consumo de drogas.

Apesar de a pesquisa ser uma amostragem pequena, afirmou Wang, ela ajuda a entender melhor a obesidade e o desejo de comer.

“Isso nos dá outro canal para compreender como tratar ou prevenir obesidade.”

Para o professor Jimmy Bell, do grupo de imagem molecular do hospital Hammersmith, de Londres, o estudo é muito interessante.

“Há muita pesquisa sendo feita em todo o mundo procurando biomarcadores – qualquer coisa que mostre exatamente o que está acontecendo no processo biológico – para entender a relação entre apetite, saciedade e fatores emocionais que controlam o que nós comemos, quando nós comemos e quanto nós comemos”, disse Bell.

“Não acho que seja surpreendente que eles tenham encontrado um elo entre o vício de drogas e comer demais. De certa forma, você pode encarar o ato de comer como uma ‘necessidade que vicia’ – se nós não fossemos viciados em comer, a maioria pararia de comer.”

Fonte BBC Brasil
quarta-feira, 9 de maio de 2007

21 Motivos Para Ser Vegetariano

O vegetarianismo é a tendência que mais cresce no mundo desenvolvido.

Eis 21 motivos porque você deve pensar em ser vegetariano:


1- Evitar carne é um dos melhores e mais simples caminhos para cortar a ingestão de gorduras. A criação moderna de animais provoca artificialmente a engorda para obter mais lucros. Ingerir gordura animal aumenta suas chances de ter um ataque cardíaco ou desenvolver câncer.

2- A cada minuto todos os dias da semana, milhares de animais são assassinados em abatedouros. Muitos sangram vivos até morrer. Dor e sofrimento são comuns. Só nos EUA, 500.000 (meio milhão) de animais são mortos a cada hora!

3- Há milhões de casos de envenenamento por comida relatados a cada ano. A vasta maioria é causada pela ingestão de carne.

4- A carne não contém absolutamente nada de proteínas, vitaminas ou minerais que o corpo humano não possa obter perfeitamente de uma dieta vegetariana.

5- Os países africanos - onde milhões morrem de fome - exportam grãos para o primeiro mundo para engordar animais que vão parar na mesa de jantar das nações ricas.

6- "Carne" pode incluir rabo, cabeça, pés, reto e a coluna vertebral de um animal.

7- Uma salsicha pode conter pedaços de intestino. Como alguém pode estar certo que os intestinos estavam vazios quando utilizados? Você realmente quer comer o conteúdo do intestino de um porco?

8- Se comêssemos as plantas que cultivamos ao invés de alimentar animais para corte, o déficit mundial de alimentos desapareceria da noite para o dia. Lembre-se que 100 acres de terra produz carne suficiente para 20 pessoas, grãos suficientes para alimentar 240 pessoas!

9- Todos os dias dezenas de milhões de pintinhos de apenas 1 dia de vida são mortos apenas por que não podem botar ovos. Não há regras para determinar como ocorre a matança. Alguns são moídos vivos ou sufocados até a morte. Muitos são utilizados como fertilizantes ou como ração para alimentar outros animais.

10- Os animais que morrem para a sua mesa de jantar morrem sozinhos, em pânico e terror, em profunda depressão e em meio a grande dor. A matança é impiedosa e desumana.

11- É muito mais fácil ser e manter-se elegante quando se é vegetariano.

12- Metade das florestas tropicais do mundo foram destruídas para fazer pasto para criar gado para fazer hambúrguer. Cerca de 1000 espécies são extintas por ano devido à destruição das florestas tropicais.

13- Todos os anos 400 toneladas de grãos alimentam animais de corte - assim os ricos do mundo podem comer carne. Ao mesmo tempo, 500 milhões de pessoas nos países pobres morrem de fome. A cada 6 segundos alguém morre de fome por que pessoas no Ocidente estão comendo carne. Cerca de 60 milhões de pessoas morrem de fome por ano. Todas essas vidas poderiam ser salvas, porque estas pessoas poderiam estar comendo os grãos usados para alimentar animais de corte se os norte-americanos comessem 10% a menos de carne.

14- As reservas de água fresca do mundo estão sendo contaminadas pela criação de gado de corte. E os produtores de carne são os maiores poluidores das águas. Se a indústria de carne no EUA não fosse subsidiada em seu enorme consumo de água pelo governo, alguns gramas de hambúrguer custariam US$ 35.

15- Se você come carne, está consumindo hormônios que foram administrados aos animais. Ninguém sabe os efeitos que estes hormônios causam à saúde. Em alguns testes, um em cada 4 hambúrgueres contém hormônios de crescimento originalmente administrados ao gado.

16- As seguintes doenças são comuns em comedores de carne: anemias, apendicite, artrite, câncer de mama, câncer de cólon, câncer de próstata, prisão de ventre, diabetes, pedras na vesícula, gota, pressão alta, indigestão, obesidade, varizes. Vegetarianos há longo tempo visitam hospitais 22% menos que carnívoros e por pouco tempo. Vegetarianos têm 20% menos colesterol que carnívoros e isso reduz consideravelmente ataques cardíacos e câncer .

17- Alguns produtores usam calmantes para manter os animais calmos. Usam antibióticos para evitar ou combater infecções. Quando você come carne, está ingerindo estas drogas. Na América do Norte 55% de todos os antibióticos são dados a animais de corte, e a porcentagem de infecções por bactérias resistentes a penicilina avançou de 13% em 1960 para 91% em 1998.

18- Num período de vida um comedor de carne médio terá consumido 36 porcos, 36 ovelhas e 750 galinhas e perus. Você deseja tanta carnificina em sua consciência!?

19- Os animais sofrem dor e medo como nós. Passam as últimas horas de sua vida trancados em um caminhão, encerrados com centenas de outros animais, igualmente apavorados, e depois são empurrados para um corredor da morte ensopado de sangue. Quem come carne sustenta o modo como os animais são tratados.

20- Animais com um ano de vida são freqüentemente muito mais racionais - e capazes de pensamento lógico do que bebês humanos de 6 semanas. Porcos e ovelhas são muito mais inteligentes do que criancinhas. Comer esses animais é um ato bárbaro.

21- Vegetarianos são mais aptos fisicamente do que comedores de carne. Muitos dos mais bem-sucedidos atletas do mundo são vegetarianos.

Para saber mais: : www.phpbbforfree.com/forums/infonature-post-217.html#217

O FLÚOR, A BOMBA ATÓMICA E O CONTROLE MENTAL DAS MASSAS




O flúor foi o elemento chave para a construção da bomba atômica. Sim, estamos falando de um derivado do flúor contido no dentifricio que usamos todas as manhãs ou nas gomas de mascar para quem não tem tempo nem mesmo para escovar os dentes.

Depois de cerca 50 anos (do perìodo em que foi desenvolvida a bomba atômica) que os americanos começaram a adicionar flúor nos seus manaciais hídricos para reduzir a cárie dental, foi tornado público os documentos que metem seriamente em discussão a segurança do flúor e a boa fé do governo Americano.

Diversos cientistas ligados ao projecto da bomba atômica conduziram os estudos sobre o flúor concluindo que esse provoca sérios danos ao Sistema Nervoso Central e ao nosso organismo em geral.

Muitos destes relatórios foram classificados secretos por “razões de segurança nacional”, e muitos outros desapareceram dos arquivos estatais. O conflito de interesses é claro: se fosse feito público que a exposição ao flúor é prejudicial, o projeto da bomba A, os seus fornecedores e todas aquelas instituições a ele ligados, seriam anuladas por um escândalo de imensas proporções e pela relativa causa intentada por danos à saúde pública. Assim tudo foi silenciado, mas apesar disto os estudos sobre os efeitos do flúor deviam continuar, ao contrario, serviam cobáias humanas. Existe talvés um modo melhor que colocar-lo nas condutas das águas com a desculpa da saúde dental dos nossos filhos? E eis, imediatamente organizaram congressos, publicidade e associações de médicos e dentistas predispostos a publicar e a assegurar às pessoas sobre a utilização do fluor e dos seus “efeitos benéficos”.

O resultado foi dos melhores: as pessoas aceitaram a utilização do flúor como salvaguarda da própria saúde dental, foram desmentidas todas as implicações do flúor com diversas doenças que abateram operários e pessoas que habitavam nas proximidades das fábricas que produziam este material descartável altamente tóxico e além disso, sem o conhecimento das pessoas, todos se transformaram em potênciais cobaias de laboratório em quem estudar os efeitos do então bem-amado flúor. Muitos são os estudos e argomentações que atestam a periculosidade do flúor e graças a Joel Griffiths e Cris Bryson um médico escritor e um jornalista independente se está fazendo luz sobre esta desconcertante situação. Um dos efeitos mais evidentes do flúor no nosso organismo é aquele no Sistema Nervoso Central. Diversos estudos mostram como repetidas doses de quantidades infinitamente pequenas de flúor podem reduzir ao longo do tempo toda força individual de resistir à dominação, com o envenenemento e a narcose de uma certa área do cérebro, tornando assim o indivíduo submisso à vontade daqueles que desejam governá-lo.

Existem evidências históricas que mostram acordos entre o governo americano e o regime de Hitler para o financiamento do projecto da fluorização das águas dos países conquistados para tornar o povo dócil ao controle e à ditadura.

Os derivados do flúor são materiais descartáveis de muitas indústrias quimicas e a sua segura destruição há custos tão elevados que obrigaram os “pobres industriais a empenhar-se para encontrar uma solução alternativa mais econômica”. E assim uma substância tóxica descartável foi transformada em uma imensa fonte de renda.

Hoje o flúor vem utilizado para a realização dos seguintes produtos:

  1. refrigerantes e propelentes
    O resultado é um belo buraco na camada do ozônio e uma consequente poluição graças ao natural ciclo das chuvas que repõem sobre a terra e de consequência, em tudo aquilo que comemos e bebemos, as substâncias nocivas que emitimos no ar.

  2. Fármacos
    Para incrementar a biodisponibilidade dos ingredientes contidos nos fármacos, muitos produtos das casas farmacêuticas vem alogenados. A proclamada intenção dos farmacólogos no aditivar com flúor um produto, é de potenciar-lhe posteriormente a atividade metabólica, e por isso as suas propriedades terapêuticas. Mas potenciando o efeito do remédio, virão ainda agravados os efeitos colaterais e a indústria “terapêutica” ganha dinheiro das duas partes: com o tratamento da doença original e, de consequencia, com o dever de colocar remédio contra os efeitos colaterais provocados pelo mesmo tratamento.

  3. Tranquilizantes
    A maior parte destes são agentes anti-colinérgicos e agem no Sistema Nervoso Central causando depressões cardíacas e respiratórias. Efeitos: consenso, letargia, apatia e... estupidez por flúor! Seria como dizer: faça de mim tudo o que quiser.

  4. Analgésicos, ou melhor, inconsciência ao flúor assim como para os tranquilizantes alogenados, até os analgésicos são quase todos anti-colinérgicos e os efeitos são os mesmos. Existem estudos ciêntificos que demonstram como a descendência dos anestesistas tem um número de defeitos de nascença superior à média.


  5. Exterminadores fluorados
    Como no ponto 3 e 4 os gases quimicos para uso bélico são alógenos. O gás para a órdem pública, o gás lacrimogenico, é um alógeno e os gases nervini assim como o Soman e o Sarin desenvolvidos na alemãnha (usados durante a segunda guerra mundial nos campos de exterminio) ambos são fluorados. A morte imediata devido à exposição a estes gases é o resultado do bloqueio instantâneo da catálise e da ação dos nervos, causando um efeito anti-colinérgico (bloqueio enzimático) e a consequente paralização das funções do coração e dos pulmões.

A nossa sociedade continua a ser “bombardeada” por substâncias danosas que nos vem vendidas como remédios para este e para aquele problema ou como substâncias milagrosas, chegando até mesmo na emissão destas substâncias nas nossas redes de água para tornar-lhes ao “alcance de todos” fraudando com um método mesquinho e vulgar a liberdade de escolha dos consumidores: consumidores somos todos nós até o mendigo que mata a sua sede bebendo “inconscientemente” a água nas fontanas municipais colocadas nos jardins e praças da cidade onde vive.

Por razões de espaço muitas noticias, nomes de pessoas, indústrias ou fármacos envolvidos neste escrito não foram mencionadas. Para haver uma visão completa do argumento, consultar a revista Nexus, onde vem relacionadas até as fontes originais da documentação e uma rica bibliografia para tornar possível pesquisas a nível pessoal para os mais cépticos.

Fonte: Edição Nexus n.2, n.3, n.18

http://www.nexusitalia.com

Links sobre o flúor:

http://www.iahf.com
Um site rico de informações sobre o flúor ... e muito mais

http://www.amon.it
Neste site se encontram um outro artigo sobre o flúor muito interessante!

50 razões para opor-se à fluoretação


por: paul connett, Ph.D


6 de março, 2001
Dr. Paul Connett
Professor de Quimica
Universidade de St. Lawrence, NY 13617
315-229-5853 - ggvideo@northnet.org

com assistencia de :

Michael Connett
Webmaster
Fluoride Action Network
http://www.fluoridealert.org


50 razões para opor-se a fluoretação


1 - o fluoreto não é um nutriente essencial. Nenhuma doença jamais foi ligada a uma deficiencia de fluoreto. Os seres humanos podem haver dentes perfeitamente bons sem o fluor.

2 - a fluoretação não é necessária. Muitos países da Europa não são fluoretados e experimentaram o mesmo declinio em cárie dental como nos EUA (veja os dados da O.M.S. em níveis de cárie dental na Europa, EUA, Nova Zelandia e Austrália no Apendice 1
).

3 - o papel da fluoretação no declinio da cárie dental está em sérias dúvidas. A maior pesquisa jamais conduzida nos EUA (mais de 39,000 crianças de 84 comunidades) pelo Instituto Nacional de Pesquisas Dentais mostrou uma pequena diferença em cáries dentais entre crianças de comunidades fluoretadas e não fluoretadas. (Hileman, 1989 e Yiamouyiannis, 1990). Segundo as estatísticas do NIDR, o estudo encontrou uma diferença média de somente 0,6 DMFS (Superrficies Obturadas, Ausentes e Cariadas) nos dentes permanentes de crianças com idade de 5 a 17 anos residentes em áreas fluoretadas ou não.(Brunelle e Carlos, 1990). Esta diferença é menos que uma superficie dental! Existem 128 superfícies dentais na boca das crianças.

4 - onde a fluoretação foi descontinuada, em comunidades do Canadá, antiga Alemanha Oriental, Cuba e Finlandia, a cárie dental não aumentou mas realmente diminuiu (Maupone et al., 2000 e seppa et al, 2000).

5 - uma das primeiras experiências que ajudou a lançar a fluoretação aconteceu em Newburgh, NY, em Kingston, NY com a comunidade de controle. Após 10 anos deste processo (que era metodologicamente incorrecto), se observou que houve uma grande diminuição da cárie dental nas comunidades fluoretadas comparado com as comunidades não fluoretadas. Todavia, quando as crianças foram reexaminaqdas nestas duas cidades em 1995 (50 anos após o inicio do processo) praticamente não havia diferença em cáries dentais nas duas comunidades. Se qualquer coisa, os dentes na não fluoretada Kingston eram levemente melhores (Kumar e Green 1998).

6 - uma pesquisa actual (por exemplo: Diesendorf, 1986; colquhoun, 1997, e de Liefde, 1998) mostra que o índice de cáries começava a diminuir antes que a fluoretação fosse introduzida e continuou a diminuir mesmo após que seus benefícios foram maximizados. Muitos outros factores influiram na cárie dental. Estudos na india (teotia e Teotia, 1994) e Tucson, Arizona (Steelink, 1992) mostraram que a cárie dental realmente aumenta com o aumento da concentração de fluoreto na água.

7 - guiando os dental pesquisadores (Levine, 1976; Fejerskov, Thylstrup e Larsen, 1981; Carlos, 1983; Featherstone, 1987,1999,2000; Margous Moreno, 1990; Clark, 1993; Burt, 1994; Shellis e Duckworth, 1994 e Limeback, 1999,2000), e os centros para controle e prevenção de doenças (CDC,1999) então reconhecem que o mecanismo dos benefícios do fluor é principalmente TÓPICO e NÃO SISTEMICO. Assim, voce não tem que engolir o fluor para proteger os dentes. Como os benefícios do fluor (se existem) são tópicos, e os riscos são sistemicos, faz mais sentido, para aqueles que querem tomar os riscos, levar o fluor directamente ao dente na forma de creme dental.

Desde que engolir o fluor é desnecessário, não existe razão para forçar às pessoas (contra as suas vontades) a beber o fluor em seu suprimento d'agua (todas as referencias para “tópico versus beneficios sistemicos“ são relacionados com um grupo na respectiva secção)

8 - o programa de fluoretação dos EUA não conseguiu alcançar um de seus objectivos chave, isto é, abaixar o índice de cáries dental enquanto minimizando a fluorese dental (descoloração do esmalte e alteração da sua coloração). A meta dos prévios promotores da fluoretação era limitar a fluorose dental (na sua forma mais suave) a 10% das crianças (NRC, 1993, pp 6-7). O percentual de crianças com a fluorose dental em áreas de fluoretação optimal subiu de OITO VEZES, este objectivo. (Williams, 1990; Lalumandier, 1995; Heller, 1997 e Morgan, 1998). O York Review estima que mais de 48% das crianças em áreas de fluoretação optimal teve fluorose dental em todas as formas e mais de 12,5% em médias ou severas formas (McDonagh, 2000).

9 - a fluorose dental significa que a criança recebeu uma overdose de fluoreto. Enquanto o mecanismo pelo qual o esmalte é danificado não é definitivamente conhecido, a fluorose parece que pode ser um resultado da inibição de enzimas no crescimento dos dentes (DanBesten, 1999), ou através da interferencia do fluoreto com a glandula tireóide.

10 - o nível de fluoreto colocado na água (1ppm) é 100 vezes mais alto que o normalmente encontrado no leite materno (0,01 ppm) (Instituto de Medicina, 1997). Não exisem benefícios, somente riscos para crianças que ingerem este elevado nível de fluoreto numa idade tão precoce. (esta é uma idade onde a susceptibilidade às toxinas ambientais é particularmente alto).

11 - o fluoreto é um veneno cumulativo. Somente 50% do fluoreto que nós ingerimos a cada dia é excretada através dos rins, o restante se acumula em nossos ossos, na hipófise e outros tecidos. Se os rins são danificados, o acumulo do fluoreto pode aumentar.

12 - o fluoreto é biologicamente activo mesmo em baixas concentrações. Ele interfere com os ligamentos de hidrogenio que é o centro da estrutura e funções das proteinas e acidos nucleicos. Assim, o fluoreto tem o potencial de disturbar o processo vital no organismo.

13 - o fluoreto inibe as enzimas em testes de laboratório (Waldbott,1978), nas bactérias da cavidade oral (Featherstone, 2000), no crescimento dos dentes (Denbesten, 1999), nos ossos (Krook e Minor, 1998) e em outros tecidos (Luke, 1998).

14 - o fluoreto mostrou ser mutagenico, provoca danos cromossomicos e interfere com as enzimas envolvidas no reparo do DNA, numa variedade de insecto, cultura de tecidos e em estudos animais (DHSS, 1991, Mihashi e Tsutsui, 1996).

15 - o fluoreto administrado em altas doses em animais disseminou a destruição no sistema reprodutivo - tornando o esperma não funcional e aumentando o índice de infertilidade (Chinov et al, 1995; Kumar e Susheela, 1994; Chinoy e Narayana, 1994; Chinoy e Sequeira, 1989). Num recente estudo dos EUA foi encontrado um aumento da taxa de infertilidade entre mulheres que vivem em áreas com 3 ou mais ppm de fluoreto na água. Segundo este último estudo, o qual foi publicado no jornal de toxicologia e saúde ambiental, “muitas regiões mostraram uma associação de diminuição da TFR (indice total de fertilidade) com o aumento do nível de fluoreto“ (freni, 1994).

16 - o fluoreto forma complexos com um grande número de metais, aos quais se incluem metais que são necessários no corpo (como calcio e magnésio) e metais (como chumbo e aluminio) que são tóxicos para o nosso corpo. Isto pode causar uma variedade de problemas. Por exemplo, o fluoreto interfere com enzimas onde o magnésio é um importante co-factor, e pode ajudar o aumento de aluminio nos tecidos onde o aluminio contrariamente não iria.

17 - em ratos que foram alimentados por um ano com 1 ppm de fluoreto na água bi-destilada e deionizada, usando fluoreto de sodio ou fluoreto de aluminio, tiveram mudanças morfológicas nos rins e cérebro e tiveram um aumento no nível de aluminio presente em seus cérebros (Varner et al, 1998). O aluminio no cérebro é associado com o mal de Alzheimer.

18 - o fluoreto e o complexo do fluoreto de aluminio interagem com a G-proteína e assim tem o potencial de interferir com muitos hormonios e alguns sinais neuroquimicos (Struneka e Patocka, 1999).

19 - o fluoreto de aluminio foi recentemente nominado pela Agencia de Proteção Ambiental (EPA) e pelo Instituto Nacional de Ciencias e Saúde Ambiental (NIHES) para testes pelo Programa Nacional de Toxicologia. Segundo o EPA e NIHES, o fluoreto de aluminio actualmente tem uma “alta prioridade nas pesquisas da saúde“ devido a sua “conhecida neurotoxicidade“ (BNA, 2000). Se o fluoreto é adicionado na água a qual contém aluminio, o complexo do fluoreto de aluminio se formará.

20 - a experimentação animal mostra que a exposição ao fluoreto altera o comportamento mental (Mullenix et al, 1995) em doses pre-natais os ratos demonstraram um comportamento hiperactivo. Nas doses pos-natais se verificou uma hipoactividade (isto é, baixa actividade ou sindrome da “batata de sofá“).

21 - os estudos de Jennifer Luke (1997) mostraram que o fluoreto acumula na glandula hipófise humana a níveis muito elevados. Na sua tese de Ph.D. Luke também mostrou em estudos animais que o fluoreto reduz a produção de melatonina e leva a um precoce principio da puberdade.

22 - em três estudos da china mostraram um abaixamento do Q.I. em crianças associadas com a exposição ao fluoreto (Li et al, 1991) indica que mesmo em níveis moderados de exposição ao fluoreto (e.g. 0,9 ppm na água) pode exacerbar os defeitos neurológicos da deficiencia de iodo, que inclui diminuição do Q.I., e retardo mental. (segundo o CDC, desde 1970, a deficiencia de iodo foi quase quadruplicada nos EUA, com quase 12% da população, até então, deficiente de iodo.

23 - logo, no sec. 20, o fluoreto foi prescrito por um grande número de doutores européus para reduzir a actividade da glandula tireóide para aqueles que sofriam do hipertireoidismo (tireoide muito activa) (Merck index, 1960, p.952; Waldbott, et al, 1978, p.163). com a fluoretação da água, nós forçamos as pessoas a beber uma medicação tireoide-depressiva que poderia servir a promover altos níveis de hipotireoidismo (baixa actividade da tireoide) na população, e todos os problemas subsequentes relatados dessa desordem. Tais problemas incluem a depressão, fatiga, ganho de peso, dores nos músculos e articulações, aumento dos níveis de colesterol e doenças cardíacas.

Convém anotar que segundo o Dept. de Saúde e Serviços Humanos (1991) a exposição ao fluoreto em comunidades fluoretadas é estimado de aproximadamente 1,58 a 6,6 mg/dia, que é um índice que realmente sobrepõem a dose (2,3 - 4,5 mg/dia) mostrando uma diminuição do funcionamento da tireoide humana (galletti e Joyet, 1958). Este é um facto notável, e certamente merece grande atenção considerando o desenfreado e crescente problema do hipotireoidismo nos EUA. (em 1999 a segunda droga mais prescrita do ano foi Synthroid, que é um hormonio substituto, droga usada para tratar uma baixa actividade da tireoide).

24 - alguns dos primeiros sintomas da fluorose esquelética, uma doença dos ossos e articulações induzida pelo fluoreto que atinge milhões de pessoas na India, China e Africa,e imita os sintomas das artrites. Segundo uma revisão sobre a fluoretação feita pelo “jornal da Sociedade Americana de Quimica“, por que alguns dos sintomas clinicos imita as artrites, as primeiras duas fases clinicas da fluorose esquelética poderiam ser facilmente confundidas com outras doenças. (Hileman, 1988). Partes de alguns estudos foram feitos para determinar a extensão desta confusão de diagnóstico, e se a alta prevalencia de artrite na América (mais de 42 milhões de Americanos) é relacionada com a nossa crescente exposição ao fluoreto, que é altamente plausível. As causas de muitas formas de artrite (e.g.osteoartrites) são desconhecidas.

25 - em alguns estudos, quando altas doses de fluoreto foram usadas em experiências no tratamento de pacientes com osteoporose num esforço para endurecer seus ossos e reduzir os índices de fracturas, realmente levou a um AUMENTO do número de fracturas nos quadrís (Hedlund e Gallagher, 1989; Riggs et al, 1990).

26 - dezoito estudos (quatro não publicados, incluindo um abstracto) desde 1990 examinaram a possível relação da fluoretação e um aumento das fracturas nos quadrís entre os idosos. Dez destes estudos encontraram uma associação, e em oito não. Um estudo encontrou um aumento relacionado às doses nas fracturas dos quadrís, quando a concentração do fluoreto subiu de
1 ppm para 8 ppm (Li et al, 1999, publicado). A fractura dos quadrís é um seríssimo problema para os idosos, como um quarto destes que tem a fractura dos quadrís morrem dentro de um ano da operação, enquanto 50% nunca recuperam uma existencia independente. (todos os 18 estudos são referidos num grupo na respectiva secção).

27 - um estudo animal (Programa Nacional de Toxicologia, 1990) mostra a o aumento da osteosarcoma (cancer dos ossos) relacionado com as doses em ratos machos. O achado inicial deste estudo foi a “clara evidencia da carcinogenidade“achado que foi logo degradado conspìcuamente à“evidência equivocal“ (Marcus, 1990). EPA União Profissional dos Quarteis Generais pediu que o congresso estabelecesse uma revisão independente dos resultados destes estudos (Hirzy 2000).

28 - dois estudos epidemiológicos mostraram uma possível associação ( do qual alguns foram desconsiderados: Hoover, 1990 e 1991) entre osteosarcoma em homens jovens e habitantes em áreas fluoretadas (Instituto Nacional do Cancer, 1989 e cohn, 1992). Outros estudos não encontraram esta associação.

29 - a fluoretação é anti-ética porque não estão pedindo aos indivíduos o consenso informado antes da medicação. Esta é uma practica standard para toda medicação.

30 - enquanto os plebiscitos são preferenciais para impor as politicas do governo central, ele leva ainda o problema dos direitos individuais contra a decisão da maioria. por outro lado, faz um eleitor ter o direito de requerer que seu vizinho beba um certo medicamento ( mesmo se é contra a vontade do vizinho)?

31 - algumas pessoas apresentam altamente sensíveis ao fluoreto como mostrado pelos casos estudados e pelos estudos a duplo cego (Waldbott, 1978 e Moolenburg, 1987). Isto pode relatar a interferencia do fluoreto com seus níveis hormonais incluindo aqueles produzidos pela sua glandula tireóide. Nós, como uma sociedade, podemos forçar essas pessoas a beber o fluoreto?

32 - segundo a Agencia para Substancias Tóxicas e Registro de Doenças (ATSDR,1993) algumas pessoas são particularmente vulneráveis aos tóxicos efeitos do fluoreto; estas incluem:
idosos, diabéticos e pessoas com baixo funcionamento renal. Ainda, podemos em boa consciencia forçar estas pessoas a ingerir o fluoreto como uma base diária?

33 - são também vulneráveis aqueles que sofrem de mal-nutrição (por exemplo, calcio, magnésio, vitamina C, vitamina D e deficiencia de iodo e proteínas e diétas pobres). Daqueles os mais prováveis que sofrem de mal-nutrição são os pobres, que é precisamente o povo e que será o alvo das novas propostas de fluoretação (Saúde Oral na América, maio 2000). Enquanto um risco elevadíssimo, famílias pobres são menos capazes de ter recursos para usar medidas de anulação dos riscos(por exemplo, água mineral em garrafas, ou equipamento de filtragem).

34 - desde que a decadência dental é mais concentrada em comunidades pobres, nós deveríamos gastar os nossos esforços tentando aumentar o acesso à cura dental para as familias pobres. A real “crise da saúde oral“ que existe hoje nos EUA, não é uma falta de fluoreto mas pobreza e falta de um seguro dental.

35 - a fluoretação foi declarada inefectiva para prevenir um dos mais sérios problemas da saúde oral enfrentados pelas crianças pobres, a saber, a decadencia dos dentes provocada pela mamadeira dos bebês, contrariamente conhecida como cáries da primeira infancia. (Jones, 2000).

36 - uma vez colocado na água é impossível de controlar a dose que cada indivídio recebe. Isto é porque algumas pessoas (por exemplo: os trabalhadores braçais, atlétas e diabéticos) bebem mais água que outras, e porque, nós recebemos o fluor através da água canalizada e outros da água armazenada em tanques. Outras fontes de fluoreto incluem alimentos e bebidas processadas com a água fluoretada; produtos dentais fluoretados, e resíduos de pesticidas nos alimentos.

Como um médico corretamente declarou, “nenhum médico em seus bons sensos prescreveria para uma pessoa que ele nunca conheceu, cuja historia medica ele não conhece, uma substancia que pretende criar mudanças corporais, com o aviso: “tome tanto quanto voce quizer, mas voce tomará pelo resto da sua vida porque algumas crianças sofrem de cáries dentais. Isto é contrário à noção de bom senso“.

37 - apesar do facto que é reconhecido que nos estamos ingerindo demasiadamente o fluoreto, e apesar do facto que nos estamos muito mais expostos ao fluor no ano 2000 que em 1945 (quando iniciou a fluoretação), o nível “optimal da fluoretação é ainda 1 parte por milhão, o mesmo nível optimal considerado em 1945!

38 - os primeiros estudos conduzidos em 1945-1955 nos EUA, os quais ajudaram a lançar a fluoretação, foram duramente criticados pela sua pobre metodologia e pouca escolha das comunidades de controle (De Stefano, 1954; Sutton 1959, 1960 e 1996). Segundo o Dr.Hubert Arnold, a estatística da Universidade da California em Davis, as primeiras provas de fluoretação “são especialmente ricas em mentiras, projeto impróprio, uso inválidos dos métodos de estatística, omissão dos dados contrários e somente planos confusos e estúpidos“.

39 - o Serviço de Saúde Pública dos EUA foi o primeiro a apoiar a fluoretação em 1950, antes que uma simples prova fosse completada (McClure,1970)! Não poderia ser uma coincidencia que no mesmo ano apoia o SSP dos EUA, a Fundação de Pesquisa do açucar, inc.(apoiado por 130 corporações) que expressou seu objectivo em pesquisas dentais como, “descobrir os meios efectivos de controle da decadencia dental por outros métodos que restringessem a entrada de carbohidratos“ (açucar). (Waldbott, 1965, p.131).

40 - o programa de fluoretação foi muito pouco controlado. Nunca houve uma analise compreensiva do nível de fluoreto nos ossos dos cidadãos Americanos. As autoridades Americanas da Saúde não tem nenhuma ideia aproximada dos níveis que causarão sutís ou mesmo sérios danos aos ossos e articulações!

41 - segundo uma carta recebida pelo deputado de New Jersey, John Kelly, o FDA (
Food and Drugs Administration) jamais aprovou o suplemento de fluoreto dado às crianças, que são designados para haver a mesma quantidade de fluoreto como na água fluoretada.

42 - a quimica usada para fluoretar a água nos EUA não é a nível farmaceutico. Ao contrário, eles vem dos sistemas de descarte das industrias de fertilizantes fosfatados. Estas quimicas (90 % das quais são fluorisilicados de sódio e ácido fluorosilicato), são classificados como perigosos descartes contaminados com metais tóxicos e uma quantidade de vestígios de isotopos radioactivos. Em recentes testes feitos pela Fundação Nacional de Saneamento sugere que os níveis de arsenico nestas quimicas são altos e de interesse significativo.

43 - estes perigosos descartes não foram testados compreesivelmente. O produto quimico normalmente testado em estudos animais é o fluoreto de sódio a nível farmaceutico, e não o acido fluorosilicato a nível industrial. A suposição que esta sendo feita é que com o tempo estes produtos de descarte diluidos, todo o ácido fluorosilicio poderá ser convertido em íons livres de fluoreto, e os outros isotopos tóxicos e radiactivos serão assim diluidos a eles não causarão qualquer dano, mesmo com a exposição por toda a vida. Estas suposições não foram examinadas cuidadosamente pelos cientistas, independentemente do programa de fluoretação.

44 - estudos feitos por Masters e Coplan (1999) mostra uma associação entre o uso do ácido fluorosilicico (e seu sal de sódio) com a água fluoretada e um elevado aumento de chumbo no sangue das crianças.

45 - o fluoreto de sódio é uma substancia extremamente tóxica - somente de 3 a 5 gramas, ou aproximadamente uma colher de chá, é suficiente para matar um ser humano. Tanto crianças (engolindo gels) quanto adultos (envolvidos acidentalmente por mal-funcionamento do equipamento de transporte do fluoreto e filtros nas máquinas de diálise) morreram pelo excesso de exposição.

46 - alguns dos primeiros oponentes da fluoretação foram os bioquimicos e pelo menos 14 vencedores do prêmio nóbel estão entre os numerosos cientistas que expressaram suas reservas sobre a practica da fluoretação (veja a lista no apendice 4). O Dr. James Sumner, que venceu o prêmio nóbel por seu trabalho sobre enzimas quimicas, disse sobre a fluoretação: “devemos ir devagar. Todos nós sabemos que fluorino e fluoreto são substancias muito venenosas. Nos lhe usamos na quimica da enzima para envenenar enzimas, aqueles agentes vitais no corpo. essa é a razão das coisas envenenadas; porque as enzimas são envenenadas e essa é a razão pela qual animais e plantas morrem (Connett,2000).

O vencedor do premio nóbel para a medicina do ano 2000 foi o Dr. Arvid Carlsson da Suecia. O Dr. Carlsson foi um dos principais oponentes da fluoretação na suecia. Ele fazia parte do grupo que recomendou ao governo sueco a rejeitar aquela pratica, que eles fizeram em 1971. em seu livro “A questão fluoreto: Panaceia ou veneno“ Anne-lise Gotzsche citou Carlsson como a seguir: “não é vantajoso ocultar o facto que é uma questão de aplicar uma substancia farmacologicamente activa para uma inteira população“ (p.69).

47 - a União representativa dos cientistas no quartel general do EPA (Agencia de Proteção Ambiental) dos EUA em Washington está no registro como opositores a fluoretação da água (Hirzy, 1999) e rejeita a aprovação do EPA do uso dos perigosos resíduos industriais produzidos para fluoretar o suprimento de àgua publica.

48 - muitos cientistas, doutores e dentistas que se expressaram publicamente sobre este problema, foram sujeitos a censura e intimidação (Martin 1991). Tacticas como esta não seriam necessárias se estes promotores da fluoretação houvessem uma segura base científica.

49
- os promotores da fluoretação recusam de reconhecer que existe qualquer debate científico sobre este problema, apesar dos interesses listados acima e a revisão objetica das controvérsias (Hileman, 1988). O Dr. Michael Easley, um dos maiores proponentes vocais, foi para dizer que não existe debate legítimo, qualquer que seja, referente a fluoretação. Segundo Easley, quem trabalha próximo ao CDC e ADA, “os debates dão a ilusão que uma controvérsia científica existe quando uma pessoa sem crédito apoia a visão da fluorofobia“. Easley acrescenta que

“o maior flagrande do abuso da confiança pública ocasionalmente ocorre quando um médico ou um dentista, por uma qualquer razão pessoal, usa sua importancia profissional na comunidade para argumentar contra a fluoretação, uma clara violação da ética profissional, o principio da ciencia e padrões da prática comunitária“ (Easley, 1999).

Os comentários como estes dirigiram o sócio director técnico para União de Consumidores, Dr. Edward Groth, a concluir que “a posição politica pro-fluoretação desenvolveu numa dogmática, autoritaria, postura essencialmente anti-científica, um dissuasivo debate de problemas científicos“ (Martin, 1991).

50 - quando vier as controvérsias que acercam os produtos quimicos, investindo os interesses tradicionais faça o seu melhor para descontar estudos animais e não dê importancia aos achados epidemiológicos. No passado as pressões politicas levaram as agencias governativas a arrastar seus pés sobre a regulamentação de asbestos, benzene, DDT, PCBs, chumbo tetraetileno, tabaco e dioxinas. Com a fluoretação nós tivemos 50 anos de atraso. Infelizmente, porque os governos oficiais colocaram muitas das nossas credibilidades na linha de defesa da fluoretação, e por causa das enormes consequencias que nos esperam às escondidas, se admite que a fluoretação causou um aumento nas fracturas dos quadris, artrites, cancer dos ossos, desordens cerebrais ou problemas na tireóide, será muito dificil para eles falar honestamente e abertamente sobre o problema mas eles poderiam, não somente proteger milhões de pessoas do desnecessário perigo, mas proteger a noção que, em seu âmago, a política da saúde pública poderia basear-se na ciencia sã, e não na pressão política. Eles tem uma ferramenta com a qual fazem isto: é chamado o principio precaucionário. Simplesmente por, isto dizer: se em dúvida deixe-o de fora. Isto é o que muitos países européus fizeram, e os dentes de suas crianças não sofrerão, enquanto suas confianças públicas foram fortalecidas.

É como uma questão de um jogo de Kafka. Quanta dúvida é necessária em somente um dos interesses da saúde identificada acima, para anular um benefício, que quando é identificado na maior pesquisa jamais conduzida nos EUA, equivale a menos que uma superficie de um dente na boca de uma criança? (entre 128). Para aqueles que poderiam pedir estudos suplementares nós dizemos bom. Mas primeiro tire o fluor da água, e então, conduza todos os estudos que voce quizer. Esta loucura deve acabar sem mais demora.



APENDICE 1 - Dados da Organização Mundial da Saúde

Tabela: Situação DMFT (Decadentes, Faltosos e Dentes obturados) para a faixa etária de 12 anos. Organizada por país.
pais
DMFTs
ano
situação
Austrália
0,8
1998
fluoretado
Zurique -Suiça
0.8
1998
não-fluoretado
Olanda
0,9
1992-93
não-Fluoretado
Suecia
0,9
1999
não-Fluoretado
Dinamarca
0,9
2001
não-fluoretado
Reino Unido
1,1
1996-97
10% fluoretado
Irlanda
1,1
1997
fluoretado
finlandia
1,1
1997
não-fluoretado
E.U.A.
1,4
1988-91
fluoretado
Noruega
1,5
1998
não-fluoretado
Islandia
1,5
1996
não-fluoretado
Nova Zelandia
1,5
1993
fluoretado
Belgica
1,6
1998
não-fluoretado
Alemanha
1,7
1997
não-fluoretado
Austria
1,7
1997
não-fluoretado
França
1,9
1998
não-fluoretado

Dados da: O.M.S Saúde Oral por país/área perfil do programa de vigilancia do departamento de doenças não comunicáveis/Centro de Colaboração da Saúde Oral da O.M.S., Universidade de Malmö - Suécia.
http://www.whocollab.od.mah.se/euro.html


APENDICE 2

Declaração sobre a fluoretação pelos governos oficiais de vários países:


Alemanha

“Geralmente, na Alemanha a fluoretação da água potável e proibida. A relevante lei Alemã permite excessões para a proibição da aplicação da fluoretação. A argumentação do Ministério Federal da Saúde contra uma geral permissão de fluoretação da água potável é a natural problemática da medicação compulsória“. (Gerda Hankel-Khan, Embaixada da República Federal da Alemanha, 16/Setembro/1999).



França

“ Quimicas do fluoreto não são incluidas na lista ( dos tratamentos quimicos da água potável). Isto é devido à etica assim como as considerações médicas“. (Loius Sanchez, Direteur de la Protection de l'environment, 25 de Agosto de 2000).
www.fluoridealert.org/france.jpeg


Belgica

“ Este tratamento da água nunca foi usado na Belgica e nunca será (esperamos) no futuro. A razão principal para isto é a posição fundamental do sector da água potável que isto não é uma tarefa para levar tratamento medicinal às pessoas. Isto é de única responsabilidade dos serviços de saúde.“ (Chr.Legros, Directeur, Belgaqua, bruxeles, Bélgica, 28/Fevereiro/2000).
www.fluoridation.com/c-belgium.htm



Luxemburgo:

“O fluoreto nunca foi adicionado ao suprimento de água pública em Luxemburgo. Em nosso parecer, a água potável não é o meio conveniente para o tratamento medicinal e as pessoas que necessitam de uma adição de fluoreto podem decidir elas mesmas em usar os meios mais apropriados, como a ingestão de tabletes de fluoreto, para cobrir suas necessidades (diárias).“ (Jean-Marie RIES, Head, Departamento de Água, Administration De L'environment, 3/Maio/2000).


Finlandia

“Nós não favorecemos ou recomendamos a fluoretação da água potável. Existem meios muito melhores de proporcionar a fluoretação que nossos dentes necessitam.“ (Paavo Poteri, Vice Director de Administração, água de Helsique, Finlandia, 7/Fevereiro/2000).


“A fluoretação artificial dos suprimentos de água potável foi feita somente numa cidade, Kuopio, situada na parte oriental da Finlandia e com uma população de aproximadamente 80,000 pessoas (1,6% da população Finlandesa). A fluoretação começou em 1959 e terminou em 1992 como um resultado da resistencia da população local. A opinião mais usuada para a resistencia apresentada neste contexto eram os direitos dos indivíduos de beber água sem aditivos quimicos usados para a medicação de limitados grupos da população. Um conceito de “alimentação à força“ foi também mencionado.

Beber água fluoretada não é proibido na Finlandia mas nenhum municipio voltou atrás para ser disposto a praticá.la. Os fornecedores de água, naturalmente, sempre foram contra as doses quimicas do fluoreto na água“. (Leena Hiisvirta, M.Sc., Engenheiro Chefe, do Ministério de Assuntos Sociais e Saúde, Finlandia, 12/Janeiro/1996.)


Dinamarca

“nós somos gratos em informar-lhes que segundo o Ministério Dinamarquês de Ambiente e Energia, fluoretos tóxicos nunca foram adicionados no suprimento de água pública. Consequentemente, nenhuma cidade dinamarquesa jamais foi fluoretada.“ (Klaus Werner, Embaixada Real Dinamarquesa, Washington DC 22/Dezembro/1999).
www.fluoridation.com/c-denmark.htm


Noruega

“na Noruega nós tivemos uma conversa bastante intensa sobre este argumento a 20 anos atrás, e a conclusão foi que a água potável não deve ser fluoretada.“ (Truls Krogh & Toril Hofshagen, Folkehelsa Statens Institutt for Folkeheise (Instituto Nacional de Saúde Pública) Oslo, Noruega, 1/Março/2000).
www.fluoridation.com/c-norway.htm

Suecia

“a fluoretação da água potável na Suécia não é permitida... Nova documentação científica ou mudanças na situação da saúde dental que poderiam alterar as conclusões da Comissão não foram mostradas.“ (Gunnar Guzikowski, Inspetor Chefe Governamental, Livsmedels Verket --Administração Nacional dos Alimentos Divisão de Água Potável, Suecia, 28/Fevereiro/2000). www.fluoridation.com/c-sweden.htm


Holanda

“Do final dos anos 60 até o inicio dos anos 70 a água potável em vários lugares da Holanda foi fluoretada para prevenir cáries. Entretanto, em seu julgamento de 22 Junho de 1973 no caso nº 10683 (Budeding and co. contra a cidade de Amsterdan) a Suprema Corte (Hoge Road) determinou que não havia uma base legal para a fluoretação. Após aquele julgamento, uma emenda ao acto do suprimento da água foi preparado para proporcionar uma base legal para a fluoretação. Durante o processo tornou-se claro que não havia apoio parlamentar suficiente para este emendamento e a proposta foi retirada.“ (Wilfred Reinhold, Conselheiro Legal, Directoria de Água Potável, Holanda, 15/Janeiro/2000). www.fluoridation.com/c-netherlands.htm

Irlanda do Norte

“O suprimento d'agua da Irlanda do Norte nunca foi artificialmente fluoretado excepto em 2 pequenas localidades onde o fluoreto foi adicionado na água por cerca 30 anos até o ano passado. A fluoretação cessou nestas localidades por razões operacionais. Desta vez não existem planos para começar a fluoretação dos suprimentos d'agua na Irlanda do Norte.“ (C.J, Grimes, Departamento para Desenvolvimento Regional, Belfast, 6/Novembro/2000).


Austria:

“O fluoreto tóxico nunca foi adicionado no suprimento de água Pública na Austria.“ (M.Eisenhut, Chefe do Dept. de Água, Osterreichische Yereinigung fur das Gas-und Wasserfach Schubertring 14, A-1015 Wien, Austria, 17/Fevereiro/2000). www.fluoridation.com/c-austria.htm

República Tcheca

“desde 1993, a água potável não foi tratada com o fluoreto nos suprimentos de água pública por toda República Tcheca. Embora a fluoretação da água potável não foi realmente eliminada e não é sob consideração porque esta forma de suplementação é considerada:

  • Anti-economica (somente 0,54% da água conveniente para beber é usada como tal; o restante e usado para a higiene etc. Além do mais, um crescente número de consumidores (particularmente crianças) estão usando água engarrafada para beber (água subterranea usualmente com fluor).
  • Anti-ecológica (carregamento ambiental por substancias desconhecidas)
  • Anti-ético (“medicação forçada“)
  • Toxicologicamente e fisiológicamente discutível (a fluoretação representa uma forma desguarnecida de suplementação que negligencia o real consumo individual e a real necessidade de consumo e pode levar a um excessivo risco para a saúde em certos grupos da população; e a formação de compostos do fluor na água em formas não biologicamente activas. (Dr. B. Havlik, Ministerstvo Zdravotnictvi Ceske Republiky, October 14, 1999).


APENDICE 3

Declaração de Douglas Carnall, Editor Associado do The British Medical Journal, Publicada no BMJ Website (http://bmj.com) no dia em que eles publicaram no York Review sobre Fluoretação.

Veja também esta revisão em http://bmj.bmjjournals.com/cgi/content/full/321/7265/904/a

British Medical Journal

7/Outubro/2000

Revisões

Website da semana

A FLUORETAÇÃO DA ÁGUA

A fluoretação foi um tema discutível até antes das acusas de Ripper, comandande da Base num filme de Kubrick contra “a conspiração internacional dos comunistas para esgotar e impurificar todos os nossos preciosos fluidos vitais“ filme de 1964 Dr. Estranho amor. Este BMJ da semana não deve precipitar-se num holocausto global, mas parece que o comandante da base Ripper pode ter sido a ponta. A revisão sistemática publicada esta semana (p 855) mostra que muitas das evidencias para a fluoretação foram derivadas da baixa qualidade dos estudos, que em seus benefícios podem ter sido exagerados, e que a relação risco-benefício para o desenvolvimento dos comuns efeitos colaterais(fluorose dental, ou mancha dos dentes) é bastante alto.

Materiais suplementares são disponíveis no website do BMJ e naquele dos Autores da Revisão, aumentanto a validade das conclusões através da transparencia do processo. Por exemplo, a página das “perguntas frequentemente feitas“ deste website
explica quem abrangeu o painel consultivo e como eles foram escolhidos (balanceado para incluir quem é contra e à favor, assim como os neutros“), e o site inclui os pormenores de seus encontros. Voce pode ainda haver todas as 279 referencias no formato word 97, e tabelas de datos em PDF. Tal transparencia e admirável e pode somente encorajar a racionalidade do debate.

Os profissionais que propõem medidas preventivas compulsórias para uma inteira população tem um peso diferente de responsabilidade nos seus ombros que aqueles que respondem às petições individuais de ajuda. Previamente neutro neste tema, eu estou convencido pelos argumentos daqueles que desejam receber o fluoreto (como eu) receberia melhor do creme dental que dos suprimentos de água (veja www.derweb.co.uk/bfs/index.html e www.npwa.freeserve.co.uk/index.htm para os dois pontos de vista).


Douglas Carnall
Editor Associado
British Medical Journal



APENDICE 4

Lista de 14 vencedores do Prêmio Nobel que se opuseram ou expressaram reservas sobre a fluoretação.

1. Adolf Butenandt (quimica, 1939)
2. Arvid Carlsson (Medicina. 2000)
3. Hans von Euler-Chelpin (quimica, 1929)
4. Walter Rudolf Hess (medicina, 1949)
5. Corneille Jean-François Heymans (medicina, 1938)
6. Sir Cyril Norman Hinshelwood (quimica. 1956)
7. Joshua Lederberg (medicina, 1958)
8. William P. Murphy (medicina, 1934)
9. Giulio Natta (quimica, 1963)
10. Sir Robert Robinson (quimica, 1947)
11. Nikolai Semenov (quimica, 1956)
12. James B.Sumner (quimica, 1946)
13. Hugo Theorell (medicina, 1955)
14. Arturi Virtanen (quimica, 1945)




REFERENCIAS

Agencia para substancias toxicas e registro de doenças (ATSDR) (1993). Perfil toxicologico para Fluoretos, Fluoreto de Hidrogenio e fluorine (F). U.S. Departamento de Saúde e Serviços Humanos, Serviço de Saúde Pública. ATSDR/TP-91/17.

Aarnold HA. (1980). Cartas para Dr. Ernest Newbrum. 28,Maio,1980. http://www.fluoridealert.org/uc-davis.htm

Brunelle JA, Carlos JP. (1990). Recentes tendencias em cáries nas crianças americanas e os efeitos da fluoretação da água. J.Dent. Res 69, (edição especial), 723-727. http://www.fluoridealert.org/brunelle-carlos.htm

Centros de controle e prevenção de doenças (CDC). (1999). Realizações em Saúde Pública, 1900-1999; Fluoretação da água potável para prevenir a cárie dental. Revisão semanal da Mortalidade e Patologia. (MMWR). 48(41): 933-940 22,Outubro,1999.

Chinoy NJ, et al. (2000). Apresentação na XXIII conferencia internacional da Sociedade Internacional para a Pesquisa do Fluoreto, Szczecin, Polonia, Junho, 2000.

Chinoy NJ, et al.(1995). Injecção vascular de microdose de fluoreto de sodio em ratos. Reprod Toxicol. 5(6):505-12

Chinoy NJ, Narayana MV. (1994). Toxicidade do fluoreto in vitro no espermatozoide humano. Reprod Toxicol. 8(2):155-9.

Chinoy NJ et al. (1994). Transitória e reversivel toxicidade ao fluoreto em alguns tecidos moles em femeas de ratos. Fluoreto. 27:205-214.

Chinoy NJ, sequeira E. (1989). Efeitos do fluoreto na histoarquitetura dos orgãos reprodutivos dos ratos machos. Reprod Toxicol. 3(4):261-7.

Cohn PD. (1992). Um breve relatório na Associação da Fluoretação da Água Potável e a Incidencia do Osteosarcoma entre jovens machos. Departamento da Saúde Ambiental de New Jersey. Serviço de Saúde: 1-17.

Colquhoun J. (1997) Porque eu Mudei minha opinião sobre a fluoretação. Perspectivas na Biologia e Medicina 41:29-44. http://www.fluoride-journal.com/98-31-2/312103.htm

Connett, M. (2000). Quanto arsenio é fluoretado e adicionado no suprimento de água pública? Acção Fluoreto Network http://www.fluoridealert.org/f-arsenic.htm

Connett M.(2000). Entrevista w/Dr.William Hirzy. 3/Julho/2000.

Connett, P. (2000). Fluoreto: Uma declaração do interessado. Waste Not #459. Janeiro 2000. Waste Not, 82 Judson Street, Canton, NY 13617. http://www.fluoridealert.org/fluoride-statement.htm

Connett P. Connett M. (2000). O imperador não tem roupas: Uma critica da promoção da fluoretação do CDC. Waste Not #468. setembro. Waste Not, 82 Judson Street, Canton, NY 13617. http://www.fluoridealert.org/cdc.htm

De Liefde B. (1998). O declinio das Cáries na Nova Zelandia após 40 anos. New Zealand Dental Journal. 94:109-113.

Departamento de saúde e serviços humanos. (U.S. DHHS) (2000). Saúde Oral na América: um relatório do cirurgião geral. Rockville, MD:U.S.Departamento de Saúde e Serviços Humanos. Instituto Nacional de pesquisa Dental e Craniofacial, Instituto Nacional da Saúde. http://www.nidcr.nih.gov/sgr/execsumm.htm

Departamento de Saúde e Serviços Humanos. (U.S.DHHS)(1991). Revisão do fluoreto: Riscos e Beneficios, relatório do comitê Ad Hoc sobre fluoreto do comitê coordenador da Saúde Ambiental e relator de programas. Departamento de Saúde e Serviços Humanos, USA.

DenBesten, P (1999). Mecanismo Biologico da fluorose dental relevante ao uso dos suprimentos do fluoreto. Comunidade Dental. Oral epidemiol.,27, 41-7.

De Stefano TM. (1954). As pesquisas e estudos sobre a fluoretação e a pratica geral. Boletim da cidade de Houston - Sociedade Dental. Fevereiro, 1954.

Diesendorf M.(1986). O mistério do declinio e decaimento dental. Nature, 322.125-129. http://www.fluoridealert.org/diesendorf.htm

Ditkoff BA, Lo Gerfo P. (2000). The Thyroid Guide. Harper-Collins. New York.

Easley, M. (1999). Community fluoridation in America: the unprincipled opposition. Unpublished.

Emsley J, et al (1981). An Unexpectedly Strong Hydrogen Bond: Ab Initio Calculations and Spectroscopic Studies of Amide-Fluoride systems. Journal of the American Chemical Society. 103:24-28.

Freni SC. (1994). Exposure to high fluopride concentrations in drinking water is associated with decreased birth rates. J Toxicology and Environmental Health. 42:109-121.

Galletti P, Joyet G. (1958). Effect of fluoride on thyroidal iodine metabolism in hyperthyroidism. Journal of clinical endocrinology. 18:1102-1110. http://www.fluoridealert.org/galletti.htm

Glasser G. (1999). “It's pollution Stupid!“ www.fluoridealert.org/g-glasser.htm

Gotzche A. (1975). The fluoride question: Panacea or Poison? New York: Stein and Day Publishers.

Hanmer R. (1983). Letter to Leslie A. Russel, D.M.D., from Hanmer, Deputy assistant administrator for water, US EPA. Mar 30, 1983.

Heller KE, et al (1997). Dental Caries and Dental Fluorosis at Varying Water Fluoride Concentrations. J Pub Health Dent. 57(3):136-143.

Hileman B.(1988). Fluoridation of Water: Questions about health risks and benefits remain after more than 40 years. Chemical and Engineering News. August 1:26-42. http://www.fluoridealert.org/hileman.htm

Hileman B. (1989). New Studies Cast Doubt on Fluoridation Benefits. Chemical and Engineering News. May 8. http://www.fluoridealert.org/NIDR.htm

Hirzy JW. (1999). Why the EPA's Headquarters Union of Scientists Opposes Fluoridation. Press release from National Treasury Employees Union. May 1. http://www.fluoridealert.org/HP-Epa.htm

Hoover,R.N. et al (1990). Fluoridation of Driking Water and Subsequent Cancer Incidence and Mortality. Report to the Director of the National Cancer Institute.

Hoover R.N., et al. (1991). Time trends for bone and joint cancers and osteosarcomas in the surveillance, epidemiology and end results (SEER) program. National Cancer Institute In: Review of fluoride: Benefits and Risks Report of the Ad Hoc Committee onf Fluoride of the Committee to Coordinate Environmental Health and Related Programs US Public Health Service. Pp F1-f7.

Institute of Medicine. (1997). Dietary Reference Intakes for Calcium, Phosphorus, Magnesium, Vitamin D, and Fluoride. Standing Committee on the Scientific Evaluation of Dietary Reference Intakes, Food and Nutrition Board. National Academy Press.

Jolly SS, et al. (1971). Human intoxication in Punjab. Fluoride. 4(2):64-79.

Kelly JV. (2000). Letter to Senator Robert Smith, Chairman of Environmental and Public Works Committee, U.S. Senate, August 14, 2000. http://www.fluoridealert.org/fda.htm

Krook L, Minor RR. (1998). Fluoride and Alkaline Phosphatase. Fluoride. 31:177.82.

Kumar A, Susheela AK. (1994). Ultrastructural studies of spermiogenesis in rabbit exposed to chronic fluoride toxicity. Int J Fertil Menopausal Stud. 39(3):164-71.

Kumar JV, Green EL. (1988). Recommendations for Fluoride Use in Children. NY State Dental Journal. 64(2):40-7.

Kunzel W, Fischer T. (2000). Caries prevalence after cessation of water fluoridation in La Salud, Cuba. Caries Res 34(1):20-5.

Kunzel W., et al. (2000). Decline in caries prevalence after the cessation of water fluoridation in former East Germany. Community Dent. Oral Epidemiol. 28(5):382-389.

Kunzel W, Fischer T.(1997). Rise and fall of caries prevalence in German towns with different F concentrations in drinking water. Caries Res 31(3):166-73.

Lalumandeier JA, et al. (1995). The prevalence and risk factors of fluorosis among patients in a pediatric dental practice. Pediatric Dentistry. 17(1):19-25.

Li XS.(1995). Effect of fluoride exposure on intelligence in children. Fluoride. 28(4):189-192.

Limeback H.(2000). Leading dental researcher speaks out againts fluoridation. A videotaped interviw available from grass roots & global video. 82 Judson Street, Canton, NY 13617. email ggvideo@northnet.org.

Lin FF, et al. (1991). The relationship of a low-iodine and high-fluoride envirronment to subclinical cretinism in Xinjiang. Iodine Deficiency disorder Newsletter. Vol.7. nº 3. http://www.fluoridealert.org/IDD.htm

Luke J.(2001). Fluoride deposition in the aged human pineal gland. Caries res. 35.125-128.

Luke J. (1997). The effect of fluoride on the physiology of the pineal gland. Ph.D. Thesis. University of Surrey, Guildord.

Marcus W. (1990). Memorandum from Dr. William Marcus, to Alan B.Hais, Acting Director Criteria & Standards Division ODW, US EPA. May 1, 1990. http://www.fluoridealert.org/marcus.htm

Martin B.(1991). Scientific Knowledge in Controversy: The Social Dynamics of the Fluoridation Debate. SUNY Press, Albany NY.

Masters RD, Coplan M. (1999). Water treatment with silicofluorides and Lead Toxicity. Internacional Journal of Environment Studies. 56:435-449.

Maupome G, et al. (2001). Patterns of dental caries following the cessation of water fluoridation. Community Dent Oral Epidemiol. 29(1):37-47.

McDonagh M, et al. (2000). A Systematic Review of Public Water Fluoridation. NHS Center for reviews and Dissemination., University of York, September 2000. http://www.fluoridealert.org/york.htm

Mihashi, M. and Tsutsui, T. (1996). Clastogenic activity of sodium fluoride to rat vertebral body-derived cells in culture. Mutat Res, 368(1):7-13.

Morgan L, et al. (1998). Investigation of the possible associations between fluorosis, fluoride exposure, and childhood behavior problems. Pediatric Dentistry. 20(4):244-252.

Mullenix P, et al. (1995). Neurotoxicity of sodium fluoride in rats. Neurotoxicity and Teratology. 17:169-177.

National Cancer Institute. (1989). Cancer Statistics Review, 1973-1987. Bethesda, MD: National Institutes of Health Publication nº 90-2789.

National Research Council. (1993). Health Effects of Ingested Fluoride. National Academy Press, Washington DC.

National Toxicology Program (NTP) (1990). Toxicology abd Carcinogenesis Studies of Sodium Fluoride in F344/N Rats and B6C3f1 Mice. Technical report Series nº 91-2848. National Institute of Environmental Health Sciences, Research Triangle Park, N.C. The results of this study are summarized in the Department of Health and Human Services report (DHHS, 1991) op cit.

Nesin BC. (1956). A water supply perspective of the fluoridation discussion. J.Maine Water Utilities Association.

Riggs BL, et al. (1990). Effect of fluoridation treatment on the fractures rates in Postmenopausal Women with Osteoporosis. N. Eng. J. Med. 322.802-809.

Seppa L, et al. (2000). Caries trends 1992-98 in two low-fluoride Finnish towns formerly with and without fluoride. Caries Res.34(6).462-8.

Stecher P, et al. (1960). The Merck Index of Chemicals and Drugs. Merck & Co., Inc, Rathway NJ.

Steellink C.(1992). Fluoridation Controversy. Chemical & Engineering News. (Letter). July 27. 2-3.

Strunecka A, Patocka J. (1999). Pharmacological and toxicological effects of aluminofluoride complexes. Fluoride. 32.230-242.

Susheeda AK. (1998). Scientific Evidence on Adverse Effects of Fluoride. Presented to Members of Parliament & LORDS, House of Commons, Westminter, London, October 20, 1998.

Susheela AK. (1993). Prevalence of endemic fluorosis with gatrointestinal manifestations en people living in some North-Indians villages. Fluoride. 26.97-104.

Sutton P.(1996). The Greatest Fraud. Fluoridation. Lorne, Australia. Kurunda Pty, Ltd.

Sutton P.(1960) Fluoridation Errors and Omissions in Esperimental Trials. Melbourne University Press. Second Edition.

Sutton P. (1959). Fluoridation: Errors and Omissions in Experimental Trials. Melbourne University Press. First Edition.

Teotia M, et al. (1998). Endemic chronic fluoride toxicity and dietary calcium deficiency interaction sydromes of metabolic bone disease and deformities in India: year 2000. Indian J. Pediatr. 65(3) 371-81.

Teotia SPS, Teotia M.(1994). Dental caries: a disorder of high fluoride and low dietary calcium interactions (30 years of personal research). Fluoride. 27(2):59-66.

Waldbott GL, et al. (1978). Fluoridation: The Great Dilemma. Coronado Press Inc., Lawrence, Kansas.

Waldbott GL. (1965). A Battle with Titans. Carlton Press, NY.

WHO (Online). WHO Oral Health Country/Area Profile Programme. Department of Noncommunicable Diseases Surveillance/Oral Health. WHO Collaborating Centre, Malmo University, Sweden. http://www.whocollab.od.mah.se/euro.html

Williams JE, et al. (1990). Community Water Fluoride Levels, Preschool Dietary Patterns, and The Occurrence of Fluoride Enamel Opacities. J of Pub Health Dent. 50:276-81.

Yiamouyiannis JA. (1990). Water Fluoridation and Tooth decay: Results from the 1986-87 National Survey of U.S. Schoolchildren. Fluoride. 23:55-67. http://www.fluorideaction.org/dmfts.htm

Zhao LB, et al (1996). Effect of high-fluoride water supply on children's intelligence. Fluoride. 29:190-192.



OS 19 ESTUDOS SOBRE A POSSÍVEL ASSOCIAÇÃO ENTRE FRACTURA DOS QUADRIS E A ÁGUA FLUORETADA.


a) Estudos que relatam uma associação entre água fluoretada (1ppm fluoride) & fractura nos quadris.

1a) Cooper C. et al. (1990). Water fluoride concentration and fracture of the proximal femur. J Epidemiol Community Health 44:17-19.

1b) Cooper C, et al. (1991). Water fluoridation and hip fracture. JAMA 266:513-514 (lettrer, a reanalysis of data presented in 1990 paper).

2) Danielson C, et al. (1992). Hip fractures and fluoridation in Utah's elderly population. Journal of the American Medical Association 268(6):746-748.

3) Hegmann KT, et al. (2000). The Effects of Fluoridation on Degenerative Joint Disease (DJD) and Hip Fractures. Abstract#71, of the 33rd Annual Meeting of the Society For Epidemiological research, June 15-17, 2000. Published in a Supplement of Am. J.Epid. P. S18.

4) Jacobsen SJ, et al. (1992). The association between water fluoridaton and hip fracture among white women and men aged 65 years older; a national ecologic study. “Annals of Epidemiology 2:617-626.

5) Jacobsen SJ, et al. (1990). Regional variation in the incidence of hip fracture: US white women aged 65 years and olders. J Am Med Assoc 264(4)500-2.

6a) Jacqmim-Gadda H, et al. (1995). Fluorine concentration in drinking water and fractures in the elderly. JAMA 273:775-776 (letter).

6b) Jacqmim-Gadda H, et al. (1998). Risk factors for fractures in the elderly. Epidemiology 9(4):417-423. (An elaboration of the 1995 study referred to in the JAMA letter).

7) Keller C. (1991) Fluoride in drinking water. Unpublished results. Discussed in Gordon, S.L. and Corbin, S.B. (1992) Summary of Workshop on Drinking Water Fluoride Influence on hip Fracture on Bone Health. Osteopçorosis Int. 2, 109-117.

8) Kurtio PN, et al. (1999). Exposure to natural fluoride in well water and hip fracture: A cohort analysis in finland. American Journal of Epidemiology 150(8):817-824.

9) May DS, Wilson MG. (1992). Hip fractures in relation to water fluoridation: an ecologic analysis. Unpublished data, discussed in Gordon SL, and Corbin SB. (1992). Summary of Workshop on Drinking Water Fluoride Influence on Hip Fracture on Bone Health. Osteoporosis Int. 2:109-117.

b) Estudos que relacionam uma associação entre altos níveis de fluoreto da água fluoretada (2 a 4 ppm) & fractura nos quadris.

Li Y, et al. (2001). Effect of long-term exposure to fluoride in drinking water on risks of bone fractures. J Bone Miner Res. 16(5):932-9.

Sowers M, et al. (1991). A prospective study of bone mineral content and fracture in communities with differential fluoride exposure. American Journal of Epidemiology 133:649-660.

C) Estudos que Não relatam uma associação entre a água fluoretada e fracturas nos quadris:

(se nota que em 4 deste 8 estudos, uma associação foi realmente encontrada entre o fluoreto e algumas formas de fractura no antebraço, pulso, e quadris. Veja as notas e citações abaixo.)

Cauley J. et al. (1995). Effects of fluoridated drinking water on bone mass and fractures: the study of osteoporotic fractures. J Bone Min Res 10(7):1076-86.

Feskanich D, et al. (1998). Use of toenail fluoride levels as an indicator for the risk of hip and forearm fractures in women. Epidemiology 9(4):412-6.

Enquanto neste estudo não foi encontrado uma associação entre a
água fluoretada e fracturas nos quadris, se encontrou uma associação
-embora não significante 1,6 (0.8 - 3.1) - entre a exposição ao fluoreto
e elevados índices de fracturas do antebraço
.

Hillier S, et al. (2000). Fluoride in drinking water and risk of hip fracture in the UK: a case control study. The Lancet 335:265-2690.

Jacobsen SJ, et al. (1993). Hip Fracture Incidence Before and After the Fluoridation of the Public Water Supply, Rochester, Minnesota. American Journal of Public Health, 83, 743-745.

Karagas MR, et al. (1996). Patterns of Fracture among the United States Elderly: Geographic and Fluoride Effects. Ann. Epidemiol. 6(3), 209-216.


Como com Feskanich (1998) este estudo nao achou uma associação entre fluoretação & fractura de quadril, mas achou uma associação entre fluoretação e fratura de antebraço, assim como fratura de úmero. “Independente de efeitos geográficos, homens em áreas fluoretadas tiveram índices modestamente mais altos de fraturas do antebraço,úmero que homens em áreas não fluoretadas.“

Lehmann R, et al. (1998). Drinking Water Fluoridation: Bone Mineral Density and Hip Fracture Incidence. Bone, 22,273-278.

Phipps KR, et al. (2000). Community water fluoridation, bone mineral density and fractures: prospective study of effects in older women. British Medical Journal, 321:860-4.

Como com Feskanich (1998) e Karagas (1996), este estudo nao achou uma associação entre água fluoretada & fractura de quadril , mas achou uma associação entre água fluoretada e outros tipos de fractura - neste caso , fractura de pulso. "Havia uma tendência não significativa em direção a um elevado risco de fractura de pulso."


Suarez-Almazor M, et al. (1993). The fluoridation of drinking water and hip fracture hospitalization rates in two Canadian Communities. AmJ Public Health 83:689-693.


Enquanto os autores deste estudo concluem que não há nenhuma associação entre fluoretação e fratura de quadril, seus próprios dados revelam um aumento estatístico significativo em fratura de quadril para homens que vivem em áreas fluoretadas. De acordo com os autores, "embora um aumento estatístico significativo em risco de fratura de quadril foi observado que entre homens de Edmonton, este aumento era relativamente pequeno."
(RR=1.12."



REFERENCIAS PARA TÓPICOS CONTRA EFEITOS SISTEMICOS DO FLUORETO



a) Burt, B.A. (1994). Letter. Fluoride. 27:180-181
b) Carlos JP. (1983). Comments on Fluoride. J.Pedodontics. winter:135-136
c) CDC. (2001). Recommendations for Using Fluoride to Prevent and Control Dental Caries in the USA. Mortality and Morbidity Weekly Review. August 17, 50(RR14):1-42.
d) CDC (1999). Achievements in Public Health, 1900-1999: Fluoridation of drinking Water to Prevent Dental Caries. Mortality and Morbidity Weekly Review (MMWR), 48(41); 933-940 October 22,1999. http://www.cdc.gov/mmwr/preview/mmwrhtml/mm4841a1.htm
e) Featherstone JDB. (1987). The Mechanism of dental decay. Nutrition Today. May/June: 10.
f) Featherstone JDB. (1999). Prevention and reversal of dental caries: role of low fluoride. Community Dent Oral Epidemiol. 27:321-40.
g) Featherstone JDB. (2000). The Science and Practice of Caries Prevention. Journal of the American Dental association. 131:887-899.
h) Fejerskov O, et al. (1981). Rational use of fluorides in caries prevention. Acta Odontol Scand. 39(4):241-249.
i) Levine RS. (1976). The action of fluoride in caries prevention: a review of current concepts. Brit Dent J. 140:9-14.
j) Locker D. (1999). Benefits and Risks of Water Fluoridation. An Update of the 1996 Federal-Provincial Sub-Committee Report. Prepared for Ontario Ministry of Health and Long Term Care.
k) Limeback H. (1999). A re-examination of the pre-euptive and post-eruptive mechanism of the anti-caries effects of fluoride: is there any caries benefit from swallowing fluoride? Community Dental Oral Epidemiol. 27:62-71.