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sábado, 31 de março de 2007

Amamentar reduz o risco de infecção por HIV

Algo tão simples como amamentar um bebé até aos seis meses de idade pode reduzir significativamente o risco de transmissão do HIV de mãe para filho, revela um estudo africano.

Os investigadores sul-africanos compraram apenas os bebés amamentados com os que também receberam fórmulas e comida sólida, e referem que a amamentação tem um risco menor de transmissão mas potencialmente protege contra as problemas fatais como a diarreia e a pneumonia.

Segundo eles, esta é a melhor opção para a maioria das mulheres nos países em vias de desenvolvimento.

Nos países desenvolvidos, o risco de transmissão do HIV de mãe para filho foi reduzido de 25% para 2% devido à utilização de terapias retrovirais, para além de alimentação especial e bom apoio de saúde mas estas salvaguardas não costumam existir no terceiro mundo.

Aí, a Organização Mundial de Saúde (OMS) considera que as mulheres sero-positivas que o podem fazer devem utilizar fórmulas para alimentar os filhos e devem ferver água, mas os investigadores, do Africa Centre for Health and Population Studies da Universidade do KwaZulu-Natal, consideram que não deve ser assim para a maioria das mulheres nessas zonas.

Por isso, e exclusivamente porque a amamentação protege contra outras doenças, eles sugerem que essa é a melhor opção.

Também está associada à amamentação menos problemas de saúde na mama como as mastites e os abcessos no peito, e ambos aumentam com o teor de HIV no leite da mãe.

A investigação, costeada pelo Wellcome Trust, descobriu que havia um risco de 4% de transmissão aos bebés alimentados exclusivamente com leite do peito entre a idade de seis semanas e seis meses.

Bebés que são alimentados com leite em pó ou leite animal misturado com leite materno tinham perto do dobro de probabilidade de ser infectados que os bebés que apenas recebiam leite materno. Os que recebiam alimentos sólidos para além do leite materno tinham perto de 11 vezes maior probabilidade de infecção.

Pensa-se que este risco mais elevado se deve à presença de proteínas maiores e mais complexas encontradas nos alimentos sólidos que podem conduzir a danos maiores ao revestimento do estômago, permitindo ao vírus passar através da parede do intestino.

Hoosen Coovadia, do Africa Centre, refere: "A questão da amamentação não é directa. Sabemos que amamentar origina um risco de transmissão de HIV de mãe para filho mas permanece fundamental na redução da mortalidade."

"Em muitas áreas de África a pobreza é endémica, alimentos de substituição como o leite em pó ou de vaca são caros e não funcionam bem. A chave é encontrar formas de tornar a amamentação mais segura."

Wendy Holmes, do Centre for International Health de Melbourne e Felicity Savage da instituição equivalente em Londres, consideram que esta investigação é um verdadeiro "passo em frente".

"Fornece evidências cruciais que confirmam que quando as mães HIV-positivas amamentam exclusivamente, os seus bebés têm um risco baixo de infecção com HIV. Este risco é menor do que o do bebés que recebem outro tipo de alimentos ou líquidos para além do leite materno antes dos seis meses."

Holmes e Savage acrescentam: "Os resultados enfatizam que a promoção de amamentação exclusiva para todas as mães e bebés pode prevenir muitas infecções pediátricas por HIV bem como muitas mortes por outras causas e doenças."


Saber mais:

Universidade do KwaZulu-Natal

Tratar o herpes igual a tratar o HIV?

HIV ataca a primeira linha de defesa imunitária

HIV revela fragilidade

Suco de romã pode ajudar a diminuir o avanço do câncer de próstata.

Suco de romã ajuda a frear câncer de próstata, diz estudo
Romãs
Fruta também reduz risco de doenças cardiovasculares
Uma nova pesquisa feita nos Estados Unidos indica que o suco de romã pode ajudar a diminuir o avanço do câncer de próstata.

O novo estudo, da Universidade de Wisconsin, publicado na revista acadêmica Proceedings of the National Academy of Sciences.

Segundo os cientistas, testes em ratos mostraram grande redução no ritmo de multiplicação desse tipo de célula cancerígena na presença do extrato de romã.

Pesquisas anteriores já haviam mostrado que o extrato ajudava a combater tumores na pele de ratos. Outro estudo, de cientistas israelenses, já comprovou a tese de que um copo de suco de romã por dia reduz os riscos de doenças cardiovasculares.

Benefícios da fruta

A romã, fruta que tem origem no Oriente Médio, possui substâncias antioxidantes e antiinflamatórias que ajudariam no tratamento de doenças.

A equipe da Universidade de Wisconsin iniciou o estudo testando o efeito do suco de romã sobre culturas em laboratório de células humanas de câncer de próstata.

Na experiência, eles descobriram que o extrato da fruta matava as células cancerosas. Quanto maior a dose, mais células morriam.

Em seguida, os pesquisadores injetaram células humanas de câncer de próstata em ratos e depois administraram a um grupo dessas cobaias uma dose de água pura, enquanto outros dois grupos receberam água com porcentagem de 0,1% ou 0,2% de suco de romã.

O avanço do câncer foi reduzido de forma significativa nos ratos que receberam a maior dosagem de suco de romã.

"Há bons motivos agora para testar esta fruta em seres humanos, tanto para a prevenção quanto para o tratamento de câncer", disse Hasan Mukhtar, que liderou a pesquisa nos Estados Unidos.

Fonte BBC Brasil

A doença vem daquilo que ingerimos...

Em resposta a um caso de leucemia e outros câncers.

Leucemia está associada com uma quantidade extremamente elevada de ácido úrico no sangue." Isto pode somente vir de uma fonte. Há uma entrada excessiva de proteína. Daqui a razão do corpo produzir uma quantidade enorme de glóbulos brancos.

Um estudo no Lancet (jornal médico de grande prestigio) e no jornal médico polonês pelo Dr. Kalikowski indicou que quando uma dieta baixa da proteína foi usada na junção com soluções alcalinas elevadas (isto é, frutas e vegetais) foi possivel curar a leucemia, os efeitos da cura foram favoráveis em 10 das 13 crianças participantes no estudo.

As causas (produtos animais, açúcar, sal refinado, farinha branca e seus derivados,cafeína, tabaco, e álcool),substituindo-os na maioria das circunstâncias é possível obter uma cura. Para isso uma dieta de alimentos crus de 75 a 85% ser uma possível solução.

Juntar a esta alimentação os ricos sucos de vegetais verdes pois tem poderes regenerativos.

Exercício físico e sol também são importantes. Tal como é importante reduzir o stress através de exercícios respiratórios lentos (yoga por ex.)

O câncer poderá ser tratado na mesma forma - são tudo doenças metabólicas e podem ser revertidas com a alimentação.

Nada disto que eu disse é difícil nem vai fazer mal algum por isso - faça-o apenas, e veja os resultados, as respostas e a verdade.
sexta-feira, 30 de março de 2007

VIDEO:Como conseguir uma saude óptima - inglês



How to achive optimal health with Matt Monarch

Cozinha Vibrante: Bolo de Chocolate sem Chocolate

Cozinha Vibrante: Bolo de Chocolate sem Chocolate

Suínos geram 9,7 mil ton de CO2 por dia em Santa Catarina

O presidente da Epagri - Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina, Murilo Flores, afirmou que, no Brasil, a agropecuária responde por 25% da emissão de gases causadores do aquecimento global (principalmente metano e óxido nitroso). Como exemplo, ele citou o rebanho de 5,6 milhões de suínos em Santa Catarina, que produz 9,7 mil toneladas de dióxido de carbono (CO2) por dia, resultante do metano liberado pelas fezes dos animais. O presidente da Epagri participa de audiência da Comissão de Ciência e Tecnologia.
Em relação aos impactos do aquecimento global para a agricultura, Murilo Flores disse que um eventual aumento de 2ºC na temperatura média na região Sul impossibilitaria a produção de maçã, por exemplo. O relatório do Painel Intergovernamental sobre Mudança do Clima (IPCC) da Organização das Nações Unidas prevê aumento entre 2ºC e 6ºC graus na temperatura média do País nos próximos 100 anos.
O presidente da Epagri também ressaltou que, no final do século, entre 10% e 15% das espécies animais terão sido extintas. Além disso, 1/3 da população mundial não terá acesso à água. (Agência Câmara)

NÃO SUPORTE A INDUSTRIA DE TORTURA e ESCRAVIDÃO DE ANIMAIS!
quinta-feira, 29 de março de 2007

Carne bovina afecta fertilidade masculina


Filhos nascidos de mulheres que ingeriam produto na gravidez tiveram problemas.
Cientistas acham que efeito tenha relação com hormônio de crescimento dado ao gado.

O consumo excessivo de carne bovina durante a gravidez por mães americanas reduziu a fertilidade dos filhos homens, diz um estudo elaborado nos Estados Unidos e publicado nesta terça-feira (27) pela revista britânica "Human Reproduction".

Esta é a primeira vez que se estabelece um vínculo entre o consumo de carne bovina e a diminuição da fertilidade masculina, que os autores do estudo atribuem à grande quantidade de hormônios no gado americano para o crescimento.

Embora os cientistas reconheçam que os resultados da experiência se restrinjam aos Estados Unidos, onde ainda é permitido o uso de substâncias químicas para engordar os animais, se recomenda que sejam realizadas mais pesquisas para confirmar a relação.

Na União Européia (UE), estas substâncias já estão proibidas desde 1988.

Um grupo de especialistas da Universidade de Rochester, em Nova York, liderado por Shanna Swan, examinou 387 bebês do sexo masculino que nasceram entre 1949 e 1983 e, além de analisarem seu sêmen, perguntaram a suas mães qual era a dieta seguida durante a gravidez.

Na média geral, as mães disseram ter comido carne de vaca 4,3 vezes por semana.

Entre as mulheres, 51 haviam consumido carne bovina mais de sete vezes por semana.

Os cientistas descobriram que os filhos das mulheres que haviam consumido este tipo de carne de forma excessiva tinham 24% menos esperma que os de outras mães que tinham uma alimentação mais balanceada.

Estes bebês produziam, em média, 43,1 milhões de espermatozóides por mililitro de fluído seminal, enquanto o restante dos recém-nascidos examinados tinha uma média de 56,9 milhões por mililitro.

Todos os bebês avaliados pelo estudo tinham a capacidade de reproduzir e, por isto, não foram considerados estéreis.

No entanto, 18% dos meninos, cujo número de espermatozóides era inferior aos 20 milhões por mililitro de sêmen, entravam na categoria de sub-férteis, estabelecida pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

Apenas 5% dos bebês cujas mães não consumiram tanta carne de vaca tinham esta quantidade de esperma.

"A proporção de homens com uma concentração de esperma sub-fértil e de homens com um histórico de possível sub-fertilidade aumentava à medida que suas mães consumiam carne de vaca durante a gravidez", afirmou o professor Swan.

O diretor do estudo acrescentou que há boas razões para pensar que os danos têm relação com os esteróides anabolizantes usados para um crescimento mais rápido do gado desde 1954 nos Estados Unidos.

Apesar de ter sido proibido, em 1979, o uso do hormônio sintético dietilstilbestrol (DES) neste país, outros seis esteróides continuam sendo usados habitualmente: estradiol, testosterona e progesterona, entre os naturais, e os sintéticos zeranol, acetato de trenbolone e acetato de melengestrol (MGA).

Swan afirmou que os resultados do estudo "podem não ser aplicados a outras regiões do mundo onde o gado é criado através de outros métodos", mas recomendou que se realize uma pesquisa similar na UE para esclarecer a relação entre consumo desta carne na gravidez e a fertilidade masculina.

quarta-feira, 28 de março de 2007

Como plantar Germes de Trigo

Germes de trigo ou seu sumo é um alimento específico que pode assistir no combate ao leque de enfermidades crônicas - da simples anemia à leucemia; de uma simples erupção cutânea ao câncer de pele, de lombrigas à úlceras. Pode ser mastigado, vagarosamente, ou bebido em suco.

Como plantar Germes de Trigo

1. Ponha um punhado de grãos de trigo de molho em água, por uma noite em qualquer vasilhame (bem limpo).
2. Mantenha uns poucos potes (preferentemente de 7 a 9 potes - um para ser semeado a cada dia da semana) prontos com terra comum. Não adicione qualquer tipo de químicos ou fertilizantes. Fezes de vaca ou cabra pode ser usado como esterco, se necessário.
3. Coloque os grãos molhados sobre a terra de forma que os grãos se toquem.
4. Borrife uma camada de terra sobre os grãos de trigo.
5. Cubra o vaso com jornal para prover a escuridão que ajuda a brotar e também impede que pássaros comam o trigo.
6. Guarde o vaso na sacada, parapeito da janela ou varanda.
7. No dia seguinte, descubra o vaso e borrife água, de novo cobrindo-o com jornal.
8. Repita o passo 7 até que possam ser vistas as folhas verdes dos brotos. Pare de cobrir o vaso, assim que as folinhas verdes aparecerem.
9. Todos os dias regue o vaso levemente dependendo da estação e também do vaso usado - se tem buracos ou não. Belas lâminas verdes crescendo em altura, cada dia.
10. Tão logo o broto alcance 16 centímetros (o que acontece entre o 7º e 9º dia) colha o broto cortando, com um par de tesouras limpas, cerca de 1 1/2 centímetro da superfície do solo.
11. O trigo colhido está pronto para ser mastigado, transformado em suco ou colhido.
12. O segundo ciclo dos germes de trigo irá crescer cerca de 6 a 7 dias, depois da primeira poda, se continuarmos a aguar sempre, como antes.
13. Após a segunda colheita, do mesmo vaso, remova toda a terra do vaso, colocando-a em uma folha de jornal, quebre todas as raízes e misture-as com o solo. Adicione um pouco de estrume para rejuvenescer o solo.
14. O solo agora está pronta para ser reusada em nova semeadura de trigo.
Escolha dos vasos
Vasos de barro, com ou sem buracos, podem ser usados. Entretanto, entendemos que bacias de plástico de cerca de 16 a 21 centímetros de diametro e cerca de 8 centímetros de profundidade, são os ideais. Eles podem ser cheios com 6 centímetros de terra. Também bandejas de madeira, plástico ou aço podem ser usados.
Quanto de trigo devemos semear, cada dia?
Para uma família de 4 pessoas saudáveis, cerca de 100 gramas podem ser plantados, cada dia, de forma que um suplemento contínuo esteja disponível. De 7 a 9 vasos irão assegurar um colheita renovada, cada dia da semana.
Já para uma pessoa doente, a quantidade de trigo a ser semeada cada dia, é de cerca de 50 a 100 gramas. De novo, de 7 a 9 vasos, crescendo durante um período, irão assegurar um vaso pronto, cada dia, desde que demora de 7 a 9 dias para ser colhido.
Como estocar germes de trigo?
Os germes de trigo podem ser guardados no refrigerador, em um container plástico ou saco de celofane por três dias, mas o suco deve ser bebido após meia hora de feito.
Como obter o suco
Por favor não use liquidificadores para obter o suco já que o rápido movimento das lâminas causa oxidação do clorofila e torna o suco inútil.
Um picador manual pode ser usado ou método de esmagar caso haja um disponível para fazer chutneys
Adicione um pouco de água enquanto moer ou esmagar - coe o suco através de pano limpo para uma xícara ou copo. Coe de novo, adicione água - repita o processo até que a folha remanescente fique quase branco. Não atire fora o que restar das folhas. Use-as como adubo.
Como usar germes de trigo
1. Para uma pessoa saudável - uma bocada ( razoávelmente cheia) e mais, se quiser, deve ser comido cada manhã e mastigado até que o bolo fique quase branco. Depois pode ser engolido ou cuspido ( Pessoas com prisão de ventre são aconselhadas a comer já que o bolo provê o estímulo para uma melhor movimento dos intestinos).
Se tomado em forma de suco, uma pessoa saudável pode tomar 1/4 ou 1/3 de copo todos os dias. Mas lembre-se, o suco deve ser tomado imediatamente após feito.
2. Para uma pessoa doente - 1/4 ou 1/2 copo de suco de germes de trigo são necessários para começar. Se possível, isto deve ser aumentado para 2 ou 3 vezes por dia - sendo a coisa mais importante beber o suco logo após obtido.
Esta quantidade deve ser gradualmente aumentada até alcançar um copo cheio.
3. Germes de trigo pode ser totalmente esmagado e aplicado externamente em Cânceres e Úlceras como cataplasma.
4. Germes de Trigo pode ser usado como lavagem retal para limpar e rejuvenencer. Use uma seringa própria para aplicar o sumo. Após colocar, retenha o suco por cerca de 20 minutos.
5. Germes de Trigo são também efetivos como colírio (use taça lava-olho).
Como o germe de trigo ajuda nosso sistema:
Germe de Trigo é quase uma transfusão de sangue. É um maravilhoso detergente e rejuvenecedor o que quer dizer, ele ajuda seu corpo a remover toxinas que se acumulam por anos e ajuda a substituir células velhas com células novas. Estes são os dois fatores essenciais que causam doenças em nossos corpos e que o germe de trigo recompõe.
Em doenças crônicas, incluindo câncer, pode haver uma tentativa do corpo de se livrar das toxinas acumuladas, o que resulta em diarréia ou vômito. Ambas as condições são para ser bem-vindas. Se isto acontece, reduza à metade a quantidade de suco de germes de trigo sendo consumida e use-o mais diluído. Gradualmente, comece a aumentar a quantidade, na medida em que o corpo comece a lidar com a remoção das toxinas de forma mais branda.
A seva de Germes de Trigo pode transformar-se em importante parte de nossa vida. Deixe crescer o germe de Trigo em abundância e torne-o disponível para todos os doentes crônicos, especialmente aqueles que sofrem de Câncer, AIDS, asma e falência renal.

Esclerose Multipa

Parte do que se segue foi escrito pela Sra. Caroline Weberhofer, uma nutricionista experiente que trabalha em Basileia, Suíça. Outras partes são retiradas do trabalho da DRA. C. KOUSMINE e do livro "Prescription for Nutritional Healing" de James H.Balch, M.D. e Phyllis A. Balch, C.N.C.

Este estudo ainda não está acabado e o texto serve só de referencia e informação...não é prescrição médica - certas partes foram adaptadas.


Não existem certezas quanto á relação entre e EM e a dieta mas penso que vale a pena dar o benefício da dúvida e consultar um nutricionista especializado em alimentação vegetariana ou um médico de medicina natural.

Há um dado inquestionável... a EM tem maior incidência nos países ricos e Ocidentais (EUA, Canadá, Reino Unido). Precisamente os países onde a alimentação é mais rica em gorduras, fritos, aditivos, etc.
Será preciso mais para se fazer a associação?

Alimentos e suplementos naturais recomendados

-Óleo de girassol prensado a frio, de procedência conhecida (rico em ácido linoleico) usar no máximo 2 colheres por dia.
-Óleo de linhaça - (rico em ácido linoleico - guardar qualquer óleo no frio para não rançar - se comer queijo use queijo de cabra fresco pois ajuda na absorção) - comer cru, nunca aquecer.
-Azeite de oliva prensado a frio.
-Sementes de linhaça - também ajuda na obtenção de ácidos gordos essenciais.
-Alho ao natural ou em cápsulas
-Acidófilos - chucrute, kefir, yogurt naural
-Extracto de sementes de uva
-Levedura de cerveja (Levedo de Cerveja)- vit. complexo B (se possivel enriquecida com B12)
-Alfafa (brotos) vit.K
-Dente de leão,Equinácia, Salsaparrilha, Pau de arco - são desintoxicantes
-Camucamu - uma das melhores fontes de vit. C
-Valeriana - acalma sistema nervoso (tomada ao deitar)
-Salsa (salsinha) - boa fonte de proteina, ferro, cálcio, folato, magnésio, potassio, cobre e manganês, vit. A, B, C, E, K (usar em molhos, batidos ou sucos verdesou comer em saladas ou sopas cruas) .
-Abacate - proteina vegetal completa, rico em enzimas, omega-3 omega-6, entre outros
-Gergelim (Sésamo) - rico em cálcio
-Bee Pollen ou Pólen de abelha (flores)
-Geléia Real
-Própolis - tem propriedades antioxidantes que protegem o corpo dos radicais livres.
-Suco (sumo)de Aloe Vera - Desintoxicação = eliminação + regeneração + assimilação devido ao potássio - Vitaminas, Minerais, Açúcares, Enzimas, Aminoácidos, Esterol, Lignanas, Sapopinas, Beta-glucana, Antraquinonas e Ácidos..[1]

- Um estudo com ácido linoleico e ácido gama-linolenico (óleo de prímula) não demonstrou qualquer melhoria na doença. No entanto, apenas foram ingeridas pequenas doses de óleo de prímula.2


- Estudos controlados demonstraram que um suplemento de ácido linoleico em pessoas com EM, com reduzida incapacidade e no início da doença, trouxe uma melhoria ligeira na taxa e gravidade dos surtos. Foi também relatado um aumento significativamente mais pequeno na incapacidade. Os antioxidantes (beta-caroteno, vitamina E, vitamina C, selénio, zinco) também podem, possivelmente, ter um efeito favorável nos processos imunológicos.3-5

Comer de preferência alimentos orgânicos sem agro-quimicos nem qualquer tipo de aditivos ou tratamentos.

A melhor dieta para esta condição é totalmente vegetariana e de preferencia crua.6

Comer bastantes brotos (Rebentos) especialmente alfafa. Beber muitos sucos verdes ricos em clorofila e alimentos que contêm ácido lático como a chucrute ou os pikles (de vinagre de maçã)

Comer muitas folhas verde escuras - são ricas em vit. K

Beber no mínimo 8 copos de água de qualidade por dia.

Comer nozes, amendoas e outras sementes (deixadas de molho de um dia para o outro).

Evitar misturas das nozes


ALIMENTOS PROIBIDOS

Gorduras (óleo, manteiga ou margarina), café, chocolate, ovos cozidos, álcool e açúcar branco. A farinha de trigo comum deverá ser evitada também.


ALIMENTOS PERMITIDOS RECOMENDADOS

Todas as verduras, legumes e leguminosas (GERMINADOS), assim como as frutas (mesmo as gordurosas). Mel, Pólen, Kefir, e grãos oleaginosos crus (GERMINADOS).


DESJEJUM (Peq. Almoço)

Sucos (sumos) de fruta ácidas ou semi-acidas (ex. laranja com a parte branca para maior aproveitamento da vit.C) para iniciar - aguardar 20 minutos antes de comer outros alimentos.
Pode completar com outros frutos mais densos como a banana ou maçã ou pão essénio barrado com um pouco de thaine (cálcio) por exemplo ou fazer um batido de frutas com kefir.



ALMOÇO: iniciar sempre com a salada, que poderá ser temperada com uma colher de sopa de óleo de girassol prensado a frio ou com óleo de linhaça ou azeite prensado a frio(de preferência em emulsão com iogurte desnatado, kefir, ricota ou queijo magro, acrescido de tempero a gosto (vinagre de maçã, limão, cebola, alho, etc...). Se comer cozidos pode comer uma porção de arroz integral cozido (ou outro cereal), acompanhado de qualquer vegetal.

LANCHE: Sentindo fome nos intervalos, frutas e sucos à vontade, pão essénio.

JANTAR: Repetir o almoço. Se já fez uso das duas colheres de sopa de óleo, poderá utilizar no máximo duas colheres de chá de azeite de oliva prensado a frio.

Se comer alimentos quentes dar preferência aos vegetais preparados no vapor, que ficam mais saborosos e nutritivos mas tentar adaptar o máximo de crus.


CONTROLE DA DIETA

Os primeiros sinais de que a dieta está sendo seguida correctamente são: a pele deixa de ser seca, melhora a obstipação intestinal, a língua fica mais rosada e brilhante, melhora o odor das fezes e o pH urinário (que poderá ser medido a noite com fita Neutralit da Merck ou similar) deverá ficar neutro (entre 6.9 e 7.2). Se a urina continuar ácida após um mês de tratamento, o paciente deverá ingerir por 2 ou 3 dias consecutivos, 1 litro de suco de vegetais crus.

Para que a dieta alcance os efeitos desejados mais rapidamente, recomendamos que se realize uma vez ao mês, de preferência 2 a 3 dias antes da menstruação para as mulheres, e a qualquer dia para os homens, uma dieta crua para desintoxicação e lavagem intestinal a noite com 500 ml de chá de camomila morno. Após a evacuação introduzir com pêra de borracha própria ou seringa de 50 ou 100 ml, 60 a 100 ml de óleo de girassol amornado ou usando um saco de clister.

Comer envolve não apenas a ingestão de alimentos mas também significa prazer e sociabilidade.


- uma alimentação equilibrada promove o bem-estar e fortalece o sistema imunitário;

- uma alimentação errada promove doenças tais como as doenças lipometabólicas e cardiovasculares, obesidade, diabetes de tipo-2, e osteoporose (ossos porosos);

- uma deficiência em proteínas e micronutrientes conduz à degeneração muscular, susceptibilidade à infecção, alterações da coagulação e uma redução na sensação de bem-estar;

- uma alimentação ideal ajuda as outras terapêuticas.

O que é que significa uma alimentação equilibrada?

Uma alimentação equilibrada:

- é adaptada às necessidades individuais (dependendo da idade, sexo, nível de actividade, doença);

- fornece os componentes nutricionais necessários (nutrientes, vitaminas, enzimas, minerais, oligo-elementos, fibras, água, componentes secundários das plantas);

- não sobrecarrega o organismo (ex. com gordura, açúcar, sal, álcool, cafeína e substâncias tóxicas);

- dá satisfação e variedade.

Quais os alimentos recomendados e quais os que não o são?

Os seguintes pontos sumarizam o impacto possivelmente favorável dos alimentos no processo inflamatório:

1. Redução da ingestão de ácido araquidónico através de uma dieta com baixo teor de gordura, vegetariana, e com o máximo de duas refeições de peixe por semana (para os não vegetarianos).

2. Inibição das substâncias mensageiras indutoras da inflamação através do uso de anti-infamantes como linhaça, bem como nozes e sementes sempre deixados de molho para libertar inibidores de enzimas.

3. Adicione quantidades suficientes de ácido linoleico à alimentação ao preparar a salada com óleo de girassol, óleo de linhaça ou óleo de milho sempre prensados a frio.

4. Ingestão abundante de antioxidantes e substâncias imunizantes ao comer 5 x dia vegetais, fruta, e produtos integrais germinados.

Faz sentido suplementar a alimentação com comprimidos?

Talvez já se tenha perguntado se não podia simplesmente engolir alguns comprimidos por dia em vez de se dar ao trabalho de mudar os seus hábitos alimentares não saudáveis.

Deve-se afastar de experiências envolvendo a ingestão não controlada de produtos com doses elevadas de vitaminas e minerais, dado que:

- A vitamina A e o selénio podem ter efeitos tóxicos em elevadas doses;

- A vitamina C é excretada em 99% na urina;

- Doses elevadas de beta-caroteno poderão ser carcinogénicas;

- O óleo de fígado de bacalhau pode rapidamente conduzir a uma sobre-dosagem de vitaminas A e D.


A ingestão destas preparações de elevada dose deve ser sempre olhada de forma crítica e discutida com um médico, dado que existe uma grande incerteza no que se refere a quantidades necessárias, interacções indesejáveis e efeitos secundários.


Em certos casos excepcionais, poderão consumir preparações multivitamínicas normais que devem conter as doses diárias recomendadas por comprimido quem:

- têm redução do apetite devido à doença;

- pessoas afectadas pela EM que têm uma actividade física limitada e portanto devem comer pouco;

- pessoas afectadas pela EM que apenas podem consumir pequenas quantidades de vegetais, fruta, ou outros devido a dificuldades em engolir ou mastigar.

No caso das crianças, os comprimidos devem ser administrados com grande restrição. As crianças com EM devem consumir cereais germinados em batidos enriquecidos com vitaminas ou uma bebida ao pequeno almoço contendo todas as vitaminas, minerais e oligo elementos.

O que é pode ser feito em caso de prisão de ventre?

A obstipação é um problema frequente. Geralmente fala-se de obstipação quando se tem menos de 3 defecações por semana ou quando a defecação é acompanhada por dor e é muito custosa.


- A actividade física fortalece os músculos do estómago e ajuda a activar o intestino. De manhã na cama faça alguns exercícios para fortalecer os seus músculos do estómago.

- Beba um copo de água antes de tomar o pequeno-almoço.

- Coma cereais integrais germinados e acompanhe com fruta, frutos secos ou nozes, ou coma pão essénio com manteiga, margarina ou compota. Mastigue bem!

- Geralmente os movimentos intestinais ocorrem no espaço de uma hora após o pequeno-almoço. Quando ocorrer, vá imediatamente para a casa de banho e nunca suprima esses movimentos! O seu organismo pode não disparar o próximo sinal tão perto.

- Beba pelo menos 1.5 litros de líquidos por dia, coma 5 peças de fruta e vegetais por dia e dê preferência aos produtos integrais.

Nota: No caso da EM, a obstipação também pode ser uma das manifestações da doença. Peça ao seu médico para lhe recomendar uma medicação adequada para o seu estado.

Se tem prisão de ventre pode beneficiar se fizer clister com sumo de limão.

Um especialista dá-lhe orientações para uma alimentação saudável

O que é que pode ser feito acerca da flatulência?

Todas as pessoas têm flatulência. Em média, 500 - 1200 ml de ar por dia saem do nosso corpo através do intestino grosso. Mas um excesso de gás na via intestinal pode ser desagradável e embaraçoso em público.

- Coma devagar: comer muito depressa com uma mastigação insuficiente e um aumento na ingestão de ar conduz à flatulência. As pessoas nervosas também tendem a engolir maiores quantidades de ar, e beber com uma palhinha pode ter o mesmo efeito.


- Observe quais os tipos de comida que causam flatulência no seu caso: frequentemente são cebolas, couves, feijão, milho. Certos alimentos cozidos provocam mais gazes tais como a couve e os feijões.

- Para muitas pessoas, a lactose (acúcar do leite) conduz a flatulência. Existem grandes quantidades de lactose no leite, pequenas quantidades no iogurte, mas nenhuma no queijo.

- A frutose e o sorbitol em grandes quantidades podem conduzir à flatulência. O sorbitol é encontrado nas pastilhas de protecção dos dentes ou nas gomas e as pessoas mais sensíveis reagem após consumirem pequenas quantidades. A frutose e o sorbitol contidos nas frutas apenas são um problema se consumidos em grandes quantidades concentradas, tais como no sumo de fruta.

- Uma mudança muito rápida de uma alimentação à base de alimentos refinados para uma alimentação com alimentos integrais sobrecarrega as bactérias do intestino grosso.

- Na sua alimentação use especiarias e ervas redutoras da flatulência (ex. cominho, folha de louro) e beba chá de menta, funcho, ou camomila.

- Após ser tratado(a) com antibióticos, podem-se estabelecer espécies desfavoráveis de bactérias no seu intestino grosso. Os lactobacilos probióticos do iogurte , kefir e chucrute podem ter um efeito positivo na flora do intestino grosso.

- Certifique-se que tem movimentos intestinais regulares.

Como pode a osteoporose ser prevenida?

A osteoporose é uma doença que envolve uma redução na massa óssea e um alargamento dos espaços no osso o que causa fragilidade e aumenta o risco de fractura do pulso, coluna vertebral e colo do fémur. Os factores genéticos e hormonais são os principais responsáveis pelo desenvolvimento da osteoporose. Com a EM, podem existem factores adicionais a promover a osteoporose: actividade limitada, menos tempo ao ar livre e consequentemente uma menor exposição solar (importante para a produção de vitamina D) e terapêuticas frequentes com cortisona.
Construir a maior densidade óssea possível é importante para prevenir a osteoporose. Um aporte suficiente de cálcio é, portanto, de particular importância enquanto o corpo ainda está em crescimento, e para os jovens. Após os 30 anos de idade a massa óssea deixa de ser produzida pelo organismo, e é necessário um equilíbrio positivo do cálcio de forma a manter a perca óssea a um mínimo.

Deve ingerir pelo menos 800 mg de cálcio por dia!

O gergelim (sésamo) é boa fonte de calcio

O que se pode fazer quando se tem problemas em engolir?

Os problemas em engolir incluem a dificuldade de levar comida e bebida à boca, mastigar comida, transportar a comida ao fundo da boca com a língua, e engolir com segurança. A comida ou bebida podem passar para o tracto respiratório, o que pode conduzir a pneumonia. Um problema de nutrição pode surgir da redução do aporte de líquidos ou sólidos devido a dificuldades em engolir. As bebidas podem ser engolidas mais suavemente se forem mais consistentesos aqui basta fazer batidos em vez de simples sucos. Pode-se utilizar espessantes naturais tais como agar-agar ou linhaça moída (deixada de molho e lavada e escorrida).
Se ocorrerem dificuldades em engolir, é importante receber instruções em engolir de um nutricionista.

O que é que são as dietas para a EM?

A imprensa publica frequentemente dietas especiais para portadores de EM. A sua característica comum é que a sua eficácia não foi nem provada nem desaprovada; ex. a Dieta de Evers baseia-se no princípio de comer apenas comida quase natural, crua. Cereais, vegetais, fruta e o leite são comidos sem serem processados. Os ácidos gordos poli-insaturados também foram recentemente incluídos nesta dieta. Outras dietas podem ser mencionadas (por ordem alfabética):
- Dieta sem alergenos;
- Dietas sem bactérias, de acordo com Ihming;
- Dietas sem hidratos de carbono, de acordo com Lutz;
- Dieta de Evers;
- Dieta de Fratzer;
- Dietas sem glúten;
- Dietas com baixo teor de gordura, de acordo com Swank;
- Terapêuticas megavitamínicas (produtos com elevadas doses de vitaminas/minerais);
- Dietas com baixo teor de pectina e frutose;
- Dietas sem lacticínios;
- Jejum terapêutico.


Avalie sempre as dietas de forma crítica!

Os seguintes pontos irão ajudar a avaliar a sua dieta:

- Qual é a composição das suas refeições quando comparado com as recomendações para uma dieta equilibrada? Poderá resultar numa deficiência ou excesso de nutrientes individuais?

- Será a selecção de alimentos estritamente limitada? Existem comidas proibidas?

- Como é o sabor da comida? Será que o sal, açúcar, picante e álcool não são permitidos de todo?

- A implementação da dieta exige um grande aumento de tempo e de esforço?

- Os custos envolvidos são insuportáveis?

- Prometem uma cura?

Desde que todas estas questões sejam respondidas com um não, não há nada contra a dieta. Significa simplesmente que a dieta corresponde às recomendações para uma dieta equilibrada, mas tem um nome diferente.

Deverá ainda estar alerta para o facto de durante os primeiros dias de um jejum, as proteínas dos músculos e coração são metabolizadas. Como consequência temos: arritmias, perda de força muscular e fadiga. Os músculos são rapidamente degradados e são necessárias semanas de treino para os recuperar novamente. Para as pessoas afectadas pela EM, isto é extremamente desfavorável! Frequentemente os jejuns iniciam-se com enemas, de forma a purgar o intestino. Os agressivos sais laxantes retiram água e sais minerais do organismo; ao mesmo tempo a flora intestinal é destruída. O corpo humano, no entanto não recolhe e armazena detritos e produtos finais do metabolismo. As substâncias não usadas são excretadas através dos intestinos e rins desde que exista uma ingestão suficiente de líquidos.

Para evitar estas situações é necessário criar implantes para repor a flora intestinal benéfica - aqui podem ser usados lacto-bacilos presentes por exemplo no kefir.

Quem me pode ajudar com problemas de dietas?

Consulte um nutricionista de preferência especializado em nutrição vegetariana, para aconselhamento em questões e problemas nutricionais e de dietas. Os nutricionistas podem estar nos hospitais ou em consultórios privados.

Alimentação e Cortisona

A Cortisona pode levar ao aumento de peso.


Com medidas nutricionais específicas adaptadas a uma pessoa e situação particulares, pode-se fazer muita coisa para reduzir tais efeitos secundários.

Possíveis efeitos secundários (a nível nutricional) da cortisona e o que se pode fazer:

Um aumento do apetite conduz frequentemente a um ganho de peso indesejável. O desenvolvimento de depósitos de gordura na face, pescoço e estómago são os mais comuns.

- Se tem tendência a ganhar peso rapidamente, certifique-se de que não come mais comida do que o normal.

- Beba grandes quantidades de líquidos.

É importante comer alimentos ricos em amino-ácidos simples para ajudar o corpo a construir as suas próprias proteinas de uma forma rápida e eficiente. Os germinados (sementes e leguminosas germinados são excelentes fontes de amino-ácidos e mais facilmente assimilados do que as proteinas completas). A espirulina é a uma das maiores fontes de proteina vegetais para além de ser rica em clorofila. A quinua/quinoa também é um dos cereais mais nutritivos que existe.

- Tente permanecer tão fisicamente activo quanto possível para ajudar a reter a massa muscular.

O metabolismo das gorduras e açúcares é influenciado pela cortisona. Isto pode conduzir a um aumento na gordura corporal bem como nos valores sanguíneos de açúcar.

- Evite comidas gordas tais como salsichas e pratos de frios, batatas fritas, molhos, manteiga, pastelaria, tartes, bolachas, e bebidas com alto teor de açúcar e álcool.

- Dê preferência aos crus e se comer cozinhados use métodos de preparação das comidas não oleosos tais como grelhar, cozinhar ao vapor, ou cozer ligeiramente.

A cortisona reduz a produção de Vitamina D e aumenta a excreção de cálcio. Isto promove a perca de massa óssea - apanhe banhos de sol em horas convenientes para a produção da vitamina D.

- Discuta com o seu médico quais as medidas preventivas necessárias para manter o seu risco a um nível mínimo.

- O cálcio e a Vitamina D são algumas das opções para proteger os seus ossos.

O impacto da cortisona na salinidade e metabolismo da água no seu organismo pode conduzir a um aumento da retenção de água no seu organismo. Isto conduz a depósitos de água nas pernas e face, bem como a um aumento da pressão sanguínea.

- Evite comer alimentos salgados tais como salgados, batatas fritas, bolachas salgadas e comidas pré-preparadas congeladas.

- Use sal e compostos aromáticos com moderação; em vez disso, pode usar especiarias e ervas em abundância. Se usar sal use sal integral marinho.

A doença aumenta as suas necessidades de anticorpos. O uso de cortisona pode aumentar a susceptibilidade a infecções.

- As substâncias naturais protectoras são as vitaminas, sais minerais, e oligoelementos (especialmente a Vitamina C, beta-caroteno, Vitamina E, zinco e selénio).

- Faça uma alimentação tão variada quanto possível de acordo com os princípios recomendados de uma alimentação equilibrada.

- Se tem pouco apetite para vegetais e frutas, é uma boa ideia suplementar a sua alimentação com uma preparação multivitamínica.

- Lave cuidadosamente os alimentos.

Peça ao seu médico informações adicionais, e se necessário requeira um nutricionista que lhe possa dar recomendações individuais e específicas para a sua alimentação considerando a sua situação durante a terapêutica com cortisona.

Referências



1 http://www.nutritiondata.com


2 Mcgregor L, Smith AD et al. Effects of dietary linoleic acid and gamma linolenic acid on platelets of patients with multiple sclerosis. Acta Neurologica Scandinavica 1989;80(1):23-27.



3 Bates D, Fawcett PRW et al, Polyunsaturated Fatty Acids in the Treatment of Acute Remitting Multiple Sclerosis. British Medical Journal 1978;2 (6149):1390-1391.



4 Bates D, Cartlidge NEF et al. A double-blind controlled trial of long chain n-3 polyunsaturated fatty acids in the treatment of multiple sclerosis. Journal of Neurology, Neurosurgery, and Psychiatry 1989;52:18-22.



5 Dworkin RH, Bates D et al. Linoleic acid and multiple sclerosis: a reanalysis of three double-blind trials. Neurology 1984;34:1441-1445.



6 Livro - "Prescription for Nutritional Healing" de James H.Balch, M.D. e Phyllis A. Balch, C.N.C.

DRA. C. KOUSMINE


Caroline Weberhofer
Nutricionista, Basileia/Suíça

http://www.ms-gateway.com.pt


Magali Rogge Mugnaini Abrão - Nutricionista

Jornal da Mulher

Os textos seguintes são retirados do forum de EM http://www.ms-gateway.com.pt e servem para reflexão sobre o assunto


"Gostava de deixar uma questão acerca deste tema da alimentação que tem a ver com o consumo de produtos lácteos. Existem estudos que relacionam o consumo do leite de vaca com a EM e outras doenças auto-imunes como diabetes, osteoporose, lúpus,etc. Para quem tiver interesse sobre o assunto basta pesquisar sobre leite e EM que aparece muita coisa. Quanto a mim posso dizer que para além da EM sofro também de osteoporose há já alguns anos. Neste momento tenho 30, e sempre fui uma grande consumidora de lacticíneos, até a algum tempo atrás, que troquei o leite de vaca pelo leite de soja, contradizendo todos os conselhos médicos, a publicidade que nos diz que leite é saúde, enfim toda a sociedade. Será que estamos todos errados? Será que não nos conseguimos livrar do poder esmagador da indústria dos lacticínios? Ou será que estes estudos não têm fundamento algum?""

"Descoberta importante para a esclerose múltipla
Cientistas canadenses comprovaram que há uma forte relação entre a esclerose múltipla e o consumo de leite. Nos países onde não existe, ou quase não existe o consumo de leite, a população não é atingida por essa doença, enquanto nos países onde existe o consumo de leite, a população é muito atingida. Na Noruega, a esclerose múltipla não é encontrada nas regiões costeiras, que vivem da pesca, mas sim nas regiões onde as fazendas produzem leite.

Uma interessante pesquisa americana acompanhou 47.331 homens e 88.563 mulheres de 1980 a 1998. 210 homens e 184 mulheres foram afetados pelo Mal de Parkinson. Constatou-se uma correlação entre o consumo de lacticínios e a incidência da doença - mas apenas nos homens. Outros fatores entram, portanto, em jogo e outras pesquisas são necessárias para determiná-los. Entretanto, essa pesquisa mostra que um fator alimentício facilita a incidência em certos grupos da população.
Na realidade, nos países industrializados, as proteínas do leite de vaca são, muitas vezes, as primeiras proteínas estranhas que chegam ao intestino do recém-nascido. A reação imunitária pode causar uma doença auto-imune que, mais tarde, será um dos fatores-chave no aparecimento de diabete ou de esclerose múltipla. Encontram-se anticorpos contra a caseína bovina com muito mais freqüência no sangue dos doentes afetados pela esclerose múltipla do que nos indivíduos sãos.
É pouco provável que essa informação importante seja divulgada pela grande imprensa, em virtude da pressão da indústria do leite, cuja publicidade apresenta esse alimento como perfeito para a saúde, ao manter o público na ilusão por razões comerciais. O lucro passa na frente da saúde e da verdade!"
terça-feira, 27 de março de 2007

Histórico da Clorofila

A Clorofila descoberta em forma de sucos há quase 40 anos pela doutora Ann Winmore, tem grande poder de cura porque cria condições desfavoráveis ao crescimento de bactérias. Suas pesquisas concluíram que o capim de trigo, com mais de 100 elementos, incluindo todos os minerais e vitaminas A, complexo B, C, E e K, tem tudo o que o corpo necessita.

As pesquisas apontam o suco do capim de trigo, que é fonte de Clorofila, atua purificador do sangue, detergente do corpo, digestivo, revitalizador da pele e neutralizador de toxinas no organismo. É ainda eficiente no combate a caspas e evita o embranquecimento dos cabelos, previne cáries dentárias, cura problemas de garganta e infecções vaginais, e faz o intestino funcionar bem.

Referencias:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Clorofila
http://www.saudenarede.com.br/fitoterapicos/clorofila.html
http://alimentacaoviva.blogspot.com/search?q=clorofila


Indicações de uso da Clorofila

Ação desintoxicante e depurativa/fortalecimento do Sistema Circulatório e do músculo cardíaco/varredura dos radicais livres/auxiliar no tratamento da hipertensão arterial/desodorização do organismo/regularização da função intestinal/combate à halitose/proteção da célula hepática/elevação das taxas sérias de ferro, principalmente nas grávidas e lactantes.

A Clorofila é o pigmento verde das plantas. Ela tem a capacidade de estimular a formação de eritrócitos e, sob certas circunstâncias, pode transformar seu principal componente, o magnésio, em ferro, portanto, é um excelente auxiliar na prevenção da anemia podendo ser muito útil a idosos, convalescentes, gestantes e latentes (excelente para prevenir anemias, durante a gestação e amamentação), e crianças, podendo ser administrada normalmente a partir de 1 ano de idade. A Clorofila tem também influência sobre o crescimento bacteriano, sobre o metabolismo em geral, na respiração, na ação hormonal, na nutrição, no sistema imunológico e numa série de outras situações. Ela determina maior velocidade na recuperação das contusões e queimaduras. A Clorofila também tem grande capacidade cicatrizante e restauradora dos tecidos, sendo particularmente útil nos casos de acnes, nos casos de cirurgias, peelings, úlceras de pele sendo portanto, excelente para casos de acne juvenil.

Os atletas, desportistas, crianças, adultos e idosos ainda recebem o benefício de sua ação desintoxicante e depurativa, fortalecendo o sistema circulatório e o músculo cardíaco. Outra propriedade interessante da Clorofila é que ela tem a capacidade de desodorizar o corpo, reduzindo o mau hálito e outros odores orgânicos por reduzir a putrefação causada por bactérias.

Em 1941, os trabalhos do dentista Dr. S.L.Goldberg mostraram a capacidade da Clorofila de tratar as doenças da cavidade oral como piorréias, estomatites e gengivites entre outras. Pode-se tanto ingerir diluída como massagear as gengivas com o extrato concentrado da Clorofila.

Também deve ser usada para animais, e, quando dado aos animais idosos, confere a eles maior disposição, maior atividade, como se fosse um rejuvenescimento. Auxilia o tratamento de problemas de pele e ajuda os pelos a crescerem.

Hoje em dia, muito se tem propagandeado na mídia a respeito da Clorofila que já está sendo servida em restaurantes naturais.


Contra-indicações do uso de Clorofila

Por se tratar de um alimento natural naõ são descritas contra-indicações.
segunda-feira, 26 de março de 2007

Os sabores e os dissabores no consumo do chocolate

Artigo de Stéphanie Garcia Pires

A origem do chocolate está no México, sendo os Maias os primeiros cultivadores de cacau. As sementes são extraídas da polpa deste fruto, torradas e descascadas até que se obtenham grãos de cacau. Estes são moídos, após a extração de parte da gordura que os compõem, e misturados com açúcar, aromas e outros ingredientes, surgindo, assim, o chocolate. A partir do século XVI este alimento foi se difundindo pelo mundo, e desde então estudiosos o investigam, a fim de decifrar sua influência no organismo humano.

O chocolate é, de fato, bastante nutritivo. Quando consumido moderadamente, traz benefícios consideráveis - principalmente o chocolate preto e amargo, devido aos seus efeitos sobre o metabolismo de açúcar e ao controle da pressão sanguínea. Adriana Moreira Franco, doutoranda pelo Instituto de Nutrição Josué de Castro da UFRJ, participa do Grupo DAFEE (Desenvolvimento de Alimentos para Fins Especiais e Educacionais) coordenado na própria instituição e falou sobre o assunto.

Segundo ela, “estes efeitos são atribuídos a uma substância antioxidante, um flavonóide denominado epicatequina, que atua na neutralização dos radicais livres e, também, através de mecanismos antitrombólicos, que promovem a saúde cardiovascular e a proteção contra o envelhecimento celular”. Vale destacar que o chocolate branco e os com adição de leite não trazem os mesmos benefícios, uma vez que o leite inibe tanto a absorção de flavonóides, quanto a ação antioxidante.

Não somente rico em vitaminas, o chocolate, em especial o escuro, é rico em carboidratos e lipídios, que lhe conferem uma elevada densidade calórica. Apresenta também proteína, cálcio, e minerais, tais como potássio, magnésio, ferro e flúor. Há ainda um conteúdo em fibra, que desencadeia um efeito saciante, ajudando a reduzir o apetite.
As gorduras e os açúcares presentes no chocolate fazem dele um alimento de alta densidade energética. Graças a isso, ele auxilia na manutenção do fluxo de energia do corpo e melhora tanto a agilidade mental, quanto a capacidade de aprendizado. Estes aprimoramentos no raciocínio também se devem à teobromina, substância da mesma família da cafeína, inerente ao fruto cacaueiro que, inclusive, é eficaz contra a tosse. A doutora Adriana acrescenta que a teobromina estimula o hipotálamo, daí sua capacidade de gerar euforia em quem consome o chocolate, rico nesta substância. Vale lembrar que, diferente da cafeína, a teobromina é um estimulante suave, de efeito prolongado.

Algumas substâncias farmacologicamente ativas encontradas no produto geram efeitos semelhantes ao da maconha no cérebro, tal como a anandamida, um neurotransmissor canabinóide. Ela intensifica, inclusive, a textura e o odor do chocolate, que induzem o desejo. As sensações causadas aí são prolongadas por outras duas substâncias contidas neste alimento: o N-oleoletanolamina e o N-linoleoletanolamina.

Além disso, por conter uma quantidade significativa de ácido oléico, gordura monoinsaturada que protege as artérias, o chocolate eleva os índices do bom colesterol (HDL) e diminui os do colesterol ruim (LDL). Há ainda a presença de substâncias antioxidantes, a exemplo dos flavonóides, que ajudam no reforço do sistema imunológico, na prevenção do envelhecimento precoce, do câncer e de doenças cardiovasculares. Este último benefício é trazido principalmente na ingestão de chocolate amargo, que é feito de cacau puro e sem adição de gorduras do leite. Outra substância é o ácido graxo ômega 3, ou ácido alfa-linogênico, um tipo de gordura insaturada que participa na formação das membranas celulares.

O excesso na ingestão de chocolate pode trazer conseqüências graves, como a obesidade e outros males associados a ela. Este alimento, inclusive, não é indicado para pessoas que já tenham índices de colesterol alto, problemas vasculares e de pressão alta. O consumo demasiado é até capaz de provocar reações alérgicas, coceiras, irritações na pele, diarréia e rinite. A doutora Adriana alerta que “indivíduos alérgicos ao leite de vaca devem se informar quanto a composição do chocolate a ser consumido, visto que na sua maioria eles são elaborados com adição de leite e seus subprodutos”.

Há também a possibilidade de o funcionamento do fígado ser comprometido, e de serem elevadas as chances de se desenvolver diabetes. Em pessoas sensíveis, é possível que o composto químico norepinefrina provoque enxaquecas. É importante frisar a relevância de “observar a quantidade de gordura saturada na composição do chocolate, visto que ela está associada ao desenvolvimento de doenças cardiovasculares”, observa Adriana.

Perfil da Drª Adriana no Orkut
domingo, 25 de março de 2007

Cozinha Vibrante: "Empadão" cru ao pesto

Cozinha Vibrante: "Empadão" cru ao pesto