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sábado, 25 de junho de 2011

Nem sempre cru

Tal como já disse noutros artigos, nem tudo o que como é cru.


Uma alimentação à base de crus é a ideal pois esses são alimentos vivos, cheios de nutrientes que proporcionam o que há de melhor para o nosso organismo. No entanto penso que podemos abrir excepções e comer outros alimentos que eventualmente não seriam tão saborosos ou em certos casos devemos evitar comê-los crus. - é o caso das batatas. Já vi receitas com elas amornadas em panela de barro a uma temperatura de cerca de 45ºC mas hoje apresento-vos um prato inteiramente cozido. É também uma boa alternativa para vegans, vegetarianos ou não, crudivoros que comem de vez em quando pratos cozinhados ou para quem está a iniciar-se numa alimentação mais saudável.


É muito simples de fazer e o que me inspirou foram sem duvida as batatinhas novas e uma abóbora okaido que encontrei aqui no supermercado do lado - tudo biológico/orgânico . A okaida é particularmente saborosa e normalmente dá para comer com casca.












Ingredientes para 2 pessoas:


1/4 de abóbora okaido cortada em filetes com casca
2 cenouras pequenas cortadas em triângulos
1 cebola média picada
3 alhos (gosto mt de alho)
1 folha de louro
4 cogumelos (champignon) frescos cortados em filetes
2 tomates médios bem maduros picados
2 colheres de sopa de salsa picada 
Sal e pimenta a gôsto
400 gramas de batatas novas pequeninas
Oregãos


Preparação:


Refogar um pouco a cebola, juntar o louro, juntar os cogumelos e refogar um pouco mais, adicionar as cenouras e a abóbora mexendo bem, juntar o alho picado e o sal e a pimenta, tampar e deixar suar por 10 minutos, adicionar os tomates picados (de preferência sem sementes nem pele), deixar levantar fervura e baixar depois o fogo, cozendo até as cenouras estarem a gôsto (eu gosto delas meio cruas mas isso é à vontade de cada um).


Entretanto e enquanto se prepara o refogado colocam-se as batatinhas a cozer, entre 10 a 15 minutos - sintam com o garfo para ver se estão boas.


Serve-se colocando a salsa picada sobre o refogado e os oregãos sobre as batatas e um pouco de azeite do "bom" se tiverem.


Sugestões


Comam uma boa salada antes das refeições cozidas...faz bem!


Se quiserem podem adicionar um pouco de vinho branco ao refogado - eu não tinha por isso fiz mais simples.


Experimentem e logo me dizem qualquer coisa!


Já agora... aos crudivoros...não me chamem traidor! Ahahah...
sexta-feira, 24 de junho de 2011

Reguladores sabiam que o Roundup causa defeitos em seres humanos



Tradução de Luis R. Miranda
05 de junho de 2011


Posso contar as sugestões inúmeras de pessoas que me diziam que usara herbicida Roundup quando estava cortando grama, porque era o único que terminaria com as ervas daninhas. Ervas daninhas, sem dúvida, emergem rapidamente, com toda a chuva que temos aqui em Atlanta! Mas nunca usei.


Um novo relatório foi divulgado hoje que explica que os reguladores da indústria têm conhecido há anos que o Roundup, o herbicida mais vendido no mundo, produzido pela empresa Monsanto, causa defeitos de 
nascimento.


As conclusões do relatório “Roundup e defeitos de nascimento: O público é Mantido no Escuro“ é que os reguladores sabiam já em 1980 que o glifosato, o produto químico usado no Roundup, pode causar defeitos congênitos em animais de laboratório.


Além disso, a Comissão Europeia conhecia o fato que o glifosato causava defeitos congenitos, pelo menos desde 2002, mas a informação não foi dada ao público.


Os reguladores enganaram o público sobre a segurança do glifosato, diz o relatório. No ano passado, o escritório federal alemão de Defesa do Consumidor e Segurança Alimentar, uma agência do governo alemão que analisou a segurança do glifosato para a Comissão Europeia disse que não havia nenhuma evidência de que o glifosato causara defeitos congênitos.


Don Huber, professor emérito da Universidade de Purdue, escreveu uma carta a Tom Vilsack, secretário da Agricultura dos EUA, pedindo uma moratória para desregulamentar as culturas geneticamente modificadas, que eram imunes ao Roundup, que são comumente chamados cultivos Roundup Ready.


Em sua carta, Huber também se referiu ao herbicida dizendo: “É bem documentado que o glifosato promove patógenos de solo e já está envolvido com o aumento de mais de 40 doenças de plantas, além de desmantelar suas defesas por quelação dos nutrientes vitais e reduzir a biodisponibilidade dos nutrientes nos alimentos. Este, por sua vez, pode causar distúrbios nos animais. “


Surpreendentemente, um analise do glifosato que seria feita em 2012 foi adiada pela Comissão Europeia, que decidiu no final de 2010 aguardar até 2015 para efetuar uma nova revisão. Além disso, o produto químico não será revisto de forma mais rigorosa até que as regras sejam atualizadas em 2030.


“Nossa análise da evidencia leva à conclusão de que a aprovação do uso de glifosato em Roundup é profundamente errada e pouco confiável”, escreveram os autores do relatório em sua conclusão. “Além do mais, temos aprendido com especialistas familiarizados com a avaliação dos pesticidas e aprovações que o caso da aprovação do glifosato não é incomum.


“Eles dizem que a aprovação das avaliações de muitos pesticidas são baseadas em dados e avaliações de risco que são cientificamente defeituosas”, acrescentam. “Esta é outra razão pela qual a Comissão deve rever urgentemente os ingredientes usados nos agrotóxicos, tais como o glifosato e outros de acordo com os mais rigorosos padrões existentes.”


http://real-agenda.com/2011/06/11/reguladores-sabiam-que-o-roundup-causa-defeitos-em-seres-humanos/

Alimentos Transgênicos são Armas Biológicas

“Nós temos uma estufa cheia de plantas de milho que produzem anticorpos anti-esperma”, disse Mitch Hein, presidente da Epicyte, uma empresa de biotecnologia da Califórnia.


Por Luis R. Miranda
The Real Agenda
02 junho de 2011


Os organismos geneticamente modificados (OGM) usados para criar novos alimentos e sementes são verdadeiras armas biológicas para criar infertilidade em nível mundial. Existem várias empresas que trabalham no campo da biotecnologia e da nano tecnologia, que existem com o único propósito de estudar, experimentar e criar organismos geneticamente modificados que causem infertilidade em animais, plantas e seres humanos. A mais famosa dessas empresas é a Monsanto, cujos executivos disseram publicamente que querem que Monsanto seja a única produtora de sementes do mundo e que nenhum alimento deve ser produzido por outra empresa que não seja a sua.





A Monsanto é apoiada por outros gigantes da biotecnologia e da química como Cargill, DuPont e ConAgra. Mas a criação e aplicação de organismos transgênicos não se limita a essas corporações multinacionais. Há empreiteiros menores que fazem o mesmo trabalho com resultados talvez mais impressionantes devido ao know-how dos seus trabalhos. Um exemplo é Epicyte, uma empresa na Califórnia, cujo presidente tem demonstrado a satisfação de estar na posse de grandes quantidades de produtos alimentares infectados com ingredientes transgênicos, que, depois de ser consumidos, causam a esterilização de quem ingeri-los.



Um relatório com data 28 de maio afirma que a organização do Codex internacional, fundada pelas Nações Unidas, e que regulamenta todos os alimentos, minerais e ervas em todo o mundo, não acredita que os produtos transgênicos são alimentos, e isto coloca alimentos com esses ingredientes em um local diferente do que o alimento produzido naturalmente, e como tal pode ser usado para diversas práticas, incluindo o controle da natalidade e a criação de infertilidade em uma nação ou povo.


Em uma de suas publicações, o Salem News indica que há esforços a nível local, regional, nacional e internacional para identificar e rotular OGM em produtos destinados ao consumo humano, mas os governos e as empresas se recusam a aceitar tal pedido. Após a implementação do Codex Alimentarius em 2009 a vontade das grandes empresas se tornou realidade, porque dentro das normas estabelecidas pelo Codex, afirma-se claramente que os OGM não são considerados alimentos e, portanto, não podem ser identificados.


A existência de milho geneticamente modificado foi analisado em testes realizados pelo Departamento de Agricultura de Estados Unidos, que trabalhou com a empresa Epicyte. Ao anunciar o seu sucesso numa conferência de imprensa de 2001, o presidente da Epicyte, Mitch Hein, disse que suas plantas transgênicas de milho fabricam “anticorpos anti-esperma.”


Hein disse que a criação de organismos transgênicos e sua aplicação em alimentos “poderia ser usado como uma ferramenta para resolver a superpopulação”-. Salem News


Em 1996, após a criação e utilização de OGM em milho e outros grãos em lugares como América do Sul, México e África, surgiram dados relacionados com a fertilidade nos EUA, onde quase imediatamente após a aprovação do famoso -ou infame- milho Bt de Monsanto, a taxa de natalidade diminuiu de forma acelerada, apenas três anos após a introdução de OGM no abastecimento alimentar americano.


Muitas fundações empurram a expansão e aceitação de OGM nos alimentos; e na lista estão, claro, o milho, soja e arroz. Estes três são os grãos mais utilizados na erradicação da fome e da pobreza no mundo. As fundações Gates, Rockefeller, e Agra, fundada por Kofi Annan, são três das mais prestigiadas organizações que se esforçam para aumentar a oferta de fundos e alimentos às populações mais carenciadas do mundo. Todos estes alimentos contêm OGM.


A Fundação Bill e Melinda Gates gasta bilhões de dólares “ajudando” com o plantio e colheita de culturas geneticamente modificadas na África, América Latina e Ásia. Você reconhece o genocídio? Essas fundações não apenas fogem do pago de impostos com a sua alegada filantropia, mas colaboram com o assassinato de milhões de pessoas que não sabem que seus alimentos contém OGM’s, ou mesmo sabendo, não tem nenhuma escolha mas que se alimentar com estes venenos.


Nos Estados Unidos existe uma luta contínua entre os consumidores e a Food and Drug Administration (FDA) para rotular os produtos que contêm OGMs. No entanto, a agência do governo deu lugar às exigências das grandes empresas, antes dos pedidos do público. A maioria dos desinformados ou mal informados cidadãos compram e continuam consumindo alimentos contaminados. Enquanto isso, embora os alimentos GM não são considerados “alimentos” pelo Codex Alimentarius, a FDA permite que as corporações usem estes organismos em grãos básicos utilizados para fabricar a maioria dos produtos que as pessoas comem, bebem e usam diariamente.


A criação de um organismo transgênico que é usado na fabricação de alimentos consumidos pelos seres humanos depois de ser modificado para esterilizar, é essencialmente um exemplo do uso de uma arma biológica com o único objectivo de reduzir a população mundial secretamente. Bem, isso não é mais um segredo. Os alimentos transgênicos não são considerados pelo Codex Alimentarius como “alimentos”, mas ao mesmo tempo, é permitido que pequenas e grandes empresas de biotecnologia usem estes na fabricação de produtos de consumo mundial. O objectivo é muito claro.


http://real-agenda.com/2011/06/02/alimentos-transgenicos-sao-armas-biologicas/

La naturaleza contraataca: amaranto inca devora transgénicos de Monsanto


El amaranto inca kiwicha invade plantíos de soya transgénica de Monsanto en Estados Unidos como si estuviera en una cruzada por acabar con esta nefasta empresa agrícola y de paso dar un mensaje al mundo

En lo que parece ser una muestra más de la sabiduría de la naturaleza abriendo camino, la especie de amaranto inca conocida como kiwicha se ha convertido en una pesadilla para Monsanto. Curiosamente esta compañía conocida por sus diabólicas (“Mondiablo”) prácticas se refiere a esta hierba sagrada para los incas y los aztecas como una  mala hierba o una hierba maldita.
El fenómeno de la expansión del amaranto en cultivos de más de viente estados a lo largo de Estados Unidos no es nuevo, pero merece ser rescatado, acaso celebrando la pericia y quizás hasta la inteligencia de esta planta guerrera que se ha opuesto al gigante de las semillas transgénicas. Desde el 2004 un agricultor en Atlanta se dio cuenta que brotes de amaranto resistían al poderoso herbicida Roundup basado en el glifosato y  devorando campos de soya transgénica. El sitio web de Monsanto recomienda a los agricultores mezclar el glifosato con  herbícidas como el 2,4-D  que fue prohibido en Escandinavia por estar haberse correlacionado con el cáncer.
Es curioso que el New York Times que hace  más de 20 años escribía que el amaranto podía ser el futuro del alimento en el mundo, ahora llama a esta planta una “superweed” o “pigweed” un término despectivo que refleja  una concepción del amaranto como una plaga.
Según un grupo de científicos británicos del Centro para la Ecología y la Hidrología, se ha producidouna transferencia de genes entre la planta modificada genéticamente y algunas hierbas “indeseables” como el amaranto.
Este hecho contradice las afirmaciones de los defensores de los organismos modificados genéticamente (OMG): que señalan que una hibridación entre una planta modificada genéticamente y una planta no modificada es simplemente “imposible”.
El amaranto por cierto posee más proteínas que la soya y además contiene vitaminas A y C. Mientras tanto en Estados Unidos se preocupan de cómo eliminar esta resistente planta que supera a la tecnología de Monsanto: se reproduce en casi cualquier clima, no le afectan enfermedades ni insectos por lo cual no necesita químicos. ¿Acaso no sería mejor que escucharan este mensaje de la naturaleza e intentaran procesar alimentos de amaranto?
Casos como la satanización del amaranto nos hacen pensar que la industria de los alimentos busca simplemente mantener a la población en el peor estado físico posible para que pueda ser devorada por oscuras corporaciones e intereses políticos.




El Amaranto (kiwicha) inca devora a Monsanto

Cuando la naturaleza devuelve el golpe

Par Sylvie Simon
La planta sagrada de los incas desafía al gigante Monsanto y crea el pánico entre los agricultores de  USA. La transnacional de semillas transgénicas no sabe qué hacer con el amaranto (kiwicha) que acabó con sembrados de soja.
En Estados Unidos los agricultores han tenido que abandonar cinco mil hectáreas de soja transgénica y otras cincuenta mil están gravemente amenazadas. 
Este pánico se debe a una “mala hierba”, el amaranto (conocida en el Perú como kiwicha) que decidió oponerse a la transnacional Monsanto, tristemente célebre por su producción y comercialización de semillas transgénicas. 
En 2004 un agricultor de Atlanta comprobó que algunos brotes de amaranto resistían al poderoso herbicida Roundup. Los campos víctimas de esta invasora “mala hierba” habían sido sembrados con granos Roundup Ready, que contienen una semilla que ha recibido un gen de resistencia al herbicida.
Desde entonces la situación ha empeorado y el fenómeno se ha extendido a Carolina del Sur y del Norte, Arkansas, Tennessee y Missouri. Según un grupo de científicos británicos del Centro para la Ecología y la Hidrología, se ha producido una transferencia de genesentre la planta modificada genéticamente y algunas hierbas "indeseables" como el amaranto. 
Esta constatación contradice las afirmaciones de los defensores de los organismos modificados genéticamente (OMG): una hibridación entre una planta modificada genéticamente y una planta no modificada es simplemente “imposible”.
Según el genetista británico Brian Johnson, “basta con un solo cruce logrado entre varios millones de posibilidades. Una vez creada, la nueva planta posee una enorme ventaja selectiva y se multiplica rápidamente. El potente herbicida que se utiliza aquí, Roundup, a base de glifosfato y de amonio, ha ejercido una presión enorme sobre las plantas, las cuales han aumentado aún más la velocidad de la adaptación”. Así, al parecer un gen de resistencia a los herbicidas ha dado nacimiento a una planta híbrida surgida de un salto entre el grano que se supone protege y el humilde amaranto, que se vuelve imposible de eliminar.
La única solución es arrancar a mano las malas hierbas, como se hacía antes, pero ésto ya no es posible dadas las enormes dimensiones de los cultivos. mecanizados Además, al estar profundamente arraigadas, estas hierbas son muy difíciles de arrancar con lo que, simplemente, las tierras han sido abandonadas.


Transgénicos artificiales vs. mutaciones naturales
El diario inglés The Guardian publicaba un artículo de Paul Brown que revelaba que los genes modificados de cereales habían pasado a plantas salvajes y creado un “supergrano” resistente a los herbicidas, algo “inconcebible” para los defensores de las semillas transgénicas.
Resulta divertido constatar que el amaranto o kiwicha, considerada ahora una planta “diabólica” para la agricultura genética, es una planta sagrada para los incas. Pertenece a los alimentos más antiguos del mundo. Cada planta produce una media de 12.000 granos al año y las hojas, más ricas en proteínas que la soya, contienen vitaminas A y C, y sales minerales.
Así este bumerán, devuelto por la naturaleza a la transnacional Monsanto, no sólo neutraliza a este predador, sino que instala en sus dominios una planta que podría alimentar a la humanidad en caso de hambre. Soporta la mayoría de los climas, tanto las regiones secas como las zonas de monzón y las tierras altas tropicales, y no tiene problemas ni con los insectos ni con las enfermedades con lo que nunca necesitará productos químicos.

Marie Monique Robin en su film "El mundo según Monsanto"
http://video.google.com/videoplay?docid=-1552144261451760754
Français: http://www.altermonde-sans-frontiere.com/spip.php?article10632

Quand la nature reprend le dessus, par Silvie Simon

C’est en 2004, qu’un agriculteur de Macon, en Géorgie, ville située à environ 130 kilomètres d’Atlanta, remarqua que certaines pousses d’amarantes résistaient au Roundup dont il arrosait ses cultures de soja.
Les champs victimes de cette envahissante mauvaise herbe ont été ensemencés avec des graines Roundup Ready, qui comportent une semence ayant reçu un gène de résistance au Roundup auquel nulle « mauvaise herbe ne résiste ».
Depuis cette époque, la situation s’est aggravée et le phénomène s’est étendu à d’autres états, Caroline du Sud, et du Nord, Arkansas, Tennessee et Missouri. Selon un groupe de scientifiques du Centre for Ecology and Hydrology, organisation britannique située à Winfrith, dans le Dorset, il y aurait eu un transfert de gènes entre la plante OGM et certaines herbes indésirables, comme l’amarante. Ce constat contredit les affirmations péremptoires et optimistes des défenseurs des OGM qui prétendaient et persistent à affirmer qu’une hybridation entre une plante génétiquement modifiée et une plante non-modifiée est tout simplement « impossible ».
Pour le généticien britannique Brian Johnson, spécialisé dans les problèmes liés à l’agriculture : « Il suffit d’un seul croisement réussi sur plusieurs millions de possibilités. Dès qu’elle est créée, la nouvelle plante possède un avantage sélectif énorme, et elle se multiplie rapidement. L’herbicide puissant utilisé ici, à base de glyphosphate et d’ammonium, a exercé sur les plantes une pression énorme qui a encore accru la vitesse d’adaptation. » Ainsi, un gène de résistance aux herbicides a, semble-t-il, donné naissance à une plante hybride issue d’un saut entre la graine qu’il est censé protéger et l’amarante, devenue impossible à éliminer.
La seule solution est d’arracher les mauvaises herbes à la main, comme on le faisait autrefois, mais ce n’est pas toujours possible étant donné l’étendue des cultures. En outre, ces herbes, profondément enracinées sont très difficiles à arracher et 5 000 hectares ont été tout simplement abandonnés.
Nombre de cultivateurs envisagent de renoncer aux OGM et de revenir à une agriculture traditionnelle, d’autant que les plants OGM coûtent de plus en plus cher et la rentabilité est primordiale pour ce genre d’agriculture. Ainsi Alan Rowland, producteur et marchand de semences de soja à Dudley, dans le Missouri, affirme que plus personne ne lui demande de graines Monsanto de type Roundup Readyalors que ces derniers temps, ce secteur représentait 80 % de son commerce. Aujourd’hui, les graines OGM ont disparu de son catalogue et la demande de graines traditionnelles augmente sans cesse.
Déjà, le 25 juillet 2005, The Guardian publiait un article de Paul Brown qui révélait que des gènes modifiés de céréales avaient transité vers des plantes sauvages, créant ainsi une « supergraine » résistante aux herbicides, croisement « inconcevable » par les scientifiques du ministère de l’environnement. Depuis 2008, les media agricoles américains rapportent de plus en plus de cas de résistance et le gouvernement des États-Unis a pratiqué d’importantes coupes budgétaires qui ont contraint le Ministère de l’Agriculture à réduire, puis arrêter certaines de ses activités.



Plante diabolique ou plante sacrée


Il est amusant de constater que cette plante, « diabolique » aux yeux de l’agriculture génétique, est une plante sacrée pour les Incas. Elle fait partie des aliments les plus anciens du monde. Chaque plante produit en moyenne 12 000 graines par an, et les feuilles, plus riches en protéines que le soja, contiennent des vitamines A et C et des sels minéraux.
Ainsi ce boomerang, renvoyé par la nature sur Monsanto, non seulement neutralise ce prédateur, mais installe dans des lieux une plante qui pourra nourrir l’humanité en cas de famine. Elle supporte la plupart des climats, aussi bien les régions sèches que les zones de mousson et les hautes terres tropicales et n’a de problèmes ni avec les insectes ni avec les maladies, donc n’aura jamais besoin de produits chimiques.
Ainsi, « la marante » affronte le très puissant Monsanto, comme David s’opposa à Goliath. Et tout le monde sait comment se termina le combat, pourtant bien inégal ! Si ces phénomènes se reproduisent en quantité suffisante, ce qui semble programmé, Monsanto n’aura bientôt plus qu’à mettre la clé sous la porte. À part ses salariés, qui plaindra vraiment cette entreprise funèbre ?
Sylvie SIMON
quinta-feira, 23 de junho de 2011

Buzz Detoz vai abrir - no Algarve

Mais informações em http://buzzedetox.org
quarta-feira, 22 de junho de 2011

Encontro Bianual do Alimento Vivo no Rio de Janeiro



Encontro Bianual do Alimento Vivo no Rio de Janeiro
Convite com vida!
No dia 7 de julho das 8h às 13h30min, realizaremos mais umENCONTRO BIANUAL DO ALIMENTO VIVO NO RIO DE JANEIRO, na horta do Terrapia, Centro de Saúde Escola Germano Sinval Faria – Escola Nacional de Saúde Pública – FIOCRUZ.
Todos são convidados a festa, compartilhando seu conhecimento com um prato preparado com sementes germinadas, brotos e vegetais in natura.
Nossa programação:
8h – Chegada à horta para arrumação da festa em grupo.
9 h – Preparo do Suco de Clorofila em grupo
10 h – Roda do TEMBIU PORÃ 10h30min – Apresentação elaborada pelos seminaristas
11 h – Entrega dos certificados de “PRODUTORES DE BROTOS E SEMENTES GERMINADAS” aos participantes dos Seminários do 1º semestre de 2011.
12h30 min – Roda de agradecimentos e almoço de confraternização com refeições vivas preparadas por cada participante.
“ Tembiu porã, aguijeveté”!!! (Tradução do guarani: Alimento bonito, agradecido!)
Ahoo!
Querid@ amig@, essa é uma festa muito especial, um banquete de alegria, simplicidade e gratidão! Seria uma alegria encontrar você por lá! Se você, ou alguém que vc conhece, mora em Niterói e deseja combinar de ir em grupo até o Terrapia, por favor faça contato através do meu email: culinariaviva@gmail.com.
Abs vivos, Juliana Malhardes.
domingo, 19 de junho de 2011

Festa do Solstício -Quinta dos 7 Nomes

http://www.quinta7nomes.com