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segunda-feira, 2 de novembro de 2009

LEUCOCITOSE digestiva


Que palavrão, não? Pois é... mas é mais simples do que parece - vejamos...

Em todos os processos inflamatórios, especialmente nas enfermidades infecciosas, ocorre um aumento de glóbulos brancos no sangue - leucocitose - considerando-se esse fenômeno em tais casos como uma reação defensiva do corpo aos "invasores".

Quando se prepara uma refeição comum, composta, por exemplo, de arroz, feijão, carne, batatas e legumes cozidos, ou também um café da manhã constituído por uma xícara de café com leite ou de chocolate, pão com manteiga ou geléia, aumenta o número deleucócitos (glóbulos brancos) no sangue, passando, num prazo de dez minutos dos 6000-8000 normais por milímetro cúbico para 10000, e num prazo de 30 minutos para 30000, voltando no fim de 90 minutos ao normal. Este fenômeno é conhecido desde há quase um século e qualifica-se comoleucocitose digestiva.

Entretanto, o pesquisador Kuschakoff observou, em 1930, que a ingestão de vegetais e frutos crus não levava a um aumento dos glóbulos brancos no sangue, isto é, não se apresentava a reação inflamatória antigamente considerada normal, se os alimentos fossem consumidos crus.

Kuschakoff comprovou ainda que esta reação também não se produz, quando a comida cozida se segue à crua. Ele observou que se pelo menos uns dez por cento dos alimentos forem consumidos crus e imediatamente ANTES dos cozidos, evita-se esta reação inflamatória.

Kuschakoff também observou que os alimentos que tenham sofridoqualquer tipo de processamento, provocam o mesmo tipo de reação inflamatória. Isso significa que leite pasteurizado, embutidos, açúcar e farinha branca, só para citar alguns poucos exemplos, deveriam ficar bem longe de sua mesa!

As enzimas são os catalisadores de todas as reações químicas do organismo. Sem elas, não há divisão celular, funcionamento do sistema imunológico, produção de energia nem atividade cerebral. Cozinhar a nossa comida destrói as suas enzimas, deixando ao organismo todo o trabalho de as produzir.

É um tremendo fardo para o nosso organismo produzir leucócitos e enzimas. Não é de admirar que nos sentimos tão cansados e sonolentos depois de uma refeição cozida. Na realidade queimamos cerca de metade das calorias que ingerimos só para as digerir.

Há um famoso estudo com gatos, onde foi demonstrado que comida cozida resulta em vidas mais curtas, anormalidades congênitas e eventualmente, perda da capacidade reprodutiva. Experiências em laboratório também comprovaram que ratos alimentados a crus viveram 50% mais tempo do que outros alimentados com alimentos cozidos.

O cozimento destrói não apenas as preciosas enzimas, mas também algumas vitaminas e alguns minerais dos alimentos. Além disso, nossos dentes e gengivas tornam-se preguiçosos e inoperantes quando só recebem alimentos cozidos e "pré-mastigados" nas refeições, levado a problemas periodontais.

Habituar-se a substituir alimentos cozidos por crus e começar as refeições com uma grande salada ou mesmo um suco de vegetais, irá poupar enormemente o seu processo digestivo e o seu sistema imunológico!

Vale a pena saber mais!


Fonte: http://enzimato.blogspot.com/2008/10/leucocitose-digestiva.html

2 comentários:

Patrícia M. disse...

O Problema é: se nos alimentarmos com frutas, legumes e verduras comuns e crus estaremos ingerindo junto com eles pesticidas, herbicidas, radiação, coliformes fecais acima do limite suportável mesmo depois de higienização com hipoclorito de sódio, causador de úlceras estomacais e intestinais. Alimentos orgânicos são a saída mas são extremamente caros, muito pesados para o bolso das classes C, D e E. Além do que, quem trabalha hoje em dia tem poucas opções na hora de ir a um restaurante a não ser, no caso do Brasil, de se alimentar com as saladas e frutas que geralmente há nos self-services da vida.

Há ainda a problemática da irrigação com água contaminada. Na cidade de São Paulo, por exemplo, o chamado "Cinturão Verde", que compõe a Região Metropolitana, ou seja, cidades em volta da capital que fornecem hortaliças para abastecimento da Ceagesp e distribuição em feiras, supermercados e hortifrutis, dependem da água do Rio Tietê, Pinheiros e seus afluentes e córregos. As águas destes estão contaminadas por esgoto não-tratado, geralmente despejado in-natura, resíduos químicos de processamento de celulose para papel, medicamentos entre outros resíduos tóxicos, incluindo aí metais pesados como chumbo e mercúrio. Tudo isso em quantidade não analisada. Sem falar no solo dessa região que também é contaminado, pois em muitas dessas cidades existem indústrias químicas, além do chorume de aterros sanitários ilegais.

Fica tudo empatado no final. Quem vive (sobrevive) numa capital como São Paulo, cuja estrutura é complexa e problemática, tem pouco tempo e oportunidade de se alimentar corretamente. Restaurantes vegetarianos ou vegan existem aos montes, mas ainda assim são muito mais caros que os tradicionais.

Concordo plenamente com o texto, pois existem um sem número de pesquisas falando sobre a importância das enzimas.

A mídia enaltece o fato de hoje em dia se viver mais. Vive-se mais e cada vez com mais doenças degenerativas como diabetes e Mal de Alzheimer. Vive-se mais, mas à base de medicamentos.
Isso porquê nosso DNA é o mesmo desde quando surgiram os primeiros seres humanos na Terra, que se adaptaram se alimentando de frutos, brotos, castanhas,carnes cruas ou assadas, legumes e raízes. Tudo cru, natural sem açúcar ou sal.Bebiam água pura e fresca.
Não é de se admirar que hoje em dia sofremos de um sem número de doenças, muitas delas graves como o câncer devido à essa inadaptação do corpo humano à industrialização e cozimento dos alimentos. Hoje ainda existe a modificação genética, outro item incompatível com nosso DNA.

Enfim... ser crudívoro também é uma faca de dois gumes...

Luis Guerreiro disse...

O ideal seria de facto comermos mais alimentos biológicos/orgãnicos. O mesmo será possivel se as pessoas produzirem parte dos seus alimentos em hortas familiares. Há soluções de permacultura que permitem até realizá-lo em cidades em pequenos espaços aproveitando água da chuva, filtros etc. Falta sim a educação e a vontade (mas há já quem o faça).

Em relações a pesticidas e herbicidas nos alimentos produzidos de forma convencional, os mesmos acumulam-se principalmente nas fibras dos alimentos, as quais nos crus conseguem arrastar a maioria desses químicos para fora do organismo. O mesmo não acontece quando cozemos os alimentos e as fibras libertam os mesmos compostos nocivos.
Ao comermos mais crus ficaremos mais resistentes a bactérias, vermes e outros pois o nosso organismo terá defesas e tempo para se libertar dos mesmos.
Se aprendermos a produzir brotos/rebentos orgânicos em casa poderemos obter muitos nutrientes inexistentes nos alimentos comerciais de uma forma barata e eficiente capaz de alimentar muito mais do que o comum arroz com feijão base da alimentação brasileira.

Falta sim é a vontade e é mais fácil estarmos de acordo com o sistema do que modificarmos o mesmo. Não quero dizer que seja o caso da Patrícia.

A Internet neste momento oferece-nos imensa informação sobre soluções para melhorarmos as nossas condições de vida. Existem imensas ferramentas de partilha e as duvidas conseguem-se esclarecer em pouco tempo. Com um pouco de imaginação e vontade (verdadeira) muito pode ser feito para ter qualidade de vida quer seja na cidade ou outro lugar qualquer.
Os mais pobres pedem ser ajudados não oferecendo-lhes o "peixe" mas dando-lhes "cana de pesca" para viverem em vez de sobreviverem.