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quinta-feira, 10 de julho de 2008

Qualidade de Vida e Desintoxicação na Chapada dos Veadeiros

Convidamos para um trabalho intensivo de desintoxicação e promoção de saúde através de alimentação, terapias naturais, atividade física e contato com a natureza exuberante de Cavalcante!
Nossa equipe está preparando com muito carinho e lhe esperamos.
Gentileza repassar para seus contatos.
Vagas limitadas.
Abraço,
Ross´Ellis

Qualidade de Vida e Desintoxicação

na Chapada dos Veadeiros

- 19 a 27/07/08 -

Para você relaxar, descansar, curtir a natureza preservada e bela, desintoxicar-se, divertir-se, cuidar-se e ser cuidado(a)
Inclui:
· hospedagem em apartamento / chalé para 3 ou 4 pessoas
· alimentação especial, banhos de ar e solarização
· aplicação de barro e banhos
· hidro-íon, duchas, fricção fria e pedilúvio
· relaxamento e meditação
· conversas sobre alimentação, saúde e redução do stress
· caminhadas em trilhas ecoturísticas
· 2 massagens terapêuticas
· Self-Healing, DO-IN e outras atividades vitalizadoras
Local: Reserva Renascer – Cavalcante GO – Área de Proteção Ambiental, localizada em Cavalcante GO
Investimento: R$ 1.000,00 (chalé) ou R$ 910,00 (apartamento) parceláveis.
Estes valores excluem orientação nutricional, transporte, florais e massagens extras. Haverá desconto de R$ 90,00 para as pessoas que levarem roupas de cama, toalhas e travesseiros
Informações adicionais e Reservas:
· Elba / Horley: (61) 3234.6539 e 9977.2764
· Araci Onghero (61) 3223.2516 e 8472.6316
· Ros'Ellis: (61) 3242.5973
· Restaurante Girassol (reservas): CLS 409 - (61) 3242.1542
Local e instalações – visite: www.reservarenascer.com


Rosellis
terça-feira, 8 de julho de 2008

Escolas fazem cruzada para instituir alimentação saudável


DA REPORTAGEM LOCAL

"Uol, uol, uol, nós queremos colesterol". Há quatro anos, era com esse grito de guerra que os alunos do ensino médio da Escola da Vila, em São Paulo, abordavam a nutricionista Elaine Occhialini no recreio, em protesto à implantação de um cardápio saudável.
Desde então, os alunos passaram a aprender sobre a composição nutricional dos alimentos e os perigos de uma alimentação rica em gorduras.
Ao mesmo tempo, a escola instituiu um padrão de qualidade dos produtos vendidos no local e os dias em que todos os alunos deveriam trazer frutas.
Apesar de o consumo de refrigerante ter diminuído cerca de 35%, recentemente, as lancheiras dos alunos não apresentaram alimentos saudáveis, em um estudo feito com 590 alunos do ensino fundamental. "Foi uma surpresa. Pegamos biscoito de polvilho com muita gordura trans e sódio e o hambúrguer com mais gordura."
A cruzada por uma alimentação mais saudável também acontece em outros colégios. A Escola Carlitos, em Higienópolis, oferece uma mesa de frutas aos alunos do sexto ao nono ano do ensino fundamental. "Mesmo aqueles que resistiam um pouco acabaram incorporando o hábito", diz a nutricionista Adriana Martins de Lima.
Na escola Stance Dual, zona central de São Paulo, as crianças podem levar lanche de casa, desde que seja saudável. Não é permitido o consumo de refrigerantes, salgadinhos e chocolates, por exemplo. (CC)


Empresas não seguem no Brasil regras adotadas nos EUA
DA SUCURSAL DE BRASÍLIA
Ao menos oito das maiores multinacionais da indústria de alimentos não seguem no Brasil os compromissos que firmaram nos Estados Unidos para restringir a publicidade voltada à criança, diz representação feita pela ONG Instituto Alana ao Ministério da Justiça.
Os compromissos foram assinados em 2006 no Council of Better Business Bureau (conselho para melhores negócios, em inglês), um tipo de órgão de auto-regulamentação nos EUA.
As medidas vão desde restringir a publicidade infantil a alimentos considerados saudáveis até deixar de fazer propaganda em veículos em que as crianças representem determinada parcela do público.
Segundo avaliação do instituto, porém, oito multinacionais não cumprem as regras no Brasil -Burger King, Cadbury Adams, Coca-Cola, Kellogg's, Kraft Foods (fabricante do biscoito Trakinas), McDonald's, Pepsi e Unilever.
A Folha procurou as empresas na tarde da última sexta-feira. A assessoria de imprensa da Pepsi não foi localizada. Burger King e McDonald's disseram que só poderiam se manifestar hoje.
A Cadbury afirmou que "respeita integralmente a legislação brasileira". A Kraft disse que se comprometeu a restringir a propaganda apenas de alimentos com "determinados perfis nutricionais". A Coca-Cola afirmou que iria analisar a representação. As demais empresas não se manifestaram até as 19h de sexta. (ANGELA PINHO)

Propaganda de alimento alertará para risco de doença

Folha de São Paulo - 07/07/2008

Propaganda de alimento alertará para risco de doença
Resolução preparada pela Anvisa torna aviso obrigatório a partir do ano que vem

Restrições devem ser ainda mais duras em relação à publicidade para crianças de alimentos com altos teores de açúcar, gordura e sal

CLÁUDIA COLLUCCI
DA REPORTAGEM LOCAL

"Esse alimento contém elevada quantidade de gordura saturada/trans. O consumo excessivo aumenta o risco de desenvolver doenças do coração."
A partir do próximo ano, esse aviso-que também alerta para os perigos do sal e do açúcar- vai estampar as propagandas de sorvetes e tortas, entre outros alimentos industrializados. Estuda-se também criar uma tarja preta -como de remédios- para identificar alimentos perigosos à saúde.
As propostas fazem parte de uma resolução que está sendo elaborada pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), que vai restringir a publicidade de alimentos com quantidades de açúcar, gorduras saturada e trans e sódio elevadas.
As restrições devem ser ainda mais duras em relação às propagandas destinadas às crianças. Há uma proposta de limitar o horário de veiculação no rádio e na TV e outra que proíbe que as propagandas usem personagens infantis.
A consulta pública sobre o tema -que reuniu 676 sugestões- será publicada nesta semana. Depois, o texto passará por uma audiência pública, e a previsão é que as novas normas passem a valer em 2009.
Segundo Maria José Delgado, gerente de monitoramento e fiscalização de propaganda da Anvisa, uma das questões que ainda precisa ser definida é o limite seguro do consumo dessas substâncias (ponto de corte). "Quantas bolachas eu posso comer por dia sem que isso represente um risco à saúde?"
Delgado defende que a mudança na legislação seja um passo fundamental para reverter crescentes índices de obesidade e sobrepeso no país. Só entre os jovens, a obesidade já atingiu a marca de 6 milhões.
Hoje, a comunidade científica não tem dúvida de que o tipo de alimentação veiculada na publicidade é fator de risco para doenças como hipertensão.
Dados do IBGE mostram que em 30 anos houve um aumento de 4% para 18% no número de crianças e adolescentes do sexo masculino acima do peso. O crescimento entre as meninas foi de 7,5% para 15,5% no mesmo período. Ao mesmo tempo, doenças como diabetes, obesidade e infarto são responsáveis por quase 50% das mortes no Brasil e representam atualmente 69% dos gastos do SUS, segundo o Ministério da Saúde.
"Existem indústrias que não fazem publicidade de alimentos que causam obesidade em outros países [porque são proibidas], e o fazem aqui. Será que nossas crianças são diferentes das demais?", questiona José Augusto Taddei, professor de nutrologia infantil da Universidade Federal de São Paulo.
De 73 países estudados pela Organização Mundial da Saúde, 85% regulamentam a publicidade (veja quadro).
Taddei afirma que as crianças não conseguem separar o personagem do desenho daquele mesmo que aparece na propaganda de alimentos.
A pedagoga Daniele Novelini de Ávila, 28, conta que os personagens influenciam na escolha dos alimentos preferidos da filha Fernanda, 7. "Tenho muito cuidado na hora de comprar, mas não dá para escapar do bolinho da Mônica ou do iogurte do Bob Esponja. É muito grande a influência dessas propagandas sobre as crianças", diz.

Dia Mundial da Alimentação abordará mudança climática e bioenergia

O Dia Mundial da Alimentação será dedicado este ano aos desafios da mudança Climática e à bioenergia, segundo informou na segunda-feira (7) a Organização Mundial para a Agricultura e a Alimentação (FAO). "Em poucas ocasiões o Dia Mundial da Alimentação teve tanto significado como neste ano, em um momento em que o rápido aumento dos preços alimentícios pode fazer aumentar o número de vítimas da fome", disse hoje o responsável da FAO para o evento, Sidaty Aidara.

O Dia Mundial da Alimentação será comemorado em 16 de outubro, em cerca de 150 países. Em comunicado, a FAO destaca que "com um número de pessoas mal alimentadas que supera a casa dos 850 milhões, os elevados preços dos alimentos representam uma dificuldade maior para os que passam fome, mas também para os que estão à beira da pobreza".

As atividades do Dia Mundial da Alimentação terão como objetivo neste ano "ampliar a tomada de consciência em um esforço para reduzir os efeitos de uma climatologia cada vez mais extrema na agricultura, e o impacto dos biocombustíveis na produção alimentícia". Por ocasião do Dia Mundial da Alimentação, a FAO abrigará uma reunião do Comitê de Segurança Alimentar Mundial, entre os dias 14 e 17 de outubro, para avaliar a atual situação alimentícia no mundo e suas implicações no futuro.

Durante a reunião, serão realizados diversos eventos especiais para tratar de forma específica do impacto dos altos preços dos alimentos sobre a nutrição, questões de segurança alimentar e as políticas adequadas para fazer frente à situação. (Fonte: G1)