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quinta-feira, 18 de outubro de 2007

Breves


Os fótons
Hoje sabemos que o organismo precisa muito de elementos vivos presentes na alimentação. Entretanto, na comida cozida esses elementos praticamente não existem mais. Nenhuma semente tostada vai produzir uma nova planta. Isso só funciona quando a vida do germe não foi destruída.

Há algumas décadas, foi demonstrado que as células do nosso corpo emitem os assim chamados biofótons. São minúsculas partículas de luz que trocam informação e estão presentes em todas as células vivas — portanto, também nos alimentos vivos. Quando uma célula morre, p. ex. na panela, a luz apaga. Os biofótons não estão mais presentes. Talvez fosse uma boa idéia comer, de forma conseqüente, alimentos naturais que não foram manipulados e que, portanto, contém os biofótons. Talvez isso nos dê uma luz!
(Natürlich Leben, nº 6, 2001)

Deficiência nutricional
Câncer é uma doença clássica de deficiência nutricional. Quando você examina o estilo de vida de um doente com câncer, durante os anos antes do diagnóstico, você encontra, quase invariavelmente, uma série de fatores prejudiciais. Essas pessoas comeram muito mais alimentos cozidos e industrializados do que alimentos naturais, frescos e crus. Eles comeram muito açúcar e doces.

É importante salientar que alimentos crus são essenciais para a prevenção do câncer. Alimentos crus e suplementos naturais permitiram que eu (e outros) superassem o câncer do colo. Recebia nutrição ótima e oxigênio adicional para o meu organismo. Alimentos cozidos, industrializados, não contêm oxigênio.

A água fervida para preparar chá ou café, ou simplesmente beber para aquecer o corpo, também não contém oxigênio. Entretanto, o oxigênio é necessário para evitar que as células se tornem anaeróbicas ou radicais. Precisamos lembrar: as células do câncer só proliferam onde não existe oxigênio. Se nós não respiramos profundamente ar fresco e puro a cada dia, durante alguns minutos, se não comemos alimentos crus que contêm oxigênio, se não recebemos oxigênio em água limpa — então estamos vulneráveis a câncer e outras doenças degenerativas (Elizabeth Baker, autora de sete livros famosos nos EUA).

caldo de vegetaisCaldo de vegetais crus
Esta é uma bebida preciosa, principalmente durante um jejum mais prolongado, quando sentimos a necessidade de sais minerais naturais. Cortamos diversas hortaliças (de preferência de cultura orgânica) em pedacinhos e deixamos de molho em água fria durante quatro a seis horas. Passamos o caldo por uma peneira e bebemos em pequenos goles. Os sais minerais, as vitaminas e as enzimas passam para a água e nos conferem as propriedades benéficas.

suco de laranjasaladaVitamina C
Os níveis de vitamina C no sangue estão correlacionadas com um risco menor de câncer. Um estudo de 30.000 homens e mulheres que vivem em Norfolk, Grã-Bretanha, com idade de 49 a 79 anos, mostrou que aqueles, que ingeriam a maior quantidade de vitamina C (de frutas e vegetais crus), apresentavam 20% menos de casos de câncer e 50% menos de doenças coronarianas.
(David Derbyshire. Daily Telegraph 28.5.02)

berinjelaPara diminuir o colesterol
Batemos, no liqüidificador, uma fatia de berinjela com um copo de suco de laranja que devemos tomar uma vez ao dia em jejum. Também podemos colocar a berinjela, cortada em fatias compridas, de molho na água durante a noite. Pela manhã, em jejum, tomamos essa água.
(Instituto de Naturopatia Ponto de Luz)

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Efeitos da temperatura sobre a vida


Rev. George Malkmus

Depois de eu ter recebido o diagnóstico de câncer do cólon, em 1976, o evangelista Lestor Roloff me aconselhou a mudar meus hábitos alimentares, da alimentação americana padrão (baseada no consumo de carne), consumida no mundo inteiro, para a alimentação de alimentos vivos, a alimentação da Bíblia, descrita em Gênesis 1:29.

Comecei a melhorar quase que imediatamente!! Após um ano da nova alimentação, o meu tumor, do tamanho de uma bola de beisebol, havia desaparecido, assim como todos os meus outros problemas físicos. Esta experiência foi o começo de uma procura que continua até os dias de hoje (27 anos depois), estudando tudo o que posso sobre esse corpo físico que Deus me deu e como conquistar e manter boa saúde.

Minha busca pelo conhecimento da saúde perfeita tem sido muito interessante e, às vezes, difícil, embora as bases tenham sempre sido simples, bem definidas e seguras! Desde o início de minha busca, aprendi que meu corpo é um organismo vivo, composto de células vivas, criado por Deus para ser nutrido com alimentos vivos (crus)! Portanto a alimentação dos alimentos vivos, a alimentação em Gênesis 1:29, que Deus deu à humanidade desde o início, condizia perfeitamente com aquilo que eu estava aprendendo e fazia muito sentido. Me dei conta também, que todo animal selvagem criado por Deus — que seja carnívoro ou vegetariano — consumia seus alimentos em sua forma natural, crua, desde a criação.

Eu quero falar com vocês da temperatura dos alimentos que ingerimos, porque a temperatura pode fazer a diferença entre vida e morte. Notem que, nos parágrafos anteriores, enfatizei as palavras “vivo” e “cru”! Entre todas as coisas que aprendi nos últimos 27 anos, nada foi mais importante do que saber se os alimentos que como estão vivos (crus) ou mortos (cozido)!

Eis porque. A temperatura de nosso corpo é de aproximadamente 37ºC. Se a temperatura de algum ente querido sobe acima de 40ºC, ficamos muito preocupados e com razão. À temperatura de 42ºC, as células do nosso cérebro começam a morrer e, quando a temperatura interna chega a 43ºC, a pessoa geralmente morre!

Em 2001, Korey Stringer, um jogador americano de críquete, desmaiou durante o treinamento. A temperatura do seu corpo estava em 43ºC. Na manhã seguinte, ele morreu da insolação.

Muitas vezes, em meus seminários, eu conto a história verdadeira de duas mães que deixaram seus filhos no carro, em um dia quente e ensolarado de verão. Quando a primeira mãe correu com o filho para o hospital, a sua temperatura interna estava em 42º. A criança sobreviveu, mas sofreu graves danos cerebrais permanentes. A segunda mãe encontrou seu filho inconsciente, porém ainda respirando. Correu para o hospital, onde foi constatado que a temperatura interna da criança estava em 43ºC. A criança morreu!

Por que estou lhes contando essas histórias tão tristes? Porque da mesma forma como a temperatura afeta a vidado corpo humano, a temperatura também afeta a vidados alimentos que comemos! Na temperatura de aproximadamente 42ºC, a força vital dos alimentos começa a desaparecer e as enzimas começam a morrer. Na temperatura de aproximadamente 50ºC toda a atividade das enzimas cessa e o alimento morre! Em outras palavras, o calor destruiu a sua força vital.

Lembre-se que o seu corpo é um organismo vivo, composto por células vivas, criadas por Deus para serem nutridas por alimentos vivos (crus). A alimentação que Deus deu à humanidade, em Gênesis 1:29, foi uma alimentação viva, de alimentos crus! Como é que eu sei disso? O fogo ainda não havia sido descoberto e sabemos que não havia fogão elétrico, a gás, ou microondas, para cozinhar. A base da Alimentação Aleluia é consumir a maioria dos nossos alimentos na sua forma natural, crua, viva, como fornecida pela natureza. Esta é a chave para a vida física!

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Fonte: Revista “Back to the Garden” nº 25, publicada por Hallelujah Acres www.hacres.com


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90% dos alimentos vegetais são desperdiçados


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Brotos

Por Rubens Porto

Para brotar uma semente precisa de elementos que despertem a força vital e o gérmen acorda. Enzimas multiplicam-se e proteínas complexas são transformadas em aminoácidos livres ,que serão usados pelo gérmen da semente para formar a nova planta. O mesmo acontece com os amidos e carboidratos complexos ,que se transformam em açucares simples . No estágio de semente germinada (2 a 3 dias) o gérmen acordou e começou a transformar a reserva nutritiva dormente em alimento vivo, pronto para ser assimilada pela nova planta . O próximo estágio é de um broto(5 a 7 dias), já uma plantinha com raiz, haste e clorofila. Aqui, ela já dispensou a casca ,e já assimilou quase toda reserva nutritiva da semente, exalando vida . Se tiver em solo fértil , crescerá e produzirá milhares de sementes , cada uma com um gérmen e a capacidade de gerar a vida .

Durante milênios, colhemos , torramos , moemos e cozinhamos as sementes para comer .O calor do fogo torna as proteínas ,amidos complexos e sais minerais em alimentos assimiláveis pelo nosso organismo e quando associado as reservas de vitaminas e enzimas são transformamos em alimento vivo; "plasma" vivo (aminoácidos, açucares ,sais minerais orgânicos, etc.) no intestino, podendo assim ser absorvido e carregado pelo sistema linfático e sangüíneo para todas as células do nosso corpo. Mas, os fermentos, as bactérias intestinais, liberam um monte de lixo, ácido úrico e etc , que são produtos metabólicos (as sobras) do processo de digestão. Portanto, esses alimentos nos nutrem e também produzem um monte de subprodutos não aproveitáveis, que pesam muito para o corpo eliminar ( grande parte pela urina),causando várias doenças e desequilíbrios.

No caso das sementes germinadas, brotos, folhas e frutas, os nutrientes estão vivos, cada aminoácido, cada molécula de amido e mineral está num estado de equilíbrio, ligados à enzimas e vitaminas, prontos para serem assimilados pela planta, ou, pelo nosso organismo, se o comermos. Então, haverá menos subprodutos metabólicos para serem eliminados. Estes alimentos nos nutrem mais diretamente com menos desgaste e menor quantidade e finalmente; o que sobra é o bagaço (fibras), simples de serem eliminados.

Podemos eliminar 99% das enfermidades comendo alimentos vivos.

Frutas, Caldo de cana

Alimentos leves

Assimilação rápida

Bom para manter a vida

Sementes germinadas,

Leite de cereais germinados

Proteínas

Alimentos fortes

Bom para trabalho físico

Brotos e Folhas

Alimento medicinal

Depurativo

Assimilação eliminatória

Bom para manter a saúde

Cura

Para se tornar parte do nosso corpo, um alimento tem que ser pré digerido nos intestinos pelas bactérias (flora intestinal) em combinação com as enzimas, vitaminas e micro nutrientes presentes no alimento, ou, na falta destes elementos, quando o alimento é cozido; pelas reservas do organismo. Após cumprir o seu papel, a enzima volta para seu estado natural para ser utilizada novamente. Assim, conseguimos extrair nutrientes dos alimentos mais variados, inclusive aqueles aquecidos pelo calor. O problema é que alimentos pesados, concentrados e complexos, além de usarem muitas enzimas e vitaminas para serem assimilados, deixam resíduos metabólicos tóxicos, tal como o ácido úrico.

Estas toxinas, para serem eliminadas do corpo levam consigo muitas enzimas e energia vital causando o desequilíbrio. Com esse desgaste, muitas toxinas começam a ser retidas no fígado, nos rins, nas gorduras, nas linfas, no sangue, em tumores, calcificações, etc.

Para melhor compreensão de como o organismo reage nesta situação, observou-se que logo após uma refeição contendo alimento cozido e concentrado, há um aumento exagerado do número de leucócitos no sangue (leucocitose digestiva) e também um aumento da temperatura corporal; sintoma igual de uma infecção aguda. Este estado patológico não acontece quando comemos alimentos vivos e leves. Assim, uma pessoa que come muita proteína ou amido concentrado pode apresentar sinais de anemia.

Muitas vezes, as carências são causadas por excessos que sugam as reservas minerais, enzimas e vitaminas para serem armazenados, metabolizados, e eliminados. O intestino não peneira os alimentos que serão eliminados, tudo vai para o sangue. Cada célula tem seu metabolismo e produtos metabólicos a serem eliminados; gás carbônico, açúcares oxidados e ácidos diversos. Elas trabalham exaustivamente quando comemos alimentos pesados e concentrados deixando o sistema inteiro sobrecarregado.

Basicamente, as células precisam de combustível (glicose e oxigênio para combustão e oxidação), água e pequenas quantidades de aminoácidos, sais minerais e gorduras para a manutenção e renovação da estrutura celular. A fonte principal de energia são açúcares simples, porém; na falta destes, carboidratos, óleos e proteínas são utilizados, depois de sofrerem uma transformação molecular via enzimas. Estes nutrientes provém das reservas do fígado, do sistema linfático, tecidos gordurosos e músculos.

Digestão e eliminação são processos parecidos , funcionam através do sistema sanguíneo-linfático com ajuda de enzimas e micronutrientes através do processo de osmose . Neste mecanismo, elementos solúveis passam de uma área de maior concentração para outra de menor concentração através da membrana celular. Os sistemas linfático e capilar trazem nutrientes e levam por osmose o lixo com ajuda das enzimas. Se o alimento já vem com lixo fica mais difícil para a célula eliminar seu próprio lixo. Diminuindo o metabolismo do corpo , comendo alimentos mais leves e puros, a eliminação torna-se mais eficiente porque há pouca quantidade de toxinas e resíduos para eliminar. Mas, alimentos pesados e concentrados causam degeneração e velhice pelo desgaste e entupimento celular.

Na falta de reservas enzimáticas, o metabolismo celular fica mais lento e vai saturando o líquido intercelular e intersticial, dificultando a osmose. Esse processo tem seu ápice quando nos alimentamos de carne de animais. Com a morte do animal , ocorre a suspensão da atividade metabólica , asfixia celular e a saturação tóxica. A morte celular acontece porque o sangue parou de circular e eliminar os produtos metabólicos oxidados das células. Estas substâncias tóxicas são ácidas e neutralizam a alcalinidade da célula que perde seu potencial elétrico-biológico e morre. A célula não chega a metabolizar todas as suas reservas, então as toxinas ficam retidas na carne. Apenas, uma pequena quantidade de toxinas é eliminada no sangramento da carcaça. Estes produtos metabólicos dão ao nosso organismo mais do que o dobro de trabalho para serem eliminados. Além de ter que expelir os próprios produtos metabólicos, temos que expelir os produtos tóxicos das células mortas. Assim, a higiene biológica fica comprometida, nos deixando propensos à contração de micróbios, vírus, parasitas e doenças crônicas a longo prazo; que são especialmente agravados através dos métodos modernos de engorda de frango e gado (confinamento, hormônios, antibióticos...) No tecido vegetal, o metabolismo é muito diferente do reino animal. Por não movimentar-se, a planta consome muito menos nutrientes , usando energia somente para crescer. Então, quase não produzem produtos metabólicos tóxicos. Vivem de água, micronutrientes do solo, gás carbônico, oxigênio e nitrogênio do ar. A nutrição e circulação ocorre na seiva por ação capilar passiva. Quando a seiva é cortada; arrancando o pé, tirando folhas ou frutos; o tecido vai vivendo de suas reservas. Morre lentamente por falta de nutrientes, e não por saturação tóxica como o animal.

Compreendendo melhor os metabolismos animal e vegetal, ficamos mais lúcidos na escolha dos alimentos.

Purificando corpo e mente, nos tornamos mais conscientes para aprender a verdade que nos conduz para uma vida de harmonia e fraternidade para com todos os seres.

RECEITAS:

Alfafa: Produz em clima frio. Rei dos brotos. É um feijão miúdo com alto teor de proteína. Está pronto para consumo em 5 à 8 dias. Rende muito. Pode ser usado com salada, em sanduíches ou patê com abacate.

Moyashi (feijão Mungo): Ótima fonte de proteína. Rende muito. É o broto mais tradicional do oriente.

Ervilha, Grão de Bico, Lentilha, Trigo: Ficam prontos para consumo em 2 à 3 dias. São ricos em proteínas, óleos e amido. Muito bom em saladas (É recomendável dar uma leve escaldada antes). Com o trigo germinado se faz chapati: Germine o trigo, moa, faça os chapatis (uma massa em forma de pão árabe) e seque ao sol ou em secador solar ou no forno.

Leite de Gergelim: Proteína forte e fonte de cálcio. Deixe o gergelim (com casca) de molho por 6 horas, moa ou bata no Liquidificador com um água e torcer (espremer) num pano de algodão. Repetir o processo até tirar todo o leite. Pode adicionar um pouco de caldo de cana. Se não for coada, da massa obtêm-se um patê (tahine), que pode ser temperado com ervas (para saladas) ou mel ( passar no pão).

Capim de Trigo: Espalhe o trigo germinado num tabuleiro com terra úmida, cobrindo toda a terra. Cubra para manter a umidade. Após 3 à 4 dias descubra, molhe e deixe na luz. Estará pronto num total de 10 à 12 dias. Riquíssimo em clorofila e nutrientes. Mastigue cuspindo o bagaço ou faça suco verde com um pouco de mel (ou melado) e limão. Use o mesmo processo para broto de girassol, centeio, etc.

***OS BROTOS CONTÊM PROTEÍNAS E "PLASMA" VIVO ENZIMATICO (VITAMINAS E ENZIMAS)!


Fonte: http://peshp.vilabol.uol.com.br/broto.html