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sábado, 10 de novembro de 2007

Radiações podem causar cancro (câncer)

Radiações podem causar cancro (câncer)

Estão por todo o lado: telemóveis, rádio, televisão, postes de alta tensão, radares, electrodomésticos, internet sem fios... E as crianças são mais vulneráveis. Mas, para que o pior aconteça, tem de haver uma exposição muito elevada. Governo quer proteger populações.

O relatório do grupo de trabalho nomeado pelo Governo para avaliar a exposição da população aos campos electromagnéticos revela que existem riscos para a saúde. O documento alerta para a radiação emitida por antenas de telemóveis (celulares), rádio e televisão, linhas de distribuição de electricidade, assim como radares de aeroporto. A DGS diz que o objectivo é alterar e criar leis que protejam a população.

Os malefícios dependem da intensidade e do tempo de exposição, mas, ainda assim, existe risco de leucemia e tumores. Os técnicos da DGS dizem mesmo que «é considerado como possível que uma intensa exposição aos campos electromagnéticos nas habitações possa aumentar ligeiramente os riscos de leucemia infantil e que esta exposição nos locais de trabalho possa aumentar ligeiramente os riscos de leucemia e tumores cerebrais em adultos».

O estudo feito pela Direcção-geral de Saúde mostra que a absorção de radiações faz-se com mais facilidade em cabeças mais pequenas e em caixas cranianas mais finas. Ainda assim, os especialistas sublinham que estes efeitos apenas se reflectem com radiações «de uma intensidade suficientemente elevada para produzir efeitos térmicos».

Lembram, no entanto, que «as radiações são omnipresentes. Não existe risco zero». Para além de todos os objectos já referidos, basta pensar também nos pequenos electrodomésticos, na internet sem fios, nos sistemas de protecção nos estabelecimentos comerciais e de detecção nos aeroportos e nos radares na estrada.

A exposição a radiações, sublinham os especialistas, pode igualmente conduzir à libertação de cálcio no sistema nervoso, provocando perturbação das emoções, da memória e do sono. Este é aliás, um campo, que deve merecer prioridade nas investigações.

O subdirector-geral de Saúde indicou que este relatório foi feito para actualizar os «níveis possíveis» de radiações «sem que haja impacto para a saúde» para que estes fossem aplicados na lei.

José Robalo confirmou ainda que a exposição «descontrolada» a campos electromagnéticos nas habitações pode ser prejudicial. «Havendo um acompanhamento e um rigor na avaliação desse risco o problema não se põe», acrescentou.

O objectivo é alterar e criar leis que garantam que os produtos que emitem radiações não sejam prejudiciais à população.

“Portugal Diário” (17.08.2007)

A radiação electromagnética é uma forma de energia invisível, que se transmite através de ondas (ondas electromagnéticas).

TESTE
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O seu microondas é estanque ou deixa passar radiações?
Se pretender testar a estanquicidade do seu microondas pode pôr um telemóvel no seu interior, fechar a porta e fazer uma chamada para o telemóvel. Se tocar é porque o microondas deixa passar radiação electromagnética. Mas atenção: não ligue o microondas!

Somos “obrigados” a conviver com a radiação electromagnética pois ela está presente, desde logo, no sol, fonte natural desta radiação. O desenvolvimento tecnológico trouxe consigo novas e variadas fontes de radiação electromagnética, como por exemplo as linhas de alta tensão, as antenas de telecomunicações (rádio, televisão, telemóveis), aparelhos médicos (raios X, radioterapia), os electrodomésticos (micro-ondas, monitores, televisores) e a última das necessidades, o telemóvel.

A questão muitas vezes colocada é se a radiação electromagnética faz mal à saúde. A resposta é muito difícil ou mesmo impossível, pois depende essencialmente da qualidade e quantidade da exposição, ou seja, andar ao sol não faz mal, mas se ficarmos muitas horas na praia o resultado mais provável será sofrer queimaduras na pele.

Os problemas levantados constantemente pela comunicação social em relação às antenas dos telemóveis e aos próprios telemóveis, com novos estudos, a maior parte de fraco valor científico, vão contra o conhecimento actual em relação ao problema.

Alguns exemplos de potência e possível exposição:
Forno microondas -1000 Watts
Antenas de telemóveis - 600 Watts
Lâmpada de casa - 60 Watt
Telemóvel - 1 a 2 Watts

Portanto, desde há muito que nos encontramos expostos na nossa vida diária a níveis de radiação electromagnética muito superiores aos telemóveis e às suas antenas. Relativamente às antenas de telemóveis, apesar da radiação na origem ser de 600 Watts, com uma distância de apenas alguns metros terá uma emissão insignificante, pois a radiação diminui muito com a distância à origem. No caso dos telemóveis, a radiação pode atingir um máximo de dois Watts para o sistema GSM (2ª geração) e um Watt para o sistema UMTS (3ª geração). Ora, se o nosso microondas emite 1000 Watts (em condições ideais o aparelho é estanque, e não deixa passar radiação para o exterior), e a antena de transmissão de um qualquer canal televisivo cerca de 400 000 Watts, estamos perante um falso problema.

A legislação em vigor, tanto a nível nacional como internacional, permite níveis de radiação electromagnética 50 vezes inferiores aos que comprovadamente provocam lesões no ser humano. Em Portugal, tendo sido controlados todos os locais onde se produzem maiores níveis de radiação electromagnética, nunca foi detectado nenhum que ultrapassa-se o valor máximo admitido (relembrando que este valor, mesmo assim é 50 vezes abaixo de ser prejudicial para a saúde).

Algumas considerações:
- Os efeitos para a saúde das radiações electromagnéticas podem ser térmicos (amplamente conhecidos), não térmicos (muitos estudos em desenvolvimento) e psicológicos (criados pelos meios de comunicação social).
Relativamente ao telemóvel, os efeitos térmicos após utilização muito prolongada, são mais sentidos pelo olho, pois este órgão, por ser menos irrigado tem maior dificuldade de se adaptar a variações de temperatura;

- O principal risco para a saúde pelo uso dos telemóveis é composto pelos acidentes de viação para quem os utiliza a conduzir;

- Relativamente aos aparelhos auditivos e ao pacemaker, não existe nenhum problema com o uso dos telemóveis pois trabalham em frequências diferentes;

- Não se recomendam sistemas de protecção para as radiações dos telemóveis pois a radiação final tem de ser sempre a mesma (só gasta mais bateria e dinheiro na compra da protecção);

- A utilização de auricular e a diminuição do tempo de chamada são formas eficazes de diminuir a radiação;

- O uso de telemóveis pelas crianças não é mais nem menos perigoso do que para os adultos.

- A interferência dos telemóveis com outro material médico e com os aviões está em curso.

Médicos de Portugal


A televisão como novo membro de família

As famílias portuguesas estão cada vez mais dependentes da televisão. Esta ideia, embora já bastante discutida, assume nova importância quando empresas de sondagens divulgam dados reais.

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Temos então que pensar não só no que poderá estar a levar a um aumento do consumo da televisão mas também nas implicações que advêm dessas razões e nas suas consequências para a educação dos jovens de hoje.

Não será pois de estranhar que, segundo o relatório anual da OCDE, a família portuguesa seja aquela que em toda a Europa passa menos tempo com os filhos. A televisão acaba por ser a única coisa que colmata a necessidade de segurança e de afectos que a criança necessita.

O consumo de televisão aumentou 4,6% entre Janeiro e Outubro face a igual período em 2003. Nos primeiros 10 meses de 2004, cada residente no Continente com idade superior a 4 anos, viu, por dia e em média, 3 horas, 32 minutos e 17 segundos de televisão. É ainda importante referir que embora sejam os jovens que vêem menos televisão (comparando-os com idosos acima dos 65 anos e donas de casa), é na classe etária entre os 15 e os 34 anos que se regista uma maior subida, rondando os 10,3%.

Para compreendermos este fenómeno, em primeiro lugar, é necessário compreender a mudança de características e de valores que a sociedade tem sofrido. A sociedade outrora simplista, virada para o sacrifício, para a moralidade e para a palavra, está agora orientada para o consumismo, para o hedonismo (busca do prazer), para a amoralidade e para o sentir. Basta para entender esta mudança observar a evolução da banda desenhada, antigamente repleta de balões com texto e agora com apenas imagens.

Neste sentido, é natural que os jovens procurem, dentro desta ordem de ideias, estímulos e comportamentos orientados para esta busca do prazer e do sentir. A televisão aparece assim como o meio mais prático e mais barato para satisfazer esta busca.

Esta razão, por si só poderá explicar o aumento da visualização da televisão na sociedade portuguesa, no entanto existem outros factores que podem estar a influir este comportamento. É necessário avaliar até que ponto poderão os pais estar a fomentar este consumo: quantas vezes se ouvem frases como “deixa-te estar sossegadinho a ver televisão!” ou “vai ver televisão e não chateies!”. Estas frases parecem demonstrar um profundo mal-estar familiar onde os filhos são tratados como um mal de que é necessário prevenir de contacto, eliminando o verdadeiro modo de educação, “o estar com…”, onde é essencial a relação humana ao invés de apenas co-habitação. Estes comportamentos acabam por criar assim uma cultura apreendida de consumo da televisão.

Parece ainda existir algo mais… parece que as crianças acabam por desenvolver desde uma idade bastante precoce uma “relação” de companheirismo com a televisão pois esta acaba por ser a companhia após a escola, na hora das refeições e na ajuda dos trabalhos de casa.

Por outro lado, é preciso ainda pôr a hipótese que a televisão poderá ser a única fonte de ligação familiar: basta pensar nas famílias em que o único contacto familiar social se rende ao serão em frente à televisão visionando a telenovela, um filme ou um concurso televisivo. Esta acaba por ser uma forma negligente de cuidar que, a longo prazo traz danos afectivos e relacionais graves. A criança aprende deste modo a relacionar-se com os outros, comprometendo não só a socialização familiar mas também a socialização com os pares. Sendo este o único modo que conhece de relacionamento, progressivamente, vai assimilando-o como normal e ensinando-o aos seus próprios filhos. Passando de geração em geração, acaba-se por formar uma cultura de consumo televisivo, tornando estas questões cada vez mais problemáticas e enraizadas socialmente.

Visto que, ao que parece a televisão encontrou um lugar como um novo membro da família, é essencial debruçarmo-nos sobre o tipo de informação que esta passa para as nossas crianças. Tirando alguns programas, de um modo geral a televisão apresenta uma grelha deficiente em termos de valores e educação. Resta-nos ter esperança que os canais televisivos adoptem uma posição de educador, orientando as suas grelhas para algo mais que programas que rasam a demência e a idiotice apostando na informação para a cultura.

A televisão acaba então, por se tornar um elemento de socialização familiar mas também de companheirismo e educação para a sociedade.

Mas a que preço? As relações afectivas e humanas tornaram-se negligentes. Todos vêm televisão em conjunto mas, intimamente sozinhos. Todos se sentam a uma mesa em conjunto, mas sozinhos com eles próprios… e com a televisão. A televisão tornou-se hoje, um elemento compensador da solidão e da falta de afectividade, quase um mecanismo de defesa que inconscientemente alastrou a toda a sociedade. Qual a solução? Simplesmente desligar a televisão quando em família, sentar no tapete e brincar com o seu filho, transmitir os seus valores, critérios e atitudes: acima de tudo… educar e aprender a recuperar algo estrondosamente bom: os afectos.

Médicos de Portugal

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