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quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Cartilha_Ziraldo_-_O_Olho_do_Consumidor


Liminar concedida à MONSANTO recolhe cartilha sobre produtos orgânicos!

A cartilha "O Olho do Consumidor" foi produzida pelo Ministério da Agricultura do Brasil, com arte do Ziraldo, para divulgar a criação do selo do SISORG (Sistema Brasileiro de Avaliação de Conformidade Orgânica) que pretende padronizar, identificar e valorizar produtos orgânicos, orientando o consumidor. Infelizmente, a multinacional de sementes transgênicas Monsanto, obteve uma liminar em mandado de segurança que impediu sua distribuição. O arquivo foi inclusive retirado do site do Ministério (o link está "vazio").
Em autêntica desobediência civil e resistência pacífica à medida de força, estamos distribuindo eletronicamente a cartilha.
Se você concorda com esta idéia, continue a distribuição para seus amigos e conhecidos.

Cartilha_Ziraldo_-_O_Olho_do_Consumidor_-_MAPA[1]

Cursos de Comida Viva no mês de Setembro


NOVIDADES *


 

Nestes cursos vai ficar a conhecer o que é a “Comida Viva”, os benefícios deste tipo de alimentação, as técnicas básicas de preparação e aprender/provar receitas nutritivas e muito saborosas, totalmente preparadas com alimentos naturais sem processos de industrialização e cozimento, livre de ingredientes artificiais, glúten, lactose, ovos, açúcar ou gorduras vegetais hidrogenadas.

Serão abordados temas, tais como: como começar, o indispensavel a ter na sua dispensa saúdavel (o que procurar, como e onde comprar), combinação de alimentos, preparação de pratos simples e saborosos que podem ser incorporados em qualquer refeição dita normal, como integrar esta alimentação na minha vida social e familiar, dicas de saúde e bem estar, etc.

Nos cursos serão confeccionadas receitas vivas que poderá provar em primeira mão e comprovar por si os beneficios desta alimentação.
Com com as dicas que irá receber, facilmente poderá deitar fora alguns dos velhos hábitos poluentes para o seu corpo e incluir no seu regime alimentar alternativas que podem fazer toda a diferença na sua condição de saúde e bem-estar.


Próximos cursos de Introdução
à
Comida Viva
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Setembro

11- Évora 

(Circulos da Transformação)

14h00 - 17h00
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17 - Lagos 
(Espaço Sala de Estar)

15h00 - 18h00
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18 - Faro 
(Restaurante Oceanum Portugal)

15h30 - 18h30

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Investimento: 35€


Inscrições e mais informações através do email:
 amocomidaviva@gmail.com / 91 1190777 
terça-feira, 23 de agosto de 2011

Produtos tóxicos encontrados em roupa de 14 grandes marcas


China


Vestígios de substâncias químicas tóxicas, suscetíveis de afetar os órgãos reprodutivos de seres vivos, foram detetados em produtos de catorze grandes fabricantes de vestuário, anunciou esta terça-feira a Greenpeace em Pequim

Lusa - Esta notícia foi escrita nos termos do Acordo Ortográfico
9:42 Terça feira, 23 de Ago de 2011

Entre as marcas colocadas em causa por esta organização não governamental (ONG) de defesa do ambiente figuram a Adidas, a Uniqlo, a Calvin Klein, a Li Ning, a H&M, a Abercrombie & Fitch, a Lacoste, a Converse e a Ralph Lauren.
A Greenpeace comprou em 18 países várias peças de vestuário destas marcas, fabricadas na China, no Vietname, na Malásia e nas Filipinas e posteriormente submeteu os têxteis para análise.
"Éthoxylates de nonylphénol (NPE) foram detetados em dois terços destas amostras", explicou numa conferência de imprensa em Pequim Li Yifang, durante a apresentação do relatório "Dirty Laundry 2 (Roupa suja 2)".
Os éthoxylates de nonylphénol (NPE) são produtos químicos frequentemente utilizados como detergentes em numerosos em processos industriais e na produção de têxteis naturais e sintéticos.
Derramados nos esgotos, decompõem-se em nonylphénol (NP), um subproduto muito tóxico.
"O nonylphénol é um perturbador hormonal", sublinhou Li Yifang, precisando que a substância pode contaminar a cadeia alimentar e pode acumular-se nos organismos vivos, ameaçando a fertilidade, o sistema de reprodução e o crescimento.
"Não é apenas um problema para os países em desenvolvimento, onde são fabricados os têxteis. Como quantidades residuais de NPE são libertadas quando o vestuário é lavado, os produtos são derramados em países onde o seu uso é proibido", insistiu Li Yifang.
No mês passado, a Greenpeace tornou público o "Dirty Laundry (Roupa Suja)", um relatório que mostrou como os fornecedores das grandes marcas têxteis poluem a água de certos rios chineses com as suas descargas químicas.
Na sequência desta publicação, as marcas Puma e Nike comprometeram-se a eliminar dos seus processos de fabrico qualquer substância química tóxica até 2020.



Fonte: http://aeiou.visao.pt/produtos-toxicos-encontrados-em-roupa-de-14-grandes-marcas=f618736#ixzz1VsMbydHG
segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Beber Agua de Mar es Salud

domingo, 21 de agosto de 2011

Ipê-Roxo (Pau de Arco) tem propriedades anticancerígenas e muito mais


Cientistas americanos descobriram que uma substância extraída da casca do ipê-roxo mata um certo tipo de célula cancerígena, num estudo de 2007 publicado na revista Proceedings of the National Academy of Sciences.

Segundo os pesquisadores do Centro Médico Southwestern, da Universidade do Texas, a descoberta pode abrir o caminho para um novo tratamento contra o tipo mais comum de câncer de pulmão.
Um dos compostos tirados da casca da árvore, o "beta-lapachone", mostrou promissoras características anticancerígenas. Cientistas já estão utilizando a substância em testes clínicos para examinar seu resultado contra o câncer de pâncreas nos seres humanos.
No entanto, até o momento ainda não se sabe como funciona o mecanismo que mata as células cancerígenas. "Basicamente, descobrimos o mecanismo de ação do beta-lapachone e uma forma de utilizar o remédio num tratamento individualizado", disse David Boothman, professor do Centro Oncológico Integral Harold Simmons e autor principal do estudo.
Em sua pesquisa, os cientistas determinaram que o composto extraído da casca da árvore interage com uma enzima identificada como NQ01, encontrada em células de câncer pulmonar e outros tumores sólidos. Nos tumores, a substância é metabolizada e produz a morte celular sem danificar os tecidos não cancerosos, diz o estudo.
A substância também altera a capacidade das células cancerígenas de reparar seu DNA, levando à sua morte. A radiação danifica o DNA das células, aumentando a presença de NQ01, segundo os cientistas.
"Quando se dirige a radiação sobre um tumor, os níveis de NQ01 aumentam. Tratando as células com beta-lapachone, uma sinergia entre as duas substâncias leva a uma morte contundente" das células cancerígenas, disse Boothman.

O Ipê-roxo favorece à multiplicação de glóbulos vermelhos, responsáveis por levar oxigênio às células. Possui poderes antiinflamatórios e na dissolução de tumores. A casca da árvore também pode ser usada para lavar as feridas da Impingen, doença contagiosa da pele, causada por micróbios e bactérias.

 É usado também como analgésico e como auxiliar no tratamento de doenças estomacais e da pele. No passado, foi largamente utilizado no tratamento da sífilis. 

Vários usos



HIV), artrite, asma, bronquites, câncer, câncer de cólon, câncer de próstata, câncer pulmonar, cândida, colite, cistite, diabetes, disenteria, Doença de Hodgkin, doença venérea, fadiga, febre, gastrite, gripe, herpes, hipertensão, infecção fungosa, leucemia, lombriga, lupus, osteomielite, parasitas, pé-de-atleta, prostatite, resfriados, tricomoníase, tuberculose, tumores, úlceras.

Propriedades Medicinais: analgésico, anódino, antibacteriano, antifúngico, antiinflamatório, antioxidante, antitumor, antivirótico, diurético, febrífugo, imunoestimulante, laxante.

O Ipê-Roxo é um laxante moderado. É usado na medicina alternativa para tratamento de câncer de pulmão, próstata e cólon e acredita-se que aumenta a produção de células vermelhas no sangue. O Pau D’Arco é tradicionalmente utilizado na medicina tradicional do Peru, onde já era utilizado extensivamente pelo império Inca. Em pesquisa realizada nos anos 1960 e 1970 pelo U.S. National Cancer Institute (Instituto Nacional de Câncer dos Estados Unidos), ficou demonstrado que Tabebuia impetiginosa tem um efeito muito pronunciado sobre o câncer. No entanto, as doses orais da erva alcançam níveis consideráveis no sangue, causando alguns efeitos colaterais. Devido a este fato, o uso do medicamento natural contra o câncer foi interrompido em alguns pacientes.

O Pau-Darco possui lapachol, um pigmento amarelo cristalino, que inibe o crescimento de céluas de tumores, impedindo os tumores de metabolizarem oxigênio. Apresenta ótimos resultados contra o parasita da malária. A substância química exibe atividade antibacteriana e efetividade contra bactérias Brucella. Usada popularmente como pomada para lombriga. Embebida no pé para tratar pé-de-atleta e usada para qualquer infecção fungosa. Em doses controladas os ativos químicos do Ipê-Roxo podem revigorar o sistema imunológico, no entanto, doses altas poderiam ocasionar justamente o contrário.

O Ipê-Roxo é composto de naftoquinonas (lapachol), flavonóides, carnosol, ácido lapáchico, indóis, alcalóides (tecomina), coenzima Q-10, saponinas esteróide, bário, iodo.
Efeitos Colaterais e Contra-Indicações

O uso excessivo pode soltar os intestinos e resultar na perda de células vermelhas do sangue, podendo causar anemia. A anemia geralmente resulta em fadiga, pele fria e pálida, batimento cardíaco anormal e padrões respiratórios. Associado com lapachol, poucos efeitos colaterais incluem tonturas, náuseas, vômitos e diarréia.

Parte da Planta utilizada: A flor e a casca da árvore.
Modo de Utilização : Através de chá.

Outros nomes vulgares: caboré, guaraíba, ipê (RJ,SC), ipê-de-flor-roxa, ipê-piranga, ipê-preto (RJ,RS), ipê-rosa (MG), ipê-roxo-anão (SP), ipê-uva, pau-d’arco (BA), pau-d’arco-rosa (BA), pau-d’arco-roxo (BA,MG) peúva (MS) e piúva (MS,MT). Na Argentina, lapacho e no Paraguai, lapacho negro.a maioria das espécies são encontradas no sudoeste paraense, na área do municipio Altamirense, e na maior floresta de ipês do Brasil, a floresta do MACAPICHI.
Apesar de já ser muito utilizada por médicos e farmacêuticos no Brasil, o Ipê, Tabebuia avellanedare, Lorz & Grisen alcança os meios científicos mais avançados da época através de um trabalho apresentado pela República Argentina na Exposição de Filadelfia, em 1876. No trabalho apresentado pelo governo argentino, no capítulo XV, página 272, estava a apresentação de um corante vegetal descoberto pelo fitoquímico argentino Max Siewert. Escreve Siewert sobre sua descoberta: "Um novo extrato ácido de uma árvore da família Bignoniaceae, da espécie Tabebuia, chamada vulgarmente de Lapacho. A este ácido denominei ácido lapacico." No momento da exposição, o fitoquímico argentino achava que este ácido era um glicosídeo e que adicionado ao ácido sulfurico formava o ácido lapacônico. Até o ano de 1876 nada sabiam os fitoquímicos europeus sobre este ácido, afinal não havia sido publicado qualquer trabalho a respeito desta planta na Europa, o que causou curiosidade e interesse em fitoquímicos dos mais diversos países do velho mundo.
Certa vez uma paciente terminal com câncer de útero sonhou que um monge lhe apareceu, e disse para ela procurar o remédio para a sua doença em uma árvore chamada Pau d’arco. A paciente assustada, mas recordando do sonho, contou a um parente que trabalhava pesquisando plantas medicinais. O parente, fitoquímico, resolveu seguir o sonho, e procurar o remédio no cerne do Pau d’arco. Estamos em 1956 e os Anais da Sociedade de Biologia de Pernambuco publica as primeiras observações sobre a ação antimicrobiana do lapachol. No Instituto de Antibióticos da Universidade do Recife os pesquisadores Oswaldo Gonçalves de Lima, Ivan Leôncio d’Albuquerque, Marisa Pinheiro Machado, Evans Silva e Gerson Pereira Pinto escrevem: "No curso de nossas pesquisas no campo dos antimicrobianos de plantas superiores, foi constatado que extratos etanólicos e acetônicos de amostras da madeira de construção denominada Pau d’arco (Tabebuia spp) apresentam forte ação inibidora contra gram-positivos (Baccilus subtilis e M. pyogenes v. aureus). Posteriormente verificou-se que as soluções obtidas oferecem, por concentração, abundante messe de substância cristalizada de cor amarela ouro, identificada, em seguida, como lapachol [2-hidróxi-3-(3-metil-2-butenil)-1,4-naftoquinona], composto cuja descoberta e estudo, nos fins do século passado, representa um dos capítulos mais brilhantes da história da fitoquímica".

Escreve a revista O Cruzeiro em outubro de 1967: 
"Está cientificamente comprovado que o lapachol, substância abundantemente encontrada no ipê e isolada pelo professor Oswaldo Gonçalves de Lima, tem ação anti-câncer já em fase de experimentação pré-clínica nos Estados Unidos, conforme comunicação oficial do Dr. Jonatham Hartwell, pesquisador norte-americano, assistente extraordinário do National Cancer Institute, órgão do governo dos EUA". No corpo da matéria Dr. Oswaldo, reclama que a imprensa está distorcendo as suas declarações e explica: "Fui convocado pela Comissão da Câmara, por indicação do deputado Breno da Silveira, para uma exposição dos trabalhos que vimos fazendo sobre antibióticos e câncer . . . O meu maior cuidado foi em relação ao ipê. Há muito venho trabalhando em substâncias antimicrobiana, sobretudo em relação ao Lapachol e derivados, encontrados abundantemente no Ipê. Cheguei a descobrir que a planta, sob a forma de extrato, apresenta ação antimicrobiana, sendo o Lapachol a substância que mais fortemente apresenta esta forma de reação. Afirmei na exposição que os nossos estudos em relação à atividade anti-câncer dos extratos da parte do líber (entrecasca) e do cerne (casca) do ipê revelaram resultados inconclusivos, isto é, inibições em tumores experimentais, resultados inconstantes e marginais, resultados estes que não podem ser cientificamente divulgados". O Dr. Jonathan Hartwell por outro lado, fez uma afirmação de que ele, havendo pesquisado com espécies de Bignoniaceae, do gênero Tabebuia (é o gênero dos ipês), descobriu que os seus extratos tinham ação anti-câncer em animais experimentais e que, ademais, havia isolado da planta uma substância ativa anti-câncer, o Lapachol.

O Laboratório Estatal de Pernambuco (Lafepe) advertiu em fevereiro de 2004, por meio de notificação extrajudicial, a empresa Roberg Alimentos e Medicamentos da Natureza, sediada em Votorantim (São Paulo), por uso indevido da marca Lapachol, que pertence à instituição pernambucana desde 1978. Desde então, o Lafepe vem renovando o registro de marca, cuja última concessão foi dada em 9 de setembro de 2003, com prazo de validade de 10 anos. O Lapachol é o nome de marca do princípio ativo naftoquinona, um produto extraído do ipê roxo, com reconhecida ação antiinflamatória, analgésica, antibiótica e antineoplásica (ataca qualquer tumor, benigno ou maligno). O produto é distribuído também nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e Paraná. Em 1969, o laboratório passou a produzir e comercializar Lapachol, como auxiliar no tratamento do câncer. Atualmente, a estatal pernambucana tem acordo com o Hospital Sírio Libanês, de São Paulo, na pesquisa de ensaios clínicos em seres humanos em tratamento de câncer, primordialmente o câncer de próstata.

Fundado em 1967, o Lafepe desenvolveu e comercializou nove produtos nos últimos três anos e tem duas patentes registradas. O Lafepe teve mais de R$ 100 milhões de faturamento bruto em 2003, tendo dispendido 0,09% desse total em P&D. Com 695 empregados, há 16 deles alocados na área de P&D, que conta com uma coordenadoria específica, encarregada da execução da pesquisa científica dentro da indústria farmacêutica e do desenvolvimento de novos medicamentos de diferentes classes farmacológicas, incluindo ativos consagrados e aqueles ainda em estudos iniciais, como a maioria dos fitofármacos.
O botânico Theodoro Meyer, da Universidade de Tucuman, da Argentina, conseguiu isolar importantes componentes do ipê-roxo, como a quinona, cujo efeito germicida pôde ser comprovado. A quinona possui uma estrutura semelhante a da vitamina K6, que detém efeito adstringente que auxilia o metabolismo do fígado na produção de protombina e de outras substâncias que participam da coagulação sangüínea. Estas propriedades da quinona, presentes no ipê-roxo, ajudam a explicar seu poder antiinflamatório e na dissolução de tumores. O primeiro contato que Meyer teve com o ipê-roxo foi com os índios callawaya, descendentes dos incas. O poder de cura dos callawaya, segundo disse o médico, é conhecido em todo o mundo. Eles já catalogaram cerca de mil plantas medicinais. O conhecimento sobre elas é passado de geração a geração. Durante a construção do Canal do Panamá, por exemplo, estes índios foram chamados para curar dezenas de operários vitimados pela febre amarela. Com os curandeiros da tribo, chamados de "Senhores do Saco de Remédios", Meyer aprendeu que, pelos conhecimentos indígenas, o ipê-roxo é considerado uma das principais "plantas mestras". E era indicada para uma ampla variedade de doenças, como câncer, leucemia, diabetes e reumatismo. O botânico argentino, desde então, devotou toda sua atenção aos experimentos relacionados ao ipê-roxo. Tentou levar adiante o conhecimento que obtivera ao longo de anos. Não obteve sucesso, porém. Em 1972, morreu frustrado pela falta de aceitação de seus experimentos por parte da medicina ortodoxa.

Um parente dos ipês, a Arrabideae samidoides, também está na mira dos pesquisadores da Unesp. Patrícia Mendonça Pauletti, aluna de doutorado de Bolzani, identificou xantonas (moléculas orgânicas cuja estrutura inclui três hexágonos formados por átomos de carbono) que também são bons antioxidantes. O resultado mais interessante, embora ainda preliminar, foi a possível ação dessas substâncias contra o metabolismo do Plasmodium falciparum, o protozoário causador da malária. O parasita, que costuma atacar os glóbulos vermelhos do sangue humano, usa uma proteína para ''digerir'' a hemoglobina (molécula que é o pigmento vermelho do sangue) e produzir seu próprio pigmento celular. 


Fontes:
Wikipedia
EFE - Agência EFE
http://www.slideshare.net/lu_ter_jeh/ip-roxo-127362

http://www.redetec.org.br/inventabrasil/iperoxo.htmhttp://www.estado.estadao.com.br/edicao/especial/plantas/jui8.html 
acesso em junho de 2002
http://www.tomdaservas.com.br/iperoxo.htm
http://www.mysteredange.hpg.ig.com.br/poemas_pagin/ipe.htm
acesso em outubro de 2002
http://histoeplmed.2x.com.br/medicamento.htm
http://www.noolhar.com/opovo/brasil/167178.html
acesso em dezembro de 2002
http://www.finep.gov.br/premio/folhas_inovacao_premio_2004/nordeste_tela.pdf
acesso em julho de 2005
Cientistas do Brasil, SBPC, 1998, página 248
JORNAL GAZETA MERCANTIL DATA: 09/02/04 ON-LINE Em defesa da marca 

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