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sábado, 5 de julho de 2008
"Junk food" na gravidez pode prejudicar filho de forma irreversível
Um estudo realizado em ratos sugere que uma alimentação à base de "junk food' por mães durante a gravidez e a amamentação pode prejudicar, a longo prazo, a saúde da criança.
Segundo os pesquisadores da Royal Veterinary College, em Londres, uma dieta assim por parte da mãe pode causar problemas como obesidade, alto nível de colesterol e glicose e diabetes na criança.
A pesquisa ressalta ainda que alguns dos danos causados à saúde do bebê podem ser irreversíveis, mesmo que a criança tenha hábitos alimentares saudáveis.
"Sempre falamos que você é o que você come, mas pode também ser verdade que você é o que sua mãe comeu", disse Stephanie Bayol, que liderou o estudo.
O estudo está publicado na edição de julho da revista científica "The Journal of Physiology".
Pesquisa - Apesar de o estudo ter sido realizado em ratos, o professor Neil Stickland, que participou da pesquisa, afirma que não há razão para que os mesmos princípios não possam ser aplicados no caso dos humanos.
"Os humanos e os ratos dividem sistemas fisiológicos similares e essa é uma boa razão para assumir que os efeitos observados nos ratos possam ser repetidos nos humanos", disse Stickland.
Para realizar a pesquisa, os cientistas dividiram um grupo de ratas grávidas em dois: um foi alimentado com comida processada, doces e frituras e o outro com uma dieta saudável.
Em seguida eles compararam a saúde dos filhotes dessas ratas.
Os resultados indicaram que os filhotes das mães com dieta à base de "junk food" tinham um alto nível de colesterol e triglicerídeos - dois fatores que contribuem para doenças cardíacas. Além disso, os filhotes apresentaram ainda níveis altos de glicose e insulina, que aumentam as chances de a criança desenvolver a diabetes tipo 2.
Os pesquisadores analisaram os ratos além da fase adolescente e observaram que aqueles nascidos de mães que tiveram a dieta mais pobre continuavam mais gordos do que os das mães que se alimentaram bem durante a gravidez. Els observaram ainda que, além de mais gordos, esses filhotes tinham uma camada de gordura ao redor dos rins.
Influência - De acordo com a médica Pat Goodwin, da instituição Wellcome Trust, que financiou o estudo, a pesquisa reforça a teoria de que são muitos os fatores que podem contribuir para uma pessoa se tornar obesa.
"A gravidez pode ser um período difícil para as mães, mas é importante que elas saibam que sua alimentação afeta o bebê", disse.
No entanto, o nutricionista e pesquisador Simon Langley-Evans, da Universidade de Nottingham, na Inglaterra, afirmou que o estudo não prova que a dieta da mãe pode afetar a saúde da criança além do efeito nos desejos e no apetite.
"Não estou convencido de que eles demonstram isso - tudo o que eles mostraram pode ser resultado de obesidade causada pelo aumento do apetite", afirmou.
"O que a pesquisa mostra é que a influência precoce da mãe é muito importante", concluiu.
Fonte: Folha Online
Segundo os pesquisadores da Royal Veterinary College, em Londres, uma dieta assim por parte da mãe pode causar problemas como obesidade, alto nível de colesterol e glicose e diabetes na criança.
A pesquisa ressalta ainda que alguns dos danos causados à saúde do bebê podem ser irreversíveis, mesmo que a criança tenha hábitos alimentares saudáveis.
"Sempre falamos que você é o que você come, mas pode também ser verdade que você é o que sua mãe comeu", disse Stephanie Bayol, que liderou o estudo.
O estudo está publicado na edição de julho da revista científica "The Journal of Physiology".
Pesquisa - Apesar de o estudo ter sido realizado em ratos, o professor Neil Stickland, que participou da pesquisa, afirma que não há razão para que os mesmos princípios não possam ser aplicados no caso dos humanos.
"Os humanos e os ratos dividem sistemas fisiológicos similares e essa é uma boa razão para assumir que os efeitos observados nos ratos possam ser repetidos nos humanos", disse Stickland.
Para realizar a pesquisa, os cientistas dividiram um grupo de ratas grávidas em dois: um foi alimentado com comida processada, doces e frituras e o outro com uma dieta saudável.
Em seguida eles compararam a saúde dos filhotes dessas ratas.
Os resultados indicaram que os filhotes das mães com dieta à base de "junk food" tinham um alto nível de colesterol e triglicerídeos - dois fatores que contribuem para doenças cardíacas. Além disso, os filhotes apresentaram ainda níveis altos de glicose e insulina, que aumentam as chances de a criança desenvolver a diabetes tipo 2.
Os pesquisadores analisaram os ratos além da fase adolescente e observaram que aqueles nascidos de mães que tiveram a dieta mais pobre continuavam mais gordos do que os das mães que se alimentaram bem durante a gravidez. Els observaram ainda que, além de mais gordos, esses filhotes tinham uma camada de gordura ao redor dos rins.
Influência - De acordo com a médica Pat Goodwin, da instituição Wellcome Trust, que financiou o estudo, a pesquisa reforça a teoria de que são muitos os fatores que podem contribuir para uma pessoa se tornar obesa.
"A gravidez pode ser um período difícil para as mães, mas é importante que elas saibam que sua alimentação afeta o bebê", disse.
No entanto, o nutricionista e pesquisador Simon Langley-Evans, da Universidade de Nottingham, na Inglaterra, afirmou que o estudo não prova que a dieta da mãe pode afetar a saúde da criança além do efeito nos desejos e no apetite.
"Não estou convencido de que eles demonstram isso - tudo o que eles mostraram pode ser resultado de obesidade causada pelo aumento do apetite", afirmou.
"O que a pesquisa mostra é que a influência precoce da mãe é muito importante", concluiu.
Fonte: Folha Online
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