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segunda-feira, 23 de junho de 2008

Sem medo do alho e da cebola

“Experiências com mamíferos sugerem que as crias desenvolvem preferência pelos sabores existentes em alimentos ingeridos pela mãe durante a lactação e são mais propensos a aceitar alimentos estranhos se elas experimentarem uma variedade de sabores durante a lactação.Os compostos químicos que dão sabor e aroma aos alimentos consumidos pela mãe são ingeridos pela criança via leite materno, “acostumando” a criança ao padrão sensorial decorrente do hábito alimentar de sua família.As crianças permanecem por mais tempo ao seio, sugam mais e, possivelmente, ingerem quantidades maiores de leite materno quando a mãe ingere alho ou baunilha.
O contrário ocorre com o consumo materno de álcool, que leva a uma menor ingestão de leite materno pela criança durante três a quatro horas após o consumo.
Com relação ao olfato, não se sabe se o feto humano responde ao estímulo olfatório, apesar de o sistema estar bem desenvolvido antes do nascimento.

Na espécie humana, há evidências de que o líquido amniótico é aromático e que o seu odor seja influenciado pelos alimentos ingeridos pela gestante. Já foi demonstrado que a ingestão de alho altera significativamente o cheiro do líquido amniótico.

Talvez a semelhança de aromas entre o líquido amniótico e o leite materno faça com que o recém-nascido tenha preferência pelo cheiro do leite materno e pelas mamas da mãe não lavadas.

Poucas horas após o parto, recém-nascidos que são amamentados
reconhecem as suas mães pelo cheiro, o mesmo não
ocorrendo com as crianças não amamentadas.

“…experiências sensoriais precoces podem ser particularmente importantes no desenvolvimento humano, e o advento de alimentação por fórmulas pode não somente privar as crianças de importantes beneficios imunológicos e também psicológicos como também limitar sua exposição a uma importante fonte de informação e educação sobre o mundo dos sabores de suas mães, famílias e culturas.”

Fonte: http://www.opas.org.br/publicmo.cfm?codigo=43
Guia Alimentar para Crianças Menores de 2 anos.
Ministério da Saúde e Organização Pan-Americana da Saúde

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