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sábado, 28 de junho de 2008

Maior parte da propaganda de alimentos recomenda produtos pouco saudáveis

RIO - A propaganda de alimentos pouco ou nada saudáveis é o novo alvo do Ministério da Saúde. Um levantamento realizado pela Universidade de Brasília com base em 4.108 horas de programação de televisão e 128.525 peças publicitárias conclui que 72% de toda a publicidade do setor de alimentação incentiva o consumo de produtos alto teor de gorduras, sal e açúcar. De toda a publicidade analisada, 9,7% referem-se ao setor alimentício, dos quais 18% pretendem vender fast-food; 17%, guloseimas e sorvetes; 14%, refrigerantes e sucos artificiais; 13%, salgadinhos de pacote; e 10%, biscoitos doces e bolos. Em revistas, os anúncios se concentram em publicações femininas, infantis e adolescentes e têm foco em produtos prontos para consumo. Ana Vasconcelos durante a reunião em Brasília/Foto de Aílton de Freitas

Nesta quinta-feira, em Brasília, representantes do governo, representantes do governo, da sociedade civil, do Ministério Público e de instituições de ensino superior se reuniram para discutir os limites desse tipo de propaganda e práticas abusivas, que atinjam em especial o público infantil. O estudo mostrou que os anúncios se concentram no período entre 14h30m e 18h30m. Segundo a coordenadora-geral da Política de Alimentação e Nutrição do Ministério da Saúde, Ana Beatriz Vasconcellos, as crianças são o público mais vulnerável porque seus hábitos na infância tendem a ser repetidos na idade adulta. Além disso, ela destaca que as crianças exercem enorme influência na decisão de compra das famílias.

O estudo, que levou um ano para ser concluído, é uma das ações para atender à Resolução da Assembléia Mundial de Saúde aprovada em 2007, que propõe a adoção de uma estratégia global para prevenção e controle de doenças crônicas não-transmissíveis. O plano prevê que entre 2008 e 2013 os países adotem mecanismos para reduzir o impacto dos alimentos ricos em gorduras saturadas, gorduras trans, sódio e açúcar, o que inclui estimular a publicidade responsável sobretudo para crianças.

Fonte:O Globo Online - em 26/06/2008 às 15h14m

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