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quarta-feira, 28 de novembro de 2007

Austrália decidida a ratificar o Protocolo de Quioto


O novo primeiro-ministro australiano Kevin Rudd não perdeu tempo a deitar mãos ao trabalho em relação uma promessa eleitoral de ratificar o Protocolo de Quioto sobre as emissões de gases de efeito de estufa.

Rudd, antigo diplomata de 50 anos, liderou o Partido Trabalhista numa enfática vitória na eleição de sábado passado, reclamando 83 dos 150 lugares da câmara baixa do parlamento nacional.

No dia seguinte, Rudd reiterou a promessa de ratificar o protocolo climático até ao Natal. O anterior líder, John Howard, tinha recusa terminantemente apoiar o pacto ao longo dos seus 11 anos de duração.

"A Austrália tem agora a oportunidade de fazer parte da liderança sobre as acções contra as acções climáticas", diz Denise Boyd da Australian Conservation Foundation de Melbourne. "Antes apenas perdemos tempo."

No seu primeiro dia de trabalho, domingo, Rudd também confirmou que tenciona liderar a delegação australiana à Conferência das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas, a realizar em Bali na próxima semana. Assim, esta reunião terá os Estados Unidos como único estado desenvolvido que ainda recusa o Protocolo de Quioto.

John Connor, executivo-chefe do Climate Institute of Australia de Sydney, diz que a alteração de posição do país já está a causar alterações na cena internacional das alterações climáticas. "Será um grande empurrão para as negociações de Bali ter um dos bloqueadores a transformar-se num apoiante."

As alterações climáticas foram um tema definidor na campanha eleitoral, que decorreu durante o que os funcionários governamentais consideraram a pior seca de que há memória na Austrália. Sondagens à boca da urna confirmaram que a economia e a saúde ocupavam os primeiros lugares das preocupações dos eleitores, com as alterações climáticas e a relações industriais no terceiro lugar.

Na frente doméstica, Rudd prometeu estabelecer objectivos para um regime de trocas de emissões até meados de 2008 e estabelecer um objectivo obrigatório de energias renováveis até ao final do próximo ano mas não foram conhecidos detalhes ainda.

Originalmente a Austrália tinha negociado uma permissão generosa de aumento de 8% sobre os níveis de emissões de 1990 até 2012 sob a alçada do Protocolo de Quioto, apesar de não ter ratificado o acordo. Os objectivos têm sido seguidos de acordo com este objectivo mas Rudd deve realmente reduzir as emissões no espaço de 5 anos e garantir que toda a nova electricidade acrescentada à grelha provenha de energias limpas.

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