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quarta-feira, 11 de julho de 2007

Lula gigante aparece morta em praia da Tasmânia


Animal pertenceria ao gênero Architeuthis

Uma lula gigante de mais de quatro metros de comprimento da cabeça até a ponta dos tentáculos apareceu hoje morta numa praia da ilha da Tasmânia, na Austrália em Ocean Beach, perto de Strahan .

O animal, que os especialistas de Parques e Vida Selvagem da Tasmânia (TPWS) acham que pertence ao gênero Architeuthis, nunca tinha sido visto no litoral oeste da ilha. Mas ele é o alimento habitual dos cachalotes, que freqüentemente também ficam encalhados na região, informou a rádio estatal.

Uma equipe de cientistas liderada por Genefor Walter-Smith, do Museu de Tasmânia, viajou à praia, próxima à localidade de Strahan, para estudar o exemplar.

A lula gigante foi detectada ontem à noite. O departamento de Parques e Vida Selvagem enviou seus agentes para tirar o animal da água, para conservar melhor seu corpo.

Os tentáculos se encontram danificados, por isso ainda não se pode determinar o comprimento exato, mas "deviam ser enormes", disse um porta-voz do TPWS.


Fontes: EFE Reuters Reuters


Lulas gigantes emitem fortes flashes de luz quando atacam suas presas, de acordo com cientistas japoneses. O espetacular show de luzes da Taningia danae foi divulgado em um vídeo gravado em 2005 em águas profundas na costa da ilha Chichijima, no norte do Pacífico.

Os cientistas acreditam que as lulas usam os flashes para desorientar as possíveis vítimas.

Os cientistas do Museu Nacional da Ciência de Tóquio disseram que as lulas não são criaturas preguiçosas e inativas como se pensava antes. As imagens - a primeira vez que a T. danae foi filmada em seu habitat natural - revelam que o animal é um predador agressivo.

A lula gigante, que pode ter mais de 2 metros de comprimento, nada para frente e para trás batendo suas barbatanas musculosas. O molusco consegue alterar sua direção rapidamente dobrando o corpo flexível. As luzes emitidas pelas lulas surpreenderam os cientistas.

"Ninguém jamais havia visto esse tipo de comportamento luminoso durante a caça de lulas gigantes em águas profundas", disse Tzunemi Kubodera, coordenador da pesquisa, à BBC. As luzes são emitidas a partir de órgãos localizados nos braços da lula.

Os vídeos, gravados a profundidades entre 240 e 940 metros, também mostram as lulas atingindo velocidades de até 2,5 metros por segundo durante o ataque.

Segundo os cientistas, as luzes podem agir também como "métodos de iluminação e medição da distância entre a lula e a presa em um ambiente normalmente muito escuro". Os pesquisadores acreditam que as luzes possam ser ainda formas de cortejar possíveis parceiros sexuais. A pesquisa foi publicada na revista especializada Proceedings of the Royal Society B.

BBC Brasil


Terça, 27 de julho de 2004, 16h25

Decifrada a verdadeira identidade da lula gigante

Depois de mais de um século de especulações, os cientistas decifraram um dos mistérios marítimos mais enigmáticos, a verdadeira identidade dos restos que apareciam em algumas praias do mundo, e que se atribuíam a um "lula gigante".

A última vez que se descobriu uma destas grandes massas de protoplasma foi há um ano no Chile, o que reviveu de novo a teoria da existência de uma espécie de lula de grandes dimensões que habita nas profundidades do mar. O achado, do tamanho de um ônibus, foi similar ao que aconteceu há mais de um século, em 1896, em uma praia da Flórida, e que também teve grande repercussão nos jornais da época.

Naquela época foram publicadas fotografias que mostravam as grotescas formas do suposto polvo, de umas sete toneladas, nas quais se viam os olhos, a boca e os gelatinosos tentáculos.

Além disso, um famoso biólogo batizou esta espécie de "Octopus giganteus", nome que foi utilizado posteriormente pela comunidade científica em cada uma das oportunidades que apareceram restos.

Desde então, o cinema e a literatura deram vida à possível existência desta espécie nunca vista, da terrível "lula" capaz de quebrar com um único golpe de seus tentáculos um navio de grandes dimensões.

Além disso, não faltaram expedições de cientistas dispostos a buscar nas profundezas do oceano algum exemplar desta espécie, à qual lhe atribuíam uma antigüidade quase pré-histórica.

Houve quem, em 1972, se atreveu a assegurar que os restos pertenciam ao corpo em decomposição de algum alienígena vindo do espaço.

A comunidade científica, com maior seriedade, tratou em todo este tempo determinar se realmente se trata de uma espécie de cefalópode, ou se trata-se de uma nova espécie não catalogada.

No entanto, graças às novas tecnologías e aos avanços na pesquisa genética, cientistas da Universidade do Sul da Flórida acabaram por decifrar o mistério, segundo publica hoje o jornal "The New York Times".

Com grande decepção para os amantes da literatura fantástica e dos mistérios do abismo submarino, os volumes gelatinosos e relativos que apareciam nas praias não são a outra coisa que gordura de baleias em decomposição.

"Para nossa decepção, não encontramos nenhuma evidência que os restos pertençam a qualquer octópode gigante, monstro marítimo ou espécie desconhecida", escreveram há algumas semanas os cientistas da Flórida no "Boletim Biológico", segundo publica o jornal.

Isso põe ponto final a décadas de especulações e de busca da rara espécie de polvo, do que não se conhecem exemplares maiores de seis metros de comprimento.

EFE

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